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PRONAC 223449InadimplenteMecenato

CORAL E ORQUESTRA INFANTIL DE PARAISOPOLIS

PAULO EDUARDO DE MELLO RYDLEWSKI
Solicitado
R$ 400,2 mil
Aprovado
R$ 394,9 mil
Captado
R$ 390,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
61602199000112COMPANHIA ULTRAGAZ S A1900-01-01R$ 164,0 mil
46395687000102Bahiana Distribuidora de Gás Ltda.1900-01-01R$ 136,0 mil
60746948000112BANCO BRADESCO S.A.1900-01-01R$ 90,0 mil

Eficiência de captação

98.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-05-02
Término

Resumo

Serão realizadas apresentações musicais instrumentais publicas e gratuitas e ações de musicalização infantil formada por crianças em situação de vunerabilidade cujo acesso é insuficiente à fruição de bens culturais. As apresentações serão realizadas pela orquestra infantil integrada pelas crianças matriculadas nas oficinas musicais.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

Objetivo Geral Formar a orquestra e o coral infantil de Paraisópolis por meio da criação de oficinas gratuitas de musicalização infantil integrada por crianças em situação de vunerabilidade, com acesso insuficiente a fruição de bens culturais, residentes na comunidade de Paraisópolis, contribuindo para: II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; XV - contribuir para a implementação do Plano Nacional de Cultura e das políticas de cultura do Governo federal. Objetivos Específicos 1. Realizar 9 oficinas de musicalização infantil de cantocoral e intrumentos para 180 crianças com duração de 4 meses cada, segmentada por faixa etária de 05 a 07 anos, de 08 a 10 anos e de 11 a 12 anos, moradores em Paraisópolis e entorno. Cada oficina terá a capacidade de 20 crianças frequentando 2 vezes por semana totalizando 180 crianças. A frequencia será comprovada por lista de presença, imagens e relatórios técnicos. 2. Formar a orquestra e o coral infantil de Paraísópolis com 5 apresentações públicas e gratuitas de musicas populares e eruditas instrumentais integrado pelas crianças que mais se destacarem nas audições das oficinas de musicalização, contribuindo para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. As crianças da orquestra serão beneficiadas por bolsa de estudos para ajudarem nos custos. Para comprovação dos custos realizados serão apresentadas listas de presença, relatórios circunstanciados, imagens e videos das oficinas e das apresentações.

Justificativa

A contribuição da musica para o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes A música tem o poder de transformação. Em diversos exemplos por todo o país, projetos, oficinas, séries de concertos e diversas outras atividades relacionadas têm colaborado para que essa afirmação seja cada dia mais verdadeira. No entanto, persiste a dificuldade do acesso à cultura, a escassez de equipamentos culturais, a quantidade de práticas culturais insuficientes e a pouca divulgação de opções culturais para o nosso público alvo, as comunidades na cidade de São Paulo e entorno. Ainda, nossas crianças e adolescentes necessitam ainda mais de atividades de qualidade, criativas, que possam ir além de proporcionar o aprendizado pretendido. Nossa proposta procura abrir portas para o acesso dessas populações mais vulneráveis ao contato com a música de boa qualidade, seu aprendizado e a todos seus benefícios. Outra questão essencial é a faixa etária do público alvo. Entre os 05 e os 12 anos a criança está em seu período de formação em diversas áreas, desenvolvendo seu cérebro e seus relacionamentos. Nessa idade, a música contribui para a integração da sensibilidade e da razão, colabora com a comunicação, expressão corporal e socialização, estimula a concentração e a memória, além de ser uma ótima forma para as crianças brincarem e se divertirem. Em nossas oficinas de musicalização, o trabalho será direcionado para o desenvolvimento da percepção pela criança, de maneira criativa e interessante. Além disso, musicalizar é tornar a criança sensível e receptiva aos sons, promovendo o contato com o mundo musical externo e o que já existente dentro dela, fazendo com que ocorra uma apreciação afetiva. Em nosso projeto, complementarmente, valorizaremos a cultura brasileira, uma vez que a grande maioria dos moradores de Paraisópolis têm origem nordestina e essa aproximação com suas raízes. O Coral e a Orquestra Infantil serão a conclusão do trabalho realizado ao longo do projeto. As apresentações (todas elas gratuitas), são a parte final do aprendizado, pois em sua preparação nossas crianças fixam o que lhes foi apresentado, além de poderem receber o devido retorno por sua dedicação e trabalho. A contribuição da cultura para a revitalização urbana dos espaços públicos Paraisópolis é um bairro favelizado, localizado na zona sul da cidade de São Paulo que reúne mais de 100 mil habitantes, 21 mil domicílios em uma área de 10 km². Considerado uma cidade dentro de São Paulo, o bairro é a segunda maior favela do Estado de São Paulo e faz divisa com bairros nobres como Morumbi. Apesar da insuficiência de politicas públicas, Paraisópolis é um lugar que dá exemplo de luta social, reivindicando direitos básicos e senso de comunidade. Sua efervescência cultural e a pujança das iniciativas populares e dos movimentos sociais faz reavivar os espaços de convivência e de trocas de saberes, capaz de aumentar o sentimento de pertencimento entre as pessoas e até mesmo diminuir os índices de violência. Este projeto se insere neste contexto, contribuindo para ampliar o repertório cultural de Paraisópolis, utilizando a cultura como vetor de revitalização e fortalecendo a cadeia criativa local, além de gerar empregos diretos e indiretos para os moradores locais. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1º da Lei 8.313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Em relação aos objetivos listados no artigo 3º da Lei 8313/91, a proposta atende aos seguintes incisos: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Não se aplica

