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PRONAC 222890Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

À SOMBRA DE MOISÉS

MM Halfim Produções Artísticas Ltda.
Solicitado
R$ 265,8 mil
Aprovado
R$ 265,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-01-02
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Montagem do espetáculo teatral À SOMBRA DE MOISÉS, de Miriam Halfim.

Sinopse

Produto: APRESENTAÇÃO DE ARTES CÊNICAS Uma profetisa narra a jornada de seu irmão, Moisés, e do êxodo do povo hebreu, que parte do Egito para Canaã, a Terra Prometida (Palestina/Israel, por volta de 1500 A.C.). Os dados são da tradição oral hebraica contida no Antigo Testamento e outros documentos e livros históricos, pesquisados pela autora. Miriam, a narradora, é acompanhada por dois atores-músicos-cantores, que se revezam em diversos personagens durante a encenação. O trio cênico utiliza instrumentos de sopro, cordas e percussão, como se executassem uma opereta de feira, de mercado antigo, de bazar de especiarias.Uma das funções da música no espetáculo é a de criar um “cenário sonoro”, sugerindo através dos sons, os ambientes da fábula, recorrendo inclusive às técnicas da peça radiofônica. A narrativa falada e cantada faz parte da tradição popular da literatura oriental. Os recursos de pantomima, cânticos, teatro de sombras e cortejos são agenciados pelo trio ao longo do espetáculo. A cena se desenrola sobre um grande tapete e nas suas margens estão dispostas várias pedras de cores e tamanhos diversos que são movimentadas pelos atores ao longo da narrativa, simbolizando pássaros, rio, montanhas, nuvens, pessoas, pirâmides, berço e uma infinidade de coisas e lugares. A iluminação artesanal (lanternas de papel) e um aroma de ervas inunda a cena, criando uma atmosfera fabular. Panos coloridos são usados como turbantes, mantas e uma infinidade de adereços complementando o figurino. As mulheres não ocuparam lugar de destaque na história antiga. Raríssimas vezes eram citadas, normalmente em posições complementares aos líderes, sacerdotes, profetas, mártires e outros. Na Bíblia, por exemplo, são muito poucas personagens femininas que são mencionadas. Miriam, a profetisa, irmã de Moisés, é uma exceção. Exerceu papel importantíssimo na viagem dos judeus, durante 40 anos pelo deserto, do Egito à Canaã, a terra prometida. Além disso, foi ela quem profetizou o importante papel que seu irmão teria na história de Israel e foi a provedora de água para o povo hebreu durante toda a viagem. Várias vezes é mencionado seu nome, junto aos seus irmãos, Moisés e Arão, como guias de seu povo na travessia que mudou sua história.Miriam, a profetisa, contudo, é pouco conhecida atualmente. Nosso projeto pretende trazer ao conhecimento do público a existência de uma mulher que foi um dos baluartes do povo hebreu num dos momentos mais importantes de sua história. Contar sua vida, mostrar sua importância na história, através de um espetáculo de qualidade artística e técnica, é muito mais importante ainda. CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA• 12 ANOS

Objetivos

OBJETIVO GERAL Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; Além de fomentar o desenvolvimento das artes cênicas, promover e valorizar o encontro do público com a arte do teatro, promovendo uma ferramenta artística reveladora da expressão cênica. Este projeto abrange os objetivos do teatro em relação à recepção teatral contemporânea e suas implicações, desenvolvendo assim um melhor aproveitamento da apreciação teatral observação/percepção enquanto espectadores. Preparar o espectador para interagir com o teatro contemporâneo em nível da produção e da recepção e se apropriar de sua linguagem é o nosso desafio. VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; O desenvolvimento do projeto À sombra de Moisés, tem dois objetivos básicos: trazer à pauta a existência de uma mulher quase desconhecida do grande público, mostrando que as mulheres já no tempo de Moisés cumpriam missão importante e relevante para a história da Civilização Ocidental e montar um espetáculo de qualidade artística e técnica, com uma equipe de altíssimo nível profissional VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; Esse trabalho visa dar espaço para o aperfeiçoamento profissional da realização do teatro brasileirao, objetivando a formação de uma nova linguagem que venha a difundir, fortalecer e valorizar o processo produtivo, criando oportunidade de reconhecimento e desenvolvimento profissionais, inserção no mercado de trabalho e geração de emprego e renda. OBJETIVO ESPECÍFICO A) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: a) realizar 24 apresentações teatrais do espetáculo À SOMBRA DE MOISÉS em uma temporada de 2 meses na cidade do Rio de Janeiro. B) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: a) realizar 2 ensaios abertos seguidos de bate-papo com a equipe de criação do espetáculo. b) como produto acessório, faremos a "Formação de Plateia", com intuito de apresentar os bastidores da peça e difundir a importância da cultura e da arte para estudantes e professores, de forma gratuita. c) Realizar um curso de teatro de 40 horas/aula com emissão de certificado.

