| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 07237373000120 | BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA | 1900-01-01 | R$ 56,0 mil |
Esta proposta visa a circulação da obra "Touro {Bull}" , espetáculo de dança da sapateadora Valeria Pinheiro por cidades do Nordeste brasileiro (Natal, Campina Grande, Cajazeiras eRecife), onde serão ministradas também oficinas de "Corpo Brincante", além de rodas de conversa acerca dos signos trazidos pela obra.
Um território, muitas dores, um corpo cibernético, uma dança que insiste em reiniciar, um endereço fixo e várias histórias vestidas de sonhos, ou seriam dores? Serão alegrias? O acúmulo de perdas e sonhos, desenfreados, na mente e no coração. No encontro apaixonado com algumas referências, sobretudo mulheres e em especial mulheres da região do Cariri, da zona rural e de Juazeiro do Norte, cidade natal, surge o interesse pela ancestralidade e sua forma feminina, como forma de andar e como modo de existir. Que corpo é capaz de suportar tanta dor e ainda assim seguir? Um corpo-labirinto, capaz de habitar com seus medos, de cantar para eles, de colocar-se diante do abismo. Hoje um corpo cibernético, que feito TOURO, insiste em abrir espaço, quer dançar. Eis aqui uma mulher que refaz suas trilhas e que segue tatuada de cicatrizes. Um corpo fragmentado e cheio de dores, um corpo que demarca e sedimenta todos as trajetórias. Um corpo que parece pedir para parar, mas, ainda assim, um corpo que insiste em dançar! São 63 anos e trilhas vestidas de cicatrizes e memória!
Objetivo geral Promover um intercâmbio cultural entre um corpo de 63 anos, com prótese total de quadril que insiste em dançar. Corpo esse, impresso de memórias de sertão, ancestralidade rural, e peles dos vários universos contemporâneos por onde passou, isso tudo através da peça coreográfica "Touro{Bull}", onde símbolos como uma carroça de boi, a simbologia ancestral do tambor que em tudo, conta a história do nosso povo, pela dança, o teatro e a música, além de signos do universo afro-étnico, passeiam por essa peça, informando e levando o espectador a uma viagem ancestral em pleno século XXI. A obra provoca o encontro do sertão e seus signos com o contemporâneo. Touro é uma sinfonia rítmica, um passeio musical por signos e ritmos de sapateios ancestrais, onde maracatu, coco, baião e outros ritmos brilham nessa sinfonia, onde a dançarina e atriz Valéria Pinheiro sapateia e mostra a força da mulher na lida, na sua existência no auge de seus 63 anos. É um espetáculo que aborda o tema da ancestralidade feminina a partir do ponto de vista da cultura caririense. O Cariri fica no coração do nordeste brasileiro, considerado um oásis por correr água o ano inteiro que desce a Chapada do Araripe, mas que ainda assim sofre com a seca. O Cariri é uma encruzilhada de materialidades e imaterialidades, nele foram trocadosb saberes, magias e mercadorias e foram construídas tradições que, para o bem e para o mal do povo nordestino, moldaram seus corpos e comportamentos, e revelam a beleza áspera humana de cada mulher e homem que nasce e vive nesta região. A partir das memórias da dançarina e coreógrafa Valéria Pinheiro, que nasceu e se criou em Juazeiro do Norte, reconstruímos alguns dos arquétipos do imaginário nordestino em formato de uma sinfonia de sapateado, sapateios identitários brasileiros. Brinquedos e folguedos do Cariri têm passos ritmados e batidas de pé. Valéria, como brincante destes folguedos, incorporou à sua arte algumas técnicas do sapateado e o resultado são ritmos e passos autênticos. Toda sonoridade do espetáculo foi construída com trilha original (piano, violino e percussão) a partir das células rítmicas do sapateado de Valéria Pinheiro. Incisos do artigo 02 do Decreto 10.755 de 2021 que a ação cultural atravessa: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão - Ao propor a circulação de um espetáculo de dança capitaneado por Valeria Pinheiro, respeitada coreógrafa brasileira e uma das percussoras do chamado sapateado brasileiro. II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; e III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; - Ao valorizar um grupo que hoje está sediado em Juazeiro do Norte, fora das capitais mas importante berço cultural brasileiro, o cariri cearense. V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; e VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; - Ao promover o acesso de forma gratuita a uma obra artística com qualidade, promovendo ainda o acesso a pessoas com deficiência visual através da tradução em libras. Objetivos específicos - Realizar apresentações do espetáculo nas cidades de Natal (1 apresentação), Campina Grande (1 apresentação),Cajazeiras (1 apresentação), Recife (1 apresentação). - Realizar rodas de conversa com o público em cada cidade onde houver apresentação, totalizando 4 rodas de conversa. As mesmas serão realizadas após as apresentações. - Realizar 04 oficinas com a temática do "Corpo Brincante", sendo 01 em cada cidade da turnê. Cada oficina tem carga horária de 2h/aula.
Com as politicas públicas de passagens silenciadas já a vários anos, circular com uma obra de excelência como "Touro{Bull}", com a Lei Rouanet podemos pensar em parceiros da iniciativa privada e com isso levar a obra a mais territórios. Entendemos que começamos uma trajetória de busca por parceiros a partir dessa aprovação, e acreditamos que o nordeste com uma iniciativa privada que acredita em sua arte e cultura, pra nós, seja possível fazer esse circuito. A aprovação na lei de incentivo é essencial, pois é impossível sem a oportunidade de trazermos pra parceiros a iniciativa privada através dessa Lei, nos fazendo acreditar que todo o processo possa se dar de forma profissional e efetiva. Foram quase 12 meses de montagem da obra, com pesquisas, e muita aproximação desse território ancestral de Valéria, que está presente na obra. E todo esse processo se deu com a iniciativa do governo estadual através de edital de montagem, além da própria ajuda financeira de Valéria e do Coletivo Cariri o qual faz parte. Assim aprovado, o projeto será levado para os territórios supracitados, onde faremos registros de mídia, para confecção continuada do material, que se dará pelo registro de imagem e vídeo, das apresentações dos espetáculos e oficinas. Esse projeto será fundamental para alavancar a carreira da obra e fazer somar a já consagrada carreira artística de Valéria Pinheiro, bem como, contribuir para a disseminação da arte e cultura brasileira. Esta proposta se enquadra nos Incisos do Art. 1º da Lei n° 8.313/91 que visa contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (Inciso I); Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais (Inciso II); Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores e proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional e priorizar o produto cultural originário do País(Inciso III IV e IX). Em relação as finalidades do Art 3 da Lei 8.313/91, será alcançado da seguinte maneira: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a)produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
Mulher Touro por Luana Florentino (música original da obra Touro{Bull} da Cia. Vatá Aaaah, vida vem Passa como um trem Nem dá pra esperar Aaaaah vida vem Todo canto tem sertão Nesse corpo que é do chão Tenho que lutar Quando era uma roça por brotar Meu mundo parecia o infinito Plantei do meu balanço um sol de garças E de qualquer país, aquele era o mais bonito Um touro feito um voô carcará E o meu sapato tem tanta poeira Até a minha vida derradeira Eu sei, que todo dia eu vou lutar SÍMBOLOS DE TOURO O principal símbolo do espetáculo é o Touro, que traz todo um significado ligado ao poder, à força ao trabalho, tem relação direta às questões de subsistência humana, de garantia de vida, alimentação, riqueza. Entretanto no espetáculo este símbolo ganha outras camadas, a camada da mulher, não do feminino e seus símbolos modernos, mas da mulher, espécie homo sapiens do sexo feminino, que aparece desconstruída de feminilidade, resquício da sociedade patriarcal que criou a imagem de Maria e que a partir dela se estabeleceram signos e comportamentos atrelados ao corpo da mulher. Em Touro, a mulher nasce, gera, nutre, celebra, mas é um touro. O boi ou o touro também, no sincretismo religioso brasileiro, está ligado à mitologia da orixá Iansã, deusa dos raios e das tempestades, orixá guerreira que partia para a guerra. Arquétipo de mulheres independentes que não levam desaforo pra casa, que brigam até o fim por suas ideias e para defenderem o que acreditam. Os tambores são a conexão com o sagrado. Em Touro o tambor é o elo entre o céu e a terra, o divino e o profanos, é o elemento da celebração da contemplação, ao mesmo tempo é o que faz descobrir o mundo, é o elemento de comunicação com o mundo. A personagem descobre o tambor e o mundo se ilumina, ao mesmo tempo que ao tocá-lo entra em contato com sua ancestralidade, com a memória simbólica que a faz encontrar outros caminhos. Tecido vermelho é um elemento simbólico do espetáculo que inicialmente está ligado diretamente à imagem sagrada da orixá Iansã, é a saia de Iansã. E ao longo da narrativa ganha outros significados, a placenta por onde o toura nasce, a terra fértil onde se germinam sementes, linha do destino e da caminhada individual. A vagina, a terra a menstruação, a vida. O carro de boi é o principal elemento cênico, uma carroça com duas rodas grandes, sustentada e puxada por um ou dois bois. Durante dois séculos, o carro de boi foi o principal meio de comunicação e transporte do Cariri para o mundo. O que tivesse que sair ou chegar vinha por mulas, cavalos ou carro de boi. Para a personagem o carro de boi é o lugar do trabalho, do sustento, das tradições, mas ao mesmo tempo das amarras, do cotidiano, da materialidade da vida, enquanto os tambores se comunicam com o imaterial, o carro de boi se comunica com o material, com o que é essencial para a carne. Ao mesmo tempo que é um local das tradições e memórias, é o gerador de conflitos que delimita, prende, determina. O carro de boi ao mesmo tempo que é o meio de vida, se transforma na representação dos monstros da repressão e das amarras. Os signos feitos a fogo, através de ferrete ou ferro em brasa, presentes no carro de boi, representam o ser marcado, calejado, oprimido, identificado, determinado. As marcas são as cicatrizes das pessoas que a personagem representa. O alçapão – a passagem , símbolo de transição portão ou porta, passar é romper os limites, mover o conhecido para o desconhecido. Yin – Y da carroça – o princípio do feminino e associado á terra. As espadas são a representação das virtudes, o que dá um certo tom de nobreza, mesmo que não queiramos entrar por este lugar, mas representam as virtudes, as armas, as habilidades, os talentos inerentes à personagem, sua força e altivez. Está presente nas mãos da Iansã, divindade sagrada, e no momento de conflito é usada contra os monstros que representam a materialidade repressora. As espadas são as armas que dão as condições para a personagem lutar e se reerguer. Já quase no final se transforma em símbolo da força e da autonomia nas mãos de Touro quando se regenera e se levanta recuperada dos ferimentos de sua luta contra os monstros. O arroz é a frutificação, representa a prosperidade e a abundância. O arroz em forma de alimento simboliza suas conquistas. O que a personagem semeia na terra é ao mesmo seu alimento e sua cria. Ao se alimentar e partilhar do arroz, a personagem está usufruindo de suas riquezas. O Figurino – patchwork de tecidos e aviamentos– foi pensado para revelar uma mistura de referências simbólicas, armadura medieval de Joana D’Arc( virtude e coragem, honra e força), vermelho de Iansã, cores da cultura popular, que liga à ancestralidade, ao mesmo tempo que revela seus conflitos com a materialidade de uma tradição repressora (cintos ligados à castidade feminina, arreios que predem o feminino na sociedade machista) Os elementos da cozinha (pratos, talheres) formando o corpo sonoro da intérprete reforça a ideia do conflito, ferramentas domésticas ressignificadas para se comunicar com um novo mundo que se quer construir. Na maquiagem são usadas referências indígenas (vermelho do urucum), mouros (pontos pretos) e do candomblé para desmontar a diversidade do universo simbólico que faz parte do imaginário da mulher nordestina. Muletas se tornaram escolha poética para reforçar a memória e a história da atriz dançarina coreógrafa que possui um corpo protético, que para se ressignificar, precisou implantar, tal qual uma ciborgue, ferramentas em seu corpo. E a mesma coisa acontece com a personagem, que se fere e se reconstrói.
cenário – aproximadamente – 430kg 5 cases com 35kg cada (carroça) Bags (espadas e muletas e espantalho) – 10kg Bag com panela e balde – 5kg Bag com Conga – 7kg Bag com bonguinho – 4 kg Bag com caixa – 2kg Bag com pandeirao – 3 kg Bag com alfaia – 3kg Bag com Djambe – 7 kg Bag com pé do djambe – 4 kg Bag com tecido e banquinho da carroça – 30kg Bag com figurino – 8kg
Produto: ESPETÁCULO TOURO Acessibilidade Física: O espetáculo será realizado em teatros que possuam estrutura facilitada e acessível a pessoas com deficiências Acessibilidade para PcD Visuais: Valéria e sua equipe, oferecerão experiencias estéticas na instalação da Carroça de boi, onde pessoas com deficiencias visuais possam experenciar, através do tato e da segurança da abordagem, uma estética fisica.Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: Pessoas com deficiência intelectual serão convidadas a terem uma experiência estética com Valéria e sua equipe, interagindo com elementos do cenário, como a carroça, e os figurinos. Produto: OFICINA CORPO BRINCANTE Acessibilidade física e para PcD Visuais: Durante as oficinas “Corpo Brincante” a coreógrafa e atriz oferecerá vagas para pessoas com deficiência física e de necessidades visuais
Será oferecido à população uma porcentagem de ingressos a preço popular. E em todas as capitais por onde passar a obra, pediremos que o espectador doe pelo menos 2kg de alimentos não perecíveis, que serão doados a comunidade rural da capital através de líderes comunitários. Além disso, a cada finalização de espetáculo, haverá um debate sobre o processo criativo e o tema abordado na obra, onde o diretor de arte, intérprete e diretor do projeto irá falar sobre sua visão artística, e abrir espaço para perguntas. A divulgação do espetáculo se dará de forma digital, através das redes sociais e jornais online e por mídias de Tv local, tendo a venda dos ingressos também acessível através de plataforma online. A artista idealizadora do projeto possui um canal no Instagram com participação assídua de internautas, além de um site específico onde teremos uma página especifica para essa circulação, o que contribuirá para uma divulgação abrangente do espetáculo. Em relação ao art. 30 da IN nº 11/2024 serão adotados no projeto os seguintes incisos: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento);- Doaremos 50% dos ingressos de cada apresentação para ações de formação de platéia, com distribuição gratuita. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;- Será oferecida, em cada cidade, a oficina "Corpo Brincante", para pelo menos 25 pessoas, de forma gratuita.
Nome: Madá (Victor Gonçalves) Função: Proponente, designer Currículo: Autodidata, trabalha com design de projetos e marcas desde 2018. Nome: Vinícius Oliveira Função: Direção e Dramaturgia Currículo: Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Escola de Teatro da UFBA (2014). Iniciou sua carreira profissional no Teatro Vila Velha (TVV), onde trabalhou por treze anos. No TVV atuou como ator, diretor de espetáculos, produtor e coordenador de projetos artísticos culturais, como: Tomaladacá (projeto de intercâmbio entre grupos artísticos da Cidade de Salvador – BA); Projeto de Cabo a Rabo (projeto de apresentação de espetáculos e de intercâmbio artístico entre grupos de cidades do interior do estado). Ainda no TVV, dirigiu a A Outra Cia de Teatro, grupo residente, entre os anos de 2004 a 2009, quando dirigiu espetáculos e realizou projetos de circulação , intercâmbio e de formação. Em janeiro de 2010, assumiu a direção geral do Teatro Vila Velha, Salvador-Bahia, onde desenvolveu projetos artísticos-culturais. Alguns dos espetáculos: O Pique dos Índios ou Espingarda de Caramuru (contemplado com o prêmio Miryan Muniz de Teatro da Funarte em 2008); O Contêiner (contemplado com o prêmio Miryan Muniz de Teatro da Funarte em 2006 e selecionado para a Mostra Oficial do Festival de Curitiba em 2007); Debaixo D´água em Cima da Areia (Selecionado para o Festival de São Cristóvão, Sergipe, 2006); Arlequim Servidor de Dois Patrões (Indicado como melhor espetáculo pelo Prêmio Braskem de Teatro e ganhador do Prêmio de Diretor Revelação de 2004); Remendo Remendo (Indicado como melhor espetáculo infantil pelo Prêmio Braskem de Teatro de 2002). Outros espetáculos foram: A Comédia dos Erros (2012); A Máscara de Téspis (infantil sobre a história do teatro, 2012); Os Dois Ladrões (2007); A Sacanagem da Outra (2007 e 2009); Moringa (encomendado pela Secretaria do Meio Ambiente do Estado da Bahia, 2010); A Ratoeira (2017). No cinema, atuou como ator nos filmes Joelma de direção de Edson Bastos e Jardim das Folhas Sagradas de Pola Ribeiro e trabalhou como assistente de direção como preparador de elenco do curta metragem 10 centavos dirigido por Cesar Fernando Oliveira. Em 2010 participou do Projeto Pontos de Contato, produzido pelo People’s Palace Project em parceria com o Instituto Brasil sob a coordenação de Paulo Heritege, compondo a comissão do Ministério da Cultura do Brasil de Pontos de Cultura para trocar experiências com instituições culturais no Inglaterra. A partir de 2011 iniciou sua carreira acadêmica como professor no ensino superior em cursos de teatro, bacharelado e licenciatura, atuando nas instituições: Universidade Federal da Bahia como professor substituto; Universidade Estadual de Montes Claros – MG (UNIMONTES) como professor assistente, onde assumiu as funções de chefe do Departamento de Artes, Coordenador do Curso de Licenciatura em Teatro e Coordenador Projeto de Extensão Teatro Universitário da Unimontes; Universidade Regional do Cariri (URCA) como professor assistente, onde atua até o presente momento. Ainda na URCA, assumiu funções de Chefe de Departamento de Teatro, Coordenador do Projeto de Extensão Mostra Didática de Teatro da URCA, Coordenador do Projeto de Extensão Ouroboros – Montagem da Opereta Bárbara e é Vice Líder do Grupo de Pesquisa Visucca. Nome: Valéria Pinheiro Função: Direção de produção, argumento e intérprete criadora Currículo: Coreógrafa e Diretora artística da Cia. Vatá desde 1994. Gestora Cultural do Café Teatro das Marias de 2000 a 2018, quando passou a se chamar Eco marias do sertão. E vem desde 2018 trabalhando na Zona Rural de Jati-Ce. Coordenadora Pedagógica do Ponto de Cultura: ABCVATA - Associação de Brincantes da Cia. Vatá e coreógrafa do Pontinho de Cultura: Escola de Musicais (Cultura e Infância). Trabalhos realizados em colaboração com Margareth Morrison – Nova York 2000-2005; Colaboração com Lane Alexander Chicago (2005 a 2009); Colaboração com Augusto Soledade Miami - (2003); Colaboração com DJD (Decideddly Jazz Dance Work) Calgary Canadá - (20012, 2013, 2014 e 2015); Ganhadora de prêmios, na categoria dança, cinema e áudio visual nas instancias municipal, estadual e federal . Uma obra com 25 peças coreográficas com a Cia. Vatá entre 1994 e 2020. Atualmente gesta o Eco Marias do Sertão, antigo Café Teatro das Marias na área rural de Jati, no sul do Ceará, onde pesquisa com a Cia. Vatá sua próxima obra SerTâoPop, e gesta a Escola de Cinema do Sertão, em construção junto com o cineasta Marcelo Paes de Carvalho. Desde 2018 vem desenvolvendo um projeto na Zona Rural e com a Comunidade Quilombola chamado: "Minha Dança, Meu Territorio, Meu Espaço Político", E faz parte da Rede Cultura Viva desenvolvendo com alguns Pontos de Cultura a Rede Genero e Sexualidade. Sua relação com a infância vem desde os anos 2000, quando desenvolveu o Projeto Escola de Musicais, e as aulas de Danã em Escolas da Periferia de Fortaleza. Desde 2018, ampliou esse territorio adentrando em comunidade rurais e de quilombola. Hoje o Ponto de Cultura ABCVATA existe na Zona Rural na Comunidade Vila Mãe D'Agua, onde exerce trabalhos em parceria com a Escola Municipal Franklyn Tavares Pinheiro. Entre 2018 e 2021 executou dois importantes projetos: "Terreiradas Culturais 5a edição - Conexão música e Sertão", que contou com a participação de 6 coletivos musicais da Região do Cariri e aconteceu na Fazenda Kanoa, sede do Ponto de Cultura ABCVATA durante uma semana. E o Projeto "Ações pra acordar o Serão durante a Pandemia", com foco em formação, e que levou formação, durante 2 meses pra alguns municipios da Região do Cariri: Quilombo dos Sousa em Porteiras-Ce, Ponto de Cultura ABCVATA no Sitio Mãe Dágua em Jati-Ce, Terreiro do Mestre Mozinho em Brejo Santo-Ce, e Escolas públicas de ensino Fundamental em Jardim-Ce. Ambos os projetos receberam o apoio da Lei Aldir Blanc. Nome: Rodrigo Frota Função: Direção de Cenografia e Figurinos Currículo: Professor efetivo da Universidade Regional do Cariri (URCA) - Setor de atuação das Artes do espetáculo. Mestre em Artes Cênicas, área cenografia, pela Universidade Federal da Bahia (2013). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Interpretação, artes visuais, indumentária, maquiagem, cenografia e direção de arte. Atuando principalmente nos seguintes temas: teatro, espetáculo, cinema, show e eventos. Cenógrafo, diretor de arte, figurinista, ator, professor e ilustrador. É professor doutor, efetivo da Universidade Regional do Cariri (URCA) e líder do grupo de pesquisa VISUCCA (Visualidades da cena - Cariri). Como performer; atuou em mais de 20 espetáculos teatrais, tendo também integrado o elenco de 15 curtas metragens e 2 longas. Nos últimos 14 anos criou mais de 150 cenografias para teatro, shows musicais, expografias, e espetáculos de dança. No audiovisual, assinou 8 direções de arte; “Pacarrete” e “Todas as vidas de Telma” são os últimos. Possui 9 prêmios na área da cenografia e direção de arte, incluindo prêmios nacionais e regionais. O último deles; Troféu Grande Otelo (Grande prêmio do Cinema Brasileiro), melhor direção de arte de 21 por Pacarrete. Direção Musical: Wesley Santana Captação de Imagem e vídeo: Marcelo Paes de Carvalho Músicos: Rômulo César e Wesley Santana Produção Executiva: Jeferson Vieira Assistente de Produção: Arlet Oliveira Design de Luz: Angélica Nunes e Vicio Oliveira Oliveira Realização: Cia. Vatá (companhia de Brincantes Valéria Pinheiro)/ABCVATA e Coletivo Cariri
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.