Especificação técnica

A realização das seguintes oficinas de instrumento com dois estágios em cada uma: Formação (prática inicial); Profissionalizante ( conteúdo avançado) 1. Violino 2. Viola 3. Violoncelo 4. Contrabaixo 5. Percussão Oficina de Iniciação Musical: para crianças entre 06 e 12 anos de idade Aulas de Teoria Musical Oficina de Prática de Orquestra

Acessibilidade

PRODUTO: CURSO/OFICINA/ESTÁGIO Acessibilidade física: As vagas reservadasde estacionamento estão localizadas próximas ao acesso principal do edifício. As entrada e saídas possuem superfície regular, firme, contínua, estável e antiderrapante e os percursos são livre de obstáculos. Os sanitários acessíveis possuem dimensão mínima de 1,50 m x 1,50 m, com porta de 1 m de vão livre e que permite área de manobra para rotação de 180° (1,20 m x 1,50 m) externamente ao boxe. Também possui barras de apoio com material resistente, fixadas em superfícies rígidas e estáveis e fácil acionamento de descarga. Os locais do curso já possuem quantidade de espaços e assentos reservados para pessoas em cadeira de rodas (PCR), pessoa com mobilidade reduzida (PMR) e pessoa obesa (PO). Acessibilidade para deficientes visuais: 1. Serão realizadas visitas sensoriais aos instrumentos musicais. 2. Serão confeccionadas cartilhas musicais com transcrição em braile incluindo processo editorial completo, com adaptação, diagramação, formatação, transcrição, revisão, impressão, encadernação e acabamento em conformidade com as Normas técnicas para a produção de textos em braile do Ministério da Educação. item 4 da planilha orçamentária - Material de apoio pedagógico Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: presença de um profissional especializado para preparar e assessorar familias, estudantes e professores em relação recursos de acessibilidade física e de conteúdo. item 2 da planilha orçamentária - Consultoria técnica. PRODUTO: APRESENTAÇÕES MUSICAIS Acessibilidade física: 1. Locação de cadeiras de rodas a disposição da plateia para quem dela necessitar. 2. Destinação de espaços e assentos distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, próximos aos corredores, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade. item 19 da planilha orçamentária - locação de cadeira de rodas Acessibilidade para deficientes visuais: 1. Serão realizadas visitas sensoriais ao final de cada concerto, o público vai poder tocar e pegar os instrumentos. 2. As apresentações musicais serão realizadas com audiodescrição que permitirá associar o aspecto sonoro da música à sua materialidade: as formas e materiais de cada instrumento, as maneiras de tocá-los, a composição da orquestra no palco. O viés didático do concerto envolve, por exemplo, a descrição da sala onde ocorre a apresentação, a disposição no palco, etc. Ítem 21 da planilha orçamentária - Serviço de audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: Será disponibilizado um intérprete de libras durante as apresentações musicais. item 18 da planilha orçamentária - intérprete de libras Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: presença de um profissional especializado para identificar sindromes, espectros ou doenças limitantes, bem como assessorar as familias, estudantes e professores em relação recursos de acessibilidade física e de conteúdo. item 2 da planilha orçamentária - Consultoria técnica. AS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE DEVEM SERÃO ADOTADAS PARA 100% DAS AULAS E APRESENTAÇÕES.

Democratização do acesso

I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: a) ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativo das apresentações; e) concertos sinfônicos abertos ou sessões de cinema abertas em zonas periféricas com ação educativa para a formação de plateias; g) bolsas de estudo, estágio ou trainee a estudantes da rede pública de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural ao visar ações em economia criativa, empreendedorismo e sustentabilidade culturais.

Ficha técnica

Diretor Artístico e Musical.....................................................................................Paulo Rydlewski Responsável pela direção, criação, coordenação, supervisão e avaliação dos aspectos artísticos e musicais do projeto. Currículo: Natural de São Paulo, capital. Iniciou seus estudos aos sete anos de idade, com Pamela Duncan e, posteriormente, com Nida Bertoncini de Barros. Ingressa na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho em 1978, e em 1985, se torna Bacharel em Composição e Regência. Como estudante, fundou a Orquestra de Alunos da UNESP, recebendo “Honra ao Mérito” concedida pelo Departamento de Música da UNESP por seu trabalho frente ao grupo. Aprimorou-se como regente, em diversos cursos realizados no Brasil e no exterior, com mestres como Leonard Bernstein (EUA), Peter Öetvös (Hungria), Eleazar de Carvalho (Brasil), Pierre Colombo (SuíNão ça), Manoel Ivo Cruz (Portugal) e Osvaldo Lupi (Argentina). Pós- graduação em Regência e Orquestração pela Academia Franz Liszt de Budapest, Mestrado em Musicologia pela Universidade de São Paulo, na área da música brasileira, com trabalho sobre a obra do compositor Mário Ficarelli. Professor de regência e orquestração da Faculdade Santa Marcelina pelo de 1986 a 1991. Lecionou regência orquestral e análise na Faculdade Carlos Gomes de São Paulo de 2007 a 2010. Diretor Artístico e Musical da Camerata Santo Américo, da Nova Filarmônica de São Paulo, Orquestra Filarmônica de São Caetano, Orquestra Filarmônica de São Bernardo, Orquestra Filarmônica de Paraisópolis, dos corais Santo Américo, Coral da Fundação das Artes de São Caetano, Madrigal Encontro, Coral Unilever e do Coral da Fundação Bradesco. Como regente, já atuou em mais de 1.400 concertos, e em seu repertório contam mais de 400 obras, de diversos períodos, onde se incluem balé e ópera. Colaborou gratuitamente para a revisão da obra sinfônica de Alberto Nepomuceno, em trabalho realizado para a Funarte. Gravou vários CDs, com repertório exclusivo de música brasileira, inclusive a primeira gravação do poema sinfônico “Werther”, de Alexandre Levy. Possui textos publicados em importantes revistas como "América", "Cultura", entre outras e um estudo sobre Alberto Nepomuceno publicado pela "Library of Congress", Biblioteca Nacional do Congresso Americano. Compositor, orquestrador e arranjador, possui centenas de trabalhos realizados, entre eles suas composições, as óperas infantis “Serafim Seresteiro" e “Lili”. Dezenas de trabalhos na área popular para IZA, Paula Lima, Monica Salmaso, Francis Heme, Fabi Bang, Toquinho, Família Lima, “3” Tenores Brasileiros, Zimbo Trio, Orquestra Sinfônica e Coral Lírico Municipal de São Paulo, entre outros. Atualmente é sócio proprietário da Trilha Sonora Produções, e diretor artístico e pedagógico dos projetos “Orquestra Filarmônica de Paraisópolis” e da Orquestra Filarmônica Prof. José Storópoli (UNINOVE). Desde 2011 voltou a atuar também como artista e compositor na área da Música Popular Brasileira, em um trabalho autoral que valoriza e recria nossas origens, tanto populares como eruditas. Títulos e Premiações 1983 – “Menção Honrosa” de Departamento de Música do Instituto de Artes do Planalto – UNESP – por seu trabalho à frente da Orquestra de Alunos da UNESP. 1985 - Prêmio da “Associação Paulista de Críticos de Arte” - Melhor Regente de 1985. 1991 - Título de “Cidadão Sul-Sancaetanense”, concedido pela Câmera de Vereadores de São Caetano do Sul, pelo trabalho realizado à frente da Orquestra Filarmônica de São Caetano. 2004 - Prêmio “Desempenho”, da Revista Livre Mercado e do jornal Diário Grande ABC pelo trabalho realizado à frente da Orquestra Filarmônica de São Bernardo. 2007 - Prêmio “Imortais In Vita” da Revista Livre Mercado e do jornal Diário Grande ABC na categoria “Empreendedor Cultural”. 2013 - Prêmio "Nova Paraisópolis de Responsabilidade Social" do Jornal Espaço do Povo de Paraisópolis. Diretora Executiva.......................................................................................................................Monica Faria Responsável por planejar as atividades; administrar os recursos financeiros e materiais do projeto. Fomentar ações culturais na comunidade e coordenar a equipe de trabalho. Estudou Psicologia na Universidade Metodista de Ensino Superior. Possui vários cursos nas áreas de produção de eventos, marketing e administração. Desde janeiro de 1989, vem atuando na produção e administração de eventos de pequeno, médio e grande porte, desde a seleção de pessoal até e a direção de eventos. Produtora de eventos para a Prefeitura de São Caetano do Sul, entre 1989 e 1992. Produtora executiva da Orquestra Filarmônica de São Caetano do Sul, de 1990 a 1993. Em 1994, fundou a Arte & Idéia Projetos e Assessoria Cultural. Criou e produziu projetos de visibilidade nacional como a Camerata Santo Américo e a Nova Filarmônica de São Paulo. Seu projeto da Nova Filarmônica de São Paulo foi considerado pela revista Mercatto, como uma “obra prima de marketing”. Diretora Executiva da Orquestra Filarmônica de Paraisópolis desde 2010. Responsável pela direção administrativa e financeira do projeto, cuidadnos dos Coordenação das ações educativas e sociais.........................................................................Mauro Di Domenico Leite Viabilizar o trabalho coletivo, criando e organizando mecanismos de participação no projeto, facilitando o processo comunicativo entre alunos, professores, familias e comunidade garantindo a legalidade conforme a Lei 8.069/90 Estatuto da Criança e do Adolescente. Presidente do Paperbox Lab.- Instituto de Artes e Direitos humanos. Psicólogo pela Universidade São Marcos, MBA em Gestão Estratégica do Terceiro Setor pela FMU/FIAM e pós-graduado em Gestão Empresarial pela Faculdade São Luís. É especialista no enfrentamento do fenômeno da violência doméstica contra crianças e adolescentes, concluiu o curso de Formação de Governantes pela Escola de Governo, dirigiu diversas unidades de atendimento dentre elas destinadas a crianças vítimas de grave violação de direitos, adolescentes autores de ato infracional e orientação e apoio sócio familiar. Foi diretor executivo de programas sociais de organizações civis nas áreas de assistência social, educação infantil, música e esporte liderando uma equipe de 14 gerentes de serviços. Como assessor de políticas públicas, atuou na formação de equipes para municípios do Estado de São Paulo tendo prestado serviços em Sertãozinho, Indaiatuba, Itapevi, Limeira, Mauá, Poá, São Roque, Carapicuíba, Araraquara, São Caetano do Sul, Orlândia, Cunha, Embu das Artes e Porto Feliz na formação de conselheiros tutelares, medidas socioeducativas/SINASE e serviços de Acolhimento institucional – SAICA. prestou assessoria na organização de conferencias municipais. Foi conselheiro Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente em São Paulo, é docente do SENAC em cursos na área de gestão e negócios.

Providência

EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.

2024-03-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo