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PRONAC 223642Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Paulo Mendes da Rocha

OBRA EDITORA E COMUNICACAO LTDA
Solicitado
R$ 308,4 mil
Aprovado
R$ 308,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-01-13
Término
2025-12-28
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Um livro que explora a obra de Paulo Mendes da Rocha com novas perspectivas através do olhar experiente do fotógrafo de arquitetura - e especialista em arquitetura moderna - Leonardo Finotti. Finotti sabe, como poucos, reconhecer as ideias propostas pelos arquitetos em suas obras, e jamais faz de suas fotos um mero exercício formal de exploração da arquitetura. São fotos que revelam detalhes pouco ou jamais percebidos pela maioria do público e que, ao mesmo tempo reforçam os conceitos sugeridos pelos arquitetos nestas obras. É certo que neste livro, iremos nos surpreender com novos aspectos do trabalho de um dos maiores arquitetos brasileiros de todos os tempos.

Sinopse

Em 1969 o Brasil vivia um de seus momentos históricos mais trágicos. A ditadura militar, através do AI-5, prendia e enviava para o exílio qualquer cidadão que fosse considerado adversário do governo. Naquele ano, a Universidade de São Paulo inaugurou um de seus mais emblemáticos e arrojados edifícios: o prédio da Escola de Arquitetura. Vilanova Artigas, autor do projeto e também professor da FAU, pouco pode usufruir dele. Ele foi destituído do cargo, teve seus direitos políticos cassados e só voltou ao país em 1980, com a anistia. Outro professor da escola e discípulo de Vilanova Artigas, também foi expulso da escola e, assim como seu mestre, só pode retornar à instituição em 1980. Paulo Mendes da Rocha também seria personagem de outro episódio promovido pelo governo militar. Ele tinha projetado o Pavilhão do Brasil para a Feira Internacional de Osaka, uma grande cobertura de concreto e vidro apoiada em colônias artificiais. Ele estava também com os direitos profissionais cassados. Quando a exposição acabou, o governo japonês pediu permissão para que o pavilhão brasileiro não fosse destruído e se transformasse em um prédio da Universidade local. O governo brasileiro negou. Nos anos 90, com o esgotamento das propostas do pós-modernismo, uma nova geração de arquitetos e críticos voltam novamente os olhos para o Brasil. E encontram na obra de Paulo Mendes da Rocha, uma das muitas respostas que procuravam. Este livro lança um olhar apurado sobre a obra e o legado da arquitetura de Paulo Mendes da Rocha.

Objetivos

Objetivo Geral Mostrar as principais obras de Paulo Mendes da Rocha ao longo de toda a sua carreira, particularmente suas obras "clássicas" como o ginásio do Club Athletico Paulistano, o Conjunto Habitacional Zezinho Magalhães Prado em Guarulhos, o Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia, o pórtico da Praça do Patriarca e a reforma da Pinacoteca de São Paulo.Relacionar a arquitetura moderna de Paulo Mendes da Rocha com o projeto de um país moderno, que os arquitetos de sua geração tentaram e conseguiram, parcialmente, implantar ao longo do século XX.Identificar formalmente a razão da "redescoberta" da arquitetura moderna brasileira pela crítica internacional, especialmente a inglesa, no início deste século.Por sua natureza didática e cultural, o projeto também pretende "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", conforme preceitos da Lei nº 8.313/91.Além disso, por se tratar de livro com conteúdo informativo, pretende contribuir "para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" visto que o tema será abordado por meio de diferentes narrativas (textual e visual) com a finalidade de atingir diversos níveis da sociedade brasileira e internacional. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 2º do Decreto 10.755 de 2021:IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; eVIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural. Objetivos específicos a) Produzir, publicar e distribuir 3000 exemplares do livro "Paulo Mendes da Rocha". b) Contrapartida social: realizar um curso de "Produção de Livro" com carga horária total de 40 horas com emissão de certificado. O curso será realizado em 10 dias (2 semanas, de segunda a sexta) e tem como tema o conteúdo que será abordado no projeto em tela. c) Realizar lançamento do livro em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população.

Justificativa

O reconhecimento internacional sobre a obra de Paulo Mendes da Rocha se deu num crescente a partir do final dos anos 90 do século passado. Primeiro com a edição simultânea em Portugal e na Espanha do livro Mendes da Rocha. Em 1997 a 10ª Documenta de Kassel na Alemanha lhe dedica uma sala especial. Em 2000 ele ganha o prêmio Mies Van Der Rohe Award de Arquitetura Latino-Americana, em 2000. Em 2001 a Verlag uma das mais importantes editoras europeias lança o Paulo Mendes Da Rocha: Bauten Und Projekte e o arquiteto recebe encomendas para obras na Espanha e culminam com o Pritzker Prize em 2006. O crítico italiano Francesco Dal Co definiu a obra de Mendes da Rocha como "uma combinação ímpar de uma segura racionalidade, da essencialidade das soluções construtiva, de sua intransigência no emprego dos materiais e do seu desprezo pelo supérfluo". Mendes da Rocha "surfa" na onda da revisão histórica do modernismo e se consagra como um herdeiro do racionalismo e de uma escola de arquitetura moderna que já tinha seduzido o mundo 5 décadas antes. Ao mesmo tempo, seu trabalho como urbanista propõe uma relação diferente no diálogo entre espaço urbano e natureza. Para Paulo Mendes da Rocha, a "primordial arquitetura é a geografia". Este livro pretende mostrar que o primordial na arquitetura, é o talento e a coragem de inovar ao mesmo tempo em que se cria beleza. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. E nos seguintes incisos e alíneas do Art. 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Especificação técnica

Características técnicas Edição bilíngue: português e inglês Tiragem: 3000 (três mil) exemplares Formato fechado: 17 x 24 cm Formato aberto: 17 x 48 cm Quantidade de páginas: 204 páginas Formato do livro Capa: brochura c/ orelha inteiriça, impressa 4x0 cores Miolo: papel couché 150 gramas, impresso a 4x4 cores

Acessibilidade

LIVRO Acessibilidade físicaO lançamento do livro será realizado em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Além disso, o livro também estará disponível nas livrarias. Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso:I - a bens culturais em formato acessível;II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; eIII - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos.§ 1º É vedada a recusa de oferta de obra intelectual em formato acessível à pessoa com deficiência, sob qualquer argumento, inclusive sob a alegação de proteção dos direitos de propriedade intelectual.§ 2º O poder público deve adotar soluções destinadas à eliminação, à redução ou à superação de barreiras para a promoção do acesso a todo patrimônio cultural, observadas as normas de acessibilidade, ambientais e de proteção do patrimônio histórico e artístico nacional. Acessibilidade para deficientes visuaisO livro será disponibilizado em audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022), onde o leitor portador de necessidades especiais poderá utilizar o conteúdo para seu conhecimento ou entretenimento. O audiolivro é referente ao item orçamentário "Transcrição”. Acessibilidade para deficientes auditivosNão se aplica, visto que o produto principal é um livro. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade físicaA contrapartida social será realizada em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Acessibilidade para deficientes visuaisOs portadores de deficiência visual terão a sua disposição a explicação do Arte Educador, de alguns profissionais que participaram do projeto e do Intérprete de Libras, possibilitando que participem do curso com carga horária total de 40 horas. Também estará disponível, gratuitamente, o audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022). Acessibilidade para deficientes auditivosOs portadores de deficiência auditiva terão auxílio do Intérprete de Libras a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso à cultura no país.

Democratização do acesso

Referente à distribuição, adotaremos os expostos nas seguintes alíneas do Inciso I, Art. 23, Seção II, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber: a) no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para as camadas da população menos assistidas ou excluídas. b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021;Serão destinados até 10% (dez por cento) do total dos exemplares (até 300 exemplares) para os patrocinadores da obra. e) mínimo de dez por cento para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012, fazendo o uso desse mecanismo quando possível;Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares), no valor de R$ 49,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. g) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a cinquenta por cento do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado ao valor máximo de R$ 250,00 (duzentos reais).Serão destinados 40% (quarenta por cento) do total dos exemplares (1200 exemplares), no valor de R$ 89,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. Adotaremos também, o exposto no Inciso I, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para bibliotecas e escolas públicas. E também a alínea d do Inciso IV, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:d) oficinas de 40horas/aula com certificado de curso livre.Iremos realizar uma oficina de produção de livro para alunos da rede pública de ensino.

Ficha técnica

Leonardo FinottiArtista visual e tem sua trajetória estruturada sobre dois pilares complementares, empreendendo, pela fotografia, tanto uma exploração rigorosa da Arquitetura Moderna quanto uma investigação dos espaços urbanos anônimos ou informais. Após graduar-se em Arquitetura (UFU) e concluir uma pós-graduação na Bauhaus Foundation (Dessau, Alemanha) começa sua carreira como fotógrafo em Portugal, onde viveu por seis anos, colaborando com os mais importantes arquitetos portugueses. Inicia então um projeto sistemático de releitura do Modernismo em diferentes continentes, que prossegue quando do seu retorno ao Brasil. Contribui internacionalmente com diferentes arquitetos e publicações, ao mesmo tempo em que desenvolve diversos projetos pessoais (exposições e publicações) tendo a arquitetura e a cidade como eixo principal de sua pesquisa visual: Pelada (2014), Latinitudes (2015), Rio Enquadrado (2016), Brutiful (2017), para citar apenas alguns. Já realizou diversas exposições individuais e coletivas e seu trabalho faz parte de coleções de algumas das mais importantes instituições públicas e privadas, tais como Bauhaus (Alemanha), Fundação EDP (Portugal), AzW (Áustria), Buendner Kunstmuseum (Suíça), Cité de L'Architecture & du Patrimoine (França), MAR (Brasil), entre outras. Representou o Brasil em duas Bienais de Arquitetura de Veneza, na Bienal de Shenzhen, na X Bienal de Arte do Mercosul e foi premiada na XV Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires. Em 2008, Finotti foi convidado por Barry Bergdoll, então curador-chefe do MoMA-NY, a fazer parte da exposição “Latin America in Construction: Architecture 1955-1980”. O projeto, desenvolvido ao longo de sete anos, reinterpreta visualmente o legado da arquitetura moderna na América Latina. O trabalho além de integrar a exposição, teve 15 obras adquiridas para sua coleção permanente e recebeu um capítulo no catálogo, sob a forma de portfólio. Andrey SchleeGraduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Pelotas, mestre em Arquitetura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutor em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo. Professor Titular da Universidade de Brasília e Líder do Grupo de Pesquisa CNPq “Estudos de arquitetura latino-americana e arquitetura comparada”. Michelle CastroArquiteta e curadora baseada em São Paulo e seu texto foi originalmente publicado em 2007 no catálogo e exposição homônima 100 fotos, 100 anos, 100 obras: Oscar Niemeyer por Leonardo Finotti no Museu da Electricidade em Lisboa em homenagem ao centenário do arquiteto. Matthew ShirtsJornalista e escritor. É autor do livro, Emergência Climática: O aquecimento global, o ativismo jovem a luta por um mundo melhor, publicado pelo selo ClaroEnigma em 2022, em parceria com Greenpeace Brasil. É co-fundador da plataforma de comunicação, Fervuranoclima, dedicada a encontrar novas abordagens no jornalismo, arte e humor para o aquecimento global. Colabora regularmente para a editora de livros e produtora de vídeos especializada em desenvolvimento sustentável, Observatory of Human Affairs, Produtora Brasileira e Editora Brasileira com textos, traduções, entrevistas e consultoria. É autor de textos para os livros Brasil visto de cima (Cássio Vasconcellos), Amazônia (Marcos Piffer), Rio visto de Cima (Cássio Vasconcellos), Parques Nacionais e Festas Brasileiras, entre outros. Apresenta e ajudou a roteirizar o filme Carbono Zero, realizado pela Produtora Brasileira. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação durante 14 anos, até 2013. Continuou como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, a maior plataforma de sustentabilidade em língua portuguesa (2007-2015) para a editora Abril, desenvolvendo cursos, eventos, branded content e livros e dirigindo o seu site. Escreveu crônicas para a Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o Estado de São Paulo, de 1994 a 2011. Cobriu, como colunista, duas Copas do Mundo e uma Olimpíada. Pautou, escreveu e apresentou na rádio Bandnewsfm a coluna diária, “São Paulo para paulistanos,” junto com o jornalista Eduardo Barão, de 2016 a 2019.Nascido e criado nos Estados Unidos, Shirts se mudou para São Paulo na década de 1980. Escreve em português e inglês com fluência. Fala português com um leve sotaque. Foi editor do caderno de Negócios da Folha de São Paulo no início da carreira e criou revistas de jogos eletrônicos para a Nova Cultural (Supergamepower, entre outras) na década de 1990. É autor de dois livros de crônicas, O jeitinho americano (Realejo, 2010), e A feijoada completa (Realejo, 2015), e editor (junto com João Kulcsar) da coletânea de ensaios sobre as culturas americana e brasileira, A herança compartilhada (Edições Sesc, 2013). Formou-se em Estudos Latinoamericanos pela Universidade de Califórnia em Berkeley. Estudou, ainda, letras e história como aluno de intercâmbio na Universidade de São Paulo e foi aluno de pós-graduação com especialização em história em Stanford. Julio MariuttiArquiteto e designer formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Desde 2016, é professor na Escola Britânica de Artes Criativas. Foi sócio da Nu de 2006 a 2011 e em 2012 fundou o Estúdio Lógos para se dedicar a projetos editoriais e de identidade visual ligados a arte e arquitetura. Assinou o design gráfico da revista Bamboo da primeira à última edição (2011–2017). Além de projetos de design gráfico, recentemente assinou o desenho de um relógio para a marca suíça Pierre Junod e publicou L de Livro (Companhia das Letrinhas, 2017) e Espaço em Obra (Sesc, 2018, em coautoria com Guilherme Wisnik). Equipe TécnicaFotografias: Leonardo FinottiCoordenação: Andrey Schlee e Michelle CastroTradução para o inglês: Matthew ShirtsPesquisa: Andrey SchleeDesign gráfico: Julio Mariutti Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.