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O Projeto Tempo Será - brincar pelo Brasil com o Museu dos Brinquedos visa contribuir com a formação da criança por meio do resgate, preservação, valorização e difusão do patrimônio lúdico da infância brasileira e da promoção cultural volta para este público. Tanto em sua sede -Exposição Tempo será e seu Programa Educativo Cultural - quanto em ações itinerantes - Tempo da Infância e Se essa rua fosse minha -, o Museu dos Brinquedos busca viabilizar experiências culturais, lúdicas, e educacionais que resgatam e ressignificam o tempo e o espaço do brincar livre, da arte/cultura para as crianças. Além disso, visa pesquisar, reconhecer valorizar a cultura da infância brasileira,e ainda promover ações de formação de educadores, pais e a comunidade em geral estimular a criação outras maneiras de olhar e agir perante a infância contemporânea.
01 - PRODUTO PRINCIPAL: NA SEDE DA INSTITUIÇÃO Programação Cultural - Brincar pelo Brasil - Exposição do acervo de brinquedos com enfoque na representação cultural, oficinas de construção de brinquedos tradicionais e resgate de brincadeiras das regiões brasileiras e apresentações culturais. VER O PROGRAMA EDUCATIVO E CULTURAL NA SEÇÃO ESPECIFICAÇÕES TÉNICAS DO PRODUTO. 02 - CONTRAPARTIDAS SOCIAIS E FORMAÇÃO DE PLATEIA - ITINERÂNCIAS DO MUSEU DOS BRINQUEDOS Itinerâncias do Museu dos Brinquedos tem como objetivo de DESCENTRALIZAR E DEMOCRATIZAR o papel social da instituição junto à sociedade. Tema: Conectando o brincar, a cultura e a diversidade. 04 edições A) Formação de Plateia - Tempo da infância - encontros para pensar a criança - com 40h/a e emissão de certificado. B) Contrapartida social: evento Se essa rua fosse minha... 4 edições de 3 horas cada. Ver detalhamento deste item 02, na NA SEÇÃO ESPECIFICAÇÕES TÉNICAS DO PRODUTO. Áreas de ambos: Patrimônio Cultural Material e imaterial, Museologia, Manistações culturais populares brasileiras, folclore, cultura da infância.
Objetivos Gerais: Os dois produtos - Exposição e Ações itinerantes -, ainda a ser discrimando neste projeto, terão as seguintes finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; A partir das seguintes ações/objetivos: - Prover um espaço lúdico e cultural para que as crianças possam exercer o seu direito de brincar, garantido pela Lei 8.069 de 13 de julho de 1990, Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Gerando condições para que cada criança possa manifestar sua subjetividade e apropriar-se da sua ação, fazendo da brincadeira e da cultura elementoa indispensáveis na construção de si mesmo como sujeito social; - Resgatar, pesquisar, valorizar e preservar o patrimônio material e imateral da infância brasileira em suas diversas matizes e diversidade, tendo em vista a importância desde do brincar para o desenvolvimento de cada indivíduo; - Contribuir com a revitalização de praças e ruas da cidade como locais para se brincar, e pensar juntamente à comunidade, a relação da infância e do brincar com a ocupação dos espaços urbanos da nossa cidade; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; - Incentivar e promover ações para a inclusão de crianças com deficiência nos eventos lúdicos e culturais voltados para a infância e debater a acessibilidade da infância à cultura e o brincar na cidade; - Contribuir com a formação do público de cultura através da promoção de apresentações culturais remuneradas de diferentes manisgestações artíticas da cultura brasileira para o público infantil; - Incentivar a promoção do direito ao brincar livre para crianças de diferentes classe sociais, fazendo-o de um instrumento de desenvolvimento de valores e relações afetivas saudáveis; - Estimular a cadeia produtiva cultural local através da promoção de uma programação que priorize artistas locais e da comunidade, na sede e nos eventos itinerantes; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; - Contribuir com a formação acadêmica de estudantes das áreas de humanas a partir de estágio supervisionado e remunerado; - Contribuir com o sentimento de pertencimento das comunidades de diferentes regionais da cidade, a partir da participação direta de membros da comunidade nas ações itinerantes do projeto, gerando renda local, valorização da mão de obra e fortalecimento do senso coletivo e do bem comum; - Formar brincantes multiplicadores através do Formação de Plateia - Tempo da Infância - Curso de Formação gratuito; Objetivos específicos: O produto Exposição Tempo Será e seu programa Educativo Cultural estará disponível ao público de 9h às 17h, de terça a sábado, por 12 meses, a preços populares. Já o segundo produto, Itinerante, consisite no evento em espaços públicos Se essa rua fosse minha, que terá 4 edições, de 3 horas cada, ao longo de 12 meses, gratuito, com capacidade de atendimento de aproximadamente 500 pessoas; e no workshop de formação Tempo da Infância (contrapartida social), acontecendo em um edicação de 4 horas de duração, em data a definir, com capacidade de atendimento de cerca de 50 pessoas, gratuito, sendo 60% profissionais da rede pública de educação. Os dois produtos - Exposição e Ações itinerantes - terão as seguintes finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo: - Realizar 10 mil atendimentos com a Exposição Tempo será - histórias e memórias do brincar e sua Ação Cultural e Educativa, a partir de uma expografia já conbebida e instalada de cerca de 1200 brinquedos de diferentes culturas e épocas, bem como seu Programa de Ação Educativa e Cultural com atividades lúdicas - resgate de brincadeiras tradicionais no pátio, oficina de construção de brinquedos com materiais reciclados, brinquedoteca com brinquedos pedagógicos, teatro de marionete contado de forma lúdica a importância dos museu, da guarda de bens patrimoniais e da memórica coletiva e individual. Tudo isso com enfoque no brincar brasileiro. Durante 12 meses, a preços populares, sendo 60% voltado para o público infantil, estratificado conforme a seguir nos dois itens abaixo. - Atender cerca de 4.000 visitantes espontâneos com o Programa de Educativo Cultural, promovendo o resgate do brincar e valorização da infância, a preços populares, ao longo de 12 meses. - Atender 6.000 visitantes de grupos escolares com o Programa de Educativo Cultural, sendo 60% de escolas e instituições públicas, promovendo o resgate do brincar e valorização da infância, a preços populares, ao longo de 12 meses. - A Ação Cultural e Educativa através Tempo será - histórias e memórias do brincar terá estrutura totalmente acessível com livre locomoção sem obstruções e barreiras, com rampas de acesso e banheiros adaptados, além da presença de recursos táteis, aparelhos de audioguias, legendas e textos em legenda aumentada e em braile. Além disso, serão atendida, no mínimo, 04 atendimentos de grupos com necessidades especiais, com as adaptações necessárias a serem descritas no projeto, ao longo de 12 meses. - Conceder 5 bolsas de estágio remunerado de 30 horas semanais, com duração de 12 meses, para estudantes das áreas de artes visuais, teatro, museologia, história, psicologia, educação física, pedagogia, com ações de capacitação técnica e acadêmica, sendo acompanhados por profissionais da área de arte-educação e gestão cultural contratatos no projeto; - Promover em média 12 apresentações culturais com enfoque na temática da brasilidade, na sede do museu, em torno de 40 minutos cada, em datas específicas (sábados, feriados e férias escolares), como teatro, dança, música, circo, contações de histórias, artes visuais, de incentivo à leitura, a preços populares, ao longo de 12 meses. - Realizar GRATUITAMENTE de uma 01 Ação de Formação de Plateia _ Tempo da Infância: encontros para pensar a criança - , com no mínimo 40h/a e emissão de certificado, presencial, em local a definir, voltado para educadores, profissionais que trabalham em áreas relativas a infância, pais, familiares e a comunidade em geral, com objetivo de propor momentos de reflexão sobre questões relacionadas à infância contemporânea. Alcance de aproximado de 50 pessoas multiplicadoras, sendo 50% das vagas destinadas a pessoas de comunidades periféricas, baixa renda e estudantes e professores de instituições públicas de ensino. - Realizar GRATUITAMENTE no mínimo 4 eventos, de 3 horas cada, em diferentes regionais de BH _ Se essa rua fosse minha - em locais públicos com promoção de atividades lúdico-pedagógicas (oficinas, brincadeiras, apresentações culturais), com alcance aproximado de 2.000 pessoas no total. - Aplicar Pesquisa de Avaliação do Atendimento a todas as escolas que visitam o Museu, bem como aos participantes do Curso de formação; - Aplicar Pesquisa de Avaliação do Atendimento a cerca de 30% dos visitantes espontâneos a sede e 30% dos particpantes do evento Se essa rua fosse minha; - Alcançar 85% de satisfação média do público escolar e espontâneo, e das ações itinerantes - evento e curso de formação; e com isso ter mensurado não só o numero de insituições atendidas como também sua avaliação e sugestões ao trabalho.
