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Finotti também é arquiteto, e um arquiteto que dedica seu trabalho ao estudo e à investigação do moderno e do contemporâneo, tanto na arquitetura quanto no urbanismo, tanto no mundo aparentemente "ordenado" dos bairros nobres das cidades latino-americanas, quanto nas ocupações urbanas das periferias destas cidades, que transformam os espaços, que modificam os usos de antigos prédios e ressignificam seus status. Finotti fotografa ao mesmo tempo o estilo e o conceito do moderno. Mostra a plasticidade e a utilidade das formas. Faz isto com devoção, mas sem uma idolatria cega. Sabe ser crítico quando isto se faz necessário. E provavelmente por isto, ele consegue nos mostrar neste livro, um panorama muito completo da arquitetura moderna que foi praticada na América Latina neste século de arquitetura moderna no mundo.
No final dos anos 20 já estava posto que de alguma forma, a arquitetura moderna chegaria na América Latina, independentemente de sua vertente, se a racionalista pura de Gropius e Mies van der Rohe, ou a de Le Corbusier, carregada de ousadia plástica. Ainda havia a arquitetura moderna mais “orgânica”, proposta pelo americano Frank Lloyd Wright. Estes estilos chegariam no continente de qualquer modo, mesmo que por caminhos completamente diferentes e muitas vezes, inusitados. A região, apesar da pobreza e do subdesenvolvimento, crescia e se urbanizava. A cidade do México já era uma grande metrópole, Buenos Aires tinha sido a segunda cidade do mundo a ter uma linha de metrô funcionando e no Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo e mais uma dúzia de cidades de médio porte ofereciam um mercado de trabalho bastante atrativo para arquitetos do mundo inteiro. Inclusive para os mestres citados no começo deste texto. No final dos anos 20, Le Corbusier visitou a Argentina, o Uruguai e o Brasil. Ele propôs mirabolantes planos urbanísticos para as capitais destes países e acabou angariando com suas palestras, a admiração e a adesão ao estilo de uma quantidade de jovens arquitetos que estavam se formando. Corbusier anos depois fez o projeto de uma casa na Argentina, realizou um profícuo intercâmbio com estudantes na Colômbia e no Brasil, de certa forma, foi o responsável pela descoberta do talento de um dos maiores arquitetos do século, Oscar Niemeyer. Frank Lloyd Wright também veio ao Brasil no início dos anos 30, como jurado de um concurso internacional, deu palestras e tentou arranjar, sem sucesso, encomendas com o governo brasileiro. Imigrantes europeus, vindos em sua maioria do Leste, da Alemanha e da Itália, chegaram na Argentina, no Uruguai e no Brasil entre os anos 30 e 50 e conseguiram aproveitar a onda desenvolvimentista para colocar em prática projetos que seriam impensáveis de serem aplicados em seus países de origem. A América Latina foi vanguarda em arquitetura numa época em que a Europa estava em guerra e os Estados Unidos seguiam uma arquitetura muito mais conectada ao passado clássico e ao gótico do que ao moderno. Depois, com o fim da Segunda Guerra, os arquitetos latino-americanos souberam como ninguém, assimilar as inovações tecnológicas americanas, o racionalismo europeu e ao mesmo tempo, criar um caminho próprio, com os recursos disponíveis na região e, mais importante, levando em conta a cultura nacional de cada país. A América Latina fez na arquitetura, a mais bela aplicação da teoria da antropofagia inventada pelo poeta modernista brasileiro Oswald de Andrade em 1928. Este livro mostra a ousadia e a beleza de prédios construídos no Brasil, no Uruguai, no Chile, na Argentina. E também no Paraguai, na Bolívia, Peru, Venezuela, Colômbia, Cuba e México. Um livro que mostra como e porque a América Latina conseguiu construir em concreto armado, algo tão extraordinário quanto sua cultura regional e a sua paisagem natural.
