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O projeto MEMÓRIAS INCLUSIVAS é uma proposta inspirada em "musear" e institucionalizar a história dos participantes como parte importante da sociedade brasileira e, também, compartilhar essa experiência e esses relatos em outras cidades.Acreditamos que é uma maneira de iniciar o atendimento local da população com deficiência por meio desse projeto, que sensibiliza o tema pelo viés cultural. O "Memórias Inclusivas" poderá acolher instituições de Brasília que atendem pessoas com deficiência. E poderá, quem sabe, estabelecer novas parcerias na cidade para a realização de futuros projetos de inclusão e Cultura.Como resultado, haverá um repositório virtual com os relatos em endereço digital acessível com um lançamento e exposição física desse produto cultural. *repositório: lugar onde se guarda, arquiva, coleciona alguma coisa (relatos de memória, vivências, objetos, informações, coleção, inventário, repertório).
1 – EXIBIÇÃO/EXPOSIÇÃO (PRODUTO PRINCIPAL) O projeto MEMÓRIAS INCLUSIVAS é uma exposição de relatos de memórias recolhidos por meio entrevistas filmadas – e consequentemente, experiências – de pessoas envolvidas com os projetos e com a história do proponente. O produto principal do projeto é a exposição que fará a difusão desse conteúdo em endereço digital e acessível. Em um repositório virtual, o acervo será formado com o recolhimento desses relatos. O repositório será colocado online por meio de um endereço virtual e terá medidas de acessibilidade para que o conteúdo seja acessado por todos sem distinção de nenhuma ordem. Na medida do possível ele será forjado a partir de coleções de memórias que se relacionarão com os programas do proponente, orientando assim, o acesso personalizado aos interesses de cada um, bem como a organização do próprio acervo gerado. O repositório será mantido online por tempo indeterminado, ficando sob a responsabilidade do proponente os cuidados necessários à sua administração após o encerramento do projeto, e poderá, ainda, ser alimentado com novos relatos, tornando-o vivo e em movimento. A exposição será realizada de maneira presencial na cidade de Brasília para visitas presenciais, produzida a partir de um período de coleta dos relatos e experiências e todo o conteúdo será exposto ao público geral em local a ser definido e informado em momento oportuno. As fontes, onde coletaremos as memórias, serão os participantes dos projetos, profissionais, familiares que acompanharam, instituições parceiras, artistas e tantos outros envolvidos, fontes integradas para formar esse acervo. Para participantes que fizeram parte dessa história, temos como recuperar essas memórias e encontrar essas pessoas, saber onde elas se encontram hoje, e como elas estão. Ainda, já temos o público que faz parte nos dias de hoje nos projetos da instituição, suas famílias, historiadores, estudantes, profissionais da área de atendimento a pessoas com deficiência e sociedade em geral. Documentos, como fotos, desenhos, pinturas, vídeos, objetos e etc. serão recuperados e irão compor o acervo, em complemento às coletas de memórias. Os relatos serão exibidos em vídeos-depoimentos e a exposição física em Brasília conterá também objetos e imagens relacionadas aos relatos. A exposição terá entrada gratuita em período e local a ser definido no momento da execução do projeto. Dentro da exposição, haverá espaço para que os visitantes que desejarem possam deixar seu relato in loco, sobre sua origem, como chegou até aquele momento, suas histórias e relação com a cidade de Brasília. Também dentro da exposição, haverá um espaço para “self”. Os visitantes poderão utilizar fundos cenográficos e poderão compartilhar as imagens em redes sociais com hashtags indicadas para que também façam parte do acervo do projeto. O projeto tem potencial de continuidade e replicabilidade, para ampliar o acervo de memórias integradas, pois o repositório não é estanque, mas vivo e dinâmico. Há possibilidades de esse projeto ser de continuidade, de ampliação ou ainda ser semente para projetos futuros, principalmente em Brasília.