O projeto ora apresentado contempla os requesitos dos Artigos 01 e 03 do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e as justificativas e reflexões abaixo apresentadas buscam mostrar isso: Art. 1º da Lei 8313/91 I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Uma questão tem recebido nossa atenção: a diminuição do brincar livre e da valorização da cultura da infância nas grandes cidades. Estudos apontam variados fatores para isso, entre eles o aumento da violência e do medo; a necessidade cada vez maior e mais precoce de se preparar as crianças para o mercado de trabalho com cursos de línguas, informática etc; a pouca presença dos pais no dia a dia das crianças devido à carga de trabalho e aumento do estresse; a valorização do "Ter" em detrimento do "Ser"; a redução das famílias privando a criança da relação cotidiana com outras crianças fora do ambiente escolar; dentre outros fatores. Tudo isso, aliado às novas tecnologias que fazem das brincadeiras e brinquedos atuais, na maioria das vezes, não necessitarem de outra pessoa para brincar, diminui dramaticamente as oportunidades de se brincar livremente. Em contraponto a esta realidade, há uma grande corrente de estudos em torno da valorização da cultura da infância e das brincadeiras tradicionais que apontam características usam basicamente o próprio corpo, a interação com o outro, o espaço livre e a imaginação da criança. Estas são linguagens que sempre irão associar pensamento e ação e permitir à criança interagir e recriar o mundo que a cerca. Promove ainda as condições para que cada criança possa manifestar sua subjetividade e apropriar-se da sua ação, fazendo-se de elemento indispensável na construção de si mesmo como sujeito social. IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX. priorizar o produto cultural originário do País. Como atividades lúdicas que ultrapassam o limite da idade, apresentam um repertório cultural importante para a expressão corporal, a cooperação, socialização, liderança e autoconhecimento, num movimento contrário às brincadeiras atuais, principalmente jogos eletrônicos, que pouco contribuem para a expressão corporal, socialização e vivencias socioeducativas. Além disso, vivenciar as brincadeiras brasileiras é re-visitar o patrimônio cultural da diversificada e rica infância presente no Brasil, que, como artefatos, representam signos que percorrem tradições, modos de vida, valores, regras sociais, uso de materiais e tecnologia ao longo do tempo pela nossa sociedade. Do ponto de vista do indivíduo, lembrar através de um brinquedo é manifestar a subjetividade e apropriar-se de seu passado, viver o presente e projetar seu futuro - atitudes importantes na construção do sujeito social. Este ponto se destaca como diferencial do Museu dos Brinquedos, uma vez que, ao possibilitar essa proximidade com a história individual de cada um, a instituição promove uma ação importante de formação de público e aproximação dá comunidade com os ambientes museais. Através de suas diversificadas atividades, o Museu dos Brinquedos busca propiciar experiências capazes de despertar nos visitantes as potencialidades do brincar e da cultura em três vertentes, quando desperta, desenvolve e consolida valores humanos importantes em qualquer indivíduo independentemente da idade, como empatia, afeto, coragem, união, cooperação, paz, solidariedade, cuidado e respeito ao próximo e ao meio ambiente. E como fator propulsor de potencialidades artísticas, estéticas, sociais e cognitivas da criança, como o desenvolvimento intelectual e motor, autoconhecimento, socialização, senso crítico, criatividade e uma postura ativa perante a vida. Ao brincar e vivencias a cultura, descobre-se e redescobre-se o mundo e se aprende a lidar com a realidade de forma ativa, construindo valores essenciais que norteiam nossas atitudes por toda a vida. Nesse contexto, o brincar e a cultura se entrelaçam. Ambos parte da essência humana, natural e universal. Especialmente para a criança que tem o brincar como sua primeira linguagem com a qual ela se expressa e vivencia a cultura o qual faz parte. Por isso, para o Museu dos Brinquedos, as crianças são sujeitos sociais que aprendem brincando e que são capazes de agir ativamente na construção de sua identidade culutral e da sociedade. Já os adultos _ familiares e educadores _ podem ser não só catalizadores deste processo e, também, influenciados por ele, na mediada que acessam lembranças de suas infâncias, despertam em si o ser brincante e interagem com as crianças. Por isso, brincar entre gerações, compartilhar um patrimônio cultural individual e coletivo, contribui tanto com o fortalecimento dos laços afetivos e sociais. II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Além de experiências culutrais e pedagórgicas com a Exposição Tempo Será e seu Programa, este projeto busca promover apresentações culturais de diversas áreas - teatro, dança, música, incentivo à leitura, artes -, que terão como enfoque especial a cultura popular brasileira, além priorizar artistas locais E entendendo que não se pode estar sozinho nessa grande missão, acredita-se na importância de ações de formação e sensibilização com educadores, pais e educadores. Por isso, além das atividades de vivenciar o brincar por ele mesmo, busca-se regularmente organizar cursos de formação e propor momentos de reflexão sobre questões relacionadas à cultura da infância contemporânea. Essa intenção democrática é mantida no evento Se essa rua fosse minha, parte do projeto, onde levamos o brincar e apresentações culturais para praças e rua de diferentes regionais. VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Convém ressaltar, finalmente, o papel social a ser exercido por este projeto em uma sociedade que apresenta índices dramáticos referentes à população infantil, exposta, em sua grande maioria, exclusão cultural e, muitas vezes, à violência, pobreza e desamparo. Nesse contexto, é indiscutível a necessidade de se implementar políticas capazes de assegurar educação, saúde e segurança, assim como de prover a infância de condições para que ela seja vivida em sua plenitude, garantindo-lhe o acesso à cultura e o direito ao brincar - requisito indispensável para a humanização e a construção do sujeito histórico. Dessa forma, nos parágrafos acima, a descrição conceitual, que justifica a existência e manutenção do trabalho do Museu dos Brinquedos, demonstra claramente seu diálogo com os incisos do Artigo 1° da Lei Federal 8313/91. Quanto ao Art. 3° e para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, este projeto cultural atende os seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil a autores, artistas e técnicos brasileirosc) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; Por: - Conceder 5 bolsas de estágio remunerado de 30 horas semanais, com duração de 12 meses, para estudantes das áreas de artes visuais, teatro, museologia, história, psicologia, educação física, pedagogia, com ações de capacitação técnica e acadêmica, sendo acompanhados por profissionais da área de arte-educação e gestão cultural contratatos no projeto; - Contribuir com o sentimento de pertencimento das comunidades de diferentes regionais da cidade, a partir da participação direta de membros da comunidade nas ações itinerantes do projeto, gerando renda local, valorização da mão de obra e fortalecimento do senso coletivo e do bem comum; - Formar brincantes multiplicadores através do Formação de Plateia - Tempo da Infância - Curso de Formação gratuito, com no mínimo 40h/a e emissão de certificado, ; II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições e espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; por - Pretender realizar 10 mil atendimentos com a Exposição Tempo será - histórias e memórias do brincar e sua Ação Cultural e Educativa, a partir de uma expografia já conbebida e instalada de cerca de 1200 brinquedos de diferentes culturas e épocas, bem como seu Programa de Ação Educativa e Cultural com atividades lúdicas; - Promover em média 12 apresentações culturais com enfoque na temática da brasilidade, na sede do museu, em torno de 40 minutos cada, em datas específicas (sábados, feriados e férias escolares), como teatro, dança, música, circo, contações de histórias, artes visuais, de incentivo à leitura, a preços populares, ao longo de 12 meses. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; por - Ser um projeto parte do projeto maior que é o funcionamento contínuo do Museu dos Brinquedos, que funciona de terça a sábado, das 09h às 17h, há 16 anos. b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; por - Estar em um edíficio tomabado pelo Departamento de Patrimônio Histórico de Belo Horizonte e, não só mantido, como que trabalhado como parte da proposta museográfica. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; por - Promover eventos em locais públicos, como o Se essa rua fosse minha, e o curso de formação Tempo da Infância, e por promver apresentações culturais e ações educativoas e culturais a preços populares. POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? Promover cultura para a criança perpassa o direito de conviver, de brincar, de participar, de explorar, de expressar e de conhecer-se, sendo um fio condutor presente em todo o processo de seu desenvolvimento. Quando familiarizados desde a terna idade com diferentes fontes de cultura, os pequenos crescem mais aptos a abraçar a diversidade, a empatia com a pluralidade, o convívio e o bem comum, além de debater e encontrar novos caminhos que priorizem o respeito, a liberdade e a justiça. Inserir práticas culturais no cotidiano da criança abre portas para conhecer hábitos, costumes e tradições de um povo. Ao conhecer, respeitar e conviver com culturas que possuem diferentes hábitos, tradições, religiões e modos de pensar, descobrindo a importância de cada uma delas para o mundo, as crianças também aprendem sobre sua identidade. Conseguir se enxergar, observando o que a diferencia dos demais. A tolerância, a empatia e o respeito que fazem parte da convivência com diferentes manifestações culturais também ensinam aos pequenos a se respeitarem enquanto indivíduos e a acolherem suas próprias características com gentileza, além de evitar que os pequenos cresçam reproduzindo diferentes tipos de preconceito. Outro ponto que se observa é que as crianças, ao conhecer hábitos e tradições como festas populares, músicas, manifestações artísticas, comidas, lendas do folclore, dentre outras características culturais, elas ampliam seu repertório e estimulam a criatividade e imaginação, permitindo que encontrem novas formas de se divertir enquanto valorizam os elementos de diferentes culturas. Tendo já como premissa que o brincar é a principla linguagem da infância, conlui-se que aglutinar cultura e brincadeira pode ser uma eficente ferramenta para p alcance cada vez mais cedo de uma formação cultural. O Museu dos Brinquedos busca contribuir com esse proccesso ao plantar sementes de cultura com o público indantil, para que seja possível um futuro de riqueza cultural fortalecidade, acessível e democrática cada vez mais defendida e cultivada pela sociedade com um todo.
TEMPO SERÁ – HISTÓRIAS E MEMÓRIAS DO BRINCAR NO MUNDO E NO BRASIL PROGRAMA DE AÇÃO EDUCATIVA E CULTURAL DO MUSEU DOS BRINQUEDOS A arte e a educação são áreas revolucionárias por natureza e, por meio delas, é possível mudar a visão de mundo e criar outras maneiras de olhar e agir. Ser artista e professor exige um exercício constante de criação e descoberta de novos caminhos e um dos papeis de instituições como um museu é propor questionamentos sobre a vida através do contato com a cultura, com a arte, com o patrimônio, com a história e a memória. As perguntas, os problemas e as proposições propostas por uma exposição e atividade lúdica-pedagógica trazem atravessamentos e suscitam ações que alimentam a maneira de inventar a transformação através da arte, da educação e da cultura. Nessa sentindo, a Ação Educativa do Museu dos Brinquedos busca contribuir com este processo propiciando momentos de diversão e reflexão. A ideia é olhar tanto para o brinquedo como para o brincar; refletir tanto a sociedade como o indivíduo, E NOS FAZER PENSAR - qual é a essência de um brinquedo, como ele surgiu, para onde sua tecnologia e uso apontam e o que ele fala de cada um de nós e de nossa sociedade. E, para possibilitar estas experiências pedagógicas e lúdicas, nosso programa educativo propõe três momentos principais: antes, durante e depois da visita ao museu. Importante destacar a importância do papel do educador não só como intermediador, mas também como pesquisador-propositor. Por isso, adaptações quanto à faixa etária e especificidades de cada tipo de grupo atendido devem ser feitas quando necessárias. JUSTIFICATIVA Os brinquedos e as brincadeiras são elementos que nasceram com a própria cultura. Como linguagens, sempre irão associar pensamento e ação e permitir ao homem interagir e recriar o mundo que o cerca. Como artefatos culturais, são signos que permitem percorrer tradições, modos de vida, valores, regras sociais, uso de materiais e tecnologia ao longo do tempo. Os jogos e as brincadeiras infantis podem configurar-se como estratégias lúdicas que ultrapassam o limite da idade, apresentando um repertório cultural importante para a expressão corporal, a cooperação, socialização, liderança e autoconhecimento. Dessa forma, a atividade lúdica é um elemento indispensável na construção do sujeito social e promove as condições para que o homem possa manifestar sua subjetividade e apropriar-se da sua ação. Norteado por estes conceitos está o trabalho do Museu dos Brinquedos de Belo Horizonte - iniciativa que contribui para a restituição do sentido da cultura da infância no mundo contemporâneo, experiência cujo valor constitui parte fundamental da história dos indivíduos e da sociedade. O Museu busca ser um espaço de acesso democrático, de disseminação e valorização do patrimônio material e imaterial referente à infância, destinado a experiências de reconstrução permanente e da identificação de diferentes segmentos da sociedade com seu universo lúdico-cultural. Nessa perspectiva, apresentamos o Programa de Ações Educativas do Museu dos Brinquedos que, muito mais que oferecer entretenimento, irá propiciar cultura e conhecimento para todos visitantes e resgatar e valorizar o patrimônio lúdico. OBJETIVOS DA AÇÃO EDUCATIVA E CULTURAL - Trabalhar de forma leve e lúdica conceitos como patrimônio, colecionismo, história coletiva e individual, memória e importância dos museus.