Justificativa

O enquadramento no Art. 18, alínea a, da Lei nº 8.313, de 1991 por ter como produto um espetáculo de artes cênicas como informado no campo síntese do projeto e se enquadra nos objetivos da Lei nº 8.313/91, atendendo o Art. 1º e seus Incisos I, III e VIII e no Decreto nº 5.761/06. I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Este trabalho tem a finalidade de captar e canalizar os recursos exclusivamente afim de fomentar o setor cultural contribuindo para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, além de apoiar, valorizar e difundir um conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; A criação de um espetáculo teatral visa ainda estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Manutenção e ampliação do mercado de trabalho de teatro do Brasil.
Manutenção e ampliação do mercado de trabalho para artistas nacionais.
.
Democratizar a cultura.
Manter as sociedades coerentes e vivas através dos produtos culturais. 
Fomentar produções genuinamente brasileiras. VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Queremos com esse projeto, promover, divulgar e difundir a dramaturgia nacional. OBJETIVOS ALCANÇADOS Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de espetáculos de artes cênicas IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Especificação técnica

Duração: 65 minutosClassificação etária: 12 anos

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS e CONTRAPARTIDA SOCIAL Os teatros estarão devidamente preparados. O local/teatro possuirá acessibilidade arquitetônica o que permite que as pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida circulem com autonomia. Na primeira fila, conforme o Decreto Federal 5.296 de 2004, há assentos reservados para pessoas com deficiência ou que necessitem estar nessa fileira por qualquer razão: seja para acompanhar os intérpretes da língua brasileira de sinais, seja para realizar leitura labial dos atores. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Realizaremos 8 sessões com tradução em LIBRAS. ( Item 19 da planília orçamentária) ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Deficientes visuais terão suporte de descrição do espetáculo antes do início da sessão por parte da produção para entedimento da obra. Como toda a peça é realizada através de diálogos com a prévia descrição do cenário e personagens por algum membro da produção o portador de limitação visual compreenderá todo o trabalho sem restrições. - Publicidade intensificada junto a instituições que trabalham com portadores de necessidades especiais, para que estes compareçam às sessões que contam com este mecanismo de acessibilidade e participem da democratização do acesso. Também a entrada de cão guia, como já acontece em muitos espaços culturais.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso Art. 23 O Plano de Distribuição da proposta deve assegurar a democratização do acesso (Anexo I) aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos. Por isso, atuamos com a responsabilidade social de inserir e proporcionar cultural para cada vez mais pessoas. Como forma de democratizar o acesso, 10% do total de ingressos previstos serão distribuídos para portadores de necessidades especiais, idosos e alunos da rede pública devidamente identificados. Esse ingressos e debates serão realizado para alunos da rede pública de ensino do Rio de Janeiro através de indicação da SEEDUC - Secretaria de Estado de Educação do RJ. O fomento à produção cultural e artística estímula o conhecimento dos bens e valores culturais do nosso País. Através da distribuição gratuita de ingressos para este espetáculo iremos contribuir para para a formação eduacacional de muitos jóvens fortalecendo o setor cultural e contribuindo para a formação de futuras plateias qualificadas que acompanhem o desenvolvimento cultural do nosso povo através das artes. I - doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Realizaremos, gratuitamente, ensaios abertos para estudantes da rede pública de ensino, alunos de cursos de teatro e Ongs, havendo após a apresentação, debate entre os alunos e os artistas do projeto, conversando sobre o processo de criacão do trabalho. Esses ingressos e debates serão realizado para alunos da rede pública de ensino do Rio de Janeiro através de indicação da SEEDUC - Secretaria de Estado de Educação do RJ. O fomento à produção cultural e artística estímula o conhecimento dos bens e valores culturais do nosso País. Através da distribuição gratuita de ingressos para este espetáculo iremos contribuir para para a formação eduacacional de muitos jóvens fortalecendo o setor cultural e contribuindo para a formação de futuras plateias qualificadas que acompanhem o desenvolvimento cultural do nosso povo através das artes.

