Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Trata-se da produção de um documentário de média-metragem com a duração de 60 minutos sobre o cenário da nova Arte Contemporânea no Brasil, ou seja, de quais artistas poderão despontar, em alguns anos, como potenciais nomes da arte brasileira, se tornando referência nacional e internacionalmente. O documentário será acompanhado por uma cartilha que versa sobre a trajetória artística, as materialidades de criação, a vida e a transversalidades pedagógicas de cada artista presente no documentário e servirá como instrumento de mediação cultural. O arquivo será entregue em vídeo de 1080p, 24fps, Mp4, 16Mbps. O documentário será distribuido por meio de acesso gratuito no site do Instituto Arte na Escola (www.artenaescola.org.br) e no seu canal do YouTube (https://www.youtube.com/c/InstitutoArtenaEscola).
Sinopse da Obra / Argumento Documentário Quatro artistas, da mais nova geração da Arte Contemporânea brasileira, compartilharão suas visões de mundo e suas estratégias sensíveis de criação nesta produção do Instituto Arte na Escola, envolvendo a Dança, o Teatro, a Performance, a Música, as Artes Visuais. O documentário “Novos Artistas da Arte Contemporânea Brasileira” retratará o processo de criação de artistas que trilham seus caminhos por diferentes linguagens da arte, vindos de várias partes do país. Ao refletirem sobre seus processos de criação, os artistas farão também, uma ponte com a Educação, investigando como a Arte se desdobra em contextos educativos formais ou não-formais. Ao selecionar os artistas, o IAE investirá em singularidades, territorialidade e diversidade. O trânsito periferias-grandes centros urbanos nos interessa na escolha dos artistas. Aqui, a palavra “novo” vem desvendar a trajetória artística de quem ainda não está em evidência, massivamente, em nosso país. Classificação etária: livre para todas as idades Sinopse – Cartilha Educativa Acompanhando o filme, será produzido uma publicação a qual denominamos “Material Educativo para o Professor-propositor”. O intuito desta cartilha é oferecer pistas ao professor que acesse o documentário de como utilizá-lo em sala de aula. No IAE, trabalhamos com a perspectiva de promover mediação cultural entre o que geramos e os possíveis usos dos nossos produtos culturais. Por isso, essa publicação vem ao encontro da democratização da cultura, enquanto instrumento de interface entre o filme e seu uso em sala de aula. Estima-se que esta publicação alcance um total de 30 páginas, onde trataremos da trajetória artística, materialidades de criação, vida e transversalidades pedagógicas de cada artista selecionado para compor o documentário.
Objetivo Geral: Estabelecer um amplo e qualificado espaço de debate sobre as questões relativas às tendências e desafios da Arte e da Cultura Contemporânea na formação de público no Brasil, criando um espaço de visibilidade sobre as metodologias de criação de artistas de diversas linguagens artísticas e de localidades do país. Em consonância com o art. 2o, do Decreto 10.755, de 2021, o documentário tem como finalidade: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira e; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional. Objetivos Específicos: - Produção de 1(um) documentário de média-metragem sobre o cenário da nova Arte Contemporânea Brasileira por meio da história de 4 artistas que estará disponível no site (www.artenaescola.org.br) e canal do YouTube do Instituto Arte na Escola (https://www.youtube.com/c/InstitutoArtenaEscola) e com exibição na TV da FUNDAÇÃO SOCIEDADE COMUNICAÇÃO CULTURA E TRABALHO _ TVT. Como meta está previsto, no mínimo, 2000 visualizações do documentário. O resultado desse produto poderá ser mensurado mediante relatórios de acessos ao hotsite específico do projeto no site no Instituto Arte na Escola e relatório de visualizações do video no canal do YouTube do IAE. - Elaboração de uma 1 (uma) cartilha, no formato de publicação digital para download gratuito no site do Instituto Arte na Escola (www.artenaescola.org.br) sobre a trajetória artística, as materialidades de criação, a vida e a transversalidades pedagógicas de cada artista presente no documentário, como instrumento de mediação cultural. Como meta está previsto, no mínimo, 2000 downloads da cartilha.O resultado do produto poderá ser mensurado mediante ao relatório de acesso ao hotsite específico do projeto no site do Instituto Arte na Escola e mensuração de número de downloads da cartilha disponível no site.