Objetivo Geral Difundir experiências individuais de inclusão social por meio de relatos de memórias de pessoas com, ou sem deficiência, profissionais e demais envolvidos no histórico da existência e de projetos do proponente. Coletar as experiências no formato de relatos de memória, entrevistas filmadas, para formar, como resultado e produto principal do projeto, um acervo permanente de relatos inclusivos em endereço digital e acessível. Incentivar a ampliação do acesso da população com ou sem deficiência à fruição e à produção de bens culturais; e fomentar a produção de atividades culturais que promovam cidadania cultural, acessibilidade artística e a diversidade, em conformidade com o artigo 2º, V e VI do Decreto nº 10.755/2021. Isso porque, a exposição das experiências dos participantes nas atividades culturais desenvolvidas pelo preponente conscientizará acerca do impacto destas no desenvolvimento psíquico individual e do pertencimento comunitário de pessoas com, ou sem deficiência. Objetivos Específicos 1. Exposição de Artes: Realizar uma (01) exposição física e presencial, na cidade de Brasília, com a exibição de uma coleção de relatos de memórias de pessoas com, ou sem deficiência, profissionais e demais envolvidos no histórico da existência e de projetos do proponente (ficará disponível por 30 dias). Criar um (01) acervo permanente de relatos inclusivos em endereço digital e acessível a partir da coleta de experiências no formato de relatos de memória e entrevistas filmadas. Coletar 60 histórias em formato de relatos de memória e entrevistas filmadas, que formarão um repositório, orientando o acesso personalizado aos interesses de cada participante, bem como a organização do próprio acervo gerado. 2. Contrapartidas Sociais: a) Realizar (6 encontros) oficinas de história oral na cidade de São Paulo para crianças e jovens, com ou sem deficiência, estudantes da rede pública e privada. Essa ação educativa-cultural irá mobilizar um trabalho coletivo entre crianças e jovens com deficiência e sem deficiência e, como disparadores para o processo de criação, a equipe de instrutores elegerá a autobiografia dos participantes como assunto a ser desenvolvido na oficina de história oral. O panorama de histórias orais a ser desenvolvido será parte do projeto MEMÓRIAS INCLUSIVAS, como uma coleção à parte, independente dos relatos coletados em vídeo para produção do produto principal e poderá fazer parte da exposição como uma segunda coleção, produzida pelo público participante da ação de contrapartida social. Essa contrapartida vai acontecer concomitante com a execução principal. Abriremos 60 vagas, sendo que 30 vagas serão oferecidas para a rede pública de ensino. Ao final da ação, todos poderão ver, coletivamente o que construíram como história daquele grupo, naquele momento. E o conteúdo produzido por eles será parte do projeto, como mais uma coleção de memórias e relatos que também fará parte da exposição. b) Dentro da contrapartida social haverá ações para a difusão do produto cultural gerado pelo projeto. Serão realizados seis encontros, com 115 vagas em cada um, que poderão ser de maneira presencial e/ou online por meio de plataformas virtuais. Cada encontro terá duração de aproximadamente 02h onde a equipe do projeto, profissionais que fizeram parte do processo, compartilharão o processo, cada etapa de execução, objetivos, impactos e resultados. O público alvo da difusão se compõe de instituições que atendem pessoas com deficiência, estudantes e professores (rede pública e privada), pesquisadores e público interessado em geral, inclusive dos próprios locais onde os encontros de difusão acontecerão. Os encontros serão agendados previamente.
O Instituto Olga Kos de Brasília é uma entidade sem fins lucrativos com título de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público _ OSCIP, que atua nacionalmente contribuindo com a inclusão social, esportiva, cultural e educacional de crianças, adolescentes e jovens com e sem deficiência e em situação de vulnerabilidade social. Os projetos possuem atividades voltadas para as artes plásticas que, além da inclusão social, buscam desenvolver e exercitar habilidades motoras, capacidades de percepção, expressão e sensibilidade, além de fortalecer laços e vínculos sociais e familiares. Na área cultural, a atuação do Instituto, coordenada pelo Departamento de Artes, administra inúmeros projetos anuais de inclusão tendo a Arte como objeto central, da onde derivam criações que resultam em mostras de teatro, apresentações musicais e de dança, exposições artísticas e lançamento de livros de arte. O projeto MEMÓRIAS INCLUSIVAS é uma proposta inspirada em "musear" e institucionalizar a história dos participantes como parte importante da sociedade brasileira e, também, compartilhar essa experiência e esses relatos em outras cidades. Acreditamos que é uma maneira de iniciar o atendimento local da população com deficiência por meio desse projeto, que sensibiliza o tema pelo viés cultural. O "Memórias Inclusivas" poderá acolher instituições de Brasília que atendem pessoas com deficiência. E poderá, quem sabe, estabelecer novas parcerias na cidade para a realização de futuros projetos de inclusão e Cultura. O projeto tem, como principais características: - Alinhamento à Lei 8313/91, especialmente em relação ao artigo 1º, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e IX - priorizar o produto cultural originário do País - Alinhamento à Lei 8313/91, especialmente em relação ao artigo 3º, incisos: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; E, ainda: - Qualifica a vivência cultural, a educação e a formação cidadã ao aliar medidas de ampliação de acesso às ações culturais, proporcionando formação; - Considera a diversidade na perspectiva multidimensional da Cultura, respeitando, valorizando e estimulando a circulação de diversas práticas artísticas, a manifestação e expressão de identidades, garantindo a inclusão de pessoas com deficiência; - Reconhece, qualifica e apoia a experiência de ONGs atuantes em comunidades pobres e vulneráveis otimizando serviços e recursos, ampliando as possibilidades de acesso e democratização cultural;
Este projeto foi criado e idealizado a partir da metodologia para coleta de relatos por meio de entrevistas gravadas, edição e organização das coleções, base para a execução do projeto em questão. A expografia do produto principalserá criada a partir da linha do tempo, história da trajetória e do trabalho do proponente, com foco em experiências inclusivas de que fez ou faz parte desse histórico.
