Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O Projeto visa garantir as atividades de ensaios e apresentações públicas (Concertos) da Orquestra Filarmônica Jovem Ramacrisna, para um ano de temporada com a formação completa e circulação. Além de qualificar profissionalmente os músicos integrantes. Todas as atividades são gratuitas.
Serão realizados concertos com obras para faixa etária livre. Entre as obras que compõem o repertório, temos: Yellow Submarine (The Beatles), All My Loving (The Beatles), Eu só Quero um Xodó (Dominguinhos), Amigos para Sempre (Andrew Lloyd Webber), Trenzinho do Caipira (Heitor Villa Lobos), Humoresque para violino e orquestra (A. Dvorak), We are the world (Michael Jackson), Arioso para oboé e orquestra (J.S.Bach). E músicas brasileiras de cantores como Milton Nascimento, Tom Jobim, Vinicius de Morais, Lô Borges.
Objetivo Geral: Realizar as ações da Orquestra Filarmônica Jovem Ramacrisna, com atividades artísticas e profissionais com formação de músicos para uma temporada, com ensaios semanais e apresentação; Promover atividade musical profissional para os jovens músicos que residem em Betim, Minas Gerais; Ofertar qualificação profissional para os músicos integrantes da Orquestra com Masterclasses; Proporcionar Concerto com ingressos gratuitos, para fomentar a formação de público; Produzir conteúdo digital na forma de transmissão de apresentação para plataformas digitais, a fim de garantir acesso ao público e produções digitais de alta qualidade; Continuar e ampliar o trabalho de formação de público para este tipo de apresentação musical realizado ao longo dos últimos anos nos municípios elencados. Fomentar ao longo do ano, a tradição da música erudita com formação de orquestra. O referido projeto atende as finalidades do Art. 2º do Decreto 10.755, nos seguintes incisos: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão. II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira. V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais. VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade. VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura. VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural. Objetivos Específicos: 1- Realizar 1 (um) Concerto presenciai, gratuitamente, para promover a integração dos jovens com músicos consolidados no cenário cultural, bem como difundir a música erudita, clássica e MPB para a população carente e com dificuldade de acesso à cultura, durante os 12 meses de execução do projeto. 2 - Possibilitar aos 40 músicos, em situação de vulnerabilidade social, o fomento das aulas de musicalização e para instrumentos de cordas, sopro e percussão, semanalmente, possibilitando a participação em aulas, ensaios e estudos monitorados por naipes. 3 - Realizar duas Masterclasses com professores convidados para os músicos integrantes da orquestra e atuantes na região, afim de qualificar e melhorar a performance profissional do grupo e elevar a qualidade da produção cultural musical de modo geral, com público estimado em 40 pessoas.
Justifica- se a inscrição do projeto na Lei de Incentivo à Cultura porque a Lei possui grande relevância para o fomento da cultura no país, pois patrocínios para ações culturais, como apresentações de música clássica e popular, entre outros, autorizados pelo Ministério do Turismo - Secretaria Especial de Cultura, são viabilizados em sua maioria pela lei de incentivo. Com apoio de patrocinadores conseguiremos viabilizar um projeto que: 1. Promove a difusão da cultura e da música de orquestra, de grupos musicais e interpretes, contemplando a rica diversidade da música brasileira, de forma democrática para a população sem acesso, moradores de periferias, áreas rurais, de cidades pobres e com alta taxa de violência. 2. Visa transformar as vidas da população carente, por meio da música, com potencial estratégico de despertar a criatividade, transformar estereótipos e criar sonhos e possibilitar que jovens e adolescentes, superem as dificuldades econômicas, desigualdades sociais, para desenvolver seus talentos e assim ocupar um espaço digno na sociedade. 3. Possibilita o aprendizado musical visando a profissionalização do jovem. A participação em uma Orquestra desperta o sentimento de pertencimento e a possibilidade de sonhar em meio a tantas adversidades. 4. Visa o crescimento da Orquestra Filarmônica Jovem Ramacrisna e dos músicos, em paralelo ao das comunidades onde pretende se apresentar. A temporada da Orquestra dará continuidade à inovação no formato de apresentação e na ampliação da formação orquestral. Para tanto, a temporada busca manter repertórios com visão ao mesmo tempo rebuscado e popular e clássico, mesclando obras representativas da produção instrumental internacional e do Brasil. O projeto Orquestra Filarmônica Jovem Ramacrisna, se propõe valorizar e divulgar o trabalho cultural e de educação musical da Orquestra Jovem Ramacrisna, promovendo sua continuidade e profissionalização, além de democratizar o acesso à cultura para as comunidades em situação de vulnerabilidade social. Criada em 2005, a Orquestra é um projeto do Instituto Ramacrisna, Organização Social sem Fins Lucrativos, sem vínculos religiosos ou partidários, que atua há 63 anos junto a crianças, jovens e famílias em situação de risco social de Minas Gerais, da cidade de Betim e de doze municípios do entorno. A instituição foi fundada pelo professor Arlindo Corrêa da Silva, jornalista brasileiro falecido em 1993, que escolheu este nome em homenagem ao filósofo indiano Sri Ramakrishna, que pregava o trabalho social e voluntário como forma de crescimento do ser humano. Há 18 anos em atividade, a Orquestra promove formação musical teórica e prática de músicos. Atualmente, os músicos frequentam regularmente as aulas de instrumento por naipes, apreciação e percepção musical e teoria geral da música e participam de ensaios e concertos. Os músicos são de comunidades da periferia e da área rural de Betim, cidade da região metropolitana de Minas Gerais com população de 444.784 habitantes (IBGE/Estimativa 2020). Como grande parte das cidades médias brasileiras, que cresceram de forma desordenada, Betim apresenta graves problemas sociais, com altos índices de violência e desemprego, baixa escolaridade e qualificação, envolvimento da população jovem e adulta com drogas. Muitas famílias são mononucleares, mantidas pela mãe ou avó em construções improvisadas, com auxílio de programas sociais. A Orquestra Jovem Ramacrisna atua nesse contexto, oferecendo oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional e inserção social de membros destas famílias. Atualmente, 29,8 milhões de jovens estão fora do mercado de trabalho ou sem qualificação. Se consideramos na baixa renda, 45% encontram-se desempregados. Soma-se a isso, que o acesso a equipamentos culturais no Brasil ainda não está disponível para todos, especialmente nas periferias. Quase 20% dos municípios brasileiros não têm biblioteca pública; mais de 70%, não têm museus, teatros ou casas de espetáculo; em 83%, não têm cinemas. Para mudar essa realidade, a ação do Terceiro Setor é fundamental. Muitas vezes, são as ONGs as responsáveis por criar ações artísticas e culturais em regiões periféricas. Mais do que democratizar o acesso à arte e à cultura, essas ações atingem resultados nos campos da educação e cidadania As ações propostas previstas no Projeto, relativas à apresentação e a formação dos jovens, visam promover reconhecimento e disseminação do trabalho da Orquestra, divulgando o potencial musical dos jovens músicos de fomentando a construção e afirmação da identidade cultural local; promovendo a diversidade cultural. Espera-se aumentar o número de apresentações, especialmente em municípios situados fora da região metropolitana de Belo Horizonte, em outros estados e até mesmo criar oportunidades de viagens internacionais. O Projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Em relação ao Art. 3º, visamos alcançar os seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
O Projeto visa fomentar o aprendizado musical como meio para o desenvolvimento humano e construção da cidadania de crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social, moradores de comunidades rurais de Betim, de forma a preparar os jovens músicos para o trabalho em conjunto e a profissionalização musical na Orquestra. Os jovens aprenderão e se envolverão na prática de expressão musical brasileira e clássica. Promover ações que ampliem o acesso aos conteúdos desenvolvidos pela Orquestra a espectadores sob a forma de apresentações e live em redes sociais, de forma a valorizar a competência dos jovens músicos, bem como difundir a cultura da Orquestra para a população em geral. É importante ressaltar, que a população não tem acesso a atividades culturais. Sendo assim, novos espaços criativos estarão disponíveis no município. Betim também é considerada a cidade mais violenta do estado de Minas Gerais. A taxa de homicídios é de 51,5 a cada 100 mil habitantes. O resultado faz parte de um levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Considerando o ranking nacional, Betim ocupa a 272ª posição.
Os concertos da Orquestra Filarmônica Jovem Ramacrisna retratam o trabalho desenvolvido ao longo dos 17 anos de atividades do grupo, trazendo arranjos e interpretações de obras clássicas consagradas e sucessos populares da música nacional e internacional. Com repertório diversificado, a Orquestra apresenta-se em formação de 40 jovens músicos, composta pelos instrumentos: violino, viola de arco, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta, oboé e clarineta. A regência é do Maestro Eliseu Martins de Barros. O projeto prevê ensaios semanais da formação completa, para estudo e aprofundamento do repertório escolhido O repertório será escolhido pelo maestro, em concordância com a direção da Orquestra Filarmônica, e respeitando as capacidades técnicas dos membros integrantes do corpo musical e sempre propondo desafios e novas leituras. A Orquestra Filarmônica poderá convidar músicos de fora da orquestra para que participem de concertos e professores para que haja espaço de interação e aprendizado através de Masterclasses. Essa opção é considerada uma importante ferramenta de qualificação profissional e atualização para os integrantes da orquestra e nutre um sentimento de engajamento e comprometimento com a equipe e o fazer coletivo. As apresentações/concertos serão realizadas gratuitamente, para a difusão da música, bem como para o fortalecimento no relacionamento com o público em geral, considerando o papel fundamental que a Orquestra e demais músicos desempenham na promoção da música erudita, clássica e da música popular brasileira. Além disso, outra ação importantíssima é a própria formação dos músicos. O objetivo principal é trazer para a realidade, a beleza do universo da música, a formação de profissionais na arte da música com aprendizado em teoria musical, habilidade para apresentações públicas, aprimoramento da mente, sensibilidade auditiva, disciplina consciente, trabalho em equipe e solidariedade. Uma apresentação presencial em Betim. Ambas as atividades previstas, ocorrerão com atendimento as medidas de segurança do Covid. Quanto ao projeto pedagógico das oficinas de treinamento dos jovens músicos na Orquestra, o Projeto Pedagógico tem por objetivos gerais desenvolver princípios básicos para apreciação e conhecimento musicais. As atividades propiciarão o desenvolvimento da percepção, através da audição de obras musicais, da prática da música instrumental em conjunto, do treinamento auditivo, leitura, notação e estudo da teoria elementar da música. Trabalhar com música em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento e atuar concomitante com ensino. Para os conteúdos das atividades práticas, espera-se desenvolver uma boa percepção e noção da linguagem musical, deixando os alunos bem encaminhados para absorver conhecimentos mais profundos e apresentações externas. As aulas são realizadas diariamente, de segunda a sexta-feira. Quanto as habilidades exigidas: devem saber dividir o tempo corretamente, executar o seu instrumento tocando na mesma pulsão do grupo. Ter uma boa afinação, percepção de sons, percepção de um intervalo de tempo em que o indivíduo discrimina dois sons, sendo uma habilidade envolvida na música. Justificativa para atendimento deste público: adolescentes e jovens que estejam em situação de risco ou vulnerabilidade social, com necessidades de melhoria da educação, formação humana, social, cultural para melhoria do seu desenvolvimento. Aulas de Teoria e Percepção Musical · Reconhecimento de sons, intensidade; duração; · Reconhecimento de ritmos musicais diversos; · Iniciação a mostragem dos diversos estilos e gêneros musicais; · Iniciação a leitura rítmica e melódica de partitura musical; · Iniciação ao reconhecimento de símbolos musicais; · Aprendizagem ao conteúdo básico de teoria, símbolos, estilos e gêneros musicais diversos, leitura nível básico de ritmo e melodias; · Noções iniciais e básicas de harmonia funcional; · Leitura avançada de partitura musical Aulas de instrumento musical (violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, clarineta, flauta, oboé e percussão) · Preparação do instrumento (montagem) para ser usado; · Preparação para guardar o instrumento (desmontagem) quando não estiver em uso; · Iniciação ao manuseio dos instrumentos; · Iniciação da técnica básica para o aprendizado do instrumento musical; · Iniciação ao manuseio do instrumento correlacionado com leitura inicial, e posteriormente básica, de partituras; · Aprendizagem de lições, peças e concertos musicais, através de métodos específicos; · Iniciação à prática em grupo menor de pessoas, como grupo de câmara, e grupos maiores como conjunto orquestral. Bens e Materiais Permanentes: Em caso de dissolução da entidade, o Instituto Ramacrisna destinará os bens adquiridos com recursos públicos, deverão ser transferidos à outra pessoa jurídica qualificada nos termos da Lei nº 9.790/1999, preferencialmente que tenha o mesmo objeto social e, não sendo possível, deverão ser transferidos para o Ente Público que é parte no Termo de Parceria. Tal destinação é prevista no Estatuto Social da Organização. Informamos que ao final do projeto os materiais permanentes adquiridos, serão utilizados na continuidade das ações propostas. Os materiais de consumo/permanentes serão armazenados nas dependências dos locais de execução das atividades. Tratam-se de local seguro e adequado, com restrições de acesso ao público atendido.
PRODUTO: CURSO/OFICINA/ESTÁGIO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Para aulas, masterclasses e ensaios, caso tenhamos músicos que necessitem de condições específicas de acompanhamento relacionadas à acessibilidade física, os ensaios são realizados no espaço específico da orquestra, que conta com rampa, entradas alargadas por portas de dupla aba e banheiros adaptados próximos. O local é acessível a pessoas com deficiência. E disponibilizamos Instrutor, que pode atender os músicos em outras demandas específicas de acessibilidade física. Item da planilha orçamentária: Instrutor ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Para músicos com deficiência visual, existem hoje softwares gratuitos de escrita de partituras capazes de gerar arquivos em áudio em mp3 ou midi, como o Musescore. O Instrutor transcreve partituras neste software e salva os áudios nas diferentes velocidades para que o músico possa ouvir a música e tocar junto. A Maestrina e o grupo auxiliam o músico e ajustam os tempos de execução para um bom andamento das obras nos ensaios e concertos. Item da planilha orçamentária: Instrutor ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Disponibilização de intérprete de LIBRAS, que auxilia os músicos que necessitem de tradução durante os momentos de fala dos ensaios, masterclasses e apresentações. Item da planilha orçamentária: Intérprete de LIBRAS ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Em caso de necessidade, o Instrutor será contratado com requisitos e qualificação específicas para acolhimento e assistência de músicos que registrem tal necessidade no momento da inscrição / audição de seleção. Orientar os profissionais envolvidos para que evitem contato físico, pois alguns indivíduos com espectro autista podem ser sensíveis ao toque. Item da planilha orçamentária: Instrutor PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: Para as apresentações presenciais, os espaços terão rampas de acesso, cadeiras para obesos, espaço reservado para idosos, entrada especial, espaço para cadeirantes. Item da planilha: Instrutor ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Na abertura da apresentação presencial, haverá audiodescrição Item da planilha: Narrador de Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Haverá tradução simultânea com Tradutor e Intérprete de libras e na abertura de cada apresentação, seja live ou presencial. Item da planilha: Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Manter a apresentações em tom mais suave, com volume baixo, evitando ruídos desnecessários e altos, visto que podem causar desconforto. O Instrutor também poderá auxiliar nas demandas de atendimento especializados. Item da planilha orçamentária: Instrutor
Atendemos às medidas de Democratização do Acesso conforme Art. 23 da IN nº 1/2022, tendo em vista que para todos produtos culturais do projeto, as entradas são gratuitas, amplamente divulgadas, conforme especificações publicadas no nosso site e nas redes sociais; o repertório que pretendemos trabalhar possibilita que todos os tipos de público possam apreciar as apresentações. Convidaremos também os alunos das escolas públicas, por meio de interlocução com as Secretarias Municipais e Estadual de Educação. Distribuição do produto cultural - Concertos presenciais: Geral de beneficiários: Músicos – 40 pessoas (com cachê e aulas/ Masterclasses): Público estimado – 150 pessoas presencial (ingressos gratuitos). Detalhado: Masterclasses Músicos – 40 pessoas Apresentação musical gratuitos, distribuição para patrocinador e divulgação, e população em geral - 1. Betim: 01 Apresentação * 500 lugares. O projeto atende ao Art. 23 da IN nº 01/2022 pois 100% dos ingressos serão gratuitos e não há previsão de receitas. O projeto atende os seguintes incisos do Art. 24 da IN nº 01/2022 : II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;
