| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 07707650000110 | AYMORE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO S.A. | 1900-01-01 | R$ 499,0 mil |
Apresentações de jazz e música instrumental brasileira - de músicos consagrados e também de músicos em ascensão - a preços populares. O projeto já acontece desde 2011 e tem a importante função de fomentar música de qualidade sem grande apelo comercial. Serão realizadas apresentações musicais e curso aberto à população.
Não se aplica.
Objetivo Geral- Fomentar música instrumental brasileira com influencias do jazz e suas vertentes com pouco apelo mercadológico e com pouca visibilidade midiática, estimular produção de boa música nacional e formação de plateia para esse estilo musical, aquecendo o mercado musical e a indústria econômica da cultura, especialmente ligada à música instrumental. Objetivos Específicos- PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL - Realizar 6 apresentações de Jazz e música instrumental brasileira ao longo de um ano a preços populares, com curadoria do Bourbon Street Music Club, com duração de 1h15, para um público total estimado em 2.400 pessoas (400 por apresentação);- PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS - Realizar curso presencial e gratuito com duração de 40 horas aula com emissão de certificado, conforme plano educativo anexado em DOCUMENTOS DA PROPOSTA _ GRATUITO, para um público total estimado em 200 pessoas;- PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS - Promover transmissão online de 2 das apresentações musicais previstas, para ampliar o acesso ao produto cultural, para um público total estimado em 500 pessoas (250 por apresentação). O projeto atende aos seguintes incisos do artigo 2o do Decreto 10.755 de 2021:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura;
O projeto Jazz.Br _ o jazz no domínio brasileiro foi criado em 2011 pensado em atender o público jovem que curte o jazz e seus derivados, feito por músicos nacionais. Também passeia pela boa música brasileira, trazendo não só grandes nomes, mas também os novos destaques da cena instrumental sempre no formato "na roda" Esse formato de apresentação consiste em colocar os músicos no chão, no centro da casa, fazendo da pista o palco, com o público em volta, que transforma as apresentações em verdadeiras jams sessions, criando uma proximidade muito gostosa entre músicos e público. Já participaram do projeto Hermeto Pascoal, Naná Vasconcelos, Raul de Souza, André Mehmari, Pau Brasil, Michel Freidensen, Bocato, Filó Machado, Nuno Mindelis, Hamilton de Holanda, Carlos Malta Trio, Mestrinho e Nicolas Krassik, César Camargo Mariano, entre outros. Já no seu 11º ano em 2022, o projeto Jazz.Br é conhecido dos apreciadores de boa música e faz parte de um movimento na cidade de SP de fomento à música instrumental e jazz alternativo, que se desenvolve em diversos espaços da cidade. Essas ações têm aberto espaço para a música instrumental e para o jazz, que podem mostrar o que é, como funciona e em que se baseia esse estilo musical quase desconhecido para jovens e novos apreciadores que nunca ou pouco contato tiveram com esse ritmo _ ação que forma novas plateias. De acordo com pesquisa feita pela consultoria Jleiva em 2018, Cultura em capitais o Jazz só é lembrado como um dos 3 ritmos favoritos por menos de 3% da população paulistana. Esses dados são do estado mais rico do país _ supostamente o que mais teria acesso a músicas fora do grande circuito comercial. Tal dado mostra a importância de fomentar, mostrar e dar oportunidade a esta manifestação artística pouco acessível do grande público e de elevada qualidade artística. Entendemos que por não ter força mercadológica para que o próprio projeto seja lucrativo para pagar seus próprios custos, faz-se necessário que o projeto tenha recursos incentivados para se viabilizar. Além disso, o ritmo tem importância histórica, é uma base importante das criações nacionais e, se adequadamente mediado, pode se tornar uma base importante para alunos de música e criações musicais, principalmente em aspectos de musicalização. Contudo, para que a experiência do público seja positiva e estes consigam apreciar o estilo musical, é necessário que se faça mediação adequada. Para tanto, o projeto prevê curso