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Realizar a 1ª Edição ao Culto e Manutenção da Tradição Gaúcha. Esta ação busca capacitar dançarinos nas diversas idades, por meio da realização de oficinas, capacitações e apresentações de danças tradicionais gaúchas, chula, canto e declamações. Está ação pretende dar condições para a prática das modalidades que serão realizadas, e somam-se a aquisição de indumentárias para prendas e peões e a contratação de profissionais qualificados. As capacitações ocorrem na sede do Grupo de Artes Nativas Anita Garibaldi e a realização das apresentações ocorem nos festivais gaúchos de danças tradicionais, sempre com entrada gratuita.
O projeto cultural 1ª Edição do Cultivo e a Manutenção da Tradição Gaúcha, proporcionará e facilitará o conhecimento e acesso da sociedade à essência da cultura gaúcha, que é sua por herança histórica divulgar a cultura gaúcha e suas mais diversas manifestações. Incentivar as crianças e comunidade em geral a cultuar e valorizar a cultura gaúcha e seu contexto de herança cultural. Durante as aulas, as crianças recebem ensinamentos sobre Danças Tradicionais Gaúchas, declamações, dança da chula e canto e a indumentária típica. A realização deste projeto acontecerá em etapas. Após conseguirmos o aporte, iniciaremos a contratação dos profissionais que acompanharão as invernadas, sendo eles instrutor de dança de invernadas, instrutor de sapateio, instrutor de sarandeios, instrutor de declamação, professor de instrumentos musicais, canto e coreógrafo. Informamos que, com exceção do coreógrafo, todos os demais profissionais contratados trabalharão por 10 meses, com as invernadas pré-mirim, mirim, juvenil, adulta e veterana. O coreógrafo trabalhará com as danças típicas de entrada e saída de todas as invernadas, em uma única oportunidade. Em relação às indumentárias para prendas e peões, elas contemplarão 110 pessoas (55 peões e 55 prendas). Para este projeto também estamos prevendo 5 apresentações em diferentes eventos da 24º região tradicionalista, por isso, que prevemos o transporte do ônibus. Através destas apresentações também apresentaremos as novas indumentárias e coreografias do grupo. DIAS E HORÁRIOS DAS AULAS: Invernadas pré mirim, mirim, juvenil, adulta e xiru, 2 horas de aula por semana por invernada, sendo nos seguintes dias e horários: Pré Mirim – Terças das 19:00 às 21:00, Mirim – Terças das 21:00 às 23:00, Juvenil – quintas-feiras das 19:00 às 21:00, Xiru – quintas-feiras das 21:00 às 23:00 e Adulta – Terças e quintas-feiras das 23:00 às 00:00 * Invernada dente de leite, 1 hora semanal, sendo nas quartas-feiras das 19:00 às 20:00hs.
Objetivos Realizar a manutenção das invernadas do GAN Anita Garibaldi, oportunizando aos participantes com instrutores capacitados, desenvolvendo assim novas habilidades. Democratizar o acesso a dança tradicional gaúcha e incentivar a sua prática como forma de ampliar o repertório cultural dos dançarinos. Valorizar o trabalho de conservação da tradição gaúcha desenvolvido pelo GAN Anita Garibaldi, transferindo aos talentos locais os ensinamentos da cultura do Rio Grande do Sul. O projeto contempla as seguintes finalidades perante ao art. 2º do decreto 10.755/21, segue: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Objetivos Específicos 1) Realizar 80hs aula de oficina de chula para os peões nas modalidade pré mirim, mirim, juvenil, adulta e veterana. 2) Realizar 80hs aula de oficina de danças tradicionais para prendas e peões nas modalidades, pré mirim, mirim, juvenil, adulta e Veterana. 3) Realizar 40hs de aulas de canto e instrumentos musicais para prendas e peões, 40hs aula de sarandeio para prendas, 40hs de oficinas de declamação, sendo todas distribuídas para as diversas modalidades. 4) Aquisição de 60 indumentárias para prendas e peões, sendo 30 peões e 30 prendas. 5) Realizar 5 apresentações com entrada gratuita em diferentes eventos da nossa região. Serão realizadas 1 apresentaçao por mês no período de 6 meses. O resultado será medido através da partipação popular no projeto, e que será divulgado nas redes sociais para total transparência de todos eventos do projeto. CONTRAPARTIDA: realizar, gratuitamente 5 palestras sobre a Cultura Gaúcha de pelo menos 1 hora por mês no período de 5 meses e realizar no período de 6 meses, sendo 2 vezes por semana oficinas sobre a Cultura Gaúcha, totalizando 40horas/aula com emissão de certificado de curso livre; O número de beneficiários da contrapartida social será de 270 de acordo com o plano de distribuição e respeitando o mínimo de cinquenta por cento do quantitativo para estudantes e professores de ensino publico municipal de Encantado-RS, crianças do centro de passagem e casas de idosos na cidade de Encantado-RS.
O presente projeto visa auxiliar na manutenção das danças de invernadas, dança da chula, declamações e canto do Grupo de Artes Nativas Anita Garibaldi. Com instrutores gratuitos o projeto prevê o atendimento de crianças, jovens e adultos. O presente projeto valoriza a cultura gaúcha e estimula a integração de crianças, jovens e adultos, a partir da dança e do folclore gaúcho. É como uma linguagem social que permite a transmissão de sentimentos, emoções da afetividade vivida nas esferas da religiosidade, do trabalho, dos costumes e hábitos. O Centro de Tradições Gaúchas é um local que preserva e mantém viva a cultura gaúcha. A oficina é um dos instrumentos para fomentar e disseminar os valores culturais, que são passados de geração em geração. Neste sentido, a cultura é o elemento transformador da realidade, que molda o caráter e forma cidadãos plenos, capazes de construir um processo coletivo. O folclore gaúcho é o retrato da cultura do povo riograndense. É uma das formas de representar a cultura regional, pois retrata seus valores, crenças, trabalho e significados. Dançar a cultura gaúcha é conhecê-la, é de alguma forma se apropriar dela e enriquecê-la. Enquadramento legal: Salientamos que a presente proposta oferece um produto cultural e está em consonância com o Art. 1°§2 da lei 8.313/91 nos seguintes itens: I - Contribuir para ampliar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, produzir e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - Proporcionar a difusão de bens culturais de valor inestimável que auxilia, manter a identidade regional, contribuindo para o desenvolvimentoda cultura do país; O projeto também atende ao Art. 3° da Lei 8.313/1991 para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão os seguintes objetivos: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos sem fins lucrativos.
O projeto prevê contratação de transporte coletivo para os deslocamentos nas 5 apresentações nas cidades contempladas. Os beneficiários serão os 110 integrantes e os responsáveis pelo Grupo de Artes Nativas Anita Garibaldi.
Resumo do projeto pedagógico e dos conteúdos a serem ministrados nas aulas/ensaios e apresentações dos rodeios, Festivais e na semana Farroupilha da Região da 24ª região tradicionalista e em outros municípios do estado do Rio Grande do Sul: As principais danças serão relacionadas cada apresentação em eventos, rodeios e festivais, visando a melhor formatação e duração das apresentações. Quanto as danças tradicionais gaúchas: Anú: Divide-se em duas partes distintas: uma para ser cantada e outra para ser sapateada. É dança de pares soltos mas não independentes. É grave e viva ao mesmo tempo, na parte cantada é cerimoniosa e na sapateada realiza evoluções bastante marcantes. Balaio: Dança folclórica brasileira, originária do Nordeste. Trata-se de dança sapateada e, ao mesmo tempo, de conjunto. Além do sapateio destaca-se a formação de rodas que giram. Cana Verde: Originária de Portugal, se tornou popular em vários estados brasileiros e adquiriu formas locais em cada região. Os pares postam-se frente a frente, executam uma marcação de passos para os lados e após, tomados pelo braço, giram em torno de si mesmos. Num segundo momento fazem o mesmo com os demais dançarinos trocando de pares em evoluções através do círculo formado pelos pares. Caranguejo: Há referências sobre esta dança em todo o Brasil desde o século XIX. É uma dança grave, de pares dependentes, lembrando bastante o minueto. Chimarrita: Dança folclórica gaúcha trazida para o Sul do Brasil pelos colonos portugueses das Ilhas dos Açores, no século XVIII. Dança de pares em fileiras opostas. Chimarrita Balão: Pode ser uma variação do balão dançado em Portugal ou do balão faceiro, dançado no Brasil, porém muito diferente da Chimarrita. Maçanico: Dança catarinense, das lagoas do Imaruí, nasceu para homenagear a batuíra, pesca-em-pé, ou maçanico, pássaro migratório que passa os verões no Sul do Brasil. Sua corridinha para lá e para cá, à beira da lagoa, tentando pescar, inspirou alguns passos da dança. Pau de Fitas: É tida como dança universal, pois não se consegue encontrar o ponto geográfico de origem. Provavelmente venha da dança das fitas evidenciando as solenidades de culto às árvores entre os povos primitivos. Hoje dança-se em torno de um mastro, formando figuras com as fitas de acordo com as evoluções dos dançarinos que levam as fitas, em duas cores, uma para os homens e outra para as mulheres, nas mãos fazendo os entrelaçamentos. Pezinho: Originária de Portugal e Açores é vivaz e alegre, com características de ingenuidade infantil. Os dançarinos apresentam duas partes: na primeira há uma marcação dos pés e na segunda os pares giram em torno de si próprios, tomados pelo braço. Rancheira de Carreirinha: É uma variante de rancheira, dançada grupalmente. Rilo: Juntamente com as country dance (contradança), Paris importou da Escócia um reel em formação de roda, utilizando a figura do 8. Nos salões brasileiros, em torno de 1850, era muito dançado, passando para o nome aportuguesado rilo. Roseira: Uma das danças regionais sul-riograndenses onde se percebe maior parentesco com danças regionais de Portugal. Coreografia muito rica onde os pares dançam soltos, outras de mãos dadas em ritmo rápido, outras há a execução de um namoro com gestos lentos e delicados e uma última parte onde, através de evoluções os homens e mulheres, trocam com todos os outros pares da roda até reencontrar seu par original. Sarrabalho: Tem origem na Ibéria. Trata-se de um sapateado, em que os dançarinos vão castanholando com os dedos, em pares soltos, com o homem parecendo perseguir a mulher. Tatu de Castanholas: Música folclórica cuja coreografia foi criada posteriormente utilizando-se de sapateios já existentes em outras danças, mas que adquiriram uma forma especial quando os pares soltos alternam sapateios e evoluções chamadas passeios. Tatu com volta no meio: Originalmente, o Tatu não tinha a volta no meio. Consistia num sapateado de pares soltos sem maiores características. A volta no meio foi introduzida na metade do século XIX. Tirana do lenço: Dança espanhola muito difundida na América Latina, na qual os dançarinos são pares soltos que entre passeios e sapateios dos homens e sarandeios das mulheres, agitam pequenos lenços na indicação de uma conquista entre o homem e a mulher. Xote de Carreirinha: Dança folclórica gaúcha, originária do schottinh trazido pelos imigrantes alemães. Na primeira parte da dança, os pares desenvolvem uma pequena corrida compassada, o que deu razão ao nome da dança: carreirinha. Xote Inglês: Dança de salão difundida nas cidades brasileiras no final do século XIX, por influência da cultura inglesa. Começou pelos centros urbanos, executado ao piano e ganhou o interior já executado na gaita. Xote de duas damas: É uma variante do xote, em que um peão dança com duas prendas, possivelmente reproduzindo o que acontecia na Alemanha. Em São Paulo, na década de 1920, dançou-se um xote militar com duas damas. Diz-se que teve origem num momento em que por causa das guerras haviam poucos rapazes nos bailes. Coreografias especiais como as de entrada e saída para os espetáculos: criadas utilizando-se temas como fatos históricos, lendas ou folclore brasileiro. Quanto a dança da chula: Uma vara de madeira denominada lança, de 2 ou 3 metros de comprimento, é colocada no chão, com dois ou três dançarinos dispostos em suas extremidades. Ao som da gaita gaúcha (sanfona), os dançarinos executam diferentes sapateados, avançando e recuando sobre a lança. Após cada sequência realizada, o outro dançarino deverá repeti-la e com uma nova sequência, geralmente mais complicada que a do seu parceiro. Assim, vencerá o dançarino que não perder o ritmo, não encostar na lança e conseguir realizar a melhor sequência coreográfica. Quanto as oficinas culturais: declamações e canto são apresentadas assuntos ligados ao tradicionalismo, tropeirismo, folclores e fatos relevantes do gaúcho.
O espaço utilizado para a realização das oficinas de capacitação de danças tradicionais, chula, canto e declamações são de fácil acesso e consta com acessibilidade garantida aos usuários. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - DANÇAS a)Acessibilidade Física: Facilitadores de locomoção como: rampas, banheiros adaptados, guias, assoalhos lisos, tablados para lugares reservados para os mesmos. Planilha orçamentária: 1 - Recursos próprios. b)Acessibilidade de Conteúdo: Não será contemplado itens de acessibilidade em planilha orçamentária pois o local já possui estrutura adequada, de acordo om Art. 27, inciso II, do decreto 5.761, de 27 de abril de 2006, e no caso de qualquer outra necessidade será mantida com recursos próprios da instituição. Planilha orçamentária: recursos próprios. c)Acessibilidade para deficientes auditivos: adotaremos as recomendações da norma brasileira vigente, por isso utilizaremos Intérprete de Libras onde serão realizadas as 5 apresentações. Planilha orçamentária: 1 - intérprete de libras. d)Acessibilidade para deficientes visuais: Adotaremos para as principais apresentações a descrição em braile para acompanhamento. Planilha orçamentária: 1 - transcrição em braile. e)Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: 1- Disponibilizaremos Monitores Capacitados. Planilha orçamentária: Monitores OFICINAS a) O retroprojetor será locado e é necessário para ampliar as informações para as pessoas que estarão presentes nas oficinas, ou seja, será utilizado pelo palestrante e oficineiro. Realizar durante 12 meses oficinas sobre a arte da cultura gaúcha, sendo 6 palestras totalizando 10horas ano durante a execução do projeto. Planilha orçamentária: 1 - locação de retroprojetores B) O palestrante fará a apresentação com os participantes sobre o tema da Cultura Gaúcha. Planilha orçamentária: 1 - serviço Palestrante C) Oficineiro: O oficineiro fará a interação com palestrante e os participante sobre materiais da Cultura Gaúcha. Planilha orçamentária: 1 - oficineiro CONTRAPARTIDA SOCIAL a)Acessibilidade Física: Facilitadores de locomoção como: rampas, banheiros adaptados, guias, assoalhos lisos, tablados para lugares reservados para os mesmos. Planilha orçamentária: Recuros próprios b)Acessibilidade de Conteúdo: Não será contemplado itens de acessibilidade em planilha orçamentária pois o local já possui estrutura adequada, de acordo om Art. 27, inciso II, do decreto 5.761, de 27 de abril de 2006, e no caso de qualquer outra necessidade será mantida com recursos próprios da instituição. Planilha orçamentária: recursos próprios. c)Acessibilidade para deficientes auditivos: adotaremos as recomendações da norma brasileira vigente, por isso utilizaremos Intérprete de Libras. Planilha orçamentária: 1 - intérprete de libras. d)Acessibilidade para deficientes visuais: Adotaremos a impressão em braile para acompanhamento. Planilha orçamentária: 1 - impressão em braile. e)Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: 1- Disponibilizaremos Monitores Capacitados. Planilha orçamentária: Monitores
Acesso totalmente gratuito. Como medida de democratização de acesso, adotaremos o seguinte inciso do art. 24 da IN 01/22:III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;
GAN Anita Garibaldi - Função: proponente e coordenador administrativo e financeiro respondendo pelo projeto perante a Secretaria Especial da Cultura, realizando também toda criação, gestão executiva, financeira e técnica do projeto e em todas as fases do projeto. Lume Organização de Eventos - Função: produtor executivo. | Currículo: A Lume Organização de Eventos atua no mercado de projetos culturais há mais de 6 anos. Com uma vasta experiência, a empresa oferece soluções junto aos clientes e presta a assessoria para que o projeto seja executado de acordo com a legislação vigente. Acto Gestão e Apoio Administrativo - Função: captador de recursos | Currículo: Sabedora de que a atividade cultural possui a capacidade de mobilizar e promover impactos positivos na sociedade, a ACTO busca tornar pública a importância do planejamento, de forma concreta e permanente. Este planejamento é fundamental para que as ações desenvolvidas tenham retorno e uma avaliação adequada, levando ao cliente um resultado real e transparente. Um projeto bem planejado e executado permite ter resultados claros e objetivos, facilitando o planejamento de uma próxima edição, bem como a divulgação consciente dos resultados obtidos. Daniel Dal Molin – Função: Professor | Currículo: Atividade como Instrutor: Iniciei no movimento no ano de 1987, nas invernadas do CTG Sentinela da Tradição. - No ano de 1999 entrei para a invernada adulta do GAN Anita Garibaldi e continuo até hoje sendo o professor das invernadas. Fernando Graciola - Função: Professor e cantor | Currículo: Bacharel em Violão pela Universidade Federal de Santa Maria – UFSM (2011), atua como violonista, arranjador, compositor e professor. Já realizou diversos projetos musicais dentre eles CDs e web-séries contando um pouco mais sobre a música gaúcha e suas vertentes. Grupo SantaFé | Função: Banda local | Currículo: O grupo Santafé tem mais de 20 anos de estrada acompanhando diversos grupos de projeção folclórica do Rio Grande do Sul , Santa Catarina , Paraná e Mato Grosso do Sul, um grupo que tem na sua essência a música regional e tradicional do nosso estado. Guilherme Dias | Função: Assistente | Currículo: Há mais de 10 anos integra a invernada, nas modalidades danças tradicionais e chula. Desde 2019 é instrutor de chula e sapateio das invernadas Pré-mirim, Mirim, Juvenil, Adulta e Xirú. Além disso, é jurado em competições. Lucas Schneiders | Função: Assistente e Declamador – tem mais de 6 anos de participações em concursos de declamações pela estado, sempre se destacando e ganhando diversos prêmios. Luiza Ana Vendramin | Função: Assistente e dançarina de sarandeio, que consiste nas coreografias das dançarinas, fazendo-as ficarem volumosas, e a cada mexer das saias, dos vestidos elas ocupam alguns espaços e com isso, procuram chamar a atenção. Márcia Raquel Graciola | Função: Assistente e instrutora de declamação há mais de 10 anos. Durante esses anos conquistou mais de 200 troféus nas modalidades de declamação e intérprete solista vocal.
PERÍODO DE EXECUÇÃO ENCERRADO. ABERTO PRAZO DE 60 DIAS PARA APRESENTAR PRESTAÇÃO DE CONTAS.