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PRONAC 223631Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Brasil Selvagem

FT LADISLAU LTDA
Solicitado
R$ 332,2 mil
Aprovado
R$ 332,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-01-13
Término
2025-10-12
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Desde a época dos descobrimentos que o imaginário europeu foi alimentado por lendas e imagens fantásticas sobre o novo mundo: reinos onde o ouro e os diamantes eram encontrados em árvores, a própria lenda que origina o nome da região Amazônica, os animais fantásticos, os povos canibais. Neste livro vamos mostrar aspectos de nosso fantástico mundo selvagem: florestas, matas, rios, igarapés, cachoeiras, savanas, campos, montanhas, sertões distantes e isolados. Um mundo selvagem fantástico recheado de histórias e lendas fantásticas, que ajudam com que possamos compreender nossa realidade.

Sinopse

Ricardo Martins já fotografou em todas as regiões do país. Florestas, cerrados, campos, sertões, montanhas. Já andou pela Amazônia, pelo Pantanal, pelas montanhas de Minas e pelos cafezais da Serra da Mantiqueira. Neste livro, Ricardo nos mostra como reunir a nossa natureza selvagem com os mitos dos povos originários e com as lendas dos povos que vieram depois do descobrimento. É um livro celebração, o Brasil selvagem que precisa e merece ser preservado, tanto na vida real, quanto na imaginação.

Objetivos

Objetivo Geral Mostrar aspectos de nossa geografia e vida selvagem através de lendas indígenas e do folclore popular brasileiro.Mostrar como desde o descobrimento, a imagem do país é idealizada e construída sob mitos, exageros e quase sempre por extremos.Mostrar como a "vida selvagem" no Brasil nem sempre está a centenas de quilômetros de distância dos grandes centros urbanos, pode-se ter vida selvagem na Floresta da Tijuca ou até mesmo na Cantareira, bem perto de São Paulo.Mostrar que o conceito de "selvagem" carrega uma carga de preconceito. Muitas pessoas consideradas "selvagens" são na verdade pessoas humildes, que não tiveram acesso ao ensino básico, mas mesmo assim, carregam consigo saberes diversos e conhecimentos únicos sobre os lugares onde vivem.Por sua natureza didática e cultural, o projeto também pretende "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimentos, cultura e memória", conforme preceitos da Lei nº 8.313/91.Além disso, por se tratar de livro com conteúdo informativo, pretende contribuir "para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" visto que o tema será abordado por meio de diferentes narrativas (textual e visual) com a finalidade de atingir diversos níveis da sociedade brasileira e internacional. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 2º do Decreto 10.755 de 2021:IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; eVIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural. Objetivos específicos a) Produzir, publicar e distribuir 3000 exemplares do livro "Brasil Selvagem". b) Contrapartida social: realizar um curso de "Produção de Livro" com carga horária total de 40 horas com emissão de certificado. O curso será realizado em 10 dias (2 semanas, de segunda a sexta) e tem como tema o conteúdo que será abordado no projeto em tela. c) Realizar lançamento do livro em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população.

Justificativa

Em "Tristes Trópicos", o livro mais célebre da antropologia mundial, Claude Lévi-Strauss adverte que a marcha civilizatória ocidental, esta busca do ocidente por um mundo "não selvagem" era ao mesmo tempo, uma marcha que levaria o mundo ao seu desaparecimento. A triste constatação é: o projeto civilizatório é um projeto não sucedido. Outro antropólogo, Eduardo Viveiros de Castro coloca uma questão bastante pertinente para o momento atual, se referindo aos nossos indígenas e aos ocidentais "civilizados": "O que acontece na modernidade ocidental é que o homem se considera como um ser de exceção. Ele é um animal, mas ele tem alguma coisa que os animais não têm. Antigamente chamava de alma, agora é cultura, ciência, tecnologia. Já os povos tradicionais, porque a história os conduziu a outra direção, não se veem acima das demais criaturas. Eles podem achar que os homens são mais inteligentes do que os jacarés, mas eles não acham que essa diferença é uma diferença de grau, não é uma diferença de natureza". De certa forma, este livro nos conta, que sempre que o Brasil respeitou seu lado "selvagem" o Brasil criou civilização. Sempre que o Brasil soube ouvir os seus "selvagens" o Brasil criou um conhecimento único, original, inovador. Selvagem no Brasil, foi a formação de nossa identidade, com a captura de índios, com a escravidão e com a gigantesca desigualdade social. Para nos livrarmos disto, além das ações práticas, que envolvem a preservação das nossas florestas, dos nossos parques e reservas ambientais, que envolvem a defesa das populações indígenas, ribeirinhas e quilombolas, envolvem também a preservação de nossos mitos. De nossas lendas. Pois é deste imaginário fantástico que surgiu a nossa identidade. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. E nos seguintes incisos e alíneas do Art. 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Especificação técnica

