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PRONAC 223301Apresentou prestação de contasMecenato

Pantanal: Agua e Fogo

EMEGE PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 1,06 mi
Aprovado
R$ 1,55 mi
Captado
R$ 948,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (7)
CNPJ/CPFNomeDataValor
40430971000196ITAU UNIBANCO ASSET MANAGEMENT LTDA1900-01-01R$ 250,0 mil
40415070000125Modal Controle Participacoes S/A1900-01-01R$ 250,0 mil
***690188**CANDIDO BOTELHO BRACHER1900-01-01R$ 243,0 mil
08902291000115CSN MINERACAO S.A.1900-01-01R$ 150,0 mil
***082508**ANIS CHACUR NETO1900-01-01R$ 30,0 mil
00345606000169Caraí Empreendimentos Ltda1900-01-01R$ 20,0 mil
05315032000108BELLALLUNA PARTICIPACOES LTDA.1900-01-01R$ 5,0 mil

Eficiência de captação

61.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
III.Exposições de Artes
Ano
22

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2022-12-29
Término

Resumo

Projeto cujo foco é abordar a região do Pantanal por meio de um conjunto de ações que contempla: a) exposição fotográfica com importantes fotógrafos documentaristas em atividade no país; b) ciclo de debates/encontros com personalidades de renome e especialistas em sua área de atuação, acerca do trabalho de preservação ambiental e seu registro artístico; c) produção de catálogo sobre a exposição.

Sinopse

EXPOSIÇÃO: serão exibidos 3 filmes documentários junto às obras fotográficas, criando uma imersão audiovisual do Pantanal.Os títulos selecionados para compor a mostra audiovisual são: i. "Ruivaldo, o homem que salvou a terra". Documentário, 45min, 2019, dirigido por Jorge Bodanzky e João Farkas. Sinopse: Acelerado pelo manejo incorreto de resíduos agrícolas, entre outros impactos da ação humana, o assoreamento dos rios é uma ameaça real à integridade do bioma pantaneiro. A região do rio Taquari vive uma tragédia ambiental, com grandes extensões de terra inutilizadas por inundação permanente ou erosão. O documentário desenha esse cenário a partir da fala e da luta de Ruivaldo Nery de Andrade, proprietário local que desenvolveu um sistema de diques artesanais para salvar sua terra e garantir a sobrevivência da família. ii. "Finado Taquari". Documentário, 22min, 2020, dirigido por Frico Guimarães. Sinopse: Na região de Corumbá, a tripulação do barco 20 de Janeiro mantém, como pode, a atividade de transportar passageiros, animais e carga por um Taquari assoreado. Via fundamental de acesso para muitas populações ribeirinhas, o rio já perdeu 150 quilômetros de leito. O filme foi premiado no 4º Festival de Cinema de Jaraguá do Sul e no Cine.Ema – Festival Nacional de Cinema Ambiental do Espírito Santo, ambos em 2021. iii. "Um rio desbocado". Documentário, 41min, 2022, dirigido por Frico Guimarães. Sinopse: Inspirado na poesia de Manoel de Barros, “Um Rio Desbocado” é o terceiro filme da Iniciativa Documenta Pantanal que retrata as questões do Rio Taquari. DEBATES/ENCONTROS: conversas com duração aproximada de 1h cada, com especialistas e pessoas de renome sobre a região pantaneira e suas práticas de conservação, comunicação e divulgação, que serão realizados em parceria com instituições socioambientais e culturais como SOS Pantanal, Instituto do Homem Pantaneiro, Instituto Moinho Cultural. Capacidade estimada para 30 pessoas. CATÁLOGO: catálogo impresso que reunirá textos e imagens sobre a exposição e o projeto "Pantanal: Água e Fogo", que será distribuído gratuitamente.

Objetivos

Dados da solicitação O projeto tem como objetivo principal trazer uma maior consciência sobre a região pantaneira e a importância da sua preservação para o equilíbrio de todo o ecossistema. Por meio de ações e atividades que mostrem ao público a potência, a beleza e a intensidade da vida humana, da flora e da fauna pantaneira em contraponto aos perigosos avanços dos incêndios promovidos pela falta de políticas públicas para a preservação desse bioma, que é considerado pela UNESCO como Patrimônio Natural Mundial e Reserva da Biosfera. Deste modo, o projeto está alinhado às finalidades previstas pelo artigo 3º do Decreto PRONAC, 11.453, de 2023, visando: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão - no caso, sendo aplicada ao campo da exposição de artes visuais e audiovisuais; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira - no caso, das comunidades e grupos pantaneiros; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional - ampliando a difusão da cultura pantaneira na principal metrópole do país, onde vivem as maiores diversidades de etnias, classes sociais, grupos econômicos etc; IV - promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial - por meio das ações educativas contempladas no projeto; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; - por meio da gratuidade no acesso ao projeto; Objetivos específicos a) EXPOSIÇÃO DE ARTES: exposição reunindo 80 fotografias dos fotógrafos documentais Lalo de Almeida e Luciano Candisani, no Instituto Tomie Ohtake (São Paulo/SP), com entrada gratuita ao público de terça a domingo, durante 2 meses; b) VISITAS GUIADAS: Realizar 2 visitas guiadas, uma envolvendo o curador e os fotógrafos da exposição e a outra o professor e biólogo Sandro Menezes Silva, que terá entrada gratuita para cerca de 150 pessoas no total das duas visitas e acontecerá em datas a serem acordadas dentro do período supracitado; c) CATÁLOGO: produção, publicação e distribuição de 3000 exemplares do catálogo da exposição com 16 páginas contendo textos informativos, fotos e imagens ilustrativas sobre o projeto e a região do Pantanal. d) ITINERÂNCIA NACIONAL: realizar a itinerância nacional da exposição Água Pantanal Fogo, em Brasília/DF.

Justificativa

Acreditamos que é de suma importância falar do Pantanal e trazê-lo para o debate social uma vez que a cultura produzida ali está intimamente ligada à natureza e aos saberes e práticas dos povos locais, que existem e resistem há muito tempo. É preciso resgatar essa cultura e tradição de práticas de manejo locais que respeitam os limites da natureza, minimizando assim as ações predatórias e de exploração ao meio ambiente, visando garantir a sustentabilidade dos povos locais e a preservação da região. Acreditamos ser ainda mais necessário levar a exposição fotográfica, que se apresenta como um manifesto em defesa da conservação do meio ambiente e um alerta para as consequências das mudanças climáticas, para a capital brasileira. Esta é uma oportunidade de chamar a atenção da sociedade e autoridades, na cidade onde as leis são votadas, para a importância da preservação ambiental e disseminação do conhecimento sobre este extenso e crucial bioma. O projeto visa, conforme consta no referido Art. 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, uma vez que permite entrada gratuita ao público em geral; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; e III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, ao abordar a cultura pantaneira, seus saberes e fazeres; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro, ao difundir a importância da preservação do meio ambiente, das riquezas naturais do Pantanal e do conhecimento do povo pantaneiro; O sucesso da novela ajudou a trazer um pouco mais de luz para as discussões ambientais, mas não podemos deixar o interesse se perder. O Pantanal é a maior planície alagável do planeta e, por isso, uma área que congrega uma das mais vastas biovidersidades que existem na Terra. A região vem sofrendo com os constantes ataques não só à sua preservação, mas principalmente à sua existência. O meio ambiente como um todo está sob grave ameaça no país e se não revertermos agora tal situação, não conseguiremos recuperar o equilíbrio necessário para a sobrevivência de milhares de espécies da flora e fauna - aquáticas e terrestres do local. Segundo o ICMBio, no Pantanal há registro de pelo menos 264 espécies de peixes, 652 de aves, 102 de mamíferos, 177 de répteis, 40 de anfíbios, além de milhares de borboletas. Sua fauna deriva em grande parte do cerrado e recebe influências da gigante Amazônia. A região do Pantanal é o habitat natural do maior felino das Américas, a onça pintada. A caça e a pesca ilegais não só à onça, mas a diversos outros animais, além das queimadas criminosas, têm colocado toda esta riqueza em colapso com possíveis riscos de extinção. É preciso ressaltar a importância do debate ambiental na agenda nacional em todas as instâncias e realizar esta exposição é uma das formas de trazermos para o público não apenas a riqueza ambiental do Pantanal, mas também mostrar a degradação produzida pela mão do homem. Luciano Candisani fotografa a vida que pulsa imensamente na flora e na fauna com as cheias dos rios e os territórios alagados. Lalo de Almeida fotografou os incêndios de 2020, em grande parte criminosos, com o intuito de gerar pastos para a pecuária. Somente no Mato Grosso foram 8,5 milhões de hectares do bioma atingidos pelas chamas, entre os meses de janeiro e novembro daquele ano - o índice equivale aos territórios dos Estados de Sergipe e Rio Grande do Norte juntos. Água e fogo. Vida e morte. Entre a cheia do rio e a devastação causada pelo fogo, temos um país que agoniza diante da sua falta de capacidade em gerir seus recursos naturais e no qual a força bruta e especulativa do agronegócio e da pecuária extensiva destroem a natureza com impactos assustadores e irrevogáveis sobre o clima, a poluição e a qualidade de vida, não somente local, mas nacional. Para cumprir as finalidades previstas no incisos citados do Artigo 1º, o projeto objetiva cumprir com o inciso II, do Art. 3º, com o "fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes", com a produção do catálogo da exposição; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres", com a realização da exposição fotográfica e da mostra de filmes documentários. O projeto também objetiva, segundo o inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens culturais e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos".

