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PRONAC 222509Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Chernobyl

CM HADDAD PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 283,3 mil
Aprovado
R$ 283,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-04-01
Término
2025-04-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Este projeto pleiteia incentivo para temporada do espetáculo teatral "Chernobyl", um drama poético, na cidade de São Paulo.

Sinopse

No dia 26 de abril de 1986, à 1h23min58seg, uma série de explosões destruiu o reator e o prédio do quarto bloco da Central Elétrica Atômica de Chernobyl, próxima a cidade de Pripyat, na Ucrânia. Em meio ao caos, milhares de pessoas são obrigadas a deixar suas casas, abandonando seus bens e suas histórias. Uma boneca, Antonia, acompanha e compartilha o sofrimento de “sua família”: a menina Hanna, seu irmão Michael, a mãe Elena e o pai Igor, obrigados a enfrentar os efeitos devastadores do maior desastre nuclear da história.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Este projeto tem como objetivo geral a temporada do espetáculo "Chernobyl", um drama teatral contemporâneo com dramaturgia de Florence Valéro. O projeto contempla os incisos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021: II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; OBJETIVOS ESPECIFICOS Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: O projeto de circulação pretende realizar temporada com 12 apresentações na cidade de São Paulo

Justificativa

Este projeto tem relevância por possibilitar a temporada de um trabalho já reconhecido no circuito paulistano. A peça estreou em setembro de 2019 na Sala Beta do SESC Consolação, na cidade de São Paulo. Depois cumpriu temporada na Oficina Cultural Oswald de Andrade em dezembro de 2019 com temporada gratuita.Foi indicada ao Prêmio APCA por Melhor Direção para Bruno Perillo e ao Prêmio Aplauso Brasil nas categorias melhor elenco, melhor direção e melhor espetáculo independente, melhor figurino e melhor iluminação. Recebeu excelentes críticas e artigos dos jornalistas especializados e as temporadas no Sesc Consolação e da Oficina Oswald de Andrade tiveram todas as apresentações lotadas. Participou do projeto #EmcasacomSesc com apresentação em outubro de 2020 transmitida ao vivo online diretamente do Sesc Santana. Foi selecionada para o Festival de Piçarras, em Santa Catarina, que não aconteceu por conta da pandemia. Em abril de 2021 a peça foi selecionada o 1o. Festival Paulista de Jogos teatrais.Trata-se de um projeto de artes cênicas, com relevância para pleitear recursos da Lei de acordo especialmente com os incisos I, II, III e IX do Art. 1o da lei 8313/91 (I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País). Esta proposta está contemplada no Art 3o da lei 8313/91 Inciso II a, que estabelece o papel da lei como incentivadora no fomento à produção cultural e artística, mediante realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore e edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.

Especificação técnica

Público alvo: Pessoas mais de 12 anos, interessados e curiosos sobre o tema Chernobyl, estudantes em geral, professores, estudantes de teatro e artistas. Classificação: 12 anos A peça Chernobyl é um espetáculo de teatro que estreou em setembro de 2019 na Sala Beta do SESC Consolação, na cidade de São Paulo. Depois cumpriu temporada na Oficina Cultural Oswald de Andrade em dezembro de 2019 com temporada gratuita. Em 2020, o espetáculo também foi convidado para realizar uma apresentação com o #EmCasaCom Sesc.

Acessibilidade

O Projeto visa atender às normas de acessibilidade e para tanto a realização dos espetáculos deverá ocorrer em espaços que atendam às normas e Leis vigentes no país no sentido de proporcionar condições de acessibilidade a pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, nos termos da Lei n° 13.146, de 6 de julho 2015 segundo a qual é instituída a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania e ainda conforme o disposto no art. 46 do Decreto n° 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Neste sentido, é previsto o completo acesso de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida aos espaços expositivos. O projeto também prevê: ESPETÁCULO ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos. (Escolha de teatro adequado) DEFICIENTES AUDITIVOS: sessões com tradução de libras; (Planilha orçamentaria: Interprete de libras) DEFICIENTES VISUAIS: sessões com audiodescrição (Planilha orçamentaria: Audiodescrição) ACESSIBILIDADE COGNTIVA: orientador de conteudo (Planilha orçamentaria: recursos propios)

Democratização do acesso

Este projeto é 100% apresentado com disponibilização de entradas gratuitas e prevê a democratização do acesso à produçao artística financiada, atendendo aos seguintes incisos do Art. 24 da IN 01/2022 do Ministério do Turismo: ESPETÁCULO II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;

