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Livro que irá registrar a história da representação das mulheres no Brasil partir de imagens que irão estabelecer diálogos entre história, cultura, economia e política. A obra terá natureza histórica, cultural, informativa e didática para destacar as características temporais dos diferentes contextos históricos referentes às lutas das mulheres brasileiras pelo reconhecimento de sua cidadania. Trará narrativas iconográficas e textuais tendo como base esses tais contextos e a participação das mulheres em cada um deles. O tema será tratado por historiadores de maneira a relacionar períodos de participação feminina com os períodos da História do Brasil.
Realizar breve pesquisa em fontes primárias e secundárias, nos acervos iconográficos e documentais disponíveis, para estabelecer análise sobre a participação das mulheres nos contextos sociopolíticos e culturais notadamente na História do Brasil.A natureza do projeto é, assim, histórica, cultural e informativa, com desdobramentos didáticos.A publicação será bilíngue (português-inglês) e terá 204 páginas. Apresentará o tema em textos de fácil compreensão pela sociedade em geral ao lado de fotografias destacadas especialmente para a obra.Estima-se que a publicação poderá ser dividida em capítulos com base na formação histórica do Brasil tendo como recorte o ano de 1932 quando se inicia a efetiva luta pela representação feminina no país:1930 a 19601960 a 19901990 aos dias atuaisOs capítulos serão compostos por subtemas que poderão reforçar a ‘conversa’ entre história e os eventos em seus aspectos socioculturais cotidianos.
Objetivo Geral O projeto tem por objetivo principal registrar a história da representação das mulheres no Brasil.O projeto trará pesquisas históricas e ensaios fotográficos contemporâneos _ que serão realizados especialmente para a obra _ para apresentação em um livro ilustrado com 204 páginas. O projeto também pretende revelar informações sobre a diversidade da composição cultural e social existente nas regiões e períodos de estudo. Por sua natureza histórica e cultural, pretende-se "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", conforme preceitos da Lei nº 8.313/91. Como desdobramento, o projeto poderá ter uso didático e informativo de maneira a "facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" visto que o tema será tratado de forma abrangente. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 2º do Decreto 10.755 de 2021:IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; eVIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; Objetivos específicos a) Produzir, publicar e distribuir 3000 exemplares do livro "Mulheres reais, corpos reais". b) Contrapartida social: realizar um curso de "Produção de Livro" com carga horária total de 40 horas com emissão de certificado. O curso será realizado em 10 dias (2 semanas, de segunda a sexta) e tem como tema o conteúdo que será abordado no projeto em tela. c) Realizar lançamento do livro em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população.
No Brasil, as mulheres só puderam se matricular em estabelecimentos de ensino em 1827. O direito a cursar uma faculdade foi adquirido somente cerca de 50 anos depois. Apenas em 1887 o país formaria sua primeira médica. As primeiras mulheres que ousaram dar esse passo rumo à sua autonomia e profissionalização foram socialmente segregadas. O primeiro Código Civil brasileiro, aprovado em 1916, reafirmou muitas das discriminações contra a mulher. Punia, por exemplo, severamente a mulher vista como ‘desonesta’, considerava a não virgindade da mulher como motivo de anulação do casamento (…) e permitia que a filha suspeita de ‘desonestidade’, isto é, manter relações sexuais fora do casamento, fosse deserdada. As mulheres casadas _ ou sob o pátrio poder _ eram consideradas incapazes juridicamente, como as crianças, os portadores de deficiência mental, os mendigos e os índios. Eram, portanto, consideradas cidadãs de segunda categoria. Mas, elas não se calaram e só recentemente a história da representação feminina começou a ser desvendada pela historiografia. As mulheres lutaram pelo acesso à Educação e pelos seus direitos civis e políticos. Também se envolveram nos grandes movimentos que ajudaram a construir a nação, como as lutas pela independência, a campanha abolicionista, a proclamação da República etc. O novo Código Eleitoral, promulgado em 1932, garantiu o direito de votar e serem votadas. Para as mulheres. Getulio Vargas ainda indicou Bertha Lutz como representante das mulheres brasileiras para a comissão especial encarregada de elaborar a proposta de Constituição Federal que seria apreciada pelo Congresso.A Constituição de 1934 estabeleceu, finalmente, sem ambiguidade, o direito de voto para as mulheres. Assim, o Brasil se tornou o quarto país das Américas a estabelecer o voto feminino. De lá para cá, no recorte temporal entre 1932 e 2022, todos os contextos históricos contaram com a representação feminina e do esforço de contribuir com a historiografia atual, essa obra se faz necessária de modo a integrar a bibliografia sobre o tema. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. E nos seguintes incisos e alíneas do Art. 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
Características técnicasEdição bilíngue: português e inglêsTiragem: 3000 (três mil) exemplaresFormato fechado: 17 x 24 cmFormato aberto: 17 x 48 cmQuantidade de páginas: 204 páginas Formato do livroCapa: brochura c/ orelha inteiriça, impressa 4x0 coresMiolo: papel couché 150 gramas, impresso a 4x4 cores
LIVRO Acessibilidade físicaO lançamento do livro será realizado em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Além disso, o livro também estará disponível nas livrarias. Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso:I - a bens culturais em formato acessível;II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; eIII - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos.§ 1º É vedada a recusa de oferta de obra intelectual em formato acessível à pessoa com deficiência, sob qualquer argumento, inclusive sob a alegação de proteção dos direitos de propriedade intelectual.§ 2º O poder público deve adotar soluções destinadas à eliminação, à redução ou à superação de barreiras para a promoção do acesso a todo patrimônio cultural, observadas as normas de acessibilidade, ambientais e de proteção do patrimônio histórico e artístico nacional. Acessibilidade para deficientes visuaisO livro será disponibilizado em audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022), onde o leitor portador de necessidades especiais poderá utilizar o conteúdo para seu conhecimento ou entretenimento. O audiolivro é referente ao item orçamentário "Transcrição”. Acessibilidade para deficientes auditivosNão se aplica, visto que o produto principal é um livro. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade físicaA contrapartida social será realizada em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Acessibilidade para deficientes visuaisOs portadores de deficiência visual terão a sua disposição a explicação do Arte Educador, de alguns profissionais que participaram do projeto e do Intérprete de Libras, possibilitando que participem do curso com carga horária total de 40 horas. Também estará disponível, gratuitamente, o audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022). Acessibilidade para deficientes auditivosOs portadores de deficiência auditiva terão auxílio do Intérprete de Libras a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso à cultura no país.
Referente à distribuição, adotaremos os expostos nas seguintes alíneas do Inciso I, Art. 23, Seção II, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber: a) no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para as camadas da população menos assistidas ou excluídas. b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021;Serão destinados até 10% (dez por cento) do total dos exemplares (até 300 exemplares) para os patrocinadores da obra. e) mínimo de dez por cento para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012, fazendo o uso desse mecanismo quando possível;Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares), no valor de R$ 49,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. g) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a cinquenta por cento do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado ao valor máximo de R$ 250,00 (duzentos reais).Serão destinados 40% (quarenta por cento) do total dos exemplares (1200 exemplares), no valor de R$ 89,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. Adotaremos também, o exposto no Inciso I, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para bibliotecas e escolas públicas. E também a alínea d do Inciso IV, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:d) oficinas de 40horas/aula com certificado de curso livre.Iremos realizar uma oficina de produção de livro para alunos da rede pública de ensino.
