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PRONAC 223388Projeto em execução - Encerrado prazo de captaçãoMecenato

REQUALIFICAÇÃO DO BLOCO 1 DO MAC SOROCABA

ASSOCIACAO DE EDUCACAO, CULTURA E ARTE (AECA)
Solicitado
R$ 1,26 mi
Aprovado
R$ 960,3 mil
Captado
R$ 690,3 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (4)
CNPJ/CPFNomeDataValor
16622284000198Metso Brasil Indústria e Comércio Ltda.1900-01-01R$ 239,0 mil
45913696000185Sorocaba Refrescos S/A1900-01-01R$ 202,0 mil
02877283000180Multi-Rio Operações Portuárias S/A1900-01-01R$ 150,0 mil
35820448000136White Martins Gases Industriais Ltda.1900-01-01R$ 99,3 mil

Eficiência de captação

71.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Criação Implantaç (Proj Construç Restaur Reforma)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
I.Conservação, construção e implantação de equipamentos culturais
Ano
22

Localização e período

UF principal
SP
Município
Sorocaba
Início
2023-05-02
Término

Resumo

Requalificação do prédio onde está instalado o MACS-Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba, priorizando-se o Bloco 1, de modo que as obras neste trecho estejam concluídas para atender às necessidades do museu e seus usuários. Inclui restauro parcial da fachada, tratamento de umidade, execução de novas esquadrias, criação de Sanitários, DML, Depósito, Biblioteca, Loja, Café, Recepção, Setor Administrativo, novos acessos, estacionamento, remodelação da Reserva Técnica e Galeria Expositiva 1 e obras de infraestrutura hidráulica e elétrica. Além disso, haverá intervenções no Bloco 3, como Auditório, Copa e Café .

Sinopse

Conservação e Restauro Metas a serem atingidas Conclusão e requalificação da sala expositiva 1 do MACS Construção de banheiros, jardinagem e equipamentos. Remoção de entulhos, concretagem da parte externa. Ações necessárias para a integridade do bem. A conclusão dessa obra é primordial para a integridade física do imóvel, que faz parte de um complexo maior de prédios tombados e, infelizmente, abandonados. Desta forma iremos habilitar o espaço para acolhimento de público da cidade de Sorocaba e de sua região metropolitana, humanizando o centro antigo desta cidade. Concluindo a obra, teremos atividades constantes e, maior visibilidade e atenção ao prédio e entorno.

Objetivos

Objetivo Geral: Avançar com as obras de requalificação do prédio que abriga o museu de modo que o Bloco 1 esteja todo preparado para atender às necessidades do museu e de seus usuários; Manter a instituição aberta e acessível a todas as camadas da população, contemplando uma programação com forte teor artístico e educativo e gratuito; Desenvolver de forma ativa a economia local através da demanda de serviços qualificados e treinar sua equipe interna (direta e indireta), para alcançar, manter e alcançar a excelência prevista em nossa missão; Gerar impactos sociais através da arte e cultura, por meio das artes visuais, como forma de diálogo com o ambiente, utilizando do sentimento de inclusão gerado nos visitantes. Aprimorar a governança e gestão financeira buscando maior sustentabilidade. V - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Com a finalização da requalificação do espaço do museu, será ampliado o acesso do público, para um espaço maior e com a total qualidade para receber as mais diversas exposições e atividades XIV - apoiar as atividades culturais de Belas Artes; Com essa requalificação, o museu passa a receber um número maior de atividades, pois seu espaço expositivo, será equipado com biblioteca, reforma da reserva técnica, estacionamento e calçadas acessíveis. Objetivo específico: Este trabalho contém propostas de intervenção, acabamentos e serviços a serem executados principalmente para adequação do Bloco 1 e Entorno para atender às novas necessidades do Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba (MACS). Apenas serão considerados para este trabalho alguns itens necessários para conclusão das obras e futuro funcionamento: Bloco 2: - Forro. Bloco 3: - Pavimento Térreo: portas de entrada e sinalização tátil. - Pavimento Superior: forro de madeira, bancadas de granito e metais para Café e Copa, portas de madeira internas (comuns e acústicas), mobiliário e vidro acústico para cabine técnica do Auditório e sinalização tátil. O Bloco 1 será dividido internamente para englobar os seguintes ambientes: Reserva Técnica, Biblioteca, Loja, Galeria 1, Sanitário Feminino, Sanitário Masculino, Sanitários PNE, DML, Café e Recepção no Pavimento Térreo e no Pavimento Superior (mezanino), setor Administrativo e Sala de Reuniões. A entrada principal do museu passará a ser na lateral direita do edifício, voltada para a avenida Afonso Vergueiro, posicionada de forma central no edifício. Desta forma, o museu terá o acesso facilitado para os Blocos 01 e 02. A Fachada Lateral Esquerda do Bloco 01 (voltada para a plataforma) passará por restauro.

Justificativa

A utilização Lei de Incentivo Federal, para a instituição é de grande importância, já que a instituição é de caráter privado, sem fins lucrativos e não recebe nenhuma subvenção pública, municipal, estadual ou federal. Há mais de 10 anos aberto para a visitação do publico e com um acervo de mais de 800 obras de importantes artistas da arte contemporânea nacional e internacional, o Museu de Arte Contemporânea, vive da colaboração de seus fundadores e alguns amigos. Todas as obras do acervo, foram doadas pelos artistas e empresários da região. As dificuldades nos últimos tempos têm sido muito grandes, para manter a estrutura, reformar um prédio público e manter as portas abertas para o público. E para complementar as chuvas desse verão, no dia 02 de dezembro, invadiram as galerias e reserva técnica do museu. Devido a grande umidade, a reserva teve que ser removida urgente para outro local mais seguro. Todas as paredes de drywall foram comprometidas pelas águas e serão derrubadas, para ganhar já esse novo espaço que se propõe neste projeto. Atendendo o Art. 1 da Lei 8313/91, a instituição se enquadra nos incisos: · Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: · I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; · II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; · III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; · IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; · V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; · VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; · VII. desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; · VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; · IX. priorizar o produto cultural originário do País. Com a conclusão deste projeto serão alcançados os seguintes objetivos do Art. 3° : Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: · I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: o a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; o b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; o c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; · II - fomento à produção cultural e artística, mediante: o a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; o b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; o c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; o d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; o e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; · III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: o a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; o b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; o c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; o d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; · IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: o a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; o b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; o c) fornecimento de recursos para o FNC e para fundações culturais com fins específicos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de caráter cultural; · V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: o a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens; o b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; o c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.

Estratégia de execução

Declaração de que esse projeto é uma produção da AECA- Associação de Educação Cultura e Arte e visa requalificar um prédio publico, para a continuidade das atividades do MACS- Museu de Arte Contemporanea que é mantido pela instituição. A AECA, possue um Termo de Parceria ( em anexo), firmado com a Prefeitura Municipal de Sorocaba, que detem a guarda de todo o patrimonio da Ferrovia Sorocabana. SEgue abaixo, um resumo da história da AECA e MACS. Apresentação da instituição A AECA – Associação de Educação Cultura e Arte, é uma instituição jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, político-partidários ou religiosos, com prazo de duração indeterminado e com título de OSCIP e responsável pela manutenção do MACS – Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba. Está sediada na cidade de Sorocaba, avenida Dr. Afonso Vergueiro, 280, centro, podendo atuar em qualquer parte do território nacional ou exterior. Seu quadro diretivo é formado por associados fundadores, efetivos e honorários. Os fundadores são os que participam das assembleias da instituição, ocupando cargos da direção executiva. Os efetivos, são os que estão participando, após a criação da instituição e também podem participar da diretoria. A instituição é administrada pelos seguintes órgãos: Assembleia Geral, Conselho de Administração, Diretoria, Conselho Fiscal, Conselho Consultivo e Departamentos. A Assembleia é formada por sócios fundadores e efetivos, que com direito a votos, elegem os membros da diretoria, dos conselhos e dos departamentos. Equipe O museu já teve em outros momentos uma equipe formada por departamentos: administrativo, educativo, comunicação, curadoria e acervo. Em função das crises econômicas enfrentadas no país nos últimos anos, estas equipes foram diminuindo e a pandemia levou o museu a sua pior situação em toda sua história. Apesar de combalida, a equipe fundadora do museu manteve um ritmo lento de atividades e todos hoje trabalham de forma voluntária para manter viva a instituição. Essa equipe de voluntários montou com muita determinação um enorme número de projetos em 2021 e espera que possam contribuir para a retomada em 2022. É importante ressaltar que a instituição não recebe nenhuma subvenção pública de forma recorrente. Este histórico tem como objetivo balizar todo o processo de Readequação do espaço do prédio anexo à Estação Ferroviária de Sorocaba (1875), antigo armazém de alimentos e prédio do Curso Ferroviário, que teve início em 2008, logo após assinatura do Termo de Parceria entre a Prefeitura Municipal de Sorocaba, cessionária dos direitos de posse dos armazéns anexo a estação e a AECA- Associação de Educação, Cultura e Arte Sorocaba. A instituição tem empenhado esforços para mobilizar recursos para o Restauro, Preservação, Ampliação e Requalificação deste importante patrimônio material, tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico, Turístico do Estado de São Paulo-Condephaat desde 2011 sob o registro 64204/2011 e pelo Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Artístico, Arquitetônico, Turístico e Paisagístico de Sorocaba-CMDP, desde 2016 sob o registro 22.147/2016. Com a readequação total do prédio, onde atualmente está sediado o museu, as atividades irão beneficiar diretamente a população da cidade e consequentemente da região metropolitana colocando Sorocaba como polo das artes visuais no cenário nacional e dinamizando e revitalizando a região central de Sorocaba, que infelizmente estava abandonada pelos órgãos oficiais na ocasião da inauguração deste museu. A AECA é uma Associação fundada em 2004 e aberta ao público em 2010, com o objetivo de criar e administrar o Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba (MACS). A instituição foi qualificada como OSCIP em 2007 e conta desde então com o apoio técnico da Prefeitura Municipal de Sorocaba, da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa e através do Sisem, da Secretaria Especial da Cultura, assim como do IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus). O MACS é fruto do entusiasmo de um aguerrido grupo de empresários, intelectuais e artistas sorocabanos que criaram um museu vivo e dinâmico. Com apoio do poder público e de empresários, o grupo está transformando o antigo armazém ferroviário em um museu, voltado para a contemporaneidade e que será dotado das mais avançadas técnicas museológicas. Este museu não nasceu a partir de uma coleção ou uma grande fortuna, mas sim do desejo de pessoas comuns em criar um espaço voltado para as artes visuais no interior. Esse projeto também conta com a inestimável colaboração de museólogos, curadores e artistas do cenário nacional e internacional que reforçam a importância da iniciativa e seu próprio ineditismo. O museólogo Prof. Dr. Fábio Magalhães é o responsável pelo projeto museológico e diretor artístico da unidade e o arquiteto Pedro Mendes da Rocha foi o responsável pela primeira fase do projeto arquitetônico. A estratégia sempre foi recuperar um monumento importante tombado pelo Condephaat e assim requalificar o relevante patrimônio histórico datado de 1875, passando de um galpão abandonado para um Museu de Arte Contemporânea, dinamizando e revitalizando a região central de Sorocaba. Abrigado em dois antigos galpões da extinta Estação Ferroviária de Sorocaba, o museu continua sendo requalificado e mantido com recursos privados e públicos através de editais e leis de incentivo e não recebe nenhuma subvenção pública de forma recorrente. A instituição conta hoje com um espaço expositivo de 350 m² e está finalizando uma nova área expositiva de 700 m². O acervo do museu conta com cerca de 700 obras, com pinturas, gravuras, esculturas, instalações, entre outros. Uma das mais importantes características da criação do MACS é a descentralização da arte e da cultura, criando um equipamento de qualidade voltado prioritariamente para as artes visuais no interior do Estado de São Paulo, tão carente de equipamentos culturais de qualidade. Uma das mais importantes características da criação do MACS é a descentralização da arte e da cultura, criando um equipamento de qualidade voltado prioritariamente para as artes visuais no interior do Estado de São Paulo, tão carente de equipamentos culturais de qualidade além de criação de um acervo de arte contemporânea, inexistente até então. Em 2008, através de sua diretora administrativa, Silvia Stecca, iniciou as tratativas junto a Prefeitura Municipal de Sorocaba, no sentido que ocupar imediatamente o prédio anexo da Estação Ferroviária, cumprindo assim o Termo de Cooperação Técnica assinado em fevereiro daquele ano. E também foi realizada uma consulta junto ao Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio que não fez qualquer objeção com relação a reforma e solicitando uma aprovação do Condephaat. No ano de 2009, muitos contatos do museu com a prefeitura e CMDP foram realizados no sentido de manter algumas reformas urgentes e básicas no espaço, como por exemplo o piso, telhado e paredes. Nesse mesmo ano, por estar a entidade entrando com um Projeto de Incentivo na Lei Rouanet, e atendendo ao CMDP fez-se uma consulta ao Condephaat, através do ofício UPPH/GT 479/09 sobre aprovação do projeto de reforma do prédio, onde será implantado o Macs, recebemos a informação de que o imóvel não era tombado e não estava em estudo de tombamento, estando o projeto isento de aprovação por parte daquele órgão. Dando continuidade a adequação do espaço, para a instalação do museu, em fevereiro de 2010, iniciou-se as tratativas para a demolição de uma edificação anexa ao edifício histórico. Os primeiros contatos foram realizados junto ao CMDP que solicitou um parecer do Iphan que respondeu positivamente para a demolição de acréscimos descaracterizados. Em março de 2010, o Macs, solicitou ao IAB- Núcleo Sorocaba, a utilização de uma sala do Chalé Francês, para acomodar seu setor administrativo. Desde a utilização da unidade Chalé Francês o MACS apresenta um número crescente de público, alcançando o auge em 2012 e 2013 (1.200 e 18.000 visitantes respectivamente). Foi em 2012, que após uma reforma do telhado, realizada com verba da Prefeitura Municipal de Sorocaba, o museu realizou sua primeira exposição no anexo da estação, onde está sediado atualmente e onde prevê as benfeitorias aqui solicitadas. Esse avanço em 2014 foi reduzido, pois com o início dos processos de reforma a galeria 1 da nova unidade, no anexo da Estação Ferroviária de Sorocaba, passou a não ser mais utilizada. Dessa forma, todas as atividades de 2014 e 2015 ficaram concentradas na unidade do Chalé Francês. Em 2013, após um longo trabalho de busca de verba, através da deputada estadual Maria Lúcia Amary, a Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo destinou uma verba para a realização da construção do acesso para as dependências do Macs. Essa verba foi gerida pela Prefeitura de Sorocaba, através do Convênio 2012CV00103 e as obras foram iniciadas em 2013 e em 2015, em função de problemas técnicos de cálculos e por estar o país, num momento de uma crise econômica a empresa construtora resolveu por interromper seus trabalhos e as obras foram paradas. Nessa fase, a empresa iniciou toda a infraestrutura de base, com relação a fundação do prédio, ergueu algumas paredes e instalou a Caixa D´água. Em 2013, o Museu entrou no Edital do FID e em 2017, assinou o Termo de Parceria do projeto SJDC/FID N. 01/2017 e nos primeiros meses de 2018 iniciaram-se as obras, para requalificação da sala expositiva 2, auditório e banheiros acessíveis e elevador. Essa obra está em andamento. Entre 2018 e 2019, as paredes externas da Sala expositiva 2 e auditório foram totalmente reconstituídas, com a colaboração de arquitetos do CMDP, como a utilização do próprio pó dos tijolos do prédio, para reconstruir os desgastes do tempo nas paredes. A pintura das paredes, também foram resultados de uma pesquisa histórica para chegar à cor original do prédio histórico. As janelas que ficam na área de fundo do prédio, ganharam chapas de ferro, para assim proteger de possíveis vandalismos. O teto do auditório e suas estruturas, bem conservadas, ganhou nova camada de protetor térmico. A sala do auditório foi a que mais obras recebeu, com a elevação do piso, construção de banheiros masculinos e femininos e acessíveis, área de apoio de café, camarins, palco elevado, estruturas para iluminação e ar condicionado. A escada foi alterada, para atender as normas de segurança. Um elevador já está instalado, para a acessibilidade para a área do auditório que fica no piso superior. A Sala expositiva 2, na parte térrea, ganhou paredes de drywall em todo seu entorno e estruturas para iluminação. O piso, as paredes e o teto foram reconstituídos mantendo toda sua estrutura histórica. Acervo de Obras de Arte O MACS iniciou suas atividades sem nenhuma obra em seu acervo. Atualmente, nos 11 anos foram concretizadas 700 obras que se mantêm em um crescimento gradativo a cada novo ano. Este conjunto de obras é formado por desenhos, pinturas, gravuras, esculturas, instalações e objetos. O recorte sugerido pelo diretor artístico são obras a partir da década de 70 priorizando em sua maioria artistas brasileiros e também de alguns estrangeiros. Essas obras chegaram ao museu através de doações ou mesmo de compra (viabilizada pela iniciativa privada, editais e projetos incentivados), que permitem a ampliação do mesmo. As obras estão inventariadas e à espera de uma catalogação definitiva com um novo programa de acervo. Algumas dessas obras estão instaladas no espaço público urbano da cidade de Sorocaba, o que contribui para a formação de público em artes visuais. Histórico das atividades. O MACS está aberto à visitação pública há mais de uma década, com atividades de acesso gratuito e de atendimento a todos os setores da sociedade. · Exposições · Workshops e cursos: · Palestras: · Viagens culturais: Inclui-se nesse histórico de atividades, também as conquistas que o MACS desenvolveu durante esse período de tempo: · Público e instituições atendidas nos últimos 11 anos de atividades: · Público total atendido: cerca de 160.000 pessoas; · Escolas totais atendidas: 800 escolas; · Cidades atendidas da região: 12 cidades; · Consultorias e assessoria técnica gratuita: 2.200 horas; · Obras no acervo: 700 Público atendidoComo centro de suas ações, o MACS, tem uma estrutura voltada ao atendimento direto do público geral da cidade e da região Metropolitana de Sorocaba (atendendo as 12 cidades da região administrativa com uma população de pouco mais de 2 milhões de habitantes). O MACS nesse período de existência já recebeu mais de 160.000 pessoas, assim como 800 escolas da rede pública estadual e municipal visitaram o museu participando das atividades educativas de mediação cultural. O projeto que aqui será apresentado irá habilitar o auditório e as novas salas expositivas onde poderemos implementar a lojinha do museu, o próprio auditório e, ampliar o acesso ao público promovendo maior engajamento da população, incentivando o turismo, capacitando profissionalmente a população interessada, fortalecendo institucionalmente o MACS e promovendo maior sustentabilidade financeira da instituição. Objetivos Para o melhor entendimento do projeto proposto, é necessário contextualizar a situação atual do museu. O MACS é um museu privado, criado para atender as demandas de uma região que naquele momento da sua criação não tinha nenhum espaço cultural voltado prioritariamente às artes visuais. O MACS, mesmo sendo privado, não nasce de uma grande coleção ou uma grande fortuna, mas do desejo de cidadãos interessados no desenvolvimento cultural e artístico de sua cidade. Conta com o Prof. Fábio Magalhães, museólogo responsável pelo museu e pelo plano museológico estratégico do MACS. Dessa forma o MACS se enquadra no seleto grupo de museus nacionais que possuem esse profissional, essencial para o funcionamento da unidade. As atividades propostas neste projeto seguem alinhadas com o novo momento em que o mundo se encontra, e esperando que após a pandemia ser controlada, a instituição possa seguir com uma programação artística e educativa sem interrupções e totalmente requalificada para o acolhimento do público. Para definir e esclarecer os objetivos, é importante demonstrar sobre quais pilares a instituição foi criada. Esses princípios são os valores sedimentados da instituição e que a mantém enquanto instituição fomentadora de cultura e formadora através de suas ações educativas. São princípios básicos da instituição: · Ética; · Transparência; · Dinamismo; · Inovação; · Sustentabilidade; · Determinação; · Pioneirismo. A partir desses princípios, temos como missão da instituição: “Manter um Museu de Arte Contemporânea no interior de São Paulo, capaz de operar no mesmo nível técnico das melhores instituições congêneres do país, formando e educando um novo público para as artes visuais.” Por fim, a visão do museu para os próximos anos torna-se: “Aprimorar constantemente a governança da instituição para que seja capaz de alcançar todos os objetivos previstos em seu plano museológico e administrativo”. Nossos objetivos são: · Finalizar a requalificação do prédio que abriga o museu; · Implementar acessibilidade em todos espaços físicos do museu, gerando segurança e conforto para todos os públicos; · Manter a instituição aberta e acessível a todas as camadas da população, contemplando uma programação com forte teor artístico e educativo e gratuito; · Desenvolver de forma ativa a economia local através da demanda de serviços qualificados e treinar sua equipe interna (direta e indireta), para alcançar, manter e alcançar a excelência prevista em nossa missão; · Gerar impactos sociais através da arte e cultura, por meio das artes visuais, como forma de diálogo com o ambiente, utilizando do sentimento de inclusão gerado nos visitantes. · Aprimorar a governança e gestão financeira buscando maior sustentabilidade. ORGANOGRAMA O Museu de Arte de Arte Contemporânea de Sorocaba tem em seu quadro executivo uma equipe formada por associados fundadores e efetivos que trabalham de forma voluntária para estruturar de forma profissional a gestão do museu. Essa equipe se alterna na estruturação do planejamento estratégico e orçamentário da instituição, criando uma relação com os sócios e fortalecendo o valor percebido da marca MACS a nível municipal, estadual e nacional. Embora a instituição tenha sofrido com a falta de recursos e as demissões que foram necessárias, o quadro executivo voluntário tem empregado esforços constantes na melhoria da governança. Para tal, os associados têm usado das suas relações para conseguir trabalhos voluntários e probo no, com o intuito de manter a melhoria e desenvolvimento nas ações e nos projetos de captação de recursos. Nesses 11 anos abertos ao público a instituição conseguiu implantar de forma faseada as seguintes ferramentas de gestão administrativa e museológica: · Criou-se um organograma · Toda a habilitação da instituição com relação a documentação do prédio ocupado pelo museu está em dia, tais como: Condephaat, Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Artístico, Arquitetônico, Turístico e Paisagístico de Sorocaba · Toda a habilitação da instituição com relação aos órgãos públicos está atualizada: Sisem, Ibram, Ministério da Justiça, · Toda a documentação interna da instituição está em dia, tais como: atas de assembleias registradas, assembleias realizadas dentro das datas · previstas, balancetes, prestação de contas devidamente transparentes e publicadas, pareceres e aprovações do conselho fiscal, auditoria externa quando necessária; · Acervo devidamente inventariado e parcialmente catalogado e tombado; · Ainda em relação ao acervo foi criado protocolos e documentação de: empréstimo, comodato, itinerância, loam form, facility report; · Contrato de voluntariado; · Plano museológico sendo revisado para ser entregue em 2022; · Projeto educativo que está sendo implantado de forma faseada e que prevê ênfase a educação museal para crianças; · Contratos de estagiários em especial com parceria junto às universidades locais; · Programa: Amigos do Macs · Assessoria gratuita para artistas e produtores locais nas áreas de formatação de projetos; · Assessoria museológica para museus no interior do Estado nas áreas de gestão de acervos, montagem de exposições entre outros assuntos, inclusive em parceria com o SISEM. · A sustentabilidade financeira da instituição é de forma fracionada e de diversas maneiras. O museu não recebe nenhuma subvenção pública de forma recorrente, ou seja, não tem convênio com nenhuma instância pública, seja federal, estadual ou municipal. · Desde o início de sua formação, a instituição contou com o apoio e aporte de associados fundadores e efetivos a inúmeros eventos que realiza para captação de recursos. · Além disso, depois de mais de uma década de funcionamento a equipe voluntária que está à frente do museu se qualificou na formatação de projetos desenvolvendo capacidade técnica na contemplação de editais e leis de incentivo fiscal. · Os planos de governança do museu preveem a criação de um fundo de endowment para os próximos 5 anos. · Dessa forma, através de um conjunto de ações e inúmeros projetos, foi possível até hoje manter em funcionamento o museu ao mesmo tempo que se requalifica o prédio ocupado pelo mesmo. · Ações de captação através de projetos: · Lei de Incentivo Federal · ProaC ICMS · ProaC Editais · Editais de empresas e estatais · Prêmios · Editais de Secretarias de Estado e Órgãos Federais (IBRAM) e verbas internacionais · · Dentre as atividades realizadas estão: · Cursos · Palestras · Leilões de Arte Contemporânea · Jantares/Almoços · Bazares de Artesanato · · Outras Fontes de Recursos: · Emendas Parlamentares · Doações de associados · Amigos do Museu Embora não seja mensurado como capital, o museu conseguiu formar um acervo avaliado em mais de 15 milhões de reais. Nos últimos anos, a instituição conseguiu imunidade tributária a fim de regularizar a questão de declaração no imposto de renda das obras sob a guarda da instituição. A confiança com que artistas, colecionadores, galeristas e instituições congêneres depositam quando doam obras importantes para este acervo, são uma prova da crença na continuidade da instituição. A instituição AECA, tem um relacionamento com a Prefeitura Municipal, no sentido de contar com apoio em várias atividades públicas, como exposições e empréstimos de obras. A instituição tem aprovado projetos com equipe interna e voluntária desde o início de sua formação. Além de projetos como planos anuais de atividades e de exposições, a equipe tem empenhado esforços na requalificação do prédio que abriga o museu usando editais e leis de incentivo fiscal. De todos os projetos realizados até o momento, o de maior complexidade foi o Edital do FID - Fundo de Interesses Difusos da Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania de São Paulo. Este edital previu a requalificação de uma área expositiva de 700 metros de quadrados e o auditório sem mobília e equipamentos. Este projeto está em fase final de execução aguardando apenas o terceiro e último aporte.

Especificação técnica

Este trabalho contém propostas de intervenção, acabamentos e serviços a serem executados principalmente para adequação do Bloco 1 e Entorno para atender às novas necessidades do Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba (MACS). Serão considerados para este projeto itens necessários para conclusão das obras e futuro funcionamento: Bloco 2: - Forro. Bloco 3: - Pavimento Térreo: portas de entrada e sinalização tátil. - Pavimento Superior: forro de madeira, bancadas de granito e metais para Café e Copa, portas de madeira internas (comuns e acústicas), mobiliário e vidro acústico para cabine técnica do Auditório e sinalização tátil. Nesta proposta, o Bloco 1 será dividido internamente para englobar os seguintes ambientes: Reserva Técnica, Biblioteca, Loja, Galeria 1, Sanitário Feminino, Sanitário Masculino, Sanitários PNE, DML, Café e Recepção no Pavimento Térreo e no Pavimento Superior (mezanino), setor Administrativo e Sala de Reuniões. Propõe-se que a entrada principal do museu passe a ser na lateral direita do edifício, voltada para a avenida Afonso Vergueiro, posicionada de forma central no edifício. Desta forma, o museu terá o acesso facilitado para os Blocos 01 e 02. E a ideia é que o espaço livre existente nessa lateral (entre o edifício e a avenida), passe a ser futuramente uma praça, priorizando o pedestre, com ambientes de estar, de contemplação e atividades ao ar livre. No entanto, essa praça exclusiva para os pedestres só poderá ser executada quando uma nova área para estacionamento for definida. Dessa forma, no momento, essa lateral sofrerá apenas intervenções leves para que ainda tenha área disponível para estacionamento. Certamente, com esse novo acesso, amplo, pela lateral do edifício, o museu ganhará mais visibilidade e estará mais integrado à paisagem urbana. Hoje, sua entrada, perpendicular à avenida, é muito tímida e pouco visível, inclusive pelo nível desfavorecido de implantação do edifício, rebaixado em relação à avenida. Em relação ao edifício, externamente, apenas a Fachada Lateral Esquerda do Bloco 01 (voltada para a plataforma) precisará de restauro. Todo o restante já passou por esse processo e precisará apenas de manutenção, tratamento da umidade e recomposição de algumas partes faltantes. Para tratamento dessas patologias, deverão ser seguidos os mesmos métodos utilizados no restante do edifício, anteriormente aprovados. Entendemos que restaurar ou revitalizar um edifício histórico não implique necessariamente em recuperar suas características originais. Principalmente quando o edifício já tenha sofrido inúmeras intervenções ao longo dos anos, como é o caso deste. Das paredes da construção original do Armazém de Abastecimento/Oficina (Bloco 01) restaram apenas indícios das aberturas em arco pleno. Na Fachada Lateral Direita, voltada para a avenida, todos os vãos foram fechados com tijolos e em alguns trechos inclusive rebocados. Esta é, certamente, a mais descaracterizada de todo o conjunto. Na Fachada Lateral Esquerda, voltada para a plataforma de trens, todas essas aberturas em arco pleno foram substituídas por esquadrias retangulares, com certo cuidado, com ritmo em sua modulação, molduras em torno das esquadrias e marcação dos supostos pilares. São as mesmas características encontradas no prédio do Curso Ferroviário (Bloco 03). Provavelmente, procurou-se adotar para o prédio do Bloco 01 as mesmas características (“modernas” para a época) do prédio do Curso Ferroviário (Bloco 03), que foi construído posteriormente. Quanto às esquadrias originais de ferro e vidro com partes faltantes, propomos sua recomposição, considerando-se que ainda existam exemplares similares e que a técnica construtiva ainda seja existente (serralheria e vidraçaria). Serão removidas aquelas que claramente são intervenções posteriores, de outros tamanhos, que prejudicam a estética do edifício. E algumas receberão como elemento extra, tela ou chapa de aço para proteção contra o vandalismo presente no local, mas preservando-se as esquadrias originais e priorizando-se a reversibilidade. O tratamento das patologias, os serviços a serem executados e materiais de acabamento propostos estão descritos no Memorial Descritivo e poderão ser melhor compreendidos através das pranchas do Projeto Arquitetônico, Projetos Complementares e Planilha Orçamentária.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE Por se tratar de uma requalificação de espaço, vamos listar aqui os itens da planilha que atendem a questão de acessibilidade, direta: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Item 11- Bacia Sanitária APCD Itens 14 e 15- Barras de apoio para vaso e lavatório ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Item 21- Contrapiso, para a criação de uma rampa de acesso na entrada do museu Item 49- Lavatório acessivel Como o museu está em funcionamento desde 2011, a questão de acessibilidade vem sendo atendida através de : - Mediadores são formados para a atendimento aos idosos, pessoas com deficiência auditiva, visual, fisica e lingua estrangeira, libras. Não constam na planilha, por serem cobertas por outros projetos. -As legendas das obras expostas são acompanhadas de QrCode com audiodescrição. Não constam na planilha, por serem cobertas por outros projetos. -Está prevista execução de calçada para pedestres em toda extensão da lateral direita do edifício. Será executada com piso cimentício medindo 1,40 m de largura vindo em nível da calçada pública.Nessa calçada, estão previstas instalações de piso tátil cimentício (direcional e alerta) em placas de 25x25 cm para que o edifício seja acessível por todos (cadeirantes, idosos, deficientes visuais, etc) -Na área interna, toda a circulação será em nível, sem degraus e haverá instalação de piso tátil de inox.-Será prevista também instalação de plataforma elevatória semi-cabinada medindo 1,10 x 1,30 m com enclausuramento em tela artística metálica para acesso do pavimento térreo ao mezanino.-Para o auditório, já está instalado um elevador. Não constam na planilha, por serem cobertas por outros projetos. Também estão previstas placas para sinalização tátil em braille para corrimão e uma mapa com a planta do espaços próprios e outros, através de doação de empresas parceiras.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso: IN 01/22 Art. 23 O Plano de Distribuição da proposta deve assegurar a democratização do acesso (Anexo I) aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo: Todas as atividades a serem desenvolvidas no espaço tem caráter totalmente gratuito. O acesso a exposições, pesquisa na biblioteca e sessões de atividades oficineiras e espetáculos, são abertas. Ampliação de Acesso: IN 01/22 Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso · VIII – ações culturais de contrapartida com foco na promoção e a participação de pessoas com deficiência e de idosos em concursos de prêmios no campo das artes, cultura e das letras; Pois as exposições abertas a visitação contem QRCode para falicitar o entendimento das pessoas com deficiência visual e com mediação para os deficiente auditivos em libra.

Ficha técnica

Silvia Helena Stecca Coelho- Presidente Cabe a presidente, gerenciar e aprovar todas as atividades a serem desenvolvidas dentro deste projeto, acompanhar e aprovar todo o processo executivo e financeiro, como planilhas de custos, analise de propostas de fornecedores, compras, pagamentos, prazos e fechamento dos relatórios financeiros Maria Cristina Ayres de Oliveira Delanhesi – Diretora Financeira Cabe a diretora, acompanhar e aprovar todo o processo executivo e financeiro, como planilhas de custos, analise de propostas de fornecedores, compras, pagamentos, prazos e fechamento e aprovação dos relatórios financeiros. Luciana Valsechi- Arquiteta Cabe a arquiteta acompanhar o andamento da obra, realizando os ajustes necessários, atendendo ao tempo de aprovação do projeto e possiveis alterações. Marta Lima Dias da Silva – Coordenadora de projeto Cabe a coordenação, realizar todo o relatório de prestação de contas e acompanhar a realização de todas as ações que constam no projeto, para que sejam desenvolvidas, dentro das exigências das normativas. Curriculum Silvia Helena Stecca Coelho- Presidente Nasceu em São Paulo, Brasil em 1970. Estudou engenharia agrônoma de 1988-1992, trabalhando por 12 anos como paisagista em Sorocaba e região. Em 2001 viveu em Minnesota EUA e desde 2004 participou da fundação e criação do Macs- Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba, exercendo os cargos de diretora executiva, diretora administrativa e colaboradora na área social, desenvolvendo uma série de eventos e atividades para captação de verbas e associados ao MACS. De 2014 a 2018, vive em Barcelona, onde trabalha na produção e representação de artistas brasileiros, organizando a exposição Estrella Guia, el nuevo arte contemporâneo de Brasil na galeria Espai Marc Llimós, Artéria e Kaomi gallery. Em 2022 atuou como produtora no projeto "Blind Wiki- Desvendar o invisivel no trajeto cultura" realizado em São Paulo e Sorocaba, com verba do PROAC EStadual. Atualmente é presidente do MACS- MUseu de Arte Contemporânea de Sorocaba. Maria Cristina Ayres de Oliveira Delanhesi – Diretora Financeira Produtora cultural. Experiência na formatação de projetos culturais e produção executiva de maneira independente ou em parceria com poder público. Faz captação de recursos para projetos culturais e organização de exposição e venda de obras de arte. Experiência na produção de concertos de música clássica e balé contemporâneo. Desde 1998 – Atua como art dealer e produtora cultural. Foi uma das pessoas que criou e coordenou na cidade de Sorocaba o “Projeto Art’É” no período de 2000 a 2004. Produziu durante dois anos, entre 2005 e 2006 uma série de Concertos Internacionais nas cidades de Sorocaba e Campinas. Trabalha na organização de exposições com artistas plásticos renomados como Caciporé Torres, Cláudio Tozzi, Antonio Henrique Amaral, Antonio Peticov, Carla Amaral, Pedro Lopes,Lúcia Castanho,entre outros. Trabalhou na produção de espetáculos de dança contemporânea com grandes companhias como Cisne Negro e Cia de Dança Deborah Colker, em inúmeras cidades do interior tais como; Sorocaba, Campinas, Votorantim, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Santos e Franca. Tem grande experiência na organização de palestras, seminários e oficinas culturais. É sócia fundadora e Financeira da AECA - Associação de Educação Cultura e Arte, uma OSCIP que administra o MACS- Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba. Atualmente é proprietária da Dan Galeria Interior. Luciana Valsechi- Arquiteta Luciana Gonçalves Valsechi é arquiteta, formada pela Universidade Mackenzie – São Paulo/SP, com especialização em Patrimônio Histórico e Restauro pela PUCCAMP – Campinas/SP. Desde 1999, trabalha como arquiteta autônoma elaborando projetos residenciais, comerciais, institucionais, de restauro e expográficos. Foi responsável pelo projeto de restauro e obras da residência conhecida como Chalé Francês que faz parte do Complexo Ferroviário de Sorocaba. Foi responsável pela pesquisa histórica e iconográfica da Fábrica de Tecidos Nossa Senhora da Ponte e Fábrica Santo Antônio para instalação do Shopping Pátio Cianê em Sorocaba/SP e da Estação Ferroviária de Sorocaba para implantação do MACS nos galpões anexos (2012). Para o SESC Sorocaba, elaborou projetos expográficos para as exposições “Ciranda das Mãos” – Cia. Tempo de Brincar (2016) e “Descolonizando o Brasil” – Maria Thereza Alves (2018) e projetou e executou a ambientação para a “10ª Conferência Internacional de Educação Ambiental e Sustentabilidade” (2019), para o SESC Verão 2018 e SESC Verão 2020. Tem como principal cliente institucional, a Escola Infantil e Fundamental Bilíngue Maple Bear, unidade Sorocaba. Paralelamente, fez parte da diretoria do IAB (Instituto de Arquitetos do Brasil - Regional Sorocaba) e foi conselheira do CMDP (Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio de Sorocaba) de 2000 a 2019. Marta Lima Dias da Silva – Coordenadora de projeto Jornalista profissional, registrada sob o número 17.627, Coordenadora de projetos e Arte e Educadora. É diretora proprietária da Madri Comunicação e Assessoria Ltda/Editora TCM e sócia da Agência de publicidade da NucleoTCM, ambas sediadas na cidade de Sorocaba. Foi membro da Diretoria da ASI-Associação Sorocabana de Imprensa. Foi membro do Conselho Municipal de Cultura de Sorocaba. Já atuou como jornalista de 1970 até 1996, como responsável das páginas de arte e cultura nos jornais Folha de Londrina, Paraná e Jornal Cruzeiro do Sul de Sorocaba. Por 10 anos de 1989 a 1999, atuou como assessora executiva da Associação de Eventos Culturais de Sorocaba. Já participou dos seguintes cursos: Agente Cultural da Secretaria de Estado da Cultura, Curso avançado da Lei de Incentivo Federal, Administração de Média Empresas, Capacitação para Elaboração de Projetos de Incentivo, Capacitação para Museus I e II, Estrutura Operacional de Acervos e Reserva Técnica, Noções de Internet em Técnicas de Estudos, Política de Acervo, Comunicação em Museus.Em 2022 atuou como propodente e coordenadora no projeto "Blind Wiki- Desvendar o invisivel no trajeto cultura" realizado em São Paulo e Sorocaba, com verba do PROAC Desde 2011 atua como Coordenadora de projetos do MACS-Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba.

Providência

PERÍODO DE EXECUÇÃO DO PROJETO ATUALIZADO.

2026-05-31
Locais de realização (1)
Sorocaba São Paulo