| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 15090690000194 | CONCESSIONARIA ECOVIAS DO ARAGUAIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 308,7 mil |
| 49314049000108 | CONCESSIONARIA DE RODOVIAS NOROESTE PAULISTA SA | 1900-01-01 | R$ 124,0 mil |
| 29884545000190 | ECORIOMINAS CONCESSIONARIA DE RODOVIAS S.A. | 1900-01-01 | R$ 27,6 mil |
| 02511048000190 | EMPRESA CONCESSIONARIA DE RODOVIAS DO SUL S/A - ECOSUL | 1900-01-01 | R$ 25,2 mil |
| 22163297000149 | CONCESSIONARIA PONTE RIO-NITEROI - ECOPONTE | 1900-01-01 | R$ 14,5 mil |
Produção do documentário ambiental média-metragem “Sooretama: a Vida Pede Passagem”, com 70 minutos de duração, classificação livre, finalizado em 2K e FULL HD/2.0, abordando as questões culturais, socioambientais e econômicas do complexo Sooretama-Linhares, um importante território reconhecimento pela UNESCO como Patrimônio Natural da Humanidade que está localizado no interior do Estado do Espírito Santo, com uma das maiores biodiversidades do planeta, em especial a flora com cerca de 400 espécies por hectare.
PRODUTO DOCUMENTÁRIO Conheça o Complexo Sooretama-Linhares que está localizado no interior da Região Nordeste do Espírito Santo, suas histórias e lugares. Este território emerge como uma das regiões mais interessantes para o desenvolvimento sustentável, por meio de atividades conectadas ao turismo de observação da natureza, ao agroturismo e ao turismo de aventura. Classificação livre.
Objetivo Geral Tratar o roteiro do documentário mediante pesquisa, produzir, finalizar nos formatos DCP 2k e FULL HD 2.0. e divulgar a obra "Sooretama: a Vida Pede Passagem". Objetivos específicos Documentário: Beneficiar um milhão de espectadores com o documentário de forma gratuita durante uma janela de exibição de dois anos no Youtube. Beneficiar 200.000 espectadores por meio de exibição na TV Pública TVE-ES - RTV - GOVES conforme carta de Intenção de Pré-Licenciamento anexada (REGISTRO DE ENCAMINHAMENTO 2022-9BJVT8, disponível em: https://e-docs.es.gov.br/e/2022-9BJVT8)
O projeto busca apresentar a história que culminou na preservação do Complexo Sooretama-Linhares, também contar as narrativas locais e mostrar o rico patrimônio sociocultural e socioambiental deste território, incentivando atividades sustentáveis que conectem a comunidade à natureza. Um dos destaques é o fortalecimento do turismo de observação da natureza, uma iniciativa alinhada às diretrizes do Governo do Estado do Espírito Santo. Por meio da produção do documentário, das oficinas e de ações de lançamento, o projeto pretende despertar a consciência ambiental, incentivando a redução dos impactos causados pelas atividades humanas. Mais do que isso, visa inspirar políticas públicas que valorizem o desenvolvimento sustentável da região, ampliando oportunidades para pesquisas científicas e novos empreendimentos baseados no agroturismo e no ecoturismo. Além de tudo, a iniciativa busca renovar o reconhecimento e a relevância da Reserva Biológica de Sooretama, unindo esforços de instituições e profissionais comprometidos em mitigar os desafios ambientais enfrentados pela região e sua biodiversidade. A necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para financiamento se dá pois entendemos que a cultura perpassa todas as dimensões da vida em sociedade, sendo parte fundamental da construção da subjetividade e da sociabilidade. O difícil acesso e consumo de bens culturais por comunidades em vulnerabilidade amplia a exclusão e as desigualdades sociais e, apesar do grande avanço alcançado nos últimos anos no que se refere à inclusão, ainda temos uma malha cultural bem aquém das necessidades dos brasileiros. Nesse sentido, torna-se indispensável repensar o direito à cultura e ao consumo dos bens culturais à luz da noção de cidadania e da inclusão, construindo uma agenda que faça da parceria cultural entre os setores públicos e privados fator decisivo da constituição de espaços de fruição e produção acessíveis de forma universal. Diante disso, o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais cria pontes/conexões onde anteriormente havia distanciamento e exclusão. Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Este projeto deixa claro o alinhamento aos seguintes incisos Artigo 3 da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Portanto, "Sooretama: a Vida Pede Passagem" é uma obra que combina cultura, arte, ciência e história para criar um testemunho poderoso sobre a importância do desenvolvimento sustentável na conservação da Mata Atlântica de tabuleiro mais importante do planeta. Através de uma abordagem visual cativante e narrativa envolvente, acreditando também no poder do entretenimento, o documentário pretende inspirar outros projetos e iniciativas de conscientização cultural e socioambiental sobre a necessidade de proteger este precioso ecossistema para as futuras gerações, considerando o turismo como uma vocação local para uma renovada matriz econômica.
