| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 30680829000143 | NU FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | 1900-01-01 | R$ 4,48 mi |
| 10456016000167 | SHELL BRASIL PETROLEO LTDA | 1900-01-01 | R$ 1,50 mi |
Itinerância de projeto expositivo (exposição de artes) e pedagógico (mediação, workshops e mesas-redondas) da 1a Edição da Bienal das Amazônias nas cidades de Manaus (AM), Macapá (AP), Marabá (PA), Canaã dos Carajás e São Luís (MA).
PROJETO EXPOSITIVO Quanto a itinerância: Serão pensadas 5 exposições coletivas, com fragmentos da mostra principal da Bienal das Amazônias, desenhadas e curadas por Keyna Eleison, Vania Leal, Flavya Mutran e Sandra Benites, levando em consideração as especificidades dos cinco espaços expositivos envolvidos nas cidades de São Luis (MA), Marabá (PA), Canaã dos Carajás (PA), Macapá (AP) e Manaus (AM). Além disso, haverá a produção de duas obras públicas (site specifics) em cada uma das quatro cidades envolvidas. Oito artistas da Panamazônia, previamente escolhidos pelas curadoras, desenvolverão seus trabalhos – respeitadas as suas linguagens e suportes – no espaço a eles destinados nas cidades de São Luis (MA), Marabá (PA), Macapá (AP) e Manaus (AM) A montagem, manutenção e desmontagem; o envio, a devolução e o seguro das obras será de responsabilidade dos organizadores desta presente proposta. PROJETO PEDAGÓGICO A diversidade que desejamos apresentar nas mostras de artes visuais que compõem a Bienal das Amazônias e sua itinerância, torna acessível um abrangente painel da produção artística contemporânea na Panamazônia. Entretanto sabe-se que o material visual apresentado nas obras é mais bem aproveitado na medida em que a mediação é efetiva, ou seja, no momento em que se apresentam as variadas possibilidades de leitura e apreensão da obra de arte. Desta forma o Programa Educativo de Artes visuais da Bienal das Amazônias itinerâncias, pretende qualificar o processo de leitura que redimensiona as produções, articulando informações de caráter formal, sócio-histórico e estético, possibilitando ao participante acessar os meios de análise e crítica da produção artística que ultrapassem o momento da visita. A visita adaptada aos diferentes grupos atendidos consistirá em uma apresentação e contextualização prévias do objetivo do objeto de estudo, do contato com as obras no espaço expositivo e por fim, de exercício prático usando material educativo específico. A fim de tornar esse momento ainda mais interessante e com caráter duradouro, proporcionando vias para formação de público, o programa educativo disporá de material didático a ser distribuído gratuitamente aos alunos e utilizado em dois momentos: pelos mediadores, em um primeiro momento, durante a visitação dos alunos, e em um segundo momento, pelos professores que após a visitação queiram dar continuidade ao trabalho em suas salas de aula. Este material é pensado de forma a dar autonomia de leitura de obras aos visitantes. Seu conceito é elaborado de maneira que o material produzido possa ser utilizado em outras abordagens de obras de arte, e, inclusive, de outras exposições. O material pode também transformar-se em objeto para o desenvolvimento de atividades de exercício prático, desdobrando assim o momento de fruição ao convidar o visitante a uma permanência mais longa da experiência, estimulando-o a relacionar essa experiência estética com outras ocasionadas em seus cotidianos. A extensão da experiência a uma prática em oficina oferece um momento diferenciado de apropriação dos conceitos levantados nos momentos de apreciação e contextualização. Os conceitos básicos que norteiam este programa educativo estão em consonância com as transformações ocorridas nas áreas das artes visuais e de arte-educação. Presenciamos principalmente a partir dos anos 60, alterações na forma e no conteúdo do objeto de arte que, em princípio já estavam presentes nas obras produzidas pelas vanguardas históricas do início do século XX. As mudanças no objeto de arte se fizeram em paralelo às mudanças de comportamento histórico e consequentemente dizem respeito a ocorrência de novas situações no corpo social. A secularização da arte, o aparecimento e o incremento de novas mídias, o acesso aos bens culturais internacionais e a velocidade com que as informações passaram