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Apresentação musical da cadeia produtiva do Forró que compreende o "Esquenta Xinela" no embarque com shows de Quadrilhas, Trios de Forró, Performances de dança; "Muvuca Forrozeira" animação de Trios de Forró durante a viagem com homenagens nos vagões aos Mestres e Mestras e "Apoteose Gandaieira" no desembarque com shows, desfiles, feira e festival gastronômico. A inserção no calendário de eventos da cidade tem o propósito de salvaguarda do Forró como Patrimônio Cultural Imaterial Estadual (Lei 8.505/19), Nacional (IPHAN 2021) e estímulo da economia criativa através da expansão do polo comercial com a consequente oferta direta e indireta de oportunidades de negócios vinculados.
O TREM DO FORRÓ DO RJ é uma proposta do Coletivo Matrizes do Forró do Rio de Janeiro, apoiada pelo IPHAN e pela Supervia na condição de concessionária das composições para o passeio cultural e festivo. O trajeto vai da Central do Brasil (Centro do Rio de Janeiro) a Nova Iguaçu, município que fica a 50 minutos de trem do Centro do Rio de Janeiro. O evento ao público começa 15 dias antes com vários shows de chamada de público acompanhado da imprensa em pontos estratégicos de mobilização da população. A realização se dará na Central do Brasil em um estágio chamado de “Esquenta Xinela” com shows de Quadrilhas, Trios de Forró, Performances de dança, em seguida as composições partem seguindo viagem tendo cada vagão uma homenagem aos mestras e mestras do forró. Chamamos este estágio de “Muvuca Forrozeira” que é a animação e homenagens dos grupos de forró no interior dos vagões durante a viagem. Finalizando, a “Apoteose Gandaieira” será uma mini maratona de shows dos Trios de Forró Pé de Serra, desfiles dos blocos de cultura nordestina, feira de coisas do Nordeste e festival gastronômico no desembarque em Nova Iguaçu que pretende movimentar o comercio local. Esta iniciativa de salvaguarda do Forró (Patrimônio Cultural Imaterial Estadual Lei 8.505/19) e Patrimônio Cultural imaterial Nacional (IPHAN 2021), é uma proposta para retomada do evento ao calendário da cidade, suspenso em 2020 devido a pandemia, que conta com a parceria da Supervia, apoio do IPHAN e de instituições públicas e parceiros da iniciativa privada. Estas parcerias são coadjuvantes nas contrapartidas sociais como educação e preservação ambiental, coleta de alimentos e acessibilidade. Pretende-se que a realização ocorra na semana do dia 02 de agosto (dia estadual do Forró no RJ) ou 8 de outubro quando se comemora o Dia do Nordestino ou mais provável na semana de 13 de dezembro dia nacional do Forró, caso não sejam possíveis as primeiras opções. O plano de comunicação e mídia prevê o destaque do evento para a comunidade nordestina, a população carioca e turistas não somente da cidade do Rio de Janeiro, mas, de todo o Brasil e do mundo, já que o Forró é atualmente o gênero de maior atratividade turística da cidade depois do samba e o mesmo se consolida como um dos mais expressivos momentos vibrantes da cultura nordestina no exterior. Temos como exemplos significativos os festivais de Forró em Portugal (Forró Douro Porto), Paris (“Gros Câlin Debout”), Forró Lille e o (London Forró Festival) em Londres, um dos mais expressivos apenas para citar alguns. Além da remuneração direta dos envolvidos decorrentes do patrocínio, esta iniciativa também reforça a ideia central de que a realização do evento com o envolvimento de diversos profissionais e artistas da cadeia produtiva, possa potencializar a economia criativa e bem-estar social decorrente do movimento. Para todos os momentos do evento define-se como público aqueles situados na faixa etária de jovens, adultos e idosos, classes BCD e em especial a comunidade nordestina residente, ascendentes, descendentes e os turistas nacionais e estrangeiros.
