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PRONAC 222523Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Amazônia - mito, resistência e resiliência

INSTITUTO INCLUSARTIZ
Solicitado
R$ 1,09 mi
Aprovado
R$ 1,09 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
III.Exposições de Artes
Ano
22

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-04-24
Término
2024-01-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Amazônia _ mito, resistência e resiliênciaé uma exposição coletiva que reúne obras de cerca de 20 artistas de diferentes gerações e nacionalidades, entre brasileiros, estrangeiros, indígenas, não-indígenas. Suas práticas se dão nos mais variados campos artísticos. Em comum, suas práticas investigam a Floresta Amazônia em suas múltiplas instâncias e camadas _ das leituras simbólicas às regionais, passando por pautas ecológicas, identitárias, socioculturais e além. A exposição, assim, desafia uma visão única mediante a indicação de diferentes modos de ver e representar o mundo amazônico, para assim desestabilizar processos ideológicos e estruturais, desconstruindo narrativas e pensamentos dominantes.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS Este projeto tem como objetivo viabilizar a continuidade e ampliação das atividades culturais e educativas inteiramente gratuitas e acessíveis a todo público do Instituto Inclusartiz, voltado para o desenvolvimento da arte, cultura, educação e sustentabilidade no Brasil e no mundo. Tornar a arte mais acessível a todos, promover laços socioculturais e troca/intercâmbio cultural e intelectual de profissionais em nível nacional e internacional. Estimular e valorizar variados temas da cultura nacional, artistas de diferentes regiões e segmentos das artes visuais, preservação do patrimônio cultural material e imaterial, atendendo assim a maior dos incisos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, em especial aos seguintes incisos: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produto Exposição de Artes - Realizar uma exposição inédita, de arte contemporânea, com duração de 3 meses, com artistas brasileiros e internacionais expoentes cujas práticas se dão em diferentes meios e suportes, como a pintura, escultura, vídeo e instalações. Realizar oficinas educativas com crianças,paralelas à exposição, promovendo a discussão e conscientização da população para as causas da preservação da floresta amazônica. Realizar duas palestras gratuitas, de caráter educativo com o curador da exposição e os artistas. Exibir filmes na programação paralela à exposição sobre a floresta amazônica de forma completamente gratuita. Apresenntar os de relatórios de gestão, publicações tanto da imprensa tradicional quanto de mídias digitais, como as redes sociais do Instituto Inclusartiz através de vídeos, convites e registros fotográficos realizados em todas as atividades beneficiadas pela Lei de Incentivo.

Justificativa

Fundado em 1997, o Instituto Inclusartiz é uma organização cultural não governamental, sem fins lucrativos, sediada no Rio de Janeiro. Sua missão é fomentar a arte contemporânea nacional e internacional através da formação de artistas, curadores e pesquisadores em várias etapas de suas trajetórias, com o objetivo de promover a integração social, a diversidade cultural, a sustentabilidade e a colaboração entre instituições, organizações e agentes do setor. O Instituto Inclusartiz iniciou em 2021 um novo ciclo com a inauguração do seu centro cultural na Praça da Harmonia, na região da Gamboa, localizada na Zona Portuária, coração palpitante da cidade do Rio. O polo cultural e criativo abriga um conjunto de iniciativas nas áreas da arte, educação e sustentabilidade, com uma programação orientada a partir de núcleos diversos: residências artísticas; educativo; comunitário; expositivo; pesquisa e publicações; e socioambiental, colaborando também com o desenvolvimento da Comunidade local. Diante de tal histórico, da mudança e investimento realizado no novo espaço, buscando a continuidade e ampliação da abrangência das nossas atividades que são inteiramente gratuitas, abertas ao público todo, se faz necessário a busca do apoio através deste mecanismo de incentivo a projetos culturais através da inscrição deste projeto de exposição que busca promover a conscientização e reflexão acerca da preservação ambiental brasileira, assunto tão urgente e necessário diante do atual cenário de destruição da floresta amazônica. Além disso, a Instituição e sua programação se enquadram em vários dos incisos do Art. 1º da Lei 8313/9. Entre eles estão: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País.E ainda, adequado aos seguintes incisos do Art 2o do Decreto 10755 de 26 de julho de 2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; XV - contribuir para a implementação do Plano Nacional de Cultura e das políticas de cultura do Governo federal; e XVI - apoiar atividades com outras finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo.

