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O projeto irá executar Exposições de Artes de longa duração que prevê a manutenção das exposições fixas de longa duração do acervo para aperfeiçoamento e a continuidade do Programa de Visitação Assistida, oferecido a instituições educacionais, culturais e sociais e a grupos e visitantes que demandam acessibilidade específica com ações e Exposições Temporárias, além de ações educativas através de Oficinas, Palestras e Seminário.
Exposições Fixas: 1. Exposição longa duração 1: A exposição de longa duração no Musehum – Museu das Comunicações e Humanidades, conta a história do desenvolvimento tecnológico das comunicações a partir da ótica das relações humanas. O projeto é uma evolução do Museu das Telecomunicações, em atividade há 13 anos, que teve suas instalações totalmente remodeladas em função de uma nova proposta conceitual e identidade. O Musehum ocupa o segundo andar do Centro Cultural Oi Futuro. Além do espaço físico, é possível explorar de qualquer lugar e a qualquer hora o seu Acervo Digital – que conta com itens inéditos e que não integram a exposição permanente do Musehum. Organizada em 4 espaços museais: 1.1.A Roda. Museografia, 28 m2. Sala imersiva em que os visitantes abrem a porta e entram em um ambiente com espelhos no piso e paredes e painel de LED no teto. Medida interna da Sala -3,85 m de largura x 3,85 m de profundidade x 3,05 m de altura interna livre. O painel de led é constituído por 64 unidades gabinetes de placas de micro led indoor de alta definição, resolução P3,0mm, para exibição de conteúdo imersivo aos visitantes, que dá a sensação de imersão e de conteúdo flutuante no espaço. No teto/painel são exibidos gráficos personalizados por algoritmos que fazem a leitura e cruzamento das informações coletadas na parte de fora da sala por um Ipad Pro. Trata-se de uma instalação audiovisual imersiva que permite ao visitante ter uma experiência sensorial lúdica e visualizar de forma artística seus dados coletados no momento de entrada na sala, dados como: Nome, Sobrenome, Data de nascimento, Email, Número de seguidores, Número de postagens na rede social mais utilizada pelo usuário, a foto de seu rosto, e um convite a escolher uma cor. São enviadas por email a cada um dos participantes imagens da experiência na sala. Museologia. A experiência começa quando o visitante se aproxima da sala imersiva e faz seu cadastro no aplicativo desenvolvido para a sala, intitulada, A Roda. O acesso é garantido por um Ipad Pro na área externa da sala. O visitante pode preencher o formulário de cadastro sozinho ou auxiliado por um profissional de monitoria disponível para prestar auxílio junto a interface digital de acesso. O cadastro poderá ser feito por duas ou/até quatro pessoas que terão seus dados cruzados. Nesse momento o algoritmo criado especialmente para essa instalação vai acessar os dados informados por computadores instalados localmente na sala. Antes de preencher o formulário com os dados, é apresentado ao usuário a possibilidade de escolher uma das três línguas disponíveis (Espanhol, Inglês e Português) e em seguida o termo de uso e o aceite. O visitante é convidado a entrar na sala, ainda escura apenas com modo de descanso de tela, em movimentos circulares espiralado, para que as pessoas se sintam a vontade para se posicionarem na passarela projetada com capacidade de acomodar até quatro pessoas ao mesmo tempo. A porta é fechada pelo profissional de monitoria posicionado para isso. Inicia a experiência. A experiência audiovisual se dá em 4 fases distintas. A primeira fase é de auto reconhecimento dos usuários por meio de projeção das iniciais dos nomes de cada um dos participantes; a segunda fase apresenta aos visitantes a conexão digital, a velocidade e a potência que cada um tem entre si; a terceira fase apresenta a faixa etária do visitante como elemento de maior potência, ou seja, a pessoa mais velha na sala terá sua cor com maior intensidade e atividade; a quarta fase marca graficamente com a projeção do rosto de todas as pessoas na sala. 1.2.Gabinete de Curiosidades e Digital. Museografia, 23m2. Foi construída uma vitrine de 3,00 x 14,59 para exibir 452 objetos de variadas tipologias e diferentes formatos. Alguns nichos da vitrine foram planejados para estarem sem vidro/proteção com acervo selecionado para o toque dos visitantes, em especial pessoas cegas ou com baixa visão. Na mesma vitrine foi instalado um painel interativo touch formado por 5 telas de 55" que reúne o acervo digital do museu, organizado em playlist temáticas que dialogam com comunicação, telecomunicação, humanidades e conteúdos artísticos do centro cultural onde o Musehum está instalado. A ideia é mostrar como as diferentes tipologias do acervo se conectam e se comunicam. Todos os 452 objetos expostos possuem legenda digital e audiodescrição por meio do uso do software chamado Pixilab. O conjunto do painel também foi audiodescrito e o conteúdo pode ser acessado pelo celular do visitante ou por meio de 30 tablets comprados pelo projeto, para acesso preferencialmente a grupos escolares agendados. O Pixilab é um sistema de mídia interativa, especificamente projetado para aplicativos de Guia de Áudio e Móvel, com base em tecnologia padrão de smartphone e navegador. O sistema permite a sincronização de conteúdos de vídeos do museu para smartphones dos visitantes e ajuda os visitantes com deficiência visual, auditiva e até mesmo público estrangeiro para fruição de conteúdo museológico via celular, através de reprodução de legenda sincronizada e reprodução de vídeo de idioma de sinal (libras) sincronizado no smartphone, propiciando mais autonomia do visitante com deficiência no museu. Com ele é possível (seleção de idioma, audiodescrição e outros) com base na correspondência de tags e permite que o início da reprodução do conteúdo museológico seja acionado por vários visitantes ao mesmo tempo. Museologia. A ideia é mostrar como a coleção de objetos do Musehum fazem parte de uma constelação, de objetos únicos agrupados ligados por linhas imaginárias para representar comunicação, humanidades, memória, inovação. A instalação dos monitores touch de 55' dispostos juntos com peças do acervo, Gabinete Digital, ampliam a constelação com informações a ser exploradas de forma autoral e interativa. Todo o conteúdo do acervo, da história das telecomunicações, de ideias de futuro, de protótipos, de invenções, de atualidades e etc., são apresentados a partir de um layout que induz, de forma intuitiva, o visitante a fazer suas escolhas e explorar o conteúdo. Nele as imagens estão flutuando em movimento sobre um painel digital interativo, ao toque dos dedos do visitante, a imagem se expande e oferece um texto que a explica ou a contextualiza. O Gabinete Digital permite que áudios e vídeos, possam ser explorados de forma individual ou coletiva. A navegação e gestão de conteúdo do gabinete digital se dá pode modelo de playlists. Pesquisamos profundamente em nossa coleção de acervo fotográfico digitalizado e identificamos temáticas a serem apresentadas ao público por meio das playlists, o visitante pode escolher uma imagem e saber mais sobre: trabalhadores na telefonia, ciência e tecnologia, telecom e cidade e outros. Outro destaque da instalação é a autonomia de inclusão e gestão do conteúdo pelo museu, permitindo que programações específicas de informações possam ser feitas para acompanhar campanhas, datas comemorativas ou tema específico. É um grande painel digital de exposição dentro da exposição, podendo abrigar exposições temporárias em diálogo com o Centro Cultural Oi Futuro. 1.3.Estação VR/Estação de Realidade Virtual Museografia, 10m2. O visitante tem acesso a 02 (dois) óculos VR disponibilizados em 02 (duas) poltronas Egg dispostas no salão expositivo do museu. Há também uma marcação para que pessoa cadeirante ou em situação de mobilidade reduzida, fazendo uso de cadeira de rodas, possa se posicionar e ter acesso à experiência. O usuário senta na poltrona, um profissional de monitoria disponível na estação o atende e auxilia a posicionar os óculos de realidade virtual no rosto para iniciar a experiência. Para todos os usuários, exibem-se, randomicamente 3 (três) histórias, das 10 (dez) histórias previamente gravadas. Para pessoa surda, o visitante poderá escolher o conteúdo com legenda. Além de exibir o conteúdo desenvolvido e em exibição no Musehum desde 21/01/2020 a plataforma da Estação VR poderá abrigar conteúdos em realidade virtual de exposições temporárias em diálogo com o Centro Cultural Oi Futuro. Museologia. Desenvolvemos uma experiência em realidade virtual/VR que procuramos deslocar o usuário para cem anos atrás, o ano de 1920. Todo o ambiente digital 3D foi criado a partir das fotografias centenárias do local/andar, onde hoje funciona a exposição de longa duração do Musehum e no passado foi à antiga Estação Beira-Mar, inaugurada em 1918. Além da reconstituição do espaço virtual, reconstruímos também ligações telefônicas entre as telefonistas e as pessoas no passado. Foram selecionadas 10 histórias de casos reais encontradas na coleção de Revistas Sino Azul; considerada pioneira entre revistas voltadas para o público interno de telecom no País. A revista é um documento histórico dos costumes da época em que circulou: de 1928 até 1973. A partir das histórias selecionadas, desenvolvemos roteiros de conversas de ligações telefônicas entre as telefonistas e as pessoas. A gravação das histórias foi feita de modo sonoro a estimular a criatividade e dar pistas sobre o conteúdo museológico. Todas baseadas em fatos reais. Abordamos temáticas humanitárias e do cotidiano, como: combate a incêndio, serviços de ambulância, jogos de loteria, resgate bombeiro, homenagens e honrarias ao serviço prestado, ajuda comunitária dentre outros. Por meio da experiência em realidade virtual, o ambiente se transforma e ganha vida, fazendo o visitante se sentir inserido naquele espaço histórico, cheio de histórias. Para cada ligação telefônica, exibimos recortes da matéria original publicada na revista Sino Azul, como evidência do fato ocorrido. A Estação VR conta com conteúdo acessível em legenda. 1.4.Super Selfie. Museografia, 8m2. Um grande painel formado por 16 telas de 55”, compõe o vídeo wall de aproximadamente 6 (seis) metros de cumprimento por 3(três) metros de altura. O vídeo wall está localizado na entrada do prédio do Centro Cultural Oi Futuro, área principal do prédio, para que todas as pessoas tenham acesso diretamente e se sintam parte da experiência e do espaço cultural. Conectado ao painel existe um dispositivo Ipad Pro. Este equipamento está fixado em uma coluna com identificação plotada do nome da instalação “Super Selfie” e sinalização acessível, por meio de uma numeração de até 3 dígitos para ser utilizada via celular, onde o usuário terá acesso a audiodescrição de todo o ambiente do prédio, convidando-o a conhecer o Musehum no sexto nível. A tela do dispositivo Ipad Pro sinaliza ao público a necessidade do toque para iniciar a interatividade e participação. É apresentado ao público a possibilidade de escolher uma das três línguas disponíveis (Espanhol, Inglês e Português) e em seguida o termo de uso e o aceite. Só será possível informar o email e tirar o retrato após seguir estes passos. Neste instante, o visitante faz uma selfie no dispositivo Ipad Pro e em segundos esta foto digital se transforma em uma imagem 3D de grandes proporções, que mostra uma versão da imagem em movimento, desconstruída e em partículas do participante. No mesmo instante esta imagem é enviada ao usuário por email para que ele tenha uma lembrança do Musehum em casa. Além de exibir o conteúdo desenvolvido e em exibição no Musehum desde 21/01/2020 o vídeo wall poderá abrigar outros conteúdos de exposições temporárias em diálogo com o Centro Cultural Oi Futuro. Museologia Um grande painel toma conta da parede do hall de entrada do edifício sede do museu convidando as pessoas a participarem na experiência do Musehum. O painel foi pensado para despertar nas pessoas a importância de representação e participação do público em espaços de arte e museológicos. A partir de um pequeno monitor, localizado em uma coluna do hall, o visitante tem acesso ao sistema onde fará o cadastro e poderá tirar sua self. Logo em seguida o algoritmo, especialmente criado, compõe o painel com a imagem da self do visitante. O tempo de exposição e a proximidade permite que o visitante faça uma self própria tendo como fundo a self criada pelo sistema. O usuário recebe sua foto por e-mail e pode postá-la no Instagram com a hashtag do museu. Integrado ao Centro Cultural Oi Futuro o vídeo wall permite um ambiente que pode ser customizado frequentemente despertando nas pessoas a vontade de voltar ao museu. 2. Exposição Estação de Hiper-realidade. Voo panorâmico de balão: atração de hiper-realidade do Musehum. Quem visita o Museu das Comunicações e Humanidades pode embarcar em uma viagem de hiper-realidade pelos céus do Rio de Janeiro. O voo panorâmico de balão é a mais nova atração do Musehum: uma experiência imersiva e interativa que estimula a imaginação e os sentidos combinando elementos reais e virtuais. A novidade é uma homenagem do Oi Futuro à cultura, à memória e à natureza da Cidade Maravilhosa.
Objetivos Gerais: · Cooperar e sistematizar o programa de exposições para difusão de conteúdos sobre arte e cultura brasileira. · Atuar para a criação de novos futuros com mais diversidade e inclusão por meio da inovação, da criatividade, da tecnologia e da colaboração em rede. · Desenvolver e impulsionar ações transformadoras nas áreas de Educação, Cultura e Inovação Social para melhorar a vida das pessoas e potencializar o desenvolvimento coletivo. · Ter impacto positivo relevante na sociedade. De acordo com o Decreto 10.755, de 2021, o projeto atenderá os incisos do artigo 2º , através de programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; X - apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive em arte digital e em novas tecnologias; Objetivos Específicos: PRODUTO: Exposição de Arte - Realizar 08 Exposições , sendo 5 Exposições fixas de longa duração e 3 ocupações temporárias: Exposições de Longa Duração 1) A exposição de longa duração no Musehum _ Museu das Comunicações e Humanidades, através de 04 Espaços Museais: · A Roda; · Gabinete de Curiosidades e Digital. · Estação VR/Estação de Realidade Virtual. · Super Selfie. 2) A exposição Voo panorâmico de balão: atração de hiper-realidade do Musehum. Exposição Ocupações Temporárias • Levante Nacional Trovoa, duração 03 meses O Levante Nacional TROVOA é um coletivo de artistas visuais e curadoras racializadas pertencentes das cinco regiões brasileiras (Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul). Fundado em 2017 na cidade do Rio de Janeiro, o TROVOA nasce a partir das preocupações iniciais de quatro jovens mulheres que questionam a urgência na discussão sobre o sistema de arte no Brasil com especial atenção à visibilidade e inserção das artistas. • Silo, duração de 03 meses Silo nasceu em 2017, apoiada pela experiência no desenvolvimento de modelos laboratoriais de experimentação e inovação, há 10 anos. A convergência da associação foi possível a partir da sinergia entre pessoas que habitam, trabalham e pesquisam espaços rurais e de áreas ambientais. A Silo é uma estação rural que, na atualidade, traz perguntas e respostas pertinentes às questões de nosso tempo. Ela nasce do desejo de promover o trânsito de saberes entre campo e cidade, evidenciando que nas extremas periferias há produção de pensamento, arte, ciência e tecnologia. Ela reflete, por um lado, a experiência geracional de filhos e netos de camponeses, gente do campo que se relaciona com as novas tecnologias. Por outro, reflete a vivência de uma geração urbana que deseja estar no campo. • Radio Yandê , duração de 3 meses A Rádio Yandê é educativa e cultural. Possui como objetivo a difusão da cultura indígena através da ótica tradicional, mas agregando a velocidade e o alcance da tecnologia e da internet. Sua grade de programação possui programas informativos e educativos que trazem para o público um pouco da realidade indígena do Brasil. Desfazendo antigos esteriótipos e preconceitos ocasionados pela falta de informação especializada em veículos de comunicação não indígenas. Sua sede é no Rio de Janeiro, mas a rede de comunicação é nacional. As exposições terão criações e performances artísticas inéditas. PRODUTO: Produtos Cursos, Oficinas, Palestras, Seminários. - Realização de 12 oficinas com duração que terão duração mínima de 3 horas , total 36 horas, serão 04 oficinas por trimestre com previsão de 4 grupos de 35 pessoas em cada. - Realização de 3 seminários online composto por um ciclo de aulas/palestras e mesas de discussão, a previsão será de 5 horas.
O projeto se justifica pela relevância de seus objetivos além da Instituição ter base sólida para o cumprimento de todas as metas propostas. Importante informar que a realização do projeto integral só é possível com o apoio da Lei Federal de Incentivo a Cultura, diante da dificuldade de conseguir recursos de forma direta para realização do Plano Anual de Atividades do Instituto. O projeto, através de suas ações propõe inovação e criatividade para impacto social, através do proponente que atua como um laboratório para cocriação de projetos transformadores nas áreas de Educação, Cultura e Inovação Social. Por meio de iniciativas e parcerias em todo o Brasil, estimulando e conectando indivíduos, organizações e redes para a construção de um futuro mais potente, com mais inclusão e diversidade. Na formação cultural o Instituto investe no Núcleo Avançado em Educação (NAVE), parceria público-privada desenvolvida desde 2006, com as Secretarias de Estado de Educação do Rio de Janeiro e Pernambuco em duas escolas públicas de Ensino Médio Integrado ao Profissional. O NAVE já formou cerca mais de 3 mil estudantes e, atualmente, atende mais de mil alunos e trabalha com 70 educadores nas duas escolas. O programa oferece cursos técnicos de Programação e Multimídia, com foco na preparação de jovens para as economias digital e criativa e formando cidadãos críticos e transformadores. As escolas funcionam como laboratórios de criação e experimentação de metodologias pedagógicas inovadoras, disseminadas por meio de publicações como as duas edições do "e-NAVE _ Guia de Práticas Pedagógicas Inovadoras", publicação digital gratuita, e formação para cerca de 2.600 educadores das redes públicas de 256 municípios de todas as regiões do país por meio de cursos presenciais, semipresenciais e online de robótica educacional, cultura digital e uso pedagógico de tecnologias. Na Cultura, há 16 anos o Instituto mantém um centro cultural no Rio de Janeiro, com uma programação que valoriza a convergência entre arte contemporânea e tecnologia. O espaço também abriga o MUSEHUM _ Museu das Comunicações e Humanidades, com acervo de mais 120 mil peças. Nos objetivos culturais propostos a proponente garantirá sua proposta de fomentar a arte e despertar o interesse pela cultura que é um instrumento poderoso para formação da cidadania e desenvolvimento do Pais. A proposta cultural se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; A Proposta Cultural irá alcançar os seguintes objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
EXPOSIÇÕES TEMPORÁREAS: Proposta museográfica da exposição Anexo a proposta museografica das exposições de longa duração: Para as exposições temporárias, importante informamos que as propostas expograficas das exposições ainda não estão definidas, uma vez que os coletivos Levante Nacional Trovoa, Silo e Radio Yandê realizarão a criação e o desenvolvimento das obras e conteúdos inéditos a partir de intercâmbio entre eles e os diversos públicos relacionados ao Musehum, assim como artistas e pesquisadores de outros territórios e conhecimentos. O formato proposto contempla a participação dos 3 coletivos artísticos em um processo de 3 meses cada um deles para o desenvolvimento do conjunto de atividades (que serão presenciais e online) como: exposição nos espaços, performances, aulas, mesas de discussão e oficinas. As exposições ocuparão as galerias e espaços alternativos do Musehum como hall térreo, área externa, teatro e o terraço. Contará com cenografia, iluminação e equipamento de áudio e vídeo complementar aos equipamentos próprios do Musehum. Também será utilizado o estúdio do Musheum para fornecer a estrutura necessária para a gravação, edição e transmissão dos conteúdos e ações destinadas aos canais online. O prédio do Musehum conta com as autorizações, alvarás exigidos para a atividade proposta. Ficha técnica, com currículo dos curadores e dos artistas. Para as exposições temporárias, informamos que consta na ficha técnica o currículo do Curador Chico Dub que é o curador Geral das Exposições., curriclo também segue em “documentos anexados” Relatório das obras que serão expostas, quando já definidas. As obras serão inéditas e desenvolvidas ao longo do projeto durante o processo de intercâmbio dos coletivos com artistas, pesquisadores, arte educadores e o público do Musheum.
Proposta Museografica e descritivo das exposições de longa duração em “documentos anexados”Assim como o Descritivo. Plano de execução do projeto pedagógico das Oficinas em “documentos anexados”. Descritivo das Exposições Temporárias Exposições Temporárias (Ocupações com performances artísticas) Um projeto anual de ocupação no Museu, onde a cada 3 meses, um coletivo transversal e autônomo baseado no Estado do Rio de Janeiro e com foco em práticas artísticas, processos de mudança social e trabalho com comunidades mais amplas além do campo da arte será convidado para ocupar o centro cultural através de uma série de intervenções e happenings de arte e educação em formato multilinguagem. Essas ocupações poderão se dar nos pisos inferiores (área externa e térreo) e/ou superiores (bistrô e terraço) - com possibilidades de interferência também no Labsonica, o laboratório de experimentação sonora e musical do Oi Futuro. A ideia por trás do projeto é que o Museu desenvolva pontes e intercâmbios mais próximos com outros agentes e fazedores de cultura em nível nacional, se tornando ao mesmo tempo espaços de co-criação e pólos irradiadores de ações ligadas a questões que perpassam humanidades, ciência, natureza, tecnologia e sociedade em busca da criação de novos amanhãs e horizontes. Foram escolhidos 3 coletivos por ano. Durante 3 meses, cada um deles irá desenvolver um conjunto de atividades híbridas (presencial e online), como: exposição, instalação, performances, aulas, mesas de discussão e oficinas. As ocupações são projetos de exposições que convida coletivos para ocuparem parcialmente o centro cultural com uma programação que normalmente não seria incorporada nas pautas e agendas regulares do Museu. Acreditamos que um projeto como esse possui efeito duplo: ao mesmo tempo em que oxigena a programação do centro cultural em espaços normalmente ociosos, ajuda a divulgar coletivos com causas nobres para a arte e a sociedade como um todo. Os coletivos escolhidos diretamente pela curadoria são: Levante Nacional Trovoa, Silo e Radio Yandê. As Exposições de Ocupações terão além do desenvolvimento de conteúdos inéditos em formato de co-criação, também serão incorporados materiais antigos desses coletivos, como se fosse uma espécie de mini exposição introdutória disponível no telão e TVs do localizados no térreo do centro cultural.
Produto: Exposições de Artes - Acessibilidade Fisica: O Museu possui elevadores, corrimão, instalações sanitárias com utilização independente. Na dimensão física, o planejamento da sala expositiva do Museu, preza por um espaço plano, sem barreiras arquitetônicas, não hádesníveis nem degraus entre as salas. Todas as portas e passagens de ambientes têm a largura maior que a determinação da norma ABNT NBR 9050. Com uso de software disponibilizamos acesso informacional ao prédio e a exposição de longa duração do museu (exposição do acervo). Item da planilha orçamentária - não há tendo em vista que o museu já possui estrutura adaptada a deficientes físicos. - Acessibilidade para PcD Visuais: Visual: recurso de audiodescrição disponível nos softwares de gestão de acervo bibliográfico, documental e museológico, além de estagiários que passaram por treinamento de Acessibilidade para oferecer suporte ao público com deficiência visual durante visitas à biblioteca e/ou Reserva Técnica. Item da planilha orçamentária - Manutenção de informática / Estagiário e Software de gerenciamento de dados para acessibilidade - Acessibilidade para PcD Auditivos Auditivo: recurso de libras digital disponível nos softwares de gestão de acervo bibliográfico, documental e museológico, além de estagiários que passaram por treinamento de Acessibilidade para oferecer suporte ao público com deficiência auditiva durante visitas à biblioteca e/ou Reserva Técnica. Item da planilha orçamentária - Software de gerenciamento de dados para acessibilidade, interprete de libras, monitores. - Acessibilidade ao conteúdo para pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Estagiários que passaram por treinamento de Acessibilidade para oferecer suporte ao público com TEA durante visitas à biblioteca e/ou Reserva Técnica. Item da planilha orçamentária - monitores Mais informações sobre a acessibilidade no Museu. Importante informar que o projeto será realizado no espaço do Oi Futuro que possui Selo Ouro de Acessibilidade oferecido pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, o que torna o projeto acessível em termos de acesso e deslocamento do público. Além disso, o Projeto de Visitação Assistida inclui ações práticas de acessibilidade, como por exemplo, com o Institutos Nacional de Surdos, que além de colaborar na sua especialidade é uma entidade que organiza numerosos grupos para visitas especiais ao Museu. Este Projeto contará com orientador pedagógico especializado em práticas de acessibilidade, Arte Educadores especializados exclusivos para o atendimento de deficientes auditivos e visuais e monitores. A preparação dos arte-educadores contempla a mediação com grupos com necessidades especiais, com abordagens e direcionamentos especialmente elaborados para cada grupo, assim como lançamento do eixo “Acessibilidades” através de cadernos para professores, cujos custos não integram o orçamento deste projeto. A acessibilidade ao acervo se dá por meio do software Pixilab com acesso ao recurso de audiodescrição em diversas áreas do museu, especialmente ao painel com mais de 400 objetos museológicos expostos. O museu se orienta pelo Modelo Universal de Acessibilidade, com a máxima extensão possível a todos, sem distinção, para promover a acessibilidade plena e de forma plural para transpor barreiras físicas, atitudinais e de comunicação. No último pronac 183431, o Projeto de Visitação Assistida atingiu faixas de atendimento às pessoas com deficiência em 36% de alcance. 1502 pessoas foram atendidas presencialmente no eixo de atendimento de Acessibilidades do Musehum. As atividades e exposições do Museu preveem formas de acessibilidades através de audiodescrição, libras, adaptações físicas e equipe especializada para atendimento ao público portador de deficiência visual, auditiva e física. Acessibilidade Atitudinal O Caderno Acessibilidades, produto 100% acessível em Video Libras e Audiodescrito, lançado pelo Oi Futuro em 2018, visa contribuir com a aproximação de profissionais da área de cultura, educação, social e gestão, das questões que dizem respeito ao tema. O acesso pode se dar de forma online, através do site do Museu no endereço http://www.oifuturo.org.br/ noticias/conteudo-do-caderno- acessibilidades-em- audiodescricao/. Recursos utilizados Audiodescrição - faixa narrativa para pessoas com deficiência visual, intelectual, dislexia e idosos, consumidores de meios de comunicação visual. Vídeo Libras - acessibilidade de conteúdo em vídeo traduzido para a língua de sinais. Vídeos legendados - acessibilidade de conteúdo em vídeo com legendas, exemplo: Conteúdo em realidade virtual legendado para pessoa surda na estação VR do Musehum. Legenda em contraste - contraste entre a cor dos textos e a cor de fundo. TalkBack - serviço de acessibilidade para Android que ajudou usuários cegos e com deficiência visual a interagir com seus dispositivos. VoiceOver - é um leitor de tela incorporado aos sistemas operacionais macOS, iOS, tvOS, watchOS e iPod da Apple Inc. Começando pelo térreo, com audiodescrição da arquitetura e funcionalidade do Centro Cultural Oi Futuro, ao interior, com as boas-vindas ao museu e audiodescrição de todo o andar modernizado e do acesso a vitrine contendo mais de 400 objetos históricos expostos, todos acessíveis mediante legenda em contraste e leitura automática, além da audiodescrição completa da vitrine para as pessoas cegas e/ou com baixa visão e transtorno de desenvolvimento intelectual. Com o uso do celular, o público pode se utilizar da rede de internet Wi-Fi do Musehum para acessar o guia de visitação Pixilab Blocks e, em uma tela de simples leitura, digitar o código numérico disposto ao longo da exposição, para acessar o áudio e legenda referente a cada conteúdo a ser descrito. Caso o visitante não tenha um aparelho celular durante a visitação, disponibilizamos tabletes para empréstimo gratuito e acesso ao sistema de guia de visitação.
O acesso as exposições serão 100% gratuitos. I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição.
A proponente será responsável por toda a gestão financeira e administrativa do projeto e responsável pela gestão do processo decisório, e não haverá remuneração pelo projeto. · Ficha Técnica Exposições de longa Duração Coordenação de Projetos: Luciana Adão Luciana Adão é mestranda em Economia e Política da Cultura e Indústrias Criativas, especialista em Gestão da Cultura, Gerenciamento de Projetos – metodologia PMI e produtora Cultural graduada pela Universidade Federal Fluminense. Atuou nas esferas pública e privada na formulação de parcerias estratégicas e políticas culturais, gestão de equipamentos culturais e desenvolvimento institucional de programas de fomento à cultura. Coordena o Programa LabSonica - Espaço de experimentação sonora e musical. Coordenação Centro Cultural e Musehum: Bruna Cruz Bruna Cruz é bacharel em Museologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UNIRIO. Atuou como coordenadora na Superintendência de Museu/Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro e no Núcleo de projetos patrocinados Vale e grupo CCR pela Jleiva. Coordena o Musehum – Museu das Comunicações e Humanidades e nesta função, tem a oportunidade de explorar e empregar novas tecnologias de infraestrutura digital onde coordenou a pesquisa de público “Museus: Narrativas para o Futuro”; Gamificação do acervo; Modernização e lançamento da marca Musehum e a implantação do Acervo Musehum Online de digitalização para disponibilização online por meio da plataforma Tainacan. Gerência Executiva de Cultura: Victor D’Almeida Victor D'Almeida é gestor cultural com 23 anos de experiência na área de cultura. Formado em Produção Cultural pela UFF - Universidade Federal Fluminense e com especialização em Gestão de Projetos no Terceiro Setor pela FGV. Atuou na UNESCO, Caravana Cultural, Festivais Internacionais de Cinema e no SESC Rio. Desde 2005 trabalha no Oi Futuro, instituto de inovação e criatividade da Oi. Como Gerente Executivo de Cultura, atua na elaboração, implantação e gestão dos programas e projetos do Instituto. Produtor Cultural : Sandro Rosa Sandro Rosa é produtor cultural formado pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro e com experiência profissional em instituições públicas e privadas. Mestrando em Cultura e Territorialidades, pelo Programa de Pós-Graduação em Cultura e Territorialidades – Universidade Federal Fluminense, com trajetória de pesquisa sobre cultura, território, periferia e políticas culturais. Integra a equipe do Oi Futuro, atuou na produção do projeto de modernização do Musehum – Museu das Comunicações e Humanidades e hoje é analista de cultura do Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados. · Ficha Técnica Exposiçoes Temporárias Curadoria e direção geral: Chico Dub Chico Dub é curador, diretor artístico e gestor cultural. É diretor e curador do Festival Novas Frequências e membro do conselho consultivo da SIM (Semana Internacional de Música de São Paulo). Ex-curador do Centro Cultural São Paulo e gestor de projetos da fundação suíça para a cultura Pro Helvetia no contexto sul-americano, já realizou curadorias para: Bienal de São Paulo (programação musical, 2021) In/Out Festival (digital, 2020-2021), OneBeat Residency (Estados Unidos, 2020-2021), Labverde - Imersão artística na Amazônia (Manaus, 2020), Virada Cultural (São Paulo, 2020), Silo - Arte e Latitude Rural (Rio, 2019), Videoex (Zurich, 2019), ArtSonica Residência Artística (Rio de Janeiro, 2019), Escuchar (Sonidos Visuales) (Buenos Aires, 2018), Red Bull Music Academy SP (2017), Revisitando Smetak (Rio, 2017), MAR - Museu de Arte do Rio de Janeiro (ciclo Margem, 2016), HOBRA - Residência Artística Holanda Brasil (Rio, 2016), Red Bull Music Pulso (SP, 2016), Dia da Música (Rio, 2015), Eletronika (BH, 2013-2015), SESI Cultura Digital (Rio, 2014-2015), World Stages Residency (Theatre Royal Stratford East, London), Cine-Seizure (Arnolfini - Centre for Contemporary Arts, Bristol, 2014), Festival Imersões (Rio, 2014), Sónar São Paulo (2012), além das séries Invasão Paraense e Invasão Baiana para os CCBBs de Brasília, SP e Rio (2012, 2014 e 2015). Direção de produção: Leila Maria Moreno Leila é formada em Artes Cênicas e há 24 anos trabalha na área. Transitou no mercado como atriz, assistente de direção e desde 2004 se dedica à produção. As companhias de teatro sempre foram um ponto importante em sua trajetória, passando por importantes grupos cariocas como a Cia. Fodidos e Privilegiados, dirigida por Antônio Abujamra; Cia. Ensaio Aberto, dirigida por Luiz Fernando Lobo; Cia. OMondé dirigida por Inez Viana, e atualmente com a Cia. Barca dos Corações Partidos. Atualmente é coordenadora de produção dos projetos de teatro da Sarau Agência de Cultura Brasileira, responsável por espetáculos de grande sucesso. Produção executiva: Ray Farias Produtor, artista e pesquisador. É mestre em Estudos Contemporâneos das Artes pela Universidade Federal Fluminense (RJ), licenciado em Dança pela Faculdade Angel Vianna (RJ), com formação complementar pela Escola de Artes Visuais do Parque Lage (RJ). Exerceu função de produtor de espetáculos e festivais de teatro e dança junto as produtoras Artér Negócios Socioculturais e Alecrim Produções Artísticas (Brasília, DF), e ainda Festival Panorama de Dança, e em equipamentos da FUNARTE. Produziu exposições no Centro Municipal de Arte Helio Oiticica e Parque Lage. Foi produtor de set junto a Samba Filmes para TV, e pesquisador iconográfico para TV5 (França). Atuou como Produtor Executivo no Festival Novas Frequências 9ª Edição (2019), e como Produtor no projeto Discoteca 85 no Centro Cultural São Paulo (2020), ambos em colaboração com a Outra Música. Em 2021, exerceu a função de controller para o projeto Coleções em Movimento, do Núcleo Valéria Martins. Atualmente atua como produtor freelancer. Assistente de direção artística: Natália Lebeis Natália Lebeis é artista e realizadora cultural. No Rio de Janeiro trabalhou como produtora técnica dos seguintes Festivais: Novas Frequências (2020/2019); In/Out (2020); Virada Sustentável (2019/2018); Tempo (2018) e Panorama (de 2016 a 2018). Foi diretora de palco da casa de shows Vivo Rio no RJ (2018). Produziu a Intrépida Trupe (2016 à 2019) e a mostra Arquivo em Cartaz do Arquivo Nacional (2018). Foi coordenadora de produção local (Museu de Arte do Rio) do WOW - Festival de Mulheres do Mundo (2018). Produziu performances de música experimental e arte sonora para a exposição Canção Enigmática no MAM-RJ (2020). No teatro foi diretora de produção do espetáculo “Tem Alguém Aí?” de Bernardo Lorga no SESC-Tijuca (2019) e foi produtora técnica do espetáculo “As Quatro Direções do Céu” de Camilo De Lélis no Teatro Poeira (2019), dentre outros. Em 2020 começou a atuar também como assistente de direção do Festival Novas Frequências. Recentemente foi assistente de direção e diretora de produção do Festival In/Out e é assistente de direção do Audiodrama, projeto que será realizado nos CCBBs RJ, SP, BH e DF com estreia marcada para o segundo semestre de 2021. Também está em fase de produção do seu primeiro EP autoral com produção de Thiago Nassif e Jonas Sá. Designer/programadora visual: Tereza Bettinardi Tereza Bettinardi [Santa Maria, 1983] cursou Jornalismo e formou-se em Design Gráfico pela Universidade Federal de Santa Maria. Desde 2014, dirige sua própria prática desenvolvendo projetos de identidade visual, livros, revistas, catálogos, CDs e embalagens. Alguns desses projetos foram selecionados para exposições nas Bienais organizadas pela Associação Brasileira de Designers Gráficos [ADG Brasil], Museu da Casa Brasileira [MCB] e Feira Internacional do Livro de Buenos Aires. Recebeu prêmios como o Prêmio Jabuti [da Câmara Brasileira do Livro], o Brazilian Music Awards e foi reconhecida pelo Latin American Design Awards, Type Directors Club New York e AIGA + Design Observer’s 50 Books / 50 Covers. Como parte de seu interesse em combinar a escrita com sua prática de design gráfico, seja por meio de discussão ou colaboração com publicações, eventos e blogs, ela participou do Design Writing and Research Summer Intensive [2015] na School of Visual Arts de Nova York, um programa de residência de duas semanas dedicado à pesquisa e redação sobre design. Assessoria de imprensa: Leila Grimming Cia. Intrépida Trupe (quatro espetáculos em 2009); ‘Sassaricando – E o Rio inventou a marchinha’ - temporadas cariocas de 2009 (Teatro das Artes), 2010 (Carlos Gomes e itinerância em algumas cidades), 2011 (Teatro das Artes), 2012 (Teatro Leblon), 2013 (Imperator), 2014 (NET Rio), 2015 (Sala Baden Powell e Sesi Jacarepaguá) e 2016 (Teatro Dulcina); Sassariquinho (Teatro das Artes), em 2013 e 2014; na peça ‘O Mistério Bufo’, de Maiakovski, dirigida por Fábio Ferreira e Cláudio Baltar, no Oi Futuro; Festival Grotowski, com coordenação de Tatiana Motta Lima, na UniRio, Teatro Poeira e Gláucio Gil; peça ‘3 Horizontes’, de Cadu Cinelli, no Teatro do Jockey; ‘Cozinha e dependências’ e ‘Um dia como os outros’, com Olívia Byington e Silvia Buarque, no Teatro Poeira; ‘Fragmentos do Desejo’ (CCBB) e ‘Ausência’ (Teatro Ginástico), da Cia Dos a Deux; peça infantil ‘A Gaiola’, direção de Duda Maia (CCBB/RJ); peça ‘Tudo o que há Flora’, direção de Daniel Herz (CCBB/RJ); série ‘O Século do Samba’ (CCBB e Armazém 2, 2016), com Nei Lopes, Monarco, Jards Macalé, Leci Brandão, Pedro Luis; ‘Meu Primeiro Festival’, produzido pela Dell’Arte, em novembro de 2016, no Passeio Público; projeto sociocultural ‘Passageiro do Futuro’ (2017), peças ‘Tudo o que há Flora’, dir. Daniel Herz (CCBB / junho de 2016) ‘Agora e na Hora’, de Luis Erlanger, com direção de Walter Lima Jr., com André Gonçalves e elenco (Teatro Fashion Mall / outubro de 2017), e ‘Ouvi dizer que a vida é boa’, com a Cia. Dramática de Comédia (Espaço SESC / junho de 2018), ‘Dança em Trânsito’, etapa RJ em 2017 e 2018; 56º e 57º Festival Villa-Lobos (RJ, 2018 e 2019); 17º Festival Internacional de Cinema Infantil (FICI) (RJ e SP / out e nov de 2019), 9º Festival Novas Frequências (MAM/RJ, dez de 2019), entre outros. Comunicação: Pérola Mathias Pérola Mathias é doutora em Sociologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pesquisadora de música brasileira contemporânea. É autora do projeto Poro Aberto e editora da Revista Polivox, escreve a coluna de música da revista A Palavra Solta e no perfil da revista musical “Resenhas miúdas” no Instagram. Diretor de vídeo/editor: Fabiano Araruna Dentre as exposições coletivas de arte sonora que realizou curadoria estão: "Canção Enigmática: relações entre arte e som nas coleções MAM Rio" (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 2019-2020); "Lado B: o disco de vinil na arte contemporânea brasileira" (Sesc Belenzinho, 2019); "Disco é Cultura "(Castelinho do Flamengo, 2017); "Gambiarra Sonora" (Festspielhaus Hellerau, Dresden, Alemanha, 2016).
PROJETO ARQUIVADO.