O proponente do projeto e gestor do Projeto, o Instituto Ramacrisna - Orquestra Filarmônica Jovem Ramacrisna, é uma organização da sociedade civil sem fins econômicos, sem vínculos religiosos ou partidários, com 63 anos de atuação. A instituição realiza projetos socioculturais, educativos, esportivos e profissionalizantes voltados para crianças, jovens e famílias em situação de risco social de Betim e de doze cidades do entorno, investindo em ações de longo prazo para transformar a vida das comunidades da região. A Ramacrisna possui grande experiência na realização de projetos e eventos culturais. Com histórico de desenvolvimento de competências em planejamento, implementação e gestão de projetos sociais e culturais, seus dirigentes e membros do Conselho Deliberativo participam das decisões estratégicas e encaminhamentos dos projetos executados. O proponente será o responsável pela gestão do processo decisório e pela administração técnico-financeira de todo o projeto, sem intermediação, conforme a legislação vigente. A Coordenação do Projeto ficará a cargo de Solange Bottaro, que possui 40 anos de experiência como Gestora de Projetos. Solange é formada em Administração, com MBA em Gestão de Organizações do Terceiro Setor pela Fundação Getúlio Vargas e Especialização pelo PAEX - Parceiros para Excelência, Programa de gestão empresarial, in company, da Fundação Dom Cabral. Atualmente, é Vice-Presidente da Instituição e atua, principalmente, na área de gestão de projetos, relacionamento institucional e mobilização de recursos, por meio de captações. Foi também Vice-Presidente da FUNDAMIG - Federação Mineira de Fundações e Associações de Direito Privado e Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente - CMDCA de Betim. A Coordenação de Comunicação do projeto será realizada pela profissional Gabriella Amaral Prado. Gabriella tem graduação em Comunicação Social, com ênfase em Relações Públicas e especialização MBA em Gestão de Projetos. Realizou programa de aperfeiçoamento no Programa de Desenvolvimento de Dirigentes, da Fundação Dom Cabral. Desde 2012 realiza coordenação de comunicação na instituição social Ramacrisna. Atuou nos projetos Jovens Comunicadores Antenados, Orquestra Jovem Ramacrisna, Centro de Apoio Educacional Ramacrisna, Por um Time Chamado Ramacrisna entre outros. Tem experiência em planejamento e realização de eventos socioculturais, sendo responsável pela organização dos eventos: Semana de Comunicação Antenados (2013 a 2019), Festival Primavera (2013 a 2019), Roda de Viola (2013 a 2019), Workshop de Empreendedorismo (2014), Workshop Bridge: Liverpool Hope University ,Teatro de Bonecos Giramundo (2015), FLIB em 2018 (1ª Feira Literária de Betim), Concerto Internacional do Marimbá com Cláudio Mattioli e Massimiliano BarbolinI (2019) e Semana de Comunicação em 2020 (online). A Coordenação Artística e Técnica será realizada pelo músico e maestro Eliseu Martins de Barros. É bacharel em Violino pela Universidade Federal de Minas Gerais-UFMG, pós-graduado em Neurociência e Psicanálise Aplicada à Educação pela Faculdade São Camilo-MG e mestrando em Gestão Social Educação e Desenvolvimento Local pela UNA BH. Atualmente é violinista da Orquestra Sinfônica da UFMG, regente e coordenador pedagógico das Orquestra Jovem Ramacrisna e Orquestra de Câmara do SESC-MG. Integrou as Orquestra Jovem do Mercosul (2001 e 2003) e a Orquestra Jovem Mundial, no Japão, no Pacific Music Festival (2000). Foi professor de viola no curso de bacharelado da UFMG (2005-2006), professor de violino e viola do Conservatório Estadual de Música Maestro Marciliano Braga, de Varginha-MG, professor de violino em festivais de música nas cidades mineiras de Juiz de fora, São João Del Rei, São Brás do Suaçuí, São Joaquim de Bicas, Betim, Ipatinga e Domingos Martins no Espírito Santo. Como violinista e violista, ele atuou como músico convidado nas Orquestras Sinfônicas do Estado de São Paulo, do Teatro Nacional de Brasília, Brasileira (Rio de Janeiro) e de Ribeirão Preto. Atuou ainda como spalla nas Orquestras Sinfônicas de Ribeirão Preto, da UFMG, do SESIMINAS-Musicoop e na Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. De 2008 a 2012 foi concertino (spalla substituto) da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Atua regularmente como intérprete e arranjador musical na área de música popular tendo apresentado com grandes artistas mineiros e nacionais, tais como: Ana Cristina, Caetano Veloso, Célio Balona, Flávio Venturini, Guilherme Arantes, Lô Borges, Maurício Tizumba e Toninho Horta. Ele também já gravou e tocou com as bandas mineiras Skank, Tianastácia, Jota Quest e com a cantora Paula Fernandes, além da dupla sertaneja Betinense Danilo Reis e Rafael, vencedora do The Voice Brasil.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.