Especificação técnica

Não se aplica

Acessibilidade

Como seu próprio nome diz, a Inclusartiz tem como um dos seus princípios promover a inclusão. Por isso, desde seu projeto inicial, o seu espaço prevê acessibilidade física, sensoriais e cognitivas. Ela segue os princiÌ?pios do Desenho Universal, que consistem no desenvolvimento de projeto de produtos e ambientes para serem usados por todos sem necessidade de adaptação ou recurso exclusivo para pessoas com deficieÌ‚ncia. Além do espaço já pensado para atender a todos igualmente, em todas as exposições realizadas, os monitores são treinados para receber todos os públicos e os artistas e educadores a pensarem os seus conteúdos para todos os públicos também. Discursos expositivos, recursos e atividades de mediação acessiÌ?veis e multissensoriais que convidem aÌ€ percepção atraveÌ?s dos diferentes sentidos. Nos preocupamos com acesso fiÌ?sico, comunicativo, informacional, atitudinal para garantir experieÌ‚ncias inclusivas. Por exemplo, nas legendas e mesmo textos de paredes, os artistas expositores são instruídos a realizarem Qrcodes, para facilitar que os deficientes possam ouvir do artista ou de uma audiodescrição informações sobre a obra ali exposta. Os monitores conduzem os visitantes nas obras que tenham a disponibilidade de tocar, uma visita sensorial ou descritiva, para que qualquer público, possa, ouvir, ler ou sentir a obra exposta. O treinamento da nossa equipe para a aplicação do atendimento ao público com necessidades especiais também já faz parte do nosso dia-a-dia. PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTE ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, respeitando as exigências de acessibilidade a pessoas idosas nos termos do art. 23 da Lei n° 10.741 de 01 de outubro de 2003, e acesso preferencial em todos os locais de realização do projeto, bem como condições de acessibilidade a portadores de deficiência, espectros e síndromes conforme disposto no art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 com prioridade e facilidades para acesso e locomoção.Para fins de atendimento do Art. 27, II do Decreto 5.761/06 e artigos 21 e 23 da Instrução Normativa Nº 1, de 9 de fevereiro de 2012 será disponibilizado acesso preferencial para idosos e portadores de deficiência. As exposições também serã pensadas no sentido de facilitar o acesso visual as obras, tanto para cadeirantes, quanto para crianças.*Não há item específico na planilha orçamentária para a acessibilidade física, uma vez que o espaço já atende adequadamente às exigências da lei. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: haverá a descrição por escrito das obras das exposições, disponibilizada através de QR Code e em placas descritivas próximas às obras. Item 34 da Planilha orçamentária, de "legendagem" e item 40, de "Produção de imagem", linhas dedicada a produção de material audiovisual das obras, com descrição por escrito, para acessibilidade de deficientes auditivos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: será concedido nas exposições o serviço de audiodescrição de acordo com a Lei nr 13.146, de 2015 e Decreto nr 9404, de 2018, disponibilizado através de QR Code ao lado das obras. Prevista na planilha orçamentária, item 26 de "audiodescrição"e item 31 de "Roteiro de visitação para audioguias", para a produção de conteúdo para acessibilidade de deficientes visuais, bem como o treinamento dos monitores para guiar visitantes deficientes. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTEM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES...: a exposição será especialmente pensada para a acessibilidade de todos os públicos, especialmente TEA, outras liminitações e síndromes. No caso das exposições, está prevista a mediação através de monitoria com pessoas devidamente treinadas, a possibilidade de utilização do acesso ao conteúdo por vídeo com legenda e audiodescrição aos que preferirem, possibilidade de tocar em obras, uso de gravuras em alguns casos, elementos visuais que facilitem a acessibilidade do público TEA e outros.