1 – EXIBIÇÃO/EXPOSIÇÃO (PRODUTO PRINCIPAL) · 1.181 ingressos – exposição · 60 vagas – seleção de entrevistados – relatos 2 – CONTRAPARTIDA SOCIAL · 60 vagas – oficinas de história oral · 690 vagas – 06 encontros de difusão (115 vagas X 06) Total de beneficiários: 1.991 1 – EXIBIÇÃO/EXPOSIÇÃO (PRODUTO PRINCIPAL) As oficinas do IOK também atendem pessoas sem deficiência como parte da sua metodologia a fim de proporcionar uma experiência real de inclusão social que só pode ser fornecida se possibilitar que, em um mesmo espaço, pessoas com e sem deficiência troquem experiências e acessem canais diversos na mesma proporção. Aliás, a troca de experiências que só é possível através das diferenças é motor para a sociedade como um todo. Nessa sociedade estamos todos nós: pessoas com e sem deficiência. Eu só me reconheço enquanto tal na relação com o outro. Essa relação só é possível se esse outro for diferente de mim. Portanto, diferente somos todos e, por essa razão, uma sociedade mais justa e menos desigual precisa incluir à TODOS. O percurso até essa sociedade plural é uma vereda já bastante demarcada. O projeto pretende ser um fator anexo a essa trajetória tornando público, pelas vozes das pessoas com deficiência, suas experiências de inclusão e as transformações pelas quais suas vidam passaram, decorrente dessas experiências. Será produzida uma exposição com exibição de entrevistas filmadas, objetos, imagens em fotografia e demais elementos que complementem os relatos históricos de inclusão por meio das experiências no Instituto e com a exibição dos relatos coletados durante o projeto. Para a produção da exposição serão selecionados 60 entrevistados, entre beneficiários dos projetos, profissionais, familiares, parceiros e envolvidos com a instituição. Recolheremos os relatos de memória dessas 60 pessoas e, em seguida, faremos a produção da exposição (produto principal) para a difusão desse conteúdo em endereço digital acessível, dividido em coleções de memória. Para a coleta dos relatos, faremos a elaboração do questionário/entrevista a ser realizada com as pessoas selecionadas para participar do projeto. O acesso às memórias trazidas à baila será feito em função dos sentimentos provocados pelas perguntas contidas em um questionário com algumas perguntas norteadoras para os relatos. Será uma provocação para instigar o exercício de memorar em pessoas com e sem deficiência, por perguntas pontuais e plurais (passíveis de diversas respostas). Haverá a gravação em vídeo dos 60 relatos coletados, a condução da entrevista poderá trazer imagens, fotografias, recortes, textos, objetos ou outros elementos que o entrevistado traga para contar a sua história. Esses elementos serão registrados em foto para que sejam catalogados como parte integrante daquele relato e da exposição. Após o período de produção da exposição, dos relatos, faremos a produção e a difusão do resultado do projeto de forma acessível a todos os públicos, com acesso ao conteúdo do repositório online por tempo indeterminado. 2 – CONTRAPARTIDA SOCIAL a) Serão realizadas oficinas de história oral para crianças e adolescentes, estudantes, com e sem deficiência, da rede pública ou privada por um período de seis meses. Abriremos 60 vagas, sendo que 30 vagas serão oferecidas para a rede pública de ensino. O restante das vagas será destinado ao público da rede privada. As 60 vagas serão divididas em 04 turmas com 15 participantes em cada turma. Haverá um encontro semanal com duração de 02h durante os seis meses (24 encontros por turma) com uma equipe formada por arte-educadores, psicólogo e pedagogo, que farão com que os participantes dessa ação passem pela experiência de entrevistar e coletar histórias, bem como serem entrevistados e relatarem suas histórias. Essa troca será fundamental, a partir do que eles puderem ver dos relatos coletados com o projeto. Ao final da ação, todos poderão ver, coletivamente o que construíram como história daquele grupo, naquele momento. E o conteúdo produzido por eles será parte do projeto, como mais