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PRONAC 223178Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Orquestra DisTônica Focal- fala ao Mundo

Associação Ópera de Santa Catarina
Solicitado
R$ 1,03 mi
Aprovado
R$ 1,03 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
I.Concertos de Orquestras Sinfônicas e Filarmônicas
Ano
22

Localização e período

UF principal
SC
Município
Florianópolis
Início
2023-02-01
Término
2025-12-25
Locais de realização (3)
Cuiabá Mato GrossoFlorianópolis Santa CatarinaSão Paulo São Paulo

Resumo

Realizar apresentações gratuitas com a Orquestra DisTônica (orquestra sinfônica com cerca de 40 instrumentistas, cordas, sopros e percussão)em cidades do territorio brasileiro, com músicos de vários países e estados brasileiros que possuem Distonia Focal, também chamada Doença dos Músicos. Serão realizadas também em cada cidade palestras abertas para o público com médicos especialistas e músicos sobre a doistonia focal e os avanços da medicina nos tratamentos. Todos os eventos serão com ENTRADA FRANCA.

Sinopse

Programa a ser executado Richard StraussConcerto para Oboé e Orquestra, em Ré Maior, AV 144I. Allegro moderatoII. AndanteIII. Vivace - Allegro Ou Marco Aurélio YanoConcerto para Oboé e OrquestraI. In MemoriamII. SerestaIII. Frevo E Robert SchumannSinfonia no.4, em Ré menor, op. 120I. Ziemlich langsam - LebhaftII. Romanze: Ziemlich langsamIII. Scherzo: LebhaftIV. Langsam - Lebhaft

Objetivos

Realizar 3 apresentações gratuitas com a Orquestra DisTônica (orquestra sinfônica com cerca de 40 instrumentistas, cordas, sopros e percussão)em três cidades do territorio brasileiro, com músicos de vários países e estados brasileiros que possuem Distonia Focal, também chamada Doença dos Músicos. Serão realizadas também em cada cidade palestras abertas para o público com médicos especialistas e músicos sobre a doistonia focal e os avanços da medicina nos tratamentos. Todos os eventos serão com ENTRADA FRANCA. Incisos do artigo 2º do Decreto 10.755 de 26/07/21que estão dentro dos objetivos do projeto Inciso- V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Justificativa-O projeto tem como um dos objetivos proporcionar a toda comunidade, de todas as classes sociais, ter acesso gratuito aos três concertos programados. Ampliando assim o acesso a um publico que não tem oportunidade de frequentar esse formato de espetáculo. Inciso- VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; Justificativa-O principal objetivo ao propor esse projeto está descrito nesse inciso. Proporcionar para esses artistas com distonia focal o direito a exercer a sua arte sem preconceito e mostrar que isso é possivel e continuar seus trabalhos em orquestras, como solistas e demais atividades. Objetivos Específicos: - Realizar 3 apresentações em três cidades brasileiras. - Realizar 1 palestra em cada cidade sobre a distônia focal para um público de 1500 pessoa no total. - Apresentar um evento de grande qualidade artistica para um público total de 3500 pessoas. - Dar oportunidade para os 40 músicos com distonia focal de mostrar que é possivel ter uma carreira normal, mesmo com a doença. - Falar nas três palestras sobre os avanços na medicina em relação aos tratamentos para a distonia focal.