- Resgatar e valorizar as brincadeiras coletivas e genuínas, realizadas a partir de elementos simples, da interação com o outro e uso da imaginação e do próprio corpo.- Ressignificar a importância do brinquedo como objeto de consumo a partir de oficinas artísticas e lúdicas.- Apresentar a história dos brinquedos e sua relação com momentos históricos relevantes da história da humanidade.- Fortalecer sentimentos de coletividade, valorizar os laços afetivos, trabalhar princípios como respeito e apoio mútuo.- Contribuir com a promoção e valorização da memória coletiva e do patrimônio cultural da humanidade.- Contribuir com a democratização do acesso aos bens culturais.- Cumprir a missão do museu de conhecer, preservar e difundir o patrimônio cultural lúdico da infância no Brasil, fazendo-o de um instrumento de construção de identidades coletivas e de requalificação das experiências culturais, educativas e cidadãs da criança. METOLOGIA: Ações para antes da visita ao Museu: AÇÃO 01: Sensibilização conceitual proposto à instituição escolar para ser feito com os alunos. Segue abaixo o texto enviado à escola: Por meio deste material gostaríamos de destacar alguns conteúdos e procedimentos que podem ser explorados na rotina escolar como forma de não apenas levar os alunos ao museu, mas também trazer as informações e aprendizagens da visita ao museu para a sala de aula. Ou seja, nos interessa a vinculação das informações disponíveis no museu, das experiências vividas pelos alunos, das habilidades desenvolvidas com as atividades da sala de aula. Para discutirmos a relação dos museus com a sala de aula temos de entender, antes de tudo, que os museus sempre foram pensados como instituições de ensino. Sendo lugares de aprendizagem, são também espaços de lazer onde se compartilham sensações e emoções e uma dimensão não deveria eliminar a outra. Um de nossos objetivos é propor uma reflexão sobre alguns conceitos que julgamos fundamentais para a visitar ao Museu dos Brinquedos e a qualquer museu: colecionismo, memoria e acervo. Vamos lá! Surgimento dos museus – Colecionismo A ideia de museu tem sua origem no desejo humano de colecionar objetos, de reunir, classificar e expor coisas diversas. Sua história corresponde à história das coleções. Antes de serem instituições públicas, os gabinetes de curiosidades eram uma reunião de objetos, e às vezes até animais, escolhidos e selecionados por características que se diferenciavam dos objetos corriqueiros, do cotidiano. As coleções feitas por pessoas mais abastadas, como reis e nobres na Europa despertavam o interesse, e claro, a curiosidade de muitas pessoas, e algumas vezes, eram abertas para a visitação de convidados, para que mais pessoas pudessem apreciar os achados do colecionador, muitos deles vindos de terras distantes e desconhecidas. Entrar em contato com estes objetos pode ser visto como um modo de se aproximar de lugares inacessíveis, e porque não dizer, conhecer mais intimamente o dono da coleção. Muitas crianças têm o hábito de colecionar, escolhem e guardam cuidadosamente folhas, pedras e outros objetos, tais como notas e moedas antigas, chaveiros de diferentes épocas. Se atribuir valor é atribuir afeto, ou seja, ser tocado pelos objetos, aproximar-se dos museus por este caminho é uma opção de compreender a instituição e a formação do seu acervo pelo afet Memórias e acervos O percurso pelo Museu dos Brinquedos traz à tona memórias afetivas, já que os objetos aqui expostos (os brinquedos) têm a capacidade de revelar passado e presente. Passado para adultos que um dia deram vida a esses objetos por meio do brincar, e presente para as crianças que os veem nas vitrines e imaginam inúmeras possibilidades de dar-lhes vida. Nesse sentido, o museu dialoga diretamente com adultos e crianças, e os brinquedos aqui, tornam-se acervo e são capazes de contar a história das diversas infâncias, de um coletivo, mas conta também a história individual do visitante que se encontra com seu passado e o sentimento de ser criança. A memória tem caráter coletivo por traduzir um momento histórico e social e tem caráter individual ao estabelecer um diálogo direto com o visitante. Caso queira aprofundar em cada tópico, sugerimos textos e artigos ao final em Referências Bibliográficas. Brincar AÇÃO 02: Nosso acervo, nossa história = a memória coletiva Para concretizar os conceitos expostos, colecionismo, ato de guardar, memória coletiva iremos propor a seguinte ação anterior à visita, Coletivo de Memórias do Brincar. A memória coletiva pode ser pensada como uma grande colcha de retalhos, onde cada um dá seu tom, sua cor, sua forma. Algumas vezes, faz-se uso de estampas que, a princípio parecem não combinar, mas que, juntos, trazem uma beleza encantadora. Nossa proposta é fazer uso dessa ideia, produzindo um coletivo de memorias de visitantes. Para isso, a escola deverá providenciar um pote vidro, não muito grande. Em sala, o professor deverá conversar com os alunos sobre memória, objetos como recorte de uma história lúdica partilhada, patrimônio cultural material e imaterial. Em seguida, juntos, deverão escolher objetos encontrados na própria escola que possam traduzir ou representar a memória de brincar coletiva da turma. Além do pote, a turma deverá elaborar uma legenda, um parágrafo justificando a escolha dos objetos. Ao final da visita, o pote e a legenda deverão ser entregues ao educador no Museu, que os colocará em um local reservado, onde também estarão outros que representam as memórias de outros visitantes. Nosso objetivo é ilustrar a montagem de um acervo, demonstrar a relação entre afeto e colecionismo e ainda propor o exercício da identidade de grupo, do simbólico compartilhado e do coletivo. Ações durante a visita ao Museu: Momento 01: No pátio – APENAS PARA VISITAS ESCOLARES · Boas-vindas com apresentação do museu e da equipe. · Combinados e divisão em grupo. Bom dia (tarde), meu nome é ___________. Hoje eu vou acompanhar vocês durante a visita ao museu... mas antes de começarmos a nossa visita, alguém sabe o que é um museu? E mais, no caso do museu dos brinquedos o que vocês esperam encontrar? APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS: Ouvir as crianças, mediar, tentar coletar e fazer um resumo de 3 ou 4 expectativas das crianças, reforçá-las e na roda, pedir que se lembrem delas, para que durante o percurso possamos averiguar se vamos contempla-las. Fazê-las pensar não só no brinquedo-objeto, mas no ato de brincar. E neste momento fazê-la perceber que quem dá sentido ao brinquedo é ela, ou seja, a história e significado de cada brinquedo foi construído também por quem brincou e não só quem o inventou. Pois bem, nossa visita a este Museu de brinquedos e brincadeiras tem dois momentos diferentes. No primeiro, vamos conhecer brinquedos que foram brincados por crianças de várias épocas e de países do mundo todo, imagine só! Tem boneca da Alemanha, carrinho do Japão, peteca do Brasil, patins dos EUA, boneca da África, jogos da India! Para este primeiro momento é importante fazermos alguns combinados. Vamos brincar de olhar, isso é mais do que ver... olhar significa ver com atenção, cuidado e sentir... experimentar sentimentos e sensações. É como olhar para dentro de si em busca do que se está sentindo. Topam brincar de olhar e sentir? Topam experimentar? E já que toparam brincar de olhar e sentir agora, vou contar para vocês que depois de conhecermos os brinquedos, vamos para o pátio e lá sim vamos brincar de brincar! Vai ter brincadeiras e ainda uma oficina de construção de brinquedos! Então, vamos logo começar nosso passeio! APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS: O educador deve evitar a negativa, para que o museu não se configure como o espaço do não pode... Diga às crianças que durante toda a visita à exposição as partes que serão mais usadas são os olhos e o coração, ou seja, o convite é experimentar através do olhar e do despertar dos sentimentos. A cada vez que mudar o momento é importante dizer ao visitante o que acabou de ser feito e que se fará em seguida, para que o visitante se sinta convidado a cada nova experiência. Momento 02: Sala de Acolhimento · Apresentação do Vídeo Institucional. · História do Museu e da sua idealizadora – Teatro de Fantoches · Apresentação da proposta museográfica chamando a atenção para a inspiração no brinquedo O Pequeno Construtor. História do Museu e da sua idealizadora – Teatro de Fantoches - CONTAR ESSA HISTÓRIA OU USAR O TEATRO DE FANTOCHES: Antes de falarmos da história dos brinquedos eu vou contar para vocês a história deste museu. O Museu dos Brinquedos foi criado em 1986 por Luiza Azevedo Meyer, nascida em São João Del Rey em 1912 e avó de 23 netos, que desde menina colecionava brinquedos. Ela tinha o sonho de compartilhar seu tesouro com crianças de todas as idades e, por isso, começou a organizar exposições itinerantes em casas de cultura, galerias de arte, clubes e shoppings. No ano 2000, Luiza resolveu ir brincar com as estrelas... Mas sua presença e seu sonho continuaram vivos dentro do coração de vários de seus amigos e familiares, que até pensaram em fazer-lhe uma homenagem. Estava decidido. Criariam o Instituto Cultural Luiza Azevedo Meyer, para dar continuidade ao seu trabalho e construir um lugar dedicado a investigar, preservar e difundir o patrimônio cultural da infância. Em outubro de 2006, sob a direção da filha de Luiza - Maria Elizabeth - foi então inaugurado o Museu dos Brinquedos, nesta casa tombada pelo IPHAN, na Av. Afonso Pena, 2564, aqui em Belo Horizonte, cidade que a Luiza escolheu para viver, formar sua família e deixar esse mágico e tão importante legado. Momento 03: Nas salas expositivas Apresentação da proposta museográfica chamando a atenção para a inspiração no brinquedo O Pequeno Construtor: E como podemos contar a história dos brinquedos em um Museu? Para isso ficar interessante, que tal montar uma exposição com vitrines em formato parecido com um brinquedo? Quem aqui conhece o Pequeno Construtor? É um brinquedo que também tem história, como tantos outros que vamos ver hoje aqui. Só para vocês terem uma ideia o Pequeno Construtor é um brinquedo que tem mais de 50 anos e já se chamou o Futuro Engenheiro e o Futuro Arquiteto, e se parece tanto com o famoso Lego que tantos gostam e brincam, não é mesmo? Bom... mas esse é só um dos brinquedos do museu ... Vamos começar nossa visita! APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS: Mostrar o brinquedo, perguntar quem conhece ou já brincou. Informar que a escolha desse brinquedo tem a ver com as memórias de infância que marcaram uma geração. Em seguida, as abordagens abaixo podem ser feitas pelo educador durante o percurso livre pelas salas a partir da definição prévia (no momento de marcar a visita) do responsável pelo grupo ou à partir de uma demanda espontânea advindas de participantes do visitante ou grupo surgida durante o percurso. APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS: Sempre que achar pertinente, citar exemplos dos brinquedos e suas histórias, que estão detalhados no texto histórico. Importante usar o conteúdo sempre adaptado a faixa etária e tamanho do grupo. Abordagem 01: Como os brinquedos surgem? Hoje em dia os brinquedos são produzidos para as crianças, mas vocês sabiam que nem sempre foi assim? Há muito tempo atrás, os brinquedos eram feitos em oficinas de artesãos, entalhadores ou ferreiros. Com materiais delicados, eram tidos muito mais como adornos para as casas do que brinquedos para as crianças. As bonecas de porcelana, por exemplo, muitas serviam de enfeites para estantes e quartos, usavam roupas com tecidos finos, imitando modelos dos vestidos usados pelas rainhas e princesas. Outros tantos brinquedos foram inventados com uma outra utilidade que não o brincar. Como é o caso da pipa que há muitos anos atrás era um sinalizador militar. Sua cor, pintura e os movimentos no ar eram códigos usados por soldados para se comunicar quando estavam em diferentes locais nos campos de guerra. Com o desenvolvimento de outras tecnologias, a pipa foi perdendo este lugar, mas ganhando um outro muito mais precioso: as mãos das crianças. E vários brinquedos surgem assim: perdem seu uso para aquilo que foi inventado pelo homem, mas, pela essência lúdica que guarda consigo, vira um brinquedo. É o caso também do Carrossel, do Soldadinho de Chumbo, do Quebra-cabeça... Procure-os pela exposição e confira suas histórias. (colocar os ícones destes brinquedos aqui, no mapa e ao lado do brinquedo, na vitrine) Outra curiosidade são os brinquedos que surgem como miniaturas de invenções dos homens. Como o brincar é uma forma da criança interpretar e interagir com o mundo adulto, muitas coisas que são do mundo adulto viram miniaturas famosas nas mãos das crianças. É o caso dos meios de transportes e coisas de casinha. Procure-os pela exposição. (colocar os ícones destes brinquedos aqui e ao lado do brinquedo, na vitrine) Outros tantos brinquedos surgem genuinamente da essência lúdica que o homem possui desde que nasce. Ao