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PRONAC 222963Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Triope na Estrada

THIAGO FABRIL DE OLIVEIRA 33466509874
Solicitado
R$ 477,6 mil
Aprovado
R$ 477,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2022
    Cadastro PRONAC
    Ano 22
  2. 01/05/2023
    Início previsto
  3. 22/12/2025
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
SP
Município
Ribeirão Preto
Início
2023-05-01
Término
2025-12-22
Locais de realização (1)

Resumo

O projeto consiste na montagem e circulação de dois espetáculos inéditos criados pela Triope- Produção Teatral, produtora de teatro cujos integrantes assumem as funções de dramaturgia, coordenação, direção e gestão de seus projetos. Os dois espetáculos"Casa de Ninguém" e "A casa da vovó Clotilde", como característica do trabalho da Triope, mesclam Teatro e dança e são criados para se apresentar em qualquer espaço, fora do convencional, com objetivo de levar a Arte até o público, com prioridade ao público infantil e adolescente.

Sinopse

O espetáculo "Casa de Ninguém"narra sobre o amor adolescente do casal Selma e João, que se casaram na adolescência devido à inesperada gravidez de Selma. Ela, que sempre sonhou com um grande amor, vive o fim de seu idealizado amor romântico e ambos irão se deparar com o fim de suas perspectivas profissionais de futuro ao terem que assumir a realidade do casamento e a difícil convivência entre os dois. Alguns anos depois do nascimento do primeiro filho e vivendo uma situação financeira ruim, a nova gravidez de Selma gera discussões mais frequentes entre o casal, podendo levar a consequências ainda piores e à atitudes de violência. O espetáculo une Teatro e dança como ferramenta de reflexão sobre o tema, com algumas coreografias que complementam as cenas, simbolizando as sensações e sentimentos do casal protagonista, conduzindo o público à sensações e sentimentos os quais se pretende despertar O cenário da peça é leve e versátil, para que possa se adaptar a espaços sem palco, mas sem perder a qualidade da criação artística, que atrai e desperta a atenção e interesse do público para os recursos utilizados em cena. Ao final de cada espetáculo, os atores interagem com o público sobre a peça e sobre o tema abordado, deixando que o público se expresse livremente, pois o público jovem tem muita curiosidade sobre a criação do espetáculo e gosta de se aproximar dos atores, principalmente do ator cujo personagem lhe causou maior identificação A apresentação de teatro infantil A casa da vovó Clotilde narra a história de D. Clotilde e seu neto Lucas, uma relação de muito amor, carinho e brincadeiras enquanto Lucas era uma criança, mas que com o passar do tempo, com o seu crescimento e o envelhecimento de D. Clotilde, essa relação se modifica, gerando uma tristeza em D. Clotilde diante das atitudes de desprezo de seu neto. Distante muitos anos de sua avó, um acontecimento na vida de Lucas trará lembranças de sua infância com a avó e, arrependido, tenta reverter o mal que causou a ela. A apresentação com recursos lúdicos, cenário simples, mas criativo, centrando numa mala onde vários objetos cênicos serão utilizados, como numa contação de histórias e por ora, algumas cenas serão dramatizadas, mesclando com algumas coreografias de dança, simbolizando as emoções vividas pelos personagens.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar a montagem e a circulação de um total de 60 (sessenta) apresentações de 02 espetáculos de teatro: Casa de Ninguém e A casa da vovó Clotilde, sendo elas: 30 (trinta ) apresentações do espetáculo infantil " A Casa da vovó Clotilde" e 30 (trinta) apresentações do espetáculo teatral "Casa de Ninguém", destinada ao público adolescente e adultos, todas oferecidas gratuitamente ao público e em espaços fora do palco, promovendo o incentivo à ampliação do acesso da população à fruição e a produção dos bens culturais (inciso V -artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021) Objetivos Específicos] - Realizar o projeto no período de 02 anos, sendo 01 ano para a montagem e circulação do espetáculo teatral infantil "A casa da vovó Clotilde (30 apresentações) e 01 ano para a montagem e circulação da peça teatral Casa de ninguém (30 apresentações), seguindo todas as etapas de pré-produção, produção e pós produção. As apresentações das peças serão executadas num período de 2 meses cada uma, sendo 15 apresentações em cada mês,todas gratuitas. - Mesclar dança e teatro nas duas peças teatrais do projeto: Casa de Ninguém e A casa da vovó Clotilde, sendo esta última, A casa da vovó Clotilde constará trechos da peça com contação de histórias - Democratizar o acesso ao teatro, realizando o espetáculo em locais não convencionais de Teatro e garantindo esse bem cultural a um público menos favorecido do acesso (Art. 1 lei Rouanet - Lei 8313/91- inciso I). - Utilizar cenário leve, criativo e ágil -Utilizar figurinos que se identificam com o público alvo: infantil- para o espetáculo A casa da vovó Clotilde e adolescente, para o espetáculo Casa de Ninguém - Despertar no público o interesse pelo Teatro, conduzindo este público a participar da história e de refletir sobre o tema que é encenado. -Propiciar um bate-papo ao término de cada espetáculo, sobre o interesse do público sobre a montagem da peça, bem como sobre o tema que foi apresentado, despertando também a reflexão crítica neste debate e o interesse pelo Teatro - Democratizar o acesso ao teatro às classes sociais menos favorecidas, levando o Teatro ao público, priorizando municípios com menor acessibilidade cultural, como também, buscando realizar parcerias com as Secretarias Municipais das cidades a serem beneficiadas pelo projeto, visando a divulgação em sites do município, em redes sociais, distribuindo ingressos em escolas públicas, instituições sociais e em equipamentos públicos, como os CRAS- Centros de Referência de Assistência Social, que atendem às famílias carentes do município e em espaços de cultura. - Registrar a realização das apresentações por meio de fotografias e filmagens. - Divulgar o projeto por meio de jornais, TV e redes sociais, por meio do trabalho de uma assessoria de imprensa, contratada pelo projeto. -Distribuir ingressos gratuitos com a estimativa para um público de 10.000 (dez mil) pessoas para um total de 60 apresentações, com as duas peças teatrais.