De acordo com o objetivo art.3, Lei Nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto cumpre o seguinte objetivo: I - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001). A arte ainda está concentrada em museus e galerias. Apesar de todos os avanços da arte de rua e dos espaços abertos e alternativos, é necessário crescer no sentido de diagnosticar a relação existente entre diferentes museus, galerias, ateliês e a comunidade, para formular novas ações que possibilitem o estreitamento dessas relações. A história do Instituto Arte na Escola (IAE), uma Organização da Sociedade Civil (OSC) de carácter cultural, está ligada diretamente à promoção da arte e à valorização de espaços culturais. A instituição nasceu enquanto projeto da Fundação Iochpe, em 1989, a partir de uma percepção da presidente da instituição, Evelyn Berg Ioschpe, de que era necessário aproximar o público geral dos equipamentos culturais para garantir uma formação de público mais ampla e profunda do que aquela promovida por educativos de museus. Esta percepção veio da sua experiência como diretora do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), de março de 1983 a março de 1987. Um importante passo para a instituição foi a criação da Rede IAE, que estabelece vínculos entre grupos sociais e espaços culturais, e que recebeu o reconhecimento e a assessoria de renomados arte-educadores internacionais, tais como: Rebecca Keller (arte educadora do Museum of Contemporary Art of Chicago), Ralph Smith (professor da University of Illinois), Eilleen Adams (arte educadora inglesa, especialista em Art Design e Educação Ambiental) Elliot Eisner (professor da Stanford University) e Udo Liebelt (curador pedagogo do Museu Sprengel, de Hannover), realizadas sempre por meio de parcerias entre a Fundação Iochpe, o British Council, o Partners of America e o Instituto Goethe, entre outros. Para estruturar melhor essas ações, ainda em 2000, a Fundação Iochpe decidiu institucionalizar o IAE, tendo como objetivo desenvolver projetos e programas de Arte e Cultura, em todo território nacional, no intuito de aproximar, dialogar e ampliar o repertório artístico cultural brasileiro do público em geral. Entendendo a dificuldade do grande público em frequentar diferentes espaços culturais (seja por considerar espaços elitizados, por motivos financeiros ou por dificuldades de acesso) produzimos materiais e ações de difusão da arte voltada ao público em geral, sob a perspectiva de democratização de acesso, socialização e formação de público, nos territórios onde estão inseridos nossos parceiros. O reconhecimento da importância da arte no mundo tem sido chancelado por relevantes instituições, tais como: o Fórum Econômico Mundial 2018, que passou a criatividade de 10ª a 3ª lugar no rol de habilidades profissionais mais importantes na projeção para 2020 e na 4ª Revolução Industrial; a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que coloca o Art for Art´s Sake, por reconhecer que a arte causa impacto no desenvolvimento de habilidades fundamentais para inovação; e a metodologia educacional americana que incorporou Artes juntamente com Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática para estimular a inovação e criatividade (STEAM). Nesse sentido, estabelecer um amplo e qualificado espaço de debate sobre as questões relativas às tendências e desafios da Arte e da Cultura Contemporânea na formação de público é um dos objetivos da confecção desse documentário que visa criar um espaço de visibilidade sobre as metodologias de criação de artistas de diversas linguagens artísticas. Para atender a demanda e a missão de formar um público especializado em cultura e arte em nosso país, pretende-se ampliar a Midiateca IAE por meio da expansão do nosso acervo, com o material de pesquisa gerado no desenvolvimento deste documentário. Lançada no ano 2008, a Midiateca IAE tem acesso gratuito via portal web do Instituto, configurando-se como um importante acervo digital de documentários, webséries e materiais de apoio, organizados e editados pelo IAE. Os conteúdos compõem uma fonte de consulta especializada em arte brasileira do século XX. Hoje, a Midiateca é formada por 7 coleções com diferentes eixos curatoriais, 162 documentários sobre arte e/ou artistas brasileiros e latino-americanos e 212 materiais educativos. O site é acessado por, em média, 22 mil usuários/mês. Por isso, esse projeto tem como objetivo democratizar o acesso do nosso público à artistas da nova geração, mas também, dar a ver os caminhos percorridos pela curadoria, trazendo outros nomes e possibilitando a ampliação do repertório de quem acessar este material. Nesta perspectiva de produção de novos materiais para a midiateca, o IAE pretende investir em materiais especializados em cultura e arte contemporânea. Por isso, este documentário dialogará com iniciativas atuais e inovadoras, que deslocaram a arte das espacialidades costumeiras e a aproximaram das comunidades locais, seja por meio da internet ou nas ruas dos grandes centros urbanos. Esperamos que, com este documentário de média metragem sejam fortalecidas iniciativas para a formação cultural e artística do público em geral, arte-educadores e interessados em uma formação em arte e cultura, tendo à disposição, todos os canais do IAE.
Beneficiários das passagens aéreas: Jaqueline Reis Vasconcellos – Coordenação de Produção Cauê Steinberg – Diretor Cinematográfico e Operador de Câmera José Ricardo Clemente - Técnico de Som Trata-se da equipe responsável pela produção das filmagens nos locais onde estão os personagens.
Especificação da Gravação e da Edição do Documentário A realização das gravações em campo deverá ocorrer em duas etapas, cada um delas contemplando a gravação de dois artistas. Dessa forma pretendemos otimizar recursos e minimizar o tempo de deslocamento. Claro que isso dependerá das possibilidades logísticas de cada uma das localidades. A equipe técnica de gravação é reduzida: o Diretor Cinematográfico assume a operação da câmera nas diárias de gravação, ao mesmo tempo que o Técnico de som, além de ficar responsável pela captação do som direto, auxilia o diretor cinematográfico na montagem da iluminação portátil ou na operação do drone. Para a realização das gravações estão previstos os equipamentos: uma câmera do tipo DSLR com tripé e estabilizador de imagem, um conjunto de lentes, cartões de memória e baterias em número suficiente para comportar as viagens programadas, um drone compacto, equipamento para gravação de entrevistas (microfones e gravador digital) e iluminação do tipo LED. Completam o kit de gravação: cabos de áudio, vídeo, energia, baterias de iluminação, conexões e adaptadores. Formato de gravação: • Entrevistas: gravação em 4K, 24 fps, Slog2, MP4 • Inserts: gravação em 1080p, 24fps, Slog2, MP4 • Áudio: 40Khz, mínimo de 196Mbps (WAV ou AIF) Ao término das gravações, o editor, juntamente com o diretor artístico, iniciam o processo de montagem do documentário. O ponto de partida é o roteiro, mas adaptações ocorrem em função da realidade encontrada em cada uma das situações documentadas. Entram nesse processo: a totalidade das imagens gravadas (inserts e entrevistas), os arquivos de som direto gravados pelo técnico de som (colocados em sincronia com as imagens captadas), os materiais extras fornecidos pelos artistas (fotos, vídeos, registros relevantes), trilhas sonoras e grafismos. O objetivo é montar um documentário com até 60 minutos de duração. Cartilha (acompanha o documentário) Nome: Cartilha para o Professor-propositor Formato: publicação digital Quantidade de Páginas: 30 páginas A Cartilha “ Novos Artistas da Arte Contemporânea Brasileira” conterá os seguintes tópicos: - INTRODUÇÃO – Campo reservado à citação dos artistas - FICHA TÉCNICA – Campo reservado à ficha técnica do projeto - SINOPSE - Campo reservado à sinopse do documentário - TRAMA INVENTIVA - Campo reservado à descrição dos materiais e materialidades de criação de cada artista, bem como da definição sobre as linguagens que eles utilizam. - O PASSEIO DA C MERA - Campo reservado à descrição das escolhas estéticas da direção para contar a trajetória dos artistas, mediando a arte documental com as metodologias pedagógicas em torno da imagem em movimento. - SOBRE – Campo reservado a descrição biográfica dos artistas escolhidos para o documentário. - OS OLHOS DA ARTE - Campo reservado a descrição das técnicas utilizadas por cada artista, para composição das suas obras, conectando-os à sua linguagem de partida na arte. - O PASSEIO DOS OLHOS DO PROFESSOR - Campo reservado a elaboração metodológica de atividades pedagógicas, em torno do documentário, com foco no professor de arte. - O PASSEIO DOS OLHOS DOS ALUNOS - Campo reservado a elaboração metodológica de atividades pedagógicas, em torno do documentário, com foco nos alunos desse professor-propositor. - AMPLIANDO O OLHAR - Campo reservado a conexão entre a arte dos artistas elencados no documentário e outras referências, que poderão ser do mundo da arte e cultura ou de outras áreas, dependendo da materialidade dos artistas escolhidos. - GLOSSÁRIO - Campo reservado à descrição de termos e conceitos inusuais, como ferramenta de mediação. - REFERÊNCIAS - Campo reservado à descrição das referências utilizadas nessa publicação.
Em atendimento ao Art. 22 da Instrução Normativa n°01/22 serão adotadas as medidas a seguir de acessibilidade: Documentário (vídeo) ● Acessibilidade para deficientes visuais: narrador de Audiodescrição ● Acessibilidade para deficientes auditivos: Tradutor de Libras (Língua Brasileira de Sinais) e Legendagem Descritiva Cartilha (publicação digital) ● Acessibilidade para deficientes visuais: utilização de PDF acessível
Os produtos culturais resultantes do projeto - Documentário e a Cartilha - serão distribuidos por meio de acesso e download gratuitos no site do Instituto Arte na Escola - www.artenaescola.org.br e o documentário também poderá ser acessado no Canal do YouTube (https://www.youtube.com/c/InstitutoArtenaEscola). Em cumprimento ao "Art.24 da IN nº 01/2022, XIV - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela autoridade competente", o proponente adotará como outras medidas para a democratização de acesso a exibição do documentário na TV da FUNDAÇÃO SOCIEDADE COMUNICAÇÃO CULTURA E TRABALHO – TVT (a Carta de Intenção de exibição disponibilizada pela emissora está anexa em documentos do projeto).
Instituto Arte na Escola – Coordenação Geral (Proponente) O IAE é o responsável pela Coordenação Geral das ações, pois se qualifica como uma instituição de articulação entre agentes culturais. A instituição também é responsável pela gestão do processo decisório, incluindo as atividades técnicas e financeiras. Conversando com a valorização atual da cultura, a história do Instituto Arte na Escola (IAE) é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) de carácter cultural, que está ligada diretamente à promoção da arte e à valorização de espaços culturais. A instituição nasceu enquanto projeto da Fundação Iochpe em 1989, a partir de uma percepção da presidente da instituição, Evelyn Berg Ioschpe, de que era necessário aproximar públicos diversos de equipamentos culturais para garantir uma formação mais ampla e profunda do que aquela promovida por educativos de museus. Esta percepção veio da experiência da presidente como diretora do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), de março de 1983 a março de 1987. Entendendo a dificuldade do grande público em frequentar diferentes espaços culturais (seja por considerar espaços elitizados, por motivos financeiros ou por dificuldades de acesso) produzimos materiais e ações de difusão da arte voltada ao público em geral, sob a perspectiva de democratização de acesso, socialização e formação de público, nos territórios onde estão inseridos nossos parceiros. Nesse sentido, estabelecer um amplo e qualificado espaço de debate sobre as questões relativas às tendências e desafios da arte e da Cultura Contemporânea na formação de público é um dos nossos objetivos, enquanto instituição. Na complexidade do mundo contemporâneo, surge um desejo de melhor compreensão do passado que, por meio de diferentes exemplos de projetos em museus, equipamentos culturais e produções de artistas, têm fomentado reflexões sobre as problemáticas sociais propiciando a análise crítica da realidade. Por isso, lançamos, no ano de 2008, a nossa “Midiateca”, que faz parte do portal do IAE (artenaescola.org.br), configurando-se como um importante acervo digital de documentários, webséries e materiais de apoio, organizados e editados pelo Instituto. Os conteúdos compõem uma fonte de consulta especializada em arte brasileira do século XX. Hoje, nossa midiateca é formada por 07 coleções com diferentes eixos curatoriais, 162 documentários sobre arte e/ou artistas brasileiros e latino-americanos e 212 materiais educativos. O site é acessado por, em média, 22 mil usuários/mês. No contexto digital, o IAE trabalha sobre a perspectiva de ser um "território virtual de atendimento". Nossa atuação acontece de forma presencial (contando com a rede de