Justificativa

A Distonia Focal do Músico é um distúrbio neurológico caracterizado pelo descontrole dos movimentos, de posturas ou de ambos. Um músico distônico manifesta, desse modo, contrações involuntárias intermitentes ou de forma sustentada dos músculos, o que não apenas atrapalha sua performance musical, como, em muitos casos, a impede. Diferentemente de outros tipos de distonia, a focal se configura como uma "distonia da tarefa-específica", que afeta membro(s) envolvido(s) ao tocar um instrumento musical. Desta forma, a distonia focal pode afetar, por exemplo, os dedos e as mãos de todos os tipos de instrumentistas: tanto as embocaduras dos instrumentistas de sopro, quanto as cordas vocais de cantores. Estima-se que a distonia focal afeta de 1 a 2% dos músicos em todas as orquestras profissionais em atividade no mundo. Quando se trata de músicos de alta performance, estima-se que esse percentual é, ainda, muito maior. Parte dos instrumentistas consegue manter suas atividades práticas com o instrumento convivendo com a distonia, outros, entretanto, desistem de suas carreiras por se tornarem incapazes de tocar no nível exigido em suas atividades laborais. Em função do preconceito, muitos mantém em sigilo a condição distônica por medo de perderem seus trabalhos e comprometerem suas carreiras. Para o esclarecimento e superação dos preconceitos, é preciso falar sobre a distonia focal do músico. Nesse sentido, músicos de renome internacional, como o pianista Leon Fleischer e o violinista Salvatore Accardo, falam pública e abertamente sobre a sua condição distônica, dialogando sobre os desafios enfrentados e desmistificando ideias equivocadas. De fato, as pesquisas e os tratamentos para distonia focal do músico têm avançado significativamente, porém ainda há muitos tabus e discriminação relacionados a essa condição. Proporcionar visibilidade ao tema da distonia focal do músico não apenas colabora para que os distônicos conheçam e melhor convivam com sua condição, mas também contribui, de forma substancial, para o desenvolvimento de pesquisas e para a prevenção e/ou amenização dos sintomas. Como o diagnóstico é demorado e complexo, pois deve envolver profissionais de diversas áreas, vários músicos convivem com essa condição há 10, 20, 30 anos sem diagnóstico, impedindo-os de terem uma abordagem adequada para lidar com sua condição. Enquanto não têm diagnóstico tentam, na prática e muitas vezes sozinhos e em segredo, descobrir outras formas de tocar seus instrumentos, sem encontrar respostas e alternativas consistentes. O desconhecimento acerca do que acontece com um corpo que foi, por um longo período da vida, treinado para realizar certos movimentos, mas que, abruptamente, passa a mostrar-se incapaz de executar tais movimentos, acarreta numa imensa frustração. É, definitivamente torturante para um instrumentista profissional perceber e sentir que, da noite para o dia, encontra-se inabilitado para executar movimentos simples daqueles que um aluno iniciante faz sem o menor esforço ou dificuldade. Assim, a Orquestra DisTônica foi criada, com o objetivo principal de promover o diálogo e dar visibilidade às falas, às vivências e às performances de músicos distônicos. Alguns deles, vale ressaltar, compõem o seleto grupo de melhores instrumentistas brasileiros da atualidade, ativos e com agenda de apresentações. O público, talvez, nem saiba que são distônicos. Outros, estão em fase de aprender a lidar com a sua nova condição, enfrentando mais intensamente os altos e baixos da etapa de descobertas. Entretanto, não estão sós. A orquestra existe justamente para enfrentar os tabus, mostrar ao público em geral e, especialmente, aos músicos distônicos, que a distonia focal é uma condição e não uma sentença de "aposentadoria compulsória", e que, com os avanços das pesquisas realizadas por equipes multidisciplinares, muito se descobriu sobre o transtorno, os tratamentos e as possibilidades de novas práticas instrumentais, ou ainda, de práticas instrumentais que atendam à nova condição. Promover no palco, o grande encontro de vários músicos que convivem com a distonia focal para colocarem sua condição distônica em evidência: essa é a proposta da Orquestra DisTônica. O palco é também espaço para colocar em evidência o que é muitas vezes invisível ao público: os desafios e os tabus enfrentados pelos músicos que convivem com a distonia focal. Ao realizarem os concertos, os músicos distônicos mostram às pessoas (distônicas ou não) que se faz música de alta performance, com o mais profundo conteúdo da arte musical, mesmo quando se está enfrentando, nos mais diversos níveis, as condições físicas e psíquicas impostas pela distonia. A união desses músicos objetiva dar visibilidade à condição, falar francamente sobre ela e acolher na melhor condição humana, os músicos distônicos. Dialogar abertamente sobre o assunto é condição sine qua non para a superação de práticas violentas, preconceituosas e inapropriadas, que podem levar uma pessoa a desistir de uma carreira e, mesmo, a perder a lucidez. Os músicos distônicos que compõe a orquestra têm histórias fascinantes de experiências musicais, com alegrias, dores, sofrimentos, incompreensões, dúvidas e superações e, acima de tudo, coragem e amor pela música. Cada uma dessas histórias de rebeldia, de reinvenção de si e de ressignificação da música e de sua relação com o instrumento estará registrada no programa de concerto. Com o intuito de sensibilizar a todos para a mudança de visão e ação, os concertos serão, ao mesmo tempo, parecidos e diferentes àqueles que o público está acostumado a assistir no Brasil e mundo afora: a densa conexão que já existe entre os músicos distônicos que dialogam intensamente sobre a condição e compõem a orquestra assumirá, pela primeira vez, forma de música orquestral. As ressonâncias musicais criadas no palco têm como objetivo criar novas reverberações nas vidas dos sujeitos envolvidos no espetáculo (seja tocando, seja assistindo), transformando formas de ver e sentir a música, a distonia focal do músico e as superações de cada pessoa em seu movimento de constituição de si. A Orquestra Distônica não se faz pela incapacidade ou pela limitação, mas pela potência. A distonia focal é uma condição, ou melhor, uma entre outras condições que formam as subjetividades dos músicos, e que os acompanhará ao longo de suas vidas, mesmo que não apresentem sintomas. A Orquestra Distônica assume, assim, um posicionamento político, contra qualquer tipo de preconceito (como por exemplo, o capacitismo ou a segregação); é um movimento de ressignificação e de superação, no qual se realiza música de qualidade reconhecida, como qualquer outra orquestra profissional de alto nível faz, entretanto, a partir de outras vivências, experiências, sensibilidades e consciências. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1: I- Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Quanto as finalidades no artigo III o projeto atende: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos

Estratégia de execução

A rubrica programas em braile, está na planilha orçamentaria como impressões O proponente recebe no projeto pela função direção geral. Beneficiados com as passagens aéreas Internacionais Canadá- Alex Klein, Levon Ambartsumian Australia- Jonathan Mui Itália- Lauta Gorna e Salvatore Acardo China- Monica Chen Estados Unidos- David Peck, Stephanie Mortimore, Kristin Chai, David Oundjian, Sammy Fuchs, David Gardner Portugal- Lilian Pereira Passagens Nacionais Cuiabá- Florianópolis- São Paulo Toda a orquestra e solistas Produção Joice Dela Rocca Diretora Geral Neyde Coelho Coordenadora pedagógica Rubia Naspolini Palestrante Joaquin Farias

Acessibilidade

PRODUTO APRESENTAÇÕES MUSICAIS/ PALESTRAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os Teatros onde serão realizadas as apresentações possuem todas as medidas para facilitar o acesso de deficientes e idosos como rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: confecção de legendagem, intérprete de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: - Contratação de profissional para facilitar o entendimento de deficientes auditivos previsto da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: contratação de interprete de libras e confecção de legendas. DEFICIENTES VISUAIS: Programas em braile. - Despesa prevista no orçamento como impressão projeto. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL Master Class gratuito de violino com concertista e professor Oliver Yatsugafu Escolas públicas de música. ACESSIBILIDADE FÍSICA: As escolas onde serão realizados os Workshops possuem todas as medidas para facilitar o acesso de deficientes e idosos como ampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos nos auditórios das escolas. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: - Contratação de profissional para facilitar o entendimento de deficientes auditivos previsto da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: contratação de interprete de libras DEFICIENTES VISUAIS: musicografia em Braille - Item na planilha orçamentaria

Democratização do acesso

Produto Apresentações Musicais/ palestras Todos os espetáculos e palestras serão com entrada gratuita e livre beneficiando 3500 pessoas no total. Os eventos serão divulgados de forma direta em jornais, redes sociais, radios comunitarias. De acordo com o artigo 21 foi escolhida como complemento a ação: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Será disponibilizada na internet a filmagem completa dos espetáculos, beneficiando milhares de pessoas.

Ficha técnica

Maestro e diretor Musical Peter Oundijiian Direção Geral Neyde Coelho- Responsavel pela gestão do projeto e Coordenação Administrativa e Financeira. Direção Artistica Oliver Yatsugafu Produção Joice Dela Rocca Coordenadora Pedagógica Tubia Naspolini Palestrante Joaquin farias Orquestra Violino IOliver Yatsugafu - spallaMonica Chen - concertinoJonathan MuiAndreia CarizziYuri ReisJean de OliveiraSheyla Yatsugafu Violino IICleci Guerra - chefe de naipe Marcelo VitorinoJoão BoscoAllison WendhausenPaulo JefersonHarold BentleyCaroline Kelli ViolaLilian Pereira - chefe de naipe Kristin ChaiJen BurnsDiego LopesAna Maria Campos CelloDavid Gardner - chefe de naipe Nelzimar NevesAbel MoraesMadson LimaKamylla Xavier ContrabaixoAlexandre Ritter - chefe de naipeJhon StuartSamuel Ribeiro FlautaSammy FuchsStephanie MortimoreAnna Detari ClarinetaEdmilson NeryDavid Peck OboéReid MerleyLaerte Tavares FagoteJamil BarkRute Gomes TrompeteJader EvangelistaAlessandro Ribeiro Trombone Tenor:Anderson PegoEdmilson BaiaFernando Hehl Trombone BaixoAlexandre Magno TrompaKatie BerglofMarty HacklemanNicole Saks Neyde Borges Coelho Função no Projeto- Direção Geral, Proponente/Presidente Função Gratuita- Responsavel pela gestão do projeto e Coordenação Administrativa e Financeira. Pianista, iniciou seus estudos de piano com Oleh Gabruzewicz (Ucrânia).Estudou na Escola de Música e Belas Artes do Paraná nas classes de Renée Devrainne Frank e Ingrid Seraphin. Aperfeiçoou-se com Magdalena Tagliaferro, Jacques Klein, Miguel Proença e Gilberto Tinetti. Licenciada em Artes pela Fundação Regional de Blumenau - FURB foi professora do curso de piano e Diretora da Escola Superior de Música de Blumenau. Em 1981 fez parte do grupo de fundadores da Orquestra de Câmara de Blumenau, como Diretora Executiva de 1981 a 1992, considerada pela crítica, na época, a melhor orquestra de câmara do país. Recebeu em 1992 o Top de Marketing da ADVB/SC na categoria Cultura. De 1992 a 1994 trabalhou na Interarte Produções Artísticas em São Paulo, na produção das Temporadas Artísticas do Teatro da Sociedade Hebraica e do Teatro Maksoud Plaza. De 1997 a 2007 foi Diretora Artística da Pró-Música de Florianópolis. Em 2007 recebeu a Medalha do Mérito Cultural Cruz e Sousa. Até 2009 atuou como Produtora Executiva da Pró-Música de Florianópolis e como Diretora Geral de Produção de óperas da entidade. Em novembro de 2009, participou da fundação da Cia Ópera de SC. Atualmente é presidente da Cia Ópera de SC e da Pró-Música de Florianópolis. Peter Oundjian Função no Projeto- regente e diretor musical Em 1980, Oundjian ganhou o primeiro prêmio no Concurso Internacional de Violino em Viña del Mar, Chile. Oundjian tornou-se o primeiro violinista do Tokyo String Quartet e ocupou o cargo por 14 anos. A Distonia Focal do Músico o fez a mudar a sua carreira musical: alterou o foco musical em tempo integral do violino para a regência. Oundjian foi o Diretor Artístico da Nieuw Sinfonietta Amsterdam (agora Amsterdam Sinfonietta) de 1998 a 2003. Ele também é o Conselheiro Artístico e Maestro Convidado Principal do Caramoor International Music Festival. Ele também foi o Maestro Convidado Principal da Orquestra Sinfônica do Colorado por três anos. Por quatro verões, ele liderou o Festival "Absolutely Mozart" da Orquestra de Filadélfia. Oundjian tornou-se o maestro convidado principal e conselheiro artístico da Orquestra Sinfônica de Detroit em setembro de 2006. Oundjian foi nomeado diretor musical da Orquestra Sinfônica de Toronto (TSO) em janeiro de 2003. Ele assumiu o cargo em 2004 e permaneceu nele até 2018, quando foi nomeado maestro emérito da TSO. Ele também recebeu a Chave da Cidade do prefeito de Toronto, John Tory. Desde 1981, Oundjian leciona como professor adjunto de violino na Escola de Música de Yale. Em janeiro de 2011, a Royal Scottish National Orchestra anunciou a nomeação de Oundjian como seu próximo diretor musical, a partir da temporada 2012-2013, com um contrato inicial de 4 anos. Ele concluiu seu mandato RSNO no final da temporada 2017-2018. Em janeiro de 2019, o Colorado Music Festival anunciou a nomeação de Oundjian como seu próximo diretor musical. Em fevereiro de 2022, Oundjian foi anunciado como regente principal da Colorado Symphony. Ele conduziu seu primeiro concerto neste novo papel, uma performance de The Planets, de Holst, no final de março. Oliver Yatsugafu Função no Projeto- Diretor Artístico e Spalla Oliver Yatsugafu é Bacharel em Música - Habilitação Violino, pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná, Mestre em Música e Doutor em Artes Musicais, pela Universidade da Geórgia (EUA). Seus principais professores de instrumento foram Paulo Bosísio (Brasil) e Levon Ambartusmian (Rússia/EUA).Sob a orientação do violinista Paulo Bosisio (RJ), Oliver conquistou destaque no Brasil ao ganhar os primeiros prêmios de alguns dos principais concursos nacionais para jovens instrumentistas, dentre os quais se destacam o VIII Concurso Nacional de Violino, Viola, Violoncelo e Contrabaixo, promovido pelo Centro Cultural Pró-Musica de Juiz de Fora (MG), e o IV Concurso Petrobrás Pró- Música para Jovens Solistas, promovido pela Orquestra Petrobrás Pró-Música, atualmente Petrobrás Sinfônica (RJ). Ao longo de sua carreira, atuou como spalla de várias orquestras brasileiras, como a Orquestra Sinfônica do Paraná, a Camerata Florianópolis e a Orquestra da Sociedade de Concertos de Brasília. Em 2005, recebeu da Universidade da Geórgia (EUA) uma bolsa de estudos para realizar o mestrado e o doutorado na instituição, atuando como assistente do professor Levon Ambartsumian (Rússia-EUA). Por seus méritos acadêmicos, foi eleito membro das sociedades PiKappa Lambda e da Phi Kappa Phi. Durante a pós-graduação, foi spalla da UGA Symphony Orchestra (UGASO) e concertino da ARCO Chamber Orchestra, com a qual se apresentou naprestigiada sala Weill Hall do Carnegie Hall de Nova Iorque e gravou vários CDs. Durante o mestrado, Oliver venceu o Concerto Competition da UGASO executando o Concerto de Paganini no.1 para violino e orquestra. Ao longo dos anos de doutorado, o violinista participou de váriosconcursos internacionais de violino, como a Competição International Johannes Brahms (Pörtschach/Áustria), o Concurso Internacional de Instrumentos de Arco Julio Cardona (Covilhã/Portugal) e a II Competição Internacional de Violino (Qindao/China), concurso no qual foi o único representante da América Latina dentre os 36 violinistas selecionados. Desde sua juventude, Oliver desenvolve intensa carreira como camerista e solista, apresentando-se com variados grupos, dentre eles o Duo Yatsugafu-Balloussier e Budu-Yatsugafu, além de atuar como solista junto a diversas orquestras brasileiras, como a Orquestra Pró-Música, a OrquestraSinfônica do Paraná, a Camerata Florianópolis, a Orquestra Sinfônica da Bahia e a Orquestra do Estado de Mato Grosso, sob as batutas de Roberto Tibiriçá, Peter Frank, Luís Petri, Osvaldo Ferreira, Alessandro Sangiorgi e Boyko Stoianov, dentre outros. Além do Brasil e dos EstadosUnidos, tem se apresentado em países como Itália, Alemanha e Suiça.Em 2016, Oliver recebeu da Sociedade Brasileira de Artes, Cultura e Ensino o “Mérito Cultural Carlos Gomes” no grau de Comendador e a medalha de Honra ao Mérito, além de ter