Ficha técnica

Ficha técnica Coordenação técnica-administrativa do projeto: PJ proponente Dramaturgia - Florence Valéro [com excertos do livro “Vozes de Tchernóbil”, de Svetlana Aleksiévitch inseridos porelenco e direção]Tradução - Carolina HaddadDireção: Bruno PerilloDireção de Movimento - Marina CaronElenco: Carolina Haddad, Joana Dória, Manuela Afonso e Nicole CorderyTrilha Sonora e operação - Pedro SemeghiniIluminação e Vídeo e operação - Grissel PinguillemAssistente de Produção -Marcelo LeãoMídias Sociais - A contratarDesigner gráfico - A contratarAssessoria de Imprensa - A contratarEquipe de Transporte - A contratarDiretora de Produção - A contratar OUTROS ENVOLVIDOS NA CRIAÇÃO DO ESPETÁCULODireção de Movimento Marina CaronVisagismo Cristina CavalcantiConsultoria de Química Maurício RodriguesFotos de Chernobyl Duca Mendes e Carol ThoméFoto da Capa Guy PichardFoto das Atrizes Felipe CohenOperação de Luz Michelle BezerraEstagiária de Contrarregragem Julia Temer BRUNO PERILLO diretor Formado em 1994, começou sua carreira profissional em 1995, ao ingressar no Grupo Tapa – cursos, oficinas e workshops com Eduardo Tolentino de Araujo, Denise Weinberg, Brian Penido, Guilherme Sant’Anna, além de Neide Neves, Gustavo Kurlat e Valentin Trepliakov (diretor do Teatro de Arte de Moscou). Workshop com o diretor inglês Declan Donellan no British Council em São Paulo, em 2008. Curso de Pós-Graduação Lato sensu em DIREÇÃO TEATRAL na Escola Superior de Teatro Celia Helena, concluído em 2013. Atuou em 35 montagens teatrais, como ATOR. Começou no grupo TAPA, onde fez, dentre outras: A Serpente, Moço em Estado de Sítio, Ivanov, Rasto Atrás, Vestido de Noiva, Morte e Vida Severina, O Noviço. Em 2000, numa co-produção Tapa/Folias d’Arte, ingressou no Grupo Folias d’Arte para a montagem de Happy End e lá atuou em uma série de montagens sob a direção de Marco Antônio Rodrigues, como Otelo, Cantos Peregrinos, Babilônia, Cardênio, El Dia Que Me Quieras, Surabaya Johnny. Em 2009 foi indicado ao prêmio Shell pela direção musical de Querô, uma reportagem maldita. Indicado ao APCA e ao Aplauso Brasil de melhor direção por Chernobyl. Dirigiu Nada Mais Foi Dito Nem Perguntado (de Luis F. Carvalho, 2005), Velhos Tempos (de Harold Pinter, 2006/2007), O Campo (de Martin Crimp, 2007/2008), Cabaret Luxúria (de Rachel Ripani, 2011), Querô (de Plinio Marcos, direção musical, 2009), A Saga de Cecília (de Carlos Francisco, direção musical, 2012), Lorelay (de Marie Darrieaussecq, 2010), Ânsia (de Sarah Kane, 2014) – esta, uma pesquisa cênica para sua Pós-Graduação. Ato a Quatro (de Jane Bodie, 2015 e 2016), Swallow (de Stef Smith, 2017), Chernobyl (de Florence Valeró, 2019), O Beijo no Asfalto (de Nelson Rodrigues, 2019, 2020). Dirigiu A Vida em Vermelho (de Aimar Labaki, 2018). Atuou em Credores, dirigido por Nelson Baskerville, e Dançando em Lúnassa e As 2 Mortes de Roger Casement, dirigidas por Domingos Nunes. Em Absinto, foi dirigido por Cassio Scapin e em As Antas e Procurando Luiz, por Gustavo Kurlat. Em Ópera do Malandro, dirigido por Kléber Montanheiro. Atuou e dirigiu Cabaret Luxúria. CAROLINA HADDAD atriz e tradutora Atriz, vencedora do prêmio de melhor atriz coadjuvante no Festival CiviFilmes- 7o. Prêmio Graça Aranha de Cinema Independente em 2016, por sua atuação no curta- metragem "La Voisine" de Lucas Vasconcelos. Formou-se pela Casa das Artes de Laranjeiras CAL) no Rio de Janeiro e em Letras-Português/Francês pela UFR). Mudou-se para Paris em 2007 onde viveu por 8 anos. Estudou na Ecole Internationale de Théâtre Jacques Lecoq e formou-se em mímica/dança/teatro na Académie Européenne de Théâtre Corporel - Studio Magenia. É mestre em Estudos Teatrais pela Universidade Sorbonne Nouvelle - Paris III. Integrou o Coletivo de artes performáticas parisiense WATKAZ e a Cia. La Bourlingue Théâtre apresentando-se em diversas cidades da França. Atuou no projeto cinematográfico e videoinstalação