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PRONAC 223633Projeto em execução - Encerrado prazo de captaçãoMecenato

São Paulo: 470 anos

OBRA EDITORA E COMUNICACAO LTDA
Solicitado
R$ 332,2 mil
Aprovado
R$ 201,8 mil
Captado
R$ 178,3 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

88.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-01-13
Término
2026-10-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Nos últimos 100 anos, a população de São Paulo aumentou 20 vezes. Eram 600 mil habitantes em 1920, 2, 2 milhões em 1950, 9,6 milhões em 1990 e 12,33 milhões em 2022. É mais populosa que Portugal e Grécia. Os números apontam que na metade deste século, os idosos serão metade da população. Teremos uma "pauliceia idosa e desvairada?" Ainda não sabemos. Mas sabemos e conhecemos muito bem a capacidade de São Paulo de se modificar e de se transformar. De construir, derrubar e construir novamente, de recomeçar, de não fechar, de não parar. Neste livro, com imagens surpreendentes de Leonardo Finotti, teremos não um, mas centenas de retratos da cidade de São Paulo, que segundo Oswald de Andrade, um de seus maiores poetas, tinha um relógio onde os ponteiros só apontavam para frente.

Sinopse

O escritório de Leonardo Finotti, um arquiteto que trocou a arquitetura pela fotografia fica em um dos marcos da arquitetura moderna de São Paulo, o edifício Mirante do Vale, projetado por Waldomiro Zarzur e por Aron Kogan em 1960. E fotografar a arquitetura moderna é a principal vertente do trabalho de Leonardo Finotti. Neste livro portanto, teremos um recorte especial para celebrar os 470 anos da cidade de São Paulo. Um recorte que nos leva para o moderno, para a arquitetura que fez do moderno a marca registrada da cidade. Hoje, tanto os mais renomados arquitetos mundiais, quanto as escolas de arquitetura dos principais centros urbanos, quando se referem à São Paulo, ou quando estudam São Paulo, elas estudam as principais obras construídas pelos arquitetos modernos. E muito em breve, começarão a olhar para os arquitetos contemporâneos, que ainda ousam em dialogar com o moderno, que se recusam a simplesmente copiar projetos de prédios envidraçados que existem em qualquer cidade.

Objetivos

Objetivo Geral Mostrar os principais marcos arquitetônicos modernos e contemporâneos construídos na cidade de São Paulo no último século.Promover a discussão sobre a memória histórica arquitetônica de uma cidade que não para de se modificar. Porque São Paulo, apesar de ser uma das primeiras cidades fundadas no país, não preservou a sua arquitetura colonial e portuguesa? Por que hoje, até mesmo prédios símbolos da modernidade estão clamando por preservação?Como a cidade conseguiu criar uma identidade própria em arquitetura, algo que é raro mesmo em cidades onde a revolução industrial e o conceito de ?moderno? foram estabelecidos já há muito tempo.A perigosa padronização estética, com prédios similares aos de cidades como Dubai ou Doha, e a saudável nova geração de arquitetos que conseguem dialogar com o passado e os dias de hoje.Por sua natureza didática e cultural, o projeto também pretende ?estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória?, conforme preceitos da Lei nº 8.313/91.Além disso, por se tratar de livro com conteúdo informativo, pretende contribuir ?para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais? visto que o tema será abordado por meio de diferentes narrativas (textual e visual) com a finalidade de atingir diversos níveis da sociedade brasileira e internacional. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 2º do Decreto 10.755 de 2021:IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; eVIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural. Objetivos específicos a) Produzir, publicar e distribuir 3000 exemplares do livro "São Paulo: 470 anos". b) Contrapartida social: Realizar até 3 (três) palestra para professores e alunos de escolas públicas, onde serão apresentadas e desenvolvidas as técnicas utilizadas pelo palestrante na criação do livro, com duração de 60 minutos, atingindo um público de 300 (trezentas) pessoas no total. c) Realizar lançamento do livro em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população.

Justificativa

Basta olhar a evolução de São Paulo, através da Avenida Paulista, que no início do século XX era uma avenida de terra com algumas casas, logo depois ostentava os palacetes dos barões do café e hoje é o que é. Ou seja, transformar e mudar é a tradição de São Paulo. A tradição é a tradição moderna, até mesmo a construção da sociedade civil enquanto sociedade, é moderna. Nas palavras do historiador Nicolau Sevcenko, um filho de refugiados ucranianos, São Paulo já nos anos 20 e 30 já "Não era uma cidade nem de negros, nem de brancos e nem de mestiços; nem de estrangeiros e nem de brasileiros; nem americana, nem europeia; nem era industrial, apesar do volume crescente das fábricas, nem entreposto agrícola, apesar da importância crucial do café; não era tropical nem subtropical; não era ainda moderna, mas já não tinha passado". E São Paulo soube viver, principalmente nos anos 50, um raro momento, onde a burguesia teve a lucidez, e os que tinham a condição econômica mais favorável, de chamaram ótimos arquitetos, para construírem seus prédios residenciais. Rino Levi, Franz Heep, Artigas, Lina Bo Bardi, Niemeyer. Todos trabalharam. Foi uma rara combinação de construtores arrojados que contrataram arquitetos de vanguarda que projetaram prédios residenciais e comerciais que foram consumidos avidamente tanto pela alta burguesia quanto pela classe média, que comprou este conceito de modo de morar e de viver. Que escolheu como modelo uma estética moderna. E foi esta, a imagem de uma cidade moderna, que fez a imagem de São Paulo ser definida para todos. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. E nos seguintes incisos e alíneas do Art. 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Especificação técnica

Características técnicasEdição bilíngue: português e inglês Tiragem: 3000 (três mil) exemplares Formato fechado: 16,5 x 23,5 cm Formato aberto: 16,5 x 47 cm Quantidade de páginas: 320 páginasFormato do livro Capa: brochura, impressa 4x0 cores Miolo: 224 páginas offset 120 gramas, 96 páginas papel couché fosco 150 gramas, impresso a 4x4 cores

Acessibilidade

LIVRO Acessibilidade física O lançamento do livro será realizado em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Além disso, o livro também estará disponível nas livrarias. Acessibilidade para deficientes visuais O livro será disponibilizado em audiolivro, onde o leitor portador de necessidades especiais poderá utilizar o conteúdo para seu conhecimento ou entretenimento. O audiolivro é referente ao item orçamentário "Transcrição?. Acessibilidade para deficientes auditivosNão se aplica, visto que o produto principal é um livro. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade físicaA contrapartida social será realizada em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Acessibilidade para deficientes visuais Os portadores de deficiência visual terão a sua disposição a explicação do Palestrante e de alguns profissionais que participaram do projeto, possibilitando que participem da palestra. Também estará disponível, gratuitamente, o audiolivro. Acessibilidade para deficientes auditivosOs portadores de deficiência auditiva terão auxílio do Intérprete de Libras a fim de repassar todo o conteúdo do palestrante e ampliar o acesso à cultura no país.

Democratização do acesso

Referente à distribuição, adotaremos os expostos nas seguintes alíneas do Inciso I, III e IV do Art. 46, Seção II, Capítulo IV, INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC N° 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais).Adotaremos também, o exposto no Inciso I, Art. 47, Seção III, Capítulo IV, INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC N° 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);Além disso, como contrapartida social, adotaremos o seguinte inciso do Art. 49, Seção IV, Inciso II, INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC No 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025:II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; ouContrapartida social: Realizar até 3 (três) palestra para professores e alunos de escolas públicas, onde serão apresentadas e desenvolvidas as técnicas utilizadas pelo palestrante na criação do livro, com duração de 60 minutos, atingindo um público de 300 (trezentas) pessoas no total.

Ficha técnica

Leonardo FinottiArtista visual e tem sua trajetória estruturada sobre dois pilares complementares, empreendendo, pela fotografia, tanto uma exploração rigorosa da Arquitetura Moderna quanto uma investigação dos espaços urbanos anônimos ou informais. Após graduar-se em Arquitetura (UFU) e concluir uma pós-graduação na Bauhaus Foundation (Dessau, Alemanha) começa sua carreira como fotógrafo em Portugal, onde viveu por seis anos, colaborando com os mais importantes arquitetos portugueses. Inicia então um projeto sistemático de releitura do Modernismo em diferentes continentes, que prossegue quando do seu retorno ao Brasil. Contribui internacionalmente com diferentes arquitetos e publicações, ao mesmo tempo em que desenvolve diversos projetos pessoais (exposições e publicações) tendo a arquitetura e a cidade como eixo principal de sua pesquisa visual: Pelada (2014), Latinitudes (2015), Rio Enquadrado (2016), Brutiful (2017), para citar apenas alguns. Já realizou diversas exposições individuais e coletivas e seu trabalho faz parte de coleções de algumas das mais importantes instituições públicas e privadas, tais como Bauhaus (Alemanha), Fundação EDP (Portugal), AzW (Áustria), Buendner Kunstmuseum (Suíça), Cité de L'Architecture & du Patrimoine (França), MAR (Brasil), entre outras. Representou o Brasil em duas Bienais de Arquitetura de Veneza, na Bienal de Shenzhen, na X Bienal de Arte do Mercosul e foi premiada na XV Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires. Em 2008, Finotti foi convidado por Barry Bergdoll, então curador-chefe do MoMA-NY, a fazer parte da exposição “Latin America in Construction: Architecture 1955-1980”. O projeto, desenvolvido ao longo de sete anos, reinterpreta visualmente o legado da arquitetura moderna na América Latina. O trabalho além de integrar a exposição, teve 15 obras adquiridas para sua coleção permanente e recebeu um capítulo no catálogo, sob a forma de portfólio. Andrey SchleeGraduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Pelotas, mestre em Arquitetura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutor em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo. Professor Titular da Universidade de Brasília e Líder do Grupo de Pesquisa CNPq “Estudos de arquitetura latino-americana e arquitetura comparada”. Michelle CastroArquiteta e curadora baseada em São Paulo e seu texto foi originalmente publicado em 2007 no catálogo e exposição homônima 100 fotos, 100 anos, 100 obras: Oscar Niemeyer por Leonardo Finotti no Museu da Electricidade em Lisboa em homenagem ao centenário do arquiteto. Matthew ShirtsJornalista e escritor. É autor do livro, Emergência Climática: O aquecimento global, o ativismo jovem a luta por um mundo melhor, publicado pelo selo ClaroEnigma em 2022, em parceria com Greenpeace Brasil. É co-fundador da plataforma de comunicação, Fervuranoclima, dedicada a encontrar novas abordagens no jornalismo, arte e humor para o aquecimento global. Colabora regularmente para a editora de livros e produtora de vídeos especializada em desenvolvimento sustentável, Observatory of Human Affairs, Produtora Brasileira e Editora Brasileira com textos, traduções, entrevistas e consultoria. É autor de textos para os livros Brasil visto de cima (Cássio Vasconcellos), Amazônia (Marcos Piffer), Rio visto de Cima (Cássio Vasconcellos), Parques Nacionais e Festas Brasileiras, entre outros. Apresenta e ajudou a roteirizar o filme Carbono Zero, realizado pela Produtora Brasileira. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação durante 14 anos, até 2013. Continuou como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, a maior plataforma de sustentabilidade em língua portuguesa (2007-2015) para a editora Abril, desenvolvendo cursos, eventos, branded content e livros e dirigindo o seu site. Escreveu crônicas para a Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o Estado de São Paulo, de 1994 a 2011. Cobriu, como colunista, duas Copas do Mundo e uma Olimpíada. Pautou, escreveu e apresentou na rádio Bandnewsfm a coluna diária, “São Paulo para paulistanos,” junto com o jornalista Eduardo Barão, de 2016 a 2019.Nascido e criado nos Estados Unidos, Shirts se mudou para São Paulo na década de 1980. Escreve em português e inglês com fluência. Fala português com um leve sotaque. Foi editor do caderno de Negócios da Folha de São Paulo no início da carreira e criou revistas de jogos eletrônicos para a Nova Cultural (Supergamepower, entre outras) na década de 1990. É autor de dois livros de crônicas, O jeitinho americano (Realejo, 2010), e A feijoada completa (Realejo, 2015), e editor (junto com João Kulcsar) da coletânea de ensaios sobre as culturas americana e brasileira, A herança compartilhada (Edições Sesc, 2013). Formou-se em Estudos Latinoamericanos pela Universidade de Califórnia em Berkeley. Estudou, ainda, letras e história como aluno de intercâmbio na Universidade de São Paulo e foi aluno de pós-graduação com especialização em história em Stanford. Julio MariuttiArquiteto e designer formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Desde 2016, é professor na Escola Britânica de Artes Criativas. Foi sócio da Nu de 2006 a 2011 e em 2012 fundou o Estúdio Lógos para se dedicar a projetos editoriais e de identidade visual ligados a arte e arquitetura. Assinou o design gráfico da revista Bamboo da primeira à última edição (2011–2017). Além de projetos de design gráfico, recentemente assinou o desenho de um relógio para a marca suíça Pierre Junod e publicou L de Livro (Companhia das Letrinhas, 2017) e Espaço em Obra (Sesc, 2018, em coautoria com Guilherme Wisnik). Equipe TécnicaFotografias: Leonardo FinottiCoordenação: Andrey Schlee, Michelle Castro e Leonardo FinottiTradução para o inglês: Matthew ShirtsPesquisa: Andrey SchleeDesign gráfico: Julio Mariutti O proponente será responsável pelas fotografias, coordenação geral e editorial e atividades técnico-financeiras no projeto. Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.

Providência

SOLICITAÇÃO DE PRAZO DE EXECUÇÃO ATENDIDA AUTOMATICAMENTE PELO SALIC