PÚBLICO ALVO O público alvo é bastante abrangente, mas se dirige, principalmente, ao público interessado em arte, cultura, meio ambiente, ecologia, desenvolvimento sustentável e questões ambientais em geral. Ainda, existe o público especializado formado por pesquisadores, biólogos, cientistas, técnicos e artistas das áreas da fotografia e cinema. Com certeza, estudantes do ensino fundamental, ensino médio e universitários são parte importante do público alvo. A comunidade local é um público prioritário e por isso será atendido com mostras audiovisuais do documentário, também com ações formativas culturais. A sociedade capixaba é um grupo importante para ser fortemente atingido. Enfim, o documentário será exibido amplamente dentro do território nacional e em alguns países da América do Sul e da Europa por meio de festivais, mostras e parcerias com produtores locais. 60% feminino e 40% masculino. 4% até 17 anos; 50% de 18 a 30 anos; 20% de 30 a 40 anos; 15% de 41 a 50 anos; 7% de 51 a 60 anos; 4% mais que 60 anos. APOIO: Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), por meio do chefe da Rebio Eliton Lima (Carta de anuência anexada no plano de produção). Reserva Natural Vale, por meio da carta de anuência da responsável Roberta Gandra (Carta de anuência anexada no plano de produção). Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis IBAMA, Centro De Triagem De Animais Silvestres Do Espírito Santo - Cetas, por meio do termo de cooperação número (Nº 16/2020). Projeto Felinos por meio da pesquisadora Ana Carolina Sberk (Carta de anuência anexada no plano de produção). Programa Pró-Tapir por meio da pesquisadora Andressa Gatti (Carta de anuência anexada no plano de produção). Projeto Marsupiais por meio da pesquisadora Iasmin Macedo, atual presidente do Instituto Últimos Refúgios. Projeto Herpeto Capixaba por meio do professor Thiago Soares, associado do Instituto Últimos Refúgios. Projeto Caiman por meio do pesquisador Yhuri Nobrega, associado do Instituto Últimos Refúgios. Projeto Harpia, uma co-realização com o Instituto Últimos Refúgios por meio da pesquisadora Dra. Tânia Sanaiotti - INPA, associada do Instituto. Além disso, contamos com o apoio da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) por meio do professor Dr. Áureo Banhos (Carta de anuência anexada no plano de produção), do Departamento de Biologia do Centro de Ciências Exatas, Naturais e da Saúde (CCENS), e do professor Dr. André Michelato, do Núcleo de Pesquisa, Inovação e Planejamento Socioeconômico (NUPLA), do Centro de Ciências Humanas e Naturais (CCHN), Departamento de Ciências Sociais. PROCEDIMENTOS ESTILÍSTICOS O documentário Sooretama: A vida pede passagem empregará uma abordagem de cunho narrativo para mostrar a importância da conjuntura sociocultural, ambiental e econômica deste território formado pelo Complexo Sooretama-Linhares. Em princípio, os locais serão apresentados com a rotina diária introduzindo aos poucos os personagens nas cenas. Mas antes haverá uma ruptura visual e sonora, uma simbiose entre a floresta e o trânsito. De acordo com a obra Introdução ao Documentário (2009) do pesquisador Bill Nichols, podemos classificar este filme documentário como um produto de linguagem híbrida. Pois adota características tanto do modo “Participativo”, que se vale de entrevistas, relatos e encontros com personagens reais para tratar de questões sociais, culturais, ambientais, econômicas e seus desafios para a sustentabilidade. A pluralidade de vozes dos participantes é intercalada e reunida em um recorte argumentativo, porém sensível, incrementado pelas ações desempenhadas pelos personagens para a câmera. Além disso, o documentário também se caracteriza pelo modo “Performático”, que apresenta aspectos emocionais e subjetivos da linguagem através de movimentos de câmera, grafismos, performances cênicas de personagens e do aparato – como simulações do olhar e do ponto de vista dos animais através do plano subjetivo. Assim, o documentário traduzirá uma série de sentimentos simbólicos por meio de uma mensagem impactante, a exemplo do que foi realizado no documentário Koyaanisqatsi: Life Out of Balance (1982) de Godfrey Reggio. Através de imagens contemplativas da natureza, da interferência do homem no planeta e do meio urbano, o filme nos faz refletir sobre os impactos de nosso modo de vida. O documentário O Sal da Terra (2015) de Wim Wenders e Juliano Salgado é uma inspiração no que diz respeito à apresentação de fotografias que simboliza a crença que é colocada na narrativa. Uma conexão perfeita na