uma coleção de memórias e relatos que também fará parte da exposição. b) Dentro da contrapartida social haverá ações para a difusão do produto cultural gerado pelo projeto. Serão realizados seis encontros, com 115 vagas em cada um, que poderão ser de maneira presencial e/ou online por meio de plataformas virtuais. Cada encontro terá duração de aproximadamente 02h onde a equipe do projeto, profissionais que fizeram parte do processo, compartilharão o processo, cada etapa de execução, objetivos, impactos e resultados. O público alvo da difusão se compõe de instituições que atendem pessoas com deficiência, estudantes e professores (rede pública e privada), pesquisadores e público interessado em geral, inclusive dos próprios locais onde os encontros de difusão acontecerão. Os encontros serão agendados previamente. Cinco deles serão em São Paulo e um deles na cidade de Brasília, no dia da abertura da exposição.
1 – EXPOSIÇÃO/EXIBIÇÃO ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA: Acesso livre e gratuito. A exposição e a coleta dos relatos acontecerão em local(is) a ser(em) definido(s) posteriormente, considerando, absolutamente, a acessibilidade e mobilidade, como: locais com rampas de acesso, corrimãos, etc. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Intérprete de LIBRAS e legendas descritivas nos vídeos para relatos feitos por deficientes auditivos. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Descrição iconográfica do espaço onde o participante dará seu relato, descrição iconográfica do registro para deficientes visuais que assistirem os relatos (#pracegover), mediação tátil de objetos pela própria equipe do proponente. 2 – CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA: Acesso livre e gratuito. Local a ser definido posteriormente, considerando, absolutamente, a acessibilidade e mobilidade, como: locais com rampas de acesso, corrimãos, etc. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Intérprete de LIBRAS caso existam participantes surdos. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Mediação tátil e descritiva, acompanhada de um profissional da equipe do proponente.
1 – EXPOSIÇÃO/EXIBIÇÃO Inciso I, do artigo 23 da IN01/2022 - Ingressos gratuitos oferecidos a familiares, profissionais, instituições, comunidade e interessados em geral. Inciso III, do artigo 24 da IN01/2022 - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; Inciso IV, do artigo 25 da IN01/2022 - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 25; 2 – CONTRAPARTIDA SOCIAL Inciso I, do artigo 23 da IN01/2022 - Distribuição gratuita de ingressos a familiares, profissionais, instituições, escolas públicas, comunidade e interessados em geral. Doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados. Inciso V, do artigo 23 da IN01/2022 - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Inciso VII, do artigo 23 da IN01/2022 - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Coordenação Geral – Silvia Regina de Liz Souza Nos últimos 30 anos atuou como professora do ensino fundamental e também como professora de matemática para o ensino de jovens e de adultos, nos quais desenvolveu um profundo conhecimento sobre como manter uma rotina semanal bem organizada e produtiva, que incluísse diversos momentos de leitura e previsse situações diferenciadas de análise e reflexão sobre os conteúdos abordados, tanto com as crianças de 7 anos como com o público adulto. Paralelamente, desde 2007, atua como pedagoga responsável de projetos de inclusão cultural através da arte. Provou-se capaz de desenvolver projeto didático, além de criar situações estruturadas de comunicação oral, gerar bons relacionamentos com participantes, pais e colegas de trabalho, inovar, recriar e dar novos significados às práticas educativas. Patrícia Ronis de Godoy – Comitê de Seleção Educadora desde 1991, atuando inicialmente como professora e posteriormente como coordenadora de escola de Educação Especial, onde coordenei equipe de 24 funcionários. Por estar ligada à Educação Especial, fiz cursos