Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 222392Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

EXPOSIÇÃO ALIMENTAÇÃO, ARTE E SAÚDE - TUDO A VER

LEONARDO BUNGARTEN DE FREITAS PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 464,3 mil
Aprovado
R$ 464,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (4)
Itaguaí Rio de JaneiroMacaé Rio de JaneiroMangaratiba Rio de JaneiroRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

"Alimentação, Arte e Saúde - tudo a ver" é uma exposição informativa e interativa que aborda a crise alimentar mundial, o desenvolvimento sustentável, agroecologia e a história da alimentação no Brasil a partir de uma perspectiva artística, cultural, de território e saúde. Com itinerância por 4 cidades do estado do Rio de Janeiro, o projeto tem foco de realização em escolas públicas e conta com oficinas em sua programação. Todas as atividades do projeto são gratuitas. O principal público-alvo são alunos do Ensino Fundamental I.Com área aproximada de 70 m2, a exposição é composta por ensaios fotográficos, vídeos, depoimentos e jogos interativos, além de dinâmicas propostas pela equipe de mediação, que em conjunto, visam estabelecer conexões entre arte, saúde e cidadania. A intenção é visibilizar o não desperdício, a relação com meio ambiente, questões de identidade e principalmente promover um debate que contribua para políticas públicas que erradiquem a fome e as desigualdades.

Sinopse

PRODUTO: EXPOSIÇÃO  “Exposição Alimentação, Arte e Saúde - tudo a ver” Exposição interativa sobre alimentação com trabalhos artísticos de fotografia, jogos interativos, conteúdo audiovisual e oficinas, realizada em escolas públicas de 4 cidades do estado do Rio de Janeiro. Ferramentas de Acessibilidade - Gratuita 

Objetivos

Objetivo Geral Promover reflexões sobre a crise alimentar mundial, desenvolvimento sustentável, agroecologia, história da alimentação e diversidade alimentar e cultural a partir de uma perspectiva artística, cultural e de saúde, dando visibilidade a produção artística de fotógrafos sobre os temas e valorizando o patrimônio alimentar brasileiro. Abordar o tema a partir de uma visão global, expondo alternativas que garantam para a população o consumo sustentável e meios autossuficientes de produção de alimentos nutritivos, saudáveis e culturalmente diversos. Visando o combate ao desperdício e a fome, defendendo o acesso de todos à alimentação, sem discriminação por motivos de raça, de etnia, de gênero, de geração ou de questões econômicas. Enquadramento no arttigo 02 do Decreto 10.755, de 2021:Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura;XV - contribuir para a implementação do Plano Nacional de Cultura e das políticas de cultura do Governo federal; eXVI - apoiar atividades com outras finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo. Objetivos Específicos PRODUTO: EXPOSIÇÃO- Realizar 1 exposição acessível, itinerante, artística e interativa em 4 cidades do estado do Rio de Janeiro, de forma a despertar um olhar crítico sobre o consumo consciente, sustentável e responsável de alimentos; - Representar artisticamente as diversas dimensões da alimentação, através da exposição de fotografias ao longo dos módulos da exposição. Cada um dos 4 artistas/fotógrafos convidados irá propor uma imersão no tema através de ensaios fotográficos artísticos desenvolvidos para a exposição; - Produzir 4 vídeos como conteúdo audiovisual informativo e desenvolver 2 jogos mecânicos interativos e 2 jogos digitais para compor os módulos da exposição, colaborando para a aprendizagem, interação em grupos e engajamento dos visitantes; - Trabalhar com proposta pedagógica cultural com um aprofundamento na questão cultural, diversidade e território, através da mediação, oficinas e desenvolvimento de 1 cartilha sobre alimentação para a equipe de alimentação escolar das localidades atendidas;