sido condecorado Chanceler de Mato Grosso. Neste mesmo ano recebeu também a medalha do Cinquentenário das Forças de Paz da ONU em São Paulo.Desde 2013, Oliver Yatsugafu é professor adjunto da Universidade Federal de Mato Grosso, onde atua como docente das disciplinas de Violino e de Música de Câmara. Além das atividades relacionadas ao ensino, Oliver atua como pesquisador e coordenador do Programa de Extensão “UFMT com a Corda Toda”. Vinculado ao Departamento de Artes da Faculdade de Comunicação e Artes e desenvolvido com o apoio da Coordenação de Extensão e da Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Vivência da UFMT, o programa é composto por sete projetos, articulados por dois grandes eixos: a formação musical de crianças, jovens e adultos em violino, viola, violoncelo e violão, e a formação docente e performática dos alunos dos cursos de graduação em música da UFMT.Oliver lida com a sua distonia focal há 12 anos. Joice Dela Rocca Função no Projeto- Direção de Produção Trabalha com produção cultural desde o ano de 2000. Participou da produção dos espetáculos do pianista russo Eduard Shulkin, BWV.BACH.SHOW.BR - Um Concerto Diferente do Grupo Allegro Vivace, Série Ciclo Jovens Talentos Catarinenses, Momentos com Franklin Cascaes do Grupo Allegro Vivace, do projeto Edino Krieger 80 anos e a Orquestra de Câmara de Caçador. Atuou como coordenadora de negócios da Pró-Música de Florianópolis e da Camerata Florianópolis. Foi uma das fundadoras da Cia Ópera de Santa Catarina. Desenvolve um importante trabalho junto a grupos de câmara de Florianópolis, coordenou o projeto educacional Música e Cidadania na região dos Lagos de SC. Atualmente é Diretora de Produção Cia Ópera de Santa Catarina, da Pró Música de Florianópolis, do projeto Sociocultural Arte nas Escolas e Polyphonia Khoros . Alex Klein Função no Projeto- Solista Reconhecido como um dos principais oboístas da atualidade, Alex Klein iniciou seus estudos musicais em seu país natal aos 9 anos, continuando no Conservatório de Música de Oberlin e no Instituto Curtis em Filadélfia. Klein possui um Grammy Award por sua gravação do Concerto para Oboé de Richard Strauss com a Orquestra Sinfônica de Chicago, conduzida por Daniel Barenboim. Klein foi Solista de Oboé em Chicago por 9 anos sob Barenboim, e em 2017 recebeu o título de Solista Emérito de Oboé pelo atual diretor musical Riccardo Muti. Klein ganhou prêmios nas competições internacionais em Genebra, Tóquio, Nova York e Praga, e é regularmente convidado a julgar competições internacionais nessas instituições e também na Inglaterra, China e Rússia.Klein deixou sua posição na Sinfônica de Chicago devido a complicações relacionadas à distonia focal, uma condição neurológica que inibe dois dedos de sua mão esquerda. Durante sua convalescença, Klein dedicou sua carreira musical ao avanço de jovens talentos da América Latina e comunidades negligenciadas, fundando a FEMUSC em 2006, o Festival Internacional de Música de Câmara de São Paulo em 2009 e o PRIMA - Programa de Inclusão Social através da Música e das Artes em 2012. Klein também atuou como maestro de orquestra em frente às principais orquestras brasileiras assim como nos Estados Unidos, Europa e foi o primeiro brasileiro a liderar uma das principais orquestras da China. Depois de re-aprender o oboé e superar suficientementeas limitações da distonia focal, Klein fez uma nova audição para sua posição anterior e retornou à Orquestra Sinfônica de Chicago no que a Chicago Magazine chamou de "uma das maiores reviravoltas da música clássica". Hoje, Alex Klein é Solista de Oboé da Orquestra Filarmônica deCalgary, no Canadá, além