de Anna Costa e Silva "Assíntotas" (filmado no Rio de Janeiro e exposto na Visual Arts Gallery em NYC em 2013, na Caixa Cultural do Rio de Janeiro em 2014 e no Espaço EMBC/RJ em 2016). Atualmente mora em São Paulo e integra o Coletivo Bobik & Sofotchka. Seus últimos espetáculos foram: Chernobyl (direção Bruno Perillo - 2019); E, com um beijo... Eu morro (Coletivo Bobik & Sofotchka - direção Marcia Nemer - 2019); Jasan van sebe - hors de moi (produção francesa - direção Maud Watel - 2015); L’ordre des choses (produção francesa - direção Fernanda Camargo - 2014); Sur le chemin, tu trouveras, peut-être, une traverse appelée Rue des Miracles... (produção francesa - coletivo Watkaz- direção Maud Watel - 2014); Levitik (produção francesa - La Bourlingue Théâtre - direção Pascal Turbé - 20 MANUELA AFONSO atriz Atriz graduada na Faculdade de Comunicação das Artes do Corpo na PUC-SP – habilitação em teatro (2006). É atriz e idealizadora do espetáculo “A Princesinha Medrosa” - 2017, de Carolina Moreyra, a partir da obra original de Odilon Moraes, direção de Kiko Marques. O espetáculo recebeu a indicação a melhor espetáculo infantil pelo Prêmio Aplauso Brasil e em 8 categorias no Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem. Integrante fundadora do grupo de teatro OPOVOEMPÉ desde 2005, dir. por Cristiane Zuan Esteves. Principais trabalhos no grupo: "W Polsce, czyli gdzie? Na Polônia, isso é onde?" - 2015, “Arqueologias do Presente – A Batalha da Maria Antonia” - 2013, “A máquina do tempo (ou longo agora)” - 2012, "AQUI DENTRO AQUI FORA" - 2009, “9:50 Qualquer Sofá” - 2007. OPOVOEMPÉ recebeu indicação ao Prêmio Governador do Estado em 2014, indicações e premiação do Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro. Com o grupo participou de festivais no Brasil, Alemanha, Croácia e fez uma residência na Dinamarca. Principais espetáculos fora do grupo: “O Agora que demora”, de Christiane Jatahy – 2019; "Em Abrigo", dir. de Johana de Albuquerque - 2015; “Passei Hoje Corrigindo Ontem”, dir. Joana Dória – 2012; "FatzerBraz", dir. andcompany&Co (Alemanha) - 2010; Solo em dança "Um conto de um ponto de tempo", concebido por Manuela Afonso, sob coord. de Key Zetta e Cia. - 2008. Em 2007 foi a segunda assistente de direção do espetáculo “Chácara Paraíso – Mostra de Arte Polícia” de Stefan Kaegi (Suíça) e Lola Arias (Argentina) apresentado em São Paulo em 2007, e em Lisboa, Portugal e Berlim, Alemanha em 2008. NICOLE CORDERY atriz Atriz indicada aos prêmios APCA 2015 de Melhor Atriz pela peça Dissecar uma Nevasca, Aplauso Brasil 2015 de Melhor Atriz por Ato a Quatro, Aplauso Brasil 2019 de Melhor Atriz Coadjuvante por Nunca Fomos tão Felizes e por Melhor Elenco em Chernobyl. Vencedora do 6o. Festival Carioca de Novos Talentos do Rio de Janeiro, por Nem Morta. Nasceu em Niterói, se formou como atriz no Rio de Janeiro na CAL em 1996. Vive em São Paulo desde 2000. Atuou no Grupo Tapa entre 2000 e 2006. Viveu em Paris de 2006 a 2010, onde cursou a Ecole Jacques Lecoq e a Universidade Paris 3, Sorbonne Nouvelle. No audiovisual, participou das séries Pedro e Bianca (TV Cultura), Rede Condor (Discovery), A Vida de Rafinha Bastos (Fox), Natureza Morta (CineBrasil TV) e Segunda Chamada (TV Globo). Protagonizou o curta Cylene (ap43), atuou em Quando o Céu Escurece, Cidade Inerte, Bastidores, Entrelatinhas, A Grávida da Cinemateca, Do Lado de Fora, La Meute, Não por Acaso. Criadora da @webserienos que protagoniza ao lado de Larissa Ferrara. Seus últimos espetáculos foram: Strindbergman (produção francesa), Duplo Crimp, A Noite das Tríbades, Ato a Quatro, Dissecar uma Nevasca (co produção sueco-brasileira), No Coração das Máquinas, Alice, Retrato de Mulher que Cozinha ao Fundo, Deadline, Nunca Fomos tão Felizes e Chernobyl. Está em cartaz desde abril com a peça Pandas ou Era Uma Vez em Frankfurt, em sistema on line.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.