| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 51990778000126 | Açúcar e Álcool Oswaldo Ribeiro de Mendonça Ltda | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
| 07674341000191 | Usina Uberaba S/A | 1900-01-01 | R$ 161,0 mil |
| 71324784000151 | Usina Santo Antonio S/A | 1900-01-01 | R$ 130,0 mil |
| 65763377000148 | BASEQUIMICA PRODUTOS QUIMICOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 49211717000171 | INDUSTRIA E COMERCIO SANTA MARIA LTDA | 1900-01-01 | R$ 28,0 mil |
| 71324792000106 | Usina São Francisco | 1900-01-01 | R$ 6,6 mil |
O presente projeto visa possibilitar a realização de três operas-estúdio nas cidades de Ribeirão Preto, Batatais e Serrana: Gianni Schicchi, de Giacomo Puccini; A Flauta Mágica, de Wolfgang Amadeus Mozart; e O Barbeiro de Sevilha, de Gioachino Rossini. As récitas de Ribeirão Preto serão abertas ao público geral com ingressos gratuitos; as récitas em Batatais e Serrana serão apresentadas para estudantes da rede pública de ensino (quinta à nona séria do fundamental, todas as séries do colegial e alunos de escolas técnicas). O projeto também visa realizar a contrapartida social de palestras para o público, com ênfase em alunos e professoressistema público.
Produto: Apresentação Musical Segue a sinopse das óperas: A Flauta Mágica Há dois casais que se formam na ópera, Papageno e Papagena, simbolizando o lado comum da humanidade, e Tamino e Pamina, simbolizando o iniciado. O contexto é uma luta entre a Rainha da Noite, que ambiciona o poder, e Sarastro, o grande sacerdote que só pratica o bem. Para Sarastro trabalha, porém, o mouro Monostatos, que tenta seduzir Pamina e se alia à Rainha da Noite.A obra começa com Tamino perdido na floresta, onde encontra Papageno, um homem alegre que aprecia os prazeres da vida e trabalha para a Rainha da Noite. Deste encontro Tamino fica sabendo que Pamina, filha da Rainha da Noite, foi sequestrada por Sarastro e, apaixonado pela sua beleza e a pedido da Rainha da Noite, decide resgatá-la.Na sequência, ambos passam por várias provas antes de poderem se encontrar. Papageno também passa por um tipo de prova antes de encontrar Papagena, e este contraponto do homem comum que se comporta de modo diferente do príncipe diante das adversidades é o lado cômico que faz esta ópera tão popular. Duração: 1h30 Classificação etária: Livre O Barbeiro de Sevilha A história se passa em Sevilha, na Espanha, no século XVIII. Os músicos do conde Almaviva fazem uma serenata para a bela Rosina. Vem passando o barbeiro Fígaro, que louva a própria habilidade e comunica ao conde que Rosina é pupila de Bartolo. Rosina deixa cair da varanda uma carta perguntando o nome do seu pretendente e prometendo escapar do tutor, que quer se casar com ela pelo dinheiro que ela herdou. O conde quer ser amado pelo que é e não pelo título, e diz se chamar Lindoro. Fígaro sugere que ele entre na casa de Bartolo disfarçado de soldado bêbado. Enquanto Rosina escreve a “Lindoro”, Basílio, o professor de música, alerta Bartolo que ela está sendo cortejada em segredo pelo conde Almaviva. Mas Fígaro diz a Rosina que seu primo “Lindoro” está desesperadamente apaixonado por ela e espera uma carta. Ela já tem a carta pronta. Fingindo-se de soldado bêbado, o conde diz que foi alojado na casa de Bartolo. Como Bartolo protesta, o “soldado” confidencia a Rosina que é na verdade “Lindoro”. Convocado por Bartolo, um oficial vem prender o “soldado”, que discretamente se identifica como o conde. Ninguém mais entende muito bem o que está acontecendo. O conde reaparece como Dom Alonso, substituindo o adoentado Basílio, e abençoa a casa repetidas vezes. Revela então que, ao visitar o conde, encontrou uma carta de Rosina. Bartolo guarda a carta e chama Rosina para a aula de canto. Ela reconhece “Lindoro” e, quando Bartolo adormece, os dois planejam fugir. Basílio chega bem de saúde, mas “Alonso” o suborna para que ele desapareça. Quando Fígaro começa a barbear Bartolo, “Lindoro” se desculpa por ter usado a carta de Rosina, mas Bartolo o ouve e o expulsa dali. Convocado