Estratégia de execução

Esse projeto tem o apoio da iniciativa Documenta Pantanal (https://documentapantanal.com.br), que já tem apoiado os projetos dos fotógrafos Luciano Candisani e Lalo de Almeida.A empresa proponente encontra-se em adequação da CNAE correspondente ao segmento da proposta de acordo com o anexo VIII da IN 01/2022. O trâmite deve ser concluído dentro de 7 a 10 dias, a contar a partir de 25/10/2022. O projeto também tem uma carta de intenção de patrocínio, que foi anexada ao sistema, e que transcrevemos abaixo, para solicitar celeridade na avaliação da proposta: CSN São Paulo, 06 de outubro de 2022Ao Ministério do TurismoSecretaria Especial de Cultura Ref: Termo de Compromisso de PatrocínioPatrocinador: Companhia Siderúrgica Nacional, CNPJ 32.042.730/0017-71Proponente: EMEGÊ PRODUÇÕES ARTÍSTICAS S/S LTDAProjeto: EXPOSIÇÃO ÁGUA E FOGOProposta: 379.387Data de validade: 31/12/2022Valor: R$ 410.000,00 Prezados, A Companhia Siderúrgica Nacional, inscrita no CNPJ sob o nº 32.042.730/0017-71, declara a intenção de patrocinar o PROJETO em destaque, utilizando-se de benfícios fiscais concedidos pelo imposto de renda, conforme a disponibilidade de valores dedutíveis de IRPJ nos termos da Lei de Apoio e Incentivo à Cultura na data do aporte.Atenciosamente, Monica FogazzaDiretora

Especificação técnica

O projeto acontecerá em 1 sala do Instituto Tomie Ohtake, localizado no bairro de Pinheiros, em São Paulo e na Galeria Principal da Caixa Cultural Brasília, na Distrito Federal. A EXPOSIÇÃO fotográfica acontecerá em 1 sala do Instituto e contará com 80 fotografias, com dimensões variando de 0,80cm a 1,50m de comprimento e serão dispostas nas paredes da sala destinada à exposição. Também será preciso montar painéis de madeira com largura aproximada de 10m para ajudar a dispor o material fotográfico. Ainda na exposição, haverá uma sala com projetores de imagens a fim de criar uma ambientação imersiva do Pantanal para o público. Os projetores terão capacidade média de 1000 lumens, a fim de garantir uma boa qualidade técnica. O CATÁLOGO da exposição em formato de jornal, prevê as seguintes dimensões: formato aberto: 630 x 460 mm; formato fechado: 315 x 460 mm; 16 páginas; Papel Pólen Bold 90grs 4x4 cores; acabamento: dobras, intercalação (sem grampo). As VISITAS GUIADAS acontecerão em 2 encontros com até 3 participantes cada, dentro do período da exposição, de forma presencial no espaço do Instituto Tomie Ohtake para cerca de 150 pessoas no total. A ITINERÂNCIA NACIONAL da exposição acontecerá nas dependências da Galeria Principal da Caixa Cultural Brasi?lia, localizada em Brasília, com o mesmo formato que ocorreu em São Paulo, no Instituto Tomie Ohtake: 80 fotos e sala de projeção imersiva.

Acessibilidade

EXPOSIÇÃOACESSIBILIDADE FÍSICA: o local possui rampas de acesso, elevadores, espaço previsto para circulação de cadeirantes, além de banheiros adaptados a pessoas com mobilidade reduzida e/ou com deficiência visual. Item da planilha orçamentária: locação de espaço de exposição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: a exposição fotográfica contará com recursos de audiodescrição das fotografias expostas e dos textos informativos da exposição. Os filmes que serão exibidos em conjunto com as fotografias contarão com recurso de audiodescrição. Item da planilha orçamentária: serviço prestado de audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Os filmes que serão exibidos em conjunto com as fotografias contarão com recurso de legenda descritiva. Item da planilha orçamentária: serviço prestado de legenda descritiva DEBATES/ENCONTROSACESSIBILIDADE FÍSICA: o local possui rampas de acesso e elevadores, além de assentos reservados para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Item da planilha orçamentária: locação de espaço de exposição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: por serem debates falados, pessoas com deficiência visual poderão acompanhar as falas sem maiores problemas ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: intérpretes de libras acompanharão os debates. Item da planilha orçamentária: serviço prestado de intérprete em libras

