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PRONAC 222990Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

HAMLET-MAQUINA

CUCARACHA PRODUÇÕES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 499,8 mil
Aprovado
R$ 499,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-03-01
Término
2023-12-31
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Montagem e temporadado espetáculo Hamlet-Máquina, obra-prima do teatro ocidental, encenada pelaCia. dos Atores, uma das companhias teatrais com mais tempo de carreira contínua no Rio de Janeiro. Em diálogo com a montagem, será realizada ação formativacom emissão de certificado.

Sinopse

Produto: APRESENTAÇÃO DE TEATRO Sinopse: Escrita em 1977 pelo dramaturgo alemão Heiner Müller, HAMLETMACHINE, é uma das mais aplaudidas e complexas obras da dramaturgia contemporânea ocidental. Heiner Muller é hoje, sem dúvida, o mais instigante e significativo dramaturgo alemão. Seu teatro transforma de forma irreversível o próprio conceito de dramaturgia: fornece material à encenação com um senso de teatralidade surpreendente e desafiador. Enterra preconceitos e pré-conceitos e configura a esperança. Passadas quatro décadas, a premiada diretora Yara de Novaes elaborará a encenação em parceria com os artistas criadores Laís Marques e Marcelo Olinto. Ao revisitarem os séculos de história que Hamlet, Ofélia, o Brasil e o mundo carregam, junto a dramaturgia de Heiner Muller e as personagens, que debatem sobre questões existenciais, buscarão repostas estimulando a criação de uma nova realidade cênica, promovendo uma reflexão crítica e enriquecimento cultural de todos os envolvidos, sobretudo os espectadores. Classificação etária: 16 anos Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL AÇÃO FORMATIVA – HAMLET-MÁQUINA Quais os caminhos para o/a artista da cena ampliar sua PRESENÇA e ESCUTA?  De que modo a apropriação de um TREINAMENTO CORPO-MENTE abre caminhos para a CRIAÇÃO ORIGINAL? A ação formativa promove um laboratório cênico imersivo e transdisciplinar, com práticas criativas utilizadas ao longo do processo de criação do espetáculo HAMLET-MÁQUINA. O laboratório terá como foco a fricção entre Palavra, Corpo, Espaço e Tempo.

Objetivos

Objetivo geral Conforme o artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, projeto tem como finalidade: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; Objetivos específicos Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: • Montar uma das obras primas do teatro ocidental; • Estimular o desenvolvimento e manutenção, fortalecendo uma das companhias teatrais com mais tempo de carreira contínua no Rio de Janeiro; • Realizar uma temporada com 16 apresentações em teatro fechado com cobrança de ingressos; • Realizar todas as apresentações a preços populares ampliando e estimulando o acesso a produção artística; • Realizar apresentações com acessibilidade; • Garantir a distribuição de 20% de ingressos gratuitos a população. Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: • Realizar ação formativa de 40h/aula com emissão de certificado; e • Atender 300 alunos com a ação formativa, sendo 50% estudantes e professores de instituições públicas de ensino.

Justificativa

Escrita em 1977 pelo dramaturgo alemão Heiner Müller, HAMLETMACHINE, é uma das mais aplaudidas e complexas obras da dramaturgia contemporânea ocidental. Heiner Muller é hoje, sem dúvida, o mais instigante e significativo dramaturgo alemão. Seu teatro transforma de forma irreversível o próprio conceito de dramaturgia: fornece material à encenação com um senso de teatralidade surpreendente e desafiador. Enterra preconceitos e pré-conceitos e configura a esperança. Passadas quatro décadas, a premiada diretora Yara de Novaes elaborará a encenação em parceria com os artistas criadores Laís Marques e Marcelo Olinto. Ao revisitarem os séculos de história que Hamlet, Ofélia, o Brasil e o mundo carregam, junto a dramaturgia de Heiner Muller e as personagens, que debatem sobre questões existenciais, buscarão repostas estimulando a criação de uma nova realidade cênica, promovendo uma reflexão crítica e enriquecimento cultural de todos os envolvidos, sobretudo os espectadores. Por meio da Lei de incentivo, será possível, ainda, estimular o desenvolvimento, manutenção e fortalecimento de uma das companhias teatrais com mais tempo de carreira contínua no Rio de Janeiro, valorizando e difundindo a produção artística e criadores locais. A proposta cumpre os requisitos da Lei 8.313/91, conforme: Artigo 1º, incisos: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; II. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; ------ Artigo 3º, incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; ----- Proposta enquadrada no segmento de ARTES CÊNICAS, artigo 18 da Lei 8.313/91.