parceiros que vimos conquistando em 30 anos de existência) e no ambiente virtual, por meio do nosso site e das redes sociais. Essa é uma tendência e uma discussão que se aflorou durante a pandemia, principalmente nos equipamentos de cultura, impossibilitados de receber público e que nosso instituto incorpora, a partir de 2020, como diretriz para o pensar/executar seus projetos. A equipe que responde a esta coordenação geral é composta pelas coordenadoras de projetos, elencadas na Ficha Técnica, bem como a coordenadora técnica que responderá pela difusão de informações nestes ambientes que nos interessam. Jaqueline Reis Vasconcellos – Coordenação de Produção É a profissional responsável pela Coordenação de produção do projeto, além da gestão dos profissionais envolvidos na produção. É também a responsável técnica artística e compõe a equipe de prestação de contas e elaboração de relatórios qualitativos das ações. Jaqueline é Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais da ECA (USP - 2019), Mestre e Especialista em Dança (UFBA) e Bacharel em Interpretação Teatral (UFBA). Atualmente completou um pós-doutorado em articulação de redes sociais digitais para difusão de conhecimentos da área das artes, em específico a Dança, junto à Universidade Federal da Bahia. Trabalhou na Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. Trabalhou de 2016 a Janeiro de 2018 como Programadora Cultural, no Instituto Itaú Cultural, compondo a equipe de Artes Cênicas. Entre 2014 e 2016, atuou como programadora cultural na Oficina Cultural Oswald de Andrade. Hoje coordena o projeto "Ofó Nkonson", uma empresa de consultoria, cujo produto principal são lives no YouTube, sobre temas prementes da contemporaneidade, com a participação de diversos ativistas, atores sociais e pesquisadores de áreas do conhecimento. Cauê Steinberg – Diretor Cinematográfico e Operador de Câmera (Documentário) O diretor Cauê Steinberg trabalha no mercado audiovisual há quinze anos. Entre os trabalhos mais recentes vale destacar os documentários Transpatagônia (Netflix e Canal Brasil) e Na Trilha do Joana (Canal Futura), a série musical 3 Canções (CineBrasil TV), reportagens especiais para a Rede Globo nos programas Esporte Espetacular (alpinista Caynã Maltauro) e Auto Esporte (projeto sobre o carro Onix, da Chevrolet), além da série de TV internacional Rio City of Sport, da empresa inglesa Laureus Sports, dos projetos especiais do Discovery Channel (websérie Ases do Asfalto e branded content Realizando o Futuro), da série semanal Oficina Motor (Canal Mais Globosat), da série documental Geração Z (SPORTV) e das Olimpíadas Rio 2016 (FIVB). Filho de professora e acadêmica da USP Cauê já escreveu e publicou pela Editora Roda e Cia o livro infantil Um Dia na Vida de Micaela e sempre busca atuar no meio da educação. Durante os anos de Rede Paulista de Televisão participou da produção de inúmeras reportagens sobre a educação na cidade de Jundiaí-SP, entre 2013 e 2014 dirigiu uma sequência de vídeos para o grupo Kroton Educacional e desde 2015 dirige e produz vídeos para a Plan Avaliação, empresa que atua no campo de pesquisa de políticas públicas. Em 2018 dirigiu uma série de vídeos para o projeto Natura Talks, que promove encontros, palestras e debates em universidades. Além disso é o diretor do projeto audiovisual da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal que acompanha o desenvolvimento, durante 3 anos, de diversas crianças em Boa Vista-RR. O projeto, com foco na primeira infância, teve início em 2018 e termina em 2020. Em 2019 foi convidado e aceitou o desafio de dirigir o vídeo comemorativo dos 20 anos do Ismart - Instituto Social para Motivar, Apoiar e Reconhecer Talentos -, entidade privada que concede bolsas de estudo para jovens de baixa renda em escolas particulares.
PROJETO ARQUIVADO.