inserção de fotografias no vídeo que resume que “uma imagem vale mais do que mil palavras”. Outra referência, agora tratando da manipulação do som e imagem, é a obra Surplus: Terrorized into Being Consumers (2003) de Erik Gandini. Nela, o choque, a manipulação entre imagens e a criação de ritmo por meio da utilização dos sons diretos na composição da trilha musical dão ao documentário uma dinâmica argumentativa intensa. Cowspirancy (2005), dos diretores Kip Andersen e Keegan Kuhn, é uma referência devido ao estilo e a forma como as inserções e os infográficos são trabalhados. Ainda, a abordagem informal com seus entrevistados constrói um mosaico narrativo dentro e fora do campo pesquisado. O Instituto Últimos Refúgios possui experiência na realização de documentários ambientais e por isso nosso documentário Últimos Refúgios: Reserva Biológica de Duas Bocas (2013) também é uma referência. Este documentário fala sobre a preservação de recursos hídricos e é composto por imagens que revelam a rica biodiversidade da reserva, integrado aos depoimentos sobre a importância histórica para o saneamento no Espírito Santo. Assim, forma-se uma ligação entre história e realidade atual, que é o que também se espera de forma semelhante e mais ampla com Sooretama: A vida pede passagem. Utilizando essas percepções, o documentário empregará imagem e som de forma instigante, criativa e inusitada, sem deixar de adotar os artifícios do estilo clássico de documentarismo que podem ser exemplificadas por obras sensíveis e tocantes como nos encontros e entrevistas de Santa Marta: Duas Semanas no Morro (1987) de Eduardo Coutinho, na jornada e nas paisagens de Cidades Fantasmas (2017) de Tyrell Spencer, e nas performances e interações com a câmera de Aboio (2005) de Marilia Rocha.
PRODUTO DOCUMENTÁRIO: O documentário média-metragem com 70 minutos de duração "Sooretama: a Vida Pede Passagem", classificação livre, será finalizado em dois formatos de alta qualidade para garantir uma experiência visual e auditiva imersiva. A meta é atingir diretamente um milhão de espectadores durante uma janela de exibição de dois anos. A obra estará disponível nos seguintes formatos: DCP 2K 2.0: Esta versão proporciona uma resolução de 2048x1080 pixels, garantindo imagens nítidas e detalhadas. O áudio será mixado em dois canais, oferecendo uma experiência sonora rica e envolvente.FULL HD 2.0: A versão em Full HD oferece uma resolução de 1920x1080 pixels, assegurando uma excelente qualidade de imagem. O áudio será mixado em estéreo 2.0, proporcionando um som claro e equilibrado, adequado para exibições em uma ampla variedade de ambientes.Entrega da master para Cinemateca Brasileira em HD EXTERNO (HD externo com conexão USB 2.0 ou IEEE1394 (firewire), não vinculado a software proprietário para ser reconhecido).
PRODUTO DOCUMENTÁRIO: Acessibilidade Para Deficientes Visuais: Audiodescrição para deficientes visuais / Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE) para filme e placas indicativas em braile para evento de lançamento (Item Narrador de Audiodescrição na planilha financeira). Acessibilidade Para Deficientes Auditivos: LIBRAS, Língua Brasileira de Sinais (Item Intérprete de libras na planilha financeira). Legendagem descritiva/closed caption (Item Legendagem na planilha financeira) Acessibilidade Para Pessoas Que Apresentam Espectros, Síndromes Ou Doenças Que Gerem Limitações Aos Conteúdos Assim Como Pessoas Que Desconhecem As Linguagens Ou Idiomas Dos Conteúdos: 1) Clipe musical com imagens da natureza apresentando imagens da biodiversidade com lettering (escrito com letras maiores, em especial a primeira letra) do nome das espécies e também narração falando, por exemplo, "esse é o som da onça" (Item Montador na planilha financeira). 2) Jogos da memória, máscara, jogo de linkar imagem e palavra escrita ou auditiva, ilustrações para colorir dos bichos (Item Projeto gráfico na planilha financeira) para "professores de apoio" ou "monitor de apoio" (trabalham na "sala de recurso") para trabalharem com as pessoas (Item Coordenação educativa na planilha financeira). Legendagem em português e inglês.
PRODUTOS DOCUMENTÁRIO: Os produtos culturais resultantes do projeto respeitam os limites do artigo 23 da IN 01/2022: a) No mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados; disponibilizamos 100% de forma gratuita. b) Até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; Conforme previsto no inciso/medida do art. 24 da IN nº 01/2022 abaixo será adotada no projeto: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas.