Justificativa

A alimentação é um ponto de partida para refletirmos sobre diversas questões sociais, ambientais e políticas que afetam a humanidade. Populações sofrem por desnutrição e ao mesmo tempo por doenças relacionadas a uma dieta inadequada. O desconhecimento dos princípios nutritivos dos alimentos e o seu não aproveitamento ocasiona o desperdício de toneladas de alimentos. A fome é uma questão grave que deve permanecer no centro das discussões entre os países, é inadmissível que em um planeta onde a produção poderia alimentar toda a população (Fonte: ONU), milhões de pessoas ainda morram de fome. A fome mundial passou por um agravamento em 2020, segundo as Nações Unidas. O aumento está relacionado às consequências da COVID-19. O relatório O Estado da Insegurança Alimentar e Nutrição no Mundo (SOFI) 2021, estima que cerca de um décimo da população global _até 811 milhões de pessoas_ estavam subalimentadas em 2020. A urgência de se pensar em um mundo mais sustentável e justo para todos tem sido pautada por toda sociedade, por grupos e coletivos artístico-culturais que desenvolvem projetos para chamar atenção para esse tema. Através da arte temos um potente meio para repensar nossas relações alimentares, analisar criticamente a estrutura social e nos sensibilizarmos para novas práticas, mais conscientes e sustentáveis. Para pensar essas questões a partir da arte, citamos trabalhos de Gregg Segal e Peter Menzel. Artistas que desenvolvem séries fotográficas compondo as pessoas e os alimentos que fazem parte de suas dietas. Ambos expõem que: o que se come diz muito sobre quem você é, no que se acredita, e em que condições sociais e culturais se vive. No projeto fotográfico Daily Bread, o artista Gregg Segal faz retratos de crianças de diferentes países rodeadas com composições de elementos de sua dieta. Segundo ele, o foco do trabalho se dá nas crianças por ser a infância a fase da vida onde criamos hábitos alimentares que nos acompanharão no decorrer da vida. No Brasil, existem vários artistas que desenvolvem temas sobre alimentação como o fotógrafo Flavio Costa, de 55 anos, pernambucano que produziu um ensaio artístico intitulado "Mercado da Fome" que teve grande repercussão nas redes sociais, a fome volta a assolar milhões de brasileiros na pandemia e imagens de pessoas recolhendo restos de carne para se alimentar tomam as redes sociais. A escritora Carolina de Jesus em seus diários de uma favelada, diz que sua escravatura ainda vigente, como mulher negra, era a fome. Também escreve que "a fome é amarela e dói muito" expressando, pela literatura, que a fome tem cor. A cantora Elza Soares, quando questionada de onde veio durante uma seleção de talentos em programa de rádio, responde: "do Planeta Fome". "A gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte" como diz a música dos Titãs que já é, de antemão, um enunciado de reivindicação de necessidades básicas. Que tipos de fomes a arte pode ajudar a combater? Quais conhecimentos artísticos podem ser explorados em projetos expositivos educativos sobre alimentação? Que tipo de pensamento sobre a relação com comida e alimentação pode ser criado pela arte na escola? No Brasil a pandemia aprofundou mais as desigualdades. São cerca de 20 milhões de pessoas sem ter o que comer direito em todas as regiões do país. As pessoas estão sem emprego, renda e o direito de ter uma alimentação segura e regular. Segundo o projeto VIGISAN (Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil), a relação entre segurança alimentar e gênero é que existe fome em 11,1% dos domicílios chefiados por mulheres, e outros 15,9% enfrentam insegurança alimentar moderada. Em casas chefiadas por homens os índices são de 7,7% respectivamente. Há, também, uma forte ligação entre fome e cor da pele. Pessoas pretas ou pardas enfrentam insegurança alimentar grave - ou seja, passam fome - em 10,7% dos domicílios. O percentual é de 7,5% em domicílios de pessoas de raça/cor da pele branca.   Na área rural a insegurança alimentar grave alcançou 12 % e 8,5%em área urbana. A vulnerabilidade acompanha quem tem menor acesso à água potável. Países com maior acesso à educação tendem a manter menores taxas de desigualdades, uma vez que as oportunidades são para todos são mais equiparadas. O que sugere que a fome no mundo também é uma questão sociocultural e política. O oferecimento universal da alimentação escolar sempre se mostrou um elo da permanência e assiduidade de alunos à escola da rede pública no Brasil. Os projetos sobre alimentação desenvolvidos nas escolas, precisam ser aprofundadas não só como materiais de atividades manuais ou artísticas, mas serem utilizados como forma de investigação sobre consumo, sustentabilidade, diversidade, território e saúde. Muitos artistas que utilizam alimentos, alguns mais conhecidos como Vik Muniz e Arcimboldo, ampliam os significados que os alimentos podem ter, desde seu cultivo e processamentos, hábitos de consumo e rituais, desenvolvimento sustentável, fome, desperdício e afetos que os envolvem. Muitos dos componentes das receitas e técnicas de preparo brasileiros são de origem indígena, tendo sofrido influência por parte dos colonizadores portugueses e de africanos escravizados, o que levou a criação de hábitos alimentares e processos sociais bastante diversos. Cada região tem seus sabores típicos e os pratos são preparados a partir de ingredientes regionais. Atualmente as preparações das cozinhas típicas vêm perdendo certas características histórico-culturais, uma vez que a memória coletiva e o conhecimento oriundo do processo de elaboração destas preparações tradicionais estão desaparecendo, por conta da mundialização dos mercados, da homogeneização das cozinhas, de uma alimentação mais barata ou mais rápida e pela facilidade de aquisição de produtos industrializados. Enquadramento na Lei 8313/91 Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País.   Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Além do artigo 1º e 3º citamos o artigo 2º que reforça a relevância do presente projeto:    Art. 2ºâ€¯ §3º Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais que forem disponibilizados, sempre que tecnicamente possível, também em formato acessível à pessoa com deficiência, observado o disposto em regulamento. 

Estratégia de execução

Os direitos autorais da “Exposição Alimentação, Arte e Saúde - tudo a ver” são da Mais Folguedos Produções Artísticas e Eventos Eireli. As atividades da “Exposição Alimentação, Arte e Saúde - tudo a ver” se alinham aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), principalmente com os ODS de Nº: ODS 1. Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares ODS 2. Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável ODS 3. Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades ODS 10. Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles ODS 11. Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis ODS 12. Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis ODS 13. Tomar medidas urgentes para combater a mudança do clima e seus impactos ODS 15. Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade

Especificação técnica

PRODUTO: EXPOSIÇÃO  A alimentação é a matéria prima para refletirmos sobre as questões sociais, ambientais e políticas que mobilizam toda humanidade. Populações sofrem por desnutrição e ao mesmo tempo por doenças relacionadas a uma dieta inadequada. O desconhecimento dos princípios nutritivos dos alimentos e o seu não aproveitamento ocasiona o desperdício de toneladas de alimentos. Todo o processo alimentar tem que ser sustentável, social e ambientalmente e deve garantir para a população o consumo de alimentos nutritivos e saudáveis. Como passar esse conhecimento? Afinal, o que a alimentação pode nos ensinar sobre cultura, sociedade, arte, meio ambiente e saúde? Convidamos 4 fotógrafos para expor fotografias inspiradas no tema e através de suas interpretações artísticas, os visitantes serão provocados e estimulados a repensar nossas relações alimentares, analisar criticamente a estrutura social e ter um olhar sensibilizado para novas práticas, mais conscientes e sustentáveis. As fotografias serão impressas em grandes formatos e dispostas ao longo dos módulos da exposição. Cada fotografo será convidado a fazer uma imersão no universo da alimentação e propor ensaios fotográficos desenvolvidos especialmente para a exposição. Composta por 8 módulos, distribuídos numa área aproximada de 70 m2, a exposição “Alimentação, Arte e Saúde - tudo a ver” desenvolve questões relacionadas a alimentação através de fotografia, jogos interativos, conteúdo audiovisual e oficinas, criando conexões entre alimento, arte, identidade, cultura e saúde. Módulo 1 Crise Mundial Alimentar e Pandemia Módulo 2 História da Alimentação no mundo, recortes brasileiros Módulo 3 Agroecologia e Saúde Módulo 4 Cadeia Alimentar Módulo 5 Alimentação, fonte de energia, nutrientes e saúde Módulo 6 Fast Food Módulo 7 Nutrição Social Módulo 8 Gastronomia, Identidade, Educação e Integração *Perspectivas ilustrativas conceituais e técnicas da exposição, proposta expográfica e conteúdo programático do projeto estão anexados através da opção de envio de documentos da proposta no Salic.

Acessibilidade

PRODUTO: EXPOSIÇÃO     ACESSIBILIDADE FÍSICA:   A exposição será realizada em 4 locais com acessibilidade para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida;   A equipe de mediação receberá treinamento em acessibilidade atitudinal e cultural.  Item da planilha orçamentária:  LOCAÇÃO DE ESPAÇO e TREINAMENTO PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA:  Guia dos módulos da exposição em Libras; Todo o conteúdo audiovisual terá legenda e tradução em LIBRAS;  A equipe de mediação receberá treinamento em acessibilidade atitudinal e cultural.  Item da planilha orçamentária: CONSULTORIA DE ACESSIBILIDADES/ INTÉRPRETE LIBRAS E TREINAMENTO  PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL:  Audioguia dos módulos e conteúdo da exposição;  Todo o conteúdo audiovisual terá audiodescrição;  Exposição realizada em locais com acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, como cegos e pessoas com deficiência visual;   Jogos interativos com peças com impressão de texto em Braille;  A equipe de mediação receberá treinamento em acessibilidade atitudinal e cultural.  Item da planilha orçamentária: CONSULTORIA DE ACESSIBILIDADES/ SERVIÇO DE AUDIODESCRIÇÃO / COMUNICAÇÃO VISUAL (impressão) / LOCAÇÃO DE ESPAÇO E TREINAMENTO ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Pranchas de comunicação alternativa, que visam ampliar a capacidade comunicativa de pessoas com algum tipo de deficiência através de imagens, palavras e frases simples. Destinada principalmente a pessoas sem fala ou escrita funcional, ou com habilidade comunicacional limitada. Item da planilha orçamentária: CONSULTORIA DE ACESSIBILIDADES / COMUNICAÇÃO VISUAL (impressão)

Democratização do acesso

PRODUTO: EXPOSIÇÃO  O acesso as atividades do projeto serão gratuitas e de acesso irrestrito.    O projeto contará com diversas ferramentas de acessibilidade e equipe de mediação treinada para inclusão do público com deficiência, mobilidade reduzida e idosos.    Ocorrerá a produção de material audiovisual para o projeto e registro em foto e vídeo dos resultados para publicação em sites e redes sociais a fim de divulgar o conteúdo trabalhado e estimular instituições e o público em geral.    Enquadramento do Artigo 24 da Instrução Normativa n°4/2022 do Ministério do Turismo:  II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição;   III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; 

Ficha técnica

Realização: Mais Folguedos Produções Artísticas e Eventos Eireli    Atividades realizadas pelo proponente de forma não voluntária: Coordenação geral, Curadoria, Projeto Expográfico e Assistente de Produção.   A Mais Folguedos é uma produtora que realiza projetos no Brasil e no exterior há 14 anos. Criamos arquiteturas narrativas para exposições, ações, festivais, museus e marcas.  Através de múltiplas linguagens e comunicação criativa, atuamos de forma colaborativa na criação e gestão de projetos, curadoria, pesquisa, conteúdo, produção, design, arquitetura, cenografia e acessibilidade.    Coordenação geral - Claudia Alencar cenógrafa e diretora de arte com atuação nas áreas de exposições, eventos, televisão, shows, teatro e cinema. Trabalhou 23 anos na TV Globo como cenógrafa titular de diversas minisséries.      Coordenação de produção (dirigente) - Leo Bungarten arquiteto e Urbanista pela UFF, com pós-graduação em Gestão e Gerenciamento de projetos na Escola Politécnica da UFRJ. Com atuação nas áreas de gestão, produção, acessibilidade e interatividade de exposições e eventos.      Projeto expográfico - Juliana Câmara é arquiteta e urbanista graduada na Universidade Federal Fluminense (EAU/UFF). Pós-graduada em Design Estratégico na Infnet. Com atuação nas áreas de projeto, design, vídeo e comunicação de exposições e eventos.  Consultoria – Rosicler Neves é física, doutora em divulgação científica pelo Instituto de Bioquímica Médica (UFRJ) e integra a equipe do Núcleo de Estudos da Divulgação Científica do Museu da Vida (COC/Fiocruz). Consultoria – Fátima Menezes é nutricionista. Mestre em Educação e Doutora em Alimentação, Nutrição e Saúde - UERJ. Professora do Departamento de Nutrição Social da UERJ. Experiência de mais de 20 anos em planejamento, execução e avaliação de ações educativas.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.