Estratégia de execução

O proponente será remunerado pelas rubricas de Coordenador do projeto e Coordenação Administrativa. Passagens aéreas: Será beneficiário das passagens aéreas Marcelo Olinto, único residente na cidade do Rio de Janeiro, que exerce a função de proponente, ator, figurinista e projessor das oficinas. O projeto será realizado na cidade de São Paulo onde demais integrantes da ficha técnica residem.

Especificação técnica

Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL AÇÃO FORMATIVA – HAMLET-MÁQUINA Quais os caminhos para o/a artista da cena ampliar sua PRESENÇA e ESCUTA?  De que modo a apropriação de um TREINAMENTO CORPO-MENTE abre caminhos para a CRIAÇÃO ORIGINAL? A ação formativa promove um laboratório cênico imersivo e transdisciplinar, com práticas criativas utilizadas ao longo do processo de criação do espetáculo HAMLET-MÁQUINA. O laboratório terá como foco a fricção entre Palavra, Corpo, Espaço e Tempo. Objetivo geral Realizar ação formativa em atuação tendo como ponto de partida a obra de Heiner Müller e preparação do elenco para o espetáculo. Objetivo específico - Testar os dispositivos de criação cênica na fricção entre Palavra, Corpo, Espaço e Tempo. - Realizar estudos de Improvisação e Composição de cenas a partir do Sistema dos Viewpoints. - Criar um experimento cênico pautado por diferentes linguagens artísticas e materialidades como conteúdos literários, sonoros e referências audiovisuais. - Expandir os estudos realizados durante a concepção do espetáculo de forma a compartilhar com os alunos o conhecimento e ampliar o acesso aos convidados notáveis relacionados a temática. Justificativa Faz parte do processo de preparação e criação a realização de estudos teóricos sobre a obra, historiografia, contexto político, social, econômico e cultural da época, dramaturgia, atuação. A partir disto, propomos uma ação formativa em atuação e compartilhamos dos estudos com público interessado em teatro, sobretudo atores. Público-alvo Profissionais de Teatro, Dança, Performance e Audiovisual, pessoas interessadas em direção, dramaturgia, cenografia e demais interessados/as, acima de 18 anos.  Professores e alunos de teatro, atores e demais público interessado em história do teatro, teatro moderno e pós-moderno. Alunos e professores de uma escola de teatro da cidade de São Paulo a qual realizaremos uma parceria. Carga horária 40 horas/aulas divididos ao longo de 5 semanas, sendo 8 horas por semana, 2h por dia. Emissão de certificado condicionado a presença de 75% de frequência. Seleção de alunos Convidaremos alunos e professores da rede pública por meio de contato direto, assim como demais instituições relacionadas a temática. Em parceria com uma escola técnica de teatro, atenderemos ainda alunos e professores da instituição. Estamos cientes que a ação formativa cultural deve ser oferecida obrigatoriamente a professores e alunos de qualquer nível, e que desses alunos e professores, pelo menos, 50% devem ser de instituições públicas de ensino. Para cumprir esta obrigatoriedade serão disponibilizadas 320 vagas, sendo 160 para professores e alunos de instituições públicas de ensino.

