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Livro que vai registrar a história da Amazônia a partir de imagens temáticas sobre os povos _ e suas identidades culturais, estabelecendo diálogos entre história, cultura e desenvolvimento social e demográfico. A obra adota o conceito histórico e cultural para destacar as características de formação dos povos amazônicos. Trará narrativas cartográficas, iconográficas e textuais tendo como base os diferentes contextos históricos e suas influências na região. O tema será tratado por cientistas da história e da geografia, para estabelecer a relação entre formação cultural e formação espacial, bem como o diálogo entre as trajetórias histórica e econômica _ e seus desdobramentos _, notadamente na Amazônia.
Realizar breve pesquisa em fontes primárias e secundárias, nos acervos cartográficos, iconográficos e documentais disponíveis, para estabelecer análise hermenêutica sobre formação cultural e espaços geográficos e históricos da Amazônia.A natureza do projeto é, assim, histórica e cultural, com desdobramentos didáticos e informativos. A publicação será bilíngue (português-inglês) e terá 192 páginas. Apresentará o tema em textos de fácil compreensão pela sociedade em geral, ao lado de fotografias executadas especialmente para a obra. Estima-se que a publicação poderá ser dividida em capítulos com base na formação da Amazônia no território brasileiro:Acre e AmapáAmazonas, Pará e MaranhãoRoraima e RondôniaMato Grosso e TocantinsOs capítulos serão compostos por subtemas, que poderão reforçar o diálogo entre história e a formação da região (legado) com descrição, por exemplo, de eventos históricos e aspectos socioculturais cotidianos.
Objetivo Geral O projeto tem por objetivo principal registrar a história da Amazônia, na sua porção brasileira, a partir da formação do povo e das áreas de ocupação demográfica. Haverá pesquisas históricas e ensaios fotográficos contemporâneos _ que serão realizados especialmente para a obra _, para apresentação em um livro ilustrado com 192 páginas. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 2º do Decreto 10.755 de 2021:IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; eVIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural. Objetivos específicos a) Produzir, publicar e distribuir 3000 exemplares do livro "Amazônia vista de cima". b) Contrapartida social: realizar um curso de "Produção de Livro" com carga horária total de 40 horas com emissão de certificado. O curso será realizado em 10 dias (2 semanas, de segunda a sexta) e tem como tema o conteúdo que será abordado no projeto em tela. c) Realizar lançamento do livro em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população.
A Amazônia ocupa, aproximadamente, 49,29% do território brasileiro. A história da região remonta a mais de 14 mil anos, quando levas de imigrantes asiáticos chegaram ao Amazonas e passaram a desenvolver a agricultura e viver numa mesma área de terra. Sociedades indígenas diversas (e complexas) surgiram na região. Povos mais desenvolvidos viveram na Amazônia cerca de dois mil anos antes da chegada dos europeus, manejando a floresta de forma adaptada, de onde extraíam recursos necessários para a sua sobrevivência e desenvolvimento.Quando os europeus atingiram o Rio Amazonas, no século XVI, encontraram uma floresta habitada por povos indígenas diversos, populações numerosas que foram reduzidas durante a conquista e a colonização portuguesa desse território, sobretudo por causa das doenças trazidas pelos europeus.Essas populações desenvolveram uma rica diversidade cultural, que incluía desde grupos nômades de caçadores-coletores até grandes aldeias de povos que praticavam agricultura, pesca de larga escala e caça intensiva. Também criavam animais e realizavam comércio e viagens de longa distância. Os indígenas da Amazônia pré-colombiana tinham no cultivo da mandioca a base de sua alimentação. Entre os povos que formavam grandes aldeias estavam os tuxauas, guerreiros do Rio Tapajós.Trezentos anos depois, no século XIX, a Amazônia estava composta principalmente por indivíduos miscigenados (índios, brancos e negros), que deixaram de concentrar seus esforços na coleta de produtos naturais e na agricultura para viver em função do grande ciclo econômico da borracha. Com a crise do ciclo da borracha, a Amazônia entrou num período de estagnação e, assim, na primeira metade do século XX, ficou distante e esquecida do restante do Brasil. Somente a partir de 1960, com os planos de integração nacional, a descoberta de minérios e grandes projetos de desenvolvimento, a região voltou a crescer e receber novos migrantes de todo o Brasil, principalmente do Sul do país. Durante todos os contextos históricos, os povos da Amazônia desenvolveram saberes e tradições que merecem estudos socioculturais, principalmente no tempo atual, quando o desafio dos povos que habitam a Amazônia, a maior floresta tropical do mundo, é integrar desenvolvimento econômico com proteção de seus recursos naturais e preservação de suas identidades. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. E nos seguintes incisos e alíneas do Art. 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