Objetivo geral: O objetivo principal desta proposta é sobretudo o de salvaguarda do Forró como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do RJ (Lei 8.505/19) e Patrimônio Cultural Imaterial Nacional (IPHAN/2021). A iniciativa por sua vez visa o reconhecimento e a manifestação pública da Música dos Mestres, dos Grupos de Artistas e demais Profissionais da cadeia produtiva do Forró, com o propósito de manter vivo, junto ao maior número de pessoas possíveis, o conjunto das Matrizes do Forró e das suas ligações culturais da sua cadeia produtiva como, por exemplo, o Cordel, o Artesanato, a Gastronomia entre outras. Desta forma cumpre-se o disposto no Art. 02 do Decreto 10.755 de 2021 Inciso IV onde uma das finalidades é a de "promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial e também o Inciso V de "incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais" com a viabilização do acesso do público aos shows gratuitos. A frequência anual estimulará a cadeia produtiva do Forró, com a crescente expansão do polo comercial no destino e a oferta direta e indireta de oportunidades de negócios vinculados para os profissionais da cultura forrozeira. Esta iniciativa encontra respaldo também no mesmo Decreto Inciso VII que determina como um dos objetivos o de "desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura". Objetivos específicos: 1 - Produto apresentação musical: Realizar 30 apresentações, sendo: 04 chamadas anteriores ao evento com a duração de uma hora cada, para um público total estimado de mil pessoas; 04 no "Esquenta Xinela" preparação na Gare para o embarque, com a duração de 30 minutos cada para um público estimado de 500 pessoas; 16 animações no interior dos vagões nas homenagens aos Mestres e Mestras na "Muvuca Forrozeira" com a duração do percurso da viagem cerca de 40 minutos e 06 na "Apoteose Gandaieira" no desembarque, com a duração de 40 minutos cada, para um público estimado 1.500 pessoas. O cumprimento deste objetivo terá como comprovação os registros fotográficos e audiovisuais, os contratos de apresentações e os recibos de pagamentos dos cachês que serão apresentados por ocasião da prestação de contas; 2 _ Produto Apresentação musical: Incentivar o turismo cultural e a demanda por ocupação de artistas e profissionais ligados às manifestações e exposições, com a criação de oportunidades de trabalho para o mínimo de: 04 Quadrilhas juninas; 50 Feirantes/expositores; 10 Artesãos da Cultura Nordestina; 04 Grupos culturais/academias; 16 Trios/Grupos de Forró. A avaliação e verificação do cumprimento se dará através da Lista de Participação de todas as categorias profissionais, contratos de vinculação e recibos de pagamentos que serão apresentados por ocasião da prestação de contas; 3 _ Contrapartida Social: Reservar e distribuir 100 bilhetes para o passeio no Trem do Forró, destinados a doadores voluntários de sangue para o Hemorio com a intenção de estimular a campanha "Forró na veia salvando vidas" suprindo a demanda e a carência por este insumo nas unidades do Rio de Janeiro. A avaliação e comprovação da entrega deste objetivo se dará pelo protocolo de entrega e o ateste das doações fornecido pela Instituição, que serão anexadas na documentação de prestação de contas; 4 - Contrapartida Social: Coletar alimentos não perecíveis e material de higiene e limpeza no "Esquenta Xinela" durante o período de preparação para o embarque na Gare. As doações serão realizadas de forma espontânea e solidária por parte dos passageiros e os itens serão direcionados para projetos como o Mesa Brasil SESC e comunidades carentes. A comprovação do cumprimento deste objetivo será dada através de registros fotográficos e audiovisuais e o ateste do recebimento das doações pelas entidades beneficiadas; 5 _ Contrapartida Social: Reservar espaços destinados a PNE para assistir aos shows do "Esquenta Xinela" e da "Apoteose Gandaieira". Garantir o acesso livre dos cadeirantes aos banheiros exclusivos durante a permanência nesses locais e orientar através de pessoal da equipe de produção treinadas para o atendimento a este tipo de público. A comprovação do cumprimento deste objetivo será dada por registros fotográficos e audiovisuais e pelos certificados de treinamento; 6 _ Contrapartida Social: Promover os meios necessários para acessibilidade de pessoas que apresentam espectros (TEA), síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos (Distúrbios neurológicos ou deficiência intelectual e múltipla), com a garantia de transportes, lanches e orientações por pessoal da equipe treinada para esta finalidade. A comprovação do cumprimento deste objetivo para um grupo mínimo de 25 pessoas e respectivos acompanhantes, será dada pela lista de presença, certificados de treinamento, termos de compromisso com as entidades responsáveis pelo acompanhamento e registros fotográficos e audiovisuais.
Além da preservação do Forró como Bem cultural do Estado do RJ e do País, o incentivo a esta manifestação tem a premissa de incrementar a cadeia produtiva do Forró e a economia criativa. Esta proposta é oportuna pela escassez de trabalho e pelas dificuldades financeiras que a classe artística ainda tem passado devido os efeitos da pandemia. Sabe-se que o Forró não se resume apenas as atividades de música e dança e a sua sobrevivência, assim como dos seus profissionais, está atrelada a uma cadeia produtiva que o mantém vivo. A geração de receitas de negócios da economia criativa a partir das manifestações e do conhecimento artístico, cultural e tecnológico do Forró, tem o efeito multiplicador porque a ele (o Forró) se associam os demais elementos intrínsecos do agregado cultural. As academias de dança e professores que ensinam o forró, os restaurantes de comida nordestina e as casas de shows que empregam os trios de forró, as feiras que vendem arte, cordel e instrumentos de forró e são animadas com os grupos de forró, as mídias e as plataformas digitais, webtvs e rádios que tocam forró são alguns exemplos. O evento Trem do forró do RJ tem este efeito agregador no acumulado e ainda se mostra uma forma democrática de fruição de um Bem cultural popular pelo acesso gratuito no "Esquenta" e no "Desembarque", onde a participação das pessoas é livre, direta e a experiência é única, por exemplo, no Aulão de Forró coletivo no início e no final do evento. Isto já propicia o atendimento a Lei 8.313/91 no seu Art. 1º Inciso I que justifica esta proposta pelo fato de "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". Para que isto aconteça na dimensão ora proposta, julgamos necessário o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais. Considerando também que um dos objetivos será o de homenagear os griôs, mestres, mestras, detentores de saberes do gênero Forró para dar vitalidade e preservar as matrizes tradicionais conforme registro do Bem como patrimônio cultural imaterial estadual e nacional, há o cumprimento do Inciso III que é o de "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores". Ainda em relação ao mesmo Art. 1º esta ação de salvaguarda encontra respaldo nos Incisos V "salvaguardar a sobrevivência e florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira", Inciso VI "preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro" e Inciso IX "priorizar o produto cultural originário do País" com a divulgação internacional do Forró, atualmente candidato a Patrimônio universal da UNESCO. A frequência das edições, por outro lado, uma vez estabelecido no calendário de eventos da cidade, sinaliza um ciclo de prosperidade a exemplo do que ocorre no Bairro de Oswaldo Cruz (RJ) com o trem do Samba. Tendo este evento como benchmarking, podemos afirmar que, assim como aquela iniciativa hoje movimenta mais de 400 mil pessoas e ocupação de mais de 1500 profissionais entre artistas e pessoas envolvidas durante o evento, o mesmo referencial pode se dar com o Trem do Forró do RJ levando-se em conta a grande atratividade do gênero e a população aderente tanto de Nordestinos, quanto de turistas, amantes do forró de vários pontos do Estado, do país e de estrangeiros. Depois do samba, o forró é o gênero com maior atratividade turística na cidade do Rio de Janeiro. Para se ter uma ideia, os dois pontos turísticos mais importantes (Cristo Redentor e Pão de Açúcar) registram juntos a média de pouco mais de 4,5 milhões de visitantes/ano em uma boa época enquanto que só a feira de São Cristóvão, um dos redutos da cultura nordestina e do Forró, tem registros de mais de 5 milhões de visitantes/ano. Com base nestes dados e nas perspectivas de visibilidade, podemos dizer que esta iniciativa pode ser considerada como de um oportuno fomento à produção cultural e artística, conforme está estabelecido no Inciso II do Art. 3º, c) porque atende ao objetivo de "realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore" buscando na potencialidade artística, turística e cultural os efeitos do bem-estar social e econômico da população no curto e médio prazo. Por fim, porém não menos importante, justificamos a competência e a coerência da execução desta proposta pela aderência e expertise da equipe responsável que conta com pelo menos 4 Articuladores experientes na criação e produção do Trem do Samba, além do Coletivo de Forró Fórum Matrizes do Forró do RJ principal executor. Entre os articuladores podemos destacar o Mozart Chalfun, que participou da fundação do Trem do Samba e tem a experiência da produção executiva do Pagode do Trem e do Trem do Choro, Paulo Santos, coordenador do projeto Choro no mundo que também tem a experiência da produção executiva do Trem do Choro, Jenesis Genúncio Doutor em educação e cultura popular, co-idealizador do Trem do Forró que também tem a experiência de produção do Trem do Samba além de projetos artísticos culturais na cidade do RJ e Itamar Júnior, Engenheiro com 35 anos de ferrovia que tem a experiência dos Trens do Samba, do Choro e do Forró das edições anteriores de 2018 e 2019. Podemos dizer também que o diferencial deste projeto é que ele não tem similaridade no Sudeste, no Nordeste e até mesmo nas demais regiões do país, se levarmos em conta o formato da realização em três estágios: "Esquenta" na Gare, "Muvuca" nos vagões e "Apoteose" no desembarque. Estas fases tornam o evento muito além de um simples passeio cultural do Forró no trem. Ademais, o propósito é que a divulgação interna e externa e a consequente repercussão do evento, atraia patrocinadores e promova como mais um diferencial uma grande visibilidade tanto para o Forró quanto para a cidade do Rio de Janeiro como cidade Cosmopolita vocacionada para o turismo e a diversidade cultural.
O forró é reconhecidamente uma das expressões culturais brasileiras mais ricas do nosso país. Embora de origem nordestina, ele possui uma natureza e aceitação nacional como o samba e o choro e abrange territórios e comunidades distintas de norte a sul do país. Além da cidade do Rio de Janeiro, o Forró é bem recebido e valorizado também em vários países como França, Portugal, Inglaterra, Japão, Austrália, EUA e muitos outros. Em alguns desses países já existem festivais regulares de forró, dança e a presença cada vez mais crescente dos nossos artistas cariocas nordestinos dançando, tocando e divulgando o nosso rico chão musical. Além do seu valor tradicional de raízes culturais brasileiras, o forró também tem o vetor de geração de emprego, de renda e de atração turística na cidade do Rio de Janeiro pela visibilidade internacional adquirida. Portanto neste sentido o evento fortalece o viés sócio econômico, auxilia na mobilização e divulgação do processo do registro do bem cultural pela UNESCO (atualmente em curso) e demonstra o quão relevante pode ser para o fomento da economia criativa do Estado. A ideia de inserção do TREM DO FORRÓ no calendário da cidade do Rio de Janeiro tem o objetivo de manter viva a tradição cultural não só para a grande população de nordestinos (residentes, ascendentes e descendentes) como também para os amantes do forró e para os turistas que buscam a energia e a alegria desse gênero na cidade. É esta vitalidade que garantirá a sua sobrevivência especial se transmitida para crianças e jovens pelo princípio da salvaguarda. A cidade do Rio de Janeiro tem a importância histórica de ter abrigado os grandes mestres nordestinos desse gênero que ganharam o mundo com sua arte a partir da sua característica de vitrine nacional e internacional. Estes mestres precisam ser reverenciados e lembrados em destaque em um TREM de atrações que chame a atenção da população. Esta medida de salvaguarda é uma forma de manutenção da memória das nossas tradições para que se mantenham vivas no seio do coletivo e para que reforce a identidade cultural nacional. Muitas inspirações que trouxeram as trilhas musicais que enriquecem e eternizam a música nordestina brasileira tornando-a singular e universal até hoje, foram concebidas nos trajetos de trem pelos Mestres Dominguinhos, Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e tantos outros moradores dos ramais de Nova Iguaçu. Das inspirações nasceram clássicos como "Nilopolitano" de Dominguinhos, "Ôi, lá vem o trem rodando estrada arriba... Mangaratiba", de Luiz Gonzaga e tantas outras. A música Asa Branca do Rei do Baião Luiz Gonzaga que bem representa o compositor, seu povo e a sua obra, é considerada uma das 5 maiores músicas do país de todos os tempos. Os ilustres mestres do forró, moradores e passageiros das linhas férreas do Rio de Janeiro em determinados momentos da vida, também se elevaram à realeza artística nesta cidade pela magia que a cidade tem da predestinação de gerar majestades. Esta verdade histórica é comprovada pelo rei Roberto Carlos, as rainhas do rádio Marlene e Emilinha Borba, o rei da voz Francisco Alves e tantas outras realezas. Da mesma forma da cultura Nordestina se destacam suas majestades Luiz Gonzaga (O Rei do Baião), Dominguinhos (O príncipe da sanfona), Marinês (A rainha do xaxado), Jackson do Pandeiro (O Rei do ritmo) e suas majestades poéticas João do Vale (O Poeta do sertão), Sivuca (O Poeta do som), Trio Nordestino, Mestre Zinho, Carmélia Alves (a Rainha do Baião) e tantos outros passageiros reais. Eles também foram passageiros habituais dos trens da Central, cruzaram estações e bairros da zona norte, Leopoldina, Nova Iguaçu e nestas andanças absorveram e transformaram suas ideias e vivências em clássicos do forró que ganharam o mundo. É por esta e outras razões que o marco anual do TREM DO FORRÓ é um resgate necessário em uma cidade que respeita a diversidade cultural e não deve desprezar os seus valores culturais e artísticos. Por isso cada vagão do Trem do Forró estará homenageando essas majestades tão queridas e admiradas pelo povo do Rio de Janeiro como ídolos imortais.
Manifestação da cadeia produtiva do Forró promovida pelo Coletivo Fórum Matrizes do Forró do Rio de Janeiro em defesa da salvaguarda do Bem Cultural Imaterial Forró, com a execução das seguintes realizações: 4 chamadas com pocket shows duração, 60 minutos cada; 04 apresentações no “Esquenta Xinela” na Central do Brasil com duração de 30 minutos; Passeio da Central a Nova Iguaçu “Muvuca Forrozeira” com 16 grupos de forró um em cada vagão com duração do tempo da viagem de 50 minutos; “Apoteose Gandaieira” no desembarque com 06 shows de Forró, desfile de blocos, quadrilhas, feira, exposição, premiação e encerramento, duração de 6 horas. A divulgação e comunicação com o público começará com 3 meses de antecedência durante a fase de pré produção e contará com as assessorias de divulgação da Supervia, IPHAN, Secretarias de Cultura, perfis exclusivos no Facebook e Instagram e demais mídias. Todos os estágios terão registros videográficos que após editados serão disponibilizados na internet.
Produto: Apresentação musical Acessibilidade Física – No embarque “Esquenta Xinela” e no desembarque “Apoteose Gandaieira” haverá recepção e encaminhamento de cadeirantes, pessoas incapacitadas e respectivos acompanhantes até o local dos shows com espaços reservados, por pessoal treinado para tal. Também estarão garantidos banheiros químicos exclusivos e acessos facilitados na “Apoteose Gandaieira”. Itens da Planilha Orçamentária: Consultoria técnica e Banheiros químicos (PNE). Acessibilidade para deficientes visuais – O acesso ao espaço de realização do “Esquenta Xinela” na Gare já possui piso tátil adequado conforme a NBR 9050/2004. Item da planilha Orçamentária: Não aplicável Acessibilidade para deficientes auditivos - Pelo menos um vídeo (teaser ou chamada) anterior ao evento será publicado, contendo interpretação em libras para o público com deficiência auditiva. Após o evento pelo menos um vídeo histórico será publicado com resumo das ações contendo a mesma facilidade, que será disponibilizado na internet com acesso livre, conforme especificado no Art. 24 da IN nº 01/2022 Inciso II. Item da planilha Orçamentária: Intérprete em libras. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros (TEA), síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos (Distúrbios neurológicos) - As orientações dos acessos serão dadas por pessoal da equipe treinada para esta finalidade. Itens da Planilha Orçamentária: Consultoria Técnica, material cenográfico e locação de ônibus. Produto: Contrapartidas Sociais Acessibilidade Física – No embarque “Esquenta Xinela” e no desembarque “Apoteose Gandaieira” haverá recepção e encaminhamento de cadeirantes, pessoas incapacitadas e respectivos acompanhantes até o local dos shows com espaços reservados, por pessoal treinado para tal. Também estarão garantidos banheiros químicos exclusivos e acessos facilitados na “Apoteose Gandaieira”. Itens da Planilha Orçamentária: Consultoria técnica e Banheiros químicos (PNE). Acessibilidade para deficientes visuais – O acesso ao espaço de realização do “Esquenta Xinela” na Gare já possui piso tátil adequado conforme a NBR 9050/2004. Item da planilha Orçamentária: Não aplicável Acessibilidade para deficientes auditivos - Pelo menos um vídeo (teaser ou chamada) anterior ao evento será publicado, contendo interpretação em libras para o público com deficiência auditiva. Após o evento pelo menos um vídeo histórico será publicado com resumo das ações contendo a mesma facilidade, que será disponibilizado na internet com acesso livre, conforme especificado no Art. 24 da IN nº 01/2022 Inciso II. Item da planilha Orçamentária: Intérprete em libras. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros (TEA), síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos (Distúrbios neurológicos) - As orientações dos acessos serão dadas por pessoal da equipe treinada para esta finalidade. Itens da Planilha Orçamentária: Consultoria Técnica, material cenográfico e locação de ônibus.
Os acessos às apresentações nas chamadas anteriores ao evento, ao “Esquenta Xinela” na Gare e na “Apoteose Gandaieira” no desembarque, são inteiramente livres para o público de um modo geral. A participação nos “Aulões” de forró também é aberta sem restrições. Os grupos de pessoas PNE definidos no campo Acessibilidade igualmente terão acessos livres, porém, serão recepcionados por monitores e terão espaços reservados nestes locais. Haverá disponibilidade na internet do material gravado referente aos trechos de estágios do evento, facilitados com áudio descrição e interpretação em libras, conforme Seção III – da ampliação do acesso, em atendimento ao Art. 24 Inciso II “disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e áudio descrição”. Reserva de acesso para pelo menos 50 pessoas (inclusos acompanhantes) que apresentam espectros (TEA), síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos (Distúrbios neurológicos ou deficiência intelectual e múltipla), com a garantia de transportes, lanches e orientações por pessoal da equipe treinada para esta finalidade às apresentações "Esquenta Xinela" e "Apoteose Gandaeira". A permissão formal para captação de imagens e autorização para veiculação, do evento em todas as mídias, cuja ação atende ao requisito do Inciso III que determina: “permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas”, viabilizará a ampliação do acesso de um público maior incluindo pessoas impossibilitadas da apreciação presencial.
Jadiel Guerra de Moura (Proponente) – Coordenador Executivo - será o responsável pela coordenação geral do projeto, intermediação, articulação com instituições e decisões técnico financeiras. Idealizador do Trem do Forró e Gestor das edições 2018/2019, Coordenador do Coletivo Fórum Matrizes do Forró RJ, Pesquisador/Instrutor da Cultura Nordestina, Cantor/compositor, Produtor Cultural, Economista, Especialista em Gestão Ambiental, Mestre em Sustentabilidade, autor dos Projetos de Lei Forró Patrimônio Cultural do RJ (Lei 8.505/19) e dia estadual do Forró do RJ (Lei 8.653/19), da Semana da Cultura Nordestina, Caravana do Cordel e Forró Feira Literária de Mambucaba, Evento Junino São João na Rede entre outros. Na área ambiental Gestor de Projetos Socioambientais na TV GLOBO (infraestrutura), na Amazônia (água e renda), na Mata Atlântica (documentário) e na África (sustentabilidade nas Machambas) entre outros. Premiação: 1º lugar PRÊMIO FIRJAN gestão de resíduos, BENCHMAIS Ação Ambiental e Prêmio Qualidade Case de Excelência em Gestão (FNQ Fundação Nacional da Qualidade); Escritor: Qualidade & Serviços (Travessa), As 85 melhores práticas ambientais do Brasil, cap. TV GLOBO (R&A), Administração (CVT-FAETEC) entre outros. Jenesis Genúncio – Articulador de Cultura e Mídia - Bacharel em Artes Cênicas, Mestre e Doutor em Educação, Professor de Pedagogia e Letras, Coordenador do grupo de Poetas Os Goliardos, Co-idealizador e Articulador do Trem do Forró do RJ edições 2018/2019, com vasta experiência em vários Projetos Artístico Culturais na cidade do RJ, é constituinte do grupo de pesquisa Laboratório de Educação e República LER da UERJ/RJ e participante do grupo da coordenação e articulação da Semana Ser Nordestino no Museu da República em 2018. Será o responsável pela articulação e criação dos núcleos artísticos. Mozart Santana Chalfun – Articulador de Infraestrutura - Bacharel em História, participou da fundação do Pagode do trem, do Trem do Samba e desdobramentos em Oswaldo Cruz, do Trem do Choro, do Centro Comunitário de Capacitação Paulo da Portela, do Pré Vestibular Comunitário de Oswaldo Cruz. Também colaborou na Articulação de infraestrutura do Trem do Forró edições 2018/2019. Paulo da Silva Santos – Articulador Coordenador de relacionamentos - Bacharel em Ciências Sociais, tem a experiência de coordenação dos Projetos Choro no mundo, Cesta Cultural além da produção executiva do Trem do Choro e articulação institucional e de público do Trem do Forró edições 2018/2019. Itamar Marques Júnior – Articulador Supervia e Movimentos Sociais - Engenheiro com 35 anos de ferrovia (ex-técnico especialista na Supervia), com experiência na logística e infraestrutura dos Trens do Samba, do Choro e edições do Trem do Forró 2018/2019, terá a função de articulação com a Supervia para a logística dos trens e as instituições parceiras para as contrapartidas socioambientais junto ao Lions e outras. Carlos Afonso Bonfim – Produtor de Engenharia - Engenheiro com mais de 35 anos de experiência na produção de realities (Big Brother, A fazenda) TV GLOBO, TV RECORD, programas de TV com público, externas de grande porte como Carnaval no Sambódromo, Brazilian Day e infraestrutura da engenharia de produção de grandes eventos pela TV GLOBO, atualmente na direção produção de engenharia TV Record (A Fazenda), será o suporte de tecnologia áudio e vídeo e cobertura completa do evento. José Roberto Vilar – Cenógrafo - Formação em Artes, Cenógrafo da TV GLOBO de novelas e shows, atuará na concepção e execução dos projetos cenográficos dos pontos de concentração, totens das estações, adereços, estandartes e exposições. Além da experiência na produção cenográfica, é também cantor e compositor de Forró. Daniel de Oliveira Melo Guerra – Produtor Artístico - Bacharel em Comunicação Social, cantor, compositor, produtor cultural, tem a experiência da produção de grandes festivais de forró na Costa Verde e Região dos Lagos, será o responsável pela produção artística do evento. Paulo Gomes de Lima – Produtor Cultural - Graduação na Produção Cultural, além dos títulos acadêmicos de Bioquímico, Mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos e Doutor em Higiene e Processamento de Produtos de Origem Animal, é Professor de Gestão e Garantia de Qualidade, docente UFF, tem a experiência de participação e colaboração nos projetos de gestão do Centro de Tradições Nordestinas Luiz Gonzaga (Feira de São Cristóvão) e na criação e execução das iniciativas do Coletivo Fórum de Forró do RJ. Será responsável pelos processos de Gestão de Produção. Tânia Viana Bezerra de Lima – Assistente de produção - Com participação nos projetos do Coletivo Fórum Matrizes do Forró do RJ, nos trios de forró do Forró Forrado (a mais antiga casa de Forró do Rio de Janeiro) e experiência na produção das edições anteriores do Trem do Forró, terá atribuições de controle de produção, contatos, cadastro artístico, contratações e logística Valdineide Cabral Santil (Neidinha Rocha) – Assistente de produção - Radialista, apresentadora e cantora de forró, tem a experiência de produção em diversas casas de forró do Rio de Janeiro, na execução dos projetos do Coletivo Fórum Matrizes do Forró do Rio de Janeiro e das edições anteriores do Trem do Forró, terá atribuições de controle de produção, contatos, cadastro artístico, contratações e logística. Marcelo Mimoso – Assistente Executivo de produção - Cantor, ator, participante de grandes projetos como espetáculo Gonzagão a lenda como ator destaque, Monobloco como cantor além das edições anteriores do Trem do Forró.
PROJETO ARQUIVADO.