Acessibilidade

Produto: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: O teatro possui amplas medidas de acessibilidade física para garantir que as apresentações atendam a todas as exigências da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015 e do Decreto 9.404 de 11 de junho de 2018. • Item da planilha orçamentária: não haverá necessidade. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: 08 apresentações contarão com audiodescrição ou totens contendo audiodescrição. • Item da planilha orçamentária: Audiodescrição. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: 08 apresentações contarão com o serviço de intérprete de libras. • Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: As apresentações contarão com assistentes que auxiliarão no atendimento e garantia de acesso aos conteúdos de acordo com a necessidade. • Item da planilha orçamentária: Assistentes. Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: As ações serão realizadas em locais que garantem o acesso aos portadores de necessidades especiais e mobilidade reduzida. • Item da planilha orçamentária: não haverá necessidade. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Havendo a necessidade será impresso material em braile para esse público; • Item da planilha orçamentária: impressão. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Contaremos com a presença de intérprete de libras (em caso de necessidade) • Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Havendo necessidade assistentes auxiliarão no atendimento e garantia de acesso aos conteúdos. • Item da planilha orçamentária: Assistentes

Democratização do acesso

Democratização de Acesso Como medidas de democratização de acesso, respeitando os limites do artigo 23 da IN 01/2022, serão adotadas as seguintes medidas: - 20% para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística. Disponibilizaremos transporte para o público que não possuir acesso. Os beneficiários serão selecionados por meio de busca ativa da produção, diretamente com as instituições sociais, educativas ou de formação artística. - 10% para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; Em caso de quantitativos não utilizados será transferido até 5% para distribuição gratuita por incentivadores patrocinadores em quantidade proporcional ao investimento efetuado. - 10% para distribuição gratuita promocional pelo proponente; -10% para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012, fazendo o uso desse mecanismo quando possível; - Todos os ingressos serão comercializados a preços populares nos valores de R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia entrada). Ampliação de acesso Em atendimento ao artigo art. 24 da IN nº 01/2022, adotaremos as seguintes medidas de ampliação de acesso: Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; - Permitiremos a captação de imagens do espetáculo de forma a ampliar o acesso a produção cultural. Além da Ação Formativa Cultural prevista da IN nº 01/2022 e, em atendimento ao inciso IV do artigo art. 24, realizaremos a seguinte ação: g) bolsas de estudo, estágio ou trainee a estudantes da rede pública de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural ao visar ações em economia criativa, empreendedorismo e sustentabilidade culturais. - Contrataremos um estagiário de rede pública de ensino de forma a contribuir com a formação profissional individual e para o mercado da economia criativa. O estagiário será selecionados por meio de busca ativa da produção, diretamente com as instituições públicas de formação artística.