Características técnicas Edição bilíngue: português e inglês Tiragem: 3000 (três mil) exemplares Formato fechado: 22,5 x 22,5 cm Formato aberto: 22,5 x 45 cm Quantidade de páginas: 192 páginas Formato do livro Capa: brochura c/ orelha inteiriça, impressa 4x0 cores Miolo: papel couché 150 gramas, impresso a 4x4 cores

Acessibilidade

LIVRO Acessibilidade físicaO lançamento do livro será realizado em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Além disso, o livro também estará disponível nas livrarias. Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso:I - a bens culturais em formato acessível;II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; eIII - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos.§ 1º É vedada a recusa de oferta de obra intelectual em formato acessível à pessoa com deficiência, sob qualquer argumento, inclusive sob a alegação de proteção dos direitos de propriedade intelectual.§ 2º O poder público deve adotar soluções destinadas à eliminação, à redução ou à superação de barreiras para a promoção do acesso a todo patrimônio cultural, observadas as normas de acessibilidade, ambientais e de proteção do patrimônio histórico e artístico nacional. Acessibilidade para deficientes visuaisO livro será disponibilizado em audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022), onde o leitor portador de necessidades especiais poderá utilizar o conteúdo para seu conhecimento ou entretenimento. O audiolivro é referente ao item orçamentário "Transcrição”. Acessibilidade para deficientes auditivosNão se aplica, visto que o produto principal é um livro. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade físicaA contrapartida social será realizada em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Acessibilidade para deficientes visuaisOs portadores de deficiência visual terão a sua disposição a explicação do Arte Educador, de alguns profissionais que participaram do projeto e do Intérprete de Libras, possibilitando que participem do curso com carga horária total de 40 horas. Também estará disponível, gratuitamente, o audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022). Acessibilidade para deficientes auditivosOs portadores de deficiência auditiva terão auxílio do Intérprete de Libras a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso à cultura no país.

Democratização do acesso

Referente à distribuição, adotaremos os expostos nas seguintes alíneas do Inciso I, Art. 23, Seção II, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber: a) no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para as camadas da população menos assistidas ou excluídas. b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021;Serão destinados até 10% (dez por cento) do total dos exemplares (até 300 exemplares) para os patrocinadores da obra. e) mínimo de dez por cento para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012, fazendo o uso desse mecanismo quando possível;Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares), no valor de R$ 49,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. g) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a cinquenta por cento do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado ao valor máximo de R$ 250,00 (duzentos reais).Serão destinados 40% (quarenta por cento) do total dos exemplares (1200 exemplares), no valor de R$ 89,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. Adotaremos também, o exposto no Inciso I, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para bibliotecas e escolas públicas. E também a alínea d do Inciso IV, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:d) oficinas de 40horas/aula com certificado de curso livre.Iremos realizar uma oficina de produção de livro para alunos da rede pública de ensino.

Ficha técnica

Fábio TanakaSócio fundador e administrador da FT Ladislau, formado em Comunicação Social (com eÌ‚nfase em rádio e TV) pela Universidade Metodista de São Paulo em 2004, Fábio Tanaka teve a chance de acompanhar o final da era analógica e o advento do cinema digital captando assim o melhor de dois universos.Ricardo MartinsJornalista, empresário, fotógrafo e apresentador, nasceu em 1979 na cidade de São José dos Campos, é considerado um dos principais nomes da fotografia de natureza e cultura do país na atualidade; Autor e editor de 12 livros fotográficos, sendo suas últimas três obras interativas, onde através de QRcodes espalhados pelas páginas é possível assistir ao vídeo do momento exato da foto, promovendo uma inovação no mercado brasileiro. Coproduziu e apresentou a série de 5 episódios “INSTINTO FOTOGRÁFICO” exibida em 2022 aos domingos na TV Cultura. Produziu e apresentou a série de 4 episódios “SINTA A VIAGEM” gravada na Amazônia em agosto de 2022. Para 2023, prepara os lançamentos dos seus próximos livros "Amazônia, cultura e tradição" e "Litoral Brasileiro” onde também irá apresentar e produzir uma série de 4 episódios, mostrando a costa brasileira;Em 2012 foi honrado com um dos maiores prêmios da literatura brasileira, o prêmio Jabuti na categoria de melhor fotografia, pela obra “A Riqueza de Um Vale”; Já promoveu exposições fotográficas divulgando a cultura e as belezas brasileiras pelo Brasil e no mundo, sendo a última na sede da UNESCO em Paris;É sócio fundador da RM produções, produtora e editora por onde lança seus projetos. Pedro SaadCom grande experiência na área cultural, Pedro Saad coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”. Em 2021 foi nomeado “Líder de ImPacto” do ODS 17 pela Rede Brasil do Pacto Global da ONU.Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor do curso de pós-graduação em Gestão Cultural da PUC-SP, professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory.Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”.Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, CEPAL, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, Museu do Ipiranga, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Petrobras, Itaú, Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, e instituições nacionais e internacionais, entre elas União Europeia (Serviço de Publicações), Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Aliança Francesa, Instituto Goethe, SEBRAE, entre outras. Luciano FigueiredoProfessor titular de História da Universidade Federal Fluminense, formado em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, com mestrado e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo. Coordenou a área de pesquisa, divulgação e editoração do Arquivo Nacional e foi editor das revistas Acervo (Arquivo Nacional) e Tempo (Universidade Federal Fluminense). Fundou e dirigiu as revistas Nossa História e Revista de História da Biblioteca Nacional. Autor de trabalhos acadêmicos relacionados à História do Brasil colônia, especializou-se em temas ligados à família, à condição feminina e a revoltas. Nos últimos anos, vem participando de inúmeros projetos de popularização de História, atuando em consultoria de documentários e minisséries, curadoria de exposições, coordenação editorial e preparação de material didático. Organizou, em 2009, a série de livros História no bolso e, em 2013, publicou História do Brasil para ocupados, com a editora Casa da Palavra. É editor do site Impressões Rebeldes – Documentos e palavras que forjaram a história do protesto no Brasil: www.historia.uff.br/ impressoesrebeldes. Matthew ShirtsJornalista e escritor. É autor do livro, Emergência Climática: O aquecimento global, o ativismo jovem a luta por um mundo melhor, publicado pelo selo ClaroEnigma em 2022, em parceria com Greenpeace Brasil. É co-fundador da plataforma de comunicação, Fervuranoclima, dedicada a encontrar novas abordagens no jornalismo, arte e humor para o aquecimento global. Colabora regularmente para a editora de livros e produtora de vídeos especializada em desenvolvimento sustentável, Observatory of Human Affairs, Produtora Brasileira e Editora Brasileira com textos, traduções, entrevistas e consultoria. É autor de textos para os livros Brasil visto de cima (Cássio Vasconcellos), Amazônia (Marcos Piffer), Rio visto de Cima (Cássio Vasconcellos), Parques Nacionais e Festas Brasileiras, entre outros. Apresenta e ajudou a roteirizar o filme Carbono Zero, realizado pela Produtora Brasileira. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação durante 14 anos, até 2013. Continuou como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, a maior plataforma de sustentabilidade em língua portuguesa (2007-2015) para a editora Abril, desenvolvendo cursos, eventos, branded content e livros e dirigindo o seu site. Escreveu crônicas para a Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o Estado de São Paulo, de 1994 a 2011. Cobriu, como colunista, duas Copas do Mundo e uma Olimpíada. Pautou, escreveu e apresentou na rádio Bandnewsfm a coluna diária, “São Paulo para paulistanos,” junto com o jornalista Eduardo Barão, de 2016 a 2019.Nascido e criado nos Estados Unidos, Shirts se mudou para São Paulo na década de 1980. Escreve em português e inglês com fluência. Fala português com um leve sotaque. Foi editor do caderno de Negócios da Folha de São Paulo no início da carreira e criou revistas de jogos eletrônicos para a Nova Cultural (Supergamepower, entre outras) na década de 1990. É autor de dois livros de crônicas, O jeitinho americano (Realejo, 2010), e A feijoada completa (Realejo, 2015), e editor (junto com João Kulcsar) da coletânea de ensaios sobre as culturas americana e brasileira, A herança compartilhada (Edições Sesc, 2013). Formou-se em Estudos Latinoamericanos pela Universidade de Califórnia em Berkeley. Estudou, ainda, letras e história como aluno de intercâmbio na Universidade de São Paulo e foi aluno de pós-graduação com especialização em história em Stanford. Equipe TécnicaFotografias: Ricardo MartinsCoordenação: Fábio Tanaka e Pedro SaadPesquisa: Luciano Figueiredo e Matthew Shirts O proponente será responsável pelas fotografias, coordenação geral e editorial e atividades técnico-financeiras no projeto. Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.