interagir com o mundo a seu redor na busca de passatempos e desafios ou da simples diversão por ela mesma, os homens foram inventando vários brinquedos. Como as Cinco Marias, quando, na beira de rios, crianças e adultos pegavam pedrinhas e as jogavam para cima fazendo manobras e se distraindo. Abordagem 02: O que é um brinquedo? Hoje em dia os brinquedos são produzidos para as crianças, mas vocês sabiam que nem sempre foi assim? Podemos voltar mais ainda na história, podemos dizer que a história do brinquedo é tão antiga quanto a história do homem. Muitos brinquedos que existem hoje nasceram nas civilizações antigas e vários deles permanecem inalterados até hoje. E nem sempre, eles surgiram com a função de serem brinquedos ou foram produzidos para as crianças, mas com o passar do tempo e com o uso feito pelas crianças se tornaram brinquedos. APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS: Falar da lógica 02 do surgimento dos brinquedos, ou seja, brinquedos que surgem como artefatos com outras funções, como a pipa, as bonecas, carrossel etc. Então, vou fazer uma pergunta: o que faz de um objeto um brinquedo? Será que se um inventor fizer um brinquedo super bacana, mas ninguém brincar com ele, será considerado brinquedo? Ou será apenas um enfeite? Então que torna o brinquedo um brinquedo? Isso mesmo cada criança, assim como vocês, estão ajudando a construir um brinquedo. Pense no que fazemos quando pegamos um cabo de vassoura? Qual brincadeira lhe vem a cabeça? APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS: Aqui vale lembrar também de outros brinquedos como as Cinco Marias, quando, na beira de rios, crianças e adultos pegavam pedrinhas e as jogavam para cima fazendo manobras e se distraindo. Um objeto vira brinquedo quando a criança atua sobre ele, faz uso em suas brincadeiras, assim, até mesmo uma simples pedra, um palito de picolé pode se tornar um brinquedo na mão de uma criança. Abordagem 03: Os brinquedos como fonte histórica, memória e retrato da sociedade. Os brinquedos e sua história possibilitam conhecer o presente e o passado de uma sociedade. Eles representam uma época; sua presença nos permite compreender um grupo diferente do atual. Eles reforçam a identidade e o pertencimento a uma sociedade. Os conteúdos das brincadeiras e os materiais com os quais se produz um brinquedo têm relação com o meio do qual fazem parte, assim como com o momento histórico no qual são produzidos. Boneca e os valores sociais Já outros brinquedos demonstram valores sociais. É o caso da boneca. Conta-se que no Antigo Egito, já foram achadas bonecas em túmulos de crianças, do período situado entre 3000 e 2000 a.C., feitas de madeira banhada na argila, com forma de espátula e cabelos de verdade. Para alguns pesquisadores, elas eram para a criança brincar no mundo do “além”. Já outros autores falam da crença de que as bonecas poderiam trabalhar para o defunto na outra vida. Na Grécia Antiga e em Roma, nos rituais que antecediam o casamento, as jovens que iam se casar entregavam suas bonecas e outros brinquedos à deusa Ártemis, simbolizando o fim da infância. A fabricação de bonecas com objetivos comerciais teve início na Alemanha e em Paris, por volta do século XV. Outra forma de estudar como as bonecas ilustram valores sociais e identificar as diferentes bonecas brincadas pelas crianças ao longo do tempo e como estas demonstram os papeis da mulher em nossa sociedade. No início, tinham feições de bebê ou infantis e exerciam exclusivamente a maternidade e atividades domésticas (Amelinha, Mãezinha). Com o tempo surgem bonecas com feições de adulto, como a Barbie, e brinquedos simulando profissões diversas, demonstrando como a mulher vem conquistando diferentes espaços em nossa sociedade. Vamos conferir esta vitrine e comparar os diferentes tipos de bonecas. Boneca e a evolução tecnológica E vocês sabiam que ao longo da história, as bonecas acompanham o desenvolvimento do homem e de suas civilizações? Aqui nós temos uma pequena demonstração do quanto esse brinquedo, mudou ao longo do tempo quanto ao material utilizado para fabricá-las. As bonecas são classificadas de acordo com o tipo de material da sua cabeça, e esse material com o qual a boneca foi feita também conta a história desse brinquedo. O material pode nos contar o quanto a boneca é antiga e onde ela foi feita. No século 18, quando as indústrias começaram a se multiplicar pela Europa, as bonecas se popularizaram como brinquedos infantis. Desde então, vários materiais foram usados para fabricá-las, como madeira, louça, biscuit, plástico, borracha…. Uma boneca antiga do acervo em mãos: Veja essa boneca que tenho nas minhas mãos... vamos observar ela atentamente, vamos fazer de conta que somos historiadores. (Historiadores são pessoas que estudam a história dos lugares, das pessoas e dos objetos). Nosso exercício é tentar pensar o que essa boneca pode nos “dizer”, para isso faremos uso de pistas, nossa somos detetives do passado? Olhando essa boneca, vocês podem me dizer se ela é uma boneca antiga, do tempo dos seus avós ou bisavós? APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS PARA OS DOIS TÓPICOS ACIMA: Ouvir as respostas e perguntar, o que você observou para dizer que ela é antiga? OU nova? Trabalhar com a ideia da boneca como fonte histórica, objetivo buscar a atenção das crianças para permanências e mudanças. Escolher uma boneca mais atual, pedir às crianças que comparem. Estabeleçam diferenças, busquem semelhanças... Escutar as respostas e chamar a atenção das crianças para o tipo de material de que são feitas e para suas representações da sociedade (representam crianças? adultos?) Que tipo de adulto? Chamar a atenção para as mudanças na representação do feminino: criança, bebê, dona de casa, profissional... Meios de transporte, Brinquedos espaciais e videogames como retrato da evolução tecnológica Muitos brinquedos são como pistas para nos contar o que o homem andava inventando em uma determinada época, como os carros, naves espaciais, foguetes e os vídeo games que demonstram como nossa sociedade está permeada por eletroeletrônicos e tecnologia digital. Confira nas vitrines como falam do mundo do qual fazemos parte! APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS: Falar da origem dos videogames e citar alguns exemplares como significativos de cada década. Contar a história dos Robôs, como curiosidade ilustrativa. Abordagem 03: O Brincar pelo Brasil: conexões entre cultura, brincar e diversidade Elástico, corda, esconde-esconde, pião, amarelinha, casinha e pega-pega. Essas brincadeiras já fizeram parte da sua infância e provavelmente ainda fazem parte da vida de toda criança. Mas você sabia que cada região possui uma brincadeira típica? Uma criança que mora em Belo Horizonte provavelmente não brinca das mesmas coisas que uma criança de do Ceará, Espirito Santo e Acre, mas existem brincadeiras que resistiram ao tempo e atravessaram gerações. Para provar isso, alguns projetos já se dispuseram a documentar e difundir as brincadeiras das diversas regiões do Brasil. É o caso do “Mapa do Brincar” e do “Território do Brincar” que viajaram o país para documentar as culturas da infância. Região NorteBatatinha frita – brincadeira do Rio Branco, no Acre Todos pulam e cantam a música “Batatinha frita/Frita na manteiga, 1, 2, 3 / Se mexer vai para o xadrez”. Quando ela termina, as crianças têm que ficar como estátuas, porque quem se mexe sai da brincadeira e vai para o xadrez. Ganha quem conseguir ficar completamente parado até a música começar de novo. Região NordesteBrincadeira de Elástico Em Acupe (BA), o elástico é feito com vários pedaços de pano amarrado. Dá para brincar com duas, três, quatro ou mais pessoas. É preciso ter agilidade para saber o momento exato que de deve saltar, pisar e enroscar os pés no elástico. Confira o vídeo registrado pelo Território do Brincar. Região SudesteMúmia em ação – brincadeira que se originou em Pontalinda, São Paulo Um participante vai jogando a bola para o outro e ninguém pode deixar a bola cair. Quando uma pessoa deixa a bola cair pela primeira vez, ela fica “doente”.Se deixar cair uma segunda vez, ela “morre”. Na terceira vez, a pessoa “vira a múmia”. Quem vira múmia tem que pegar a bola e tentar acertar algum participante. Se ela acertar, o participante que foi queimado sai da brincadeira. Se errar, quem sai é a múmia. Quem ficar por último ganha o jogo. Região SulJogo da memória – brincadeira que se originou em Porto Alegre, Rio Grande do Sul Um participante começa dizendo uma frase como “Eu pulo corda”. O próximo tem que repetir a frase e acrescentar outra informação: “Eu pulo corda e jogo bola”. O terceiro repete tudo e acrescenta mais alguma coisa: “Eu pulo corda, jogo bola e pulo amarelinha”. Quem errar a sequencia sai da brincadeira. Região Centro OesteRei da Lata – brincadeira que se originou em Ponta Porã no Mato Grosso do Sul Em volta de um poste, o grupo de jogadores desenha um círculo, que será o mundo. Depois, eles colocam uma lata dentro do círculo. Um dos participantes chuta a lata longe. A criança que foi escolhida para ser o pegador vai buscá-la e volta de costas. Enquanto isso, os outros se escondem. Quando o pegador acha alguém, ele pega a lata e bate no poste, dizendo “1, 2, 3, e o nome da pessoa”. Para salvar todos, um dos jogadores que estavam escondidos precisa chegar até a lata antes do pegador, tirá-la do chão e bater no poste três vezes dizendo “salve, salve”. Todas as regiõesBrincadeiras de palmas De forma ritmada e alegre, o desafio de coordenar palmas, canto e brincadeira com um ou mais amigos é universal. O Território do Brincar registou as diversas brincadeiras de bater palma. Confira o vídeo. https://youtu.be/u0THpCXhyjw E em Belo Horizonte? E na sua escola? E em seu bairro? Como se brinca? Compartilhe conosco. Abordagem 03: Jogos de tabuleiro X Videogames - A evolução das plataformas “O jogo é uma das atividades mais antigas da humanidade. Pode ser dividido em diversas categorias e cada um tem sua peculiaridade. Um mesmo jogo pode ter regras diferentes de acordo com fatores sociais e culturais. Contudo, a maioria dos jogos possui regras universais, seguidas por jogadores de todas as partes do mundo. Os jogos olímpicos e os campeonatos mundiais de modalidades específicas como futebol, vôlei e basquete são exemplos mais comuns de jogos coletivos” (Barboza, 2014) O ato de jogar e envolver-se em cenários de "realidades inventadas" é uma característica comum dos povos desde o início da civilização. Ao longo da história, os homens desenvolveram inúmeros jogos de tabuleiro, que refletiram sua lógica e raciocínio, revelando o modo com o qual cada um dos grupos sociais compreendia o seu próprio ambiente. Os jogos são muito mais que um mero "fazer de conta": frequentemente símbolos de luta (seja luta entre homens, entre homens e divindades, ou ainda, a luta contra obstáculos a serem transpostos segundo regras preestabelecidas), uma de suas principais características é a dimensão objetiva, fixa, suas regras próprias, tempo limitado e seu espaço demarcado. Com o passar do tempo e com a evolução tecnológica, os jogos de tabuleiro acabaram perdendo espaço para os jogos eletrônicos, que apesar de utilizarem uma plataforma diferente, os jogos de tabuleiro envolvem o jogar sobre a mesa e os jogos eletrônicos são jogados em equipamentos de computação, compartilham dos mesmos princípios de qualquer jogo. Os princípios básicos de jogos como Xadrez, Dama e Gamão continuam presentes em vários videogames atuais. APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS: Os educadores do Museu irão apresentar os exemplares dos brinquedos e dos videogames buscando ilustrar exatamente os tópicos trabalhados em sala de aula, ou seja, os grandes marcos da evolução dos brinquedos em suas diversas facetas: o material, a tecnologia, a forma de interação das pessoas, os objetivos, a quantidade, os preços. Isso de forma interativa, intercalando falas e apontamentos do acervo e das diversas estruturas museográficas. A ideia é mostrar o ciclo virtuoso em que a humanidade se encontra. Se nos primórdios os brinquedos surgem da interação do homem com a natureza, agora, os videogames se voltaram também para esta característica interativa. Momento 04: Encerramento da exposição com a inserção da “Coletivo de memórias ” na estante do Museu. Agora é chegada a hora de vocês contribuírem com o nosso acervo. Nessa estante, vamos colocar o pote que vocês trouxeram para fazer parte da nossa Memória Coletiva. Durante a visita ao museu, ficou claro que os brinquedos contam história e que eles são fontes históricas. A sua presença aqui faz parte da sua história pessoal, da minha e da história desse lugar. Para marcarmos a presença de vocês vamos colocar o pote aqui. Observem as outras memórias e vejam como somos diversos e iguais ao mesmo tempo e vejam que a história é viva e construída no presente. O objeto escolhido como representante da memória coletiva de vocês, agora é também acervo da memória do Museu dos Brinquedos. A memória coletiva pode ser pensada como uma grande colcha de retalhos, onde cada um dá seu tom, sua cor, sua forma. Em uma colcha de retalhos, algumas vezes faz-se uso de estampas e cores que a princípio não combinam, mas que juntos trazem uma beleza encantadora. Apreciem... APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS: Apresentar os exemplares dos brinquedos e dos videogames buscando ilustrar exatamente os tópicos trabalhados em sala de aula, ou seja, os grandes marcos da evolução dos brinquedos em suas diversas facetas: o material, a tecnologia, a forma de interação das pessoas, os objetivos, a quantidade, os preços. A ideia é mostrar o ciclo virtuoso em que a humanidade se encontra. Se nos primórdios os brinquedos surgem da interação do homem