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PRONAC 223099Apresentou prestação de contasMecenato

Armadilha Para Capturar Sonhos – a Obra de Siron Franco, e o olhar do Colecionador

EMPORIO EMPREENDIMENTO ARTISTICOS E CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 1,12 mi
Aprovado
R$ 1,12 mi
Captado
R$ 800,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
55942312000106Santerder Brasil Administradora de Consórcio Ltda.1900-01-01R$ 800,0 mil

Eficiência de captação

71.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
22

Localização e período

UF principal
SP
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-06-01
Término

Resumo

O projeto consiste na exposição do trabalho do grande artista Siron Franco, onde serão exibidas 62 pinturas e instalação multimídia, desse artista brasileiro de grande percurso, relevância e atualidade. Este recorte expositivo aborda,a partir de uma importante coleção, uma visão retrospectiva da obra do artista goiano Siron Franco, referência na arte brasileira do século XX e XXI. Siron Franco é um artista muito conhecido e querido no estado, o que deve determinar uma frequência de público bastante alta. A linha curatorial trafega por nove núcleos conceituais, alinhavando um conceito expográfico que pontua um conjunto de até 62 pinturas e 1 AV work.

Sinopse

O projeto segue sob a coordenação geral de Emilio Kalil e com produção executiva de Robson Bento Outeiro. As características do projeto de exposição dependem da finalização e do detalhamento do recorte curatorial que se pretende abordar. Isto inclui linhas gerais levantamento do acervo, seleção de obras e textos críticos e curatoriais de embasamento, A listagem preliminar de obras e acervos, projetos pedagógicos e museográfico, textos curatoriais, didáticos e críticos, lista de fornecedores e estudos e/ou projetos gráficos. Esses itens, portanto, terão sua versão definitiva sempre no início da pré-produção, após a admissibilidade deste projeto pela Secretaria Executiva de Cultura e, conforme o andamento das propostas, sua produção e execução. Paralelamente, seguimos formatando o planejamento operacional e de custos, bem como o estudo de viabilidade do projeto, considerando as etapas que se seguem. Em termos gerais, a fase de pré-produção/planejamento tem início por volta de um a três meses antes do lançamento do projeto; a produção se dá com dois meses de antecedência e a divulgação um mês antes do início do lançamento da programação das atividades. O processo segue o percurso delineado abaixo e que se sobrepõe temporalmente, já que trabalhamos com um fluxo contínuo de etapas, a saber:

Objetivos

O objetivo maior do projeto é formar e difundir a produção artística de Siron Franco, ampliando a reflexão sobre arte contemporânea em suas mais diversas formas, com abertura para outras linguagens. Trazendo ao publico uma exposição de artes individual, que visa o desenvolvimento da criatividade, a valorização dos fazeres artísticos e aproximação das artes com as crianças, jovens, adultos e idosos; Alinhado a este escopo geral, este projeto de exposição de artes desdobra-se nos seguintes objetivos específicos: Realizar: - Exposição aberta ao publico de terça a domingo, no período de 60 dias no espaço Farol Santander, Porto Alegre. - 40 (quarenta) visitas mediadas na exposição com grupo de 25 visitantes (totalizando 1000 pessoas atendidas), a partir do recorte expositivo desenhado pela dupla de curadores; - 04 (quatro) oficinas artísticas, para até 10 jovens artistas/encontro explorarem as mais diversas técnicas de intervenção artística, que também serão disponibilizadas no formato e-book com enfoque didático para 100 escolas públicas da região metropolitana da capital gaúcha, como contrapartida social; - 04 (quatro) encontros e/ou workshops de formação presencial para até 10 arte-educadores/edição, a partir de temáticas e/ou recortes abordados dentre os mais diversos campos do conhecimento: arquitetura, design, artes visuais, sempre em correlação com o conceito curatorial proposto. Produzir - 01 (um) catálogo documental digital (com 172 páginas e tiragem de 500 exemplares), registrando imagens, citações, ensaios, textos críticos e didáticos sobre a contribuição do artista Siron Franco para as artes contemporâneas.

Justificativa

1) Justificativa Poder trabalhar a partir de uma única coleção, nos traz duas oportunidades: por um lado, estamos diante de um conjunto de obras especialmente completo, construído em várias décadas e sempre em permanente diálogo com o artista, resultando numa coleção sem precedentes da obra de Siron Franco, tanto aqui como fora do país. Por outro lado, o exercício de uma leitura mais próxima e consciente do colecionador, nos permite entender e acompanhar uma trajetória desta produção artística, tanto subjetiva como consciente destes trabalhos. A exposição estará sendo apresentada em três eixos ou vozes - a do artista, a do colecionador e a do visitante, que será convidado a uma reflexão, contrastando sua observação com os dois primeiros. Para além disto, o projeto educativo/pedagógico será um fator importante neste projeto, ativando potencialmente uma reflexão social, política e artística, que está sempre presente na obra de Siron. Do Artista Nascido em 1947 em Goiás Velho, dedicou-se às artes visuais desde cedo. Sua trajetória inclui um conjunto importante de exposições individuais e coletivas, no país e exterior. Já aos 21 anos recebeu o prêmio aquisição na Segunda Bienal da Bahia (1968), e aos 27 anos o prêmio de melhor pintor da 12ª Bienal Nacional de São Paulo (1974). Aos 28 anos, sendo o único representante brasileiro na 13ª Bienal Internacional de São Paulo (1975), recebeu o Prêmio Internacional da Fundação Bienal. Inquieto, Siron optou por renovar sua obra na experimentação e na pesquisa, atualizando-a constantemente, evitando prender-se ao sucesso alcançado por soluções pictóricas que criou. Com contundente frescor criativo enfrentou as transformações políticas, econômicas, sociais e ambientais vividas no país e no planeta. A gênese de seu trabalho elabora diversas das realidades cotidianas que nos atingem a todos, problematizando-as. Dotado de um forte posicionamento cidadão, de busca por construir um mundo melhor, plasmou em sua obra questões de nossa história recente. Trabalhos de crítica contundente que nos provocam a reflexão, materializados em linguagens visuais. Trabalhos que reafirmam e ampliam o significado do que é arte. Neste sentido, o turbilhão criativo que moveu Siron quando da fatura da série "Rua 57" _ acidente do Césio 137 em Goiânia, determinou um importante conjunto de invenções em seu vocabulário. Entre outras, o conjunto de pinturas do "Curral", as séries das "Peles", dos "Semelhantes", "Objetos Mágicos", "Embalagens", "Segredos", as instalações e obras públicas que criou, como "Intolerância" e o "Monumento às Nações Indígenas", pontuam a atualidade da obra do artista. Da Coleção A coleção formada por Justo Werlang constituiu-se com o propósito de, através de conjuntos expressivos de obras de cada um dos artistas que a compõe, possibilitar a percepção de seus percursos, vocabulários e linguagens, almejando a compreensão do pensamento presente nos trabalhos, e em sua gênese. No caso de Siron, oportuniza que se percorra a produção do artista ao longo dos últimos 50 anos. Permite a identificação dos diversos signos e gestos, sua transformação no tempo, o que por fim constituiu o vocabulário e a linguagem própria desse artista. Da Montagem Dada a qualidade e volume das obras, o grande hall e galerias térreas seriam indicadas para maximizar o alcance do projeto. Siron Franco é um artista muito conhecido e querido no estado, o que deve determinar uma frequência de público bastante alta. O recorte curatorial é dividido em 09 (nove) Núcleos conceituais, onde é possível estabeler a apresentação de um conjunto de até 62 pinturas, e 01 vídeo instalação, a saber: Núcleo COSMOS reunindo 06 pinturas de cerca de 180cm x 170cm (ou maiores); Núcleo SEGREDO reunindo 05 pinturas de cerca de 150cm x 135cm; Núcleo MITOS apresentando 08 pinturas de cerca de 90cm x 110cm; NÃO Núcleo com 01 pintura de cerca de de 90cm x 70cm; Núcleo HOMEM trazendo uma série de 11 pinturas que variam de 42cm a 52cm a 1,35 x 1,55 cm; Núcleo BIOMAS apresentando um recorte de 08 pinturas de cerca de 180cm x 170cm (ou maiores); Núcleo VIOLÊNCIA pontuando uma série de 08 pinturas que variam de 42cm a 52cm a 1,35 x 1,55 cm; Núcleo CÉSIO (DESCASO) 14 pinturas de cerca de 180cm x 170cm (ou maiores); NÃO Núcleo APAGAMENTO DA MEMÓRIA com 01 pintura de cerca de de 1,80cm x 1,90cm; e uma vídeo instalação (enxadas). OBS: As fotos e tamanhos das obras estão anexadas em documentos do projeto. A arte de uma forma geral, tem o propósito de estimular o intelecto do indivíduo e também ocupar o tempo ocioso dessas crianças, criar novas memórias com riqueza de um conteúdo significativo. O projeto será um diferencial para cultura na capital gaúcha dada a possibilidade do contato com a produção contemporânea concebida do Centro Oeste, alem de gerar empregos diretos e indiretos e sua realização só é possível através da Lei Federal de Incentivo a cultura.

Estratégia de execução

Como contrapartida social, iremos disponibilizar para download gratuito um e-book via link de acesso a todo o publico. No plano de distribuição prevemos 1.200 acesso, porém por ser virtual e qualquer pessoa pode ter acesso, esse numero pode ser muito maior. Resposta a diligencia 19.05.2023 Prezada Glenda, conforme diligencia recebida referente a correção do plano de distribuição, conforme artigo 30, incluimos 05 palestras com 100 lugares por palestra, totalizando 500 lugares para contrapartida social do projeto. Art. 30. As propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território nacional, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária.§ 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) e no máximo 500 (quinhentos) beneficiários, a critério do proponente. Agradecemos a atenção. Att, Empório

Especificação técnica

SOBRE A OBRA: Um conjunto de até 62 pinturas e 1 instalação de vídeo, conforme catalogo de fotos e tamanhos em anexo: Tentdo pinturos de diversos tamanhos: OBS: Listagem das medidas das pinturas está anexado em documentação do Projeto. Do Catálogo A exposição contará com um catálogo digital (172 pg) apresentando as obras selecionadas, acompanhado dos textos críticos do curador, de Cauê Alves – atual diretor artístico do Museu de Arte Moderna de São Paulo, e de um terceiro historiador/curador/crítico de arte – este a confirmar.

Acessibilidade

Conforme legislação vigente, o local onde a exposição será realizada, as medidas de acessibilidade a deficientes e idosos, como: rampas de acesso, banheiro para deficientes, espaço para cadeirante, promotoras para auxiliar idosos, entre outros. Alem disso disponibilizaremos acesso a deficientes visuais e autidivos (Braile e Sinais).

Democratização do acesso

- 40 (quarenta) visitas mediadas na exposição com grupo de 25 visitantes (totalizando 1000 pessoas atendidas), a partir do recorte expositivo desenhado pela dupla de curadores; - 04 (quatro) oficinas artísticas, para até 10 jovens artistas/encontro explorarem as mais diversas técnicas de intervenção artística, que também serão disponibilizadas no formato e-book com enfoque didático para 100 escolas públicas da região metropolitana da capital gaúcha, como contrapartida social; - 04 (quatro) encontros e/ou workshops de formação presencial para até 10 arte-educadores/edição, a partir de temáticas e/ou recortes abordados dentre os mais diversos campos do conhecimento: arquitetura, design, artes visuais, sempre em correlação com o conceito curatorial propos d) doar até dez por cento para distribuição gratuita promocional para o projeto social; Como contrapartida social, iremos realizar 05 palestras para um publico de 500 pessoas, conforme plano de distribuição apresentado.