Justificativa

Para a circulação das peças "Casa de Ninguém" e "A casa da vovó Clotilde, são necessários recursos provindos por meio de incentivo fiscal, para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso à esse bem cultural e ao pleno exercício dos direitos culturais (conf. art. I-inciso I- Lei 8313/91). O projeto tem a proposta de viabilizar o acesso gratuito ao teatro, conduzindo o Teatro para espaços não convencionais e para um público com menos acesso à essa forma de cultura. Os dois espetáculos " A casa de vovó Clotilde" e "Casa de ninguém" são montagem criativas e inéditas, que unem dança e teatro, nos dois espetáculos, e também a contação de histórias no espetáculo infantil, " A casa de vovó Clotilde". São espetáculos que se aproximam do universo infantil e adolescente, procurando se aproximar deste universo por meio de figurinos, linguagem, música, que são de interesse deste público e a dança enquanto recurso para simbolizar e expressar as sensações e sentimentos vividos pelos personagens. Além de promover a arte e propiciar a diversão, prazer e entretenimento, as peças devem conduzir a reflexão sobre os temas, que serão também debatidos com o público ao final do espetáculo, associando ao que foi apresentado em cena com a realidade vivida pelos adolescentes, abrindo também para um diálogo sobre a montagem da peça, que gera muita curiosidade no público e que favorece um despertar para o Teatro. As apresentações serão todas gratuitas e abertas ao público em geral, (conf. art. 3-inciso IV-item a- Lei 8313/91), com a classificação indicativa a partir de 12 anos de idade para o espetáculo "Casa de ninguém", mas com prioridade atingir ao público adolescente e classificação livre para o espetáculo infantil "A casa da vovó Clotilde", em cidades a serem definidas no início da fase de pré-produção do projeto, com prioridade de se apresentar em locais alternativos, fora do espaço convencional, onde o acesso ao teatro é mais restrito, comparado às grandes capitais e para um público adolescente, que não encontra muitas opções atrativas que o fazem viver a experiência e hábito de ir ao Teatro. A prioridade também é se apresentar em cidades do interior, com poucos habitantes, onde o acesso ao Teatro é menor, podendo contemplar vários municípios, após a captação do recurso financeiro e distante da cidade sede dos integrantes da Triope- Produção Teatral, Ribeirão Preto. O projeto necessita prever em seu orçamento o deslocamento dos atores e cenário para atingir esse objetivo. O acesso às apresentações, além de serem abertas ao público, será também feito por meio da distribuição de ingressos para equipamentos públicos que prestam atendimento aos adolescentes, tais como CRAS- Centro de Referência de Assistência Social e CREAS- Centro de Referência Especializado de Assistência Social, Instituições Sociais, Escolas públicas, escolas de teatro e Centros culturais, por meio de parcerias com as Secretarias Municipais de educação, para que viabilizem esse contato e distribuição de ingressos. Por se tratar de locais não convencionais para a apresentação, que nem sempre oferecem a adequação necessária ao acesso de pessoas com deficiência, essa acessibilidade será garantida com lugares na frente do palco, com integrantes da equipe técnica do espetáculo estando disponíveis para desempenhar esta função e intérprete de libras acompanhando todas as apresentações. A peça teatral Casa de Ninguém aborda sobre as expectativas criadas pelos adolescentes diante de uma relação amorosa, culturalmente baseadas na