Objetivo Geral Divulgar, especialmente para o público brasileiro, a arquitetura moderna latina, cujas obras são muito pouco conhecidas ou estudadas, inclusive, entre as novas gerações de arquitetos latinos.Transformar este livro num objeto de intercâmbio entre estudantes e interessados no tema, principalmente, os estudantes de arquitetura no continente.Investigar e debater, historicamente, as raízes da arquitetura moderna e dos processos de assimilação e transformação das culturas importadas, em choque com as culturas locais.Por sua natureza didática e cultural, o projeto também pretende "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", conforme preceitos da Lei nº 8.313/91.Além disso, por se tratar de livro com conteúdo informativo, pretende contribuir "para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" visto que o tema será abordado por meio de diferentes narrativas (textual e visual) com a finalidade de atingir diversos níveis da sociedade brasileira e internacional. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 2º do Decreto 10.755 de 2021:IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; eVIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural. Objetivos específicos a) Produzir, publicar e distribuir 3000 exemplares do livro "Arquitetura da América Latina". b) Contrapartida social: realizar um curso de "Produção de Livro" com carga horária total de 40 horas com emissão de certificado. O curso será realizado em 10 dias (2 semanas, de segunda a sexta) e tem como tema o conteúdo que será abordado no projeto em tela. c) Realizar lançamento do livro em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população.
Em 2015 o Museu de Arte Moderna de Nova Iorque organizou, com a curadoria do professor e arquiteto brasileiro Carlos Eduardo Comas, e de seu colega argentino Jorge Francisco Liernur, uma grande e complexa exposição sobre a arquitetura moderna na América Latina, abrangendo um período que ia de 1955 até 1980. Era a primeira vez que esta arquitetura estava ganhando uma retrospectiva de porte, e, mais importante, uma das primeiras vezes em que, apesar das diferenças históricas e culturais entre os países do bloco, uma unidade era colocada em perspectiva. Curiosamente, 70 anos antes, o mesmo Museu foi o responsável por realizar a exposição que serviu como vitrine para a arquitetura moderna brasileira ao longo de toda a década de 40: a exposição Brazil Builds, que depois percorreu mais de 40 cidades americanas e cujo catálogo, quando começou a circular na Europa, causou espanto e perplexidade entre os arquitetos que acabavam de sair do pesadelo da guerra. Para Eduardo Comas, a exposição de 2015 foi uma espécie de retratação pelo esquecimento e pelo desprezo que a arquitetura moderna, principalmente a da América Latina sofreu a partir dos anos 70-80, com a revisão iniciada pelo pós-modernismo. Para Comas, a arquitetura moderna da América Latina respondeu aos problemas e oportunidades de um processo de desenvolvimento socioeconômico comandado pelo Estado, ao mesmo tempo em que também respondeu aos problemas e oportunidades de desenvolvimento formal da arquitetura moderna, estabelecida como opção hegemônica e não mais vanguardista. Este livro, mostra a grandeza deste processo, que fez com que o estilo moderno se tornasse dominante, e que mostra o trabalho dos arquitetos destas primeiras gerações modernas: Oscar Niemeyer, Lucio Costa, Affonso Reidy, Irmãos Roberto, Burle-Marx, Rino Levi, Vilanova Artigas, Sergio Bernardes e Paulo Mendes da Rocha no Brasil. Enrique Yáñez, Joaquín Sanchez Hidalgo, Mario Pani e Henrique del Moral no México. Da síntese entre vanguarda e artes plásticas feita pelo venezuelano Carlos Raúl Villanueva, nos prédios públicos tropicais propostos por Aquiles Capablanca em Cuba, do mestre das curvas com tijolos, o uruguaio Eladio Dieste e o pioneirismo de dois ucranianos, Wladimiro Acosta na Argentina e Gregori Warchavchik no Brasil. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. E nos seguintes incisos e alíneas do Art. 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
Características técnicas Edição bilíngue: português e inglês Tiragem: 3000 (três mil) exemplares Formato fechado: 16,5 x 23,5 cm Formato aberto: 16,5 x 47 cm Quantidade de páginas: 212 páginas Formato do livro Capa: brochura, impressa 4x0 cores Miolo: papel couché 150 gramas, impresso a 4x4 cores
