Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 222358Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Prix Photo

ASSOCIACAO DE CULTURA FRANCO BRASILEIRA
Solicitado
R$ 454,2 mil
Aprovado
R$ 454,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-03-01
Término
2024-03-31
Locais de realização (3)
Salvador BahiaCuritiba ParanáRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O Prix Photo Aliança Francesa é um concurso nacional de fotografia aberto a todos, profissionais e amadores. Com temáticas atravessadas por temas de relevância no mundo contemporâneo, o projeto busca valorizar a arte da fotografia, premiando propostas artísticas originais, experimentais, abstratas ou que documentam e propõem um novo olhar. Além de uma premiação para fotógrafos, o projeto produzirá um catálogo, uma capacitação como contrapartida social, uma expoção coletiva da edição, que será apresentada depois dos resultados do concurso na Galeria da Aliança Francesa do Rio de Janeiro e em mais duas cidades brasileiras.

Sinopse

não se aplica.

Objetivos

Objetivo geral: Realizar o Prix Photo, um projeto cultural alinhado ao propósito de dar destaque para a arte da fotografia, através de uma premiação, capacitação, exposição coletiva para fotógrafos residentes em todo o Brasil, bem como a produção de um catálogo da exposição. Fundamentado nos incisos do artigo 2º do Decreto 10.755, de 2021, transcritos abaixo: I - Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; V - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e a produção de bens culturais; Objetivos Específicos: - Realizar 1 (uma) edição do PRIX PHOTO, premiando fotógrafos residentes no Brasil (Prêmio, Artes Visuais, Projeto de fomento à cadeia produtiva arte visual); - Realizar 1 (uma) exposição com no mínimo 50 fotografias dos fotógrafos selecionados, com circulação por 3 cidades brasileiras (Exposição de Artes, Artes Visuais, Exposição de Artes Visuais); - Produzir 1 (um) catálogo da exposição, contendo pelo menos 52 páginas com textos e obras da edição, com impressão de pelo menos 500 cópias (Catálogo, Artes Visuais, Projeto de fomento à cadeia produtiva arte visual); - Realizar 1 (um) curso com duração de 40h/a, com emissão de certificado, de forma inteiramente gratuita (Contrapartidas Sociais, Artes Visuais, Ações educ-culturais sem/ofic/pal. Form fom A.visual)