por Bartolo, Basílio diz desconfiar que “Alonso” seja na verdade o conde. Diante disso, Bartolo decide casar com Rosina imediatamente, convencendo-a de que “Alonso” e Fígaro pretendem raptá-la para o conde Almaviva. Sentindo-se traída por “Lindoro”, ela aceita desposar Bartolo. Quando “Alonso” e Fígaro entram na casa, Rosina os acusa de traição, dizendo que ama “Lindoro”. Mas tudo é perdoado quando “Alonso” revela ser o conde. Chega o tabelião, julgando que a sobrinha de Fígaro vai se casar com o conde. Ao retornar com soldados, Bartolo descobre que o conde e Rosina estão casados. Finalmente, depois de novas confusões, Bartolo aceita seu destino e se junta a todos para festejar o amor. Duração: 1h30 Classificação etária: Livre Gianni Schicchi Gianni Schicchi é uma ópera cômica em 1 ato, de Giacomo Puccini, com libreto de Giovacchino Forzano, baseado no Canto XXX do Inferno, da Divina Comédia de Dante Alighieri. Na história, Buoso Donati morre e deixa em testamento toda sua fortuna para igreja. A família, cobiçando a herança, chama Gianni Schicchi para se passar pelo morto e alterar o testamento. Todos estão cientes de que a pena para esse tipo de crime é o exílio de Florença e o corte da mão direita. Imitando o falecido, Schicchi dá um golpe em toda a família e deixa os bens mais preciosos para si mesmo. Duração: 1h30 Classificação etária: Livre
Geral O presente projeto prevê a realização de três espetáculos de ópera-estúdio em três cidades do interior de São Paulo (Ribeirão Preto, Batatais, Serrana), totalizando 18 récitas. Decreto nº 10.7555/21Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Por meio de distribuição gratuita de ingressos para professores e estudantes do ensino público, alé de récitas destinadas totalmente à esta categoria de cidadãos. VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; A produção de um espetáculo de ópera ativa uma quantidade significante de profissionais da cultura em uma cidade (entre 50-100 profissionais). XII - apoiar as atividades culturais de caráter sacro, clássico e de preservação e restauro de patrimônio histórico material, tombados ou não; As atividades do projeto são de caráter clássico, ampliando o acesso ao repertório e mantendo viva a cultura operística do Brasil. Específico A) Produto Apresentação Musical - Realizar apresentação de duas récitas da Flauta Mágica em Ribeirão Preto, Batatais e Serrana (seis no total). - Realizar apresentação de duas récitas do Barbeiro de Sevilha em Ribeirão Preto, Batatais e Serrana (seis no total). - Realizar apresentação de duas récitas de Gianni Schicchi em Ribeirão Preto, Batatais e Serrana (seis no total). - Realizar uma ópera a cada dois meses em Ribeirão Preto (totalizando 6 récitas) e uma ópera a cada dois meses em Batatais e Serrana (totalizando 12 récitas) durante os seis meses de execu'ão do projeto. B) Produto Contrapartida Social -Realizar 9 palestras sobre as óperas (uma palestra para cada ópera, repetida em cada cidade) de 1h durante a execução do projeto.
Lei 8313/1991 Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Pois os espetáculos terão distribuição gratuitas de ingressos, além de distribuição específica para professores e alunos da rede pública de ensino. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Pois o projeto trabalha com produção cultural e recursos humanos do interior do estado de São Paulo, fora do eixo Rio-São Paulo de produção de ópera. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Pois o projeto apoia e valoriza o gênero da ópera e seus profissionais. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Pois o projeto funciona como educação de público para o gênero operístico, apresentando peças traduzidas para o português e produzidas de modo a introduzir o repertório operístico para o público leigo. Lei 8.313/91 Art. 3º Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Pois o projeto contempla a apresentação de espetáculos musicais como a ópera. V - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Pois os ingressos serão distribuídos gratuitamente.
TEATRO MINAZ Especificações Capacidade: 260 lugares Fosso de orquestra: 18 músicos Palco: 10 metros de boca de cena 12 metros de profundidade 4 varas com: 8 refletores Set Light Longos MRL 01 20 Refletores Pares 64 longos modelo italiano “Standard” 05 Elipsoidais MR light 25 a 50 graus + Iris 36 refletores PC MR com porta gel 1000w Um Piano Suzuki meia cauda. Camarins: 2 com um chuveiro espelhos e 2 banheiros cada. 1 com 100mÇ, piano, espelho, 100 cadeiras, praticáveis e ar condicionado Sala de costura Cabine técnica com: Mesa de luz DMX Stage 24/48 Mesa de som Behringer Xenyx 2442FX – 12 canais com 24 entradas Som: 2 Caixas Behring ER (ativas) 2 Caixas Alto Elvis 15A 2 Caixas de Graves - Antera CASA MINAZ Especificações Três salas de aula dotadas de piano e lousas para aulas teóricas. Sala de ensaio para 100 coralistas com piano Steinway de cauda. Recepção e bilheteria Escritório
Produto: Apresentação Musical As peças gráficas de divulgação serão divididas em quatro tipos: Inserções em jornais e revistas, com informações do espetáculo e logomarcas de patrocinadores e leis de incentivo Inserções na internet, com informações do espetáculo e logomarcas de patrocinadores e leis de incentivo estas inserções podem ser de banners/fotos ou vídeos. As legendagens descritivas serão custeadas com recursos da Cia. Minaz.
Contrapartidas Sociais Acessibilidade física: O Teatro Minaz e a Casa Minaz contam com rampas de acesso e locais reservados para pessoas idosas e portadoras de deficiência, portanto não é necessário item da planilha orçamentária. Os teatros nas cidades de Batatais e Serrana também são equipados com rampas de acesso e locais reservados para pessoas idosas e portadoras de deficiência. Acessibilidade para PcD visuais: As palestras serão acessíveis para deficientes visuas por meio de acessibilidade auditiva (treinamento musical) e material digital com áudio-descrição. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Como o material será digital, não necessitamos de item na planilha. Acessibilidade para PcD auditivos: Os palestrantes usarão descrições escritas e serão acompanhados de intérprete de libras. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Equipe será treinada para lidar com pessoas em diferentes espectros e com outras síndromes ou doênças. A linguagem das palestras será em português e não utilizará outros idiomas. Apresentação Musical Acessibilidade física: O Teatro Minaz e a Casa Minaz contam com rampas de acesso e locais reservados para pessoas idosas e portadoras de deficiência, portanto não é necessário item da planilha orçamentária. Os teatros nas cidades de Batatais e Serrana também são equipados com rampas de acesso e locais reservados para pessoas idosas e portadoras de deficiência. Acessibilidade para PcD visuais: Espetáculos terão material digital com áudio-descrição. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA:Como o material será digital, não necessitamos de item na planilha. Acessibilidade para PcD auditivos: Os espetáculos usarão descrições escritas e serão acompanhados de intérprete de libras. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras.Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Equipe será treinada para lidar com pessoas em diferentes espectros e com outras síndromes ou doênças. A linguagem do espetáculo será em português e não utilizará outros idiomas.
