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PRONAC 223582Apresentou prestação de contasMecenato

DONA FULÔ E OUTRAS JOIAS NEGRAS

DAIANA CASTILHO DIAS LTDA
Solicitado
R$ 2,27 mi
Aprovado
R$ 2,27 mi
Captado
R$ 2,25 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
00000000000191BANCO DO BRASIL SA1900-01-01R$ 2,25 mi

Eficiência de captação

99.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
22

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2024-08-26
Término

Resumo

DONA FULÔ E OUTRAS JOIAS NEGRAS apresenta uma imersão do Brasil Colonial ao Brasil Contemporâneo vivido pelahistória de mulheres negras escravas e alforriadas, uma história de silêncios e resistência. Será apresentado conjunto inédito de 120 obras da joalheria brasileira denominadas Joias de Crioulas, 100obras de40 artistas contemporâneos. A curadoria é de Carol Barreto, Eneida Sanches e Marilia Panitz.

Sinopse

A exposição Dona Fulo e outras joias negras sob a curadoria de Marilia Panitz, Carol Barreto e Eneida Sanches, apresentará um conjunto inédito de 120 joias de crioula e 100 obras de arte de 40 artistas contemporâneos. Essa exposição desenvolverá um panorama aberto e poético sobre a herança deixada pelas mulheres negras, marcada pela resistência e superação diante de séculos de opressão e invisibilidade. A mostra ficará em cartaz por 180 dias, terá classificação indicativa LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS E ENTRADA FRANCA.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realização da exposição Dona Fulô e outras joias negras na cidade de Salvador sob a curadoria de Carol Barreto, Marilia Panitz e Eneida Sanches apresentando conjunto de joias de crioula em interação com 40 artistas contemporâneos. OBJETIVOS ESPECÍFICO O projeto Dona Fulo e outras joias negras tem por objeto específico as seguintes ações: · PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES: Realizar 1 mostra GRATUITA com conjunto de 120 joias de crioula e 100 obras de 40 artistas contemporâneos brasileiros (120 dias); · PRODUTO CATÁLOGO: Produzir e imprimir 1000 catálogos relacionados ao projeto com imagens das obras expostas e textos de críticos convidados. A confecção dessa peça gráfica permitirá a multiplicação da experiência da visita à exposição, a documentação de acontecimentos de importância para as artes visuais brasileiras e a democratização de material com textos críticos de excelência, produção gráfica cuidadosa e obras de arte que são fruto de longa pesquisa e experimentação; · PRODUTO PALESTRA: Realizar 03 palestras com pesquisadores, críticos, professores ou especialistas que permitam uma ampla discussão dos temas apresentados no projeto; (50 vagas por encontro).

Justificativa

A mostra parte de uma bela e rara coleção de joias crioulas e de um livro, "Preciosa Florinda", organizado pelo colecionador Itamar Musse, pelo editor Charles Cosac e pelo historiador Eduardo Bueno. Esta é uma mostra que mergulha no Brasil dos séculos XVIII e XIX, em especial na Bahia dos tempos de Colônia e Império, e na magnífica prática transgressiva implementada pelas escravas alforriadas, que por vários caminhos evocavam sua história ancestral africana. Convoca também em uma prática que antecede a antropofagia oswaldiana, do início do século XX: a fusão dos adereços de matriz africana com os outros, europeus, portados pelas sinhás. Associam o ornamento à simbologia religiosa em uma operação sincrética que resulta nos fios de contas, nos correntões, nos brincos pitangas, nas pulseiras de copo, nos balangandãs. Ouro e prata, pedras preciosas e corais, contas de vidro e búzios, madeira e osso ... Esta é uma história que chega ao século XXI, com as vestimentas das babalorixás e das baianas que vendem acarajé nas ruas, todas herdeiras das escravas de ganho que compraram sua liberdade com o trabalho nas ruas. Que traz também a herança da cultura afrodiaspórica nas obras de artistas negros contemporâneos. Quem eram estas mulheres? Porque estas jóias simbolizavam a manutenção de sua cultura, a preservação da sua auto-estima e a sua resistência a condição de mercadoria? "Dona Fulô e outras joias negras" vem apresentar história que por tantos anos foi mantida em silêncio e trazer a tona nomes como o de Dona Florinda e tantas outras mulheres pretas empreendedoras no Brasil. Além de almejar difundir a atividade artística na área de Artes Visuais, favorecendo o acesso ao conhecimento sobre o que está sendo apresentado, há fatores específicos envolvidos neste projeto e que nos incentivam a propor a realização de uma mostra e ações relacionadas. O projeto "Dona Fulô e outras joias negras" se enquadra nos incisos abaixo descritos do Art. 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Nesse sentido, no âmbito do Art. 3º da Lei *313/91 o projeto alcançará os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999)