Ficha técnica

Texto – Miriam HalfimEncenação, cenário e direção geral – Sidnei CruzAtriz protagonista – Cris AmadeoFigurinos, adereços e objetos – Samuel AbrantesTrilha sonora e direção musical – Beto LemosIluminação – Aurélio de Simone e Guiga EnsaAssistência de direção – Viviane da Soledade Produção e Realização - MM Halfim Produções Artísticas (é a proponente do projeto, dona dos direitos autorias e responsável pela gestão do projeto) MIRIAM HALFIM Miriam Halfim é dramaturga e sócia majoritária da MM Halfim Produções Artísticas, estudou com um dos maiores dramaturgos do Brasil, João Bethencourt. Escreveu várias peças, muitas premiadas em concursos de dramaturgia no Brasil e em Portugal: Ana de Ferro e Bento Teixeira (2002) Sobre meninos de rua (2004) Senhora de Engenho - entre a cruz e a Torá (2008). Freud e Mahler (2006), Uma coisa puxa outra (2007) Ecos da Inquisição (2008).Teve encenados os textos ‘O língua solta’, com Isaac Bernat, direção de Xando Graça (2009), ‘Ecos da Inquisição’, com direção de Moacir Chaves, com Paulo Giardini, Marcos Martins, Peter Boos, Carolina Godinho, Raquel Libório e Gilberto Campello (2009), ‘Lar Longe Lar’, direção de Gilberto Gawronski (2012), ‘Eugênia’, direção de Sidnei Cruz, com Gisela de Castro, ‘Meus Duzentos Filhos’, direção de Ary Coslov com Marcelo Aquino (2015, indicada aos Prêmios Cesgranrio e Botequim Cultural), ‘Freud e Mahler’, direção de Ary Coslov, com Giuseppe Oristanio e Marcello Escorel. É Membro da Academia Carioca de Letras e Pen Club do Brasil. SIDNEI CRUZ Sidnei Cruz é dramaturgo, diretor e gestor cultural. Foi gerente de Cultura da Escola Sesc-DN até junho de 2016. Criador dos projetos Palco Giratório: Rede Sesc de intercâmbio e difusão das Artes Cênicas e Dramaturgia: Leituras em cena. Mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais. Publicou "Palco Giratório, uma difusão caleidoscópica do teatro". Realizou, no Sesc/DN, interlocuções para o programa de TV "Conversa sobre as artes" com vários artistas das Artes Cênicas. Suas mais recentes encenações são: “Pouco amor não é amor” (2019), “Berenguendém” (2018), “A única revolução possível” (2017), “A cuíca do Laurindo” (2015-16), “Vulcão” (2016), “Vaidades e Tolices” (2016), “Eugênia” (2015-16), "Relicário" e "Beco do Bandeira" (com o Bando Filhotes de Leão (2011 e 2012), "O Samba Carioca de Wilson Baptista" (2012), "O Auto da Compadecida" (com a Cia Limite 151, 2013-15), “O olho azul da falecida”, de Joe Orton (2014) e a supervisão cênica de "Chico Prego" (2014). CRIS AMADEO Cris Amadeo é atriz, bailarina, produtora e preparadora corporal. Sua formação teatral engloba o American Academy of Dramatic Arts (NY e LA), Rubens Corrêa, Aderbal Freire, Stephane Brodt, Enrique Diaz e Ary Coslov. Em dança, ela estudou ballet clássico com Angel Viana, Tatiana Lescova, e dança contemporânea com Graciela Figueroa, Debora Colker e Merce Cunninghan. No teatro, entre outros, atuou em “Os Desajustados”, de Luciana Pessanha, direção Daniel Dantas; “Para onde vão os corações partidos”, de