a ser veiculadas foram alguns dos fatores que influenciaram a tipologia do objeto contemporâneo da arte, que passou a solicitar a participação do espectador. Produto e processo passam a estar interligados. Portanto, a qualidade e a quantidade de informações relativas a um dado objeto de arte aumentaram e exigem, do fruidor, conhecimentos advindos de fontes diversas, que levem em consideração dados sobre outras culturas e outras épocas, além do exercício de articulação com outras áreas do conhecimento como biologia antropologia, ecologia, política, psicanálise, linguística, filosofia entre outras. Em meio a um vasto número de possibilidades, o arte-educador se vê como mediador entre a obra de arte e o visitante. Desde os dados factuais, como biografia do artista, histórico da obra e dados específicos sobre a mostra, é necessário que sejam trabalhados os múltiplos planos de significações que o objeto de arte permite. Pela necessidade de propor e desencadear diferentes leituras, a ação educativa (desenvolvida em um espaço) passa a adotar um trabalho de “curadoria educativa”, que pressupõe um trabalho que envolve o desenvolvimento de percursos e recortes para auxiliar a leitura do objeto artístico e dos conjuntos aos quais está vinculada. Por outro lado, a característica questionadora das visitas e o exercício prático posterior, provocam a articulação e a incorporação dos conceitos básicos para uma apreciação e para o uso dos códigos visuais de maneira autônoma e poética. Assim sendo, este programa educativo desenvolverá ações em três eixos principais, visando um maior aproveitamento da experiência vivenciada na Bienal das Amazônias, que será o seu espaço de ação. Embora integradas, tais ações são destinadas a três diferentes grupos: Ação destinada a estudantes; Ação destinada a professores; Ação destinada a públicos espontâneos. Sem deixar de mencionar todo o trabalho de treinamento com os monitores da Bienal. AÇÃO DESTINADA A ESTUDANTES 1. Mediar visitas orientadas a estudantes de acordo com a faixa etária, adaptando recortes específicos a partir de demandas prévias; 2. Concepção de material didático específico para estudantes, abordando questões relativas a mostra artística apresentada na Bienal das Amazônias, enfatizando a ludicidade do conteúdo e o convite a interação dos mesmos com a mostra e com o próprio material; 3. Oficinas móveis, produção de carrinhos portadores de material diversos que funcionem como pequenas oficinas portáteis como forma de driblar a falta de um lugar específico para as atividades artístico-lúdicas de fixação dos conteúdos vinculados a Bienal; implementação da prática de oficinas dentro do tempo da visitação. AÇÃO DESTINADA AOS PROFESSORES 1. Criação de uma área virtual específica para o programa educativo, no site da Bienal, onde deverão constar as especificações da mostra artística em questão, o material educativo, algumas sugestões de leitura, links interessantes para o tema abordado na mostra e um setor específico sobre metodologias de ensino que podem vir a ser utilizados por estes profissionais, para difundir o conteúdo abordado fora do ambiente deste projeto. AÇÃO DESTINADA A PÚBLICOS ESPONTÂNEOS 1. Mediação a visitação nos espaços expositivos, acompanhando o sistema de atendimento as visitas agendadas de terça a sexta-feira. 2. Mediação de hora em hora nos finais de semana e feriados; A ideia de adaptação de um mesmo conteúdo específico a públicos variados – em especial a faixas etárias que variam entre a criança em início de período escolar e o adulto já formado – demanda complementação do material didático geral produzido, com atividades adequadas aos diversos focos de interesse, sendo estas desenvolvidas no próprio momento da visita, em oficinas ou exercícios de reflexão e fixação, após o contato com as obras. Entende-se que o processo de formação estende-se também aos mediadores que desenvolvem diretamente o projeto. Grupo formado por universitários, já em meados do curso de sua opção, os mediadores têm, em períodos de 2 a 3 meses, a oportunidade de formação intensiva na área de conhecimento abrangida pelas mostras que compõe a itinerância da Bienal das Amazônia em que trabalham e a prática de estruturação de um discurso acessível e provocador em relação às questões levantadas pelos artistas e curadores.