de professor de oboé na Universidade DePaul, em Chicago, também lecionando / atuando nos festivais de Aspen, Buzzards Bay e Sunflower, e é regularmente convidado a ensinar master classes e recitais em universidades norte-americanas. Klein gravou dezenas de álbuns com a Sinfônica de Chicago e como solista e músico de câmara, com elogios da crítica. Seu último CD, lançado este ano pela Cedille Records, com sonatas do século XX para oboé e piano, foi indicado ao Grammy por “Produtor do Ano” e foi elogiado pelo crítico David Canfield para a Fanfare Magazine: "Na minha opinião, tocar oboé simplesmente não fica melhor do que isso”. David Gardner Função no Projeto- Chefe do Naipe de Violoncelo David Gardner formou-se em Londres na Trinty College of Music com Richard Markson e Maude Tortelier, com honras de primeira classe e medalha de outro. Aprofundou seus estudos na Holanda, com Jeroen den Herder, e passou a ter uma extensa carreira como solista e músico de câmara no Reino Unido e no Brasil. Como músico de orquestra, ele tem trabalhado com orquestras como a Hallé de Manchester, a BBC Philarmonic, Welsh National Opera, a Royal Philharmonic Orchestra, Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro e a Filarmônica de Goiás, entre outras, sob as batutas de maestros como Jan Pascal Tortelier, Kent Nagano, Sir Simon Rattle, Neil Thomson e Ira Levin, por quem ele foi nomeado chefe do naipe de violoncelos da Orquestra do Teatro Nacional Claudio Santoro em 2009. David já se apresentou em locais e festivais em toda a Europa e América do Sul, incluindo The Bridgewater Hall Manchester, Sala São Paulo, Sala Cecilia Meireles e do The Royal Festival Hall, Londres, no Festival Latino-Americano LACCS.David também é um membro fundador do Quinteto de Cordas Britton com quem já fez várias turnês na Europa e América do Sul. Seu CD de estréia ‘London Poem foi aclamado pela crítica em ambos os lados do Atlântico. Em 2010 ele também formou o Trio Piano Novo Mundo, juntamente com o pianista italiano Mauro Bertoli e violinista israelense Netanel Draiblate com quem gravou seu primeiro CD em 2012. A gravação inclui peças como o Op.1 de Beethoven, As Quatro estações de Piazzola e obras de Francisco Mignone para ser lançado em 2016.Compromissos individuais recentes incluem concertos com a Orquestra do Teatro Nacional de Brasília, desempenhos do ciclo completo das Suites de Bach, gravações das sonatas para violoncelo Rachmaninov e Brahms com o pianista italiano Mauro Bertoli e gravação das suites de solo para violoncelo de Ernest Bloch.David foi nomeado professor de violoncelo na Universidade Federal de Goiás em 2010 e dedica-se à promoção e desenvolvimento de jovens violoncelistas em Goiás. É Mestre em Pedagogia Musical pela Universidade de Reading e, atualmente é doutorando em Ciência Musical pela Trinity Laban, ambas instituições inglesas. É professor de violoncelo inglesas. É professor de violoncelo naUniversidade Federal de GoiaÌ?s desde 2010.David lida com a sua distonia focal há 18 anos. Lilian Pereira Função no Projeto- Chefe do Naipe das ViolasLilian Pereira é bacharel em violino pela UFPB; Mestre em Musicologia pela CampbellsvilleUniversity (EUA) e pela UFPB. Desenvolve pesquisa sobre Tratados escritos até Século XVIII etraduziu, para a língua portuguesa, a "Escola de Violino - Um Tratado fundamental" escrito porLeopold Mozart. É professora de Violino e Viola da Escola Técnica de Artes da UFAL e Dirige aCamerata Acadêmica da ETA-UFAL. atualmente, é Doutoranda pela Universidade deCoimbra/Portugal.Lilian lida com a sua distonia focal há mais de 20 anos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.