idealização do amor romântico, que pode resultar numa relação imatura e de vivenciar situações nas quais não estão preparados, como uma gravidez indesejada e em idade precoce, a dificuldade de aceitação do outro e de suas diferenças, considerando também as diferenças de gênero e que podem inclusive conduzir à situações extremas, como a violência doméstica. A visão sobre o amor vai se formando com o tempo, em função das experiências vividas, das mensagens transmitidas pelo ambiente próximo e das características próprias da cultura. O amor adolescente é retratado na peça de forma leve e divertida, como o primeiro beijo, as fantasias românticas e o impulso de viver um grande amor. Na adolescência, já que nessa época são criadas as primeiras relações e experiências amorosas, muitos jovens assumem alguns ideais de amor e, influenciados por questões sociais e culturais, defendem a ideia do amor unido ao sofrimento e à dor, mantendo relações tóxicas. Isso faz com que os jovens estejam propensos a serem agressores e vítimas da violência de gênero, pois podem ter dificuldades na hora de identificar comportamentos tóxicos, tolerando, assim, condutas inadequadas. Contrastando com o idealizado amor adolescente, a realidade vivida de um casamento nesta fase pode gerar grandes frustações e problemas, como retrata na peça. Nesta apresentação, propõe-se também uma reflexão sobre os direitos e a equidade de gênero, cooperando com a prevenção e o enfrentamento da violência contra a mulher na sociedade, que é um fenômeno presente na sociedade brasileira de forma muito grave Na peça infantil "A casa da vovó Clotilde" com a proposta de abordar um tema sobre a realidade do abandono de pessoas idosas, para crianças, a peça retrata, de forma lúdica, com recursos como a contação de histórias, o Teatro e a dança, o processo de envelhecimento dos avós, trabalhando o respeito e o carinho que devem ser tratados O idoso pode ser considerado, pela criança, como um símbolo de sabedoria e experiência, valores imprescindíveis como influência do desenvolvimento infantil, pois os idosos são modelos para a transmissão de costumes e conhecimentos para as crianças, além de servir como modelos de comportamentos Desta forma, propões- se conduzir as crianças a olhar de cuidado para com seus avós e para com as pessoas idosas em geral, contribuindo para uma prevenção da violência contra a pessoa idosa, pensando numa transformação cultural desde a infância. Atualmente, com os pais dividindo a educação de seus filhos com avós, é necessário que a criança estabeleça uma relação saudável com as pessoas mais velhas e vão tomando conhecimento das dificuldades que processo de envelhecimento causa, sendo necessário o carinho e afeto familiar. Os dois espetáculos teatrais, Casa de Ninguém e A casa de vovó Clotilde, se caracterizam como inovador em sua estética, além de dinâmico e contemporâneo, promovendo ideias e formas de perceber e entender o tema dramatizado

Estratégia de execução

Para que as apresentações das peças de teatro: Casa de Ninguém e A casa da vovó Clotilde, sejam realizadas em municípios fora da cidade de Ribeirão Preto-SP, que é a cidade sede dos integrantes do projeto, será necessário recursos finaceiros, conforme consta em palnilha orçamentária apresentada, para cobrir as despesas com hospedagem, alimentação e transporte para profissionais que assumirem as funções abaixo relacionadas: - 02 Ator/bailarinos -02 Atores -01 Sonoplasta -01 Diretor Artístico -01 Diretor Geral -01 Fotógrafo -01 Assessor de imprensa -01 Intérprete de Libras

Especificação técnica

Especificações técnicas do produto O espetáculo Casa de ninguém tem a classificação indicativa a partir de 12 anos e duração de 45 minutos, tendo um bate papo com o público de no máximo 15 minutos após o término de cada espetáculo. Apesar desta classificação indicativa, a prioridade é atingir ao o público adolescente, entre 12 a 18 anos, com o objetivo de levar a Arte e o Teatro para espaços não convencionais, mas também propor uma refleção sobre as escolhas amorosas nesta fase, sobre as perspectivas de futuro profissional, prevenção da gravidez e violência doméstica. O espetáculo teatral "A casa de vovó Clotilde" procura se aproximar do público infantil por meio do teatro, dança e contação de histórias, numa apresentação emocionante, criativa, lúdica e interativa com a plateia. Enquanto leva a Arte, ele ensina o respeito, carinho e cuidado às pessoas idosas. Após a apresentação, os atores se dispõem a estar mais próximo do público, pois muitos tem interesse de tocar nos objetos cênicos e fazer perguntas

Acessibilidade

Produto: Espetáculo em Artes Cênicas I – ACESSIBILIDADE FÍSICA: As apresentações teatrais serão todas realizadas em equipamentos públicos municipais que estiverem disponíveis para as apresentações, possuindo ou não palco, no caso de municípios que não possuírem espaços de Teatro. Será dada atenção e prioridade para as situações onde estes equipamentos públicos sejam dotados de acessibilidade arquitetônica, como rampas de acesso, barras laterais, banheiros adaptados, buscando alternativas de garantir esta acessibilidade. Como a prioridade é executar o projeto em municípios com menor acessibilidade cultural aos munícipes, podemos encontrar dificuldade em encontrar espaços de teatro com essa estrutura de acessibilidade disponiveis. Desta forma, o mínimo a ser feito é garantir que essas pessoas fiquem à frente do palco e para isso, estaremos com nossa equipe disponível para conduzi-las até o assento. Observação: sem custo financeiro para este ítem na planilha orçamentária, pois as pessoas da equipe técnica (diretor geral, diretor artístico e coordenador) estarão disponíveis para conduzir pessoas com deficiência física, para assumirem lugares à frente do espaço de palco, onde será realizada as apresentações da peça teatral. II – ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO-Deficiência auditiva As apresentações teatrais serão todas realizadas com a presença de um Intérprete de Libras para pessoas com deficiência auditiva. ìtem na planilha orçamentária- ítem 10 (presença do intérprete de libras nos ensaios das peças) item 22 na planilha orçamentária (presença do intérprete de libras em todas as apresentações das peças) III- ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. Não teremos essas medidas de acessibilidade. Pessoas com espectro de autismo, dependendo da limitação cognitiva, não sendo ela considerada "grave", que no caso não conseguem ter uma compreensão do conteúdo a ser apresentado, provavelmente não estarão presentes enquanto público, mais os demais níveis, considerados moderado e leve, se necessário alguma medida de acessibilidade, como assumirem locais à frente do palco, a equipe técnica do projeto estará disponível para garantir esse direito. Isso vale para outros espectros ou síndromes que gerem limitações. Observação: sem custo financeiro para este ítem na planilha orçamentária, pois as pessoas da equipe técnica (diretor geral, diretor artístico e coordenador) estarão disponíveis para conduzir as pessoas que necessitem assentos em lugares à frente do espaço de palco, onde será realizada as apresentações da peça teatral. CONTRAPARTIDA SOCIAL Conforme a instrução normativa para a elaboração dos projetos ( § 5º Fica dispensada a obrigatoriedade estabelecida no caput para projetos de acesso inteiramente gratuitos. O projeto Triope na estrada será integralmente gratuito. Segue abaixo a seção e artigo: Seção IV Das Ações Formativas Culturais Art. 25 As propostas culturais que não forem gratuitas deverão apresentar Ações Formativas Culturais (Anexo I) obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território brasileiro, preenchendo o Produto Cultural secundário "Contrapartidas Sociais" no Plano de Distribuição, com rubricas orçamentárias próprias na Planilha Orçamentária. § 5º Fica dispensada a obrigatoriedade estabelecida no caput para projetos de acesso inteiramente gratuitos.

Democratização do acesso

Os espetáculos "Casa de ninguém" e "A casa da vovó Clotilde" tem a proposta de viabilizar gratuitamente o acesso à todas as apresentações, com a montagem de dois espetáculos que utilizam recursos da dança, com coreografias que simbolizam sentimentos e sensações dos personagens e que atraem o público, favorecendo a reflexão sobre o tema que cada uma delas aborda.As 60 (sessenta) apresentações da peça serão todas gratuitas, de classificação acima acima de 12 anos para a peça teatral "Casa de Ninguém" e classificação livre para a peça " A casa da vovó Clotilde", sendo os ingressos distribuídos da seguinte forma:-Até 5% dos ingressos de cada apresentação distribuídos para patrocinadores-Até 5% dos ingressos de cada apresentação distribuídos para a divulgação - 90% dos ingressos de cada apresentação para distribuição em instituições escolares públicas, escolas de teatro, Ongs sociais e culturais (Artigo 21- inciso I ) espetáculo permitirá a captação de imagens para veicular por redes públicas de televisão e outras mídias;(Art. 21- inciso IV)

