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PRONAC 222418Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

REDENÇÃO

MM Halfim Produções Artísticas Ltda.
Solicitado
R$ 210,6 mil
Aprovado
R$ 210,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-02-03
Término
2024-01-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Montagem e temporada do espetáculo teatral REDENÇÃO, de Miriam Halfim com realização de ensaio aberto e bate papo com a equipe criativa como contrapartida social.

Sinopse

Redenção é uma histoÌ?ria dramaÌ?tica, envolvendo adulteÌ?rio, crime e um dos maiores escritores brasileiros. É um drama que mostra o encontro de Euclydes da Cunha e Dilermando de Assis, num confronto acirrado que caminha para um final inusitado. Tarde da noite, uma juiÌ?za estaÌ? debruçada sobre os velhos autos do processo que resultou na morte de Euclides da Cunha. Fascinada pela histoÌ?ria traÌ?gica que envolveu Dilermando de Assis e o genial autor de ‘Os sertões’, ela termina por adormecer sobre o processo que examina, pela mileÌ?sima vez, e eis que os dois personagens ali envolvidos aparecem. Dilermando de Assis, cansado de injustiça secular, desejoso de um entendimento civilizado e racional entre ambos, convoca Euclides da Cunha para este encontro inusitado, que se daÌ? num lugar entre o real e o sonho, mediado pela juiÌ?za, que deveraÌ? servir de ponto de equiliÌ?brio entre os dois homens. Os dois repassarão, durante toda a noite, a trama que os envolveu, e apoÌ?s muitas idas e vindas, e antes que nasça o sol, chegarão, enfim, ao almejado entendimento – tão necessaÌ?rio para ambos, e para todos os homens que habitam nosso sofrido planeta. “Redenção”, como o proÌ?prio nome diz, busca o entendimento, a paz, a harmonia, não soÌ? entre as duas famiÌ?lias envolvidas, mas tambeÌ?m entre os dois personagens principais que passaram aÌ€ HistoÌ?ria estigmatizados por expressões nada elogiosas como “criminoso” e “assassino”. Encenar este texto nos dias atuais soa como um relevante compromisso de responsabilidade social. Pois mesmo que a justiça tenha sido feita – Dilermando de Assis foi absolvido duas vezes por, reconhecidamente, ter agido em legiÌ?tima defesa, quando matou o grande escritor Euclides da Cunha e seu filho -, a pecha de “assassino” contumaz nunca o abandonou. Buscar que fatores são esses que suplantam a legitimidade de um julgamento judicial, ao ponto de se manterem praticamente invertidas as posições de “viÌ?tima” e “criminoso”, faz de “Redenção” um texto muito atual. Pois mais do que defender a desigualdade de entendimentos, quando estaÌ? em jogo a figura de um “proÌ?cer” da Nação, o texto pontua discussões igualmente contemporaÌ‚neas como a questão do machismo, a distinção entre o que eÌ? do puÌ?blico e o que eÌ? do privado, sem falar no que parece ser o tema central desse singular julgamento: o que eÌ? mais relevante; os fatos juridicamente comprovados, ou a interpretação desses mesmos fatos? O comportamento irracional de um homem da mais alta estirpe intelectual do paiÌ?s; o sadismo com relação aÌ€ esposa que lhe pedia o divoÌ?rcio; a manutenção de um relacionamento esteÌ?ril que desemboca infalivelmente na busca de carinho em outros braços; o destino agindo como a mais sofisticada das tramas; a necessidade de encontrar o equiliÌ?brio, em cada gesto, buscando a tão sonhada isenção juriÌ?dica, por si soÌ? jaÌ? justificam a montagem de “Redenção”. A peça permite que aconteça a grande maÌ?gica do teatro, trazendo para o puÌ?blico a possibilidade de se emocionar e tambeÌ?m raciocinar, assistindo não soÌ? ao desenrolar desse duelo entre Euclydes e Dilermando, mas tambeÌ?m os reflexos do homem atual, suas fraquezas, suas duÌ?vidas, seus conceitos e sua postura, tentando se equilibrar entre o medo e a coragem.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; O objetivo do projeto é revelar ao público a história trágica que envolveu o encontro de Dilermando de Assis e o genial autor de ‘Os sertões’, Euclides da Cunha. VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; Além de fomentar o desenvolvimento das artes cênicas, promover e valorizar o encontro do público com a arte do teatro, promovendo uma ferramenta artística reveladora da expressão cênica. Este projeto abrange os objetivos do teatro em relação à recepção teatral contemporânea e suas implicações, desenvolvendo assim um melhor aproveitamento da apreciação teatral observação/percepção enquanto espectadores. Preparar o espectador para interagir com o teatro contemporâneo em nível da produção e da recepção e se apropriar de sua linguagem é o nosso desafio. VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; Esse trabalho visa dar espaço para o aperfeiçoamento profissional da realização do teatro brasileirao, objetivando a formação de uma nova linguagem que venha a difundir, fortalecer e valorizar o processo produtivo, criando oportunidade de reconhecimento e desenvolvimento profissionais, inserção no mercado de trabalho e geração de emprego e renda. OBJETIVO ESPECÍFICO A) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: a) realizar 24 apresentações teatrais do espetáculo REDENÇÃO em uma temporada de 2 meses na cidade do Rio de Janeiro. B) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: a) realizar 2 ensaios abertos seguidos de bate-papo com a equipe de criação do espetáculo. b) como produto acessório, faremos a "Formação de Plateia", com intuito de apresentar os bastidores da peça e difundir a importância da cultura e da arte para estudantes e professores, de forma gratuita.

Justificativa

O enquadramento no Art. 18, alínea a, da Lei nº 8.313, de 1991 por ter como produto um espetáculo de artes cênicas como informado no campo síntese do projeto e se enquadra nos objetivos da Lei nº 8.313/91, atendendo o Art. 1º e seus Incisos I, III e VIII e no Decreto nº 5.761/06. I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Este trabalho tem a finalidade de captar e canalizar os recursos exclusivamente afim de fomentar o setor cultural contribuindo para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, além de apoiar, valorizar e difundir um conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; A criação de um espetáculo teatral visa ainda estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Manutenção e ampliação do mercado de trabalho de teatro do Brasil. Manutenção e ampliação do mercado de trabalho para artistas nacionais.Democratizar a cultura. Manter as sociedades coerentes e vivas através dos produtos culturais. Fomentar produções genuinamente brasileiras. VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Queremos com esse projeto, promover, divulgar e difundir a dramaturgia nacional. OBJETIVOS ALCANÇADOS Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de espetáculos de artes cênicas IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Especificação técnica

Duração: 65 minutosClassificação etária: 12 anos

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS e CONTRAPARTIDA SOCIAL Os teatros estarão devidamente preparados. O local/teatro possuirá acessibilidade arquitetônica o que permite que as pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida circulem com autonomia. Na primeira fila, conforme o Decreto Federal 5.296 de 2004, há assentos reservados para pessoas com deficiência ou que necessitem estar nessa fileira por qualquer razão: seja para acompanhar os intérpretes da língua brasileira de sinais, seja para realizar leitura labial dos atores. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Realizaremos 8 sessões com tradução em LIBRAS. ( Item 19 da planília orçamentária) ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Deficientes visuais terão suporte de descrição do espetáculo antes do início da sessão por parte da produção para entedimento da obra. Como toda a peça é realizada através de diálogos com a prévia descrição do cenário e personagens por algum membro da produção o portador de limitação visual compreenderá todo o trabalho sem restrições. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: o espetáculo disponibilizará um membro da produção para acompanhar as necessidades do espectador com deficiência especial, entendendo a sua limitação e não medindo esforços para faze-lo compreender a apresentação. - Publicidade intensificada junto a instituições que trabalham com portadores de necessidades especiais, para que estes compareçam às sessões que contam com este mecanismo de acessibilidade e participem da democratização do acesso. Também a entrada de cão guia, como já acontece em muitos espaços culturais.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso Art. 23 O Plano de Distribuição da proposta deve assegurar a democratização do acesso (Anexo I) aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos. Por isso, atuamos com a responsabilidade social de inserir e proporcionar cultural para cada vez mais pessoas. Como forma de democratizar o acesso, 10% do total de ingressos previstos serão distribuídos para portadores de necessidades especiais, idosos e alunos da rede pública devidamente identificados. Realizaremos, gratuitamente, ensaios abertos para estudantes da rede pública de ensino, alunos de cursos de teatro e Ongs, havendo após a apresentação, debate entre os alunos e os artistas do projeto, conversando sobre o processo de criacão do trabalho. Esses ingressos e debates serão realizado para alunos da rede pública de ensino do Rio de Janeiro através de indicação da SEEDUC - Secretaria de Estado de Educação do RJ. O fomento à produção cultural e artística estímula o conhecimento dos bens e valores culturais do nosso País. Através da distribuição gratuita de ingressos para este espetáculo iremos contribuir para para a formação eduacacional de muitos jóvens fortalecendo o setor cultural e contribuindo para a formação de futuras plateias qualificadas que acompanhem o desenvolvimento cultural do nosso povo através das artes. Ampliação de acesso: Art. 24. Em complemento, o proponente propõe as seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): I - doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;