Características técnicasEdição bilíngue: português e inglêsTiragem: 3000 (três mil) exemplaresFormato fechado: 22,5 x 22,5 cmFormato aberto: 22,5 x 45 cmQuantidade de páginas: 192 páginas Formato do livroCapa: brochura c/orelha inteiriça, impressa 4x0 coresMiolo: papel couché 150 gramas, impresso a 4x4 cores
LIVRO Acessibilidade físicaO lançamento do livro será realizado em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Além disso, o livro também estará disponível nas livrarias. Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso:I - a bens culturais em formato acessível;II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; eIII - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos.§ 1º É vedada a recusa de oferta de obra intelectual em formato acessível à pessoa com deficiência, sob qualquer argumento, inclusive sob a alegação de proteção dos direitos de propriedade intelectual.§ 2º O poder público deve adotar soluções destinadas à eliminação, à redução ou à superação de barreiras para a promoção do acesso a todo patrimônio cultural, observadas as normas de acessibilidade, ambientais e de proteção do patrimônio histórico e artístico nacional. Acessibilidade para deficientes visuaisO livro será disponibilizado em audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022), onde o leitor portador de necessidades especiais poderá utilizar o conteúdo para seu conhecimento ou entretenimento. O audiolivro é referente ao item orçamentário "Transcrição”. Acessibilidade para deficientes auditivosNão se aplica, visto que o produto principal é um livro. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade físicaA contrapartida social será realizada em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Acessibilidade para deficientes visuaisOs portadores de deficiência visual terão a sua disposição a explicação do Arte Educador, de alguns profissionais que participaram do projeto e do Intérprete de Libras, possibilitando que participem do curso com carga horária total de 40 horas. Também estará disponível, gratuitamente, o audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022). Acessibilidade para deficientes auditivosOs portadores de deficiência auditiva terão auxílio do Intérprete de Libras a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso à cultura no país.
Referente à distribuição, adotaremos os expostos nas seguintes alíneas do Inciso I, Art. 23, Seção II, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber: a) no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para as camadas da população menos assistidas ou excluídas. b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021;Serão destinados até 10% (dez por cento) do total dos exemplares (até 300 exemplares) para os patrocinadores da obra. e) mínimo de dez por cento para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012, fazendo o uso desse mecanismo quando possível;Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares), no valor de R$ 49,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. g) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a cinquenta por cento do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado ao valor máximo de R$ 250,00 (duzentos reais).Serão destinados 40% (quarenta por cento) do total dos exemplares (1200 exemplares), no valor de R$ 89,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. Adotaremos também, o exposto no Inciso I, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para bibliotecas e escolas públicas. E também a alínea d do Inciso IV, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:d) oficinas de 40horas/aula com certificado de curso livre.Iremos realizar uma oficina de produção de livro para alunos da rede pública de ensino.
Cássio Vasconcellos (São Paulo, SP, 1965) iniciou sua trajetória na fotografia em 1981. Como fotojornalista, trabalhou no jornal Folha de S.Paulo, em 1988. Já participou de mais de 200 exposições em 20 países, entre elas Coletivos, no Today Art Museum (TAM), Pequim, China (2013); Itinerant Languages of Photography, Princeton University Art Museum, Princeton, New Jersey, Estados Unidos (2013); O Elogio da Vertigem: Coleção Itaú de Fotografia, Maison Européenne de La Photographie, Paris, França (2012); Nous les Arbres, Fondation Cartier pour l’art contemporain, Paris, França (2019) e Civilization, The Way We Live Now, National Gallery of Victoria, Melbourne, Australia (2019). Ganhou vários prêmios, como Conrado Wessel de Arte (2011) e Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA, 2002), pela melhor exposição do ano com a mostra Noturnos São Paulo. Suas imagens fazem parte de diversas coleções no Brasil e no exterior, como o Masp – Museu de Arte de São Paulo (São Paulo, Brasil), Bibliothèque Nationale (Paris, França) e Museum of Fine Arts (Houston, Estados Unidos). Publicou os livros Aeroporto (Ed. Madalena, 2015), Aéreas do Brasil (BEI, 2014), Panorâmicas (DBA, 2012), Aéreas (Terra Virgem Editora, 2010) e Noturnos São Paulo (2002). Cássio também integra o seleto grupo do livro The World Atlas of Street Photography, publicado pela