| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 89674782000158 | JOHN DEERE BRASIL LTDA | 1900-01-01 | R$ 800,0 mil |
| 91884981000132 | Banco John Deere S.A | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
| 91688234000129 | Sinoscar S/A | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 02994986000511 | SUPERMERCADO MOMBACH LTDA | 1900-01-01 | R$ 20,3 mil |
| 04791540000191 | COMEXI DO BRASIL LTDA | 1900-01-01 | R$ 15,0 mil |
| 05883693000121 | Giro Distribuidora de Bebidas Ltda | 1900-01-01 | R$ 11,0 mil |
| 87178448000188 | Aripê - Cítrica Agro Industrial S.A. | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
Realização de espetáculo cênico-musical e apresentações de danças de quadrilha na região sul do país, incentivando o protagonismo cultural da população local, fortalecendo e incentivando a promoção e a preservação da cultura e do folclore nacionais, em particular as festas juninas, universalizando o acesso à cultura em regiões periféricas.
ESPETÁCULO DE DANÇAS - Sinopse A quadrilha, também chamada de quadrilha junina, quadrilha caipira ou quadrilha matuta, é um estilo de dança folclórica coletiva muito popular no Brasil. O projeto prevê a participação de 07 quadrilhas: 06 quadrilhas com no mínimo 40 dançarinos cada. Obrigatoriamente, no mínimo 50% dos integrantes de cada quadrilha deverá ser público infanto-juvenil.01 quadrilha com no mínimo 12 dançarinos, sendo esses pessoas com deficiência. As quadrilhas poderão planejar suas apresentações em uma das três versões: a quadrilha tradicional (também conhecida como matuta e/ou caipira), estilizada e quadrilha de paródia (ou caricata). As quadrilhas poderão também apresentar o casamento matuto, no qual é encenada uma pequena peça teatral da comunhão dos noivos, seguido do ritual de dança coletiva dos integrantes que fazem parte dela. Cada quadrilha junina terá um tempo de 50 minutos, assim distribuídos: - 10 (dez) minutos para montagem de cenário, passagem de som, teste de mídias e volta de apresentação quando houver, não estando incluso neste tempo a plugagem dos instrumentos musicais. - 35 (trinta e cinco) minutos para sua apresentação, incluindo-se nesse tempo a encenação do casamento. - 5 (cinco) minutos para desmontagem e retirada do cenário. ESPETÁCULO CÊNICO-MUSICAL - Sinopse De Ibiaçá a Montenegro A cidade de Montenegro faz parte do conjunto das primeiras terras que foram desbravadas pelos espanhóis e portugueses. Um dos pontos mais importantes dessa cidade é o Rio Caí, que faz parte do caminho percorrido pelos portugueses e espanhóis que subiam o Rio da Prata como mercadores. Nessa região era possível encontrar muitos índios e os principais eram os Ibiraiaras, que eles deram ao local, onde hoje se encontra a cidade de Montenegro, o nome de “Ibiaçá” que significa “Travessia do Caminho do Rio”. Aproximadamente em 1636, surgiram os bandeirantes paulistas, entre eles Raposo Tavares, e destruíram grande parte das aldeias. Isso obrigou os jesuítas a se retirarem para a margem direita do rio Uruguai. Em 1680, foi fundada a Colônia de Sacramento, no Uruguai, à margem esquerda do rio de mesmo nome. Atraídos pela riqueza e fartura das terras do Continente de São Paulo, os tropeiros, suas famílias e escravos se estabeleceram definitivamente. Criaram as invernadas que se transformavam em estâncias. A colonização dos açorianos iniciou uma nova era de desenvolvimento no Rio Grande. Apresentavam disciplina e dedicação ao trabalho, através da exploração da agricultura, pecuária, navegação e pesca. Dominavam a carpintaria, luminária e ferraria, além da alfaiataria e o tear. O couro era muito utilizado na confecção de cobertores, camas, parte interna das casas, cadeiras, botas e roupas de trabalho. Os portugueses Antônio de Souza Fernando, Bartolomeu Gonçalves de Magalhães e Antônio José Machado de Araújo e suas famílias foram os primeiros a se instalarem no município de Montenegro, à margem direita do rio Caí, na década de 1730 a 1740. A primeira moradia construída na sede foi a de Estevão José de Simas, por volta de 1785, na colina onde se encontra hoje a Escola Delfina Dias Ferraz. A casa era de pedras, coberta com telhas - raras na época. Foi edificada por José de Araújo Vilela e mais tarde, habitada por Tristão José Fagundes, genro de Simas e fundador da cidade. Durante a Revolução Farroupilha, o território de Montenegro se tornou passagem obrigatória das tropas, causando grandes prejuízos às estâncias, que eram saqueadas e perdiam gado, cavalos e mantimentos. Em 1824 chegou o primeiro grupo de imigrantes alemães em pequeno número. Alguns meses depois vieram mais famílias. Em uma segunda etapa da imigração, por volta de 1857, aportaram aqui imigrantes alemães e italianos em quantidade considerável. Eles se destacaram pela economia agrícola e suinocultura. Os franceses vieram em menor número e desenvolveram principalmente o artesanato. O porto da cidade sobre o rio Caí era ponto de desembarque das famílias de imigrantes que vinham de Porto Alegre em direção às novas colônias. Eram conduzidas provisoriamente para um galpão grande, situado numa chácara onde hoje está instalado o Parque Centenário. Em função desta parada, muitas famílias não seguiram adiante, preferindo ficar na região. A partir da Lei nº 630, de 18 de outubro de 1867, passou a denominar-se freguesia de São João do Monte Negro. Nessa época existiam 14 municípios gaúchos, denominados "vilas". Montenegro pertencia a Vila de Triunfo, como 2º Distrito, com a denominação de "Porto das Laranjeiras". Em 1873, as 33 vilas existentes no Estado foram, por força da evolução da legislação e das Constituições, se transformando em municípios. Neste mesmo ano é criada oficialmente a Vila de São João do Monte Negro, no dia 5 de maio. Porém, a sua instalação como Vila e sede, aconteceu somente no dia 4 de agosto de 1873, com o desmembramento da Vila de Triunfo. Em 14 de outubro de 1913, pelo Decreto nº 2.026, a então vila de São João do Monte Negro foi elevada a categoria de cidade, já então com a denominação de São João de Montenegro. Em 31 de março de 1938, pelo Decreto nº 7.199 o município, já denominado Montenegro, foi dividido em 11 distritos: Montenegro, Maratá, Harmonia, Barão, Bom Princípio, Estação São Salvador, São Vendelino, Tupandi, Brochier, Poço das Antas e Pareci Novo. No início da década de 1950, foi criado um grupo de associados do Clube do Comércio de Montenegro, para organizar um baile “a moda antiga”, para que se tornasse atraente, resolveram reconstituir uma “quadrilha francesa”. Foi tão exitosa a escolha do tema, que o grupo ficou conhecido como “Turma da quadrilha” e passaram a se reunir quinzenalmente para ensaios e apresentações. Após algumas execuções, o evento deixou de ser realizado e infelizmente esse costume caiu em desuso. No ano de 2022, com o intuito de resgatar essa linda a tradicional celebração, foi criado o projeto São João do Montenegro, trazendo à tona as comemorações das festas Juninas, tão populares e identificadas com a nossa cidade que já se chamou São João de Montenegro em homenagem ao seu padroeiro. Para rememorar a nossa história é que propusemos uma imersão atemporal que nos levará a contemplação da nossa identidade sociocultural, através do Espetáculo Cênico - De Ibiaçá a Montenegro. No ano em que completa 150 anos, será criado o espetáculo cênico – De Ibiaçá a Montenegro – que propõe uma viagem ao passado a fim de trazer ao palco cenas, personagens, diálogos e momentos relevantes da história da cidade de Montenegro. Através de figurino e cenário elaborados de forma artesanal, coreografias e composições originais, com um elenco de atores e bailarinos composto por cerca de 60 profissionais, o espetáculo pretende homenagear esse histórico e relevante município do nosso estado.
Objetivo Geral: Realizar apresentações de um espetáculo cênico-musical e de danças de quadrilhas para, conforme Incisos II, V e XIII do Art. 2º do Decreto nº 10.755 de 2021, estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira, incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais e apoiar e impulsionar festejos, eventos e expressões artístico-culturais tradicionais, além daquelas já tombadas como patrimônio cultural imaterial. Objetivos Específicos: PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: - Realizar 07 apresentações de danças de quadrilhas com a participação de no mínimo 252 dançarinos amadores locais, adultos e infanto-juvenis, fortalecendo os laços comunitários, a identidade das comunidades e os segmentos de criação, produção e circulação do produto cultural local. - Realizar 03 apresentações de um espetáculo cênico-musical que vai retratar os 150 anos de história do Município de Montenegro, com a participação de 60 atores locais. - Realizar uma gincana cultural com 120 crianças e adolescentes para ampliar o acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais e para salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira.