Ficha técnica

A Triope- Produção Teatral, responsável pela execução do projeto, tem como integrantes os profissionais graduados em Artes Cênicas, Thiago Fabril e Richard de Barros e uma integrante formada em Serviço Social, Elaine Barros. O elenco da peça são contratados pela produtora (segue abaixo o currículo de todos artistas).O proponente ,Thiago Fabril de Oliveira ( pessoa jurídica), assume no projeto a função de Coordenador Artístico e participa de todas as etapas e do processo decisório do projeto, sendo o responsável pelas atividades técnico-financeira. Thiago Fabril de Oliveira, nome artístico Tim Fabril- Proponente do projeto Função no projeto- Coordenador Artístico Thiago Fabril de Oliveira, produtor cultural em Ribeirão Preto e São Carlos. Com formação em Artes Cênicas pelo C. Univ. Barão de Mauá em 2005, Pós-Graduação em Gestão Cultural pelo C. Univ. Senac em 2016. Em parceria com Elaine Ribeiro de Barros, fundaram em 2011 a Triope Produção Teatral, que até 2020 atuava com o nome Grupo Protegendo a Infância. Atua na produtora como gestor, ator e diretor teatral em diversos projetos realizados ao longo desses anos. Em 2018 e 2019 coordenou artisticamente e produziu o projeto “Drogas: Quem Dança é Você”, que circulou por 23 cidades de São Paulo e Mato Grosso, com apoio das leis de incentivo Proac-ICMS e Lei de Incentivo à Cultura (antiga Rouanet). Nesse ano (2021), a Triope, com apoio da Lei de Incentivo à Cultura, desenvolve o projeto “Drogas: Quem Dança é Você – Circulação”, em formato online, com transmissão de 12 apresentações para as cidades de Sorriso, Sinop, Nova Maringá e Itanhangá, no Estado de Mato Grosso. Ao final de 2015, cria o projeto Lab.ArtGame, com o objetivo de desenvolver atividades de produção, formação e difusão da cultura dos videogames. Inicia suas atividades no CEU das Artes de Ribeirão Preto, com a Oficina Máquina do Tempo. Em março de 2016, um dos projetos do Lab.ArtGame foi aprovado no Proac ICMS, na categoria Projetos Especiais. No mesmo mês, lançou em parceria com Renato Alves a versão em português do game Coming Out Simulator, criado por Nicky Case. Com o título Saindo do Armário (https://labartgame.github.io/saindodoarmario.github.io/), o jogo conta a história de como Case assumiu para seus pais que era gay, e pede ao jogador que viva essa experiência. Através desse game, Tim foi convidado para participar de um painel sobre Diversidade e Inclusão nos Games, no BIG Festival, na cidade de São Paulo, e contar um pouco sobre o projeto e a tradução do jogo Saindo do Armário. Em setembro o Lab.ArtGame foi selecionado no Proac Edital de Aprimoramento Artístico, proporcionando uma residência artística com a ARSGAMES na Cidade do México durante 15 dias em abril de 2017, realizando o projeto em Ribeirão Preto, no Centro Cultural Palace e no Centro Municipal de Arte Cultura (CEMAC) em São Carlos, com uma oficina cultural e 5 edições do evento ApertaStart. Em 2018, o Lab.ArtGame realiza o projeto ApertaStart - Mostra da Produção de Games do Estado de SP, com apoio da Secretaria da Cultura do Estado de SP, por meio do edital de Economia Criativa. Com público de aproximadamente 3.300 pessoas e mais de 110 horas de atividades propostas nas cidades de Ribeirão Preto e São Carlos, o projeto realizou oficinas, palestras e exposições de jogos produzidos por coletivos, estúdios e desenvolvedores solos que têm sede em São Paulo. Em parceria com o grupo FoG, da USP de São Carlos, realizou sua primeira GameJam dentro do Campus da USP, com o objetivo de criar um game em 48 horas. O Lab.ArtGame, em 2020 foi selecionado em dois editais culturais da Lei Aldir Blanc: Proac LAB, edital de fomento e licenciamento com o desenvolvimento do projeto Lab.Talk – Games, Cultura