gratuito, onde os músicos conversam com a plateia sobre composição, as formas de tocar, os instrumentos, acordes entre outros aspectos criativos. Esta ação tem por objetivo aproximar os músicos da plateia, tirando o estigma pré-concebido de que jazz é um ritmo elitista, difícil, erudito, caro e excludente. O projeto traz seleção do melhor do jazz e da música instrumental brasileira, com o efeito de popularização e simplificação do entendimento de um tipo de música com pouco espaço na mídia e para o grande público. As bandas se apresentam em formato de roda, com os músicos no centro - literalmente, no chão da casa mais tradicional de jazz de São Paulo - e a plateia em volta disposta em círculos concêntricos, tudo para proporcionar um momento intimista, de aproximação da música e da plateia. O projeto aqui exposto atende: 1) Aos incisos I, II, III, VII, VIIL e IX, do artigo 1°da Lei 8313/91, abaixo citados: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Os shows serão amplamente divulgados e de acesso irrestrito, permitindo exercício de direitos culturais de quem assistee produz o show; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O projeto pretende estimular a produção instrumental brasileira de alta qualidade e complexidade musical, dando a eles o espaço e visibilidade necessária para que sejam mais conhecidos e difundidos entre a população, que é pouco impactada por este tipo de produção artística; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto valoriza e difunde a música instrumental, com homenagens a seus intérpretes e criadores. Além de referência a grandes compositores e improvisadores de jazz norte-americano, os artistas que se apresentam neste projeto, comummente, fazem homenagens a mestres da música instrumental nacional - tais como Dominguinhos, Heitor Villa-Lobos e Hermeto Pascoal (esse último, já se apresentou em outras edições deste projeto). VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; O projeto faz uma intersecção entre musicos nacionais que se inspiram nas raízes do Jazz norte-americano para suas criações, bem como nas improvisações deste gênero musical, as quais lhe são muito características e peculiares. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; A produção de shows estimula a produção e difusão de bens culturais - tais como shows e espaços musicais de elevada qualidade artística, mostrando a possibilidade a preços baixos (dentro dos limites do vale-cultura) , de uma gama de artostas selecionados por uma curadoria especializada, capaz de mostrar sob outra ótica a produção nacional instrumental de qualidade. IX - priorizar o produto cultural originário do País. Ressaltamos que, os artistas que se apresentarão neste projeto são TODOS NACIONAIS. Entretanto, todos os artistas que se apresentarão neste projeto possuem influencias criativas do Jazz e do Blues, ritmos tipicamente americanos. Por esta razão, os artigos VII e IX, aparentemente antagônicos, neste projeto se compõem e coexistem harmonicamente. 2) Aos objetivos I, II, III, VII, VIIL e IX, do artigo 3° da Lei 8313/91, abaixo citados: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; Entendemos que o curso, bem como a ação de formação de plateia voltasda a alunos de música cumpre este papel; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Trata-se da realização de shows instrumentais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Como medida de democratização de acesso serão doados ingressos gratuitos para os shows do projeto; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; O projeto em si visa a contratação de serviços e profissionais ligados a indústria artístico-cultural, fomentando a economia do setor e gerando empregos nesta área.
PASSAGENS AÉREAS Os artistas e bandas do projeto serão definidas na pré-produção. Calculamos que ao menos 2 das 5 bandas (com cerca de 5 integrantes em média) virão de outros estados. ATENÇÃO: Informamos que, por algum equívoco, a planilha orçamentária da presente proposta está incompleta, contando com apenas R$ 21.120,00. Por este motívo, incluímos novamente todas as rubricas da planilha orçamentária, e encaminhamos para análise, no valor total de R$ R$ 499.488,00.
6 shows de 1h30 cada.Curso presencial e gratuito com duração de 40 horas aula com emissão de certificado.
PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL Acessibilidade física: Em observância à legislação vigente, o projeto Jazz.Br será realizado no Bourbon Street Music Club, local JÁ DOTADO de todas as medidas de acessibilidade - áreas com acesso para pessoas com baixa mobilidade, banheiros adaptados - além de contar com equipe devidamente capacitada para o atendimento de pessoas portadoras de deficiência. A equipe de atendimento do projeto Jazz.Br será devidamente treinada para atender ao público com necessidades especiais, caso necessário. Item da planilha orçamentária: Coordenador de produção, que irá treinar a equipe. Acessibilidade para deficientes visuais: Para portadores de deficiência auditiva e visual, caso necessário, também serão disponibilizados locais especiais, mais próximos a banda para que esses possam usufruir de forma mais adequada da frequência por meio de outros estímulos sensoriais. Será feita audiodescrição dos vídeos a serem transmitidos online. A equipe de atendimento do projeto Jazz.Br será devidamente treinada para atender ao público com necessidades especiais, caso necessário. Item da planilha orçamentária: Apresentador/Locutor (que fará a audiodescrição) e Coordenador de produção, que irá treinar a equipe. Acessibilidade para deficientes auditivos: Para portadores de deficiência auditiva e visual, caso necessário, também serão disponibilizados locais especiais, mais próximos a banda para que esses possam usufruir de forma mais adequada da frequência por meio de outros estímulos sensoriais. Além disso, será contratado intérprete de libras para os shows. A equipe de atendimento do projeto Jazz.Br será devidamente treinada para atender ao público com necessidades especiais, caso necessário. Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras e Coordenador de produção, que irá treinar a equipe. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas de conteúdo: Será disponibilizado assistentes exclusivos para auxilio a pessoas com estas deficiências. Item da planilha orçamentária: Coordenador de produção, que irá treinar assistentes para este caso. O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto irá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade, em todos os produtos. As medidas de acessibilidade serão adotadas para 100% das apresentações e do curso. NÃO HÁ CUSTOS COM AS AÇÕES DE ACESSIBILIDADE. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Em observância à legislação vigente, o projeto Jazz.Br não prevê em orçamento despesas para acessibilidade, entretanto será realizado no Bourbon Street Music Club, local JÁ DOTADO de todas as medidas de acessibilidade - áreas com acesso para pessoas com baixa mobilidade, banheiros adaptados - além de contar com equipe devidamente capacitada para o atendimento de pessoas portadoras de deficiência. A equipe de atendimento do projeto Jazz.Br será devidamente treinada para atender ao público com necessidades especiais, caso necessário. Item da planilha orçamentária: Coordenador de produção, que irá treinar a equipe. Acessibilidade para deficientes visuais: Para portadores de deficiência auditiva e visual, caso necessário, também serão disponibilizados locais especiais, mais próximos a banda para que esses possam usufruir de forma mais adequada da frequência por meio de outros estímulos sensoriais. Será feita audiodescrição dos vídeos a serem transmitidos online. A equipe de atendimento do projeto Jazz.Br será devidamente treinada para atender ao público com necessidades especiais, caso necessário. Item da planilha orçamentária: Apresentador/Locutor (que fará a audiodescrição) e Coordenador de produção, que irá treinar a equipe. Acessibilidade para deficientes auditivos: Para portadores de deficiência auditiva e visual, caso necessário, também serão disponibilizados locais especiais, mais próximos a banda para que esses possam usufruir de forma mais adequada da frequência por meio de outros estímulos sensoriais. Além disso, será contratado intérprete de libras para os shows. A equipe de atendimento do projeto Jazz.Br será devidamente treinada para atender ao público com necessidades especiais, caso necessário. Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras e Coordenador de produção, que irá treinar a equipe. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas de conteúdo: Será disponibilizado assistentes exclusivos para auxilio a pessoas com estas deficiências. Item da planilha orçamentária: Coordenador de produção, que irá treinar assistentes para este caso. O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto irá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade, em todos os produtos. As medidas de acessibilidade serão adotadas para 100% das apresentações e do curso.
Shows: O projeto conta com o preço popular de couvert artístico de R$ 45,00 a R$ 90,00. Também serão doadas 10% das entradas gratuitamente para o público em geral. Ações Formativas Culturais - Curso presencial e gratuito com duração de 40 horas aula com emissão de certificado. Neste momento, o público interage e pode fazer perguntas para os músicos relativas à produção musical. A ação é voltada ao público como forma de mediar a introdução a este ritmo musical. No mínimo cinquenta por cento do quantitativo de beneficiários do produto contrapartida social irá se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. O projeto terá duas apresentações com transmissão aberta e gratuita, elevando o número de público a ser alcançado GRATUITAMENTE. PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL 25% dos convites serão vendidos a preço popular e abaixo do valor do Vale-Cultura (45,00) e 25% dos convites serão vendidos a preço popular acima do valor do Vale-Cultura (90,00). 50% dos convites serão distribuidos gratuitamente, sendo 10% para fins de divulgação, 10% para patrocinador e 30% para a população. PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS 100% GRATUITO, SENDO sendo 10% para fins de divulgação, 10% para patrocinador e 80% para a população em geral. O projeto atende aos seguintes incisos do Art. 24 da IN 01/2022: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: a) curso presencial e gratuito com duração de 40 horas aula com emissão de certificado.
Edgard Radesca - Diretor Geral - é Brasileiro, Casado. Engenheiro, Pós-graduado em Administração de Empresas. É produtor, promotor e empresário artístico. É sócio-fundador do Bourbon Street Music Club. Atua na área de eventos desde 85, e desde 1991, se dedica ao Jazz e ao Blues desde. Já produziu turnês brasileiras de artistas como BB King, Ray Charles, Nina Simone, Playing For Change, Natalie Cole, Buddy Guy, entre outros. idealizador dos projetos como Bourbon Street Fest (13 edições), Bourbon Festival Paraty (8 edições), Bourbon Street Fest (13 edições) Bourbon Festival Paraty (8 edições), Paraty Latino (4 edições) e o Bourbon Folk and Blues de Ilhabela, além das 6 edições anteriores do Jazz.Br. Abaixo, detalhamento dos últimos anos: 2015 - Jazz.Br – O Jazz no Domínio Brasileiro; Bourbon Festival Paraty – 7ª edição; Festival Internacional Jazz & Blues de Ilhabela – 1ª edição; Festival de Música Latina – Fiesta Latina 3ª edição, 13º Bourbon Street Fest no Parque do Ibirapuera (SP), no Bourbon Street (SP), Teatro Oi Casa Grande (RJ) e na Praça dos Três Poderes (DF). 2016- Jazz.Br – O Jazz no Domínio Brasileiro; Bourbon Festival Paraty – 8ª edição; Festival Internacional Jazz & Blues de Ilhabela – 2ª edição; Festival de Música Latina – Fiesta Latina 3ª edição 2017- Jazz.Br – O Jazz no Domínio Brasileiro; ZAZ En Turnée – produção local da Turnê brasileira da cantora francesa; IlhaBela Bossa & Choro – em parceria com a Lucas Shows, Bourbon Festival Paraty 9ª edição Herbert Lucas - Direção Artística - Brasileiro, casado. Produtor, Promotor, Diretor Artístico. É sócio fundador da Lucas Shows. Em atividade desde 1994. Já produziu artistas como Ron Carter, John Hammond, Bryan Lee, Al Broussard, Davell Crawford, Ray Charles, B.B.King, Festivais Antone’s Blues Festival e Marantz Jazz Soundz, Nina Simone. Fez promoção e produção do festival Blues Brasil, temporadas de Gary Brown, Mahogany Blue e New Beginnings, entre outros. Nos últimos anos esteve envolvido nos seguintes projetos culturais: 2015 - Jazz.Br – O Jazz no Domínio Brasileiro; Bourbon Festival Paraty – 7ª edição; Festival Internacional Jazz & Blues de Ilhabela – 1ª edição; Festival de Música Latina – Fiesta Latina 3ª edição, 13º Bourbon Street Fest no Parque do Ibirapuera (SP), no Bourbon Street (SP), Teatro Oi Casa Grande (RJ) e na Praça dos Três Poderes (DF). 2016- Jazz.Br – O Jazz no Domínio Brasileiro; Bourbon Festival Paraty – 8ª edição; Festival Internacional Jazz & Blues de Ilhabela – 2ª edição; Festival de Música Latina – Fiesta Latina 3ª edição 2017- Jazz.Br – O Jazz no Domínio Brasileiro; ZAZ En Turnée – produção local da Turnê brasileira da cantora francesa; Idealizador do IlhaBela Bossa & Choro. ARTISTAS Serão definidos na etapa de pré-produção. Abaixo, citamos alguns exemplos de artistas que já tocaram em outras edições do projeto e são pretendidos. Sua efetiva contratação dependerá de disponibilidade de agenda dos músicos e da casa de espetáculos. André Mehmari: Pianista, arranjador, compositor e multiinstrumentista. Músico de destaque no cenário nacional, é autor de composições e arranjos para algumas das formações orquestrais e câmera mais expressivas do país, como OSESP, Quinteto VIlla-Lobos, OSB, Quarteto de Cordas da Cidade de S.P, entre outros. A discografia já reúne oito cds solo, além de participações em numerosos projetos. Deep Funk Session: Formado por 5 músicos de destaque da cena jazzística de São Paulo, o Deep Funk Session resgata uma concepção que ficou obscurecida com o tempo: o jazz-funk. O grupo propõe um olhar para esse gênero que, com tantas influências e variações, tornou-se um patrimônio do mundo. Duofel:Duo virtuoso formado pelos violonistas consagrados Luiz Bueno e Fernando Melo, tocam juntos desde 1977. Influenciados por Paco de Lucia, pela música dos índios tabajaras e Egberto Gismonti, já se apresentaram com grandes nomes da cena nacional. Hermeto Pascoal: Músico consagrado de 81 anos de idade, é um mito da música capaz de tirar notas harmônicas de qualquer objeto. Os sons da natureza o fascinaram desde pequeno. A partir de um cano de mamona de abóbora, fazia um pífano e tocava. Ao ir para a lagoa, passava horas tocando com a água. O que sobrava de material do seu avô ferreiro, ele pendurava num varal e tirava sons. Tocou com seu irmão mais velho José Neto, em forrós e festas de casamento, revezando-se com ele no 8 baixos e no pandeiro. Atualmente, Hermeto Pascoal apresenta-se com cinco formações: Hermeto Pascoal e Grupo, Hermeto Pascoal e Aline Morena, Hermeto Pascoal Solo, Hermeto Pascoal e Big Band e Hermeto Pascoal e Orquestra Sinfônica. Hamilton de Holanda: bandolinista brasileiro, bacharel em composição pela UNB. Nascido no Rio. Hoje é radicado em Brasília. Começou a tocar aos 5 anos de idade e a se apresentar aos 6. Foi considerado o melhor intérprete no II Festival de Choro do Rio de Janeiro, em 1995 com “Destroçando a macaxeira”, que ficou em segundo lugar como composição. Atualmente toca com o seu quinteto formado por André Vasconcellos, Daniel Santiago, Gabriel Grossi e Marcio Bahia. Com o irmão Fernando César formou o grupo Dois de Ouro e ao longo de sua carreira fez parceria com vários artistas renomados. Léo Galdelman:Saxofonista, arranjador e produtor, é hoje um dos mais influentes músicos no Brasil. Filho de uma pianista clássica e de um maestro, aos 15 anos já era solista da Orquestra Sinfônica Brasileira. Além da sólida formação clássica, estudou no Berklee College of Music, nos Estados Unidos, regressando ao Brasil em 1979 para dar início à carreira profissional. Desde então, Leo se dedica intensamente à carreira, tendo participado em mais de 800 gravações. Iniciou sua carreira artística solo em 87 inspirando-se principalmente na música brasileira e no Jazz, sempre com clara versatilidade e criatividade. Foi eleito durante 15 anos consecutivos “o Melhor Instrumentista Brasileiro” pelo concurso “Direto na Música” do Jornal do Brasil. Yamandu Costa: Violonista e compositor, Yamandu começou a estudar violão aos 7 anos de idade com o pai. Revelando uma profunda intimidade com seu instrumento e com uma linguagem musical sem fronteiras, Yamandu Costa percorreu os mais importantes palcos do Brasil e do mundo, participando de grandes festivais e encontros. Conquistou prêmios importantes da musica brasileira. É na atualidade o músico brasileiro que mais se apresenta no exterior abrangendo os mais diversos países do globo. Zérró Santos Big Band: projeto que apresenta ecletismo no repertório que vai de toadas e modinhas até Pixinguinha e John Coltrane, de Toninho Horta a Dori Caymmi, passando pelo baião, samba, frevo, choro e maracatu até standards do Jazz. Composta por uma seleta e afinada equipe de 25 músicos, a big band mostra um trabalho original e contemporâneo, fundindo temas de jazz com a brasileiríssima cadência do samba, com sonoridade moderna sem perder a autenticidade. O proponente realizará as atividades de COORDENAÇÃO GERAL DO PROJETO E COORDENAÇÃO FINANCEIRA (ambas em "custos de administração").
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.