A cidade de Montenegro, localizada no Estado do Rio Grande do Sul, possui aproximadamente 60.000 habitantes. A formação étnica do município é constituída por descendentes de alemães, portugueses, italianos e franceses. Os hábitos e tradições mais cultivadas pela população local são o Kerb, festejado pelos descendentes alemães em várias datas, as festas juninas, que animam as noites de São João e as apresentações dos Centros de Tradição Gaúcha - CTGs, com suas músicas e danças típicas. O projeto São João do Montenegro foi idealizado a fim de transformar a cidade no pólo de um grande evento popular com o resgate de uma tradição que já fez parte da cultura local na década de 50, quando clubes da cidade realizavam quadrilhas e festas em homenagem a São João, padroeiro da cidade. Cidade esta que inclusive já levou o seu nome no passado. Dados históricos do Município relacionados a esse resgate cultural: Em 1873 as 33 vilas existentes no Estado do RS foram, por força da evolução da legislação, se transformando em municípios. Neste mesmo ano é criada oficialmente a Vila de São João do Monte Negro, no dia 5 de maio, através da Lei nº 885. Porém a sua instalação como Vila e sede, aconteceu somente no dia 4 de agosto de 1873, com o desmembramento da Vila de Triunfo, à qual pertencia. Em 14 de outubro de 1913, a então vila de São João do Monte Negro foi elevada a categoria de cidade, já então com a denominação de São João de Montenegro. Em 31 de março de 1938, pelo Decreto nº 7.199 o município já denominado Montenegro foi dividido em 11 distritos: Montenegro, Maratá, Harmonia, Barão, Bom Princípio, Estação São Salvador, São Vendelino, Tupandi, Brochier, Poço das Antas e Pareci Novo. Conforme relatos da obra "Montenegro de Ontem e de Hoje", de Kautzmann (1982), em reunião de Diretoria do Clube do Comércio de Montenegro, efetuada em julho de 1951, foi resolvido realizar um baile à moda antiga, mais precisamente à gaúcha. A fim de que o referido baile pudesse ter bastante êxito, foi solicitada a cooperação de diversos associados do clube, para apresentação de danças antigas. O Sr. José Francisco de Oliveira Coutinho (Chiquito) assumiu a responsabilidade de escolher alguns pares e ensaiá-los. A Quadrilha Francesa foi a escolhida, e os casais que dançavam ficaram conhecidos como a "turma da quadrilha". Com sucesso sem precedentes, o baile foi realizado e a turma resolveu não mais se dispersar. Quinzenalmente se reuniam, e, sob os acordes de uma bandinha, dançava-se até altas horas da noite. A bandinha foi batizada de "Flor dos Pampas". O projeto São João do Montenegro é voltado inteiramente para a preservação do folclore e da cultura popular brasileira, com ações que fomentam a participação/engajamento da comunidade local no resgate de manifestações tradicionais da cultura nacional: as danças de quadrilhas juninas, que já esteve presente no passado como tradição local. Os festejos juninos, entre as várias tradições populares, se caracterizam por ser uma das mais importantes e ricas manifestações folclóricas. A primeira edição do projeto foi realizada em 2022, com sucesso total de alcance dos seus objetivos e grande engajamento da comunidade (participação de mais de 200 bailarinos nas quadrilhas e público de mais de 20.000 pessoas nas apresentações). Em 2023 o Município de Montenegro completa 150 anos. Por isso, a segunda edição do projeto foi idealizada como uma edição especial de 150 anos, na qual haverá uma imersão atemporal que nos levará a contemplação da nossa identidade sociocultural, através de um espetáculo cênico-musical e os tradicionais festejos de São João com as apresentações de quadrilhas de danças formadas por pessoas da comunidade local. O projeto contribui diretamente para o alcance das diretrizes, estratégias e ações estabelecidas no Plano Nacional de Cultura e está condizente com os princípios estabelecidos no Plano Estadual de Cultura, em especial: da liberdade de expressão, da criação e da fruição cultural; da cultura como Direito Humano, Social e Fundamental; da tridimensionalidade da cultura, decorrente da conjugação dos aspectos econômico, estético e de cidadania; da política cultural com foco no cidadão; da cultura como elemento de desenvolvimento social e econômico; do respeito e o fomento a todas as manifestações representantes da diversidade cultural; da democratização plena do acesso aos bens culturais. O Brasil é admirado por sua diversidade cultural e produção artística. No entanto, o que é produzido em solo nacional é inacessível para uma grande parcela da população, segundo o IBGE (2010), as regiões metropolitanas concentram 41% de todo consumo cultural. Em outras palavras, existe um descompasso entre a oferta dos produtos artísticos e o acesso a eles. O presente projeto possibilitará a democratização do acesso à cultura em região periférica, onde a população raramente tem acesso a atividades artísticas desse porte e nesta modalidade, as danças de quadrilha. O Incentivo Fiscal é importantíssimo para possibilitar a execução deste projeto, por ser um grande facilitador na captação dos recursos para a sua execução, indo de encontro aos preceitos da Lei de Incentivo a Cultura, que foi criada em 1991 tendo como diretrizes facilitar o acesso às fontes da cultura, bem como garantir a todos o pleno exercício dos direitos culturais, o que está intimamente ligado aos objetivos do presente projeto. As atividades planejadas correspondem ao segmento cultural ARTES CÊNICAS (art. 18, § 3º, alínea "a" da Lei nº 8.313/ 1991). Ressaltamos ainda, que o projeto vai de encontro ao Art. 1º da Lei nº 8.313/91, em seus incisos I, II, III, IV, V e VIII: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto também contribui para o alcance das finalidades do Art. 3º da referida Lei no que diz respeito ao Inciso II (letra c): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: …… c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
O projeto possui carta de intenção de patrocínio, que foi anexada ao sistema (documentos da proposta).
PROJETO PEDAGÓGICO - Ação de Ampliação de Acesso A 1º Gincana Pé de Moleque São João do Montenegro Público Alvo: 120 estudantes com idade entre 9 e 14 anos. Carga horária: 8 horas Objetivo: Possibilitar aos participantes atividades lúdicas em formato de gincana cultural que desperte a atenção para fatos históricos culturais do Município de Montenegro e sobre as festas juninas, para ampliar o acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais e para salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. Metodologia: As inscrições serão abertas para todas as escolas públicas e privadas de Montenegro. Serão 12 vagas para equipes/escolas. Para selecionarmos as 12 escolas que poderão participar da Gincana será aplicada uma TAREFA que a escola melhor pontuada ganhará vaga para a Gincana. A gincana vai acontecer dentro do parque Centenário e Montenegro / RS. As atividades serão desenvolvidas nos espaços do parque, usando a natureza, as estruturas esportivas e a criatividade de cada equipe. Cada escola participará com uma equipe composta por 10 crianças com idade entre 9 e 14 anos, que deverão estar acompanhadas de 2 adultos (professor ou responsável). A gincana será composta por 20 tarefas culturais, recreativas ou intelectuais, sobretudo alusivas ao padroeiro do Município, São João Batista. Material de apoio / serviços necessários: coletes para identificação das equipes; material de apoio pedagógico e locação de equipamentos diversos de acordo com a definição das tarefas pela equipe organizadora; sonorização; serviço de organização e produção. Profissionais envolvidos: será contratada empresa para a criação/organização das tarefas e fornecimento de pessoal de apoio, pois tarefas poderão ocorrer de forma simultânea, exigindo equipe apropriada, de acordo com a definição das tarefas.
Produto: ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS (DANÇA e espetáculo cênico-musical): ACESSIBILIDADE FÍSICA: O local de realização das apresentações de danças (concurso de danças de quadrilha) e do espetáculo cênico-musical terá uma área especial para pessoas com deficiência e/ou pessoas com mobilidade reduzida, instalada próximos ao palco principal, devidamente identificado como reservado para esse público, sem degraus ou escadas. Item da planilha orçamentária: Item 29 - Locação de grades de isolamento ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Todas as apresentações de danças e do espetáculo cênico-musical terão a atuação de um narrador para a audiodescrição do ambiente onde será realizada a apresentação e da movimentação dos dançarinos. Item da planilha orçamentária: Item 13 - Audiodescrição; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Todas as apresentações de danças e do espetáculo cênico-musical terão a atuação de intérprete de libras, de forma a transmitir as locuções de apresentação do espetáculo e tradução das músicas. Item da planilha orçamentária: Item 25 - Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não se aplica em razão de que foram previstas as medidas de acessibilidade de conteúdo compatíveis com as características do objeto e tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015 e o Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018.
Informamos que haverá 100% de gratuidade para acesso do público previsto para o produto cultural. DA AMPLIAÇÃO DO ACESSO: Em atendimento às exigências do Artigo 24 da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022 informamos que o projeto adotará a seguinte medida de ampliação do acesso: De acordo com o Inciso V do Art. 24 - V - realizar ações culturais voltadas ao público infantil ou infanto juvenil na proporção de vinte por cento do tempo de duração e quantitativo de apresentações, quando mensuráveis, e acompanhado de projeto pedagógico (Anexo I) e observados os indicativos etários. O projeto prevê ação cultural voltada ao público infantil ou infanto juvenil: uma gincana cultural - 1º Gincana Pé de Moleque São João do Montenegro, na qual participarão 120 crianças e adolescentes com idade entre 09 e 14 anos, conforme projeto pedagógico. Quanto à mensuração do tempo de duração: a gincana terá no mínimo 4 horas de duração.
FUNÇÃO DO PROPONENTE: Serviço de captação de recursos; Produtor; Diretoria Administrativo-Financeira, que inclui a gestão de todo o processo decisório, e elaboração de prestação de contas - remunerado através do projeto com as rubricas de Produtor, captação de recursos e parte dos custos administrativos, respeitando-se os limites previstos na Instrução Normativa. RINALDO SOUTO DE OLIVEIRA Funções no projeto: DIRETOR ARTÍSTICO (danças de quadrilha); Pesquisa e Roteiro e Diretor Geral do Espetáculo Cênico-musical "De Ibiaçá a Montenegro" Breve currículo: Representante da empresa RS Expressões da Arte, instrutor de danças desde 1990. Como diretor artístico tem em seu currículo os seguintes eventos: Peça Teatral de Abertura da Semana Farroupilha de Guaíba (2014), Espetáculo Teatral “Do Cipreste ao Piratini” desde 2015, Natal Gaúcho das Crianças desde 2015, Lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Tradição e Cultura Gaúcha – Brasília/DF (2019), Espetáculo Cênico Batalha do Seival, a “Centelha Farroupilha” de Candiota (2019), Espetáculo A Saga do Cavalo Crioulo – Um Símbolo, Um Sonho, Uma Paixão. Expointer/Esteio (2019), gravações e edições de vídeos para lives da “Semana Farroupilha - Virtual 2020” da cidade de Piratini/RS, esquete do Espetáculo Teatral “Do Cipreste ao Piratini” apresentada na 1ª Semana Farroupilha Virtual da Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul (2020), “Saga Farroupilha” apresentada no Acendimento da Chama Crioula em Guaíba/RS (2020), Festival Reculuta da Canção Crioula – Edição Especial Virtual de Guaíba/RS (2020). ALEX FABIANO MACHADO MELLO Função no projeto: Diretor Geral Breve currículo: Dançarino de danças tradicionais gaúchas no período de 1991 a 2001 pelo Grupo Tarca de Arte Nativa (Montenegro/RS). Dançarino de danças de projeção folclórica no período de 1993 a 1995 no Grupo Origem Dança Show (Montenegro/RS). Presidente do Grupo Tarca de Arte Nativa, entidade tradicionalista gaúcha, 2013-2014, atuando na coordenação de invernadas artísticas, oficinas de música e declamação, realização de eventos culturais, como a Semana Farroupilha 2013 e 2014. Fundador e presidente do CTG Reminiscências, entidade tradicionalista gaúcha, 2015-2016, atuando na coordenação de invernadas artísticas, oficinas de música e declamação, realização de eventos culturais. Produtor musical do Encontro de Queras em Montenegro em 2015: evento que reuniu os maiores nomes da música gaúcha, com circulação na região Sul do Brasil. Coordenador do projeto Construindo Música – PRONAC 150758 executado através da Lei Federal de Incentivo à Cultura em 2016, nas cidades de São Leopoldo, Esteio, Campo Bom e Porto Alegre. Produtor Executivo do Projeto São João do Montenegro, executado em 2021 através das Leis Federal e Estadual de Incentivo à Cultura, em Montenegro/RS. Coordenador do projeto Construindo Música – PRONAC 204746 através da Lei Federal de Incentivo à Cultura em 2022, na cidade de São Sebastião do Caí.
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.