e Sociedade, que contará com entrevistas de parceiros e especialistas sobre o videogame e suas potencialidades; e com o projeto Lab.ArtGame, no Inciso II da Lei Aldir Blanc, no município de São Carlos. Ainda no setor teatral, trabalhou como arte-educador na Escola de teatro TPC, em Ribeirão Preto, de 2009 a 2014, ensinando interpretação teatral, dirigindo diversos espetáculos, onde destacam-se "Um Amor para Recordar (2012)", "Dom Quixote (2012)", "655321 (2011)" e "O Diário de Anne Frank (2010)". Como ator participou em "Histórias de Lenços e Ventos (2010)", "Bodas de Sangue (2010)", "Auto da Compadecida (2012/13)". Entre 2006 e 2008, recém-formado, trabalhou em São Paulo como contrarregra, assistente de produção e direção em espetáculos teatrais realizados por Produtoras e Companhias de Teatro, como por exemplo: "Dúvida" (2006), com direção de Bruno Barreto, "O Sol Nasceu Para Todos" (2007), Cia de Inventos e Eventos Culturais e "Noé Noé" (2008), com direção de Ivaldo Bertazzo. Links para os trabalhos desenvolvidos por Tim Fabril: Facebook/triopeteatral Instagram/triopeteatral RENAN EICHEL - Função no projeto- Sonoplasta DRT: 37.100/SP Ator e arte educador formado pelo Curso em Arte Dramática do SENAC – Ribeirão Preto. Começou no teatro em 2008 ingressando os seguintes trabalhos: “Hamlet-Espectro de Si Mesmo”,(2011), “Quem Roubou Meu Sapatinho” (2013), “Dom Chicote Mula Manca"” ( 2013), “Mundolino" (2015) e participou do Teatro de Caixeiros com a peça de Lambe-Lambe, “ O Encontro”. ” – (2015) . Frequentou as seguintes oficinas: Teatro de Formas Animadas (Dino Bernardi), A Menor Máscara (Ésio Magalhães – Barracão/SP), Treinamento Técnico para Ator (Jesser de Souza- Lume/SP), Energia e Ação (Naomi Silman – Lume/SP) e A Relação Entre Ator e Bonecos (Pigmalião - Escultura que Mexe) . Produtor executivo e coordenador geral no edital PROAC - (2017): “1º Festival de Teatro Lambe - Lambe de Ribeirão Preto”. Amanda Pereira- Função no projeto- Atriz/ Bailarina CPF:335.105.658-35 Rua Jose Sareta n 155 – Nova Aliança CEP:14026593 Ribeirão Preto SP Iniciou seus estudos em dança em São José do Rio Preto, onde representou a cidade como ginasta em campeonatos regionais e estaduais. Em 2016 começou a integrar a ONG “FINAC – Finoca Almeida Cunha”, de Ribeirão Preto, onde teve regularmente aulas com Patty Brown, e Renata Celidonio, permaneceu por 5 anos até o fechamento em 2020. Participou do espetáculo “Esquizóides Terrestres” dirigido por Suely Machado e com música original de André Mehmari(2016) . Participou o projeto “Dança 1,2,3”, realizado pelo Sesc Ribeirão Preto e MuDança Ribeirão (2016 e 2017). Participou do projeto “Dança em dobro” realizado pelo Sesc Ribeirão Preto como bailarina na performance “Quieto desespero” dirigida por Letícia Iarossi, com provocações de Fernando Martins. Nesse mesmo ano participou como performer do “Nosso terreiro” dirigido por Ana Clara Joly. (2017). Foi bailarina e coreógrafa da performance "Desejo Veemente" no Sesc Ribeirão Preto e bailarina e assistente coreográfica no projeto "Drogas, Quem Dança é Você", realizado pelo ProAC. Participou da residência "Intercâmbio em Artes Cênicas Dança" com Eduardo Fukushima e Beatriz Sano, realizado pelo Sesc Paraty (2018). Participou de "Repertórios Coreográficos” de Liliane de Grammont. Nesse mesmo ano foi bailarina e assistente coreográfica no projeto “Drogas, Quem Dança é Você”, realizadopela Rouanet. Participou do projeto “Dança em Dobro”, realizado pelo Sesc Ribeirão Preto, como coreógrafa e bailarina na performance “Constante Volátil” com provocação de Liliane de Grammont (2019). Participa como bailarina no espetáculo “Brasa”, realização do ProAC Expresso Neste mesmo ano é coreografa na “Feira do Livro