Ficha técnica

Realização (Proponente) - Cucaracha Produções Artísticas/Marcelo Olinto Texto – Hamlet-Máquina Autor – Heiner Müller Direção – Yara de Novaes Dramaturgia – Christine Röhrig Elenco – Laís Marques e Marcelo Olinto Cenário – Simone Mina Figurino – Marcelo Olinto Iluminação – Aline Santini Direção de movimento – Fabrício Licursi Proponente - Cucaracha Produções Artísticas/Marcelo Olinto (Remuneração pelas rubricas de Coordenador do projeto e Coordenação Administrativa) A Cucaracha é a empresa que representa a Cia. dos Atores desde 1995. Com 34 anos de estrada, a Cia. dos Atores é formada atualmente por César Augusto, Gustavo Gasparani, Marcelo Olinto, Marcelo Valle, Susana Ribeiro e Bel Garcia in memorian. Uma das companhias teatrais com mais tempo de carreira contínua no Rio de Janeiro e com mais de 20 produções, representou a produção cultural carioca em festivais internacionais nos seguintes países Alemanha (Berlim), Argentina (Buenos Aires), Bélgica (Bruxelas), Bulgária (Varna), Chile (Santiago), Colômbia (Bogotá), Escócia (Edimburgo), Espanha (Cádiz e Santa Susana), Estados Unidos (Fort Lauderdale, Miami e Nova York), França (Biarritz, Bordeaux, Estrasburgo, Lyon, Malakoff, Mulhouse, Noisiel, Paris, Tarbes e Toulouse), Porto Rico (San Juan), Portugal (Almada e Lisboa) e Rússia (Moscou), além de ter circulado o Brasil em cidades como São Paulo (capital e mais 39 cidades do interior do estado), Aracajú, Belo Horizonte, Brasília, Camaçari, Campina Grande, Caxias do Sul, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Madre de Deus, Natal, Porto Alegre, Recife e Salvador. MARCELO OLINTO – ATOR Comecou a estudar teatro em 1982, n'O Tablado e no colégio Andrews. Fez cursos com Cacá Mourthé, Pedro Sayad, Milton Dobbin, Ricardo Kosovski, Hamilton Vaz Pereira, Lina do Carmo, Miguel Falabella, David Herman, Donnie Matter, Lúcia Aratanha, Stephen Petronio e Rubens Corrêa entre outros. Em 1987 encontrou seu mestre, Rubens Corrêa. Trabalhou com ele por dois anos consecutivos, atuando em dois espetáculos sob a sua direção, a saber: Uma vez mais de Woody Allen em 1988 e PEÇASONHO de August Strindberg em 1989. Em 1988 fundou, juntamente com outros artistas, a Cia. dos Atores. Seguiram desenvolvendo atividades ininterruptas por trinta e três anos consecutivos. Conquistaram todos os prêmios nacionais de teatro e um internacional em Paris como melhor espetáculo estrangeiro de 2006 com Ensaio.HAMLET. Na Cia. dos Atores atuou nos seguintes trabalhos Marat/Sade de Peter Weiss, Rua Cordelier, Tempo e morte de Jean-Paul Marat de Peter Weiss, Georg Büchner e Heiner Müller, A Bao Qu, Um lance de dados criação coletiva, A Morta de Oswald de Andrade, Melodrama de Filipe Miguez, Cobaias de Satã de Filipe Miguez, O rei da vela de Oswald de Andrade, Ensaio.HAMLET de Willian Shakespeare e Notícias Cariocas de Filipe Miguez todos dirigidos por Enrique Diaz. Mas também em Meu destino é pecar de Suzana Flag (Nelson Rodrigues) com direção de Gilberto Gawronski, Bait Man com texto e direção de Gerald Thomas, Devassa de Frank Wedekind com direção de Nehle Franke, Conselho de classe de Jô Billac com direção de Bel Garcia e Susana Ribeiro, Como estou hoje com texto e direção de João Saldanha e Insetos de Jô Billac com direção de Rodrigo Portela. Fora da companhia atuou em A serpente de Nelson Rodrigues com direção de Milton Dobbin, Lili, Uma história de circo de Lícia Manzo com direção de Isabella Secchin, Cuidado, vende-se de Denise Mayer, Lucília de Assis e Thereza Falcão com direção de Anselmo Vasconcelos, Pluft, O Fantasminha de Maria Clara Machado com direção de Cacá Mourthé, Na selva das cidades de Bertolt Brecht com direção de Aderbal Freire-Filho, O médico e o monstro de George Osterman com direção de César Augusto, Sexo neutro com texto e direção de João Cícero entre outros trabalhos. Recebeu o prêmio APTR de melhor ator pelo espetáculo Conselho de classe. YARA DE NOVAES - DIREÇÃO Atriz, diretora e professora de teatro. Lecionou na PUC-Minas, UFPE e Uni-BH e, atualmente, na FAAP-SP. Trabalha como atriz há 35 anos e como diretora há mais de 25 anos. Seus trabalhos mais recentes como atriz são: “Contrações” de Mike Bartlett, “Uma Espécie de Alaska” de Harold Pinter, “LovaLoveLove” de Mike Bartlett, “Justa” de Newton Moreno e “neste Mundo Louco, Nesta Noite Brilhante” de Silvia Gomez. Recebeu vários prêmios por suas atuações e direções, entre eles, o APCA, Prêmio Shell, Questão de Crítica, APTR e Aplauso Brasil. Em Belo Horizonte, sua terra natal, fundou duas companhias, o Grupo Teatral Encena e a Odeon Companhia de Teatro, essa última ao lado do diretor Carlos Gradim. Na Odeon Companhia de Teatro dirigiu e atuou em espetáculos de grande importância para a cena teatral mineira e brasileira. Entre eles “Ricardo 3” de William Shakespeare e o “Coordenador” de Benjamim Galimiri. Em 2005, já morando em São Paulo, funda o Grupo 3 de Teatro junto com Débora Falabella e Gabriel Fontes Paiva. Dirigiu como convidada diversos espetáculos nos últimos anos, entre eles: “Tio Vania” de Anton Tchekhov com Grupo Galpão, “Caminho para Meca” com Cleyde Yaconia e as adaptações de “A Mulher que Ri” de Móricz Zsigmond, “Maria Miss” de Guimarães Rosa, “As Meninas” de Lygia Fagundes Telles, “O Capote” de Nicolai Gógol, “Noites Brancas” de Fiodos Dostoiévski, “Noturno” com o Teatro Invertido e “Tiros em Osasco” de Cássio Pires com um elenco formado por 11 jovens atores do Núcleo Experimental de Artes Cênicas do SESI-SP. Suas direções-geral mais recentes são: “A Ira de Narciso” de Sérgio Blanco, “Corpos Opacos” um poema-cênico com Carolina Virgues e Sara Antunes, “Brian ou Brenda” de Franz Kepller, “Entre” de Eloísa Elena e “Neblina” de Sérgio Roveri. CHRISTINE RÖHRIG - INTERLOCUÇÃO DRAMATURGISMO Christine Röhrig é paulistana. Filha de pai alemão, cursou o currículo alemão do colégio Visconde de Porto Seguro. Atuou como editora para as editoras Cosac Naify, Paz e Terra e Unesp. Para a Cosac Naify, traduziu diversos títulos alemães adultos e infantojuvenis, entre eles, O anjo da guarda do vovô (2003), O sr. Raposo adora livros! (2004), O alfaiate valente (2004) e Contos maravilhosos infantis e domésticos (2012). Em 2012, realizou a primeira tradução brasileira das duas primeiras edições de contos dos irmãos Grimm, resultando no premiado “Contos Maravilhosos Infantis e Domésticos”. É roteirista de curtas para o cinema, tradutora de peças de teatro alemão, escritora e autora de peças teatrais. Atualmente é orientadora de estudos da Cia. Paideia de Teatro. LAÍS MARQUES - ATRIZ Bacharel e Mestre em Artes Cênicas pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Formada em Dança pela Escola de Dança do Theatro Municipal de São Paulo e em Gestão Cultural pelo Centro de Pesquisa e Formação CPF/ SESC-SP. Foi convidada para uma residência artística junto à Quarto Physical Theater no Teater Giljotin, Suécia. Foi selecionada para atuar no espetáculo “MabeMa”, inspirado na linguagem do Butô e dirigido pelo mestre japonês Tadashi Endo. Ao longo da 29ª Bienal de São Paulo apresentou performances sob direção geral de Zé Celso Martinez Correa. Criou as performances da “Ocupação Zuzu” (Itaú Cultural, SP e RJ) e “BIOGRAPHIES” (dir. Kika Nicolela). Dentre os trabalhos em cinema, destacam-se “Filmefobia”, eleito Melhor Filme no Festival Internacional de Brasília, “O Signo Da Cidade”, vencedor na categoria Juri Popular do mesmo Festival e “Contra Todos”, premiado no Festival do Rio e Prêmio Silver Firebird Award for Young Cinema, Hong Kong. No Teatro, as peças mais recentes foram: “Entre Vãos” (dir. Luiz Fernando Marques), “Sala dos Professores” (dir. Marcelo Lazzaratto, Prêmio Aplauso Brasil - Melhor Elenco e Autor) e “Insetos” (texto de Jô Bilac com a premiada Cia dos Atores). Em 2019 produziu e atuou na peça “HEATHER”, encenação de Marcio Aurelio, selecionada pelo 23º Cultura Inglesa Festival e que seguiu em temporada no Sesc Pinheiros. É autora-atriz do solo “Lágrimas Fritas”, estreado em 2021 assim como a websérie #microfabulosas, criada em parceria com o compositor Loop B. SIMONE MINA – CENOGRAFIA Diretora de arte, cenógrafa e estilista. Professora-pesquisadora da Faculdade Santa Marcelina|SP. Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Realiza direção de arte, cenografia e figurinos para a Cia.Livre de Teatro, desde 1999, companhia que funda ao lado de Cibele Forjaz e outros artistas. Desde então, colabora com inúmeros artistas e grupos de pesquisa pelo Brasil. Em, 2007 concebe os figurinos para a montagem de “Trem Fantasma”, do criador Cristoph Schilingensief, nas obras do Sesc Belenzinho. Desenvolve projeto expositivo para “LIVING THEATRE, PRESENTE!” (2017), exposição sobre o grupo experimental norte-americano no SESC Consolação/SP. Participa da 8ª, 9ª e 15ª Quadrienal de Cenografia, Figurino e Arquitetura Cênica da Republica Checa, em Praga, em 1999, 2003 e 2015, representando o Brasil ao lado de outros cenógrafos. Em 2020, recebe o Prêmio Shell por “Insônia – Titus Andronicus|Macbeth”, direção de André Guerreiro Lopes. Sendo indicada outras vezes e também premiada pelo trabalho de pesquisa em “VemVai – O caminho dos Mortos”, espetáculo que investigou a relação entre mitos de morte e renascimento na cultura ameríndia brasileira. ALINE SANTINI – ILUMINAÇÃO Graduada em Artes Visuais e Pós-graduada em Lighting Design na Faculdade Belas Artes em 2016. Estudou com o fotógrafo Carlos Moreira e foi assistente do iluminador Wagner Pinto e Gerald Thomas. Trabalha com iluminação há 19 anos e realizou trabalhos com grandes diretores, companhias, artistas de teatro, dança, performance e artes visuais em São Paulo. Atua como performer e cria instalações. Indicada quatro vezes ao prêmio Shell e vencedora do prêmio Denilto Gomes no ano 2017com o espetáculo de dança SHINE. Indicada duas vezes ao prêmio APCA de dança. Em 2019 foi uma das artistas selecionadas a representar o Brasil na Quadrienal de Praga. Ministra oficinas de iluminação cênica em Oficinas Culturais, Sesc e SP Escola de Teatro. Participou de festivais nacionais e internacionais de teatro e dança na Alemanha, Croácia, Argentina, Bolívia, Portugal e Irlanda. FABRÍCIO LICURSI - DIREÇÃO DE MOVIMENTO Ator, bailarino, diretor de movimento e iluminador. Investiga as técnicas de educação somática como ponto de partida para a criação em dança, teatro e audiovisual. Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp e formado pelo método do Estúdio Nova Dança/SP tendo como formadoras Cristiane Paoli Quito, Lu Favoreto e bailarinos da Cia Nova Dança 4. Integrou o Berlim Post School for Physical Theater-Dance (TanzFabrik/Alemanha/2010). É parceiro de criação dos diretores e autores Rafael Gomes e Vinicius Calderoni, na cia. Empório de Teatro Sortido - preparou e atuou em Um Bonde Chamado Desejo e na Trilogia Placas Tectônicas. É intérprete nos solos “dança pra esquecer o vô” e Ateliê de Acidentes Geográficos. Em 2017, recebeu o Prêmio São Paulo de Teatro Infantil e Jovem na categoria Melhor Ator pelo espetáculo Skellig, dirigido por Cristiane Paoli Quito. Atualmente integra a Formação do Educador do Movimento Somático - Body Mind Centering(SM)-Brasil. Nos últimos anos criou a coreografia de Roque Santeiro, o musical (Débora Dubois), Gota d’água [a seco] (Rafael Gomes) - indicado ao 3Ëš Prêmio o Reverência por Melhor Coreografia; Tick Tick Boom! (Bel Gomes e Leopoldo Pacheco), Casa de Brinquedos (Carla Candiotto), Sisifo - de Vinicius Calderoni e Gregorio Duvivier. Em 2021 assina direção de movimento da peça Bárbara, com Marisa Orth. Atua e prepara o elenco de Música para Morrer de Amor, longa de Rafael Gomes(2019), preparou elenco e coreografou Álbum de Amores, também de Gomes e produzido pela Biônica Filmes. Está no elenco de De Volta aos 15, série da Netflix.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.