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Livro que contará a história do Brasil a partir da perspectiva do estabelecimento de suas estradas e caminhos. O enfoque da obra estará voltado para as narrativas cartográfica, iconográfica e textual, que trarão um recorte sobre os contextos históricos em que se deu a formação do território brasileiro, desde a faixa costeira até o interior do país. A abordagem do tema será feita por historiadores e estudiosos das ciências sociais, que levarão até o leitor textos de fácil compreensão e ensaio fotográfico atual, acrescentando aos conhecimentos existentes novos panoramas sobre a construção das vias de comunicação e integração no Brasil. Da ocupação litorânea promovida pelos colonizadores, passando pelas invasões estrangeiras e pelos ciclos econômicos históricos do país, o livro chegará até o período de integração do território nacional e do modelo atual de transportes. De forma a fomentar novas discussões sobre os desafios de unir o Brasil do século XXI por meio das suas estradas.
Realizar breve pesquisa em fontes primárias e secundárias; em iconografia e em documentos cartográficos que possam registrar a história da criação dos caminhos existentes no território brasileiro, desde o litoral, gênese da ocupação, até o interior do país. A principal intenção do projeto é garantir a difusão de conhecimentos sobre os diferentes contextos políticos, sociais, culturais e econômicos que marcaram os períodos da história brasileira.O projeto possui caráter histórico, cultural, didático e informativo. A publicação será bilíngue (português-inglês), com o registro de imagens e informações complementares ao tradicional conhecimento sobre esse tema na história do Brasil. Contará com 198 páginas e permitirá a disseminação de novos conhecimentos. Inicialmente, estima-se que a obra poderá ser dividida em dois capítulos:Ocupação litorâneaOcupação do interiorOs capítulos serão compostos por subtemas, que poderão relacionar eventos históricos e deslocamentos geográficos ocorridos ao longo da história brasileira, tais como o ciclo do ouro, em Minas Gerais e Goiás; o ciclo da pecuária na Região Nordeste e depois na Região Sul; a ocupação do cerrado e a construção de Brasília (DF); a construção da Transamazônica e a ocupação dos territórios da Região Norte.
Objetivo Geral O projeto tem por objetivo principal registrar a história da ocupação territorial brasileira por meio da construção de estradas e caminhos. Será baseado em pesquisas cartográficas, iconográficas e textuais, efetivadas em fontes primárias e secundárias. O resultado das pesquisas e ensaios fotográficos contemporâneos _ que serão realizados especialmente para a obra _ será apresentado em um livro ilustrado com 198 páginas. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 2º do Decreto 10.755 de 2021:IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; eVIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural. Objetivos específicos a) Produzir, publicar e distribuir 3000 exemplares do livro "Estradas brasileiras". b) Contrapartida social: realizar um curso de "Produção de Livro" com carga horária total de 40 horas com emissão de certificado. O curso será realizado em 10 dias (2 semanas, de segunda a sexta) e tem como tema o conteúdo que será abordado no projeto em tela. c) Realizar lançamento do livro em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população.
A formação do território brasileiro se iniciou com a chegada dos portugueses às costas do atual estado da Bahia, no século XVI, muito embora as terras da nação que viria a ser conhecida como Brasil fossem ocupadas por inúmeros povos indígenas. Os primeiros movimentos de ocupação europeia estavam delimitados pelo Tratado de Tordesilhas (1494), que definiu grandes áreas de jurisdição formal para Portugal e Espanha sobre as terras desconhecidas do continente americano.Durante todo o século XVI, a ocupação portuguesa restringia-se a uma parte da faixa litorânea, onde primeiramente se desenvolveu intensa exploração do pau-brasil, madeira valorizada no mercado europeu. O povoamento nesse período se concentrava nas lavouras de cana-de-açúcar e engenhos, sobretudo na Região Nordeste e no litoral do atual estado de São Paulo, na Região Sudeste: São Vicente (1532), Olinda (1537), Nossa Senhora da Vitória (1551), São Sebastião do Rio de Janeiro (1565) e Salvador (1549). Foram criadas as feitorias (entrepostos) e construídas fortificações militares para a defesa do território colonial. No século XVII, os caminhos do Brasil se direcionam ao interior, com o desenvolvimento da pecuária. As criações tinham a finalidade de auxiliar o trabalho nos engenhos e alimentar a população das regiões açucareiras, e o semiárido nordestino, que não era propício às lavouras de cana, passou a ser ocupado com os primeiros núcleos de povoamento no interior do Brasil. No século seguinte, a interiorização se intensificou com a criação de gado sendo desenvolvida na Região Sul do país e com a descoberta de jazidas de ouro e diamante nas regiões dos atuais estados de Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás. Surgiram múltiplos povoados que concentravam a população nessas áreas, e a mineração passou a ser a principal atividade econômica do Brasil Colônia. Estradas e caminhos foram abertos para levar a produção até os portos, e o Tratado de Tordesilhas foi ultrapassado.No século XIX, o Brasil se tornou independente de Portugal, e a produção de café foi introduzida em algumas áreas dos atuais estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo. Nesse período, já no Brasil Império, também foram iniciados a exploração da borracha, na Amazônia, e o cultivo de algodão, no Nordeste. As vias de acesso ao interior (caminhos, estradas e ferrovias) ampliaram-se, formando os primeiros eixos de comunicação e integração do território brasileiro.Do século XX ao XXI, o Brasil cresceu e passou a ter uma população estimada em 212 milhões de habitantes. Os espaços rurais e urbanos do seu território se integraram, e estudos recentes mostram que as cidades não podem mais ser identificadas apenas com a atividade industrial, nem os campos com a agricultura e a pecuária. No Brasil do século XXI são necessárias as discussões sobre o tipo de ocupação territorial que levem em consideração as estradas e caminhos existentes. Por isso é basilar conhecer a história desse tema para entender a realidade atual. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. E nos seguintes incisos e alíneas do Art. 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
Características técnicasEdição bilíngue: português e inglêsTiragem: 3000 (três mil) exemplaresFormato fechado: 23 x 23 cmFormato aberto: 23 x 46 cmQuantidade de páginas: 198 páginas Formato do livroCapa: brochura, impressa 4x0 coresMiolo: papel couché 150 gramas, impresso a 4x4 cores
LIVRO Acessibilidade físicaO lançamento do livro será realizado em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Além disso, o livro também estará disponível nas livrarias. Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso:I - a bens culturais em formato acessível;II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; eIII - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos.§ 1º É vedada a recusa de oferta de obra intelectual em formato acessível à pessoa com deficiência, sob qualquer argumento, inclusive sob a alegação de proteção dos direitos de propriedade intelectual.§ 2º O poder público deve adotar soluções destinadas à eliminação, à redução ou à superação de barreiras para a promoção do acesso a todo patrimônio cultural, observadas as normas de acessibilidade, ambientais e de proteção do patrimônio histórico e artístico nacional. Acessibilidade para deficientes visuaisO livro será disponibilizado em audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022), onde o leitor portador de necessidades especiais poderá utilizar o conteúdo para seu conhecimento ou entretenimento. O audiolivro é referente ao item orçamentário "Transcrição”. Acessibilidade para deficientes auditivosNão se aplica, visto que o produto principal é um livro. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade físicaA contrapartida social será realizada em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Acessibilidade para deficientes visuaisOs portadores de deficiência visual terão a sua disposição a explicação do Arte Educador, de alguns profissionais que participaram do projeto e do Intérprete de Libras, possibilitando que participem do curso com carga horária total de 40 horas. Também estará disponível, gratuitamente, o audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022). Acessibilidade para deficientes auditivosOs portadores de deficiência auditiva terão auxílio do Intérprete de Libras a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso à cultura no país.
Referente à distribuição, adotaremos os expostos nas seguintes alíneas do Inciso I, Art. 23, Seção II, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber: a) no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para as camadas da população menos assistidas ou excluídas. b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021;Serão destinados até 10% (dez por cento) do total dos exemplares (até 300 exemplares) para os patrocinadores da obra. e) mínimo de dez por cento para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012, fazendo o uso desse mecanismo quando possível;Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares), no valor de R$ 49,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. g) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a cinquenta por cento do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado ao valor máximo de R$ 250,00 (duzentos reais).Serão destinados 40% (quarenta por cento) do total dos exemplares (1200 exemplares), no valor de R$ 89,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. Adotaremos também, o exposto no Inciso I, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para bibliotecas e escolas públicas. E também a alínea d do Inciso IV, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:d) oficinas de 40horas/aula com certificado de curso livre.Iremos realizar uma oficina de produção de livro para alunos da rede pública de ensino.