Internacional de Ribeirão Preto: Revolução Poética- Festival de ideias “(2021) Rayana Rodrigues - Função no projeto- Atriz Rayana Rodrigues (0052281/SP) mora em Ribeirão Preto, é atriz há 16 anos e já atuou em 52 espetáculos teatrais. Começou teatro em 2005 na escola livre TPC (Teatro Popular de Comédia - RP/SP). Sete anos depois, integrou o grupo TPC e começou a trabalhar profissionalmente com teatro, circulando com 11 espetáculos contemplados pelo Proac ICMS de 2012 a 2021, pelo Estado de SP. Em 2015 morou em Barão Geraldo/Campinas para se aprofundar nas artes da cena. Fez cursos oferecidos aos alunos do curso de Artes Cênicas da Unicamp, com o Lume Teatro, com o Barracão Teatro e com grupos já formados em Artes Cênicas pela Unicamp. Desde então, vem aprendendo com diversos mestres do teatro e das artes corporais, presencialmente e online. É idealizadora do Núcleo de Pesquisa Farrapiano Teatro que pesquisa e cria diálogos através de diversos gêneros teatrais, relacionando pesquisa e prática acadêmica, teatro popular e filosofia. Apresentam-se em teatros, ruas e espaços alternativos, para todas as idades. É integrante de outros grupos e cias teatrais de Ribeirão Preto, Palhaça-Contorcionista: Kallitéchnis, Educadora Física e Arte-Educadora há 10 anos. AIRTON PEREIRA SILVA- Função no projeto- Ator/ Bailarino Ton Pereira, Ator, bailarino e arte educador. Natural da Bahia , mas cresceu e vive atualmente na cidade de Ribeirão Preto-SP. Em 2012 participa da montagem do espetáculo: Antiperipléia ( espetáculo apresentado no Festival Internacional de Curitiba) Cia. Ribeirão em Cena com direção de Renato Ferreira e Gilson Filho. . Formou-se no curso livre de teatro no ano abril de 2012/Novembro de 2013 , na instituição Ribeirão em Cena. Em 2016 integrou-se ao grupo Além Mar, atual grupo Bugalha, onde realizou um circuito itinerante contador de história “ Lilla e o Segredo da chuva” Cordel pelo Sesc/RP, onde também estreou o espetáculo infantil “ Escada pra Céu”, direção Flávio Racy , Sesc Ribeirão Preto e contemplados com uma circulação. Integrante do coletivo Teatro de Caixeiros , onde participou como ator/ caixeiro e produtor do Primeiro Encontro de Lambe- Lambe na cidade de Ribeirão Preto -SP. Circulando também com a Caixa A Isca , com PROAC circulação .Como bailarino e coreógrafo ,formou-se em clássico e contemporâneo na Ong Finoca Almeida Cunha ( Finac). Trabalhou com mestre da dança como Sueli Machado , espetáculo “Esquizóides Terrestres ( grupo Primeiro Ato) Com Patty Brown, Andrea Barbosa( Turu) Fernando Martins,Édson Fernandes . Oficinas com Makica Gidali e Décio Otero, Ângel Vianna. Bailarino do grupo Alma/ Balé dirigido por Marissol Galo . Coreógrafo do espetáculo projeto social “ “Drogas Quem Dança é Você “. professor de dança rítmicas e coreógrafo na Academia W1nner e ator e coreógrafo no projeto Árvore do Mamulengos, em parceria com os grupo Teatral Bugalha e Cia Vagalume. E estudando artes visuais pelo polo Estácio-Ribeirao Preto . ANNA ISE - Função no projeto- Assistente de Produção DRT: 43264/SP - Atriz pesquisadora. Nascida em 22/05/1996. Iniciou experiência com teatro na escola TPC – Teatro Popular de Comédia (2007). Atuou em mais de 50 espetáculos como "A Cantora Careca" (2014); "Calabar - O Elogio da Traição" (2016); "O Despertar da Primavera" (2016); "A Casa de Bernarda Alba" (2020); somando mais de 200 apresentações em Ribeirão Preto e região. Desenvolveu pesquisa sobre Nelson Rodrigues com "Nelson à Flor da Pele", baseado em suas crônicas "A Vida Como Ela É" (2016) e Plínio Marcos com "A Mancha Roxa" (2017), direções de Bolinha Monteiro. Integrou o Grupo de Teatro TPC e participou de circulação pelo ProAC ICMS (2012-2019). Atuou no Grupo Melancia de teatro infantil (2016-2017), com mais de 15 espetáculos com textos de Ademir Esteves. Integrou o Grupo de Teatro Pepitos e participou de circulação pelo ProAc ICMS com o espetáculo "Nau dos Loucos", de Luís Alberto de Abreu (2018). Atuou no grupo Triope e participou de circulação através da Lei Rouanet com o espetáculo "Drogas, quem dança é você" (2019). Co-criadora do Grupo Annas que teve sua estreia em 2018 no Festival Águas de Março de Franca/SP com o espetáculo "Os Dragões não conhecem o Paraíso”, de Caio Fernando Abreu. Estudou Canto e Percussão com os professores Luara Pepita e Fábio Evangelista, preparadores musicais do Grupo TPC. Estudou sapateado na escola TPC e ballet contemporâneo no Studio de Dança Luciana Junqueira, onde atuou nos espetáculos “Cinderela”, “Brilhantemente” e "O Rei Leão". Integrou workshop de Laban com Amanda Sabione (2017). Atualmente integra o Grupo TPC com alguns espetáculos em cartaz e o Grupo Triope, em cena com o espetáculo "Pega a Visão". ELAINE RIBEIRO DE BARROS - Função no projeto- Diretora geral e Dramaturga Brasileira, divorciada, 59 anos Rua Benedicita Rodrigues Domingos, 889- Bloco 28- ap. 73 Lagoinha- CEP- 14095050- Ribeirão Preto- SP Contatos: 16- 991459665 (celular) Email: elaine.ribeirobbb@hotmail.com Formação Acadêmica Graduação em Serviço Social pela Universidade de Ribeirão Preto – UNAERP -Especialização na Área de Violência Doméstica contra Crianças e Adolescentes pelo Instituto de Psicologia – Universidade de São Paulo, ano de 2002 Experiências Profissionais Assistente Social Coordenadora PRONAV/LBA no município de Rondonópolis Período: 1986-1989 Assistente Social naPrefeitura Municipal de Ribeirão Preto- SP Centro de Atendimento à Criança Vitimizada (CACAV) Período: 2002-2003 Assistente Social na Prefeitura Municipal de Sertãozinho Período: 1996 até dias atuais Coordenadora CREAS- Centro de Referência de Assistência Social ATUAÇÃO NA ÁREA CULTURAL Integrante da Triope Produção Teatral Atua na elaboração dos projetos e na dramaturgia Atua na Direção Geral das peças Período: 2011 até os dias atuais -A História de Dinha ; Chega de Tanta Exclusão; Bebida não faz mal a ninguém?; Drogas: Quem dança é você; Casa de Ninguém; Pega a Visão Richard Barros de Olivera- Função no projeto- Diretor Artístico Ator, Diretor e Produtor Cutural - DRT 0040046/SP Formado pelo Instituto Ribeirão em Cena em Ribeirão Preto/SP em 2012 atuou em espetáculos com "O Caminho dos passaros" e "Eles estavam la". Participou do projeto de formação continuada com foco em especialização como diretor teatral, desenvolvendo espetaculos como "Aurora da minha vida" de Naum Alves de Souza. Fundador da Cia Reperesentando a Arte, companhia com sede na cidade de Serra Azul/SP, assinou a direção de aprocimadamente 40 espetáculos, apresentados em mais de 15 mostras municipais, em 350 apresentações e levando ao teatro por volta de 30 mil pessoas. Através do mesmo grupo teve espetáculos premiados13 vezes, sendo "Melhor diretor" em 2009 com a peça " Escola de Magia", "Melhor Plasticidade cenica" com "Fragmentos" em 2013 e "Melhor Cenografia","Melhor Expressão corproal" com "Procura-se um mordomo" em 2015 - Ambos no Mapa Cultural Paulista, festival de teatro do estado de São Paulo. Em 2019, com montagem baseada na obra de Nelson Rodrigues, foi premiado 7 vezes, sendo alguns: "Melhor Diretor", "Melhor Plasticidade Cênica" e "3º melhor espetáculo" em festivais como o 9º Festival de Teatro de Sarapui. Atualmetne conitnua como Arte Educador da Cia Representando a Arte, da Ong Sara (no Projeto Saratimbancos e tambem no CIT), é diretor teatral no grupo Fócu de Teatro, na Cia Vagalume de Teatro e tambem na Triope Produções.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Ribeirão Preto São Paulo