| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 02213491000184 | COCAMAR MAQUINAS AGRICOLAS LTDA. | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 78901915000165 | POSTOS PELANDA COMBUSTIVEIS LTDA | 1900-01-01 | R$ 90,0 mil |
| 61142865000691 | Renner Sayerlack S/A | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 04799829000157 | DEAL TECHNOLOGIES LTDA. | 1900-01-01 | R$ 45,0 mil |
| 28689596000106 | OCEAN NETWORK EXPRESS (LATIN AMERICA) AGENCIA MARITIMA LTDA | 1900-01-01 | R$ 40,0 mil |
| 75024521000188 | Westaflex Tubos Flexíveis Ltda. | 1900-01-01 | R$ 24,0 mil |
| 86375425000109 | Metisa Metalúrgica Timboense S.A | 1900-01-01 | R$ 22,0 mil |
| 08950711000139 | DESIDERATUM ASSESSORIA ESTRATEGICA EM INFORMATICA LTDA | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| 14798740000120 | ACESSOLINE TELECOMUNICACOES LTDA | 1900-01-01 | R$ 12,0 mil |
| 09278222000145 | GOLFLEET TECNOLOGIA LTDA | 1900-01-01 | R$ 9,9 mil |
| 11325330000173 | STANG DISTRIBUIDORA DE PETROLEO LTDA | 1900-01-01 | R$ 1,5 mil |
| 12227081000146 | LFC INOX LTDA | 1900-01-01 | R$ 418,69 |
| ***020749** | Isadora Hofstaetter Pitella | 1900-01-01 | R$ 10,00 |
O projeto propõe a tradução para o português, edição, publicação e impressão dos livros infantis: "Nenhum beijo à força", e "Nenhum carinho à força" (traduções livres do título original), da autora alemã Marion Mebes e da ilustradora Lydia Sandrock. A distribuição será gratuita e direcionada. O projeto prevê também, a realização de palestras sobre direitos da infância e adolescência para professores e educadores e contações de histórias para instituição hospitalar pediátrica.
LIVROSAs publicações “Kein Küsschen auf Kommando” (“Nenhum beijo à força”) “Kein Anfassen auf Kommando” (“Nenhum carinho à força”) da autora alemã Marion Mebes, trazem por meio de ilustrações e linguagem adequada, uma maneira de conscientizar as crianças sobre as relações que podem ser estabelecidas entre as pessoas. Em seu livro há definições claras e espaço de reflexão por meio de exemplos simples e cotidianos. Com exemplos divertidamente ilustrados por Lydia Sandrock, há intenção de ajudar a criança a estabelecer limites e a identificar ameaças. Essa é uma forma potente de assegurar que as crianças entendam os limites do que são relacionamentos saudáveis e seguros. O conteúdo dos livros visa despertar a importância do autocuidado e dar leveza a um tema que sempre é difícil e muitas vezes um tabu. Todas as crianças têm o direito de crescerem com proteção e educação e é preciso que mais pessoas fiquem alertas à negligência, ao abandono e à violência contra crianças e mobilizem-se. A tradução e publicação desses dois volumes pretende ser um instrumento literário que auxilie na busca de garantia de direitos.