com a natureza, agora, os videogames se voltaram também para esta característica interativa. Momento 05: Oficina de construção de brinquedos Por que estamos aqui? O que faremos nesse momento? Diga que nesse momento as crianças estão convidadas a serem construtores de brinquedos... pergunte se alguém já construiu algum brinquedo. Mostre os materiais que serão utilizados, pergunte o que elas acham que pode ser construído com esse material. Diga que hoje em dia as crianças brincam muito mais com brinquedos já prontos, mas que com um pouco de imaginação e criatividade é possível construir um brinquedo bem legal. APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS: Com o brinquedo, a criança inicia sua inserção social, aprendendo a conviver em sociedade e situando-se frente ao mundo. Interagindo com o brinquedo, a criança representa uma parte do universo que conhece, remodelando-o de acordo com suas vontades. Mas, que tipo de possibilidades os brinquedos da atualidade oferecem às crianças? Sendo que estes já estão prontos e movimentam-se sozinhos, limitando a participação da criança na brincadeira a apenas um acionar de botões. Diante desta realidade, a criança tem assumido o papel do proprietário do brinquedo, “nunca do criador; ela não inventa o mundo, utiliza-o. Justamente pelo fato da criança não interagir com a construção do brinquedo, o seu envolvimento com o mesmo pode ser considerado incipiente e passageiro. Além de comandar as ações da brincadeira, os brinquedos industrializados chegam a delegar à criança o papel de expectador, pois bastam por si só. A ação de brincar é do brinquedo, suas programações, conteúdos e níveis de complexidade predefinem a brincadeira. A humanização dos objetos e a coisificação das pessoas inverte as relações sociais, fazendo criaturas senhoras de seus criadores. Brincar livremente tornou-se “artigo de luxo”; atualmente as crianças dispõem de horários e locais para esta tarefa, dificultando, cada vez mais, a autonomia da criança, sua interação com os outros e com o mundo. Brincando a criança atua como produtora e transmissora de cultura. Portanto, proporcionar espaço e tempo para que a criança atue livremente é de suma importância, assim, ela pode desenvolver-se integralmente. A construção de brinquedos pode oportunizar a criança estes momentos dos quais ela tanto necessita. Construir brinquedos é, pois, uma atividade culturalmente expressiva onde as mãos são os grandes instrumentos da transformação de materiais de qualquer natureza em objetos lúdicos, em brinquedos. Muito além de manipular um objeto, ao construir um brinquedo, a criança produz cultura, se expressa, desenvolve habilidades incitando sua criatividade. O ato de construir representa transformações, altera a ordem das coisas, a criança enquanto construtora de brinquedos desenvolve seu diálogo com o mundo, posicionando-se de forma ativa no meio em que está inserida. O uso de materiais simples na construção de brinquedos possibilita a criança a exercitar sua criatividade ao confeccioná-lo e desenvolver sua interação social num espaço lúdico com materiais atraentes e educativos de baixo custo. Antes mesmo de iniciar a construção do brinquedo, as crianças observam as características físicas dos materiais e podem obter novas formas a partir do material o que implica em perceber nos brinquedos a essência da transformação. O brinquedo construído traz a energia criativa, a possibilidade do novo e do original. Uma das vantagens do brinquedo feito pela criança em relação ao industrial é a sua fabricação, o que por si só é uma brincadeira que só pode acontecer com a ação da própria criança, contando com a colaboração do professor. Momento 06: Resgate de brincadeiras Este é o Museu dos Brinquedos, mas também tem lugar para a brincadeira. Eu sei que vocês brincam bastante com brinquedos, isso é um jeito de ser criança de hoje em dia: brincar quase sempre acontece com o brinquedo. Mas nesse momento, vamos fazer outro tipo de brincadeira, o brincar com o outro, em grupo e no coletivo. As brincadeiras ficam antigas mas não envelhecem… Ainda brincamos de brincadeiras que nossos avós e bisavós brincaram, prontos? Então vamos lá! APONTAMENTOS PEDAGÓGICOS: Ao longo do tempo e com os avanços tecnológicos, brinquedos e brincadeiras foram mudando, mas o prazer da criança em brincar é o mesmo. E é de extrema importância que nós, educadores, levemos a sério tal ato, não só para um melhor processo de aprendizagem das crianças, como também para sua evolução como ser humano. Nosso papel é orientar esse processo, com projetos que ajudem no desenvolvimento e nas habilidades específicas de cada faixa etária. A brincadeira é um conjunto de estratégias e habilidades que possibilitam às crianças experiências que revelam o mundo e as desenvolvem para o futuro. Enquanto brincam elas exercem determinadas funções sociais, pois, no interior de uma brincadeira ela acaba distinguindo vários tipos de reação grupal estimando as consequências agradáveis ou desagradáveis que eles acarretam. A brincadeira não é algo já dado na vida do ser humano, ou seja, aprende-se a brincar desde cedo, nas relações que os sujeitos estabelecem com os outros e com a cultura. Brincar é uma atividade que, ao mesmo tempo, identifica e diversifica os seres humanos em diferentes tempos e espaços. É também uma forma de ação que contribui para a construção da vida social coletiva. Para as crianças, a brincadeira é uma forma privilegiada de interação com os outros sujeitos, adultos e crianças, e com os objetos e a natureza à sua volta. Brincadeiras que são desenvolvidas nas ruas em coletividade, praticadas por adultos e crianças e geralmente, transmitidas de geração para geração, como: roda, ciranda, amarelinha, pular elástico, cabo de guerra, pique estão sendo deixadas de lado, ou seja, sendo substituídas. Com a evolução da cultura lúdica surgiram novos brinquedos. E foram por esses brinquedos que as brincadeiras de rua foram substituídas. As brincadeiras de rua estão tão esquecidas que muitas crianças nem mesmo as conhecem. Acredita-se também que o alto índice de violência nas grandes cidades privou muitas crianças de brincarem nas ruas. O trânsito de carros aumentou, a velocidades com que percorrem as ruas também se tornou elevada. Todos esses fatores influenciaram para que o espaço do brincar se tornasse reduzido. Mesmo vivendo imersos em novas tecnologias e tendo dificuldades de encontrar espaço para brincar, é importante reconhecer que as brincadeiras em coletivo, em que o corpo se faz presente em um grupo são consideradas de grande valor para o desenvolvimento da interação social da criança. Pode-se dizer que é por intermédio do corpo que se efetiva a presença do outro no mundo. Portanto, as brincadeiras presenciais em grupo, anteriormente citadas, proporcionam as reais capacidades de interação social, pelo fato de compreender e compartilhar emoções com o outro. Este aspecto proporciona o desenvolvimento do reconhecimento das pessoas pelo olhar, do ato de se comportar em grupo e saber se expor, se colocar. Ações sugeridas ás escolas para acontecer depois da visita ao Museu Resgate da memória afetiva dos pais e familiares: as crianças saber junto dos pais e familiares se guardaram alguns brinquedos, se lembram, tem fotos, registros e trazer para a escola para compartilhar. Montagem de uma exposição na escola com os brinquedos dos pais e suas respetivas histórias. Estimular a troca de histórias e afeto entre gerações Estimular ação de guarda “de patrimônio” e memória afetiva pelas crianças: em casa, cada criança irá escolher um brinquedo que deseja guardar e fará o registro do porque é importante isso, e o porquê da escolha. Pode haver um roteiro que o ajude nessa escolha do que guardar com base no que vivenciou no museu. Outras ações sugeridas: · Faça uma roda e proponha um registro livre da visita no Museu, podendo ser um desenho, um texto, a montagem de um brinquedo, uma fala. E deixe as crianças discutirem livremente suas impressões. · Tente passar por todos os tópicos sobre a evolução dos brinquedos e faça um paralelo com a evolução da sociedade. · Pergunte qual brinquedo cada um achou mais curioso quanto ao surgimento e história e por que. · Promova um Quiz com pergunta e resposta sobre a história dos brinquedos. Consultar texto em anexo. · Disponibilize os materiais reciclados trazidos pelas crianças e deixe-os construir brinquedos livremente. Em roda, convide cada uma a apresentar sua invenção e valorize este “ciclo virtuoso” de se desejar-imaginar-construir-brincar. Isso é fundamental para que as crianças desenvolvam habilidades como criatividade, iniciativa, autonomia, persistência e senso de atitude. · Para fechar, proponha que cada um faça o desenho de seu “brinquedo do futuro”, coloque junto os registros feitos antes de irem ao Museu e façam uma análise comparativa. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS . LIVRO DIÁLOGO COM ESCOLAS, GIRAMUNDO E OUTROS BRINQEUDOS DOS MENINOS DO BRASIL, DOCUMENTÁRIOS PRODUZIDOS PELO PROJETO TERRITÓRIO DO BRINCAR, Renata Meirelles e David Reeks, 2012. · BARBANTI, Eliane Jamy. A Crian’ca e o brinquedo: uma relação importante. Revista Paulista de Educa’c~ap Fisica. N0 15, vol, · CABANNE, Joseline Ivette. Brinquedo, memoria de uma sociedade. 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01 - PRODUTO PRINCIPAL: NA SEDE DA INSTITUIÇÃO Para as visitas em grupos agendados, será perguntado sobre a existência de alguma necessidade especial para que a equipe envolvida se prepare da melhor forma para anteder as demandas deste grupos. ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Infraestrutura totalmente adequada com rampas, guarda - copo, alargamento de portas e adequação de banheiros e vitrines. - Disponibilidade de caderia de rodas na recepção do Museu para uso. - Circuito expositivo pensado nos limites para a circulação de cadeira de rodas e equipamentos museográficos baixos para facilitar o acesso visual. • Item da planilha orçamentária: Estes itens já foram providenciados pelo Museu dos Brinquedos e não terão custo para este projeto. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: - Legendas em braile e com fontes maiores e mais visíveis. - Áudio guias com orientações de circulação na exposição, gravação dos textos informativos e descrição de cada brinquedo exposto, oferecendo independência ao visitante com deficiência visual ou com baixa visão. - Totens com brinquedos disponíveis para o toque destinado ao visitante com deficiência visual. - Mala Sensorial com miniaturas de brinquedos para descobertas e sensações através do tato. - Programa educativo com atividades pensadas especialmente para todos os públicos, oficinas, brincadeiras e jogos inclusivos. • Item da planilha orçamentária: Diretora Exectuvia, Coordenador de Ação Educativa e Cultural, Estágiários e os materiais citados já foram providenciados pelo Museu dos Brinquedos e não representarão custo para este projeto. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: - Visita mediada em libras para grupos pré-marcados. - Programa educativo com atividades pensadas especialmente para todos os públicos, oficinas, brincadeiras e jogos inclusivos. • Item da planilha orçamentária: Coordenador de Ação Educativa e Cultural, Estágiário, Tradutor em libras, Materal Pedagógico. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: - Conteúdo informativo da exposição traduzido para o inglês; - Capacitação contínua da equipe para desenvolver a sensibilidade e capacidade de promover atividades sempre inclusivas, para que as propostas lúdicas sejam inclusivas desde a sua concepão. Especial atenção aos grupos escolares, quando é possivel fazer um trabalho mais de perto. - Totens com brinquedos disponíveis para o toque destinado ao visitante com deficiência visual. - Mala Sensorial com miniaturas de brinquedos para descobertas e sensações através do tato. - Programa educativo com atividades pensadas especialmente para todos os públicos, oficinas, brincadeiras e jogos inclusivos. • Item da planilha orçamentária: Diretora Executiva, Coordenador de Ação Educativa e Cultural, Estágiários e os materiais citados já foram providenciados pelo Museu dos Brinquedos e não representarão custo para este projeto. 02 - CONTRAPARTIDAS SOCIAIS E FORMAÇÃO DE PLATEIA - ITINERÂNCIAS DO MUSEU DOS BRINQUEDOS Os locais do curso de formação Tempo da Infância e do evento Se essa rua fosse minha serão selecionados considerando todos os critérios abaixo: ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Infraestrutura totalmente adequada com rampas, guarda - copo, alargamento de portas e adequação de banheiros e vitrines. - Espaço com os limites para a circulação de cadeira de rodas e equipamentos museográficos baixos para facilitar o acesso visual. • Item da planilha orçamentária: Estes itens serão de responsabilidade do local e não terão custo para este projeto. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: - No momento das inscrições, será perguntado sobre a existência de alguma necessidade especial para que a equipe envolvida se prepare da melhor forma para anteder estas pessoas. • Item da planilha orçamentária: Diretora Exectuvia, Coordenador de Ação Educativa e Cultural, Estágiários. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: - Traduçaõ em libras no evento de formação. • Item da planilha orçamentária: Coordenador de Ação Educativa e Cultural, Estágiário, Tradutor em libras, Material Pedagógico. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: - No momento das inscrições, será perguntado sobre a existência de alguma necessidade especial para que a equipe envolvida se prepare da melhor forma para anteder estas pessoas. • Item da planilha orçamentária: Diretora Executiva, Coordenador de Ação Educativa e Cultural, Estágiários.