INSTITUTO ÚLTIMOS REFÚGIOS: responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira e prestação de contas. KLAUS’BERG: Diretor e roteirista. Cineasta especializado em linguagem e conteúdo audiovisual. É doutor em Comunicação pela UFF, pós-doutor pela UERJ e professor do curso de cinema e audiovisual da UFES. Criador da revista de humor "Quase" (2002/09) e da "TV Quase", onde escreveu, dirigiu e produziu diversos conteúdos humorísticos, web-séries e videoclipes. Escreveu e dirigiu o documentário "Locus" (2011), criador e protagonista do curta-metragem "Loja de inconveniências: a maldição do caipora" (2012), atuou no seriado "Overdose" (2013) da MTV Brasil, criador e produtor do programa "Curta & Grosso" (2016/17) da TV UFES, roteirista e diretor do longa-metragem "Destino das Sombras" (2018), autor do livro "Realidade Perturbada" (Editora Appris, 2018), roteirista e diretor dos documentários ambientais “Corredores: da Pedra Azul ao Forno Grande” (2023) e “Águas do Itapemirim” (2024). LEONARDO MERÇON: Diretor de Fotografia. Fotógrafo e cinegrafista especializado em meio ambiente. É Designer Gráfico formado pela UFES e fez especialização em fotografia e Design Gráfico na Academia de Mídia e Artes de Colônia (KHM), Alemanha. Contratado pela FOX/NatGeo e pela BBC para a produção de documentários e fotografias. Entre os filmes que dirigiu estão “Redescobrindo a Mata Atlântica”, “Programa Últimos Refúgios” e “Meine Weltwunder - Minhas Maravilhas do Mundo” também já foi coordenador geral no documentários “Toninho Mateiro”, “Últimos Refúgios: Reserva Biológica de Duas Bocas” e “Últimos Refúgios: Itaúnas”. RAPHAEL GASPAR TEBALDI: Roteirista, Produtor Executivo. Empreendedor criativo com experiência em desenvolvimento e gestão de projetos, captação de recursos e mídias sociais. Bacharel e Licenciado em Desenho Industrial e Programação Visual pela UFES, em 2014. Já atuou como coordenador no Arranjo Produtivo Local Corredor Criativo Nestor Gomes, no Distrito Criativo de Vitória e no Hub ES+Criativo, da gerência de economia criativa da Secretaria Estadual de Cultura por meio da FAPES. No audiovisual possui experiência em direção, assistência de direção, produção e criação de roteiros. Produtor executivo de projetos viabilizados pelas Leis de Incentivo à Cultura, editais e programas de televisão. FELIPE FACINI: Cinegrafista e Montador Audiovisual. Bacharel em Desenho Industrial com foco em Programação Visual pela UniverCidade (RJ), em 2002. Coordenador do núcleo gráfico de pesquisa em Eco Design (NPED) de 1999 a 2001. Trabalhos realizados nas produtoras: Black Ninja (RJ), Apavoramento Sound System (RJ), Conspiração Filmes (RJ), Youle Filmes (RJ), Focar (RJ), Plural Filmes (RJ-SC), Mesosfera - Gringo Cardia (RJ). FELIPE MATTAR: Diretor de Som. Mestre em Artes pelo Programa de Pós-graduação em Artes da Universidade Federal do Espírito Santo, onde realizou pesquisa sobre o uso do hiper-realismo sonoro no cinema brasileiro de ficção contemporâneo e Bacharel em Desenho Industrial (UFES). Possui experiência em diversos campos do audiovisual e da produção cultural, com especialização em edição, design e mixagem de som. Em 2016 recebeu o prêmio de melhor edição de som no 18º Cine PE (Recife/PE), pelo média-metragem Das Águas que Passam de Diego Zon, que também fez parte da seleção oficial do 66° Festival de Cinema de Berlim - Berlinale Shorts 2016. Sócio da produtora Expurgação Filmes que, desde 2009, desenvolve projetos na área cultural, cinema e audiovisual, também participou da criação criação do APL Corredor Criativo Nestor Gomes, que reúne cerca de 20 empreendimentos criativos no Centro da Capital do Espírito Santo, Vitória. ARTHUR NAVARRO: Produtor Musical da Trilha Sonora. Graduado no Abbey Road Institute, em Londres. Produziu e lançou seu álbum musical Polyphonic Omnipresence pela gravadora Britânica Suriya Records, com curadoria de Youth (Martin Glover), o qual já produziu nomes como Paul McCartney, David Gilmour e Pink Floyd.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$219.571,49 em 24/03/2026.