O proponente se compromete a executar as seguintes ações para democratização de acesso: Democratização de Acesso IN 01/2022 Art. 23 O Plano de Distribuição da proposta deve assegurar a democratização do acesso (Anexo I) aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo: I - estimativa da quantidade de beneficiários, observados, em caso de geração de receita com a venda dos produtos culturais, os seguintes limites: a)no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados; Para espetáculos em Ribeirão Preto, 40% de distribuição gratuita, 20% focados em professores e alunos da rede pública de ensino, realizada por meio de parceria com a prefeitura municipal. Os outros ingressos serão distribuídos usando as plataformas digitais da companhia. Para espetáculos em outras cidades, o público será exclusivamente alunos e professores do ensino público, contemplados por meio de parceria com prefeituras municipais. e) mínimo de dez por cento para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012, fazendo o uso desse mecanismo quando possível; Os ingressos distribuídos ao público geral em Ribeirão Preto serão gratuitos. Ampliação de Acesso IN 01/2022 Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; As palestras da contrapartida social serão disponibilizadas na internet em canais da Cia. Minaz, acompanhadas de libras e audiodescrição.IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: a) ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativo das apresentações; Os espetáculos na cidade de Ribeirão Preto terão ensaios abertos à população, com tentativa de distribuição de ingressos para escolas técnicas estaduais e entidades da cidade que cuidam de PcD. c) cinco palestras de pelo menos uma hora de duração com lista de participação para projetos exclusivamente educativos;A contrapartida social consta de 9 palestras de uma hora de duração para projetos educativos.VII - comercializar além do previsto na alínea "e", inciso I do artigo 22 desta Instrução Normativa, no mínimo dez por cento em valores que não ultrapassem o preço do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; fazendo o uso deste mecanismo; Todos os ingressos serão gratuitos.
Associação Minaz de Cultura - Direção e coordenação geral A associação minaz de cultura é respnsável por dirigir e coordenar todo o projeto, além de ser responsável pela prestação de contas do projeto e qualquer outra necessidade administrativa ou de execução. Inclui-se contato com todas as cidades em que o projeto cantar será realizado. Ivo Rinhel D’Acol - Produtor Executivo Criador da Cia. Minaz, editou a Revista Minaz (Revista de Arte com veiculação nacional) de 1983 a 1985 quando cursou Publicidade e Propaganda na PUCCAMP tendo nos anos seguintes, editado inúmeros livros de poetas e músicos nacionais.
Em 1990 fundou a Cia. Ópera Minaz produzindo a Ópera Bufa “La Serva Padrona” de Pergolesi com a qual realizou tournée por diversas cidades do interior de São Paulo. Produziu o projeto premiado pela Prefeitura Municipal de Campinas “A Flauta Mágica” de Mozart, montagem realizada também, posteriormente, na programação de reinauguração do Theatro Pedro II de Ribeirão Preto (terceiro teatro de ópera do Brasil). Criou os corais da Cia. Minaz, atualmente com trezentos integrantes entre crianças, adolescentes e adultos. Coordenou Oficina de Produção na Oficina Cultural Cândido Portinari. Produziu e criou cenários e figurinos de espetáculos como: “O Barbeiro de Sevilha”, “Carmina Burana”, “Ópera do Malandro”, “Pagliacci”, Hair, “A Flauta Mágica” “Dido e Aeneas”, Acis e Galatea”, “Elixir do Amor” entre outros. Realizou e coordenou o projeto de criação do Teatro Minaz de Ribeirão Preto inaugurado em setembro de 2009 onde atua como diretor e produtor.
 Gisele Ganade - Diretora Artística Criadora da Cia. Minaz onde atua como diretora musical, regente, preparadora vocal e solista, integrou como cantora os corais do Theatro Municipal de São Paulo. Integrou as Orquestras Jovens da Sociedade Lítero Musical de Ribeirão Preto e de Campinas como violista. Foi orientadora de técnica vocal do Coralusp, Madrigal in casa, Coral IBM e Coral Petrobrás. Ministrou oficinas de canto na PUC de Campinas, Conservatório Carlos Gomes de Campinas, Casa da Cultura de Araraquara, Escola Municipal de Música de Jaboticabal, Oficina Cultural Cândido Portinari de Ribeirão Preto, 22o. Festival de Música de Londrina.
 Atuou como regente, regente coral ou solista em recitais, óperas, musicais e concertos como: La Serva Padrona de Pergolesi, A Flauta Mágica e Bodas de Fígaro de Mozart, Barbeiro de Sevilha de Rossini, Cavalleria Rusticana de Mascagni, Pagliacci de Leoncavallo, La Traviata de Verdi, Dido e Aeneas de Purcell, Basculho de Chaminé de Marcos Portugal, a cantata Carmina Burana de Orff, os musicais Ópera do Malandro de Chico Buarque, Saltimbancos de Enriquez, Hair de Rado / Ragni / MacDermot, Queen, Beatles, Missa da Coroação, Missa Brevis em D e Requiem de Mozart, Stabat Mater de Pergolesi, Missa di Gloria de Puccini, Chorus 10 de Villa – Lobos, Stabat Mater de Rosini tendo sido regida por maestros como Roberto Minczuk, Norton Morosowicz, Ricardo Bernardes, Claudio Cruz e Abel Rocha. 
Respondeu pela curadoria musical do Auditório Claudio Santoro em Campos do Jordão junto à ACAM (Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari) entre 2010-2016, e responde pela direção artística do Teatro Minaz e do Festival de Ópera de Ribeirão Preto Abel Rocha - Maestro Abel Rocha é um especialista em ópera, mas sua posição de destaque no cenário brasileiro se deve a uma atuação versátil e diversificada, no repertório sinfônico e também na direção musical de espetáculos cênicos, como balés, peças de teatro, e de diversos shows e musicais. Foi o responsável pela regência e direção musical de óperas do barroco de Monteverdi à modernidade de Schönberg e Debussy , passando por Handel, Mozart, Rossini, Donizetti, Verdi, Bizet e Puccini, entre outros, tendo realizado ainda a estreia mundial de títulos brasileiros como Anjo Negro, de João Guilherme Ripper, e A tempestade de Ronaldo Miranda. Entre 2004 e 2009, teve atuação marcante como diretor artístico e regente titular da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, onde empreendeu um profundo trabalho de reestruturação artística e administrativa. Nas temporadas de 2011 e 2012, foi Diretor artístico do Teatro Municipal de São Paulo e regente titular da Orquestra Sinfônica Municipal, tendo recebido diversos prêmios da crítica especializada pela programação lírica da casa. Além da carreira artística, Abel Rocha tendo sido professor e regente em diversos festivais de música e atualmente é professor de regência da Unesp. Formado pela Unesp, realizou especialização em regência de ópera na Robert-Schumann Musikhochschule de Düsseldorf, Alemanha, e obteve o doutorado pela Unicamp. Durante os anos de formação foi orientado por Hans Kast, Roberto Schnorrenberg e Eleazar de Carvalho. Mítia D’Acol - Maestro Aluno de doutorado em teoria musical na Jacobs School of Music da Universidade de Indiana, iniciou seus estudos em música aos sete anos de idade quando ingressou no coral Meninos Cantores da Cia. Minaz, no qual atuou como solista. No ano de 2006 iniciou seus estudos em regência e canto com a mãe e maestrina Gisele Ganade, e mais tarde aperfeiçoou seus estudos com o Maetro Abel Rocha no Instituto de Artes da UNESP. Atua como maestro do Madrigal Minaz e participou de diversos concertos do Coral Minaz como cantor, e de outros como maestro: lançamento do CD Mosaico; Stabat Mater de Vivaldi; os Ópera Estúdio A Flauta Mágica de Mozart e Carmen de Bizet; as Óperas Dido & Aeneas de Purcell, La Serva Padrona de Pergolesi e Acis and Galatea de Händel; e os musicais Hair e Jesus Christ Superstar. André Cruz - Diretor Cênico Nascido em Ribeirão Preto, ator desde 1992, começou sua carreira profissional no Grupo Fora do seÌ?rio, onde participou de vaÌ?rios festivais nacionais e internacionais, tendo em seu curriÌ?culo de ator peças importantes como O Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente, no papel de Diabo, que desde 2002 jaÌ? se apresentou em vaÌ?rias cidades brasileiras e A Ilha do Doutor Moreau de Amir Abdala inspirado na obra homoÌ‚nima de H.G Wells. Integra tambeÌ?m a Cia. de Teatro CornucoÌ?pia. Dirigiu as montagens realizadas pela Cia. Minaz das oÌ?peras A Flauta MaÌ?gica de Mozart, O Barbeiro de Sevilha de Rossini, Dido & Aeneas de Purcell e o The Telephone de Menotti, os musicais OÌ?pera do Malandro de Chico Buarque, Os Saltimbanco e Hair. Ainda com a Cia. Minaz dirigiu a cantata Carmina Burana de Carl Off e a oÌ?pera Pagliacci de Leon Cavallo. Ministra aulas de teatro e teÌ?cnicas circenses em Ribeirão Preto e Região. Ozório Christovam - Palestrante Formado em Comunicação Social pela UNESP – Bauru e doutor em MuÌ?sica pela ECA - USP, o tenor OzoÌ?rio Christovam desenvolve desde 1998 teÌ?cnica vocal e interpretação com a professora e maetrina Gisele Ganade, integrando como coralista e solista diversas apresentações da Cia. Minaz. O tenor participa regularmente de workshops com grandes cantores e maestros do cenaÌ?rio liÌ?rico brasileiro. Nestes anos, participou como solista em montagens como a cantata profana Carmina Burana de Carl Orff; os espetaÌ?culos de oÌ?pera estuÌ?dio de A Flauta MaÌ?gica de Mozart no papel de Tamino e O Barbeiro de Sevilha de Rossini no papel de Conde Almaviva; a oÌ?pera I Pagliacci de Leoncavallo como Arlechino; a oÌ?pera Basculho de ChamineÌ? de Marcos Portugal, Gianni Schicchi de Puccini, a OÌ?pera do Malandro de Chico Buarque, os Musicais Hair de Rado e Ragni e Jesus Cristo Superstar no papel tiÌ?tulo. EÌ? constantemente solistas em peças como a Missa de Requiem e Missa da Coroação de Mozart, Stabat Mater de Rossini. AleÌ?m de sua formação interpretativa eÌ? membro do LaboratoÌ?rio de Musicologia da FFCLRP-USP e do NuÌ?cleo Caravelas da Universidade Nova de Lisboa, publicando e participando de diversos congressos cientiÌ?ficos como o 13th International RIdIM Conference em Salvador, VI Congresso da Sociedade Chilena de Musicologia em Santiago/Chil e 19th Conference of International Musicological Society em Roma/ItaÌ?lia. Alexandre Galante - Assistente de Produção Natural da cidade de São Paulo, o tenor Alexandre Galante, iniciou em 2000 seus estudos em canto com a professora e diretora artiÌ?stica da Cia. Minaz, Gisele Ganade. EÌ? formado em muÌ?sica pela USP e constantemente aperfeiçoa-se em workshops e cursos com expoentes do cenaÌ?rio musical nacional e internacional, como Antonio Ordoñez (Espanha), Graciela Araya (Chile), Patrizia Cigna (ItaÌ?lia) e Joyce Didonato (EUA). Participou de inuÌ?meras montagens de oÌ?peras completas, oÌ?peras estuÌ?dio, concertos, cantatas, musicais e recitais, sob regeÌ‚ncia de importantes maestros. Foi o tenor solista na 1a apresentação completa da “Messa di Gloria” (Puccini) realizada na AmeÌ?rica do Sul, sob regeÌ‚ncia do maestro italiano Antonio Pantaneschi (diretor da orquestra internacional de Roma), em uma parceria entre a Cia. Minaz e a orquestra sinfoÌ‚nica de Campinas. Paralelamente aÌ€ muÌ?sica, vem sendo convidado para atuar em peças teatrais, o que justifica suas elogiadas atuações em musicais, oÌ?peras veristas, buffas e para TV como “Jesus Christ Superstar” de A. L. Webber (como Judas), “Pagliacci” de R. Leoncavallo (como Canio), “O Basculho de ChamineÌ?“ de M. Portugal (como o Dom Pieroto) e “The Telephone“ de G. Menotti (como Ben). Em 2006 começou sua carreira como professor de teÌ?cnica vocal e constantemente tem alunos participando de montagens de oÌ?pera, concertos e recitais, bem como ganhando concursos e sendo selecionados em audições pelo paiÌ?s e exterior em prestigiosoas instituições e festivais, como Bachakademie (Alemanha), Chorakademie (Alemanha), Lucerne Festival (Suiça) e Schleswig-Holstein Musik Festival (Alemanha). Alguns destes alunos solando a frente de maestros como Rolf Beck, Sir Simon Rattle e Long Yu. Como convidado, ministrou palestras e masterclasses no SESC, USP e UNICAMP.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.