Bienal das Amazônias itinerâncias é um projeto que tem por objetivo a ampliação da rede de atuacão da Bienal das Amazônias por meio da itinerância de projeto expositivo nas cidades de São Luís (MA), Marabá (PA), Canaã dos Carajá (PA), Macapá (AP) e Manaus (AM). Com isso, as reflexões sobre o território da Amazônia Legal, no que tange a arte _ suas similitudes e disparidades _, chegarão a um público maior, gerando intercâmbio entre artistas e espectador, possibilitando indagações acerca do status quo das artes contemporâneas versus a noção de urbanidade experienciada nos países da Panamazônia, em especial nas cidades envolvidas. Ao difundir esta produção _ objetos de arte, artistas e curadores _ e suas inquietações, a Bienal objetiva constituir espaço de trânsito entre saberes e fazeres, mercado e a concretização de evento artístico que se pretende bianual. Para isso, além da itinerância, se executará projeto pedagógico, complemento necessário cuja função é propor uma série de ações que possibilitem o maior acesso ao público, aos conteúdos vinculados e estimular suas apropriações, pelo espectador, de forma crítica e autônoma. A Bienal é proposta cultural que pretende, antes de tudo, valorizar a identidade dos habitantes da Amazônia, por meio da sua produção cultural e artística. Assim sendo, enquanto objetivo geral a Bienal das Amazônias Itinerância possui os seguintes itens do Art. 2o. I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; IX - promover a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior, assim como o intercâmbio cultural com outros países; XIV - apoiar as atividades culturais de Belas Artes; XVI - apoiar atividades com outras finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo. Objetivo Específico A) Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: Realizar itinerância de recorte do projeto expográfico da 1a edição da Bienal das Amazônias, nas cidades de Manaus (AM) ao longo de 60 dias, Macapá (AP) ao longo de 60 dias, Marabá (PA) ao longo de 60 dias, Canaã dos Carajás (PA) ao longo de 60 dias e São Luis (MA) ao longo de 90 dias. O recorte será feito pelas curadoras Keyna Eleison, Sandra Benites, Vania Leal e Flavya Mutran. Em cada uma das cidades serão SITE SPECIFIC inéditas, totalizando 18 (dezoito) - sendo 03 em Manaus (AM), 03 em Macapá (AP), 03 em Marabá (PA), 02 em Canaã dos Carajás (PA) e 07 em São Luis (MA) - e 05 EXPOSIÇÕES COLETIVAS, uma em cada uma das cidades selecionadas. Faixa etária Livre. Visitação completamente gratuita B) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar programa educativo formativo para mediação dos espaços expositivos em todas as cidades que compõe a itinerância; 45 (quarenta) MESAS-REDONDAS de até 120 minutos cada e 70 (setenta) WORKSHOPS em todas as cidades envolvidas pelo projeto, com duracão de 40 horas/aula cada.
A Panamazônia e Amazônia Legal, macrorregião composta pelos países da Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Peru, Venezuela, Suriname e Guianas, e pelos Estados brasileiros do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Mato Grosso, Tocantins e Maranhão, são territórios que se alargam para além da continental geografia física. Região ampla e fértil em diversidade cultural, a Panamazônia abrange nove países com suas respectivas peculiaridades, mas interligados por histórias e riquezas comuns a um dos territórios mais cobiçados da terra: a floresta Amazônica. A Floresta comporta a maior biodiversidade, além do maior rio em volume d’água do mundo, o Amazonas, em percursos permeados por lendas e mitos. A região vem ocupando o centro de interesse mundial, e guarda, sob a copa de suas árvores, segredos e mistérios a serem ainda desvendados. É nesta região de tamanho continental, que o projeto Bienal das Amazônias Itinerância, por meio de recorte do projeto expositivo e pedagógico da primeira edição da Bienal das Amazônias a ser realizado em Belém (PA) em 2023, enseja realizar itinerância de diversa e ampla programação artistica-educativa nas cidades de Manaus (AM), Macapá (AP), Marabá (PA), Canaã dos Carajás e São Luís (MA), a fim de permitir que outras cidades da Amazônia brasileira tenham acesso aos produtos culturais criados/produzidos pela região. Com isso o projeto perimitirá um olhar mais abrangente sobre a produção simbólica das Amazônias, bem como proporcionará um intercâmbio profícuo entre criadores e espectadores locais e de outras lugares do mundo sobre a arte contemporânea aqui produzida. O desejo desta proposta é provocar o habitante da região a se ver e se mostrar, não apenas através da contemplação, mas da reflexão contextualizada, afirmando sua identidade plural em um programa que parte de uma das premissas fundamentais da vida em sociedade que é a de equidade quanto o acesso aos produtos culturais e aos direitos que versam sobre o usufruto da cultura e da educacão de maneira gratuita. A Amazônia e as artes, ambas igualmente cercadas de mistérios, prometem um rico panorama da sua produção contemporânea, cuja seleção será feita por um corpo curador renomado, que selecionará as obras e trabalhos dos artistas mais expressivos dos países da Panamazônia e dos estados da Amazônia Legal. A Bienal das Amazônias Itinerância destaca-se também por seu ineditismo em toda a Panamazônia, e pela possibilidade de aproximar diversos países da região, e estados brasileiros, intimamente interligados por laços culturais e geográficos, conforme já mencionado. Mostra-se também inovador por abranger diversos formatos e tendências, que se misturam possibilitando a fruição de uma vitrine rica das mais recentes produções artísticas, por parte de comunidades em muito alijadas do acesso aos bens culturais produzidos no Brasil. Para além de tudo que aqui exposto, o projeto adquire relevância cultural e social ao ajudar a formar plateia para as Artes Visuais, assim como ao qualificar profissionais e estudantes carentes por meio de abrangente e fundamental projeto pedagógico. Assim sendo, a Bienal das Amazônias enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Cujos objetivos, conforme artigo 3º da Lei 8313/91, são: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
SOBRE DESLOCAMENTOS AÉREOS e HOSPEDAGENS Tendo em vista que o projeto ainda encontra-se em fase de desenvolvimento e não possui nominalmente sua vasta equipe definida, informamos que os gastos com passagens e estadia serão utilizados com curadores, produtores, convidados, artistas, arquitetos e demais técnicos necessários e envolvidos na execução de todas as etapas deste trabalho nas diversas cidades que envolvem este projeto. O volume de passagens e hospedagens é equivalente ao desenho do projeto apresentado ao longo da proposta e podem ser contabilizados pelo volume dos produtos culturais descritos e pelas diversas cidades envolvidas na Bienal das Amazônias Itinerância. Logo, ainda que não tenhamos como nominar o uso de cada um dos trechos solicitados, eles se justificam para a plena realização deste projeto, conforme demonstrado na detalhada apresentação desta proposta cultural. Para além disso, os gatos referidos terão de ser comprovados na fase de execução, demonstrado o elo entre o profissional que os utilizará e o projeto, quer seja por meio dos tickets de embarque, ficha técnica do projeto, contratos realizados para a sua plena realização. Na etapa de pré-producão serão utilizados 36 trechos de passagens (entre idas/ou voltas) onde: 04 curadoras sairão de suas cidades de origem e percorrerão as cidades de Marabá (PA), Manaus (AM), Macapá (AP), São Luís (AM) e Cannã dos Carajás (PA). 02 Arquitetas sairão de suas cidades de origem e percorrerão as cidades de Marabá (PA), Manaus (AM), Macapá (AP), São Luís (AM) e Cannã dos Carajás (PA). 01 Coordenadora Geral e 01 Produtora Executiva sairão de suas cidades de origem e percorrerão as cidades de Marabá (PA), Manaus (AM), Macapá (AP), São Luís (AM) e Cannã dos Carajás (PA). 01 Produtor sairá de sua cidade de de origem e percorrerá as cidades de Marabá (PA), Manaus (AM), Macapá (AP), São Luís (AM) e Cannã dos Carajás (PA). Na etapa de produção serão utilizados 160 trechos de passagens (entre idas/ou voltas) para realizar montagem e desmontagem das exposicões nas 05 cidades envolvidas, Marabá (PA), Canaã dos Carajás (PA), Manaus (AM), Macapá (AP) e São Luís (AM) com artistas, produtores, montadores, coordenadores gerais, arquitetos saindo de suas cidades de origem; bem como serão utilizadas por arte-educadores, fomadores, oficineiros, debatedores que não estejam nas cidades fins Marabá (PA), Canaã dos Carajás, Manaus (AM), Macapá (AP) e São Luís (AM) e precisem se locomover a partir de suas cidades de origem, em grande parte delas Belém. Alguns dos trechos serão utilizados pela coordenação geral e producão executiva para finalidade de negociacão de obras e congeneres, a partir das cidades de origem até localidades como Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.
45 (quarenta e cinco) MESAS-REDONDAS, temas variados que versem sobre Cultura e arte contemporânea Amazônida. Para delimitar exatamente o que se pretende comunicar em cada um delas, será necessária a construção curatorial e estética do evento, ato que só se concretizará com a realização da Bienal das Amazônias e seus desdobramentos. CONTARÃO COM A PARTICIPAÇÃO DE DOIS CONVIDADOS E UM MEDIADOR CADA. Duracão de até 120 minutos cada. Classificação etária Livre. Participacão gratuita. 70 (setenta) WORKSHOPS, temas variados que versem sobre Cultura e arte contemporânea Amazônida. Para delimitar exatamente o que se pretende comunicar em cada um delas, será necessária a construção curatorial e estética do evento, ato que só se concretizará com a realização da Bienal das Amazônias e seus desdobramentos. Cada oficina terá 40 horas/aula, com emissão de certificado. A periodicidade será organizada conforme desenho final da itinerância. Participação gratuita.
PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTE - Item orçamento: Consultor acessibilidades ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampas; corrimões; banheiros adaptados; elevadores. (os espaços que sediarão os encontros possuem estes pré-requisitos. item orçamentário: Sinalizacão) DEFICIENTES AUDITIVOS: Etiquetas e textos expositivos. (item orçamentário: Sinalização) DEFICIENTES VISUAIS: Mapas táteis; etiquetas das obras e textos expositivos em braile. (item orçamentário: Sinalizacão) PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampas, corrimões, banheiros adaptados, elevadores. (os espaços que sediarão os encontros possuem estes pré-requisitos) DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras, material didático impresso. (Item orçamentário: Monitoria, Interprete Libras, Material de apoio pedagógico) DEFICIENTES VISUAIS: Narradores de audiodescrição, material impresso em braile e audiodescricão (Item orçamentário: Monitoria, Material de apoio pedagógico)
PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTE Todas as atividades expositivas propostas por este projeto terão acesso gratuito nos espaços expositivos envolvidos pelo projeto nas cidades de São Luís (MA), Marabá (PA), Canaã dos Carajás (PA), Macapá (AP) e Manaus (AM). Indicação Livre. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL (45 palestras/70 workshops) Os workshops e palestras serão de participação gratuita, respeitando o número de alunos por palestra/turma, conforme distribuição apresentada neste projeto no plano de distribuição. Indicação Livre. Segundo Inciso/medida do art. 24 IN 01/2022 adotaremos: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: a) ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativo das apresentações; b) cursos, masterclasses ou Q&A educacionais de 40horas/aula com certificado de curso livre; c) cinco palestras de pelo menos uma hora de duração com lista de participação para projetos exclusivamente educativos; d) oficinas de 40horas/aula com certificado de curso livre; V - realizar ações culturais voltadas ao público infantil ou infanto juvenil na proporção de vinte por cento do tempo de duração e quantitativo de apresentações, quando mensuráveis, e acompanhado de projeto pedagógico (Anexo I) e observados os indicativos etários. VIII - ações culturais de contrapartida com foco na promoção e a participação de pessoas com deficiência e de idosos em concursos de prêmios no campo das artes, cultura e das letras; X - produção de conteúdo para lives, webinários, educação à distância para plataformas públicas ou colaborativas de ensino de economia criativa, produção cultural empreendedorismo e sustentabilidade cultural com divulgação gratuita e respeitando o manual de marcas; XIV - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela autoridade competente.
Sinapses Producão Contemporânea atua diretamente com a producão executiva de projetos na Amazônia desde 2019. Junto a Apneia Cultura e Literatura Ltda. atua na producão executiva do projeto Bienal das Amazônias. Neste projeto fará a execução contábil e executiva junto a Apneia Cultura e Literatura Ltda. PRODUÇÃO EXECUTIVA *Lívia Condurú Mestre em Artes, pela Universidade Federal do Pará, onde desenvolveu pesquisa sobre políticas públicas para a cultura no norte do Brasil, a paraense Lívia Condurú Sampaio atua, há quase duas décadas, como produtora cultural na Amazônia, elaborando e desenvolvendo ações socioculturais e em comunicação para e em parceria com as empresas Itaú Cultural, Estúdio Madalena, Mercado Livre, Vivo, Claro, Hydro, Vale, MRN, Fundo Vale e Natura. É produtora executiva da Bienal das Amazônias. * CURADORAS * Keyna Eleison Atual diretora artística do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), Keyna é curadora. Pesquisadora, herdeira Griot e xamãnica, narradora, cantora, cronista ancestral. Mestre em História da Arte e especialista em História da Arte e da Arquitetura pela PUC – Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e bacharel em Filosofia pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Membro da Comissão da Herança Africana para laureamento da região do Cais do Valongo como Patrimônio Mundial (UNESCO). Curadora da 10ª Bienal Internacional de Arte SIART, na Bolivia. * Vania Leal Graduada em Artes Plástica, Especialista em História da Arte, Mestre em Comunicação, Linguagem e Cultura. Coordena a Curadoria Educacional do Projeto Arte Pará desde 2007. Atua na área de curadoria e pesquisa em Artes, tendo participado de júris de seleção e premiação e organizações de salões como o 9º Salão de Arte Contemporânea SESC Amapá em 2013, Salão UNAMA de Pequenos Formatos, da Curadoria da individual de Flavya Mutran, Odair Mindelo e Elciclei Araújo no Edital do Banco da Amazônia, e curadora de mapeamento da região norte no Projeto Rumos Itaú Cultural de Artes Visuais, Edição de 2011/2012/2013. Foi Avaliadora da Edição Rumos Itaú Cultural Edição de 2015/2016 e membro da Comissão de seleção da Edição de 2019/2020. Vive e trabalha em Belém do Pará. ARQUITETA RESPONSÁVEL PELO PROJETO EXPOGRÁFICO Juliana Prado Godoy Juliana Prado Godoy, formou-se em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Mackenzie e desenvolve projetos em diversas linguagens visuais como expografia, direção de arte, cenografia e design. Entre seus trabalhos recentes estão os projetos das exposições Helio Oiticica: A dança na minha experiência e Fayga Ostrower: Pedagogias do avesso, no MAM Rio de Janeiro; Cruz-Diez: A liberdade da cor, no Espaço Cultural Porto Seguro; Irradiações - Fábio Penteado, na Casa da Aquitectura, em Portugal; Ocupação Gregori Warchavchic e Chiquinha Gonzaga, no Instituto Itaú Cultural. Como colaboradora atuou em projetos como a 32a Bienal de Arte de São Paulo, X Bienal de Arquitetura, 30 anos do Itaú Cultural na Oca, entre outros. Atualmente, está responsável por desenvolver os projetos expográficos da nova gestão do MAM Rio de Janeiro.
EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.