Democratiazação do aceso - Estabelecimento de taxa de entrada inferior (60 % de desconto) para Escolas Públicas e ONGs, sendo que no mínimo 60% do total do atendimento de grupos deverão ser deste público. Valor R$ 12,00. Forma de divulgação: grande parte das escola de BR e região já conhecem o museu e nos procuram par visitas todo ano. De qualquer forma, enviamos email para todas as escolas através do mailling doado pela Secretaria Municipal de Educação e fazemos contato via telefone, caso se tenha um procura aquém de escolas e insituições públicas. - Estabelecimento de taxa de entrada inferior (50% de desconto) para crianças, estudantes, terceira idade e professores, sendo que 60% do total do atendimento de grupos deverão ser deste público. R$ 15,00 Forma de divulgação: redes sociais, imprensa. - Promover gratuitamente o curso de formação "Tempo da Infância - para pensar a criança", de 40 horas com emissão de certificado, com capacitação de aproximadamente 50 multiplicadores, sendo que 60% das vagas serão direcionadas para pessoas e profisionais de instituições de ensino público. Forma de divulgação: redes sociais, imprensa. - Distribuição de 1% dos ingressos para patrocinadores e promocional. Ampliação do acesso: Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I):I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; - Receber na sede gratuitamente escols públicasce/ou instituições educacionais e sociais que trabalham com crianças em vulnerabilidade social e que possuam dificuldades orçamentárias, sendo a seleção feita com apoio da Secretaria Municipal de Assistência Social e de Educação, e divulgação redes sociais, imprensa. II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; - Disponibilizar gratuitamente na internet o conteúdo gravado do curso de capcitação Tempo da Infância.III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como:a) ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativo das apresentações; - Atendimento a cerca de 2000 pessoas GRATUITAMENTE em 4 eventos Se essa rua fosse minha, gratuitos em locais públicos, como ruas e praças, de diferentes regionais de Belo Horizonte ou cidades de Minas Gerais, promovendo um conjunto de atividades, brincadeiras, oficinas e apresentações culturais que valorizam o brincar genuíno e coletivo. d) oficinas de 40horas/aula com certificado de curso livre; - Promover gratuitamente , o curso de formação "Tempo da Infância - para pensar a criança", de 40 horas e com emissão de certificados, com capacitação de aproximadamente 50 multiplicadores, sendo que 60% das vagas destinadas para professores e profissionais da educaçaõ da rede pública.Forma de divulgação: redes sociais, imprensa, diretamente com as escolas através de email e contato telefônico, com apoio da secretaria de educação de Belo Horizonte. f) monitoria guiada em espaços culturais públicos voltada para pessoas atendidas por políticas assistenciais do governo federal, para acesso e conhecimento aos bens patrimoniais; - Receber na sede gratuitamente escolas públicasce/ou instituições educacionais e sociais que trabalham com crianças em vulnerabilidade social e que possuam dificuldades orçamentárias, sendo a seleção feita com apoio da Secretaria Municipal de Assistência Social e de Educação, e divulgação redes sociais, imprensa. g) bolsas de estudo, estágio ou trainee a estudantes da rede pública de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural ao visar ações em economia criativa, empreendedorismo e sustentabilidade culturais. - Conceder de 5 bolsas, por 12 meses, no valor de R$ 900,00 para estudantes universitários epara acompanherem as atividades dos Museu e serem capcitados. A divulgação das vagas é feita em contato com as secretarias de ensino das universidades públicas e faculdas particulares e o processo seletivo contempla aspectos técnicos e, ao mesmo tempo, buscando garantir a diversidade social, racial, genero. V - realizar ações culturais voltadas ao público infantil ou infanto juvenil na proporção de vinte por cento do tempo de duração e quantitativo de apresentações, quando mensuráveis, e acompanhado de projeto pedagógico (Anexo I) e observados os indicativos etários. - Realizar 10 mil atendimentos com a Exposição Tempo será - histórias e memórias do brincar e sua Ação Cultural e Educativa, a partir de uma expografia já conbebida e instalada de cerca de 1200 brinquedos de diferentes culturas e épocas, bem como seu Programa de Ação Educativa e Cultural com atividades lúdicas - resgate de brincadeiras tradicionais no pátio, oficina de construção de brinquedos com materiais reciclados, brinquedoteca com brinquedos pedagógicos, teatro de marionete contado de forma lúdica a importância dos museu, da guarda de bens patrimoniais e da memórica coletiva e individual. Tudo isso com enfoque no brincar brasileiro. Durante 12 meses, a preços populares, sendo 60% voltado para o público infantil, estratificado conforme a seguir nos dois itens abaixo. VII - comercializar além do previsto na alínea "e", inciso I do artigo 22 desta Instrução Normativa, no mínimo dez por cento em valores que não ultrapassem o preço do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; fazendo o uso deste mecanismo; - 10% ingressos vendidos através do Vale cultura. IX- ações de incentivo à leitura com formação e doação de acervos de livros em braile; - Promoção de apresentações de contação de histórias e incentivo à leitura dentro da programação cultural a ser realizada.
EQUIPE TÉCNICA: Gestão da Ação Educativa e Cultural · Diretora Presidente: Maria Elizabeth de Azevedo Meyer Camargo (vtrabalho voluntário) · Direção Executiva: Tatiana de Azevedo Camargo - gestão estratégica, técnica, financeira, adminsitrativa, recursos humanos e opercaional. · Coordenador de Ação Educativa e Cultural: Iago Ornelas Dias - gestão da equipe de educadores e atendimento em geral. · Consultoria Administrativa: Michele Ruas Porto - gestão adminsitrativa e financeira. · Consultoria Ação Educativa e Artes Visuais: Angelina Camelo Bagetti - consultoria para musografia e cultura. · Consultoria em Acessibilidade e Democratização: Grupo Svoa · Consultoria em Gestão de Projetos Especiais e Desenvolvimento de Equipe: Patrícia Ribeiro - capacitação da equipe e gestão de projetos itinerantes. Palestrantes para o curso de Capacitação Tempo da Infância: - Adeliane de Paula - Iago Dias - Tatiana de Azevedo Camargo - Angelina Bageti Camelo - Mariana Rosa - Desirée Ruas FORNECEDORES: · Contabilidade Geral: Decta Contabilidade Financeira · Assessoria Jurídica: MG Advogados currículos abaixo DIRETORA PRESIDENTE - Maria Elizabeth de Azevedo Meyer Camargo elizabeth.meyer.camargo@gmail.com Formação Acadêmica Pós-Graduação:Gestão Cultural – Fundação Palácio das Artes – março a junho 2003 Especialização em Educação – Área Orientação e Supervisão Integrada II CEPEMG – Centro de Estudos e Pesquisas Educacionais de Minas gerais – março/ 97 a abril/ 98 Graduação: Pedagogia (Orientação Educacional), Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica de Minas Gerais – 1975 História: Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica de Minas Gerais - 1972 Qualificação Profissional 2002 aos dias atuais: Instituto Cultural Luiza de Azevedo Meyer - Museu dos Brinquedos Belo Horizonte/ MG Diretora Presidente Experiências Docentes: · Província Carmelitana Santo Elias BH 2003 a 2006 Alfabetização de Jovens e Adultos Trabalho Voluntário na Igreja do Carmo. · Telecurso 2.000 – Supletivo 1998 – 1999 Orientadora de Aprendizagem Matemática e História Trabalho Voluntário – Paróquia Boa Viagem · Escola “Aldeia Global – Centro de Desenvolvimento Integral da Criança’ 1973 a 1976 Diretora e Orientadora Pedagógica e Educacional Professora: Aulas de Inglês – Método “Pink and Blue” · Fundação Legião Brasileira de Assistência – MG 26/10/76 a 31/08/78 Supervisora da Divisão de Educação do Trabalho Cursos e capacitação · Festival de Inverno – UFMG – “Curso de Literatura Infantil e Juvenil” – 30 dias · I Seminário de Capacitação Museológica – Instituto Flávio Gutierrez – Belo Horizonte – 17 a 19 maio, 2002. · II Seminário de Capacitação Museológica – Instituto Flávio Gutierrez – Belo Horizonte – 22 a 24 ago/ 2002 · Seminário “A História Representada: O Dilema dos Museus” – Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro – 7 a 11 de out/ 2002 · III Seminário de Capacitação Museológica – Instituto Flávio Gutierrez – Belo Horizonte – 24 a 27 out./ 2002 · Festival de Peões e Carrapetas – UNI- BH, Belo Horizonte – 2 a 15 dez/ 2002 · Seminário de Arte e Cultura como Instrumento de Responsabilidade Social – Instituto Júnia Rabello – Belo Horizonte/ MG 10 a 11 março/ 2003 · Seminário Cultura: Política e Financiamento – Assembléia Legislativa de Minas – Belo Horizonte – 30/ago a 01/ set 2004 · Patrimônio e Musealização – debates atuais. Instituto de Educação Continuada – PUC/ MINAS – Belo Horizonte – 08/ out/ 2004. · Festival de Bonecos – 2002 / 2003 / 2004 – Prefeitura de Belo Horizonte. · I Encontro Mineiro de Museus – Superintendência de Museus – 03/08 a 04/08/ 2005 · Seminário Caminhos da Produção Cultural – Circuito Cultural Banco do Brasil – 18 a 21/05/2005. · Curso de “Projetos Sociais” – PUC/ MG – 60 h. · Curso “BH 100 anos: Uma parceria entre Museu, Professor e Arte” - Centro de Referência do Professor, SEE/ MG – 16h. · Curso “Construindo o Brinquedo Pedagógico” Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – SENAC/ MG – 30h. · Participação em diversos seminários na área de pedagogia e história entre os anos de 1970 a 1980. · Curso “Gestão Cultural”- Projeto Cine arte Sarau Petrobrás, Centro de Cultura Nansen Araújo- Teatro SESIMINAS. 27 e 28/abr/2006 · Palestra “Museu do Brinquedo”- Acadêmicos do Curso de Turismo do Instituto Belo Horizonte de Ensino Superior- IBHES. 23/mai/2007 · Seminário - Objetos técnicos como Suporte para a preservação da memória e construção de uma cultura técnica – 17/mai/2007. · I Encontro Nacional da Rede de Educadores em Museu- Fundação Casa Rui Barbosa. 18/set/2007 · 2º Fórum Nacional de Museus- “Museus Comunitários e Eco museus- Ação Educativa em Museus”- Ouro Preto/ MG. 26/ago/2006 · XVI Congresso de Museus- “Museus, Memória e Movimentos Sociais”- Museu do Homem do Nordeste/ Fundaj- Recife/PE. 04 a 07/dez/2007 · Seminário Internacional Ciência e Museologia- “Universo Imaginário”- Museologia- Arte- Estética na Tecnologia. Educação e Ciência/CEFET-MG, Centro de Difusão da Ciência- UFMG. 14 a 17/abr/2008 · “Elaboração de Projetos e Fomento para a Área Museológica”- Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG. 15/mai/2008 · 3º Fórum Nacional de Museus- “MCI- Plano Museológico: Implantação, Gestão e Organização de Museus- Ministrado por Márcio Rangel (DEMU/IPHAN) e Rose Miranda (DEMU/IPHAN). 11/jul/2008 · Workshop Cultural: “Visibilidade com Responsabilidade”- Auditório do Hotel Ouro Minas, BH/MG. 30 e 31/out/2008 · 1º Seminário internacional de gestão e cultura- “Política Cultural Comparada”- Duo Informação e Cultura. 4 a 7/Nov/2008 · Curso de Iniciação à Educação em Museu- Laboratório de Estudos em Museus e Educação- LEME/FAE/UFMG. BH/MG. 03e 04/mar/2009- 8h · Workshop de Capacitação de Gestores da Cooperação Descentralizada e Federativa Franco- Brasileira- BH/MG. 15/mai/2009. · VI Semana de Museus, na Universidade de São Paulo de 15 a 18/mai/2009 ************** ************** ************** ************** ************** ************** DIRETORIA EXECUTIVA - Tatiana de Azevedo Camargo tatiana.azevedo.camargo@gmail.com MG – 8.006.720 CPF: 032.183.396-18 Formação acadêmica Pós-Graduada em Gestão Estratégica em Organizações do Terceiro Setor pela Fundação Dom Cabral – FDC, em 2015.Pós-Graduada em Gestão Estratégica de Comunicação pela PUC-MINAS, em 2007.Pós-Graduada em Gestão Estratégica de Marketing pela Fundação Dom Cabral – FDC, em 2002.Graduada em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, em 2000.Atuação como pesquisadora do programa de Aprimoramento Contínuo -PAD /UFMG, Projeto “Grupo de Estudos e Pesquisas sobre as práticas profissionais e sociais de Comunicação”, sub-projeto “Comunicação e Política”, 1998 e 1999. Monografia desenvolvida: “Os meios de comunicação como instrumento de poder – uma leitura crítica do marketing político, construído em torno do campo da saúde pelo governo federal, no Brasil”. Experiência Profissional - Empresas Museu dos Brinquedos -------------------------- 12/2007 aos dias atuaisCargo: Diretora Executiva e Relações Públicas. Área de atuação: Administração Geral, Marketing e Comunicação Empresarial Fiat Automóveis --------------------------------------- 04/2007 a 11/2007Cargo: Analista de Comunicação Empresarial. Área de atuação: Comunicação Interna Vale - Companhia Vale do Rio Doce -------------------- 11/2003 a 03/2007Cargo: Analista de Comunicação Empresarial Pleno. Área de atuação: Comunicação Interna e Externa Museu Histórico de Belo Horizonte --------------- 06/2003 até 10/2003Cargo: Relações Públicas. Área de atuação: Marketing e Comunicação 4As comunicação e marketing em saúde ---------- 09/2002 a 11/2002Cargo: Consultora. Área de atuação: Marketing e Comunicação Hospital Mater Dei S.A. ---------------------------- 11/ 1999 a 08 / 2002Cargo: Coordenadora do Serviço de Atendimento ao Cliente – SAC. Área de atuação: Marketing e Comunicação Social ************** ************** ************** ************** ************** ************** COORDENADOR DE AÇAÕ EDUCATIVA E CULTURAL IAGO DORNELLAS DIAS FORMAÇÃO ACADÊMICA: LICENCIATURA EM PEDAGOGIA UNIBH 2018 - 2021 EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS COORDENADOR DE AÇÃO EDUCATIVA: Elaborar e implantar o programa de ação educativa e cultural do Museu dos Brinquedo junto uma equipe multidisciplinar de fornecedores, arte educadores e estagiários. ARTE EDUCADOR/ANALISTA DE MÍDIAS SOCIAIS: Museu dos Brinquedos - Julho 2019/Outubro 2021. Atribuições do cargo: Responsável pelas ações educativas e artísticas do museu, treinamento de equipe, desenvolvimento educacional e de práticas brincantes, gestão completa de redes sociais, roteirização e produção de vídeos para TikTok e Instagram, apoio em ações de comunicação, gestão de atendimento ao público na web. ASSISTENTE DE ALFABETIZAÇÃO: Escola Municipal José Madureira Horta - Setembro 2018/Junho 2019. Atribuições do cargo: Acompanhamento pedagógico, monitoria de alunos, elaboração de atividades e jogos pedagógicos. OPERADOR DE CAIXA: Polishop - Outubro 2017/Maio 2018. Atribuições do cargo: Atendimento ao cliente, checagem de estoque, cadastramento de clientes no sistema e vendas. TEATRO: PLUG MINAS ************** ************** ************** ************** ************** ************** CONSULTORA AMINISTRATIVA FINANCEIRA MICHELE RUAS PORTO ID: M 8.275.437 - michele.ruas.porto@gmail.com Formação Acadêmica· PAEX- Programa de Parcerias Empresarias, pela Fundação Dom Cabral de Nova Lima- MG, em 2016. · Graduada em Administração em Esportes e Promoções e Eventos, pela Faculdade Promove de Belo Horizonte- MG, em 2003. · Técnica em Contabilidade pela Escola Estadual Cassiano Mendes, em 1997. Qualificação Profissional · Ampla experiência no planejamento, promoção, execução e avaliação de eventos. · Ampla experiência na administração de processos internos relativos ao funcionamento operacional e estratégico de uma empresa como gestão de pessoas, finanças, marketing, controle administrativo e comunicação interna e externa. · Ampla experiência em processos de elaboração, captação de recursos, viabilização, execução e monitoramento e prestação de contas de projetos culturais. · Elaboração e execução de eventos, programas e ações de relacionamento com os públicos de instituições culturais, comunidade, patrocinadores, parceiros, estudantes, pesquisadores e imprensa, contribuindo com a visibilidade dos projetos realizados, com a construção de uma reputação positiva e, ainda, com a prospecção de patrocinadores e mantenedores. · Experiência na coordenação de equipes. · Inglês: nível básico · Informática: Internet/Windows/ Word-Excel-Power Point- Access-Outlook express Experiência Profissional · Museu dos Brinquedos --------------------------------------------------------------------------- 02/2022 aos dias atuaisCargo: Consultora Administrativa e Financeira · Prefeitura de Pedra Azul - Minas Gerais -------------------------------------------------------- 01/2021 a 03/2022Cargo: Secretária de Cultura · Museu dos Brinquedos-------------------------------------------------------------------- 04/2008 a 11/2016Cargo: Administradora Funções: Administração Geral e Financeira e produção de projetos culturais. · SERTEC Serviços LTDA-------------------------------------------------------------------- 07/1998 a 10/ 2003Cargo: Operadora da Central de Atendimento (por três anos e três meses) Funções: Atendimento ao público, fornecimento de informações referentes ao trânsito e transportes público do município de Belo Horizonte, registro de reclamações e solicitações e realização contínua de relatórios. Cargo: Auxiliar Administrativo II (por um ano e cinco meses) Funções: execução de serviços administrativos em geral, como organização, conferência e arquivamento de documentos, controle de processos internos e elaboração de análise de relatórios administrativos. · DA Produções e Eventos----------------------------------------------------------------------- 01/2004 a 12/2007Cargo: Coordenadora de Eventos Funções: Elaboração e execução de eventos de grande porte. ************** ************** ************** ************** ************** ************** COORDENADORA ARTÍSTICA E MUSEOGRAFIA Angelina Camelo Bagetti Belo Horizonte – Minas Gerais Sites: www.minigaleria.com https://angelinacamelo.com ///Habilidades: Coordenação, curadoria, produção, criação e desenvolvimento de projetos em Artes Visuais e expografia de exposições; ///Formação: 2000 - Licenciatura em Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas - Escola Guignard/ UEMG (Universidade Estadual de Minas Gerais) Belo Horizonte, MG, Brasil; Membro do ICOM ( Conselho Internacional de Museus) desde 2014; ///Experiência Profissional: 2014 a 2017- Cargo de coordenação no Museu Mineiro (Belo Horizonte- Minas Gerais, Brasil ; 2010 – Criação de estampas exclusivas para coleções das marcas de roupas mineiras Drosófila e Graça Ottoni; 2007 – Idealiza e a inaugura a Mini Galeria (Espaço independente de Arte em Belo Horizonte) juntamente com a artista Clara Valente e desde então é responsável pela direção, curadoria das exposições e elaboração de projetos em Artes Visuais; 2006 – Professora de Educação Artística no Projeto Aluno Tempo Integral, na Escola Estadual Professor José Mesquita de Carvalho, por um periodo de um ano. 2003 à 2005: Professora de Arte Educação na Truppi Espaço Lúdico – Belo Horizonte ///Principais Projetos e Exposições como curadora independente: 2014 - Janeiro – Curadoria na exposição de fotografia “Atlas”,com o coletivo Companhia Rapadura(SP), no Espaço Mari’stella Tristão,Palácio das Artes, dentro da programação do Festival Verão Arte Contemporânea (VAC). 2013 - Novembro - Curadoria e concepção das atividades de palestra, oficina e pintural mural para o Projeto Parede do Sesc Palladium. Convidando o artista paulista Stephan Doitschinoff, representado pela galeria Choque Cultural de São Paulo; 2012 – Curadoria para o Projeto onde cinco artistas selecionados pela Mini Galeria pintaram as paredes das cinco maiores agências de publicidade de Belo Horizonte: ( RC Comunicação, 2004 Comunicação, Lápis Raro, Populus Comunicação e 18 Comunicação) em uma parceria com a Rádio Guarani FM ( Belo Horizonte); Artistas: Clara Valente (Bh), Binho Barreto (BH), Vital Lordelo (Poa), Thiago Mazza (Bh) e Eduardo Fonseca (Bh); ************** ************** ************** ************** ************** ************** Consultora em Gestão de Pessoas, Processos e Projetos Educacionais e Culturais Patrícia Rodrigues Ribeiro E-mail: patiribeirobr@gmail.com Linkedin: www.linkedin.com/in/patiribeirobr Experiência Profissional Museu dos Brinquedos Desde Mar/2019 Cargo: Consultora em Gestão de Pessoas, Processos e Projetos Educacionais e Culturais Gissa Bicalho Indústria e Comércio de Acessórios e Bijuterias Ltda Out/2018 a Fev/2019 Cargo: Gerente Administrativo Comercial Imede – Instituto Mineiro de Ultrassonografia Dez/2017 a Maio/2018 Cargo: Gerente Administrativo Comercial Lyon Engenharia (Prestadora de serviço VLI) Out a Dez/2017 Cargo: Analista de Infraestrutura Sênior FIEMG – Instituto Euvaldo Lodi Dez/2011 a Set/2017 Cargo: Coordenadora de Núcleo Educacional Pampulha Mall Administração Ltda Fev a Dez/2011 Cargo: Gerente Administrativo Comercial TIM Celular Maio/2002 a Nov/2011 Cargo: Analista de Recursos Humanos T & D - Janeiro de 2010 a Janeiro de 2011 Cargo: Instrutora II - Novembro de 2007 a Janeiro de 2010 Cargo: Assistente de Treinamento - Outubro de 2005 a Novembro de 2007 Cargo: Consultora de vendas – Dezembro de 2003 a Setembro de 2004 Cargo: Atendente e - Maio de 2002 a Novembro de 2003 Formação MBA em Gestão da Qualidade (FUMEC – incompleto) Graduação em Gestão de Recursos Humanos (UNA – Julho 2009) Aperfeiçoamento Profissional Do It Now – 2019 Sensemaking - Denise Eler – 2017 Inglês (nível básico) –2014 a 2016 Empreendedorismo - Sistema Indústria – 2016 Plataforma do Futuro - Instituto Áquila – 2016 Gestão de Projetos - Macroplan – 2015 Gestão de Contratos, compras e licitações – FIEMG – 2015 Comunicação Oral - Sistema Indústria - 2014 Prezi - SBAP – 2014 Congresso Nacional de Recursos Humanos - CONARH ABRH – 2013 Como administrar o estresse do dia-a-dia - Frederico Porto – 2008 Programa de Desenvolvimento de Gerentes - Pyxis – 2007/2008 Falar em Público com Confiança - Frederico Ribeiro Filho – 2006 Formação de Instrutores - Factor Consultoria – 2006 ************** ************** ************** ************** ************** ************** CONSULTORIA EM ACESSIBILIDADE GRUPO SVOA Atuando na área de acessibilidade e audiodescrição desde 2011, o SVOA tem suas bases no grupo de pesquisa Cinema ao Pé do Ouvido (PUC Minas) e reúne profissionais das áreas de Comunicação Social, Comunicação Assistiva, Psicologia, Linguistica e Pedagogia. Buscando sempre inovação e qualidade em suas ações, a equipe oferece os serviços de audiodesdescrição e Closed Captions, além de cursos, workshops e palestras. O SVOA desenvolveu os seguintes trabalhos: Audiodescrição do espetáculo Real, do Grupo Espanca, durante a circulação da peçaem Dourados, Campo Grande e Cuiabá;Audiodescrição da animação de curta-metragem O olho do sapo;Oficina de introdução a audiodescrição para jovens , produzida pelo Projeto Curta-circuito;Audiodescrição do documentário Encontro com Iemanjá;Legendagem descritiva dos filmes da Retrospectiva Helena Solberg (exibida nos CCBBsde RJ, SP e Brasília).Visita guiada com audiodescrição à exposição Reinado de Chico Calu, no Museu Inimáde Paula (2018).Legendagem descritiva do filme Desacertos (2017).Audiodescrição e legendagem descritiva do documentário de longa-metragemMobilização Cultural em rede, para a AIC- Associação Inagem Comunitária (2017).Oficina Barreiras para uma sociedade inclusiva: como superar?, no Inhotim (2017) .Palestra Acessibilidade e representatividade de pessoas com deficiência visual, no LUMIAR-Festival interamericano de Cinema Universitário (2017).Audiodescrição do curta-metragem de animação Contrastes- impressões de Israel (2017) .Audiodescrição da exposição Santiago-fogo, no Museu Casa Kubitschek (2017).Audiodescrição do espetáculo de dança E a cor a gente imagina, no Museu de Artes eOfícios (2017).Audiodescrição da exposição Tipologias das multidões, no Memorial Minas Gerais Vale(2017).Audiodescrição do documentário de longa-metragem Da lona ao Pai Tomás (2017).Audiodescrição e legendagem descritiva de série de vídeos do canal no Youtube daFilarmônica de Minas Gerais (2017).Audiodescrição da 69ª Reunião da SBPC, na UFMG (2017).Audiodescrição da exposição Não me espere para o jantar, no Memorial Minas GeraisVale (2017).Audiodescrição da exposição Malungo-irmãos de barco, na FUNARTE-MG (2017).Audiodescrição do espetáculo de dança E a cor a gente imagina, no CCBB (BeloHorizonte, 2016)Audiodescrição da exposição de fotografias Transversal- circuito de imagens no espaçourbano, na Lagoa do Nado (Belo Horizonte, 2017)Audiodescrição do curta-metragem Dirty Harry is blind (2017).Oficina de introdução à audiodescrição, na UNI-BH (2016)ï‚· Audiodescrição dos debates das eleições estaduais em Minas Gerais, nas RedesGlobo e Bandeirantes de televisão (2016).Audiodescrição do espetáculo Os ancestrais, do Grupo Teatro invertido (Brasília eCampo Grande, 2016).Audiodescrição das oficinas do Programa Mala de Recursos Lúdicos, realizado peloSPSPD (Serviço de Proteção Social à Pessoa com Deficiência) da Prefeitura de BeloHorizonte, em parceria com a ADRA Brasil.(Belo Horizonte, 2016).Audiodescrição dos espetáculos do Festival SESI Bonecos do mundo, apresentados noCine Theatro Brasil Vallourec (Belo Horizonte, 2016).Audiodescrição do espetáculo Nós, do Grupo Galpão, realizado no Galpão CineHorto (Belo Horizonte, 2016).Audiodescrição do ciclo de palestras Devagar, realizado no Teatro Marília (BeloHorizonte, 2015).Audiodescrição da exposição Ervanaria móvel, no Museu Mineiro (Belo Horizonte,2015).Audiodescrição da exposição Áreas de intermitência, do fotógrafo Andre Hauck (BeloHorizonte, 2015).Oficina de introdução à audiodescrição, no Museu Mineiro (Belo Horizonte, 2014) EQUIPE Flávia Mayer Doutora em Linguística pela PUC Minas, é mestre em Semiótica pelo programa de Comunicação Social na mesma instituição, tendo graduação nas áreas de Jornalismo e Relações Públicas pela UFMG. Co-fundadora do projeto Cinema ao Pé do Ouvido, foi bolsista CAPES/Fulbright na Case Western Reserve University, EUA, onde desenvolveu estudos sobre a relação de cegos congênitos com as cores. Autora de artigos e de dois livros na área de audiodescrição - Diagnóstico de comunicação para a mobilização social: promover autonomia por meio da audiodescrição e Imagem como Símbolo Acústico - a Semiótica aplicada a pratica da audiodescrição, já ministrou cursos e palestras sobre o tema, tendo apresentado trabalhos no Brasil, Inglaterra, Argentina e Estados Unidos. Foi roteirista de audiodescrição de filmes para a TV Cultura de São Paulo (2012-2013), dos filmes “Morte Cega” (2012) e “Diário do Não Ver” (2012), dos audiolivros “Vencedores” (2012) e “Vila Colorê” (2011). No SVOA, atua como roteirista e revisora. Anita Rezende Mestre em Comunicação Social pela PUC Minas, é graduada em Comunicação Assistiva pela mesma instituição. Fez curso de formação de Audiodescritores, com Eliana Franco, na USP, além de integrar a equipe que elaborou o roteiro de Audiodescrição da exposição Empresta-me seus olhos?, dentro do Festival de verão da UFMG, 2014. Junto ao SVOA, produziu artigos e ministrou cursos sobre o tema, atuando no grupo como roteirista, revisora e locutora. Bianca Anacleto Graduada em Psicologia pela PUC Minas com formação complementar em Psicologia Cognitiva Comportamental, foi bolsista do Programa de Iniciação Científica(FAPEMIG-PUC) no ano de 2012, com tema relacionado à reabilitação e manutenção da saúde mental de pessoas com deficiência física. Atua como roteirista, editora de som e locutora do SVOA. Gabriel Aquino Graduado em Pedagogia pela PUC Minas, com aprofundamento em Necessidades Educacionais Especiais, é Técnico em Braille do núcleo de apoio à inclusão na mesma universidade. Atualmente, presta consultorias nas áreas da acessibilidade e tecnologias assistivas. Atua como consultor com deficiência visual no SVOA. Matheus Guimarães Graduando em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda pela PUC Minas. É roteirista de audiodescrição e consultor com deficiência auditiva. Palestrantes para o curso de Capacitação Tempo da Infância: - Os currículos de Iago Dias, Tatiana de Azevedo Camargo e Angelina Bageti Camelo já estão acima. - De Adeliane de Paula, Mariana Rosa e Desirée Ruas segue abaixo: ADELIANE DE PAULA Formação Acedêmica - Certificação em Educadora Parental em Disciplina Positiva pela PDA America (Jan 2021) - Formada em Psicologia pela UFMG em 2009, pos graduada em Psicodrama pelo IMPSI em 2010. - Formada em teatro pelo Centro de forma§âo Artfstica - CEFAR - Palâcio das Artes. 2010 - Formaçâo no Curso para Educadores no Instituto Brincante em Sâo Paulo. 2017 Experiência Profissional - Idealizadora do POLEM - Programa de Oficinas Ludico E mocionais (julho 2021) - Mentora de grupo de mâes - A Margem - (Jan a Maio de 2021) - Participa§âo na forma§âo: Pedagogia do Brincar - Junho 2021 - Idealizadora do Clube Monstrin - Oficinas de Aventuras para crian§as on line - desde Abril 2021 - Ministrou o curso Intimidade Emocional (on line - Mario 2021) - Ministrou o Curso Educar Sem Gritos (on line - Fevereiro 2021) - Idealizadora do Festival Desapr ender Crian§a - (Abril 2021) - Socio- fundadora da Casa de Lua em 2013 com grande atua§âo em eventos infantis e conta§oes de historias. - Participa§âo no Grupo de Estudos da @cria.coletiva - Como come§a a historia do Leitor (Maio 2020) - Arte educadora no Centro Lddico de Intera§âo e Cultura - CLIC! de 2014 a 2019 DESIRRÉ RUAS Formação profissional: Graduada em Comunicação Social - Jornalismo (1997) e em Relações Públicas (1999), ambos pela Universidade Federal de Minas Gerais. Pós-graduada em Educação Ambiental, Agenda 21 e Sustentabilidade pela Faculdade Metropolitana de Belo Horizonte (2006). Mestranda no Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFMG Formação em “Advocacy Social – Consciência para transformar” pela Global Academy Foundation e a ACT (2018). Curso “Infância e Cidade - Participação infantil nas políticas públicas” – Faculdade de Educação UFMG (2022). Curso “Construção do Plano Municipal pela Primeira Infância – PMPI” (2020). Curso “MOB.PI - Participação Infantil nas Políticas Públicas de Mobilidade Urbana” – (2019). Curso “A infância no centro da pauta” - (2020). Curso “Agenda 2030” da ACT – (2019). Experiência profissional: Desde 1999, realiza consultoria, projetos, palestras, cursos e oficinas em comunidades, escolas, empresas e órgãos públicos, buscando a sensibilização de crianças e adultos nas áreas da sustentabilidade socioambiental, educação, alimentação e saúde e direitos da infância. Ativista pelos direitos das crianças com trabalho de incidência política junto a redes e coletivos nacionais e regionais como Movimento BH pela Infância, Rede Primeira Infância de MG, Rede Nacional Primeira Infância, Rede Brasileira Infância e Consumo, Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável e Aliança pela Infância. Profissional autônoma, desenvolveu projetos formativos, de comunicação e mobilização para: - Rede Primeira Infância de Minas Gerais (Mobilização e planejamento para atividades formativas com educadores pelos direitos das crianças) - Rede Nacional Primeira Infância (Coordenação em MG da Campanha Criança é Prioridade nas Eleições em 2020) - Museu dos Brinquedos (Palestras, consultoria e produção no Projeto Museu dos Brinquedos Itinerante – atividades formativas e culturais) - Sesc Palladium (Atividades formativas com educadores - Realização da Semana Infância e Consumo) - Instituto Alana (Comunicação e mobilização - criação da Rede Brasileira Infância e Consumo) - Idec (Comunicação e mobilização para campanha sobre alimentação escolar em MG) - Procon – MG/Ministério Público de Minas Gerais (Palestras e formação de educadores sobre infância e consumo) - TRE-MG (Atividades formativas – Saúde integral e Educação ambiental) - Banco do Brasil (Atividades formativas e palestras) - Instituto de Educação de Minas Gerais (Projeto formativo Catira de Ideias) - AS-PTA – Agricultura Familiar e Agroecologia (Consultoria, facilitação e mobilização para criação do Plano de Proteção aos Direitos das Crianças) - Rede Brasileira Infância e Consumo – Rebrinc (Atividades formativas e mobilização) - Movimento BH pela Infância (Atividades formativas e de mobilização para ativismo pelos direitos das crianças) - Movimento pelas Serras e Águas de Minas – Movsam (Consultoria e mobilização para campanhas educativas socioambientais) - Movimento Salve a Mata do Planalto (Consultoria e mobilização para campanhas socioambientais) - Associação Comunitária Jangada (Consultoria e mobilização para campanhas educativas socioambientais) - Gabinete de Crise da Sociedade Civil (Consultoria e mobilização para campanhas educativas socioambientais) - Centro de Ecologia Integral (Atividades formativas e de comunicação – Revista Ecologia Integral) MARIANA ROSA Formação acadêmica Universidade de São Paulo, USP - Mestrado, Educação - ago de 2022 - ago de 2024. Universidade Federal de Minas Gerais - Bacharelado, Comunicação Social - 1995 - 1998 Experiência profissional Fundação Dom Cabral - FDC - Professora convidada em Diversidade e Inclusão, mar de 2022 até o momento - Belo Horizonte, Minas Gerais. Hotmar - Corporate Communications and Social Responsibility Manager - dez de 2020 - o momento Anglo AmericanAnglo American - Communications and Corporate Social Performance Manager - ago de 2016 - ago de 2019, Belo Horizonte, Minas Gerais. Ferrous Resources do Brasil - Communications and Social Responsibility General Manager - abr de 2010 - nov de 2014. MMX - Coordenadora de Comunicação - set de 2008 - mar de 2010. Vale - Analista de Comunicação - 2001 – 2008.
PROJETO ARQUIVADO.