Objetivo Geral: Por meio da tradução, edição, publicação e impressão dos livros infantis ilustrados "Nenhum beijo à força" e "Nenhum carinho à força" (traduções livres dos títulos em alemão, a serem revistas), estimular o debate acerca da infância e da violência contra a criança, fomentando o conhecimento e a autonomia por meio de publicação de livros de valor humanístico. Todas as ações do projeto serão oferecidas gratuitamente para todos os públicos.Decreto nº 10.7555/21 Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades:V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; uma vez que todos os produtos serão distribuídos gratuitamente;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; uma vez que o projeto irá oferecer atividades como contações de histórias e palestras a educadores.Objetivos Específicos:A) Produto LIVRO:.Traduzir, editar e publicar 3.000 exemplares dos livros 'Nenhum beijo à força' e 'Nenhum carinho à força', ambos de autoria de Marion Mebes. *Seguindo projeto gráfico original, as obras serão encadernadas em uma mesma publicação*.Distribuir o material publicado de forma gratuita, sendo: 1.840 exemplares para o Hospital Pequeno Príncipe e Fundação de Ação Social de Curitiba; 1.000 para escolas públicas e bibliotecas, como forma de democratização de acesso; 100 para patrocinadores, 50 para proponente e 10 para imprensa;B) PRODUTO Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra :. Realizar, 02 palestras de 40 minutos sobre a temática da infância voltada especificamente para professores e educadores de Curitiba e região, com público estimado em 60 pessoas;C) PRODUTO CURSO/OFICINA/ESTÁGIO:. Realizar 06 contações de história de 20 minutos destinadas à crianças em situação de tratamento ou internação no Hospital Pequeno Príncipe, com público estimado de 180 pessoas;
Nesses dois volumes a autora alemã traz, por meio da literatura e ilustração, uma maneira de conscientizar crianças e famílias sobre as relações que podem ser estabelecidas entre as pessoas. Uma forma potente de assegurar que as crianças tenham ferramentas inteligíveis para refletir sobre os limites dos relacionamentos equando deixam de ser saudáveis e seguros.De acordo com o Estatuto da Criança e do adolescente, Art. 3º: "A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições deliberdade e de dignidade". Acreditamos que a conscientização das crianças por meio da literatura ajuda a promover o bem-estar infantil e colabora com as chances de um desenvolvimento sadio e harmonioso.A arte e a cultura são direito de todos, e ao propor a distribuição gratuita de 3.000 exemplares dos dois títulos da autora Marion Mebes e ilustradora Lydia Sandrock "Nenhum beijo à força" e "Nenhum carinho à força", o projeto possibilita não só o acesso à literatura, como também a uma ferramenta de apoio ao combate à violência sexual contra crianças. De forma leve, poética e repleta de ilustrações infantis, os livros trazem o tema em uma linguagem acessível às crianças, ajudando-as a entender para estabelecer limites e dizer não quando necessário.No ano de 2019, o Hospital Pequeno Príncipe, uma das instituicões beneficiadas pelo projeto, registrou um aumento de 39% nos atendimentos a crianças vítimas de violência sexual. Em 2020, quando a pandemia começou, o mundo se viu em um contexto diferente, de isolamento social, que acabou tornando as crianças ainda mais vulneráveis a abusos. Segundo dados da instituição, em 2019, foram 689 casos de meninos e meninas vítimas de maus-tratos e violência atendidos. A maior parte deles_ 73,8% _ aconteceu no ambiente doméstico e 457 registros foram de violência sexual. As meninas foram as vítimas mais frequentes _ 66,7% dos atendimentos _ e, em 65,9% do total de casos atendidos, os pacientes estavam na Primeira Infância; ou seja, tinham até seis anos de idade.Até os sete anos de idade, as crianças não têm, na maioria das vezes, ferramentas para compreender quando estão sofrendo abuso, e por meio da literatura infantil, de forma leve e carinhosa, torna-se possível abordar esse tema tão difícil. Ao incentivar as crianças a confiarem em suas emoções por meio da literatura, podemos prevenir abusos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (WORLD HEALTH ORGANIZATION -WHO, 1999): "abuso sexual infantil é todo envolvimento de uma criança em uma atividade sexual na qual não compreende completamente, já que não está preparada em termos de seu desenvolvimento. Não entendendo a situação, a criança, por conseguinte, torna-se incapaz de informar seu consentimento. (...)".No Brasil, alguns estudos apontam que a violência contra mulheres, crianças e adolescentes atinge todas as camadas sociais e toda a diversidade cultural presente em nossa sociedade, assumindo um papel crescente nas estatísticas. Por se tratar de um tipo de violência que ocorre primordialmente em âmbito familiar e que, portanto, é historicamente silenciada, torna-se imprescindível contribuir, por meio da informação e de outras ferramentas deconhecimento, para o reconhecimento de situações violentas por parte das vítimas e, portanto, para sua proteção e, em âmbito mais geral, para a possibilidade de transformação sociocultural.Alinhado com o Plano Nacional de Alfabetização que prevê incentivo à produção e à edição de livros de literatura para diferentes níveis de literacia, este projeto se propõe ainda democratizar o acesso ao livro e incentivar a leitura, de duas maneiras: pela proposta de uma leitura poética que pode ser compartilhada e pela distribuição gratuita e direcionada.Segundo a Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, há um problema de acesso aos materiais de leitura, especialmenteao livro. Entre as alegações de não leitores 33% dizem respeito à falta de acesso real ao livro. Outro dado que chama a atenção é que 86% dos não-leitores nunca foram presenteados com livros na infância, enquanto no universo dos considerados leitores esse índice cai para 48%. Contribuindo com o acesso ao livro e formação de novos leitores, estaremos abrindo portas para a equidade e diálogo, permitindo a inclusão sociocultural. Quando motivado pela curiosidade, pelo desejo de crescer, o homem se renova constantemente, tornando-se cada dia mais apto aestar no mundo, capaz de compreender até as entrelinhas daquilo que ouve e vê do sistema que está inserido.Sendo um projeto que tem produtos com distribuição inteiramente gratuita, não prevê rentabilidade com venda e não possui apelo mercadológico e de divulgação. Desta maneira, só é possível viabilizá-lo por meio de lei de incentivo à cultura.Dentre os incisos do Art. 1 da Lei 8313/91 a proposta se enquadra em:I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; uma vez que prevê a distribuição gratuita das obras publicadas.III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; - uma vez que promove a produção de valor humanístico e literário;VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; - uma vez que a infância e adolescência são valores universais;_________________________________________________________________________________________________________Lei 8.313/91 Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; uma vez que o projeto tem como objetivo de traduizir duas obras literárias.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos - uma vez que haverá distribuição gratuita da obra, palestra e contação de história. (todos os produtos do projeto)
Livro- Dois volumes - Encadernação Única15.6 x 0.8 x 21.8 cm24 pgs + capaCapa - Supremo Duo Design, 250g, impresso 4 x 4 coresMiolo - Couchê matte, 90g, impresso 4 x 4 coresContação de histórias06 Contação de histórias de textos infantis e infantojuveis apresentados com duração de 15 minutos.PalestrasDuas palestras voltada para professores e educadores, sobre o uso de livros com temáticas a respeito dos direitos da infância e adolescência, utilizando como base os volumes traduzidos pelo projeto.01 - Principais temas a serem discutidos:- Possíveis critérios para a escolha de obras literárias para a Educação Infantil e Ensino Fundamental.- Possíveis discussões e práticas de atividades em sala de aula que tratem do tema- Leis e regulamentações de garantias do direito da criança e do adolescente.02 – Profissionais envolvidos:Um arte educador, um mediador, assistente de produção, um intérprete de libras e fotógrafo03 – Público alvo:educadores da rede municipal de ensino de Curitiba e região.05 – Metodologia a ser aplicada:A palestra será coordenada e conduzida pelo mediador, orientando os temas trabalhados. O palestrante apresenta conteúdo preparado, seus pontos de vista sobre o tema, com tempo limite para a exposição. Após os participantes são convidados a debater entre si os vários pontos de suas teses. A ação terá duração de 40 min.
Conforme a Lei da Inclusão nº 13.146, de 6 de julho de 2015, seguem as medidas de acessibilidade:LIVROAcessibilidade físicaPor se tratar de um material impresso, o produto não limita acesso a deficientes físicos (não gera custo, não constaem planilha orçamentária);ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS:Por se tratar de uma publicação textual e imagética, o produto não limita acesso a deficientes auditivos (não gera custo, não consta em planilha orçamentária);ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Disponibilizar, gratuitamente nas redes sociais conteúdo do livro no formato áudio narrado para acesso da população com deficiência visual (item gravação de vozes, etapa livro);Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos:Com a distribuição da publicação em instituições, como o Hospital Pequeno Príncipe, o projeto garante acesso a todos os públicos, assegurando a participação da pessoa com deficiência em igualdade de condições com as demais pessoas. (não gera custo, não consta em planilha orçamentária);PALESTRAS (Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra)Acessibilidade físicaLocal onde ocorrerão as palestras terão acessibilidade para deficientes físicos (não gera custo, não consta em planilha orçamentária); Acessibilidade auditivaDisponibilizar Tradução em Libras (item lntérprete de Libras a planilha orçamentária, etapa Seminário/Simposio/encontro/congresso/palestra); Acessibilidade visualPor se tratar de uma palestra, é possibilitada acessibilidade ao público cego, uma vez que o conteúdo principal da palestra será feito por falas (não gera custo, não consta em planilha orçamentária);Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos:Realizar atendimento preferencial e disponibilizar vagas a todo público formado por professores da rede pública (não gera custo, não consta em planilha orçamentária);CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS (Curso / Oficina / Estágio) Acessibilidade físicaLocal onde ocorrerão as contações terão acessibilidade para deficientes físicos (não gera custo, não consta em planilha orçamentária); ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS:Disponibilizar Tradução em Libras (item lntérprete de Libras a planilha orçamentária, etapa Curso/oficina/Estágio); ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS:Por se tratar de uma contação de história, é possibilitada acessibilidade ao público cego, uma vez que o conteúdo principal da contação será feito por falas (não gera custo, não consta em planilha orçamentária); Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos:Realizar contações de histórias em instituições hospitalar pediátrica garante acesso a todos os públicos, assegurando a participação da pessoa com deficiência em igualdade de condições com as demais pessoas. (não gera custo, não consta em planilha orçamentária);
Democratização de acesso, conforme o art. 23 da IN nº01/2022 do MTur, o projeto irá:Distribuir 1.000 exemplares para escolas públicas e bibliotecas, atendendo o inciso I alínea a;a) no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados;Distribuição dos exemplares:Distribuir de forma gratuita, 3.000 exemplares contendo ambas as publicações, sendo: 1.840 para o Hospital Pequeno Príncipe e Fundação de Ação Social de Curitiba; 1.000 para escolas públicas e bibliotecas, como forma de democratização de acesso; 100 para patrocinadores, 50 para proponente e 10 para imprensa; o critério de seleção para esta distribuição foi atender de forma abrangente a instituições que acolhem, educam e tratam da saúde de crianças.Ampliação de acesso conforme o art. 24 da IN nº01/2022 do MTur, o projeto irá:- Realizar ações culturais voltadas ao público infantil e infantojuvenil, com as contações e a impressão do livro destinado a crianças (inciso V - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;)
Autora:Marion MebesAutora Marion Mebes (irá receber a rubrica direito autoral). Responsável pelo encaminhamento de originais.Marion Mebes nasceu em 1954 em Berlin. É empresária, assistente social e autora literária. Também é cofundadora da Wildwasser Berlin - um grupo de trabalho contra o abuso sexual de meninas - em que trabalhou com adultos e crianças até meados dos anos 80. Co-fundadora da Associação Federal para a Prevenção do Abuso Sexual de Meninas e Meninos e da N.I.N.A. e.V. Como editora e livreira, ela está comprometida em proteger meninos e meninas há quase 30 anos. São de sua autoria os dois exemplares dessa proposta: “Kein Küsschen auf Kommando” “Nenhum beijo à força”, “Kein Anfassen auf Kommando” “Nenhum carinho à força” como também “Nur die Liebe fehlt...?” “Você se sente farto de seus sentimentos?” de 2016; “Katrins Geheimnis” Segredo de Katrin (com Esther Klees); “Stück für Stück – sicher, stark und selbstbewusst“. Pouco a pouco - seguro, forte e autoconfiante (jogo); Além disso, em colaboração com Sonja Blattmann, “In mir wohnt eine Sonne” “Um sol vive em mim” e “Ich bin doch keine Zuckermaus entstanden” “Eu não fui feito um rato de açúcar”, todos livros na língua alemã sem tradução para o português (tradução livre).Coordenação geral (proponente): Coisas da Vida / diretora Maria GlossA coordenação geral será responsável pelo planejamento e gerenciamento do projeto como um todo, contratando, articulando e supervisionando todas as equipes envolvidas na realização de cada um dos produtos previstos. Irá coordenar o projeto de modo a garantir o cumprimento das atividades e prazos, bem como a adequação de todos os processos às especificidades exigidas pela Lei de Incentivo à Cultura, incluindo o gerenciamento de prestação de contas e administração financeira do projeto.*o proponente do projeto irá receber a rubrica destinada a esta função.> Professora com especialização em Gestão em Humanização- Pós graduação em Gestão em Humaização (2014) > Atuação profissional: Orientação do Setor de Educação e Cultura no HPP desde 2005, Educadora -25 anos de a tuação em educação infantil e ensino fundamental (ensino das artes, educação ambiental, regência de turma); atuação com crianças internadas desde 2005> Orientação do Setor de Educação e Cultura no HPP desde 2005> Condução de trabalho por projetos de pesquisa *Mediação de rodas de conversa desde 2009> Coordenação da construção coletiva do Código de Conduta do Hospital Pequeno Príncipe > Orientação de oficinas de arte e educação
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.