| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 01425787000104 | REDECARD INSTITUICAO DE PAGAMENTO S.A. | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
| 05069718000158 | PERFIL ALUMINIO DO BRASIL S/A | 1900-01-01 | R$ 45,0 mil |
| 04023387000152 | DECOLORES MARMORES E GRANITOS DO BRASIL S.A. | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
VOLTADO PARA A INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, o projeto coral intitulado "ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS", contempla um conjunto de ações para a afirmação e desenvolvimento de CANTORES CEGOS, a visibilidade e a valorização da sua atividade como autor e produtor de bens simbólicos, mais especificamente DE UM CORAL com repertório de canções populares de domínio público.
O BRASIL É RETRATADO NA VOZ DE CANTORES CEGOS Com canções representativas da cultura popular brasileira, contemplando a diversidade de suas origens, o coral intitulado "Orquestra Brasileira de Cantores Cegos" fará três apresentações gratuitas em Vitória. Um Brasil múltiplo e diverso é retratado, passando por manifestações populares de vários estados, incluindo o Congo do Espírito Santo, a música Tupiniquim, Guarani e Quilombola. O arranjo de vozes é assinado pela compositora Tarita de Souza, e trava diálogo com a música contemporânea, potencializando a coralidade dos dezesseis artistas cegos, cuja voz é o veículo de apreensão do mundo. A orquestra é regida pelo regente capixaba Thomas Davison e conta com a presença dos assistentes-videntes da Cia Poéticas da Cena Contemporânea, mediando a regência da produção coral com o movimento das mãos e o toque. Com forte plasticidade visual, marca da Direção Artística de Rejane Arruda, e Iluminação do light design André Stefson, a Orquestra Brasileira de Cantores Cegos conta ainda com a Direção de Arte de Antônio Apolinário. A Associação SOCA BRASIL pesquisa a linguagem cênica desde 2017, tendo realizado os espetáculos "Pele" com cadeirantes e "Quando Acordar a Cidade" com cegos, a performance "Slam Corpo Grita" com surdos; e mais recentemente, com o Vídeo e a Fotografia, as mostras "Olhares Sobre o Feminino" e "c-o–n-t-a-g-i-o de Videoperformance"; os projetos "Camera Obscura", "Fora!" e (em pré-produção) "Escola de Fotógrafos Cegos e Exposição 'Quando Fecho os Olhos Vejo Mais Perto'".
*OBJETIVO GERAL* Apresentar ao coral intitulado "Orquestra Brasileira de Cantores Cegos", para a transformação do olhar sobre as PCDs e desenvolvimento de artistas com deficiência, visando incluir cegos na cena cultural. De acordo com o artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, a proposta visa: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão - no caso, a produção coral de pessoas cegas; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira - no caso, pessoas cegas; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais - com a distribuição inteiramente gratuita; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade - difundido a produção de pessoas com deficiência com a distribuição totalmente gratuita dos produtos; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura - no caso da produção de Canto Coral Popular no Espírito Santo; e recursos humanos para a produção e a difusão cultural. *OBJETIVOS ESPECÍFICOS* VISTO QUE O PROJETO É TOTALMENTE GRATUITO, ESTÁ DISPENSADO DE PREVER A CONTRAPARTIDA, CONFORME §5º DO ARTIGO 25 DA IN 01/2022. A) Realizar 5 (cinco) apresentações do CORAL intitulado ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS, com a participação de 16 (dezesseis) cantores (as) cegos (as) e 8 (oito) assistentes-videntes, num total de 24 (vinte e quatro) pessoas em cena, com 45 (quarenta e cinco) minutos de duração e um repertório de 20 (vinte) canções extraídas da Cultura Popular de domínio público transmitidas pela tradição oral, com acesso gratuito em espaço fechado em Vitória-ES. Capacidade total estimada de 652 pessoas por sessão totalizando 3.260 pessoas nas cinco apresentações.
A proposta apresentada, está alinhada às finalidades expressas no Art.1° da Lei 8.313/1991, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E, em consonância com os objetivos do Art.3° da referida lei para cumprimento das finalidades expressas no art. 1°da Lei 8.313, atenderá, os seguintes objetivos: II: fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. O projeto inova: Contribuindo para que pessoas cegas se insiram na tessitura social como fazedores de cultura, artistas, valorizados em sua produção; Estabelecendo princípios e a práxis em laboratório continuado para que chegue, aos cegos, o conhecimento necessário à produção artística; Contribuindo para que pessoas cegas possam articular pensamento crítico sobre a própria obra, e análise reflexiva sobre as relações entre arte e sociedade; Contribuindo para a inserção de pessoas cegas na cadeia de produção de bens simbólicos valorizados socialmente Contribuindo para aflorar no tecido social, instituições e público, a valorização do cego enquanto artista. O projeto leva até pessoas cegas, arsenal metodológico, promovendo a inclusão, o acesso ao conhecimento e meios para o exercício da autonomia em procedimentos de criação artística através da participação em uma orquestra de vozes e repertório de Canção Popular Brasileira de tradição oral. O projeto leva a produção de artistas cegos à sociedade, expondo-a em ambiente externo público, a fim de surpreender com o impacto do seu canto coral. Expondo a sua produção em espaço público com amplo acesso, objetiva-se: a mudança de olhar sobre a pessoa com deficiência e a valorização de suas potencialidades, mostrando um repertório que comporta a riqueza da tradição oral de canções populares, do Espírito Santo e do Brasil. Constituímos e apresentamos, assim, a ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS, esperando que possamos mostrar a beleza da realização coral, oferecendo à sociedade aprodução de artistas cegos e abrindo perspectivas para que passem a fazer parte da cadeia de produção de bens simbólicos, contribuindo para o acesso à cultura e à arte como fazedores de cultura.
Musicografia Braille está inserida na planilha orçamentaria. A rubrica que contempla este ítem é: MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO. Partituras de musicografia em Braille para os PCDs participantes que lêem em Braille. Será contratado um profissional para a tradução e impressão do material, durante a fase de pesquisa e arranjo musical. _________________________________________ O cachê de coralistas cegos está contemplado no item PRODUÇÃO DE ELENCO. A produção de elenco será responsável pela contratação dos 16 coralistas cegos participantes e receberá em fluxo contínuo durante a etapa da execução. Justificativa: os artistas cegos implicam condições especiais de contratação por serem PCDs.
A.) Coral "ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS" Coral formado por 16 cantores cegos. Com 20 CANÇÕES DE DOMÍNIO PUBLICO, representativas da diversidade cultural nacional. Em cinco apresentações gratuitas em espaço de fácil acesso em Vitória - ES. Duração: 45 Minutos O Elenco de cantores cegos conta com o auxílio de oito assistentes-videntes que, com movimentos e gestos transmitem a regência. A apresentação coral conta com direção Artistica e Direção de arte, primando pela visualidade cênica, figurinos, iluminação e adereços. Lotação: 652 lugares 5 dias = 3.260
Conforme previsto no Art. 22, da IN 01/2022, o projeto cultural deverá conter medidas de acessibilidade compatível com as características do objeto, sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, e o Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. A.) 5 (CINCO) APRESENTAÇÕES DO CORAL INTITULADO "ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS". Visando proporcionar ampla acessibilidade a todos os públicos, a orquestra será apresentada em local onde será disponibilizado: * Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados.Item da planilha orçamentária: Locação de espaço para apresentação * Para deficientes auditivos: Intérprete de LibrasItem da planilha orçamentária: Intérprete de Libras * Para deficientes visuais: AudiodescriçãoItens da planilha orçamentária: Tradução Simultânea. * Para pessoas diagnosticadas com o transtorno do espectro autista (TEA): acolhimento de profissional especializado.Itens da planilha orçamentária: Instrutor. TENDO EM VISTA QUE O PROJETO É TOTALMENTE GRATUITO, ESTÁ DISPENSADO DE PREVER A CONTRAPARTIDA, CONFORME §5º DO ARTIGO 25 da IN 01/2022.
O PROJETO VISA A DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DE TODOS OS PRODUTOS. De acordo com o Art.21 da IN 01/2022 do Ministério da Cidadania será adotada no projeto: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. De acordo com o Art. 20 da IN 01/2022, a proposta cultural contém um Plano de Distribuição detalhado, visando a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, contendo: A DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DE TODOS OS PRODUTOS. Observando também: I - estimativa da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; c) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; e) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio doingressoou produto limitado a R$ 225,00 (duzentos e vinte e cinco reais), excetuando-se projetos com transmissão ao vivo em TV aberta; e II - parametrização estabelecida no sistema em atendimento aos órgãos de controle, como segue: a) meia entrada à razão de 50% (cinquenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados.
REJANE KASTING ARRUDA - Presidente da entidade proponente - Coordenação Geral e Direção Artística - Atriz, vídeo-artista e diretora em Teatro e Cinema, bacharel, mestreedoutora em Artes Cênicas pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo e pós-graduada em Cinema pela Universidade Estácio de Sá. É membro-fundadora do Centro de Pesquisa em Experimentação Cênica do Ator (USP) e da Cia Poéticas da Cena Contemporânea (UVV/ES). Desde 2006 se dedica a pesquisasemDireção e Atuação Teatral, Interface entre Arte e Psicanálise e Relações entre a Arte e a Inclusão. Professora e coordenadora do curso de Artes Cênicas daUniversidadeVila Velha de 2014 a 2021. Ministrou palestras e oficinas em Paris, Lisboa, Santiago do Chile e Cidade do México. Tem livros e artigos publicados em revistasespecializadasnacionais e internacionais. Foi indicada melhor atriz no Festival Internacional de Cinema Independente (2016), por Eclipse Solar, e recebeu prêmios deMelhor Atriz naMostra de Curtas Gaúchos do Festival de Gramado e Festival CineSerra (2018) por Sem Abrigo. Dirigiu o filme “A Mulher do Treze” (2018), e os espetáculos“QuandoAcordar a Cidade” e “Pele”, entre outros. É coordenadora geral de projetos como “Terra-Cine”, “Performa-ES”, “Surdos Cegos e Cadeirantes na Cena Diversa doTeatroCapixaba” e “Mostra c-o-n-t-á-g-i-o de Vídeo-performance". FAGNER SOARES DE SOUZA - Tesoureiro da entidade proponente - Coordenação Adminstrativo-financeira e Assistente-vidente - Formado em Artes Cênicas pela Universidade Vila Velha (ES),dedicadoàs pesquisa em Artes Cênicas com ênfase em dramaturgia, atuação, fotografia e performatividade. Atua em Cinema e Teatro desde 2013 tendo participado doscurtas"Casa de Vó" de André Ehrlich Lucas (2016) e "Os Mais Amados" de Rodrigo de Oliveira (2019), e das peças "A Verdadeira História de Tony e Clóvis" (2014/2015),"Navalha naCarne" (2015/2016), "Quem Tem Medo de Plínio Marcos" (2015/2016), "Veto à Voz" (2017), "Peter Pan" (2017/2018), "Love Fair" (2017/2018), "Kafka, EmProcesso" (2018).Também dirigiu as peças "A Cantora Careca" (2015), "O Matadouro Municipal" (2017) e participou da direção compartilhada de "Navalha na Carne"(2015/2016).Desenvolveu duas pesquisas de iniciação científica: em 2015 publicando o artigo "Fala Interna Como Raiz e Suas Ramificações" e em 2016 desenvolvendo odispositivo"Dramaturgia em Performance". Em 2017 fez o Curso de Sonoplastia com Geovany Wandekoken - Universidade de Vila Velha. Criou as trilhas sonoras dosespetáculos"Matadouro Municipal" (2017) e "Vestido de Noiva" (2018), do vídeo "Eu não Compreendo" (2020) e "I don't sleep" para o banco de trilha da SOCA (2021), Lab deSonoridade.Trabalha também com videoperformance e fotografia, foi propositor e fotógrafo do projeto “Fora!; ”oficineiro, montador e finalizador do projeto “Mostra c-o-n-t-a-g-i-ode Videoperformance”. RENATA MATTAR - Pesquisa de Repertório Musical - Renata Mattar atuou como cantora no espetáculo A Vida É Sonho, de Gabriel Villela (1992), diretora musical de Auto daPaixão (1993), de Romero de Andrade Lima, e diretora musical dos espetáculos Romeu e Julieta e Auto do Rico Avarento, do grupo Romançal de teatro, formado porAriano Suassuna. É fundadora do grupo Comadre Florzinha e fundou em 2001 o grupo Beija-Fulô na Casa de Cultura da Penha, ganhando o prêmio VAI, da PrefeituraMunicipal de São Paulo em 2003. Desde 2002 atua como cantora e acordeonista do grupo Palavra Cantada. Participou do projeto do Ministério do Desenvolvimento Agrário,intitulado Sons e Imagens da Terra – um mapeamento dos cantos de trabalho ligados à agricultura em todo o país. Vocalista e acordeonista da banda As Orquídeas doBrasil, de Itamar Assumpção. Fundou a Cia Cabelo de Maria e com o grupo realizou os CDs Cantos de Trabalho, São João do Carneirinho e Baianá – Parece Cinema, alémdos espetáculos Imbalança Eu Caio e POIN – Pequena Orquestra Interativa, contemplado com edital do proac 2014, e Cantos de Trabalho volume II com lançamento emagosto de 2018. TARITA DE SOUZA - Arranjadora - Tarita de Souza é artista múltipla com atuação na música, teatro, artes visuais educação e pesquisa. Fez a graduação e o mestrado naUniversidade de São Paulo na área de educação musical e atualmente estuda linguagens artísticas híbridas em seu doutorado. Como musicista é cantora, compositora,regente, arranjadora e preparadora vocal. Seu primeiro álbum solo, A árvore e o vento, de 2014, mescla nomes consagrados da MPB com canções autorais e conta comparticipações de Renato Braz, André Mehmari, Ivan Vilela, Kabé Pinheiro, Neymar Dias entre outros. Em 2019 lançou o álbum Crisálidas em parceria com a pianista ThaisNicodemo com canções autorais do DUO. Os olhos escutam, a alma canta é seu mais novo lançamento. São canções autorais produzidas pela artista em parceira comAndré Mehmari, Conrado Goys e Rodrigo Bragança, além de múltiplos singles lançados nos últimos. Como preparadora vocal e atriz trabalhou junto ao compositor ZecaBaleiro no espetáculo Lampião e Lancelote, de Fernando Vilela e Bráulio Tavares (2013-2014), espetáculo que ganhou os prêmios APCA (2013) melhor espetáculo infanto-juvenil, FEMSA (2013), Bibi Ferreira (2013). Também como atriz e diretora musical, participou das montagens do grupo XIX de teatro na Ópera do malandro (2011), deChico Buarque e Hoje o Escuro vai atrasar para que possamos conversar (2018 – 2021).
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.