Justificativa

O Prix Photo Aliança Francesa é um concurso nacional de fotografia aberto a todas e todos, profissionais e amadores. Através de temas atuais, de acordo com as grande questões da nossa época, nós desejamos valorizar as propostas artísticas originais, experimentais, abstratas ou ou que documentam e propõem um novo olhar. Uma exposição coletiva será apresentada depois dos resultados do concurso na Galeria da Aliança Francesa do Rio de Janeiro, e em seguida em um "tournée" em outras Alianças Francesas e seus parceiros culturais em todo o Brasil. O concurso evoluiu durante os últimos 11 anos, sempre com a mesma vontade de promover um olhar crítico e contemporâneo da cultura franco-brasileira e o intercâmbio cultural entre o Brasil e a França. Além do júri oficial, o vencedor do concurso também será decidido pelo voto do público. Nessa décima primeira edição, o Prix Photo cresce, principalmente com a nova identidade gráfica, e com novas parcerias a fim de promover da melhor forma possível o trabalho dos artistas candidatos (por exemplo permitindo ao vencedor de realizar uma residência artística na França). O Prix Photo em alguns números:10 edições, 3 Prémios atribuídos pelo júri a cada edição / 1 Premio do Publico, 680 fotógrafos candidatos durante a décima edição. Impacto mediático: mais de 350 000 pessoas - a décima edição teve um forte impacto na mídia nacional graças às dezenas de artigos nos principais meios de comunicação digital, e nos jornais digitais e impressos brasileiros (Agencia Brasil, Uol, o Extra, o Dia, Jornal do Brasil…) Sobre a edição anterior - O Tema da décima edição, Reflets, era um convite à reinterpretação da essência mesmo da fotografia através as mutações do nosso mundo contemporâneo. Mais de 680 portfólios concorreram ao prêmio, cada um propondo uma série de 10 fotografias. O vencedor do júri oficial foi o fotógrafo José Roberto Bassul (Brasília, DF), com a série "O sol só vem depois". A segunda colocada foi a fotógrafa Ilana Bar (Atibaia, SP) e sua série "Metamorfose". Enfim, o Premio do Público foi dedicado ao Jota Barbosa (Afuá, PA) por "Reflexos da água". os projetos "ANOMIA / Urbs_opsis", de Luiz Baltar (Rio de Janeiro, RJ) e "Popularmente desconhecido", de Ana Maria Antonelli da Veiga (Brasília, DF) obtiveram também a "menção de honra". O júri foi composto de Benoit Capponi, fotógrafo, fundador, e membro do Conselho da revista francesa Halogénure, sobre a fotografia analogica e experimental; Erika Negrel; Secretaria general do Réseau Diagonal, a fotógrafa Erika Tambke, da equipe de coordenação do FotoRio 2020 e coordenadora da Semana de Ocupação Visual/FotoRio desde 2019; Eugênio Sávio - professor de fotografia e fotojornalismo, fotógrafo do setor editorial e organizador do festival de fotografia de Tiradentes; João Kulcsár _ professor, autor e mecena de exposições fotográficas; Marina Alves - fotografa e universitária na área das ciências sociais, professora fotografia e membro da Comissão das Mulheres, organizadora do Festival FotoRio 2018; e Nicolas Henry, grande fotógrafo francês que expos na Galeria da AF em 2019 e é o organizador do Festival PhotoClimat. Nesta próxima edição, o projeto prevê uma abrangência nacional através da exposição coletiva, garantindo a circulação em pelo menos mais duas cidades além do Rio de Janeiro e a edição e produção de um catálogo, dois produtos fundamentais para a promoção da fotografia desenvolvida no Brasil, que permitirão a visibilidade e o registro histórico de trabalhos fotográficos de excelência realizados no país. É de fundamental importância o apoio por meio deste mecanismo para que a presente proposta possa enfim se concretizar, considerando ainda que está, oferece um produto cultural de grande relevância e está em consonância com o Art. 1° da lei 8.313 da Lei de Incentivo nos seguintes artigos: Art. 1°III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3°I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Por fim, respeitosamente solicitamos a essa Secretaria Especial, a aprovação do projeto em pleito, tendo em vista o sucesso das edições anteriormente aprovadas, bem como o alinhamento entre os objetivos deste com os da Lei 8313/91.

Estratégia de execução

não se aplica.

Especificação técnica

Prix Photo ( Prêmio, Artes Visuais, Projeto de fomento à cadeia produtiva arte visual) Realizado através de processo de inscrição totalmente online através de formulário de inscrição. O período de inscrições terá uma duração de pelo menos 1 mês; Exposição Prix Photo (Exposição de Artes, Artes Visuais, Exposição de Artes Visuais) Proposta de exposição: Serão expostos os portfólios fotográficos escolhidos pelo júri oficial do concurso, contendo cada um 10 fotografias. Além dos prêmios de 1º e 2º lugar, os jurados tem a liberdade de oferecer de 1 (uma) a 3 (três) menções honrosas. Dessa forma, a exposição contará com 30 a 50 fotografias. A depender da quantidade de escolhas do júri oficial, é possível apresentar a série vencedora do prêmio do júri popular, decidido através de votação online. Os fotógrafos e seus portfólios só serão conhecidos após finalização da etapa do concurso nacional, aberto a participantes amadores ou profissionais residentes de todo o Brasil. 1º lugar do júri oficial: 10 fotografias impressas em papel fotográfico 280g com moldura fina de alumínio ou madeira sem passe-partout Tamanho de impressão: entre 60 e 100 cm de largura, a depender da proporção das fotografias Disposição das fotografias a depender da proporção, podendo ser em 1 linha ou 2 linhas 2º lugar do júri oficial: 10 fotografias impressas em papel fotográfico 280g com moldura fina de alumínio ou madeira sem passe-partout Tamanho de impressão: entre 60 e 100 cm de largura, a depender da proporção das fotografias Disposição das fotografias a depender da proporção, podendo ser em mosaico de 2 ou 3 linhas distribuído entre as duas paredes Menções Honrosas: 10 a 30 fotografias impressas em papel fotográfico 280g com moldura fina de alumínio ou madeira sem passe-partout Tamanho de impressão: entre 30 e 60 cm de largura, a depender da proporção e quantidade das fotografias Disposição das fotografias a depender da proporção e quantidade de fotógrafos escolhidos. Catálogo Prix Photo (Catálogo, Artes Visuais, Projeto de fomento à cadeia produtiva arte visual) 500 unidadesCapa: 23x16 cm fechado; Supreme 250g; laminação fosca; 4x4 cor Miolo: Papel OffSet 90g; 52 páginas; 4x4 corAções de Contrapartida - Ações de formação cultural