Thames & Hudson, Inglaterra, e pela Yale USA em 2014, que traz a série Noturnos São Paulo. Cláudia Fonseca Jornalista com mestrado em Comunicação e desenvolveu atividades em rádio, jornais, revistas e assessoria de imprensa. Foi também professora da Faculdade de Comunicação de Santos. Formada em História, em 2001, atuou em projetos de memória institucional e corporativa como coordenadora, pesquisadora e curadora de exposições para organizações como Petrobras, Votorantim, Volkswagen, Fundação Bradesco, Pão de Açúcar, Unimed do Brasil, Dieese, Instituto Ethos, jornal Estado de S.Paulo, Alcoa e Leroy Merlin, entre outras. É autora dos livros Pátria Vermelha (2001); Educar para o Futuro - 50 anos da Fundação Bradesco (2003) e O futuro é nossa energia - 50 anos da Petrobras/RPBC (2003). Pedro Saad Com grande experiência na área cultural, Pedro Saad coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”. Em 2021 foi nomeado “Líder de ImPacto” do ODS 17 pela Rede Brasil do Pacto Global da ONU.Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor do curso de pós-graduação em Gestão Cultural da PUC-SP, professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory.Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”.Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, CEPAL, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, Museu do Ipiranga, USP, FGV, PUC-SP, entre outras. Luciano Figueiredo Professor titular de História da Universidade Federal Fluminense, formado em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, com mestrado e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo. Coordenou a área de pesquisa, divulgação e editoração do Arquivo Nacional e foi editor das revistas Acervo (Arquivo Nacional) e Tempo (Universidade Federal Fluminense). Fundou e dirigiu as revistas Nossa História e Revista de História da Biblioteca Nacional. Autor de trabalhos acadêmicos relacionados à História do Brasil colônia, especializou-se em temas ligados à família, à condição feminina e a revoltas. Nos últimos anos, vem participando de inúmeros projetos de popularização de História, atuando em consultoria de documentários e minisséries, curadoria de exposições, coordenação editorial e preparação de material didático. Organizou, em 2009, a série de livros História no bolso e, em 2013, publicou História do Brasil para ocupados, com a editora Casa da Palavra. É editor do site Impressões Rebeldes – Documentos e palavras que forjaram a história do protesto no Brasil: www.historia.uff.br/ impressoesrebeldes. Matthew Garry ShirtsJornalista e escritor. É autor do livro, Emergência Climática: O aquecimento global, o ativismo jovem a luta por um mundo melhor, publicado pelo selo ClaroEnigma em 2022, em parceria com Greenpeace Brasil. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação durante 14 anos, até 2013. Continuou como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, a maior plataforma de sustentabilidade em língua portuguesa (2007-2015) para a editora Abril, desenvolvendo cursos, eventos, branded content e livros e dirigindo o seu site. Escreveu crônicas para a Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o Estado de São Paulo, de 1994 a 2011. Cobriu, como colunista, duas Copas do Mundo e uma Olimpíada. Pautou, escreveu e apresentou na rádio Bandnewsfm a coluna diária, “São Paulo para paulistanos,” junto com o jornalista Eduardo Barão, de 2016 a 2019.Nascido e criado nos Estados Unidos, Shirts se mudou para São Paulo na década de 1980. Escreve em português e inglês com fluência. Fala português com um leve sotaque. Foi editor do caderno de Negócios da Folha de São Paulo no início da carreira e criou revistas de jogos eletrônicos para a Nova Cultural (Supergamepower, entre outras) na década de 1990. É autor de dois livros de crônicas, O jeitinho americano (Realejo, 2010), e A feijoada completa (Realejo, 2015), e editor (junto com João Kulcsar) da coletânea de ensaios sobre as culturas americana e brasileira, A herança compartilhada (Edições Sesc, 2013). Formou-se em Estudos Latinoamericanos pela Universidade de Califórnia em Berkeley. Estudou, ainda, letras e história como aluno de intercâmbio na Universidade de São Paulo e foi aluno de pós-graduação com especialização em história em Stanford. Hugo MossTem mais de 25 anos de experiência profissional como tradutor. Se especializou em roteiros para cinema e projetos culturais em geral. Ao longo dos anos tem prestado serviços para mais de mil projetos cinematográficos, incluindo traduções de roteiros e a legendagem de grandes filmes nacionais, desde Central do Brasil do Walter Salles (1998) até Meu amigo Hindu do Hector Babenco (2016 - rodado em inglês). Tem traduzido inúmeros projetos, artigos, dissertações e livros na área cultural e desde a fundação da Casa Stefan Zweig em 2006, é responsável pelos textos em inglês dos seus livros, catálogos, exposições, vídeos e site. Equipe TécnicaFotografias: Cássio VasconcellosCoordenação: Cláudia Fonseca e Pedro SaadPesquisa: Luciano Figueiredo e Matthew ShirtsTradução para o inglês: Hugo Moss Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional
PROJETO ARQUIVADO.