Estratégia de execução

PÚBLICO ALVO A exposição “Dona Fulô e outras joias negras” foi desenvolvida para o público em geral. A mostra tem classificação indicativa Livre para todos os públicos. Estima-se que mais de 150 mil pessoas visitarão a exposição em seu período em cartaz. PLANO DE COMUNICAÇÃO E MÍDIA O projeto Dona Fulô e outras joias negras realizará a distribuição gratuita (para o público, instituições culturais e formadores de opinião) de mídias digitais especialmente criadas para a mostra. Esse material tem caráter de formação e reflexão sobre a História da Arte Brasileira e como desdobramento, colabora para a difusão e a democratização do acesso à cultura. · Contratação de assessoria de imprensa especializada; · Clipagem e valoração de mídia espontânea; · Impressão de 1000 catálogos; · Convite virtual; · Divulgação em redes sociais; · Impulsionamento de postagens em redes sociais; · Registro fotográfico e videográfico do evento; · Site do proponente: serão disponibilizadas informações do projeto, integra das palestras, vídeos em libras, áudio guia das obras e o site terá como acessibilidade as seguintes ferramentas: Leitor de tela; Ferramenta em lupa e zoom; Auto contraste e inclusão da ferramenta Suíte V Libras.

Especificação técnica

01. A exposição A exposição Dona Fulo e outras joias negras sob a curadoria de Marilia Panitz, Carol Barreto e Eneida Sanches, apresentará um conjunto inédito de 120 joias de crioula e 100 obras de arte de 40 artistas contemporâneos. Essa exposição desenvolverá um panorama aberto e poético sobre a herança deixada pelas mulheres negras, marcada pela resistência e superação diante de séculos de opressão e invisibilidade. A mostra ficará em cartaz por 180 dias, terá classificação indicativa LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS E ENTRADA FRANCA. 02. Catálogo das obras Capa flexivel - 15x21 cm no tamanho fechado 15,0 x 21,0 cm Miolo: Páginas:100. 1 Capa no tamanho aberto 34,9x24,0 cm em papel Cartão Duo Design (LD) 350 g/m² impressos à 4x0 cores. Acabamentos: Prova Laser, Laminação BOPP Fosco F, Faca Especial 1 Guardas no tamanho aberto 30,0x21,0 cm em papel Couché Fosco (LD) 170 g/m² impressos à 4x4 cores. Acabamentos: Laminação BOPP Fosco F, Prova Laser, Dobra 100 Páginas no tamanho 15,0x21,0 cm em papel Couché Fosco (LD) 150 g/m² impressos à 4x4 cores. Acabamentos: Prova Laser, Dobra Finalizações: Alceamento, Cola Hotmelt, Capa flexível, Encaixotamento Quantidade: 1000 unidades São 03 volumes associados com o mesmo formato: * Volume 01 - Joias na Bahia do Séc. XVIII e XIX - Autores de texto: Ana Passos, Zélia Bastos, Joilda Fonseca, Thayná Trindade e Thais Darzé. * Volume 02 - Preciosa Florinda - Autores de texto: Eduardo Bueno, Sheila de Castro Faria, Lilia Moritz Schwarcz, Mary Del Priore, Giovana Xavier, Pedro Correa do Lago e Vick Muniz. * Volume 03 - Dona Fulô e outras joias negras - Autores de texto: Marília Panitz, Carol Barreto e Eneida Sanchez. 03. Palestra com críticos e pesquisadores convidados Serão realizados 03 encontros para discutir o projeto e seus desdobramentos onde críticos e pesquisadores convidados apresentarão seus comentários e ponto de vista sobre o projeto e seus desdobramentos na arte brasileira (50 vagas por encontro - total de vagas 150 vagas) Atividades destinadas a professores e estudantes, em especial os integrantes da rede pública do estado e município, esses terão prioridade nas inscrições. O projeto fará chamamento diretamente realizado junto às Secretarias de Educação Municipal e Estadual.

Acessibilidade

PRODUTO EXPOSIÇÃO 1. ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO (ART.25 INCISO I): a) Descrição da atividade: O projeto buscará parcerias com museus que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. 2. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTE VISUAIS: a) Descrição da atividade: · A exposição de apresentação das obras terá textos em tipos ampliados para garantir o acesso de deficientes visuais de graus variados; · Legendas em braile para as obras presentes na exposição de apresentação. Estas impressões serão executadas em placas de pvc e estarão expostas em altura adequada para leitura tátil, inclusive de cadeirantes e pessoas de baixa estatura; 3. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITITOS a) Descrição da atividade: · Realização de Vídeo em libras sobre as obras adquiridas disponível por QRcode na exposição; PRODUTO CATÁLOGO 1. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS a) Descrição da atividade: O catálogo do projeto será disponibilizado gratuitamente em PDF. O catálogo no formato PDF permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” que possibilita a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. PRODUTO PALESTRAS 1.ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO (ART.25 INCISO I): a) Descrição da atividade: O projeto buscará parcerias com locais de exposição que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. 2.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS a) Descrição da atividade: As palestras serão acompanhadas por intérprete em libras; ACESSIBILIDADE DE COMUNICACIONAL Todo o conteúdo desenvolvido pelo projeto será disponibilizado no site do projeto inclusive os vídeos em libras das obras; De acordo com a Lei nº 13.146, de 06/07/2015 Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso: I - a bens culturais em formato acessível; II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; e III - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUALPara garantir o acesso ao conteúdo do projeto de exposição Dona Fulô e outras joias negras para pessoas com deficiência intelectual, adotaremos estratégias que tornem a experiência mais acessível, interativa e inclusiva. Como as práticas abaixo: 1. Linguagem Simples e ClaraUso de linguagem acessível, sem termos técnicos ou complexos.Explicações breves e diretas ajudam a facilitar a compreensão.2. Recursos Visuais e TáteisUtilizaremos imagens, diagramas, vídeos e elementos visuais que ajudem a contextualizar as informações.Serão oferecidos materiais táteis (réplicas de objetos, maquetes) para facilitar o entendimento por meio do toque.3. Audiodescrição e LegendagemO projeto apresenta audioguias com descrições simples dos elementos da exposição.Serão realizados vídeos com legendas e intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para apoiar quem utiliza esse recurso.4. Mediação PresencialO projeto contará com 01 mediador especializado em acessibilidade, capacitado para adaptar o discurso de acordo com o público.Serão promovidas 2 visitas guiadas inclusivas, com explicações mais pausadas e interativas.5. Espaços SensoriaisO projeto conta com área de descanso e espaços tranquilos para os visitantes se acalmarem se necessário. 6. Textos em Leitura Fácil Os textos do projeto serão apresentados no formato de "leitura fácil", que seguem regras de acessibilidade cognitiva, como frases curtas, fontes grandes, e uso de pictogramas.7. Roteiros AdaptadosSerá oferecido pelo programa educativo um roteiro em formato adaptado para guiar as pessoas de forma independente pela exposição, facilitando a autonomia.Essas medidas vão colaborar para criar uma experiência mais democrática e acessível para todas as pessoas, promovendo a inclusão na exposição Dona Fulo e outras joias negras.

Democratização do acesso

O projeto Dona Fulo e outras joias negras - realizará as seguintes iniciativas visando ampliação do acesso: 1. O projeto prevê a parceria com entidades cujo acesso seja GRATUITO. 100% do produto Exposição será realizado com caráter social, além do previsto no inciso II do art.27, totalizando 100%; 2. 80% catálogos produzidos para a mostra terão distribuição gratuita para o público em geral e especialmente para escolas, bibliotecas, museus e outras entidades ligadas à cultura (Art 28 - Inciso I); 4. Todas as imagens e vídeos realizados no âmbito do projeto estarão disponíveis gratuitamente no site do proponente do projeto (Inciso IV e V Art. 28); 5. Serão realizados 3 encontros com especialistas, sendo um deles voltado para professores da rede pública (Inciso VI – Art.28); No âmbito do Art. 28 da IN nº01/2023 do Ministério da Cultura o projeto prevê: I - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.

Ficha técnica

Daiana Castilho Dias – Direção de produção Historiadora, professora e produtora cultural é Mestre em História das Relações Internacionais e Diplomacia Cultural pela Universidade de Brasília. Foi Coordenadora Geral da Rede de Centros de Estudos Brasileiros e Institutos Culturais do Brasil no exterior e em seguida assume a Coordenação Geral do Comissariado Brasileiro para o Ano do Brasil na França junto ao Ministério da Cultura. Foi membro do Comissariado Internacional para Cultura. Em 2006 a administração pública e inicia o trabalho de Direção de Produção e Coordenação de projetos de artes visuais que culminaram na realização de uma série de exposições de artes visuais pelo país. Em 2008 cria e dirige a 4 ART PRODUÇÕES CULTURAIS empresa especializada na realização de eventos culturais que já realizou mais de uma centena de exposição no Brasil e no exterior. CV DO CURADOR Marília Panitz Marília Panitz Silveira Mestre em Arte Contemporânea: teoria e história da arte, foi professora na Universidade de Brasília, de 1999 a 2012. Dirigiu o Museu Vivo da Memória Candanga e o Museu de Arte de Brasília. De 1994 a 2013, atuou como pesquisadora e coordenadora de programas educativos em exposições. Atua como crítica de arte e curadora independente, com projetos como: Felizes para Sempre, Coletivo Irmãos Guimaraes BSB, Curitiba e SP, 2000/2001; Gentil Reversão, BSB, RJ 2001/2003; Rumos Visuais Itaú Cultural 2001/03 e 2008/10; Azulejos em Lisboa Azulejos em Brasília: Athos Bulcão e a azulejaria barroca, Lisboa, 2013; Vértice – Coleção Sergio Carvalho, nos Correios em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo 2015| 2016; 100 anos de Athos Bulcão CCBB Brasilia, Belo Horizonte São Paulo e Rio de Janeiro, 2018-9; O Jardim de Amilcar de Castro: neoconcreto sob o céu de Brasília, no CCBB-Brasila, 2022-24. Realiza projetos com ênfase na produção artística do Distrito Federal e na formação de uma visualidade determinada pela cidade nova; e em mapeamento da cena cultural de espaços não hegemônicos. Marília Panitz foi professora ao Instituto de Arte da Universidade de Brasilia ,até 2013. Dirigiu o Museu Vivo da Memória Candanga e o Museu de Arte de Brasília. Pesquisadora e coordenadora de programas educativos em exposições. Atua como crítica de arte e curadora independente, realizando projetos com ênfase na produção artística do DF. Carol Barreto é Professora do Departamento de Estudos de Gênero e Feminismo da Universidade Federal da Bahia, atuante no Grupo de Pesquisa Gênero, Arte e Cultura do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Mulher (NEIM), órgão suplementar da UFBA. Doutora pelo Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade – PosCultura – IHAC – UFBA. Mestra em Desenho, Cultura e Interatividade – UEFS e Especialista em Desenho – UEFS. Possui graduação em Licenciatura em Letras com Inglês pela UEFS. Atuou como docente em cursos de Graduação, Técnico e Pós-Graduação em Design de Moda por cerca de dez anos, onde desenvolveu as metodologias aplicadas no projeto Modativismo.aora do Prêmio PIPA 2020 para escrever o texto crítico para o catálogo daquela edição do Prêmio. Clique no link abaixo para ler o texto completo. Eneida Sanches Eneida Sanches iniciou graduou-se em Arquitetura e Urbanismo pela UFBA, e fez cursos livres na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia. Desde 1990 passa a pesquisar e produzir ferramentas de uso litúrgico do candomblé yorubá onde estética africana e afro-brasileira aparecem em forma de símbolos que contam histórias. Entre 1995 e 2000 estudou gravura em metal nas Oficinas do Museu de Arte Moderna da Bahia. Em 2000 apresenta obras relacionadas ao tema do Transe e passa a usar a gravura na forma de objetos e instalações. Recebeu o prêmio do XXIV Salão de Artes MAM Bahia e participou de residência na Holanda (2008), Tanzânia (2014) e Portland EUA (2019). De 2000 até 2015 criou e coordenou o Circuito das Artes e Triangulações. O primeiro apresenta a cada ano a produção de 100 artistas da Bahia em 8 instituições simultâneas. O segundo constrói diálogos entre artistas da Bahia, Brasília, Goiânia, Pará, Ceará e Maceió em parceria com os curadores Marília Panitz (BSB), Bitú Cassundé (CE), Divino Sobral (GO), Alejandra Munoz (BA) e Vânia Leal (PA). A partir de 2011, reúne gravuras e vídeo-instalação através da série Transe – Deslocamento de Dimensões em um trabalho colaborativo com o fotógrafo e videomaker Tracy Collins (NY). Tem seus trabalhos publicado em: Revista N/Paradoxa (Olabisi Silva), Revista Contemporary& (texto Alexandre Bispo) e Revista Transition de artistas negros e latinos (Boston EUA) Expõe a vídeo instalação Transe no Festival Vídeo Brasil 2013 – SP. Em 2015 foi indicada ao Prêmio PIPA e participou da 3a Bienal da Bahia. Em 2016 apresenta sua obra no Itaú Cultural SP na coletiva Diálogos Ausentes com curadoria de Rosana Paulino e Diane Lima e em 2018 participa da mostra PretAtitudes, curadoria de Claudinei Silva.Palestra no Fóruns Internacionais LASA (Boston) Maio 2019 e Black Portraitures Outubro 2019 sobre o Transe Enquanto Processo Artístico. Professora convidada em 2019 oferece curso sobre Processos Artísticos para os alunos do mestrado na Faculdade de Artes Visuais MECA (Maine College of Arts). Em 2020 apresenta suas obras na Mostra Estratégias do Feminino, Bienal Mercosul e Salão Anapolino de Artes Visuais onde recebe Prêmio do Salão. Em 2021 é artista convidada no Centro Cultural São Paulo (CCSP) e participou da Mostra Modernistas Desde Aquí no Paço das Artes, em São Paulo. Em 2022 participou da mostra 37o Panorama MAM das Artes Visuais. Atualmente expõe no Contemporary Center for Arts em Rockland, Maine, EUA. Eneida nasceu em Salvador, Bahia. Mora e trabalha em São Paulo desde 2017 no atelier coletivo Condomínio Cultural, rua Mundo Novo 342 Vila Anglo, Pompéia. CAROL BARRETO - CURADORA Carol Barreto é Professora do Departamento de Estudos de Gênero e Feminismo da Universidade Federal da Bahia, atuante no Grupo de Pesquisa Gênero, Arte e Cultura do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Mulher (NEIM), órgão suplementar da UFBA. Doutora pelo Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade – PosCultura – IHAC – UFBA. Mestra em Desenho, Cultura e Interatividade – UEFS e Especialista em Desenho – UEFS. Possui graduação em Licenciatura em Letras com Inglês pela UEFS. Atuou como docente em cursos de Graduação, Técnico e Pós-Graduação em Design de Moda por cerca de dez anos, onde desenvolveu as metodologias aplicadas no projeto Modativismo. ROGÉRIO TAVARES - PROJETO EXPOGRÁFICO Formação multidisciplinar em Arquitetura, Publicidade e Marketing e Moda, atua em várias vertentes da Arquitetura. A expografia é uma de suas áreas de atuação. Desde 2002, projeta e acompanha a montagem de cenários e desenho de luz de ambientes de exposições de artes visuais em importantes espaços culturais no Brasil, como a galeria da Embaixada da Itália, CCBB, Palácio das Artes – Belo horizonte, MAB e Museu Nacional da República – Brasília, Farol Santader - Porto Alegre, e na Austrália, no Camberra Contemporary Art Space e ARTISAN – Brisbane. Fez trabalhos para artistas consagrados como Hélio Oiticica, Amílcar de Castro, Athos Bulcão, Rubem Valentin, Christus Nobrega, Vicente de Melo, entre outros. No cinema, como diretor de arte em curtas metragens, foi premiado internacionalmente como o filme Acalanto (2012), do diretor Arturo Saboia, lançado no Festival de CANNES 2013 e no Festival de GRAMADO 2013, onde foi premiado com o Kikito pela direção de arte e mais outras quatro categorias. CARLOS PEUKERT - PROJETO DE ILUMINAÇÃO Bacharel em Interpretação Teatral pela Unb-DF, iluminador cênico, produtor cultural e professo da UnB. Reconhecido no mercado artístico como iluminador cênico. Especialista em projetos luminotécnicos para exposições de artes promovidas pelo SESC/SP, Instituto Tomie Ohtake, Museu Casa do Pontal, Fundação Museu do Homem Americano, Museu da Cidade de Manaus, Fundação Athos Bulcão, Fundação Iberê Camargo, Centro Cultural Banco do Brasil, Caixa Cultural, Farol Santander. Foi iluminador de inúmeras exposições itinerantes no Brasil tendo a oportunidade de trabalhar diretamente com renomados artistas como Ai Weiwei, Antony Gormley, Cai Guo Qiang, Patricia Piccinini, Pablo Atchugarrry, Christian Boltanski, Marianne Peretti, Carmela Gross, Os Gêmeos, Sebastião Salgado, entre outros.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-07-31
Locais de realização (1)
Salvador Bahia