LIVRO Acessibilidade físicaO lançamento do livro será realizado em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Além disso, o livro também estará disponível nas livrarias. Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso:I - a bens culturais em formato acessível;II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; eIII - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos.§ 1º É vedada a recusa de oferta de obra intelectual em formato acessível à pessoa com deficiência, sob qualquer argumento, inclusive sob a alegação de proteção dos direitos de propriedade intelectual.§ 2º O poder público deve adotar soluções destinadas à eliminação, à redução ou à superação de barreiras para a promoção do acesso a todo patrimônio cultural, observadas as normas de acessibilidade, ambientais e de proteção do patrimônio histórico e artístico nacional. Acessibilidade para deficientes visuaisO livro será disponibilizado em audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022), onde o leitor portador de necessidades especiais poderá utilizar o conteúdo para seu conhecimento ou entretenimento. O audiolivro é referente ao item orçamentário "Transcrição”. Acessibilidade para deficientes auditivosNão se aplica, visto que o produto principal é um livro. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade físicaA contrapartida social será realizada em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Acessibilidade para deficientes visuaisOs portadores de deficiência visual terão a sua disposição a explicação do Arte Educador, de alguns profissionais que participaram do projeto e do Intérprete de Libras, possibilitando que participem do curso com carga horária total de 40 horas. Também estará disponível, gratuitamente, o audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022). Acessibilidade para deficientes auditivosOs portadores de deficiência auditiva terão auxílio do Intérprete de Libras a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso à cultura no país.
Referente à distribuição, adotaremos os expostos nas seguintes alíneas do Inciso I, Art. 23, Seção II, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber: a) no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para as camadas da população menos assistidas ou excluídas. b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021;Serão destinados até 10% (dez por cento) do total dos exemplares (até 300 exemplares) para os patrocinadores da obra. e) mínimo de dez por cento para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012, fazendo o uso desse mecanismo quando possível;Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares), no valor de R$ 49,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. g) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a cinquenta por cento do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado ao valor máximo de R$ 250,00 (duzentos reais).Serão destinados 40% (quarenta por cento) do total dos exemplares (1200 exemplares), no valor de R$ 89,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. Adotaremos também, o exposto no Inciso I, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para bibliotecas e escolas públicas. E também a alínea d do Inciso IV, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:d) oficinas de 40 horas/aula com certificado de curso livre.Iremos realizar uma oficina de produção de livro para alunos da rede pública de ensino.
Leonardo FinottiArtista visual e tem sua trajetória estruturada sobre dois pilares complementares, empreendendo, pela fotografia, tanto uma exploração rigorosa da Arquitetura Moderna quanto uma investigação dos espaços urbanos anônimos ou informais. Após graduar-se em Arquitetura (UFU) e concluir uma pós-graduação na Bauhaus Foundation (Dessau, Alemanha) começa sua carreira como fotógrafo em Portugal, onde viveu por seis anos, colaborando com os mais importantes arquitetos portugueses. Inicia então um projeto sistemático de releitura do Modernismo em diferentes continentes, que prossegue quando do seu retorno ao Brasil. Contribui internacionalmente com diferentes arquitetos e publicações, ao mesmo tempo em que desenvolve diversos projetos pessoais (exposições e publicações) tendo a arquitetura e a cidade como eixo principal de sua pesquisa visual: Pelada (2014), Latinitudes (2015), Rio Enquadrado (2016), Brutiful (2017), para citar apenas alguns. Já realizou diversas exposições individuais e coletivas e seu trabalho faz parte de coleções de algumas das mais importantes instituições públicas e privadas, tais como Bauhaus (Alemanha), Fundação EDP (Portugal), AzW (Áustria), Buendner Kunstmuseum (Suíça), Cité de L'Architecture & du Patrimoine (França), MAR (Brasil), entre outras. Representou