Ficha técnica

Curador – Gabriel Pérez-Barreiro Curador convidado - Cauê Alves Colecionador - Justo Werlang Direção Geral do Projeto – Emilio Kalil Coordenação e Produção Executiva – Robson Bento Outeiro Coordenação financeira - Patricia Telles Cauê Alves é doutor em Estética e Filosofia da Arte e desde 2020 curador-chefe do MAM São Paulo. Professor do Departamento de Artes da Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes da PUC-SP, onde também foi coordenador do curso de Arte: História, Crítica e Curadoria. Durante 11 anos, também foi professor do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Gabriel Pérez-Barreiro é curador e historiador de arte. Foi diretor e curador chefe da Patricia Phelps de Cisneros Collection, em Nova York e Caracas (2008–2018), sendo atualmente seu assessor sênior. Foi Curador Geral da 33ª Bienal de São Paulo (2018), e da representação brasileira da 58ª Bienal de Veneza (2019). Em 2007 foi Curador Geral da 6ª Bienal do Mercosul em Porto Alegre. De 2002 à 2008 foi curador de arte latino-americano no Blanton Museum of Art, da University of Texas at Austin (Estados Unidos). É doutor em história e teoria da arte pela Essex University (Reino Unido), e mestre em história da arte - estudos latino-americanos pela Aberdeen University (Escócia). De 2000 a 2002 foi diretor de artes visuais da Americas Society em Nova York. É professor visitante na Universidad de Navarra (Espanha). Justo Werlang, graduado em Administração de Empresas pela PUC-RS (1977) e em Direito pela UFRGS (1978), completou os créditos do Mestrado em Administração na COPPE-AD UFRJ (1980). Empresário, é sócio da G. A. Werlang Gestão e Ambiente Ltda, atuando na gestão do Projeto Ambiental Gaia Village em desenvolvimento sustentável – Garopaba/SC. Foi Diretor Presidente da Fundação Iberê Camargo (2016/20); Diretor Vice-Presidente das 29ª, 30ª, 31ª e 32ª edições da Bienal de São Paulo (2009/16); Diretor da 33ª Bienal de São Paulo (2017/18; Vice-presidente da Associação Comercial de Porto Alegre (1997/2006). Participou da criação da Fundação Bienal Mercosul (1995), sendo Presidente das 1ª e 6ª edições, Vice-Presidente das 4ª e 5ª edições. Participou da criação da Fundação Iberê Camargo (1995/2008). Foi membro do Conselho Municipal de Cultura de Porto Alegre; do Conselho do MARGS - Museu de Arte do Rio Grande do Sul; Presidente de sua Associação de Amigos. Participou da criação da Cooperativa de Consumo de Produtos Agroecológicos COOLMEIA (1977/78), tendo sido seu primeiro Diretor Presidente. É membro do Conselho Fiscal da Fundação Gaia. Natural de Bagé, Emilio Kalil é jornalista formado pela PUCRS. Foi diretor do Grupo Corpo (1978 a 88); diretor do Teatro Municipal de São Paulo e do Rio de Janeiro; produtor e diretor de eventos paralelos da Bienal de SP; produtor do Brasil 500 anos; secretário municipal de Cultura do Rio de Janeiro e presidente da Fundação Cidade das Artes. Assumiu a Fundação Iberê em 2018. Diretor da Empório Empreendimento Artísticos e Culturais, Robson Bento Outeiro atuou em diversos projetos de relevância nacional e internacional, entre os quais, como coordenador de cenografia e eventos paralelos na Associação Brasil 500 Anos e como gerentes de projetos das itinerâncias da Mostra do Redescobrimento: Brasil + 500. A partir de 2001, assumiu a coordenação executiva da Brasil Connects Cultura em projetos expositivos na Argentina, no Chile, nos Estados Unidos, no Reino Unido e em Veneza - Itália. De 2007 a 2010, respondeu pela área de Gestão e Direção Cultural e de Novos Projetos, do Instituto Sangari, em parceria com AMNH – American Museum of Nature History. Foi responsável, ainda, pela coordenação executiva e direção artística da exposição Brasília 50 Anos – Meio Século da Capital do Brasil, apresentada no Ministério de Vivendas em Madri, com remontagem em Lisboa, Brasília, Buenos Aires e em Santiago do Chile. Entre os anos de 2011 e 2012, atuou na assessoria especial da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade do Rio de Janeiro, acumulando também a coordenação de artes visuais, dos centros culturais e de museus da cidade. De 2012 a 2016, foi diretor executivo da Fundação Cidade das Artes, ficando responsável pelo planejamento estratégico de reposicionamento da instituição. Em 2015, foi selecionado pelo Ministério da Cultura da França para atender ao programa Séjour Culture Arts Vivants – Courants du Monde. De volta ao Brasil, assumiu a coordenação executiva da Semana de Arte de São Paulo. No biênio 2020 e 2021, idealizou e assinou a direção artística de duas obras digitais: Programa de arte-educação Oficinas Fibralab, prêmio Aberj 2021 na categoria mídia audiovisual; e o projeto de memória e patrimônio imaterial “A Nação Efon – Religiosidade e Fé”, disponível no canal @aseolorokepantanal.com. Atualmente, responde pela superintendência executiva da Fundação Iberê, criada em 1995, com a missão de preservar, estudar e divulgar a obra de Iberê Camargo e presta consultoria em gestão cultural para o Instituto CMPC, em Guaíba, além de fazer parte do Conselho do Pacto pela Educação, um movimento colaborativo, que tem como missão executar projetos, inspirar, mobilizar e conectar pessoas e ideias que possam transformar a educação no Rio Grande do Sul [Pacto pela Educação ganha conselho da sociedade - Pacto pela Educação (pactopelaeducacao.org)] Natural do Rio de Janeiro, Patricia Telles iniciou sua carreira de produção culturaL em 1996 no Theatro Municipal. Trabalhando diretamente no setor de produção EXECUTIVA participando das montagens de grandes espetáculos de : Ballet – “O Quebra Nozes”, “Coppélia”, “O Lago dos Cisnes”; Ópera - “La Bohème”, “Ainda”, “O Barbeiro de Sevilha”, “Ariadne auf Naxus”, “Eugène Oneguine”, “Porgy and Bess”, “Don Pasquale”, “Carmen”; alem de concertos e eventos de outros produtores Em 2013, foi Coordenadora responsável pela companhia de dança El Paso, que funcionou por 3 anos diariamente. com ensaios e espetáculos no final de cada semestre. A partir de 2017 dedicou sua carreira a especialização financeira e de Leis de Incentivo, onde atraves esteve a frente por 12 anos como diretora financeira e de Leis de Incentivo do teatro Riachuelo, alem de diversos projetos que foi responsável pela execução financeira e prestação de contas. Tendo em média em seu portfólio mais de 30 projetos gerenciados e coordenados em todas as etapas financeiras e prestação de contas.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2023-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul