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Realização de exposição individual do artista carioca Luiz Aquila, considerado o "Pai da geração 80", que consiste em uma grande mostra composta por obras em diferentes dimensões: telas, desenhos, que representam a produção do artista desde a década de 1960, no Brasil, Paris, Inglaterra e Portugal. Será produzido, também, um catálogo com texto do curador e imagens das obras participantes da mostra.
O catálogo será composto por texto curatorial e imagens das obras. Informações que teremos durante a execução do projeto.
Celebrar a pintura de um dos maiores artistas brasileiros, Luiz Aquila, como um grande evento em comemoração de seus 80 anos, criando uma exposição de caráter retrospectivo. Assim sendo atendendo ao Decreto 10.755 Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; Objetivos específicos: - Realizar uma exposição de artes visuais com 40 obras do artista Luiz Aquila, no Centro Cultural do Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, com duração de 60 dias;- Produzir catálogo, de aproximadamente 80 páginas, com texto curatorial e imagens de todas as obras participantes da exposição.
A Tisara Produções foi fundada pelo produtor cultural Mauro Saraiva em 2000, e vem desde então realizando exposições e projetos culturais nas principais instituições do Brasil. Ao longo dos últimos 18 anos anos, a Tisara realizou mais de 100 exposições em diversas instituições brasileiras, tais como: Casa França-Brasil, Instituto Tomie Ohtake, Centro Cultural Banco do Brasil (RJ, SP, DF e BH), Museu de Arte Moderna da Bahia, Oi Futuro, Museu Nacional de Belas Artes, Centro de Arte Hélio Oiticica, SESC (RJ e SP), Parque Lage, Caixa Cultural (RJ, SP, Curitiba e Salvador), Estação Pinacoteca, Museu da Casa Brasileira, MUBE, Palácio das Artes, MARGS. Para essa exposição, intitulada "SONHOS - Luiz Aquila 80 anos", propomos oportunizar acesso do público em geral, de forma acessível, às obras do artista carioca Luiz Aquila. Esta exposição individual do artista carioca, considerado o "Pai da Geração 80" consiste em uma grande mostra composta por obras em diferentes dimensões: telas e desenhos, que representam a produção do artista desde a década de 1960, no Brasil, Inglaterra, Paris e Portugal. A exposição SONHO em 2023 será um marco na carreira e na vida de Luiz Aquila, um grande evento em comemoração dos 80 anos do Pai da Geração; dos 60 anos de intensa produção artística e uma celebração do Rio de Janeiro, a paisagem cultural que tanto estimulou o artista. Mais do que uma retrospectiva, a exposição visa "celebrar a pintura", meio escolhido para a expressão do artista desde seus 17 anos de idade. Considerado um dos maiores artistas brasileiros, Luiz Aquila também foi professor de uma geração de novos artistas que frequentou o Parque Lage na década de 1980, quando voltou de Brasília, onde também lecionou no Centro de Criatividade da Unesco, que ajudou a fundar. Essa exposição tem por objetivo apresentar ao público carioca, um conjunto de obras do artista Luiz Áquila, um dos mais consagrados do cenário nacional da cultura contemporânea. A extrema jovialidade de Luiz Áquila, com quase oitenta anos, está em plena forma: repensando, rediscutindo e reinventando a extraordinária tradição pictórica moderna. E, nesta mostra apresenta uma série de pinturas e desenhos realizados a partir de 1979, onde as cores atuam como vetores de força na construção interna de seu trabalho plástico. Luiz Áquila é considerado um dos pintores brasileiros mais ativos de sua geração. Iniciou seu aprendizado artístico no curso de pintura com Aluísio Carvão; no curso de desenho com Tiziana Buonazzola e de xilogravura com Oswald Goeldi. Posteriormente, entre as suas atividades profissionais, esteve à frente do Curso Livre na Escola de Artes Visuais, no Parque Lage/RJ. Ali desempenhou um papel fundamental, sendo responsável por toda uma geração de novos artistas no final da década de 1980, onde discutiu contínua e incessantemente os enigmas da pintura. Artista de sensibilidade ímpar, soube adequar seu trabalho às questões da arte contemporânea, enquanto desenvolvia uma linguagem pictórica baseada na investigação de campos cromáticos e na problematização do espaço. De fato, a sua poética sempre viveu da reafirmação constante dos valores estéticos modernos - nada mais justo, portanto, que se beneficie do seu caráter aberto e prospectivo de sua aventura cromática. A ideia do curador Lauro Cavalcanti é tirar partido dessa mobilidade e desse frescor revigorante de suas pinceladas, numa exposição que reúna grandes e médias telas e desenhos do artista. A pintura é o seu principal veículo expressivo e a sua primeira vocação. Comprometido com a tradição expressionista de um pensamento autônomo para a pintura, nunca se deu por satisfeito em seu discurso. E ao completar sessenta anos de sólida carreira, realiza trabalhos que conjugam sua amadurecida articulação espacial do plano pictórico, com linguagens e processos de criação experimentais. Neste recorte da produção do artista, a mostra apresenta suas investigações em formatos que ultrapassam a escala usual de suas obras e que contam com um repertório de tratamentos novos e ricos de superfície. O artista aborda também a espacialidade física de seus quadros, os articulando em módulos justapostos ou até mesmo sobrepostos entre si. O espaço é sempre ativado de maneira inédita em sua produção, com arrojadas e vibrantes combinações de planos de cor, luz e formas, potencializando os campos cromáticos e trazendo outras possibilidades para a linguagem artística. A cor emana de sua tela com um efeito envolvente, uma gestualidade que arrasta em seu movimento um emaranhado e manchas de tinta que se enlaçam na superfície pictórica e ali germinam e quase flutuam, vibrantes e intensos contrastes de cores. O Rio de Janeiro terá o privilégio de ver a mostra SONHO contendo 40 telas de grandes e médias dimensões e uma série de desenhos em técnicas mistas, datadas a partir de 1979, obras essas que servem como um interessante panorama de visualização de seu laboratório de criação. É nelas que as articulações e soluções serão previamente experimentadas para depois habitar os quadros definitivos e por outro lado, representam importantes contribuições à arte contemporânea brasileira e revelam a sensibilidade desse artista que continua questionando e desafiando a si e a seu próprio trabalho. A estrutura de seu trabalho se processa pela acumulação cromática e nessa orquestração do trabalho, os elementos de cor se organizam, se diluem ou se acumulam em intensidades saturadas em situações quase limiares., quase uma tela de natureza líquida, fluida, movente, dramatizada pela natureza imanente da impregnação e saturação da cor. O jogo rítmico das cores exercita os componentes do olhar e no conjunto, aparece uma dinâmica da geometria e das cores na superfície da tela, criando acontecimentos plásticos, grupamentos discursivos pictóricos e inquietos contrapontos visuais, assim como articulações infinitas que aportam uma espessura aos trabalhos e criam uma disponibilidade plástica para o olhar. A pintura de Luiz Áquila ocupa, na história de nossa arte brasileira, uma posição singular, tanto pelo requinte cromático quanto pela extrema complexidade formal. De fato, linhas e cores interagem em seu espaço pictórico e constituem uma dinâmica particular sempre renovada, que consegue sustentar o interesse vivo por questões plásticas. A sua produção sistemática, com o passar dos anos, foi configurando um campo pictórico autônomo, marcado pelo espírito de pesquisa permanente, que demanda de todos nós uma postura mais atenta e reflexiva se quisermos acompanhar as suas evoluções surpreendentes. Se para olhar Henri Matisse é preciso olhar as cores, no amplo território plástico de Luiz Áquila observamos uma perturbadora espacialidade de cromática, oposições audaciosas de cores e inquietações geradas no embate cotidiano com a tela e seu trabalho parece adquirir uma interioridade, uma forma plástica peculiar de pensamento, uma consciência ampliada de sua dimensão artística. O espaço previsto para realização é o Centro Cultural do Banco do Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, sendo realizado através de edital. O incentivo proporcionará o aporte necessário para apresentarmos ao público em geral o trabalho de um artista renomado com ampla distribuição de acesso. Diante exposto, atendendemos ao artigo 1º, da Lei 8.313/91, nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; e artigo objetivos do artigo 3º nos incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
EXPOSIÇÃO Período de 60 dias, reunindo 40 telas e desenhos grandes e médias. Local: Centro Cultural do Banco do Brasil do Rio de Janeiro CATÁLOGO 1.000 unidades Perfil: Formato 23 × 27 cm, miolo de 80 páginas em couché 170g/m2, 40 imagens, ISBN. Distribuição gratuita.
Produtor Exposição ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais de realização da exposição estarão aptos a receber pessoas com mobilidade reduzida, como rampas de acesso, banheiros adaptados e pisos táteis. Rubrica o orçamento: não será necessário inclusão de nenhuma despesa. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Serão implantados audiodescrição de obras e textos, através de QRCode que direciona ao áudio. Teremos monitores treinados para acompanhar ao público com deficiência visual. Rubrica no orçamento: audiodescrição e monitores. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Por ser exposição o conteúdo é totalmente acessível a deficientes auditivos. Não será necessário inclusão de rubrica no projeto. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COM PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DO CONTEÚDO: Será elaborado folder com textos acessíveis para deficiência intelectual em linguagem simples que seguem os princípios teóricos do Desenho Universal para Aprendizagem (DUA) e com imagens das obras da mostra. Tendo textos ampliados, uso de fontes de fácil percepção e com cor contrastante ao fundo. Rubrica no orçamento: Folder acessível (será incluído nos custos vinculados de divulgação). Produto Catálogo ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O catálogo contará com QRCode com direcionamento a audiodescrição.Teremos monitores treinados para acompanhar o público com deficiência visual. Rubrica no orçamento: audiodescrição e monitores. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplica, pois o conteúdo é totalmente acessível a pessoas com deficiência auditiva. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COM PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DO CONTEÚDO: Produção de catálogo virtual com textos acessíveis para deficiência intelectual em linguagem simples que seguem os princípios teóricos do Desenho Universal para Aprendizagem (DUA) e com imagens das obras da mostra. Tendo textos ampliados, uso de fontes de fácil percepção e com cor contrastante ao fundo. Será sinalizado na exposição, por QR code, como acessá-lo (Despesa incluída nos custos vinculados de divulgação - Item Catálogo virtual acessível para pessoas com deficiência intelectual).
PRODUTO EXPOSIÇÃO Local de realização: Centro Cultural do Banco do Brasil - Rio de Janeiro Estimativa de público: 70.000 pessoas Período: 60 dias Perfil do público: Pessoas de todas as idades, gêneros e todas as classes sociais.estudantes das rede pública e particular de ensino, universitários, professores, turistas, poetas, artistas, curadores, arquitetos, fotógrafos, críticos de arte, historiadores, público frequentadores de museus e espaços culturais. A exposição será oferecida de forma gratuita. O acesso será feito através de ingresso retirado na bilheteria do Centro Cultural do Banco do Brasil Rio de Janeiro ou através do site da mesma. Será permitido a disponibilização na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas. PRODUTO CATÁLOGO O catálogo com com texto curatorial e imagens de todas as obras participantes da exposição, será oferecido ao público de forma gratuita. A medida a ser atendida do art.24 da IN 1/2022 é: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição;
Mauro Saraiva - Coordenador Geral Acompanhará a execução do projeto em todas as suas fases. Será responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. Em 2022, coordenou no Centro Cultural Unimed–BH Minas a exposição “Iole de Freitas: o vôo de Pégaso”, com curadoria de Ligia Canongia, período de 27 de março a 26 de junho de 2022 Em 2021, coordenou no Centro Cultural Banco do Brasil – Rio de Janeiro a exposição “1981/2021: Arte Contemporânea Brasileira na Coleção Andrea e José Olympio Pereira”, de Curadoria Raphael Fonseca, período de 24 de março a 26 de julho de 2021 Em 2019 coordenou no Instituto Casa Roberto Marinho – Rio de Janeiro a exposição “Duplo Olhar: Pintura e Fotografia Modernas Brasileiras”, com Curadoria de Márcia Mello e Paulo Venâncio Filho, período de 5 de dezembro de 2019 a 26 de abril de 2020. Em 2018 coordenou: No Paço Imperial – Rio de Janeiro a exposição “Patrimônios do Norte – Homenagem aos 81 Anos do IPHAN”, com Curadoria de Luciana Carvalho, Marcelo Campos e Thiago da Costa Oliveira, período de 19 de setembro a 25 de novembro de 2018. No Memorial Vale – Belo Horizonte, a exposição Angelo Venosa - “Penumbra”, com Curadoria de Vanda Klabin, período de 26 de setembro a 25 de novembro de 2018. No Paço Imperial – Rio de Janeiro, exposição Renato Morcatti - “Pirajá”, período de 28 de junho a 26 de agosto de 2018. No Museu Vale – Vila Velha, a exposição Angelo Venosa - “Penumbra”, com Curadoria de Vanda Klabin, período de 24 de maio a 9 de setembro de 2018. Na Caixa Cultural Rio de Janeiro, a exposição Pierre Verger - “Dorminhocos”, com curadoria de Raphael Fonseca, no período de 20 de janeiro a 18 de março de 2018. Lauro Cavalcanti - Curador É arquiteto, antropólogo e escritor. Autor de diversos livros sobre arquitetura, arte e sociedade. Membro do conselho editorial do Iphan,foi diretor do Paço Imperial e professor da Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi/Uerj). Mestre e Doutor em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente é diretor do Instituto Casa de Roberto Marinho. Júlia Arbex - expografia É Mestre pelo programa Estudos Contemporâneos das Artes, 2007 Pontifícia Universidade Católica Rio de Janeiro (PUC RJ) e graduada em desenho industrial. EXPOGRAFIA Em 2022, no MAC Niterói - Exposição Antonio Parreiras - Paisagens e Marinhas Em 2021, no Centro Cultural do Banco do Brasil - Rio de Janeiro, a exposição ``Arte Contemporânea Brasileira na Coleção Andrea e José Olympio Pereira”, com produção da Tisara Arte Produções. Em 2019, no SESC Santo André, a exposição “Pierre Verger - Dorminhocos'', com produção de : Pinã Cultura. Trabalho em parceria com Tiago Cadete. Ainda em 2019, na Caixa Cultural de São Paulo a exposição Leila Danziger - Navio de Emigrantes, com produção ADUPLA. Em 2017, no SESC Belo Horizonte, a exposição “Mais que Araras”, com produção de Baquara.
PROJETO ARQUIVADO.