o Brasil em duas Bienais de Arquitetura de Veneza, na Bienal de Shenzhen, na X Bienal de Arte do Mercosul e foi premiada na XV Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires. Em 2008, Finotti foi convidado por Barry Bergdoll, então curador-chefe do MoMA-NY, a fazer parte da exposição “Latin America in Construction: Architecture 1955-1980”. O projeto, desenvolvido ao longo de sete anos, reinterpreta visualmente o legado da arquitetura moderna na América Latina. O trabalho além de integrar a exposição, teve 15 obras adquiridas para sua coleção permanente e recebeu um capítulo no catálogo, sob a forma de portfólio. Andrey SchleeGraduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Pelotas, mestre em Arquitetura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutor em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo. Professor Titular da Universidade de Brasília e Líder do Grupo de Pesquisa CNPq “Estudos de arquitetura latino-americana e arquitetura comparada”. Michelle CastroArquiteta e curadora baseada em São Paulo e seu texto foi originalmente publicado em 2007 no catálogo e exposição homônima 100 fotos, 100 anos, 100 obras: Oscar Niemeyer por Leonardo Finotti no Museu da Electricidade em Lisboa em homenagem ao centenário do arquiteto. Matthew ShirtsJornalista e escritor. É autor do livro, Emergência Climática: O aquecimento global, o ativismo jovem a luta por um mundo melhor, publicado pelo selo ClaroEnigma em 2022, em parceria com Greenpeace Brasil. É co-fundador da plataforma de comunicação, Fervuranoclima, dedicada a encontrar novas abordagens no jornalismo, arte e humor para o aquecimento global. Colabora regularmente para a editora de livros e produtora de vídeos especializada em desenvolvimento sustentável, Observatory of Human Affairs, Produtora Brasileira e Editora Brasileira com textos, traduções, entrevistas e consultoria. É autor de textos para os livros Brasil visto de cima (Cássio Vasconcellos), Amazônia (Marcos Piffer), Rio visto de Cima (Cássio Vasconcellos), Parques Nacionais e Festas Brasileiras, entre outros. Apresenta e ajudou a roteirizar o filme Carbono Zero, realizado pela Produtora Brasileira. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação durante 14 anos, até 2013. Continuou como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, a maior plataforma de sustentabilidade em língua portuguesa (2007-2015) para a editora Abril, desenvolvendo cursos, eventos, branded content e livros e dirigindo o seu site. Escreveu crônicas para a Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o Estado de São Paulo, de 1994 a 2011. Cobriu, como colunista, duas Copas do Mundo e uma Olimpíada. Pautou, escreveu e apresentou na rádio Bandnewsfm a coluna diária, “São Paulo para paulistanos,” junto com o jornalista Eduardo Barão, de 2016 a 2019.Nascido e criado nos Estados Unidos, Shirts se mudou para São Paulo na década de 1980. Escreve em português e inglês com fluência. Fala português com um leve sotaque. Foi editor do caderno de Negócios da Folha de São Paulo no início da carreira e criou revistas de jogos eletrônicos para a Nova Cultural (Supergamepower, entre outras) na década de 1990. É autor de dois livros de crônicas, O jeitinho americano (Realejo, 2010), e A feijoada completa (Realejo, 2015), e editor (junto com João Kulcsar) da coletânea de ensaios sobre as culturas americana e brasileira, A herança compartilhada (Edições Sesc, 2013). Formou-se em Estudos Latinoamericanos pela Universidade de Califórnia em Berkeley. Estudou, ainda, letras e história como aluno de intercâmbio na Universidade de São Paulo e foi aluno de pós-graduação com especialização em história em Stanford. Julio MariuttiArquiteto e designer formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Desde 2016, é professor na Escola Britânica de Artes Criativas. Foi sócio da Nu de 2006 a 2011 e em 2012 fundou o Estúdio Lógos para se dedicar a projetos editoriais e de identidade visual ligados a arte e arquitetura. Assinou o design gráfico da revista Bamboo da primeira à última edição (2011–2017). Além de projetos de design gráfico, recentemente assinou o desenho de um relógio para a marca suíça Pierre Junod e publicou L de Livro (Companhia das Letrinhas, 2017) e Espaço em Obra (Sesc, 2018, em coautoria com Guilherme Wisnik). Equipe TécnicaFotografias: Leonardo FinottiCoordenação: Andrey Schlee e Michelle CastroTradução para o inglês: Matthew ShirtsPesquisa: Andrey SchleeDesign gráfico: Julio Mariutti Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.
PROJETO ARQUIVADO.