de Psicomotricidade, Artes em Educação, Matemática em Sala Especial, Recreação Inclusiva, Distúrbios de Comportamento e Alfabetização de jovens e adultos na PUC ( Pontíficia Universidade Católica) entre outros. Em 2006 iniciei o trabalho com oficinas de arte educação, aplicando com sucesso oficinas e dinâmicas de aprendizado social e educacional, sempre buscando sensibilizar as crianças e jovens para temas importantes, visando seu desenvolvimento e estimulando também sua criatividade e o convívio social sempre aliados a momentos de recreação e lazer. Esse trabalho é realizado em condomínios, eventos corporativos e festas particulares. Paralelamente, participei por 22 anos de trabalho voluntário com crianças e jovens (inclusive com deficiência) na periferia de SP (Lar Meimei /Vila Joaniza), estando em contato com as mais diversas realidades sociais e culturais. Lá coordenei, desde 2005, um setor de “Lazer e Cultura” com 210 participantes e uma equipe de 45 voluntários sob minha supervisão e onde realizamos oficinas artísticas, projetos de incentivo á leitura, atividades esportivas e eventos culturais. Graduada em Pedagogia pela UNIP. Sou contadora de histórias, formada pelo “Movimento Hora do Conto” (Clarice Scholnic e Fernando Bezerra). Buscando aperfeiçoamento constante, participei de muitos cursos e workshops ligados ás áreas artística, educacional e cultural, sendo os três últimos, recentemente “A criança e os cinco sentidos “(Gandhy Piorsky), ”Neuroeducação”(IBN) e “Tecnologias educacionais e multimídia e ensino remoto”(ENG DTP Multimídia). Marina Costa Serra – Comitê de Seleção Pedagoga com experiência em oficinas artísticas focadas na inclusão social de pessoas com deficiência intelectual e em situação de vulnerabilidade. Atualmente, atua no Instituto Olga Kos, sendo responsável pelo planejamento pedagógico dos encontros e elaboração de relatórios fundamentados para memorizar. Tem experiência em intervenções pedagógicas no Colégio Visconde de Porto Seguro, com ênfase em inclusão (TEA) e uso de tecnologias educacionais. Formada em Pedagogia pela Universidade Anhanguera, com pós-graduação em Psicopedagogia Clínica e Institucional, e diversos cursos de extensão voltados à alfabetização, letramento e distúrbios do desenvolvimento. Daniel Ferreira – Videomaker Fotógrafo e designer, especialista em publicidade, marketing digital, e-commerce, eventos e fotojornalismo. Com sólida formação técnica e experiência prática, desenvolve processos criativos inovadores e eficazes. Tem forte capacidade de comunicação e interação com o público, além de ser altamente organizado e focado em resultados. Ao longo da carreira, trabalhou em diversas plataformas e ambientes colaborativos, sempre buscando expandir seu conhecimento e entregar soluções visuais impactantes e de alta qualidade. Técnico em Fotografia pela ETEC Parque da Juventude, possui graduação em Fotografia pela Universidade FIAM-FAAM FMU. Fotógrafo experiente, capaz de atender aos requisitos e apresentar os resultados desejados em cada projeto. Flexível e apto a trabalhar em equipe, capaz de lidar com imprevistos e manter o foco nos objetivos, visando entregar um material de alta qualidade ao cliente. Faz captação de imagem em eventos como vernissages e eventos em auditórios como do Ibirapuera, Teatro Unilever e Galeria Olido. Realiza a edição de todo material captado utilizando os softwares adobe Lightroom, adobe Photoshop e adobe Premiere. Faz iluminação criativa de estúdio e direção de modelos. Possui grande experiência com público com deficiência e comunidades vulneráveis. PROPONENTE - INSTITUTO OLGA KOS BRASÍLIA Função - Único responsável pela implantação, execução e pelo processo decisório neste projeto. O proponente/dirigente realizará sua atividade de forma voluntária. Possui experiência em projetos de cultura e artes (ver documentos anexados - Materiais diversos que comprovem a atuação do candidato). Demais profissionais envolvidos/prestadores de serviços: a contratar.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.