Cynthia Edul, direção Guilherme Piva; “Laundromatic”, de Pedro Kosovsky, direção Marco André Nunes; “O Vestido” de Nelson Rodrigues; “Corte Seco” e “A falta que nos move”, os três direção de Christiane Jatahy; “Não olhe agora”, direção Enrique Diaz e Mariana Lima; “Strip-Tease e Teatro Irregular”, direção Daniel Dantas. Na TV, participou em várias novelas e séries, como O sétimo guardião, Força do Querer, Boogie Oogie, A Teia, Escrito nas estrelas, Paixões proibidas, Malhação, Celebridade. No cinema, recebeu prêmios de melhor atriz com o curta Tem alguém feliz em algum lugar, no CineFest Votorantin e Festival Curta Santos; atuou nos milmes E Ela tinha um coração, Disparos, A falta que nos move, Mulheres Sexo Verdades Mentiras e Apolonio Brasil. Em dança, atuou em Vulcão, Velox e Mix, da Cia. de Dança Debolrah Colker. Como coreógrafa, trabalhou na formação do Dream Team do Passinho, em videoclipes, no show Amor Geral de Fernanda Abreu e na Focus Cia. de Dança. SAMUEL ABRANTES Samuel Abrantes é figurinista, diretor de arte e professor. É mestre em Antropologia da Arte e doutor em Semiologia. É coordenador do Curso de Artes Cênicas da Escola de Belas Artes da UFRJ. Sua formação técnica se deu como criador de fantasias e alegorias de escolas de samba. Estreou como figurinista de teatro em 1989, em Baal, direção de Moacyr Góes, com quem estabeleceu uma parceria até os anos 2000. Ganhou vários prêmios Shell, Molière e Sated, durante esta parceria. Na década de 2010, firmou parceria com o diretor Sidnei Cruz, sendo premiado pelo figurino de Auto da Compadecida e indicado ao prêmio Shell pelo figurino e adereços de Eugênia. Paralelamente, atua constantemente em escolas de samba. BETO LEMOS Beto Lemos sua carreira como rabequeiro nas festas populares da região do Cariri (CE). Atuou como instrumentista e diretor musical da Cia. Carroça de Mamulengos até 2007, até hoje participando de algumas apresentações do grupo. Integrou a Itiberê Orquestra Família e fez parte da banda de Clarice Falcão. Fez a direção musical de Agreste (2009) e Kabul (2010) do grupo AMOK, e recebeu o prêmio APTR. É integrante fundador do grupo Barca dos Corações Partidos, como ator e como compositor e diretor musical (junto com Alfredo del Peño), nos espetáculo Ópera do Malandro, Auê, Auto da Barca do Reino do Sol e Macunaíma. Ganhou os Prêmios Cesgranrio, Shell e Botequim Cultural. AURELIO DE SIMONE Aurélio de Simone começou a trabalhar com iluminação nos anos em 1979, no SESC Tijuca, depois de trabalhar algum tempo na equipe de montagem de Jorginho de Carvalho. No início, trabalhava em dupla com Luís Paulo Nenem. O primeiro prêmio veio em 1982,o Mambembe. Nos 40 anos de carreira, firmou parceira constante com alguns diretores, como Moacir Chaves, Henrique Tavares, com algumas companhias, como a Atores de Laura, iluminou centenas de peças infantis e adultas, ganhou seis Prêmios Mambembes, seis Prêmios Coca-Cola, três Prêmios CBTIJ, um Prêmio Zilka Sallaberry, seis Prêmios Shell.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.