Acessibilidade

Produto: Prêmio / Artes Visuais / Projeto de fomento à cadeia produtiva arte visual Acessibilidade física: Não se aplica. Item na planilha orçamentária: Não se aplica. Acessibilidade auditiva: O projeto criará um vídeo de divulgação do edital para concorrer ao prêmio com tradução simultânea em LIBRAS - Língua Brasileira Sinais.Item na planilha orçamentária: Tradução simuntânea Acessibilidade visual: O projeto disponibilizará, em sua página de inscrições, um áudio com a leitura do regulamento.Item na planilha orçamentária: Audiodescrição. Acessibilidade cognitiva: Não se aplica.Item na planilha orçamentária: Não se aplica. Produto: Exposição de Artes / Artes Visuais / Exposição de Artes Visuais Acessibilidade física: A Exposição de Arte será realizada prioritariamente em espaços que disponibilizam rampas de acesso e vagas de estacionamento para deficientes físicos, além debanheiros adaptados e a espaços/cadeiras exclusivas para pessoas que necessitem de atenção especial como idosos, crianças, gestantes, pessoas com mobilidade reduzida(Ex.: Obesos, deficientes físicos, auditivos e visuais).Item na planilha orçamentária: Não se aplica. Acessibilidade auditiva: O produto Exposição de Arte contará com um evento de abertura da exposição e divulgação do vencedor, contendo recurso de tradução simultânea em LIBRAS - Língua Brasileira Sinais.Item na planilha orçamentária: Tradução simuntânea Acessibilidade visual: O produto Exposição de Arte contará com recurso de audiodescrição de 100% das obras, com intuito de atender pessoas com deficiência visual no espaço da exposição. Para issso, serão disponibilizados QR Codes com link para o conteúdo acessível e sinalização nas legendas das obras e monitores treinados no local da exposição. Item na planilha orçamentária: Audiodescrição. Acessibilidade cognitiva: Monitoria inclusiva. Contrataremos pessoas que possuam experiência com acessibilidade inclusiva. Item na planilha orçamentária: monitoria Produto: Catálogo / Artes Visuais / Projeto de fomento à cadeia produtiva arte visual Acessibilidade física: Não se aplica.Item na planilha orçamentária: Não se aplica. Acessibilidade auditiva: Não se aplica.Item na planilha orçamentária: Não se aplica. Acessibilidade visual: Disponibilização do catálogo em versão audiobook, incluindo a audiodescrição das imagens.Item na planilha orçamentária: Audiodescrição. Acessibilidade cognitiva: Não se aplica.Item na planilha orçamentária: Não se aplica. Produto: Contrapartidas Sociais / Artes Visuais Acessibilidade física: O curso será realizado prioritariamente em espaços que disponibilizam rampas de acesso e vagas de estacionamento para deficientes físicos, além debanheiros adaptados e a espaços/cadeiras exclusivas para pessoas que necessitem de atenção especial como idosos, crianças, gestantes, pessoas com mobilidade reduzida(Ex.: Obesos, deficientes físicos, auditivos e visuais).Item na planilha orçamentária: Monitoria inclusiva. Contrataremos pessoas que possuam experiência com acessibilidade inclusiva. Item na planilha orçamentária: recepcionista Acessibilidade auditiva: O produto a ser entregue contará recurso de tradução simultânea em LIBRAS - Língua Brasileira Sinais.Item na planilha orçamentária: Interprete de Libras Acessibilidade visual: O produto é essencialmente visual. Contudo, contrataremos pessoas que possuam experiência com acessibilidade inclusiva. Item na planilha orçamentária: recepcionista Acessibilidade cognitiva: Monitoria inclusiva. Contrataremos pessoas que possuam experiência com acessibilidade inclusiva. Item na planilha orçamentária: recepcionista

Democratização do acesso

Todas as ações/produtos do projeto serão totalmente gratuitos. Para a premiação, não há limitação de inscritos e o cadastro de candidaturas será feito em formato online, acessível em qualquer cidade do Brasil através da WEB. Na exposição, a entrada será gratuita, seguindo a capacidade do espaço, de acordo com as regras estabelecidas tanto no alvará de funcionamento. Além disso, atendendo a Instrução Normativa n° 1/2022, art. 24 adotará a seguinte medida de democratização de acesso: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição;

Ficha técnica

Proponente/Dirigente/Responsável pela Gestão e todo processo decisório do projeto: ALIANÇA FRANCESA RIO DE JANEIRO Resumo de Currículo: Aliança Francesa AF no mundoA Aliança Francesa é uma instituição sem fins lucrativos, cujo principal objetivo é a difusão da língua francesa e das culturas francesa e francófonas. Para isto, ela promove o ensino do idioma francês e oferece atividades culturais francófonas. Ela concede certificados específicos de proficiência e conhecimento linguísticos. No Brasil, ela oferece também cursos de português para estrangeiros. A rede das Alianças Francesas possui escolas na França para estudantes estrangeiros e mais de 800 unidades em 132 países, onde estudam cerca de 500.000 pessoas. Cada centro possui autonomia, porém, todos eles funcionam em estreita relação com a matriz parisiense – a Fondation Alliance française. AF no Brésil No Brasil, a Aliança Francesa está presente desde 1885 e é o único curso de ensino da língua francesa reconhecido pelo Ministério da Educação Nacional francês. Seu primeiro centro foi fundado no Rio de Janeiro, apenas dois anos após a criação da sede, em Paris. Com os métodos pedagógicos e recursos técnicos mais avançados no ensino do francês, a rede brasileira conta com 34 Alianças Francesas e mais de 60 implantações, distribuídas por praticamente todo o país. A Coordenação Nacional do Brasil fica situada no Rio de Janeiro e coordena as atividades pedagógicas e culturais em todo o país, entre os quais o Prix Photo Aliança Francesa. AF no Rio de JaneiroA Aliança Francesa do Rio de Janeiro, além de sede da Coordenação Nacional, exerce o papel de curso de idioma francês e centro cultural francófono no município do Rio de Janeiro. Com uma moderna e completa estrutura, a Aliança Francesa do Rio de Janeiro propõe cursos de francês para todas as idades e níveis, e propõe uma extensa programação de atividades culturais, inclusive online. A Aliança Francesa do Rio de Janeiro, composta de três filiais na cidade do Rio de Janeiro (Tijuca, Botafogo, e Ipanema), dispõe de diversos infraestruturas e equipamentos culturais e pedagógicos : salas de aula, teatro, auditório, galeria de fotografia, bistrô, estúdio de gravação de podcast, livrarias e midiatecas. A galeria de fotografias da Aliança Francesa de Botafogo produz e recebe a exposição dos projetos prêmiados no âmbito do Prix Photo Aliança Francesa. Jean Bourdin Jean Bourdin é diretor da Aliança Francesa do Rio de Janeiro e coordenador geral da rede das Alianças Francesas no Brasil. Graduado em História Contemporânea, em Ciências Políticas e Management cultural, Jean Bourdin ocupou as funções de diretor de Alianças Francesas em Madagascar (Mahajanga), na Afrcá do Sul (Pretoria, Johannesburg) e no Brasil (Brasília, Rio). Ao longo da sua carreira, montou centenas de projetos culturais, produzindo concertos, tournées internacionais, exposições, peças de teatro, programas de rádio... Quentin RichardQuentin Richard é diretor cultural da Aliança Francesa do Rio de Janeiro e coordenador cultural da rede das Alianças Francesas no Brasil. Graduado em Ciências Políticas, ele participou, entre outros, da criação e organização do Festival Ojoloco de cinema ibérico e latino-americano de Grenoble, na França. Após atuar como adido cultural na área das músicas atuais e clássicas na cidade de Grenoble, Quentin Richard liderou o serviço “Cinéma du Réel”, um Festival Internacional de