Paulo VitaleFotoÌ?grafo e diretor de cena, cursou HistoÌ?ria na USP e Fotografia no International Center of Photography de Nova York. Como fotoÌ?grafo jaÌ? percorreu mais de 50 paiÌ?ses fazendo trabalhos editoriais, autorais e publicitaÌ?rios. Tem mais de 100 capas publicadas nas principais revistas brasileiras. Em 2018 publicou o livro de retratos “Feito no Brasil”, com 50 personagens exponenciais da sociedade brasileira. JaÌ? retratou grandes personalidades, Oscar Niemeyer, Caetano Veloso, Mark Zuckerberg e PeleÌ?. Com estuÌ?dio na cidade de São Paulo, atende, atraveÌ?s da Kromo Imagem, sua produtora de conteúdo visual, as principais empresas e ageÌ‚ncias de publicidade sediadas no Brasil. Pedro Fernandes SaadCom grande experiência na área cultural, Pedro Saad coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”. Em 2021 foi nomeado “Líder de ImPacto” do ODS 17 pela Rede Brasil do Pacto Global da ONU.Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor do curso de pós-graduação em Gestão Cultural da PUC-SP, professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory.Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”.Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, CEPAL, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, Museu do Ipiranga, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Petrobras, Itaú, Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, e instituições nacionais e internacionais, entre elas União Europeia (Serviço de Publicações), Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Aliança Francesa, Instituto Goethe, SEBRAE, entre outras. Matthew Garry ShirtsJornalista e escritor. É autor do livro, Emergência Climática: O aquecimento global, o ativismo jovem a luta por um mundo melhor, publicado pelo selo ClaroEnigma em 2022, em parceria com Greenpeace Brasil. É co-fundador da plataforma de comunicação, Fervuranoclima, dedicada a encontrar novas abordagens no jornalismo, arte e humor para o aquecimento global. Colabora regularmente para a editora de livros e produtora de vídeos especializada em desenvolvimento sustentável, Observatory of Human Affairs, Produtora Brasileira e Editora Brasileira com textos, traduções, entrevistas e consultoria. É autor de textos para os livros Brasil visto de cima (Cássio Vasconcellos), Amazônia (Marcos Piffer), Rio visto de Cima (Cássio Vasconcellos), Parques Nacionais e Festas Brasileiras, entre outros. Apresenta e ajudou a roteirizar o filme Carbono Zero, realizado pela Produtora Brasileira. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação durante 14 anos, até 2013. Continuou como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, a maior plataforma de sustentabilidade em língua portuguesa (2007-2015) para a editora Abril, desenvolvendo cursos, eventos, branded content e livros e dirigindo o seu site. Escreveu crônicas para a Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o Estado de São Paulo, de 1994 a 2011. Cobriu, como colunista, duas Copas do Mundo e uma Olimpíada. Pautou, escreveu e apresentou na rádio Bandnewsfm a coluna diária, “São Paulo para paulistanos,” junto com o jornalista Eduardo Barão, de 2016 a 2019.Nascido e criado nos Estados Unidos, Shirts se mudou para São Paulo na década de 1980. Escreve em português e inglês com fluência. Fala português com um leve sotaque. Foi editor do caderno de Negócios da Folha de São Paulo no início da carreira e criou revistas de jogos eletrônicos para a Nova Cultural (Supergamepower, entre outras) na década de 1990. É autor de dois livros de crônicas, O jeitinho americano (Realejo, 2010), e A feijoada completa (Realejo, 2015), e editor (junto com João Kulcsar) da coletânea de ensaios sobre as culturas americana e brasileira, A herança compartilhada (Edições Sesc, 2013). Formou-se em Estudos Latinoamericanos pela Universidade de Califórnia em Berkeley. Estudou, ainda, letras e história como aluno de intercâmbio na Universidade de São Paulo e foi aluno de pós-graduação com especialização em história em Stanford. Luciano FigueiredoProfessor titular de História da Universidade Federal Fluminense, formado em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, com mestrado e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo. Coordenou a área de pesquisa, divulgação e editoração do Arquivo Nacional e foi editor das revistas Acervo (Arquivo Nacional) e Tempo (Universidade Federal Fluminense). Fundou e dirigiu as revistas Nossa História e Revista de História da Biblioteca Nacional. Autor de trabalhos acadêmicos relacionados à História do Brasil colônia, especializou-se em temas ligados à família, à condição feminina e a revoltas. Nos últimos anos, vem participando de inúmeros projetos de popularização de História, atuando em consultoria de documentários e minisséries, curadoria de exposições, coordenação editorial e preparação de material didático. Organizou, em 2009, a série de livros História no bolso e, em 2013, publicou História do Brasil para ocupados, com a editora Casa da Palavra. É editor do site Impressões Rebeldes – Documentos e palavras que forjaram a história do protesto no Brasil: www.historia.uff.br/ impressoesrebeldes. Equipe TécnicaFotografias: Paulo VitaleCoordenação: Pedro Saad e Paulo VitaleTradução para o inglês: Matthew ShirtsPesquisa: Luciano FigueiredoO proponente será responsável pelas fotografias, coordenação geral e editorial e atividades técnico-financeiras no projeto.Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.
PROJETO ARQUIVADO.