Democratização do acesso

Será garantida a democratização de acesso a todo público em geral, especialmente aos desprovidos de produtos culturais, uma vez que todo projeto será realizado gratuitamente. Não há emissão de ingresso, o acesso é livre e controlado levando em consideração o limite de público do espaço a cada período. I) Atendendo ainda ao artigo 23 da IN 01/2022, sobre a distribuição dos produtos culturais, respeitando os limites do referido artigo: - Será distribuido gratuitamente com caráter social e educativo o total de pelo menos 20% dos ingressos/acessos por mês a crianças, adolescentes e professores, com transporte quando necessário, a ONGs e rede pública de ensino. Estes acessos serão disponibilizados através de lista e agendamento realizado pela Produção do Projeto, que será responsável por divulgar, mediar e agendar a ação junto aos órgãos responsáveis. Estas ações também serão divulgadas no site do Instituto, com dias e horários da semana para tais ações; - O acesso gratuito é para todos, mas limitado a 10% por dia de convidados dos incentivadores, patrocinadores e doadores, e mais 10% para ações promocionais com controle através de agendamento / lista de presença, respeitando os limites do parágrafo único do art 31 do decreto no 10.755, de 26 de julho de 2021; II) Atendendo ao art 24 da IN 01/2022, serão adotadas as seguintes ações de ampliação de acesso ao projeto: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; V - realizar ações culturais voltadas ao público infantil ou infanto juvenil na proporção de vinte por cento do tempo de duração e quantitativo de apresentações, quando mensuráveis, e acompanhado de projeto pedagógico (Anexo I) e observados os indicativos etários.

Ficha técnica

Ficha técnica Exposição coletiva - Amazônia – mito, resistência e resiliência Paulo Herkenhoff Curador Herkenhoff foi um dos pioneiros da vídeoarte no Brasil durante a década de 70. Abandonou a carreira de artista visual e se tornou um dos mais destacados pesquisadores e curadores de arte brasileira.[2] Foi Curador-Chefe do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, o MAM-RJ (1985-1999), Curador Adjunto no departamento de pintura e escultura do Museu de Arte Moderna de Nova York, o MoMA (1999-2002), Diretor-Geral do Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro (2003-2006) e o foi o primeiro Diretor Cultural do Museu de Arte do Rio, o MAR. Além disso, foi , Curador Geral da XXIV Bienal de São Paulo (1997 e 1999) e Consultor da IX Documenta de Kassel, na Alemanha (1991). Realizou curadorias consideradas centrais para a compreensão histórica da produções em arte brasileira e latino americana, como o Pavilhão brasileiro na 47ª Bienal de Veneza (1997), exposição de formato fundador realizada em instituição de prestígio mundial; foi curador geral da 24ª edição da Bienal de São Paulo (1998), “Um e/entre Outros”, conhecida como a Bienal Antropofágica, considerada uma das mais importantes exposições da década de 1990, contemplada inclusive com um dos livros da Coleção Exhibitions Histories, editada por uma das mais atuantes publicações sobre arte contemporânea, a Afterall. Curou também “Lucio Fontana”, no Centro Cultural do Banco do Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo (2001) e “Tempo”, realizada no Museu de Arte Moderna, o MoMA, em Nova York (2002), que reuniu artistas de vários países em torno da temática temporal em suas percepções fenomenológicas e ficcionais - Herkenhof é um dos poucos brasileiros a ocupar um cargo de curador no MoMA.[3] Durante os anos 2019 e 2020 foi professor catedrático da USP, no Instituto de Estudos Avançados.[4] Herkenhoff vive e trabalha no Rio de Janeiro.[5] Victor Gorgulho Curador Graduado em Jornalismo pela Escola de Comunicação da UFRJ e mestrando em História, Política e Bens Culturaispela Fundação Getúlio Vargas/RJ. É curador independente e pesquisador. Foi o responsável pela curadoria dasexposições “Vivemos na melhor cidade da América do Sul”, na Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre; “Eu sempresonhei com um incêndio no museu – Laura Lima & Luiz Roque”, no Teatro de Marionetes Carlos Werneck, Rio deJaneiro; e “Perdona que no te crea”, na Carpintaria/Fortes D’Aloia & Gabriel, Rio de Janeiro. Desde 2019 é ocurador do Mira, programa de exibição de filmes da ArtRio. Integra o corpo curatorial da Despina. Foi colaboradordo Jornal do Brasil (2014-2017) e hoje contribui com o El País, Terremoto e Vice. Sandra Benites Curadora Professora, pesquisadora e curadora. É descendente do povo Guarani Nhandeva. Em sua atuação nas áreas de educação e de pesquisa foca as problemáticas do ensino bilíngue indigena e a dificuldade dessa metodologia em abarcar as particularidades e identidade das comunidades guarani. Lucas Albuquerque Curador Bacharel em História da Arte pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e mestrando em Arte e CulturaContemporânea pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. É curador independente e pesquisador, tendo sidocurador da Galeria Aymoré (Rio de Janeiro). Realizou a curadoria das exposições “Reparar horizontes, convergirgestos” (2021), no Espaço Cultural Oásis; “Futuração” (2021), “Bordas da ausência” (2019) e “Plural – sob osexcertos da matéria” (2018), na Galeria Aymoré; e “Portas e janelas: Arvin Widder” (2018), no Museu do Ingá.Realizou pesquisas sobre o cineasta americano Lewis Klahr e, no mestrado, desenvolve a sua dissertação sobreimagem digital e a interseção entre guerra, entretenimento e mídia. Karla Gama Produtora Historiadora da Arte e mestre em artes visuais. Atua como produtora cultural há cinco anos. realizou as exposiçõesGamboa: nossos caminhosnão se cruzaram por acaso (Instituto Inclusartiz), Atrás da Grande Muralha (CentroCultural dos Correios), Espaços do Ainda (Paço Imperial), Beirute - o caminho dos olhare4s (Museu de arte do Rio),Vidas Brincantes (ARquivo Nacional). Artistas participantes: Alto Amazonas Audiovisual O grupo é formado por Lucinho Tavares Winih Kanamari (Aldeia São Luís, Atalaia do Norte, 1993), vice-presidente da AKAVAJA (Associação Kanamari do Vale do Javari); Shapu Mëo Matis (Aldeia Parayso, Atalaia do Norte, 1991), professor indígena e fotógrafo; e Markus Enk (Fortaleza, 1993), cientista socioambiental e antropólogo visual. Origina-se do encontro de Marcus com Shapu, quando do mestrado em Antropologia Cultural que o primeiro realizava na Universidade de Leiden (Países Baixos). Em 2018, junta-se à dupla Winih Kanamari quando dos protestos de seu povo contra a negligência da saúde indígena por parte dos representantes governamentais da região. Forma-se, assim, o coletivo que discute questões como soberania midiática, metodologias colaborativas de trabalho, além dos vínculos entre criatividade e resistência. Ana Vaz Nasceu no planalto central brasileiro habitada pelos fantasmas enterrados pela capital federal modernista Brasília. Cerratense de origem e andarilha por escolha, Ana viveu nas terras áridas do Brasil central e do sul da Austrália, nos pântanos do norte Francês e nas margens orientais do Atlântico norte em Portugal. Atualmente traça a sua caminhada entre Paris e Brasília. Sua filmografia ativa e questiona o cinema enquanto arte do (in)visível e como instrumento capaz de desumanizar o humano, expandindo suas conexões e devires com outras formas de vida — tanto outras-que-humanas, quanto espectrais. Consequências ou expansões da sua cinemato-grafia, suas atividades se incorporam também na escrita, na pedagogia crítica, em instalações ou caminhadas coletivas. Clarissa Tossin Artista brasileira. Ela nasceu em Porto Alegre, Brasil. Ela recebeu um diploma de MFA da Calarts em 2009. Tossin foi selecionado para participar da exposição Made in L.A. de 2014 do Hammer Museum. Seu trabalho está incluído nas coleções do Whitney Museum of American Art. Gabriel Abrantes Artista plástico e cineasta português. Gabriel Abrantes concluiu em 2006 os seus estudos em cinema e artes na The Cooper Union, em Nova Iorque, em 2005/06 estudou na École Nationale des Beaux-Arts, em Paris e em 2007 estudou em Le Fresnoy Studio National des Arts Contemporains, Tourcoing, França. Gabriel Junqueira Artista multimídia e explora as relações entre corpo, tecnologia e materialidade em suportes como imagens digitais, esculturas e instalações. Suas pesquisas recentes giram em torno da relação entre espaços construídos e natureza através da criação de paisagens em softwares de visualização arquitetônica em 3D, comumente usados no mercado de empreendimentos imobiliários para simular estruturas a serem construídas. Buscando inspiração na arquitetura corporativa e conceitos de paisagismo, o artista cria locações impossíveis, onde elementos figurativos são rearranjados até a abstração. Isael Maxakali & Roney Freitas ISAEL MAXAKALI (Brasil, 1978) é cineasta e liderança indígena de Aldeia Verde, Reserva Maxakali (Ladainha-MG, Brasil). Em 2008 fundou, com Suely Maxakali e também em colaboração com realizadores não indígenas, a Pajé Filmes, organização não governamental para produzir e editar vídeos, responsável pela edição e divulgação de material filmado e dirigido pelo próprio povo Maxakali. Atualmente é vereador na cidade de Ladainha e participa, como professor, do Programa de Formação Transversal em Saberes Tradicionais da UFMG. RONEY FREITAS (Brasil, 1983) é mestrando em meios e processos audiovisuais e bacharel em audiovisual (USP), trabalha no mercado audiovisual como roteirista, diretor e produtor. Atuou como diretor e roteirista dos curtas Laurita (2009) e Aurora (2011) e dos documentários MemoÌ?ria de Rio e Grin, prestigiados em diversos festivais nacionais e internacionais. Assina o roteiro da animação Canta, TYETEÌ? realizado pelo NuÌ?cleo Paulistano de Animação (NUPA), destaque no Vimeo Staff Pick (Nova York). Atualmente produz filmes independentes pela Arte in Vitro Filmes, empresa do qual eÌ? sócio produtor. Os dois realizadores assinam o vídeo GRIN (2016), que resgata memórias sobre a formação da Guarda Rural Indígena (GRIN) durante a ditadura militar, com relatos das violências sofridas pelos parentes do cineasta Maxakali. O processo foi conduzido ao longo de dois meses de pesquisa de campo com realizadores de Aldeia Verde, em diferentes municípios e pequenas localidades de Minas Gerais. Louise Botkay É artista visual e cineasta. Formou-se em cinema na França pela École Nationale Supérieure des Métiers de l'Image et du Son, La Fémis, em 2006. Luciana Magno É artista, graduada em artes visuais e tecnologia da imagem pela Universidade da Amazônia, Belém, e mestre em artes pela Universidade Federal do Pará, na mesma cidade. Atualmente cursa doutorado em Poéticas Visuais no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade de São Paulo. Trabalha com performance, frequentemente direcionada para fotografia e vídeo, objeto e website. Com uma pesquisa focada no corpo e em ações performáticas, aborda questões políticas, sociais e antropológicas, relacionadas ao impacto do desenvolvimento da região amazônica. A integração do corpo à paisagem e ao entorno é um elemento determinante e recorrente em suas obras . Suas obras já foram exibidas no Centro Cultural Banco do Nordeste, Fortaleza (2014); no Arte Pará, Museu de Arte do Estado do Pará, Belém (2014), onde foi artista premiada; no Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR) (2013). Foi ganhadora da 10ª edição do Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais com o projeto “Telefone Sem Fio”, que cruzou o país do Oiapoque ao Chuí por rodovias e hidrovias, a partir do qual se constituiu um arquivo de vídeo e áudio acerca da diversidade cultural, histórica e geográfica do Brasil. Possui obras no acervo do Museu de Arte do Rio (MAR), Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, Museu da Universidade Federal do Pará, Fundação Romulo Maiorana e Associação Cultural VideoBrasil. MAHKU É um professor, educador, artista plástico e ativista. É mestre pela Universidade Federal do Acre (Ufac) e doutorando na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), onde também ministra aulas sobre sua pesquisa no curso de antropologia. E fundou, em 2013, o Movimento de Artistas Huni Kuin, o Mahku, um coletivo que reúne 12 artistas plásticos da etnia e é também o instrumento pelo qual Ibã busca recursos para seguir com um plano ambicioso: usar o dinheiro obtido com a venda de obras de arte para comprar mata virgem e protegê-la do desmatamento. Manauara Clandestina Artista cujo trabalho dialoga com novas perspectivas da vida travesti e questiona as condições das existências que as permeiam. Nascida em Manaus, filha de um casal de pastores missionários, ainda pequena seguiu em missões, para o interior do Amazonas com sua família. Desde cedo cantava na igreja e ajudava na organização do teatro e outras expressões que cabiam no culto evangélico pentencostal. No retorno a Manaus, durante a adolescência, teve seu primeiro contato comum grupo de teatro amador, na qual semeou a sede de conhecer mais sobre performance. A vida clandestina a trouxe até a maior capital do país, e, no meio de uma transição e da necessidade de ser ouvida, nasce a Manauara Clandestina, como uma performer da noite. Hoje ainda performa, tendo expandido suas linguagens para além desse formato, desenvolvendo de maneira transversal seu trabalho como artista. Atualmente, além de sua pesquisa individual, se dedica à direção de criação de projetos junto à estilista Vicenta Perrotta. Marcone Moreira Iniciou suas experimentações artísticas no final dos anos 90 e, a partir de então, vem participando de diversas exposições pelo país e no exterior. Sua obra abrange várias linguagens, como a produção de pinturas, esculturas, vídeos, objetos, fotografias e instalações. Seu trabalho está relacionado à memória de materiais gastos (embarcações, carrocerias, utensílios de trabalho) e impregnados de significados culturalmente construídos. Desenvolve uma metodologia de trabalho onde interessa a troca simbólica de materiais, a apropriação e deslocamento, procedimentos desenvolvidos pelo artista que visam à ressignificação da “cultura popular” no circuito econômico da “arte contemporânea”. Orlando Maneschy Pesquisador, artista, curador independente e crítico. Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Realizou estágio pós-doutoral na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. É professor na Universidade Federal do Pará, atuando na graduação e pós-graduação. Coordenador do grupo de pesquisas Bordas Diluídas (UFPA/CNPq). É articulador do Mirante – Território Móvel, uma plataforma de ação que viabiliza proposições de arte. É curador da Coleção Amazoniana de Arte da UFPA. Como artista, tem participado de exposições e projetos no Brasil e no exterior, como: Projeto Arte Pará 2017; Projeto Arte Pará, com a Sala Especial Algures ou o Primeiro Beijo, 2016; Outra Natureza, Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, 2015; Horizonte Generoso – Uma experiência no Pará, Galeria Luciana Caravello, Rio de Janeiro, 2015; Transborda, Galeria Casa Triângulo, São Paulo, 2015; Triangulações, Pinacoteca UFAL – Maceió, CCBEU – Belém e MAM – Bahia, de set. a nov. 2014; Pororoca: A Amazônia no MAR, Museu de Arte do RIo de Janeiro, 2014; Rotas: desvios e outros ciclos, CDMAC, Fortaleza, 2012 ; Entre o Verde Desconforto do Úmido, CCSP, São Paulo, 2012; Superperformance, São Paulo, 2012 ; Arte Pará 2011, Belém, 2011; Wild Nature, Alemanha, 2009; Equatorial, Cidade do México, 2009; entre outros. Rafael Bqueer Nasceu em Belém (PA) em 1992. Suas práticas performáticas partem de investigações sobre arte política, gênero, sexualidade, afrofuturismo, decolonialidade e interseccionalidade. Drag queen e ativista LGBTQI+, Bqueer tem um trabalho que dialoga também com vídeo e fotografia, utilizando de sátiras do universo pop para construir críticas atentas às questões da contemporaneidade. Já participou de exposições nacionais e internacionais, entre elas a coletiva “Against, Again: Art Under Attack in Brazil”, na Anya & Andrew Shiva Gallery, em Nova York (2020), e fez a individual “UóHol” no Museu de Arte do Rio (2020). Foi premiadx no 7º Prêmio Foco Art Rio (2019). Graduou-se em Licenciatura e Bacharelado no curso de Artes Visuais pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Obras suas fazem parte das coleções do Museu de Arte do Rio (MAR) e do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio). Vídeo nas Aldeias Criado em 1986, Vídeo nas Aldeias (VNA) é um projeto precursor na área de produção audiovisual indígena no Brasil. Seu objetivo foi, desde o início, apoiar as lutas dos povos indígenas para fortalecer suas identidades e seus patrimônios territoriais e culturais, por meio de recursos audiovisuais e de um produção compartilhada com os povos indígenas com os quais o VNA trabalha. Sua trajetória permitiu criar um importante acervo de imagens sobre os povos indígenas no Brasil e produzir uma coleção de mais de 70 filmes, transformando-se em uma referência nesta área. Vivian Caccuri utiliza o som como veículo para cruzar experimentos de percepção em questões relacionadas a condicionamentos históricos e sociais. Por meio de objetos, instalações e performances, seus trabalhos criam situações que desorientam a experiência diária e, por consequência, interrompem significados e narrativas aparentemente tão entranhadas como a própria estrutura cognitiva. Vivian já desenvolveu projetos em diversas cidades do Brazil e exterior, icluindo Amazônia, Accra, Detroit, Helsinki, Vienna, Veneza, Kiev, Valparaíso entre outras. Ao longo de sua carreira colaborou com diversos músicos como Arto Lindsay (EUA/BR), Gilberto Gil (BR), Panji Ano (Gana), Fausto Fawcett (BR), Wanlov (Gana) e recentemente lançou seu primeiro projeto musical (Homa).Seus trabalhos sonoros foram transmitidos por rádios como Resonance FM (Londres), Kunstradio (Viena) e Mirabilis (Rio de Janeiro). Na Universidade de Princeton escreveu o livro “O que Faço é Música” (2012), publicado pela editora 7Letras e premiado Prêmio Funarte de Produção Crítica em Música em 2013. Local de Realização: Instituto Inclusartiz - Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.