documentários, organizado anualmente desde 1978 pela Biblioteca Pública de Informação (BPI) do Centre Georges Pompidou, em París. De volta em Grenoble, Quentin Richard cuidou da programação cultural de eventos relacionados à arte de rua, e da retomada das atividades culturais no verão 2020 na França, (cerca de 110 eventos artísticos em escala reduzida, e organizados no espaço público) Marina Cruz Marina Cruz é graduada em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela UFRJ, com período de mobilidade acadêmica na Universidade Sorbonne-Nouvelle, em Paris, França. Produtora cultural atuando na cidade do Rio de Janeiro há 6 anos, possui experiência principalmente nas áreas de música, audiovisual e artes visuais. Foi assistente da diretora artística da gravadora Biscoito Fino, Olivia Hime; assistente de produção na Rosa dos Ventos Produções Artísticas; e produtora dos artistas Francis Hime e Olivia Hime, realizando a produção de shows e registros audiovisuais em diversas cidades do Brasil. Em 2015, atuou como assistente de produção do Festival Kalunga II, que levou artistas como Martinho da Vila, Elba Ramalho, Martnália, entre outros, para uma série de shows em Luanda, Angola. Em 2018, foi produtora do espetáculo Winds of Brazil, com Olivia e Francis Hime e Fabio Zanon, realizado no Centro Cultura Sheikh Jaber Al-Ahmad, no Kuwait, com apoio da Embaixada do Brasil no país. Foi produtora executiva do álbum "Espelho de Maria", de Olivia Hime, realizado com recursos obtidos através da Lei Rouanet. No meio audiovisual, foi co-produtora do curta-metragem "Broto", de Antonio Teicher, vencedor do prêmio do Edital ELIPSE 2018 da Secretaria Estadual de Cultura - RJ, e que circula em festivais no Brasil e no exterior. Trabalhando há 3 anos na Aliança Francesa, coordena a produção dos concursos culturais nacionais Festival da Canção Aliança Francesa - com apresentações musicais em 7 cidades e uma final nacional - e Prix Photo Aliança Francesa, que conta com uma exposição fotográfica itinerante após o resultado do concurso. Na Aliança Francesa Rio de Janeiro, também é responsável pela produção de diversos eventos culturais presenciais e virtuais, como exposições de arte, mostras de cinema, debates, shows e espetáculos de artes cênicas com artistas franceses e/ou francófonos. Além da produção cultural, também se interessa pela criação audiovisual em diversas áreas, tendo atuado como diretora de arte em curtas-metragens entre 2013 e 2018, e na produção de narrativas audiovisuais interativas, como os documentários interativos “O que a Baía tem?” E “Rio Frescobol”, ambos projetos do Mestrado em Criação e Produção de Conteúdos Digitais (PPGTLCOM - UFRJ) com os quais colaborou, e “Minas na Pista”, projeto autoral no qual foi responsável pela concepção, produção e edição. Giulia Bettoni-Braga Originária da cidade do Rio de Janeiro, Giulia Bettoni Braga realizou seus estudos de graduação e de mestrado na França, no Institut d’Études Politiques de Paris – Sciences Po Paris, onde obteve seus diplomas na área de Relações Internacionais com especialização em International Business. Com experiência em grupo multinacional francês, Giulia ingressou na área de gestão de projetos em uma grande consultoria membro das Big Four. Pôde trabalhar em diferentes projetos junto ao Project Management Office, conduzindo inclusive projetos internacionais junto a filiais localizadas no Canadá. Possui cursos de especialização na área de gestão de projetos - metodologia PDCA e, mais recentemente, metodologia ágil de gestão de projetos. Trabalha, desde 2019, na Aliança Francesa do Rio de Janeiro como encarregada de projetos, contribuindo para as atividades de coordenação nacional da rede no Brasil. Atualmente, é responsável por acompanhar projetos pedagógicos e culturais em todo o seu ciclo, desde a concepção até a elaboração de relatórios, incluindo o acompanhamento orçamentário e a resposta a editais do governo francês para a captação de recursos. Atua também como ponto focal