Democratização do acesso

Todas as atividades e produtos culturais previstos neste projeto terão gratuidade total. EXPOSIÇÃO: entrada gratuita a todo o público, mediante retirada de ingresso na bilheteria do espaço de realização, conforme capacidade de lotação indicada pelo espaço. VISITAS GUIADAS: participação gratuita, mediante capacidade de lotação de público indicado pelo espaço. CATÁLOGO: distribuição gratuita a todo o público que comparecer à exposição e desejar retirá-lo junto ao balcão de informações. Conforme consta no inciso I, do art. 23 da IN no 01/2022, será doado pelo projeto "no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados" Parte do projeto será realizado no Instituto Tomie Ohtake, que fica próximo ao metrô e às linhas de ônibus, garantindo facilidade no deslocamento até o local por meio do transporte público. ITINERÂNCIA NACIONAL: entrada gratuita a todo o público, mediante retirada de ingresso na bilheteria do espaço de realização, conforme capacidade de lotação indicada pelo espaço. O projeto prevê também, conforme indicado no Art. 24, da IN nº 01/2022, inciso III - "permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas".

Ficha técnica

Mônica Guimarães - Responsável pela empresa proponente, incluindo atividade técnico-financeira e Produtora Geral É produtora e Diretora nas áreas audiovisual e cênicas. Fundou a MoG Produtora no ano de 2004. Há 19 edições é Produtora Executiva do É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários. Dirigiu espetáculos de teatro, atuou, produziu e coproduziu documentários, dos quais se destacam “27 Cenas sobre Jorgen Leth”, com direção de Amir Labaki, e "Ruivaldo, o Homem que Salvou a Terra”, com direção de Jorge Bodanzky e co-direção de João Farkas. Em teatro vale destacar a direção e coprodução de “Depois do Ensaio” de Ingmar Bergman e a produção de “A Desumanização” de Valter Hugo Mãe, com direção de José Roberto Jardim. É gestora organizadora da iniciativa Documenta Pantanal. Eder Chiodetto – Curador Eder Chiodetto é mestre em Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Atuou como repórter-fotográfico (1991-1995), editor (1995-2004) e crítico de fotografia (1996-2010) no jornal Folha de S.Paulo. Hoje reúne as funções de jornalista, professor, curador e pesquisador de fotografia. Como docente ministrou, entre 2005 e 2010, aulas na Universidade Metodista de São Paulo e na Faculdade de Fotografia do Senac-SP. Como curador independente realizou, desde 2004, mais de 80 exposições no Brasil e no exterior. Chiodetto é também o curador do Clube de Colecionadores de Fotografia do MAM-SP desde 2006. Fundou o Ateliê Fotô em 2011. Lalo de Almeida - Fotógrafo/ artista Estudou fotografia no Instituto Europeo di Design em Milão, na Itália. Ingressou no fotojornalismo trabalhando em pequenas agências de Milão cobrindo a crônica policial da cidade. Ainda na Itália fotografou temas nacionais e internacionais como a guerra na Bósnia. De volta ao Brasil trabalhou no jornal Estado de S. Paulo, revista Veja e durante 23 anos trabalhou no jornal Folha de S.Paulo. Paralelamente ao trabalho na área jornalística, sempre desenvolveu trabalhos de fotografia documental como o projeto “O Homem e a Terra”, sobre as populações tradicionais brasileiras, que recebeu o Prêmio Máximo da I Bienal Internacional de Fotografia de Curitiba em 1996 e ganhou o Prêmio Fundação Conrado Wessel em 2007. Em 2017 seu ensaio sobre as vítimas do vírus Zika foi premiado no World Press Photo. Atualmente, além de colaborar regularmente nas áreas de fotografia, vídeo e multimídia com o jornal Folha de S.Paulo, fotografa para o The New York Times, desenvolvendo trabalhos para o jornal norte-americano no Brasil. Em 2021 venceu o World Press Photo com a Série Pantanal em cinzas, na qual registrou as queimadas do bioma em 2020. Luciano Candisani - Fotógrafo/ artista Luciano Candisani produz há duas décadas narrativas fotográficas que interpretam culturas tradicionais e ecossistemas ao redor do mundo. Suas imagens, reconhecidas com alguns dos principais prêmios da fotografia mundial, reúnem uma identidade estética e se equilibram de forma peculiar entre arte e documento. São imagens sempre carregadas com a motivação criativa do autor: mostrar a vida nos grandes espaços naturais remanescentes e alertar para a urgência de salvaguardar territórios e culturas em risco. Seus trabalhos aparecem em exposições, galerias de arte e museus ao redor do mundo e são publicadas por revistas conceituadas, como a norte-americana National Geographic e a alemã GEO, além de vários jornais, como o britânico The Guardian e os brasileiros O Estado de S. Paulo e Folha de S.Paulo, entre outros. Sua produção conta ainda com sete livros fotográficos, inúmeras matérias, workshops e palestras no Brasil e exterior.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-10-31
Locais de realização (3)
Brasília Distrito FederalRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo