| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 31595265000103 | ESFERA FIDELIDADE S.A | 1900-01-01 | R$ 800,0 mil |
| 07707650000110 | AYMORE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO S.A. | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
| 03209092000102 | Santander Capitalização S.A | 1900-01-01 | R$ 263,5 mil |
| 51014223000149 | SANTANDER CORRETORA DE CAMBIO E VALORES MOBILIARIOS S.A. | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 55942312000106 | Santerder Brasil Administradora de Consórcio Ltda. | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
Esta exposição de artes visuais busca trazer à luz a história da rosa no Brasil, desde sua chegada nas caravelas à São Paulo, a partir de sua trajetória nas origens da botânica, até a multiplicidade de representações, associações simbólicas e apropriações de sua forma nos mais diversos meios de expressão contemporâneos e pelas mais distintas disciplinas e ao longo dos tempos. Além da exposição de artes visuais a proposta tem um catálogo bilíngue em formato digital e palestras que correspodem às ações de contrapartidas sociais.
Todos os produtos (exposição, catálogo e contrapartida social) terão classificação indicativa livre para todos os públicos.
Nos OBJETIVOS ESPECÍFICOS deve-se CITAR (TRANSCREVER) TODOS os produtos cadastrados no PLANO DE DISTRIBUIÇÃO, especificando do que se trata e a quantidade oferecida de cada produto. INFORME A DURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO NESTE CAMPO. Objetivo Geral Esta exposição busca trazer à luz a história da rosa no Brasil, desde sua chegada nas caravelas à São Paulo, a partir de sua trajetória nas origens da botânica, até a multiplicidade de representações, associações simbólicas e apropriações de sua forma nos mais diversos meios de expressão contemporâneos e pelas mais distintas disciplinas e ao longo dos tempos. A ideia é propiciar uma experiencia que visa despertar o público para a onipresença desta flor, de caráter tão universal, nos mais diversos campos de atuação que perpassam diferentes áreas do conhecimento humano, desde a devoção religiosa, mitos, lendas e ritos, até a sua presença cotidiana, por meio da longeva representação nos campos das artes visuais, do design, da ciência, da moda, literatura, música e poesia. Estimular o público a observar os mais diversos campos de atuação humana numa perspectiva integradora e na apropriação da temática da flor dentro da evolução do reino vegetal, evolução esta que possibilitou toda a agricultura e consequentemente a própria vida humana. A Rosa na sua grande viagem pelo mundo e presença na história e na vida cotidiana, sem distinção e ou categorizações, se transformou como o ‘objeto temático _ flor’ que abre caminho à revelação simbólica da busca humana, talvez inconsciente, pela simplicidade, compreensão universal cósmica e procura de beleza. Compreender a espiral da rosa como abertura para o centro, busca estabelecer justamente uma leitura mais generosa que avalie a rica e complexa rede de construção e expressão artística, considerando o universo da arte como fruto da experiencia humana, coletiva, sem barreiras temporais, de classe, gênero ou cultura. Hoje temos a construção de um conhecimento trans temporal e duradouro, certificando a presença quase misteriosa em torno do conceito _ patrimônio comum que é a rosa _ atualizada agora em movimentos e causas em defesa da Paz, além de movimentos pelo reconhecimento das igualdades civis, e de inclusão das mulheres por exemplo. Reconstruindo agora a história da representação e da presença da flor no Brasil, desta nossa flor rainha exótica, nativa na vida de todos, como memória coletiva das nossas avós caipiras, quase banal, mas profunda e legitimamente umana, numa invenção de uma Rosa Futura Mítica e Cósmica. Esta seria agora a ética e a poética da rosa que virá? Este projeto se desenvolveu a partir de uma coleção de 30 anos de pesquisas, coletas e viagens do artista Paulo Von Poser e assim propõe criar também um inventário, um memorial aberto e didático com a participação do público de visitantes, que durante o período das apresentações não encerra o tema. Este projeto, de acordo com o artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, visa: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; Objetivos Específicos EXPOSIÇÃO DE ARTES Realizar uma exposição de arte contemporânea inédita de artistas brasileiros com duração de 90 dias. A exposição terá 25.000 ingressos disponibilizados. CATÁLOGO Editar um catálogo bilíngue (português / inglês) em formato digital (PDF) com download gratuito, para registro, documentação e difusão da exposição reunindo texto (s) crítico (s), imagens dos trabalhos e biografia do artistas. O catálogo, por ser digital, terá seu arquivo disponibilizado online com download gratuito sem limite de acessos. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Realizar ações de formação caracterizadas como contrapartidas sociais, com duração mínima de 40h/semanais, para até 1.000 pessoas sendo estudantes e professores da rede pública de ensino. Obs.: Ressaltamos que o art. 21, VII da IN 1/2022 veda a realização de despesas em projetos de continuidade ativos simultaneamente, o que não limita o número de projetos ativos do proponente, nos termos do art. 4° da mencionada normativa, no caso, com limite de 5 projetos ativos.
Compreender por meio da diversidade expressiva da rosa ao longo da história, a capacidade humana de interagir entre fascínio e banalização, buscando desmistificar, revelar e dissecar a flor e seu imaginário como produto humano, do pensamento, da alma, da ciência industrial e do mercado. Existe uma Rosa genuinamente Brasileira? A Rainha das flores não teve espécies endêmicas no hemisfério sul, nem no Brasil, mesmo assim entre as Rosáceas a flor rosa é a mais popular delas, assim como as suas primas Maçãs e Marmelos, Pêssegos, Amoras e framboesas, estão presentes no cotidiano de todos em estampas e tatuagens. O público poderá descobrir sobre a importância da flor como um mecanismo ancestral de reprodução das espécies vegetais, por meio da polinização e da dispersão das sementes pelos mamíferos, como um processo de "simbiose quântica" associada à viabilidade da vida no planeta. Na origem da rosa estão mais de 100 espécies e milhares de variedades, híbridos que foram alterados a partir de suas matrizes endêmicas no Oriente, desde sua origem 35milhões de anos atrás, que se pretende mostrar por meio de um mapa da história da rosa, evidenciando o abcdário das rosas, da rosa como conceito, cultura, memória coletiva, suas origens e ritos cotidianos. Nesta seção, assim como marca a instalação da ‘grande rosa’, buscamos compreender pelo viés científico, se a representação da forma espiral do crescimento das pétalas estaria associada ao entendimento da permanência desta forma na natureza e no cosmos. Será evidenciada a imagem de um par de galáxias em interação, chamada Arp 273: uma "rosa feita de galáxias" (de 260.000 anos luz) divulgada em 20 de abril de 2011 para comemorar o 21º aniversário do lançamento do Telescópio Espacial Hubble da NASA / ESA. Outros aspectos funcionais como a cor, o cheiro, a forma das pétalas envolvidas no processo de reprodução, serão apresentados, até a agricultura extensiva e a manipulação genética da rosa que anunciam praticamente a reinvenção da rosa como flor humana, um produto de design. Abordagem histórica: desde sua chegada no Brasil, segundo uma lenda, na Caravela da expedição de Martim Afonso de Souza, sua citação histórica mais remota data de 1585 numa carta de São José de Anchieta, descrita como uma flor "Paulistana". "Rosas que só nesta terra germinam" cronicou Anchieta, segundo o historiador Hernâni Donato no seu livro "Pateo do Collegio, Coração de São Paulo" a rosa formou junto com o marmelo uma das primeiras indústrias femininas na cidade que segundo ele, a partir de relatos de viajantes, "odorava a rosas". Apesar de disseminada por todas as regiões do Brasil em pequenos e singelos jardins e canteiros privados, a rosa é uma flor urbana e foi cultivada em diversos jardins e roseirais em praças públicas históricas, que serão tratados especificamente em cada cidade onde a mostra for montada, destacando, portanto, os roseirais urbanos específicos de cada cidade, referenciados por roseirais conhecidos pelo mundo. Em São Paulo serão apresentados 3: O Pátio do Colégio (1554) com uma maquete virtual das casas dos jesuítas e as "rosas de Alexandria" ali plantadas, o Jardim da Luz (1825), o Jardim do Museu Paulista (1922) e a Casa das Rosas (1935). No Rio de Janeiro: o Roseiral do Jardim Botânico (1873), o jardim da Casa de Rui Barbosa (1895) e o roseiral da sede da Fiocruz (1918). Em Belo Horizonte, o roseiral da Praça da Liberdade (1897). Marcar a presença da rosa na cidade, destacando as origens de sua introdução no espaço urbano brasileiro, que poderá ser especialmente elaborado em relação à memória de cada cidade da itinerância, como um material didático local. Buscamos surpreender o público com a constituição de um acervo temporário sobre a temática da rosa trabalhada em pintura e desdobrada nas mais diversas expressões artísticas presentes hoje e no passado recente de nossa cultura. Iniciando com uma apresentação cronológica da arte brasileira acadêmica e consagrada pela memória dos museus e galerias, chegamos a algumas surpresas como a revelação da aparição da rosa na obra de artistas como Mira Schendel, reconhecidamente como não figurativa. Apresentar uma visão global sobre a produção cultural desde o ponto de vista ‘da rosa’, constituirá uma experiencia única e esclarecedora sobre as especificidades das disciplinas envolvidas. Teremos: a rosa do design gráfico, dos jornais, dos folhetos, revistas, propagandas, cartazes e manifestações de representatividade social, como aquelas ligadas à religiosidade e às lutas por causas humanitárias, como a pacificação associada às rosas de Hiroshima; a rosa nos objetos como arte aplicada ou inspiração para o design; a rosa que marcou sua presença nos filmes e nos vídeos; a rosa na literatura e na poesia; a rosa na música, traduzida na mais variada listagem de música popular brasileira; a rosa estampada nos tecidos; a rosa na moda; a rosa na fotografia, registrada e comunicada por distintos fotógrafos brasileiros. O porquê dos artistas para as rosas? O porquê das rosas para os artistas? Um conjunto de novas obras de artistas convidados irá atualizar, essa e outras questões de leitura e representação da rosa, no âmbito da arte contemporânea. Seguindo com a abordagem multidisciplinar do modulo anterior, #rosasdoacervo, entendida e proposta como ideia de um acervo múltiplo sobre a presença da rosa no amplo campo das artes visuais, sobretudo brasileiro, os novos trabalhos comissionados envolverão: seis artistas contemporâneos que poderão produzir desde pinturas, esculturas, instalações e vídeos; um florista ; um estilista de moda e um criador de vídeo para imersão 3d, voltado à experiencia de interação espacial com a rosa, em diferentes escalas, dissecando suas partes por meio de um trabalho artístico, mas de viés científico. O projeto, a ser financiado pela Lei de Incentivo à Cultura, a Lei 8313/91, se enquadra nos incisos destacados a seguir, do Art 1º da referida Lei: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E, de acordo com o Art.3º da referida norma, para o cumprimeito das finalidades expressas no Art. 1º da Lei 8313/91, este projeto cumprirá: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
ARTISTAS COM OBRAS SELECIONADAS: HUMBERTO E. SPINDOLA NELSON FELIX PAULO BRUSKY TARSILA DO AMARAL VIK MUNIZ MIRA SCHENDEL LASAR SEGALL MANABU MABE LEONILSON AMÉLIA TOLEDO BEATRIZ MILHAZES MONIQUE SCHOENACKER SERGIO ALLEVATO MARCO PAULO ROLLA ALFREDO VOLPI ARTISTAS CONVIDADOS: LEDA CATUNDA Leda Catunda Serra é uma artista visual, pintora, escultora, artista gráfica e professora brasileira. É considerada um dos maiores talentos surgidos no âmbito da Geração 80, explorando os limites entre a pintura e o objeto. Expôs três vezes na Bienal Internacional de São Paulo, entre outras mostras de relevo. RODRIGO CASS Rodrigo Cass nasceu em São Paulo (1983), vive e trabalha em São Paulo. Entre (2000-2008) foi religioso Carmelita da Ordem do Carmo. Em 2006 concluiu o Bacharelado em Artes Plásticas na Faculdade Santa Marcelina em São Paulo e estudou dois anos (2007-2008) de Filosofia e Teologia na Faculdade Jesuíta em Belo Horizonte. Em (2010-2011) foi selecionado para o programa Bolsa Pampulha e participou do Arte Pará no Museu Histórico do Estado do Pará. Participou do PIESP (2011-2012), Programa Independente da Escola São Paulo. VALESKA SOARES Forma-se em 1987 pela Universidade Santa Úrsula, no Rio de Janeiro. Especializa-se em história da arte e arquitetura pela PUC/ RJ, em 1990. No ano seguinte muda-se para Nova York, fazendo mestrado no Pratt Institute. Em 1996 inicia doutorado em Artes Plásticas na New York University. PAULA COSTA A artista multimídia Paula Costa encontrou na beleza da finitude uma maneira de se relacionar com sua própria história. Formada em Marketing, realizou cursos de pintura, desenho, vídeo instalação e laboratório de pesquisa e prática de texto em arte na escola de artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro. Seu trabalho como artista plástica teve início em 2016 e transita dentre as dicotomias “eternidade x finitude”, “infinito x transitório” e “matéria x efemeridade", simultaneamente através da arte viva. NELSON FELIX Nelson Félix em 1989, recebeu bolsa do Ministério da Cultura Françês pela exposição na Galeria Charles Sablon em Paris e o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte- APCA, pela melhor exposição do ano em desenho. Ganhou a Bolsa Vitae de Artes em 1991e três anos depois, volta a receber o prêmio da APCA em escultura, pela exposição no Museu de Arte de São Paulo/ MASP. No ano seguinte é lançado o video O Oco, para a série RioArte- Arte Contemporânea com direção de Luís Felipe Sá. Esse trabalho realizado a quarto mãos, é premiado com o Sol de Prata no XXII Festival Internacional de Cinema, TV e Vídeo em Clemond- Ferrand, França. Em 1996, a TVA, lhe conferiu o prêmio Bravo- Brasil na XXIII Bienal de São aulo. Em 2006, o Ministério da Cultura/ FUNARTE, lhe confere o prêmio de Conjunto da Obra – Marcoantonio Vilaça.
N/A
1) PRODUTO - EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: No âmbito físico, todos os espaços da instituição são acessíveis. Há rampa para pessoas com deficiência de mobilidade. Elevadores, telefones e banheiros são adaptados às necessidades de mobilidade. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto para adequaçãp de espaço físico uma vez que o local onde a exposição irá acontecer já possui as medidas de acessibilidade conforme descrito acima. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Haverá textos e legendas em braile e a disponibilidade de audiodescrição detalhando o espaço e as obras expostas. Item da planilha orçamentária: Sinalização e Audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não haverá impactos para deficientes auditivos, terão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo que o deficiente auditivo se contemple com a exposição assim como os textos explicativos. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, terão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo que todos se contemplem com a exposição assim como os textos explicativos em português e inglês. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima. Os textos explicativos estão contemplados na rubrica de sinalização. 2) PRODUTO - CATÁLOGO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica uma vez que o catálogo será apresentado apenas em formato digital (PDF). Item da planilha orçamentária: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O catálogo será disponibilizado na internet, em redes sociais por exemplo. O catálogo no formato PDF permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” que possibilita a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. Vale ressaltar que tal funcionalidade é intrínseca aos computadores, sem necessidade de inserção de rubrica para contemplar esta medida de acessibilidade. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não haverá impactos para deficientes auditivos, e a participação ocorrerá da mesma forma que para os demais, uma vez que poderão ler o catálogo. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, e a participação ocorrerá da mesma forma que para os demais, uma vez que poderão ler o catálogo bilíngue com textos em português e inglês. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima. 3) PRODUTO - CONTRAPARTIDAS SOCIAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: No âmbito físico, as palestras serão realizadas em escolas e/ou instituições da rede pública de ensino que possuam acessibilidade, como rampas de acesso, para pessoas com deficiência de mobilidade. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto para adequação de espaço físico uma vez que o local irá acontecer onde já possui as medidas de acessibilidade conforme descrito acima. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O deficiente visual poderá se contemplar pela palestra e os textos apresentados serão impressos em braille e distribuidos ao público que necessitar. Item da planilha orçamentária: Impressão em braille. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: A palestra terá tradução simultânea em libras. Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, e a participação ocorrerá da mesma forma que para os demais. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima.
Em concordância com o Art. 23, da IN 01/2022, serão adotadas as seguintes medidas de ampliação de acesso: PRODUTO - EXPOSIÇÃO DE ARTES - mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística;- até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021;- até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;- mínimo de dez por cento para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012.- a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a cinquenta por cento do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado ao valor máximo de R$ 250,00 (duzentos reais). E ainda, de acordo com o art. 24 da IN nº 01/2022, será adotada a medida no projeto: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição. PRODUTO - CATÁLOGO (catálogo bilíngue apenas em formato digital com download gratuito) Para a democratização de acesso do produto de catálogo, haverá a disponibilização para download gratuito do catálogo no formato PDF, o que atende ao inciso XIV do art. 24 da IN nº 01/2022. XIV - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela autoridade competente. PRODUTO - CONTRAPARTIDA SOCIAL Em concordância com o Art. 25 da IN 01/2022, as ações de Contrapartida Social seguirão: § 1º As Ações Formativas Culturais deverão corresponder a pelo menos dez por cento do somatório de público previsto em todos os produtos culturais do projeto, contemplando no mínimo vinte e limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários. § 2º No mínimo cinquenta por cento do quantitativo de beneficiários do produto contrapartida social deve se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino, crianças em orfanatos ou idosos em casas de repouso. Em concordância com o Art. 24 da IN nº 01/2022, será adotada a seguinte medida complementar de ampliação do acesso: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição.
AYO CULTURAL (proponente) Gabriel Curti e Julia Brandão uniram-se na AYO Cultural para agregar e disseminar suas experiências em prol de projetos culturais das mais diversas naturezas e formatos. Desde 2012 em parceria e colaborações autônomas com diversas produtoras, produziram mais de 40 exposições de artes visuais dentro e fora do Brasil. Exposições produzidas em destaque: AI WEIWEI RAIZ | coordenação de produção (CCBB BH e RJ | Museu Oscar Niemeyer, Curitiba |Oca, Parque do Ibirapuera, São Paulo) / ANISH KAPOOR SURGE | produção (CorpArtes, Santiago do Chile e Fundacion PROA, Buenos Aires) / ALÉM DO INFINITO (SERGE SALAT + REGINA SILVEIRA) | produção executiva (Farol Santander, São Paulo) / 10ª Bienal do Mercosul | coordenação de produção (Porto Alegre, Rio Grande do Sul) / Resistir é preciso |produção (CCBB SP / BH / RJ / DF) / X Bienal de Arquitetura de São Paulo | produção executiva / ELLES: Mulheres Artistas na Coleção do Centro Pompidou | produção (CCBB RJ /BH). Julia Brandão – Direção de Produção – realiza todo planejamento e controle das atividades ligadas a área de produção durante a etapa de produção e execução. Supervisiona os serviços de fornecedores para a realização do projeto, responsável por planejar, organizar e controlar as atividades de fabricação dos produtos da empresa, formulando e recomendando políticas e programas de produção. Suas responsabilidades são de assegurar o cumprimento das metas de produção, dentro dos padrões de qualidade, quantidade, custos e prazo estabelecidos na proposta, planejar, organizar e supervisionar as atividades de produção da exposição, dentro das especificações e padrões de qualidade estabelecidos, visando a assegurar o cumprimento dos objetivos, otimizar os recursos produtivos disponíveis, supervisionar a elaboração dos cronogramas da produção, visando a garantir a melhor alocação da mão-de-obra, equipamentos e materiais, controlar as despesas gerais da etapa de produção da exposição (energia elétrica, custos de manutenção, insumos etc.). Atuou, entre outros, nos projetos relacionados: Belo, Transitório, Intangível e Finito (Laura Vinci (Brasil) e Tundra (Rússia)) – janeiro /2018; Vazios Povoados (Rejane Cantoni, Leonardo Crescenti (Brasil) e Haroon Mirza (Inglaterra)) – maio / 2018; Luz e Arte (Gisela Motta e Leandro Lima (Brasil) e NONE Collective (Itália)) – outubro / 2018; Além do Infinito (Regina Silveira (Brasil) e Serge Salat (França)) – janeiro / 2019; Hebe Eterna (curadoria Marcello Dantas) – fevereiro / 2019; Produção Executiva e Coordenação de produção da exposição Infinitos (Rejane Cantoni, Leonardo Crescenti, Raquel Kogan), Centro Cultural Vale Maranhão – março / 2019; Coordenadora de Produção da exposição Todo poder ao povo! Emory Douglas e os Panteras Negras, SESC Pinheiros, São Paulo / SP; Coordenadora de Produção da X Bienal Ibero- americana de Arquitetura e Urbanismo, São Paulo; Coordenadora de Produção da exposição Antonio Benetazzo, permanências do sensível, CCSP e CFCCT, São Paulo / SP; Coordenadora de Produção da 10ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre / RS, etc. Será remunerada pelo item orçamentário Direção de Produção. Gabriel Curti – Produção Executiva – responsável pela organização geral de produção, planejamento da programação junto a curadoria e cliente, assessoria na coordenação de implementação dos projetos curatorial, expográfia e iluminação, elaboração de cronograma e coordenação da equipe de produção, interface de informação entre curador, arquitetura, educativo, comunicação visual, designer e fornecedores para o fechamento de projetos e de orçamentos, controle orçamentário, controle e acompanhamento de prestação de contas. Logística da organização geral das exposições e também da programação. Atua em diversos segmentos do mercado cultural incluindo a criação, desenvolvimento e gestão de projetos, com especialização em artes visuais. Pós graduado em gestão cultural pelo Senac São Paulo (2018/2019). Formado arquiteto pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismos da Universidade Católica de Santos (2012). Em parceria e colaborações autônomas com diversas produtoras (como arte3, Madai Art , Magnetoscópio entre outras) , produziu diversas exposições de artes visuais dentro e fora do Brasil, com destaque para: AI WEIWEI RAIZ | coordenação de produção (CCBB BH e RJ | Museu Oscar Niemeyer, Curitiba | Oca, Parque do Ibirapuera, São Paulo) / ANISH KAPOOR SURGE | produção (CorpArtes, Santiago do Chile e Fundacion PROA, Buenos Aires) / Resistir é preciso | produção (CCBB SP / BH / RJ / DF) / X Bienal de Arquitetura de São Paulo | produção executiva / ELLES: Mulheres Artistas na Coleção do Centro Pompidou | produção (CCBB RJ / BH). Será remunerado pelo item orçamentário Produção executiva. Giancarlo Latorraca - curador - é arquiteto formado pela FAU-USP, doutorando na Escola de Design da mesma faculdade e professor licenciado da Escola da Cidade, da qual é associado. Colaborou com Lina Bo Bardi, Paulo Mendes da Rocha e com o escritório Brasil Arquitetura. Trabalhou no Instituto Lina Bo e P.M. Bardi de 1993 a 2001, desenvolvendo projetos editoriais e de exposições nacionais e internacionais como a mostra O design no impasse na Triennale de Milão (1998). Realizou inúmeros projetos expográficos em sociedade com o escritório Apiacás Arquitetos (2001-2010) e atualmente é Diretor Técnico do Museu da Casa Brasileira em São Paulo, onde coordena extensa revisão do acervo da instituição e realizou, entre outras, a mostra Maneiras de expor: arquitetura expositiva de Lina Bo Bardi, organizada por ocasião da celebração do centenário de nascimento da arquiteta, prêmio APCA-2014, Categoria “Fronteiras da arquitetura”, modalidade "Arquitetura e Urbanismo". Será remunerada pelo item orçamentário Curador. Paulo von Poser - Curador - Artista plástico, arquiteto, desenhista, ceramista, ilustrador e professor. Inicia-se em artes plásticas desenhando retratos e paisagens em 1976. Forma-se em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, FAU-USP, em 1982. Além do desenho, dedica-se também a cerâmica, ilustração e leciona desde 1986 na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Católica de Santos, FAUS, e desde 2007 na Escola da Cidade de São Paulo. Ficou conhecido por seus desenhos de rosas em 1989, com a ilustração do calendário do Museu de Arte Contemporânea, MAC USP, e posteriormente pelos desenhos retratando museus, praças e espaços públicos da Cidade de São Paulo. Em 2007, desenhou sobre 5 painéis com 3.500 mil azulejos instalados entre os tradicionais bancas de flores da Av. Doutor Arnaldo, em São Paulo. Produziu em 2008 seu maior desenho, com 225 metros², no teto do Teatro Guarani, na cidade de Santos, Em 2010 lançou o livro “A Cidade e a Rosa” pela editora Luste. Em 2012 comemorou 30 anos de exposições com a retrospectiva “Trajetória” no Museu Brasileiro de Esculturas - MUBE, e a exposição “Floração”, no Museu de Arte Sacra - MAS. Paulo participou de mostras nacionais e internacionais, seus trabalhos integram inúmeras coleções privadas e acervos de museus, como a Pinacoteca de São Paulo, Museu de Arte de São Paulo – MASP, Museu da Casa Brasileira - MCB e Museu de Arte contemporânea - MAC. Será remunerada pelo item orçamentário Curador. A proponente é a única responsável pela administração e por todo o poder decisório do projeto. O proponente informa que no momento é possível afirmar que as rubricas que já sabe que irá se remunerar é a de Diretor de Produção. No entanto, poderá se remunerar por outras rubricas, se comprometendo desde já que apenas será remunerado pelos serviços prestados no Projeto. Informamos que poderão ocorrer alterações quanto aos profissionais envolvidos no projeto, em razão de disponibilidade no período de realização. No entanto, desde já informamos que os novos profissionais seguirão a temática do projeto e estarão em conformidade com o objetivo proposto.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.