junto à Associação Brasileira das Alianças Francesas. Ainda no âmbito da Aliança Francesa, lida de perto com a produção dos grandes eventos culturais nacionais, como o Festival da Canção Francesa e o concurso Prix Photo Aliança Francesa, que acontecem anualmente, bem como a produção de turnês nacionais de artistas franceses/francófonos e brasileiros. Tendo sua trajetória marcada pelas duas culturas, preza em promover a cooperação entre Brasil e França nos diferentes projetos realizados, contribuindo para estreitar os laços históricos entre os dois países. Olivia Tran Originária de Bordeaux, França, Olivia é formada em literatura e graduada em Ciências Pôliticas (Instituto de Estudos Políticos,Toulouse, FR), com período de mobilidade acadêmica na Universidade da Argentina, em Buenos Aires. Completou sua formação com um Mestrado em “Cinema, Televisão e Novos mídias” na Universidade Panthéon-Sorbonne, em Paris. Possui experiência de 10 anos na área de programação e produção audiovisual e cultural, tanto na França quanto no exterior (Holanda, México, Argentina, Brasil), com foco na cooperação cultural entre a França e os países da América Latina : festivais internacionais de cinema (World Cinema Amsterdam, Festival Biarritz América Latina – cinema e cultura, Festival do Rio, Festival Internacional dos Direitos Humanos de París), distribuidora independente de filmes (México), Embaixada. Olivia radica no Brasil desde 2016, onde veio para trabalhar como assessora audiovisual na Embaixada da França no Brasil. Nesse periodo, coordenou e atuou em diversos projetos de cooperação cultural e audiovisual entre a França e o Brasil, em estreita colaboração tanto com os serviços culturais da Embaixada, como com os parceiros públicos e privados brasileiros : festivais, workshops, programações culturais, monitoramento do setor, captação de recursos, idealização de editais, produção de eventos. Olivia Tran trabalha atualmente como encarregada de projetos na Coordenação Geral das Alianças Francesas no Brasil. JURADOS PRETENDIDOS (poderá sofrer alterações dependendo da disponibilidade) Resumo de currículo: Joaquim Paiva, colecionador e fotógrafo. Originário de Vitória, Joaquim Paiva se formou em Direito na Universidade do Estado da Guanabara, antes de realizar o Curso de Preparação à Carreira de Diplomata, no Instituto Rio Branco, RJ, ingressando em seguida a carreira diplomática nos seguintes países : Canadá, Venezuela, Perú, Argentina, Portugal e Espanha. Documentou amplamente a Capital Federal, começando pelo Núcleo Bandeirante (onde residiam os operrios que haviam trabalhado na construção de Braslia), e em 2010, realizou a exposição Foto na Hora, apresentando aspectos diversos da vida e da arquitetura rasilienses. Contudo, orientou depois seu trabalho como fotógrafo para as questões autobiográficas e de expressão pessoal. Após comprar uma série de obras de Diane Arbus, en 1978, dey início a uma coleção de fotografia que hoje é a maior coleção brasileira privada de fotografia, congregando cerca de 2.200 imagens de 170 fotógrafos brasileiros, bem como 300 imagens de 70 autores estrangeiros. Realizou diversas exposições com essas fotografias em diferentes países e desde 2006, depositou boa parte destas imagens no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM). Traduziu a célebre obra de Susan Sontag, Ensaios sobre a Fotografia em 1981; publicou um livro de entrevistas com 25 fotógrafos brasileiros, em 1989 : Olhares Refletidos, um livro com suas fotografias, Brasilília de 0 a 40; e Visões e Alumbramentos: Fotografia Brasileira Contemporânea na Coleção Joaquim Paiva (2003). Erika Negrel, secretária geral da rede Diagonal, é secretária geral da Diagonal, a rede francesa de locais de exibição, prática e produção fotográfica. A partir de 2008 participou na estruturação de uma das primeiras redes de arte contemporânea na França em Marselha "Provence Art Contemporain" e apoia a criação contemporânea, em especial nos programas de residência de criação (Triangle France, MP2013 Capitale European Culture). Em 2017 fundou a COLLECTIVE, escritório de apoio à profissionalização e desenvolvimento de projetos de artes visuais. A Erika Negrel foi integrante, como membro do jurí, na 10° edição do Prix Photo Aliança Francesa. Edgar Azervedo, natural de Salvador, Bahia, é fotografo desde os 12 anos de idade, diretor de criação e filmmaker. Além de fotógrafo, ele é ativista visual e tem seu trabalho focado na emoção humana. O artista tem o seu trabalho centrado na construção da representatividade positiva da pele negra nos campos visuais. Pesquisa e aborda temas como masculinidade, sexualidade e política, explorando conceitos visuais variados e expondo uma visão própia da sociedade em que vive. Luiza Dorr, fotógrafa originária de Lajeado, Rio Grande do Sul, nascida em 1988. Destaca-se pela realização de retratos em seus projetos autorais e em trabalhos comissionados. Apesar de não restringir seus temas, é reconhecida por focar figuras femininas, apresentando mulheres em seus ambientes, com suas histórias pessoais e seus contextos espaciais. O trabalho da Luisa foi publicado em várias revistas e jornais internacionais : El País (Espanha), Time (USA). Fotografou figuras femininas de influência : Hillary Clinton, Oprah Winfrey, Serena Williams, Sheryl Sandberg, entre outras. Em 2015, Luisa recebeu a missão de fotografar Dilma Rousseff, em meio ao processo do impeachment, e realizou foram 46 retratos, 12 deles transformados em 12 capas da revista. Em 2019, a fotógrafa ficou em terceiro lugar no World Press Photo Contest por um retrato das falleras de Valência. Valérie Cazin, Valérie Cazin, francesa, é atualmente diretora da Galeria Binôme (Paris IV), dedicada à fotografia contemporânea. Graduada em Direito, atuou 12 anos na área jurídica, com especialidade em direitos autorias. Após completar a sua formação em história visual e cenografia, Valérie Cazin mudou de rumo profissional e criou a Galeria Binôme em 2010, focada em artes visuais em busca de novas formas fotográficas, tanto na sua conceição, quanto na sua restituição, explorando os limítes da fotografia. Membro do Comitê profissional das galerias de arte, a Galeria Binome desenvolve colaboraçoes com personalidades do mundo das artes e da fotogragia, curadores de exposição, instituções privadas e públicas. A Galeria Binome abre espaço para artistes emergentes ná área da arte contemporânea, valorizando artistas em artes visuais em busca de novas formas de fotografia, explorando as fronteiras entre o medium e os suportes, incluindo problématicas ligadas à transição e revolução digital nessa área Em paralelo de uma programação anual de exposição, Valérie Cazin participa regularmente de feiras internacionais de arte contemporâneo e fotografia. Valérie Cazin participa regularmente em leituras de portfolios, masterclasses e jurí de concursos de fotografia. ARTISTAS Nessa altura da produção do evento Prix Photo Aliança Francesa, os artistas não foram ainda selecionados. PRODUÇÃO DAS EXPOSIÇÕES Resumo de curriculo: Marte Cultural A Marte planeja, produz e divulga projetos e produtos culturais de todanatureza. Seu ecossistema é composto por um inovador coletivo de empresas e pessoas que trabalham em prol da cultura em diversas áreas de atuação como: modelageme consultoria em projetos, leis de incentivo, editais, captação de recursos, formação técnica, curadoria, produção, restauro, pesquisa, audiovisual, design, comunicação,contabilidade e prestação de contas. Atuando no mercado cultural desde 2014, hoje somos referência em desenvolvimento de projetos em Santa Catarina e parceiros degrandes players culturais do país e do exterior. Serviços prestados para os proponentes: Idealização, modelagem e formatação de projetos; Gestão de Produção; Prestaçãode Contas; Gestão de Comunicação; Captação de Recursos. – link: https://marte.art.br/ Nota: Os outros profissionais serão selecionados após a captaçaõ dos recursos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.