| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 09257877000137 | FERROVIA NORTE SUL S/A | 1900-01-01 | R$ 595,0 mil |
Produzir um documentário de média-metragem, com duração de 40 minutos, no formato MP4/1080p, e realizar evento de exibição pública nas localidades de atuação do projeto. Além disso, está previsto o compartilhamento online do documentário para escolas da rede pública e entidades culturais. A peça audiovisual versará sobre a identidade cultural e as relações humanas imbricadas na história das ferrovias que atravessam cidades do interior de Minas Gerais.
PRODUTO MÉDIA-METRAGEM Documentário de média duração (40 minutos), versando sobre a identidade cultural e as relações humanas imbricadas na história das ferrovias que atravessam municípios do interior de Minas Gerais. Trata-se de um registro audiovisual colaborativo, que parte das histórias pessoais de moradores para chegar aos trilhos e memórias do patrimônio cultural ferroviário dessas localidades. O método e produção audiovisual, que aposta na articulação entre diversas possibilidades de registro e de apresentação de narrativas pode ser verificado nos anexos específicos da proposta. Classificação indicativa: Livre para todos os públicos, nos termos previstos no Guia Prático – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ. PRODUTO OBRA EXIBIDA/EVENTO DE EXIBIÇÃO PÚBLICA Serão realizadas 2 eventos de exibição pública do documentário produzido, 1 por cidade de atuação do projeto, com estimativa total de público de 200 pessoas (100 por evento/cidade). O evento proporcionará, não apenas uma exibição convencional, mas uma experiência audiovisual imersiva, que contará com uma intervenção no espaço público em que ocorrerá a exibição, a ser desenhada colaborativamente com os envolvidos no processo de produção do documentário, de forma a trazer elementos que possam aprofundar a vivência do patrimônio cultural ferroviário de cada cidade, gerando pertencimento, engajamento e valorização desse patrimônio entre a população dos municípios. Classificação indicativa: Livre para todos os públicos, nos termos previstos no Guia Prático – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ.
Objetivo geral: Contribuir com o mapeamento, registro da memória, valorização e difusão do patrimônio ferroviário de Minas Gerais por meio da produção colaborativa de um documentário de média metragem que apresentará os pontos de imbricamento entre as histórias pessoais e a história da ferrovia e estações de cidades do interior de Minas Gerais, promovendo discussões sobre a identidade cultural local, a valorização das histórias das pessoas e do patrimônio ferroviário, e gerando, ainda, sentimento de pertença entre participantes e espectadores.  A proposta está, portanto, em consonância com os incisos I, III e IV do Decreto 10.755/2021. Objetivos específicos: Produto MÉDIA-METRAGEM: Produzir um documentário de média-metragem, com duração de 40 minutos, no formato MP4/1080p sobre a identidade cultural e as relações humanas imbricadas na história das ferrovias que atravessam cidades do interior de Minas Gerais. Estima-se, considerando compartilhamento de arquivo digital para escolas da rede pública de ensino e entidades culturais parceiras de todo Brasil e, ainda, os acessos no canal YouTube da proponente, alcance mínimo de 2.200 pessoas. Produto OBRA EXIBIDA: Realizar um evento de exibição, por cidade de atuação do projeto, que contará com intervenção em espaço público para incremento da experiência audiovisual e com estimativa total de público de 200 pessoas (100 por evento/cidade).
A proposta aqui em pauta trata-se de uma produção audiovisual colaborativa de um documentário de média metragem, que irá retratar a identidade cultural e as relações humanas imbricadas na história das ferrovias que atravessam cidades do interior de Minas Gerais, tendo como fio condutor as histórias de vida de pessoas, moradoras de Formiga e Araguari, e as interseções destas com o patrimônio ferroviário dessas localidades. Além disso, o documentário produzido será amplamente difundido por meio de estratégias de comunicação diversas e da realização de exibições públicas nas localidades participantes. Assim, por ter como objeto o patrimônio cultural ferroviário de Minas Gerais, o presente projeto contribui para o trabalho do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional _ IPHAN, que a partir da Lei n. 11.483, de 31 de Maio de 2007, passou a ser responsável pelo acervo ferroviário e, ainda, pela preservação e difusão da Memória Ferroviária constituída pelo patrimônio artístico, cultural e histórico do setor, como indica o inciso §2o do 9° artigo da Lei n. 11.483/2007. Nesse mesmo inciso da normativa citada, detalha-se como deverá ser realizada tal preservação da memória ferroviária, com atividades de organização e formação de acervos, objetivo com o qual o documentário proposto irá contribuir, uma vez que organiza memórias ferroviárias, trazendo histórias pessoais e das próprias cidades atravessadas pelo trem. Ainda, vale mencionar, que também é indicado no §3o  deste artigo da Lei n. 11.483/2007 que a preservação da memória ferroviária deverá ocorrer por meio dos recursos financeiros captados e canalizados pelo Programa Nacional de Apoio à Cultura _ PRONAC, por meio do qual essa proposta se faz viável, uma vez que está alinhada às seguintes finalidades do art. 1º da Lei 8.313/91: V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; e VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro, uma vez que engloba a realização de processos de levantamento e registro do patrimônio cultural imaterial da rede ferroviária de duas cidades em Minas Gerais, por meio de produção audiovisual colaborativa que preserva, valoriza e difunde ampla diversidade de bens materiais e imateriais do patrimônio. A proposta ainda atende ao objetivo do art. 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural. Por fim, além dos pontos já levantados, o projeto também pretende contribuir diretamente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), agenda construída pelas Nações Unidas, especificamente o ODS 11, que na submeta 11.4 estabelece a necessidade de: Fortalecer esforços para proteger e salvaguardar o patrimônio cultural e natural do mundo. Nesse sentido, o (re)conhecimento, valorização, registro e divulgação do patrimônio cultural ferroviário das localidades de atuação do projeto estão em consonância com as ações da comunidade internacional e contribuem para o avanço na agenda e alcance das metas ODS no país. E, finalmente, em âmbito local esse projeto contribui para o desenvolvimento dos municípios mineiros onde o documentário será produzido, uma vez que esta ação faz com que tais municípios pontuem no Programa ICMS Patrimônio Cultural, promovido pelo IEPHA-MG, que visa ao incentivo e à preservação do patrimônio cultural do Estado, por meio de repasse dos recursos os municípios que preservam seu patrimônio e suas referência culturais através de políticas públicas relevantes. O programa estimula as ações de salvaguarda dos bens protegidos pelos municípios por meio do fortalecimento dos setores responsáveis pelo patrimônio das cidades e seus respectivos conselhos em ação conjunta com as comunidades locais. Assim, ao somar à pontuação dos municípios no referido programa, o documentário ainda é uma ferramenta que poderá contribuir para a movimentação de recursos para ações culturais e de salvaguarda do patrimônio das cidades em curto e médio prazos.
1. INFORMAÇÕES ADICIONAIS SOBRE O DOCUMENTÁRIO DE MÉDIA METRAGEM: - Inspira-se na perspectiva da democratização da memória coletiva por meio das histórias de vida e, a partir delas, fala sobre a temática/objeto em questão, que no caso é o patrimônio cultural ferroviário de localidades do interior de Minas Gerais. - Será articulado, planejado e executado de forma colaborativa, junto ao grupo de pessoas de referência mobilizado em cada uma das cidades. Dessa forma, a pré-produção, produção e pós produção contarão com atividades desenvolvidas de maneira colaborativa, a partir das metodologias de trabalho colaborativo criadas pela AIC - Agência de Iniciativas Cidadãs. - A etapa de pré-produção contará com pesquisa de dados secundários sobre as localidades e suas ferrovias, junto a órgãos públicos e também por meio de pré-entrevistas com historiadores, ex-ferroviários e moradores ligados diretamente à história da ferrovia na cidade. É também nessa etapa que são articulados e criados os grupos de referência, que estarão envolvidos diretamente na produção audiovisual. - A etapa de execução contará com entrevistas de profundidade para levantamento de histórias, objetos e imagens que possam contribuir para a construção da narrativa; E ainda contará com a roteirização colaborativa e gravações com os personagens apontados como mais interessantes para a proposta. - Na etapa de pós-produção, serão realizadas as atividades de edição e finalização do documentário, inclusão de medidas de acessibilidade e ainda com o planejamento e produção colaborativa do evento de exibição, que contará com uma intervenção no espaço público também idealizada em conjunto com o grupo de referência em cada cidade. 2. SOBRE A TIPICIDADE DO PROJETO: De acordo com art. 19 da IN 01/2022 os projetos de médias metragens na área do audiovisual tem o valor limite de R$ 600.000,00, no entanto, o salic não possui uma tipicidade que se enquadre nessa exceção de projetos audiovisuais. Dessa forma, cadastramos esta proposta como tipicidade "Específica", que comporta do valor do projeto, conforme orientado pela Coordenação de Aprovação de Projetos Incentivados. 3. SOBRE RUBRICA DE HOSPEDAGEM E ALIMENTAÇÃO: Informamos que a previsão de hospedagem com alimentação corresponde à hospedagem e alimentação da equipe do documentário durante as gravações nas localidades do interior de Minas Gerais abarcadas, uma vez que os integrantes da equipe residem em Belo Horizonte, cidade sede de nossa organização. A previsão foi feita considerando os seguintes integrantes/prestadores de serviço: Diretora Cinematográfica – Raíssa Faria, Diretora Artística – Priscila Justina, Assistente de Produção – Matheus Paixão e Prestador do serviço de Produção de Imagem – a definir no início da execução.
PRODUTO MÉDIA METRAGEM Documentário Média metragem Formato de vídeo: MP4/1080p Duração: 40 min PRODUTO OBRA EXIBIDA Formato: exibição cinematográfica com intervenção em espaço público, envolvendo elementos do patrimônio cultural ferroviário documentado no média metragem, seguida de debate com envolvidos na produção. Duração: 2 horas, cada evento/exibição. Exibição será aberta ao público em geral, morador das localidades de exibição, de forma gratuita.
PRODUTO MÉDIA-METRAGEM (PRINCIPAL): ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica. Item da planilha orçamentária: não se aplica ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: contratação de serviço de audiodescrição para média-metragem Item da planilha orçamentária: narrador de audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: contratação de serviços de legendagem descritiva e intérprete de libras para média-metragem Item da planilha orçamentária: legenda descritiva e intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Plugins de acessibilidade gratuitos. Item da planilha orçamentária: não se aplica, uma vez que o média-metragem será disponibilizado no site da proponente para acesso público, e contará com plugins de acessibilidade gratuitos para apoiar o público no acesso ao conteúdo. PRODUTO OBRA EXIBIDA: ACESSIBILIDADE FÍSICA: exibição em espaço previamente selecionado com condições de acessibilidade, tais como rampas, piso tátil e banheiros adaptados, de forma que garantam acesso irrestrito a idosos, pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Item da planilha orçamentária: não se aplica ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: atividades sensoriais e linguagem oral. Além disso, o média-metragem contará com audiodescrição, conforme detalhado no produto acima. Item da planilha orçamentária: não se aplica ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: contratação de serviço de intérprete de libras para tradução simultânea dos conteúdos que forem falados durante o evento, como instruções, discursos, declarações dos participantes etc. já que o média-metragem já vai contar com medidas de acessibilidade a PCD auditivos - legenda descritiva e interprete de libras, como detalhado no produto acima.Item da planilha orçamentária: intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: monitoria inclusiva Item da planilha orçamentária: uma vez que será realizada articulação local com o poder público e grupos locais, articularemos parceria para que seja disponibilizado/cedido monitor especializado para acompanhamento do público que apresente espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações a conteúdos durante o evento de exibição pública em cada localidade. Vale ainda mencionar que todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá informações sobre as medidas de acessibilidade adotadas.
De modo a ampliar o acesso às ações e produto do projeto, além de todas as atividades serem gratuitas e respeitadas as limitações quanto aos percentuais que podem ser distribuídos para patrocinadores, assim como para divulgação das ações, conforme plano de distribuição, adotaremos as seguintes medidas do art. 24 da Instrução Normativa nº 01/2022: O documentário será enviado gratuitamente, em formato digital, por mailing eletrônico, para escolas e entidades culturais do estado de Minas Gerais, e, ainda, disponibilizado para acesso público, gratuito e virtual no canal YouTube da proponente, alcançando mínimo de 2.200 pessoas e atendendo ao inciso:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados. Os eventos de exibição, com estimativa total presencial de público de 200 pessoas (100 por evento/cidade), serão gratuitos, em espaço público, abertos à toda a comunidade e contará com medida de acessibilidade que atende ao seguinte inciso:III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas.
A filial da Agência de Iniciativas Cidadãs vai ser responsável integral por todo o processo decisório de atividades técnico-financeiras e de gestão, além da articulação das atividades junto ao(s) financiador(es) do projeto. A seguir, de forma resumida, apresentamos os currículos dos integrantes principais da equipe, os demais serão contratados, assim que iniciada a execução do projeto. Proponente/Dirigente: Rafaela Pereira Lima É jornalista, doutoranda em Comunicação Social e mestre em Ciência da Informação (UFMG). Atua desde os 90 no desenvolvimento de projetos nos campos da comunicação e da educação, sobretudo no âmbito da AIC - Agência de Iniciativas Cidadãs, da qual é sócia fundadora e presidente (função em exercício). Dos anos 90 ao início dos anos 2000, atuou ainda nas iniciativas cariocas de audiovisual comunitário “TV Pinel” e “Puxando Conversa”. De 2000 a 2013, atuou na docência em Comunicação e Gestão Cultural (como a Pós Graduação em Gestão Cultural EAD – Senac MG). Suas atividades serão realizadas sem custos para o projeto, sendo responsável por todas as decisões operacionais, administrativas e financeiras do projeto. Direção cinematográfica: Raíssa Faria Mestranda em Comunicação e Temporalidades na Universidade Federal de Ouro Preto. Bacharel em Comunicação Social - Universidade Federal de Minas Gerais. De abril de 2015 até o momento, vem atuando como prestadora de serviços em atividades de produção audiovisual, educação e comunicação desenvolvidas pela AIC – Agência de Iniciativas Cidadãs. Na instituição, promove formações em diagnóstico participativo da comunicação e em produção multimídia colaborativas junto a grupos culturais e comunitários. De Outubro a Dezembro de 2013, atuou no “Museum: The Texas Collection”: responsável pela criação, produção e edição de vídeos de coleções preservadas no Museu. De Julho de 2012 a Julho de 2013, foi estagiária de Comunicação da Assessoria de Comunicação do Programa Polo UFMG no Vale do Jequitinhonha. Trabalho remunerado pelo projeto: rubrica Diretor Cinematográfico. Direção artística: Priscila Justina Bacharela em Design Gráfico pela UEMG e em Letras (habilitação: Estudos Literários) pela UFMG. Atuou como produtora editorial e designer por mais de dez anos e tem experiência na concepção de produtos audiovisuais para instituições e projetos educacionais. Atualmente, é coordenadora artística do Estação de Memórias, projeto dedicado a contar a história da ferrovia no Brasil através de videodocumentários e expografia. Tem interesse nas áreas de produção audiovisual e manutenção do patrimônio cultural. Trabalho remunerado pelo projeto: rubrica Diretor Artístico Assistência de produção/Mobilização: Matheus Paixão Bacharel em Relações Públicas pela UFMG (2020) e graduando em Publicidade Propaganda pela UFMG (2023). Atuou durante sete anos como produtor e cerimonialista em eventos sociais, um ano como parte da equipe de comunicação organizacional e cerimonial da CEMIG, atualmente trabalha como analista de projetos na AIC - Agência de Iniciativas Cidadãs, onde atuou com produção e mobilização social e relação com comunidades em projetos como Vale Cuidar, projeto voltado para garantia de qualidade de vida para crianças da primeira infância em cidades no interior de Minas Gerais; Conexão Comunidades, projeto voltado para o incentivo da educação patrimonial em escolas do ensino fundamental em cidade de Minas Gerais; Estação de Memórias, projeto voltado para a preservação da história ferroviária do Brasil. Trabalho remunerado pelo projeto: rubrica Assistente de Produção. Roteiro: Amanna Brito Pós-Graduanda no curso de Mestrado em Comunicação e Temporalidades da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Graduada em Jornalismo (UFOP) e Direito (UNIMONTES). Possui experiência com produção, roteirização e apresentação de programas audiovisuais e sonoros. Trabalhou na roteirização e apresentação do podcast “Se essa vila fosse minha: relatos sonoros da ocupação Vila Serrinha” (UFOP) e do podcast “Mutatis Mutandis” (UFOP), ambos disponiveis no youtube. Atuou na TV UFOP como apresentadora e roteirista, auxiliando na produção de programas de educação e entretenimento. Participou como apresentadora na “1ª Amostra Multi UFOP”. Atualmente, faz parte da equipe de desenvolvimento de projetos da AIC. Trabalho remunerado pelo projeto: rubrica Roteirista Seguem como anexo o portfólio da Agência de Iniciativas Cidadãs, contendo detalhamento das atividades culturais realizadas pela instituição, assim como cartas de anuência das integrantes principais da equipe do projeto.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.