Ficha técnica

TEXTO : Miriam HalfimDIRETOR : ARY COSLOVATORES // Jalusa Barcellos, Sérgio Fonta e Marcelo AquinoDIRETOR DE PRODUÇÃO: Celso LemosPRODUTORA EXECUTIVA: Bárbara Montes ClarosILUMINADOR: Aurelio de SimoniFIGURINO: Samuel Abrantes Produção e Realização - MM Halfim Produções Artísticas (é a proponente do projeto, dona dos direitos autorias e responsável pela gestão do projeto) A AUTORA - Miriam Halfim Graduada em Letras e Direito, com Mestrado em Literatura Inglesa, membro do Pen Clube do Brasil e da Academia Carioca de Letras, Miriam Halfim desponta hoje como uma das mais gratas revelações dramatuÌ?rgicas. O nuÌ?mero e a qualidade dos seus textos, jaÌ? encenados, falam por si. Vide o sucesso de puÌ?blico de “Freud & Mahler”, atualmente em cartaz no teatro do Centro Cultural da Justiça Federal, onde se faz tambeÌ?m uma peculiar discussão, não soÌ? sobre a relevaÌ‚ncia da psicanaÌ?lise, mas tambeÌ?m por tudo que envolve a afetividade e o humano. Miriam Halfim, no entanto, não esconde a seu entusiasmo por “Redenção”: “quando conheci Dirce de Holanda Cavalcante, minha companheira de Academia e filha de Dilermando de Assis, soube do livro que escreveu em defesa do pai, que matou em legiÌ?tima defesa, mas teve o nome enxovalhado pela imprensa da eÌ?poca, que o definia como “o assassino do grande escritor”. Dilermando jamais ganhou alforria do puÌ?blico, mesmo apoÌ?s duas absolvições no JudiciaÌ?rio. Tive acesso as paÌ?ginas amareladas deste processo, que se encontram no Museu do Tribunal de Justiça, e foi com base no muito que ali descobri, que escrevi “Redenção”. Dirce, hoje, com 88 anos, sempre sonhou em ter uma aproximação com o lado da famiÌ?lia de Ana, de seus irmãos por parte materna com os quais jamais conseguiu um entendimento. E eÌ? isso que busco com a peça; que apoÌ?s mais de um seÌ?culo, se possa encontrar, finalmente, paz e harmonia entre todos neste reencontro que acontece entre sonho e realidade. Paz e harmonia para os que se foram e para os que sobreviveram. O DIRETOR - Ary Coslov Ator e diretor, começou a trabalhar em 1963, na TV, cinema e teatro. No cinema, atuou em filmes como O Mundo Alegre de Helô (1967), de Carlos Alberto de Souza Barros, e Anjos e Demônios (1970), de Carlos Hugo Christensen. Já dirigiu mais de 25 peças de teatro, tendo recebido os prêmios Shell e APTR em 2009 por sua direção de "Traição", de Harold Pinter. Estreou na Globo, também como ator, na novela Escrava Isaura, de Gilberto Braga. Atuou em Sinhazinha Flô, de Lafayette Galvão e na primeira versão da TV Globo do Sítio do Picapau Amarelo, adaptação da obra de Monteiro Lobato. Estreou como diretor na TV no seriado "Carga pesada", em 1979, na TVGlobo. Em 1984 foi para a TV­Manchete, onde dirigiu "Marquesa de Santos". Voltou para a Globo em 1991, onde dirigiu e atuou em seriados, minisséries e programas de humor, dirigiu mais de 30 novelas, como Andando nas Nuvens, Esplendor, Uga Uga, Mulheres Apaixonadas,Senhora do Destino, Cobras & Lagartos, Caras & Bocas ,Ti Ti Ti ,; Fina Estampa, Guerra dos Sexos. A ATRIZ // JALUSA BARCELLOS "Dinheiro, Pra Que Dinheiro?" – Direção de Domingos de Oliveira (1976)"As Sabichonas" – com Fernanda Montinegro – Direção de Etienne le Meur (1977) "Stip-Tease em Alto Mar" – Direção de Adalberto Nunes (1979)"O Senhor Galindez" – Direção de Axel Rippol (1978)"Mame-o ou Deixe-o" Direção de Luis Mendonça (1981 / 82)"A Volta Por Cima" – com ToÌ‚nia Carreiro – Direção de Domingos de Oliveira"Piaf" – com Bibi Ferreira – Direção de FlaÌ?vio Rangel (1983 / 84)"Seda Pura e Alfinetadas" – Direção de Odavlas Petti (1984)"NegoÌ?cios de Estados" – com Vera Fischer – Direção de FlaÌ?vio Rangel (1985 / 86) "Filhos do SileÌ‚ncio" – Direção de Amir Hadad (1987)"Camas Redondas, Casais Quadrados" – Direção de JoseÌ? Renato (1988)"O Tributo" – Direção de Antonio Mercado (1988)"A Presidenta" - direção de JoseÌ? Renato (1988 / 89)"Brasileiros e Brasileiras" – Direção de Cecil ThireÌ? (1989)"Na Sauna" – Direção de Bibi Fereira ( 1990)"A Quarta Companhia" - Direção de Desmar Cardoso (1994 / 95)"A Gaiola das Loucas" – Direção de Jorge Fernando (1995 / 96)"Ai, Ai Brasil" – Direção de SeÌ?rgio Brito (2000)Isadora?” – Direção de Bibi Ferreira (2002/2003)“Beijo no Asfalto” – Direção Marcos de Souza (2004)“Elisabeth Taylor do Brasil” – Direção de Dejair Cardoso (2005)“O Favorito de Deus” – Direção de Bel (2006/2007)“SoÌ? Morro Se For de Disck-Man” – Direção Silvio Guindane (2008/2009)“Eclipse Total – Rimbaud e Verlaine – Direção Rubens Lima Filho (2012)“SuiciÌ?dio A La Carte” – Direção de Jalusa Barcellos (2013)“O Julgamento do Paranormal” – Direção de Jorge Queiroz (2014) O ATOR - SERGIO FONTA Ator, escritor, diretor e dramaturgo. De 2012 para caÌ? dirige os musicais ZeÌ? Keti, a Voz do Morro, de Maria Helena Kühner, com SeÌ?rgio Menezes, e São 100 Vinicius, com Maria Pompeu e Thiago Picchi, em homenagem ao centenaÌ?rio de Vinicius de Moraes, e a montagem de Casa de bonecas, de Ibsen, para o Projeto CRA / Instituto Cultural Chiquinha Gonzaga. Como ator jaÌ? trabalhou em mais de vinte espetaÌ?culos e mais de dez novelas, sendo dirigido, entre outros, por Bibi Ferreira, Pedro Paulo Rangel, Wolf Maya, Naum Alves de Souza, Jorge Fernando e Mauro Mendonça Filho. Foi indicado como Melhor Ator para o PreÌ‚mio Mambembe 1987 e para o PreÌ‚mio Sated 1991. Alguns espetaÌ?culos de que participou: Um rubi no umbigo (Ferreira Gullar), Village (Ira Evans), As aves da noite (Hilda Hilst), A verdadeira histoÌ?ria de AQ (Christoph Hein), Antes de ir ao baile (Wladimir Capella), O especulador (Balzac), Amadeus, (Peter Shaffer) e A prostituta respeitosa (Jean-Paul Sartre). Em televisão esteve presente em inuÌ?meros Especiais, seriados, minisseÌ?ries e novelas, entre elas Coração alado e SeÌ?timo sentido, de Janete Clair, e Sonho meu, de Lauro CeÌ?sar Muniz/ MarciÌ?lio Moraes. AleÌ?m da novela Xica da Silva e do remake de Irmãos Coragem (Rede Globo), trabalhou em Chocolate com pimenta e Sete pecados. Entre 2016 e 2018, interpretou os personagens “Dantas”, na novela EÌ‚ta mundo bom, e o “Dr. Amaral”, braço direito da vilã “Sophia” (Marieta Severo) na novela O outro lado do paraiÌ?so, ambas de Walcyr Carrasco. Em cinema foi um dos principais atores do curta Deus taÌ? vendo, de Chico de Paula, baseado em croÌ‚nica de Vinicius de Moraes, e protagonizou o meÌ?dia-metragem Expresso AraxaÌ?, de Francisco Lima. Em 2011 foi tambeÌ?m o protagonista do curta Achados e perdidos, de Hermano Beaumont. Acaba de filmar o longa Garota Oceano, sob a direção de Djin Sganzerla. Seus trabalhos mais recentes em teatro, como ator, foram nas peças O mercador de Veneza, de Shakespeare, direção de Fernando Philbert, e O Anti-Nelson, de Nelson Rodrigues, sob a direção de Bruce Gomlevsky. O ATOR - MARCELO AQUINO Ator / Autor e Preparador de atores. Graduado no Curso de Artes DramaÌ?ticas da UNIVERCIDADE no Rio de janeiro, e poÌ?s-graduado em Preparação Corporal para As Artes CeÌ‚nicas pela Faculdade de dança Angel Vianna. Pesquisador dos elementos da dança e do teatro fundou em 2008 juntamente com a bailarina e coreografa Ana VitoÌ?ria um grupo de pesquisas que investiga a fronteira entre linguagens. Autor dos livros “A HistoÌ?ria do PriÌ?ncipe Que nasceu Azul” e “Lado A Lado B”. Recebeu importantes preÌ‚mios por sua atuação, em reconhecidos festivais de teatro. No ano de 2002 recebeu o PreÌ‚mio Tibicuera de “Melhor EspetaÌ?culo infantil” por “A HistoÌ?ria do PriÌ?ncipe Que Nasceu Azul” espetaÌ?culo que escreveu e dirigiu. Radicado no Rio de Janeiro haÌ? mais de 10 anos, vem atuando como ator, diretor e professor teatral, tendo atuado como professor e oficineiro em importantes instituições como a PUC – PontifiÌ?cia Universidade CatoÌ?lica, Faculdade Angel Vianna, MAR – Museu de Arte do Rio e SESC – Serviço Social do ComeÌ?rcio. Na Rede Globo atou como preparador corporal com o elenco da novela I LOVE PARAISOÌ?POLIS e do programa humoriÌ?stico OS TRAPALHÕES. Como preparador no teatro, atuou em importantes produções colaborando com diretores como Carlos Gradim e Ary Coslov.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.