Cássio Vasconcellos(São Paulo, SP, 1965) iniciou sua trajetória na fotografia em 1981. Como fotojornalista, trabalhou no jornal Folha de S.Paulo, em 1988. Já participou de mais de 200 exposições em 20 países, entre elas Coletivos, no Today Art Museum (TAM), Pequim, China (2013); Itinerant Languages of Photography, Princeton University Art Museum, Princeton, New Jersey, Estados Unidos (2013); O Elogio da Vertigem: Coleção Itaú de Fotografia, Maison Européenne de La Photographie, Paris, França (2012); Nous les Arbres, Fondation Cartier pour l’art contemporain, Paris, França (2019) e Civilization, The Way We Live Now, National Gallery of Victoria, Melbourne, Australia (2019). Ganhou vários prêmios, como Conrado Wessel de Arte (2011) e Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA, 2002), pela melhor exposição do ano com a mostra Noturnos São Paulo. Suas imagens fazem parte de diversas coleções no Brasil e no exterior, como o Masp – Museu de Arte de São Paulo (São Paulo, Brasil), Bibliothèque Nationale (Paris, França) e Museum of Fine Arts (Houston, Estados Unidos). Publicou os livros Aeroporto (Ed. Madalena, 2015), Aéreas do Brasil (BEI, 2014), Panorâmicas (DBA, 2012), Aéreas (Terra Virgem Editora, 2010) e Noturnos São Paulo (2002). Cássio também integra o seleto grupo do livro The World Atlas of Street Photography, publicado pela Thames & Hudson, Inglaterra, e pela Yale USA em 2014, que traz a série Noturnos São Paulo. Cláudia FonsecaJornalista com mestrado em Comunicação e desenvolveu atividades em rádio, jornais, revistas e assessoria de imprensa. Foi também professora da Faculdade de Comunicação de Santos. Formada em História, em 2001, atuou em projetos de memória institucional e corporativa como coordenadora, pesquisadora e curadora de exposições para organizações como Petrobras, Votorantim, Volkswagen, Fundação Bradesco, Pão de Açúcar, Unimed do Brasil, Dieese, Instituto Ethos, jornal Estado de S.Paulo, Alcoa e Leroy Merlin, entre outras. É autora dos livros Pátria Vermelha (2001); Educar para o Futuro - 50 anos da Fundação Bradesco (2003) e O futuro é nossa energia - 50 anos da Petrobras/RPBC (2003). Pedro SaadCom grande experiência na área cultural, Pedro Saad coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”. Em 2021 foi nomeado “Líder de ImPacto” do ODS 17 pela Rede Brasil do Pacto Global da ONU.Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor do curso de pós-graduação em Gestão Cultural da PUC-SP, professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory.Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”.Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, CEPAL, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, Museu do Ipiranga, USP, FGV, PUC-SP, entre outras. Luciano FigueiredoProfessor titular de História da Universidade Federal Fluminense, formado em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, com mestrado e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo. Coordenou a área de pesquisa, divulgação e editoração do Arquivo Nacional e foi editor das revistas Acervo (Arquivo Nacional) e Tempo (Universidade Federal Fluminense). Fundou e dirigiu as revistas Nossa História e Revista de História da Biblioteca Nacional. Autor de trabalhos acadêmicos relacionados à História do Brasil colônia, especializou-se em temas ligados à família, à condição feminina e a revoltas. Nos últimos anos, vem participando de inúmeros projetos de popularização de História, atuando em consultoria de documentários e minisséries, curadoria de exposições, coordenação editorial e preparação de material didático. Organizou, em 2009, a série de livros História no bolso e, em 2013, publicou História do Brasil para ocupados, com a editora Casa da Palavra. É editor do site Impressões Rebeldes – Documentos e palavras que forjaram a história do protesto no Brasil: www.historia.uff.br/ impressoesrebeldes. Matthew ShirtsJornalista e escritor. É autor do livro, Emergência Climática: O aquecimento global, o ativismo jovem a luta por um mundo melhor, publicado pelo selo ClaroEnigma em 2022, em parceria com Greenpeace Brasil. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação durante 14 anos, até 2013. Continuou como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, a maior plataforma de sustentabilidade em língua portuguesa (2007-2015) para a editora Abril, desenvolvendo cursos, eventos, branded content e livros e dirigindo o seu site. Escreveu crônicas para a Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o Estado de São Paulo, de 1994 a 2011. Cobriu, como colunista, duas Copas do Mundo e uma Olimpíada. Pautou, escreveu e apresentou na rádio Bandnewsfm a coluna diária, “São Paulo para paulistanos,” junto com o jornalista Eduardo Barão, de 2016 a 2019.Nascido e criado nos Estados Unidos, Shirts se mudou para São Paulo na década de 1980. Escreve em português e inglês com fluência. Fala português com um leve sotaque. Foi editor do caderno de Negócios da Folha de São Paulo no início da carreira e criou revistas de jogos eletrônicos para a Nova Cultural (Supergamepower, entre outras) na década de 1990. É autor de dois livros de crônicas, O jeitinho americano (Realejo, 2010), e A feijoada completa (Realejo, 2015), e editor (junto com João Kulcsar) da coletânea de ensaios sobre as culturas americana e brasileira, A herança compartilhada (Edições Sesc, 2013). Formou-se em Estudos Latinoamericanos pela Universidade de Califórnia em Berkeley. Estudou, ainda, letras e história como aluno de intercâmbio na Universidade de São Paulo e foi aluno de pós-graduação com especialização em história em Stanford. Hugo MossTem mais de 25 anos de experiência profissional como tradutor. Se especializou em roteiros para cinema e projetos culturais em geral. Ao longo dos anos tem prestado serviços para mais de mil projetos cinematográficos, incluindo traduções de roteiros e a legendagem de grandes filmes nacionais, desde Central do Brasil do Walter Salles (1998) até Meu amigo Hindu do Hector Babenco (2016 - rodado em inglês). Tem traduzido inúmeros projetos, artigos, dissertações e livros na área cultural e desde a fundação da Casa Stefan Zweig em 2006, é responsável pelos textos em inglês dos seus livros, catálogos, exposições, vídeos e site. Equipe TécnicaFotografias: Cássio VasconcellosCoordenação: Cláudia Fonseca, Pedro Saad e Cássio VasconcellosPesquisa: Luciano Figueiredo e Matthew ShirtsTradução para o inglês: Hugo Moss O proponente será responsável pelas fotografias, coordenação geral e editorial e atividades técnico-financeiras no projeto. Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.
PROJETO ARQUIVADO.