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O foto livro Vida Pantaneira registra em fotografia e breves relatos o cotidiano dos moradores e estrutura física e econômica da região do Pantanal em vilarejos considerados o coração do Pantanal do Mato Grosso do Sul. Palco de inúmeras reportagens de interesse nacional e cenário para diversas produções audiovisuais, a região Pantaneira foi reconhecida pela ONU como patrimônio natural da humanidade devido a sua biodiversidade. Este projeto apresenta esta realidade, com ênfase ao seu povo, às casas e ao patrimônio histórico pantaneiro.
O fotolivro Vida Pantaneira apresenta um recorte do cotidiano dos cidadãos que vivem no Pantanal, com suas histórias bem como sua forma simples de vida , a infraestrutura e a fauna da região sul do pantanal. Um recorte apresetado em fotografia e breves legendas sobre o povo pantanerio. O livro tem classificação indicativa livre.
Objetivos Geral : Conforme decreto 10755 de 2021 a proposta tem por objetivo : IV - Promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Objetivos específicos: Publicar e distribuir 500 exemplares do fotolivro - Vida Pantaneira , ilustrando a cultura do povo pantaneiro sendo distribuidos da seguinte forma: * 210 exemplares do fotolivro para Arquivos Históricos e Bibliotecas das capitais do pais e grandes cidades; * 200 exemplares para organizações ambientais e de preservação do patrimônio natural e cultural do Brasil; * 50 exemplares para organizações de pessoas cegas ou com baixa visão. * Disponibilizar em plataformas gratuitas o audiolivro Vida Pantaneira.
O Brasil é um país rico por suas inúmeras diferenças étnicas, geográficas, climáticas, culturais e natuaris. Contemplar todo o regionalismo nas matérias jornalísticas ou obras da dramaturgia exibidas na mídia é algo importante e relevante para socializar toda essa diversidade eriqueza do país. Entretanto percebe-se a possibilidade de ousar nesse processo revelando essa cultura sob o ponto de vista de um forasteiro. É isso que apresneta o fotolivro Vida Pantaneira. A região do Pantanal se apresenta como um dos maiores patrimônios naturais do país. Há escassa bibliografia encontrada na região sul sobre o Pantanal. Sabe-se que é um território com 210 mil km2 e considerado pela Organização das Nações Unidas (ONU) Patrimônio Natural da Humanidade. Tal fato já se mostra relevante para a produção do livro "Vida Pantaneira", um trabalho visual que prestigia essa cultura miscigenada por índios, negros e brancos. O projeto tem a intenção de divulgar, por meio do fotografias e percepções de um forasteiro( o proponente) os costumes desse povo, mais precisamente o que vivem na região do Pantanal nos vilarejos de Passo do Lontra, Porto da Manga e nos municípios de Corumbá, Miranda e Aquidauana, considerados o coração do Pantanal do Mato Grosso do Sul. A plasticidade das imagens , junto com as legendas e pequenos textos é a estratégia empregada para narrar essa história. Falar do povo pantaneiro é lembrar que os mais antigos chegaram há cerca de 11 mil anos. Há aproximadamente 6 mil anos se organizaram e deram origem a quatro grandes povos (Guaranis, Aruaques, Macrogês e os Mbaiás), que se subdividiram e chegaram a formar 70 tribos. Atualmente, restam seis: os Cadiéus, os Terenas, os Caiuás, os Nadevás, os Guatós, e os Ofaiés-Xavantes. Projetos como este são importantes por possibilitar, em meio à escassez de tempo da vida moderna, visualizar outras culturas do nosso país, já que raras são as oportunidades de explorá-lo pessoalmente em toda a sua extensão de 8.547.403 km2. Graças aos livros, podemos mergulhar nesse universo desconhecido e conhecer grande parte dessa diversidade. Temos uma gama variada de imagens que nos possibilitam conhecer fragmentos da realidade da nossa e de outras culturas. A fotografia nos faz enxergar o que muitas vezes nossos olhos não conseguem captar sem o auxílio da câmera fotográfica. Diante desse contexto , cabe ressaltar a importância do incentivo cultural. Neste momento, para viabilizar a impressão do fotolivro e assim poder distribuir e garantir o acesso ao conteúdo do mesmo, é fundamental contar com políticas públicas de incentivo cultural, política essa estabelecida pelo governo federal pela lei 8.313/91. Assim, entendemos que nossa proposta está amparada e se justifica diante dos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercíciodos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorizaçãode recursos humanos e conteúdos locais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelopluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedadebrasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores deconhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Estamos em conformidade também com os objetivos apresentados pela lei no sentido do projeto ser constituido pela impressão de um fotolivro , como especifica o inciso II do Art. 3º da lei com o fomento à produção cultural e artística, mediante a edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes, bem como ao inciso III com a preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante a proteção do folclore, do artesanto e das tradições populares. Dessa forma, compreende-se que a proposta se justifica a fim de viabilizar a impressão do conteúduo produzido e disponibilizar essa produção com instituições e sociedade.
O projeto cultural é uma priposta independente, pois o proponente não é editor e comercializador de livros. O material fotografado a compor o livro Vida Pantaneira, foi produzido durante expedição fotográfica realizada anteriormente pelo proponente do projeto , afim de regsitarr a vida e histórias do povo pantaneiro. Essa primeira etapa foi realizada com recursos do proponente e alguns apoiadores direto. Assim, no propojeto proposto o que se busca é viabilizar a impressão do material em um fotolivro, para socializar o rico material produzido durante a expedição ao pantanal levando à sociedade o recorte do patrimônio natural e cultural da região. Durante a expedição que resultou no material fotográfico a ser impresso no livro Vida Pataneira foram feitas quase 4 mil imagens de personagens, animais, paisagens Para o desenvolvimento da primeira fase do projeto, foi feito um roteiro da região pantaneira do Mato Grosso do Sul, onde se pretendia visitar e de carro foi percorrido todo o trajeto de 1900 km. Primeiramente foram visitadas as localidades de Passo do Lontra e Porto da Manga, município de Corumbá depois a pesquisa partiu para as cidades de Corumbá, Miranda e Aquidauna, ambas consideradas “cidades pantaneiras”. Na pesquisa de campo foi indispensável, em todas as saídas, a câmera fotográfica e o gravador, para as entrevistas do personagens fotografados - todos autorizaram o suo de suas imagens. Durante dez dias o proponente " viveu" o Pantanal”. Acordava cedo e com seu equipamento já saia sem rumo, em busca de imagens e de histórias. Assim foram durante 10 dias e em contato com 92 entrevistados, que além de contarem suas histórias permitiram serem fotografados . Na captação das fotos utilizou-se os recursos dos equipamentos, jogos de objetivas 18x70mm, 80x200mm e 70x300mm, e também das técnicas fotográficas profissionais. Composição e o enquadramento, os ângulos e planos, a combinação precisa do diafragma e do obturador, fotos com e sem profundidade de campo, imagens com perspectiva, tudo no intuito de melhor retratar o cotidiano do povo e as característcias dos locais visitados. As fotos foram produzidas com equipamento fotográfico profissional digital, Câmera Nikon D 70s, 6 gigas de memória, possibilitando além de maior controle do produto final, uma saída ecológica para os tempo atuais já que não utiliza filmes e copiões, que produzem grande quantidade de resíduos compostos por nitrato de prata. Observa-se o quanto são importantes as entrevistas para embasar o conteúdo das imagens e dar maior entendimento para a fotografia. ****** Como contrapartida ambiental, será feito o plantio de 10 mudas nativas sendo 5 em Palhoça e outras 5 em Brusque.
Formato fechado: 180X240 cm Formato Aberto : 180X480cm Capa dura papelao lombada qudrada Capa couche 250grs miolo - (4x4 cmyk) 100 páginas, impressas a 4x4 cores no papel off set couche fosco nacional 150grs, dobra.
Em relação a acessibilidade do foto livro a proposta é a impressão da versão em braille a ser disponibilizado na quantidade de 10% do total da impressão, ficando assim 50 exemplares em braille distribuidos para associações de pessoas com deficiência visual no país. As demais pessoas com deficiência auditiva ou física não é necessário medidas de acessibilidade especifica a não ser a disponibilização dos exemplares nos espaços públicos.
Conforme o Art. 24. da IN 01/2022: Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso, adotando os incisos: IX- ações de incentivo à leitura com formação e doação de acervos de livros em braile; A distribuição do fotolivro já será gratuita, garantido o acesso ao conteúdo produzido, inclusive na versão em braile. Em Santa Catarina , será feita a doação de livros em braile nas associações de deficientes visuais em Itajaí, Brusque e Florianópolis com a bate papo com o fotógrafo, contribuindo para o incentivo à leitura. X- produção de conteúdo para lives, webinários, educação à distância para plataformas públicas ou colaborativas de ensino de economia criativa, produção cultural empreendedorismo e sustentabilidade cultural com divulgação gratuita e respeitando o manual de marcas; Como forma de ampliar acesso também será promovida live com socialização de técnicas para fotografia de natureza /de produto para artesãos/microempreendedores.
Eduardo Alexandre Cazionato Gomes - coordenador do projeto e fotógrafo Mestre em Educação Profissional e Tecnológica, Especialista em Propaganda e Marketing, Graduado em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo - registro profissional: MTB - JP 3173. Fotógrafo profissional com atuação nas áreas de fotografia social, fotojornalismo, fotografia publicitária e comunicação visual desde 1994. Linhas de pesquisa: Educação Profissional, Educação Tecnológica, Educação Bilíngue, Fotografia aplicada à comunicação visual, Educação Inclusiva. Orcid n° 0000-0001-5016-5434 Carlos Roberto Praxedes - revisão e edição do texto Doutor em Comunicação e Linguagens pela Universidade Tuiuti do Paraná (UTP). Mestre em Gestão de Políticas Públicas pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali). Especialista em Leitura e Produção de Textos e bacharel em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali). Professor no curso de Jornalismo da Universidade do Vale do Itajaí (Univali).Doutor em Comunicação e Linguagens pela Universidade Tuiuti do Paraná (UTP). Mestre em Gestão de Políticas Públicas pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali). Especialista em Leitura e Produção de Textos e bacharel em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali). Professor no curso de Jornalismo da Universidade do Vale do Itajaí (Univali). Revisor de artigos no Programa Denise Serafini - produtora executiva Mestre em Educação e especialista em Formação para professores em EAD e Graduada em Comunicação Social - Habilitação Rádio, Tv e Vìdeo / Jornalismo. Atuou como repórter e editora na afiliada da Rede Globo -RBSTV no RS. Experiência em gestão cultural e universitária. Professora universitária nas disciplinas de linguagem audiovisual, projetos editoriais e documentário. Lucas Correia - tratamento de imagens Bacharel em Direito e em Fotografia. Especialista em Fotografia. Fotojornalista com atuação em veículos de comunicação como Santa e Diarinho - ambos em SC. Professor de disciplinas de tratamento e manipulação de imagens
PROJETO ARQUIVADO.