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PRONAC 223643Apresentou prestação de contasMecenato

Imigração Italiana: 150 anos

KROMO PRODUCOES VISUAIS E FOTOGRAFICAS LTDA
Solicitado
R$ 329,5 mil
Aprovado
R$ 340,2 mil
Captado
R$ 329,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
17298092000130Banco Itáú BBA S.A1900-01-01R$ 200,0 mil
42580092000923Pellegrino Distribuidora de Autopeças Ltda.1900-01-01R$ 100,0 mil
26207496000162Pandurata Varejo de Alimentos Ltda.1900-01-01R$ 29,0 mil

Eficiência de captação

96.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-01-13
Término

Resumo

O livro explorará a relação histórica entre Itália e Brasil, especialmente destacando os 150 anos desde a chegada dos imigrantes italianos em 2024. Com enfoque cultural, histórico, didático e informativo, abordará desde a chegada inicial no século XIX até o século XXI. Historiadores e especialistas em sociologia fornecerão insights sobre a influência cultural dos italianos em diferentes regiões brasileiras, apoiados por pesquisa e um ensaio fotográfico contemporâneo para oferecer novas perspectivas.

Sinopse

Realizar pesquisa concisa em fontes primárias e secundárias – documentais, iconográficas e cartográficas – para registrar a história da imigração italiana no Brasil. A principal intenção do projeto é garantir a difusão de conhecimentos sobre os diferentes contextos políticos, sociais, culturais e econômicos no período compreendido pela metade do século XIX e século XXI.O projeto terá caráter histórico, cultural, didático e informativo, registrando textos, imagens e informações complementares ao tradicional conhecimento sobre o tema. A publicação, com 204 páginas, será em versão trilíngue (português-inglês-italiano). Estima-se, a partir da pré-pesquisa, que a obra poderá ser dividida nos seguintes capítulos:Primeira fase – Antecedentes e chegada dos imigrantes.Segunda fase – Ocupação de áreas em territórios brasileiros e adaptações culturais.Terceira fase – Relações históricas nos segmentos da diplomacia e economia.Quarta fase – O legado e influências socioculturais entre as duas nações.Os capítulos serão compostos por textos e imagens que farão relações temáticas entre os eventos históricos ocorridos entre os dois países, como, por exemplo, a busca por mão de obra pelo Brasil para a substituição dos negros escravizados no momento de crise na Itália e empobrecimento da população; as trocas culturais cotidianas na gastronomia, nas artes, na economia e nas identidades de ambas as nações.

Objetivos

Objetivo Geral O projeto tem por objetivo principal registrar breve história da imigração italiana no Brasil, destacando as relações estabelecidas nos segmentos históricos, diplomáticos, comerciais, econômicos e socioculturais, ao longo dos últimos 150 anos. O conteúdo da publicação será baseado em pesquisas cartográficas, iconográficas e textuais, realizadas em fontes primárias e secundárias. Das pesquisas resultarão textos especializados e inéditos que, ao lado de ensaios fotográficos contemporâneos, efetuados especialmente para a obra, serão publicados em um livro ilustrado com 204 páginas.Como um dos objetivos secundários, o projeto pretende analisar a composição cultural e social decorrente das relações entre italianos e brasileiros nos últimos 150 anos. O projeto pretende, também como objetivo secundário e por sua natureza histórica, cultural, didática e informativa, ?estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória?, conforme preceitos da Lei n. 8.313/91; bem como contribuir ?para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais?. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 2º do Decreto 10.755 de 2021:IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; eVIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural. Objetivos específicos a) Produzir, publicar e distribuir 3000 exemplares do livro "Imigração Italiana: 150 anos". b) Contrapartida social: Realizar até 3 (três) palestra para professores e alunos de escolas públicas, onde serão apresentadas e desenvolvidas as técnicas utilizadas pelo palestrante na criação do livro, com duração de 60 minutos, atingindo um público de 300 (trezentas) pessoas no total. c) Realizar lançamento do livro em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população.

Justificativa

A imigração italiana provocou grandes influências na economia e na cultura brasileiras, desde seu início, na segunda metade do século XIX, logo após a Unificação da Itália (1871), quando a população italiana vivia um período de desemprego e pobreza, até o ápice, no período de 1880 a 1930, chamado "grande leva". Nessa época, aproximadamente 28 milhões de italianos, em sua maioria camponeses sem terras para cultivar, vieram para o Brasil com a finalidade de executar trabalhos braçais nas fazendas de café em São Paulo ou para tornar produtivas as grandes extensões de terras do Sul do país.Grande parte dos italianos que chegou ao Brasil era de origem humilde, principalmente de regiões rurais da Itália. O Brasil era visto como uma terra nova, repleta de oportunidades. No início do século XX, trazendo um mínimo de capital e muita vontade de trabalhar, cerca de 70% dos imigrantes italianos que vieram para o Brasil foram diretamente para São Paulo (a maior parte), onde trabalharam nas lavouras de café e nas indústrias da capital do estado; ou para a Região Sul, em que estabeleceram diversas colônias e povoamentos. No Sul, esses imigrantes se concentraram, principalmente, na região da Serra Gaúcha. Muitas colônias italianas foram criadas em cidades como, por exemplo, Bento Gonçalves, Caxias do Sul e Garibaldi. A cultura de uva para a produção de vinho foi a principal atividade econômica introduzida no Brasil pelos italianos.Alguns italianos chegaram ao Brasil dispostos a criar pequenas empresas e a prosperar na nova terra. Vendiam o que tinham na Itália e investiam no Brasil em áreas como a agricultura, comércio, prestação de serviços e indústria. Muitos desses italianos empreendedores prosperaram em seus negócios, gerando riquezas e empregos no Brasil, como, por exemplo, Francesco Matarazzo e seus irmãos, que imigraram para o Brasil em 1881 e construíram em São Paulo um verdadeiro império industrial.Os italianos que vieram viver no Brasil trouxeram características culturais que foram incorporadas à cultura brasileira, estando presentes no nosso cotidiano. Muitas palavras italianas foram, com o tempo, fazendo parte do vocabulário português do Brasil. No campo da culinária, essa influência foi marcante, principalmente, nas massas (macarronada, nhoque, canelone, ravioli etc.), molhos e pizzas. O Brasil possui uma relação afetiva com a Itália: 30 milhões os brasileiros são ítalo-descendentes, o maior número de descendentes fora da Itália. E a Itália é o segundo país europeu de que o Brasil mais importa produtos enogastronômicos, atrás apenas de Portugal. Daí a importância de levar à sociedade análises históricas e de novas tendências e transformações, com um rico painel de discussão sobre o estágio de desenvolvimento econômico entre os dois países no contexto global, além das conformidades nos campos da economia, diplomacia, inovações científicas e tecnológicas, identidades culturais e perspectivas do futuro. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. E nos seguintes incisos e alíneas do Art. 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Estratégia de execução

Contrapartida social: Realizar até 3 (três) palestra para professores e alunos de escolas públicas, onde serão apresentadas e desenvolvidas as técnicas utilizadas pelo palestrante na criação do livro, com duração de 60 minutos, atingindo um público de 300 (trezentas) pessoas no total.

Especificação técnica

Características técnicasEdição trilíngue: português-inglês-italianoTiragem: 3000 (três mil) exemplaresFormato fechado: 22,5 x 22,5 cmFormato aberto: 22,5 x 45 cmQuantidade de páginas: 204 páginasFormato do livroCapa: brochura c/ orelha inteiriça, impressa 4x0 coresMiolo: papel couché 150 gramas, impresso a 4x4 cores

Acessibilidade

LIVRO Acessibilidade físicaO lançamento do livro será realizado em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Além disso, o livro também estará disponível nas livrarias. Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso:I - a bens culturais em formato acessível;II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; eIII - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos.§ 1º É vedada a recusa de oferta de obra intelectual em formato acessível à pessoa com deficiência, sob qualquer argumento, inclusive sob a alegação de proteção dos direitos de propriedade intelectual.§ 2º O poder público deve adotar soluções destinadas à eliminação, à redução ou à superação de barreiras para a promoção do acesso a todo patrimônio cultural, observadas as normas de acessibilidade, ambientais e de proteção do patrimônio histórico e artístico nacional. Acessibilidade para deficientes visuaisO livro será disponibilizado em audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022), onde o leitor portador de necessidades especiais poderá utilizar o conteúdo para seu conhecimento ou entretenimento. O audiolivro é referente ao item orçamentário "Transcrição?. Acessibilidade para deficientes auditivosNão se aplica, visto que o produto principal é um livro. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade físicaA contrapartida social será realizada em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Acessibilidade para deficientes visuaisOs portadores de deficiência visual terão a sua disposição a explicação do Arte Educador, de alguns profissionais que participaram do projeto e do Intérprete de Libras, possibilitando que participem da palestra. Também estará disponível, gratuitamente, o audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022). Acessibilidade para deficientes auditivosOs portadores de deficiência auditiva terão auxílio do Intérprete de Libras a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso à cultura no país.

Democratização do acesso

Referente à distribuição, adotaremos os expostos nas seguintes alíneas do Inciso I, Art. 23, Seção II, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber: a) no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para as camadas da população menos assistidas ou excluídas. b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021;Serão destinados até 10% (dez por cento) do total dos exemplares (até 300 exemplares) para os patrocinadores da obra. e) mínimo de dez por cento para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012, fazendo o uso desse mecanismo quando possível;Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares), no valor de R$ 49,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. g) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a cinquenta por cento do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado ao valor máximo de R$ 250,00 (duzentos reais).Serão destinados 40% (quarenta por cento) do total dos exemplares (1200 exemplares), no valor de R$ 89,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. Adotaremos também, o exposto no Inciso I, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para bibliotecas e escolas públicas. E também a alínea d do Inciso IV, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:Realizar até 3 (três) palestra para professores e alunos de escolas públicas, onde serão apresentadas e desenvolvidas as técnicas utilizadas pelo palestrante na criação do livro, com duração de 60 minutos, atingindo um público de 300 (trezentas) pessoas no total.

Ficha técnica

Paulo VitaleFotógrafo e diretor de cena, cursou História na USP e Fotografia no International Center of Photography de Nova York. Como fotógrafo já percorreu mais de 50 países fazendo trabalhos editoriais, autorais e publicitários. Tem mais de 100 capas publicadas nas principais revistas brasileiras. Em 2018 publicou o livro de retratos “Feito no Brasil”, com 50 personagens exponenciais da sociedade brasileira. Já retratou grandes personalidades, Oscar Niemeyer, Caetano Veloso, Mark Zuckerberg e Pelé. Com estúdio na cidade de São Paulo, atende, através da Kromo Imagem, sua produtora de conteúdo visual, as principais empresas e agências de publicidade sediadas no Brasil. Pedro SaadCom grande experiência na área cultural, Pedro Saad coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”. Em 2021 foi nomeado “Líder de ImPacto” do ODS 17 pela Rede Brasil do Pacto Global da ONU.Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor do curso de pós-graduação em Gestão Cultural da PUC-SP, professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory.Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”.Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, CEPAL, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, Museu do Ipiranga, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Petrobras, Itaú, Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, e instituições nacionais e internacionais, entre elas União Europeia (Serviço de Publicações), Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Aliança Francesa, Instituto Goethe, SEBRAE, entre outras. Matthew ShirtsJornalista e escritor. É autor do livro, Emergência Climática: O aquecimento global, o ativismo jovem a luta por um mundo melhor, publicado pelo selo ClaroEnigma em 2022, em parceria com Greenpeace Brasil. É co-fundador da plataforma de comunicação, Fervuranoclima, dedicada a encontrar novas abordagens no jornalismo, arte e humor para o aquecimento global. Colabora regularmente para a editora de livros e produtora de vídeos especializada em desenvolvimento sustentável, Observatory of Human Affairs, Produtora Brasileira e Editora Brasileira com textos, traduções, entrevistas e consultoria. É autor de textos para os livros Brasil visto de cima (Cássio Vasconcellos), Amazônia (Marcos Piffer), Rio visto de Cima (Cássio Vasconcellos), Parques Nacionais e Festas Brasileiras, entre outros. Apresenta e ajudou a roteirizar o filme Carbono Zero, realizado pela Produtora Brasileira. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação durante 14 anos, até 2013. Continuou como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, a maior plataforma de sustentabilidade em língua portuguesa (2007-2015) para a editora Abril, desenvolvendo cursos, eventos, branded content e livros e dirigindo o seu site. Escreveu crônicas para a Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o Estado de São Paulo, de 1994 a 2011. Cobriu, como colunista, duas Copas do Mundo e uma Olimpíada. Marilúcia BottalloÉ doutora em Ciências da Informação, Mestre em Artes ambos pela ECA/ USP, Bacharel em História pela FFLCH/USP. Diretora Técnica do Instituto de ArteContemporânea onde implantou o Núcleo de Documentação e Pesquisa e criou o Grupo Experimental de Curadoria. Coordenadora da Pós-Graduação em Museologia, Colecionismo e Curadoria do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Atuou como Museóloga no Museu de Arte Moderna de São Paulo, na Pinacoteca do Estado de São Paulo, no National Musem of American Art/Smithsonian Institute e no Museu de Arqueologia e Etnologia da USP. Coordenou o Centro de Memória da Fundação Bunge. Membro do Comitê Internacional de Museus (ICOM) onde foi Diretora e, atualmente, é membro do Conselho Consultivo. Curadora, entre outras, das seguintes exposições: “Deformações Dinâmicas – Willys de Castro” (IAC e itinerância no Paço Imperial); “Opostos Determinantes – Hércules Barsotti” (Galeria Frente); “Acolhida” (Programa de Residência Artística do Museu da Imigração); “Luzes da Memória” em parceria com Ricardo Resende (Instituto de Arte Contemporânea); “Épica do Espaço – Osmar Dalio” (Galeria Leme); “Exposição "Mis piedras" - Sérgio Camargo (IAC e Art Curator Grid). Adriana Marcolini É bacharel em Jornalismo pela PUC-SP e tradutora profissional, desenvolve pós-doutorado junto ao Departamento de Letras Modernas – FFLCH. Doutora em Literatura Italiana (2016) pela USP. Foi bolsista da Capes na Universidade de Gênova, Itália. É pesquisadora do Projeto Fapesp “Deslocamentos Humanos: narrativas e representações nos séculos XX e XXI”, desenvolvendo o subprojeto “Narrativas de italianas no Brasil: a imigração feminina em primeira pessoa”. Publica artigos jornalísticos e acadêmicos sobre migrações e refúgio. Tem sólida experiência como jornalista profissional. Foi correspondente da Argentina(2009-2011) para a imprensa brasileira. Em 2001 participou do Programa de Voluntários da ONU em Sarajevo, Bósnia Herzegóvina. Autora do guia 50 Livrarias de Buenos Aires (Cotia: Ateliê Editorial, 2011), finalista do Prêmio Jabuti de 2012. Recebeu financiamento da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo para traduzir Sull’Oceano, de Edmondo De Amicis: Em Alto-mar (2017). Pesquisadora do projeto LEER/Fapesp: Deslocamentos Humanos: Narrativas e Representações. Claudia Fonseca É jornalista. Em 2001 formou-se em História, pela Católica de Santos, e especializou-se em História Oral. Atuou em projetos de memória institucional e corporativa como coordenadora, pesquisadora e curadora de exposições para organizações como Petrobras, Votorantim, Volkswagen, Fundação Bradesco, Pão de Açúcar, Unimed do Brasil, Dieese, Instituto Ethos, jornal O Estado de S.Paulo, Alcoa e Leroy Merlin, entre outras. É autora diversos livros tais como Pátria Vermelha (2001); Educar para o Futuro - 50 anos da Fundação Bradesco (2003); O futuro é nossa energia - 50 anos da Petrobras/RPBC (2003); História doinox através das pessoas - Memória da Acesita (2005), laureado no Prêmio Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial); Cooperativismo médico no Brasil - 40 anos de Unimed (2005); Memória da luta pela autonomia política no Distrito Federal (2007); Raízes do Brasil (2013); Temperos do Brasil (2015); Construindo o Futuro - Grupo Lwart - 40 anos (2016); Brasil e Portugal: do descobrimento até os dias atuais (2017) e Construtores de sonhos - 20 anos daLeroy Merlin no Brasil (2019). Atualmente é consultora em projetos de memória e coordenadora de publicações da Editora Brasileira. Equipe TécnicaFotografias: Paulo VitaleCoordenação: Pedro SaadTradução para o inglês: Matthew ShirtsPesquisa: Claudia Fonseca, Marilucia Bottallo e Adriana Marcolini. Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-08-12
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo