| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 09023931000180 | Votorantim Corretora de Seguros S.A | 1900-01-01 | R$ 293,8 mil |
| 75315333000109 | ATACADAO S.A. | 1900-01-01 | R$ 206,1 mil |
O Doc "No Corre" é uma obra audiovisual feita pela Ih Fiz Arte com o Instituto DiverCidades. Vamos apresentar as dificuldades do dia a dia dos brasileiros e os desafios ligados à educação financeira dos mais pobres. "Qual é o corre?" de quem vive com recursos escassos, com um mundo de demandas e sem nenhuma educação financeira? O projeto terá como produtos: 1) doc de média metragem de até 40 min. terá o formato Digital em HD (Resolução 1.280p. x 720p.) ou Full HD (FHD) (resolução 1080p: 1.920 x 1.080p.); 2) oficinas de formação a 30 jovens periféricos para a produção cultural e audiovisual, com a seleção de 10 alunos para o recebimento de uma bolsa incentivo para a conclusão prática dos cursos ministrados.
Documentário de média metragem O Doc “No Corre” é uma obra audiovisual com classificação etária livre para todas as idades, fruto do programa No Corre, idealizado numa parceria entre o Instituto DiverCidades e a Ih Fiz Arte. Vamos apresentar casos e dificuldades do dia a dia da população brasileira e os desafios ligados à educação financeira. "Qual é o corre?" para quem vive com recursos escassos, dando conta de uma miríade de demandas e nunca teve formação para a educação financeira? Quais histórias este drama carrega? O doc de média metragem será uma produção realizada por profissionais e jovens periféricos que serão formados pelo projeto e contratados para trabalhar no mesmo. Oficinas, Workshops e Formações O projeto realizará formações para, no mínimo, 10 jovens periféricos nas modalidades de projeto, produção cultural, de roteiro, pesquisa, educação financeira, cinema, produção audiovisual, captação de imagens com celular, montagem, finalização e edição. Estes jovens serão, posteriormente, contratados pelo projeto para trabalharem na produção do mesmo. As formações acontecerão nas etapas de pré-produção, produção e pós produção para que os jovens possam participar de todo o processo produtivo do projeto e para que todos os profissionais de audiovisual possam dar as oficinas no mesmo processo de produção dos produtos principais.
Objetivo geral: Realizar o projeto "Doc No Corre" com a produção filme de média metragem, formações e vídeos de redes sociais e distribuir de maneira gratuita para toda a população brasileira e gerar impacto social transformador por meio do estímulo e fortalecimento da relação da população de baixa renda e periférica com a produção cultural, apreciação artística, por meio de discussão de temas relevantes e práticos que impactam a sua vida cotidiana. Assim o projeto atende aos seguintes objetivos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; Objetivos específicos: PRODUTO DOC MÉDIA METRAGEM - Realizar uma pesquisa e mapeamento de casos de referência para serem retratados no projeto;PRODUTO DOC MÉDIA METRAGEM - Produzir e distribuir gratuitamente um vídeo documentário de média metragem com o tema e casos sobre educação financeira;PRODUTO FORMAÇÃO - Criar e implementar metodologia de formação para replicação do conteúdo e disseminação dos produtos culturais criados pelo projeto; PRODUTO FORMAÇÃO - Mapear e formar ao menos 30 lideranças comunitárias para pesquisa, produção cultural, educação financeira, roteiro, cinema, produção audiovisual e pós produção audiovisual em um ciclo formativo certificado de no mínimo 40 horas; PRODUTO FORMAÇÃO: Distribuir 30 bolsas aprendiz para todos os alunos do produto formaçãoPRODUTO FORMAÇÃO: Distribuir 10 bolsas incentivo por três meses para 10 alunos selecionados para a conclusão prática dos cursos onde estes irão produzir 10 vídeos de até dois minutos para redes sociais para apoio à disseminação do conteúdo do projeto com pílulas do conteúdo final;COMUNICAÇÃO E DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO - Incluir os conteúdos produzidos (doc. de média metragem, resultados de pesquisa, 10 vídeos de redes sociais e metodologia de formação desenvolvida pelo projeto) e histórias mapeadas pelo projeto no site institucional do projeto, como parte da estratégia de comunicação e distribuição do projeto;ACESSIBILIDADE E DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO - Priorizar a contratação de pessoas PCDs e periféricas para realizarem as formações e para trabalharem no projeto;ACESSIBILIDADE E DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO - Garantir medidas de acessibilidades para todos os públicos em todos os produtos do projeto;DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO - Distribuir todos os produtos de maneira totalmente gratuita e acessível, priorizando o acesso de pessoas de baixa renda, periféricas, PCD e pessoas negras para ampliar o consumo desses produtos culturais (média metragem e formações) entre este público;DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO - Apoiar o desenvolvimento pessoal e comunitário de pessoas pobres, PCDs, negras etc, por meio do fortalecimento do acesso a bens culturais e ao conhecimento sobre finanças realizando ao menos duas apresentações do doc em espaços periféricos, públicos e com acesso gratuito para estes públicos Aprofundamento dos objetivos: O programa "No Corre" visa, por meio da arte, da cultura e da educação, propor uma reflexão sobre as diversas questões que envolvem os desafios ligados à luta cotidiana por sobrevivência das populações periféricas e grupos minorizados na sociedade! "Qual é o corre?" para quem vive com recursos escassos, dando conta de uma miríade de demandas e nunca teve formação específica para lidar com tamanhos desafios? Neste projeto vamos falar especificamente sobre educação financeira. Vamos contar, por meio das histórias das personagens, como alguns passos e conhecimentos específicos podem, por exemplo, levar uma família a um controle bem organizado das finanças, e demonstrar até mesmo exemplos de dificuldades extremas que foram superadas. Assim, vamos refletir, aprender e repensar as diversas dificuldades que uma pessoa pobre enfrenta para estruturar sua vida financeira de forma saudável e construtiva. Com isso o projeto vai formar, informar e fomentar uma nova cultura de educação financeira para a população brasileira, em especial às pessoas pertencentes a grupos minorizados na sociedade, como pessoas de baixa renda, periféricas, PCDs, pessoas negras, dentre outras. Com uma abordagem multimídia, vamos produzir o documentário de média metragem, os vídeos de redes sociais de apoio ao projeto, mas também vamos alimentar um site com informações específicas sobre o tema proposto. Além de desenvolver uma metodologia de formação para disseminação do conteúdo. Iremos desenvolver investigação, pesquisa, produção e distribuição do documentário de média metragem sobre as histórias das finanças pessoais das personagens, adequadas à realidade de pessoas que vivem com poucos recursos. O projeto irá abordar temas como organização financeira, poupança e planejamento pessoal, casos emblemáticos e as consequências práticas que a falta de conhecimento sobre conceitos básicos de finanças pode trazer para pequenos negócios, produtores e pessoas diversas, procurando oferecer esclarecimentos e ferramentas práticas para apoiar as pessoas a operarem o sistema financeiro de forma mais eficiente. A metodologia de desenvolvimento do projeto inclui um mapeamento de pessoas e pequenos empreendedores periféricos e de baixa renda, que conseguiram vencer algumas das barreiras e dificuldades da organização financeira, ressaltando os aprendizados mais importantes de seus processos individuais e profissionais no que diz respeito às finanças, sem deixar de lado os casos de insucesso que também serão abordados na obra. A partir de entrevistas semi-estruturadas com essas pessoas, pretendemos identificar: 1) quais as principais dificuldades que encontraram para sua organização e como conseguiram superá-las; 2) quais conhecimentos e ferramentas teriam sido úteis nesse processo caso tivessem tido uma oportunidade de formação prévia sobre educação financeira; 3) quais recomendações dão a outras pessoas que também estão tentando se organizar financeiramente e empreender. O projeto será construído em torno dessa pesquisa inicial, que trará à tona uma forma empírica e prática de abordar o tema, procurando superar algumas das barreiras que as pessoas possuem com o tema a partir da identificação de outras pessoas que passam por problemas e viveram processos semelhantes ou reconhecíveis para o nosso público. Os produtos do projeto serão distribuídos de maneira digital e gratuita em plataformas livres. Para fortalecer e apoiar a disseminação do conteúdo e o acesso aos bens culturais e à produção cultural, especialmente para grupos minorizados e de baixa renda, vamos promover formação para lideranças comunitárias periféricas e pequenos empreendedores de baixa renda. Assim, além de incentivar que o conteúdo seja disseminado para novos públicos e comunidades, também engajaremos diretamente pequenos empreendedores para que apliquem os conceitos e aprendizados desenvolvidos e compilados pelo projeto para os seus próprios negócios, ampliando suas chances de sucesso e saúde financeira. Além disso, os jovens que participarão das formações, aprenderão sobre produção cultural, cinema, roteiro e educação financeira, que serão as oficinas que daremos no projeto.
A produção audiovisual é um dos meios mais potentes de disseminação da fruição de bens culturais. Mesmo com as profundas transformações na relação do público com os produtos audiovisuais durante e após a pandemia (com a diminuição de espectadores em salas de cinema e o aumento significativo da presença das plataformas digitais e de streaming), a relação do brasileiro com produtos audiovisuais continua sendo de proximidade e paixão. Atualmente, 9 em cada 10 brasileiros com acesso à internet fazem uso de plataformas de streaming e, no início da pandemia, o consumo médio de conteúdo por usuário cresceu 50% (https://gente.globo.com/a-relacao-do-brasileiro-com-o-cinema-entre-a-bilheteria-e-o-sofa-da-sala/) . Isso evidencia que o interesse e a fruição cultural de filmes, documentários, curtas, médias e longas metragens, além de séries, segue como uma das principais indústrias culturais em termos de mobilização de público no país. A sociedade constrói um discurso sobre si por meio de imagens (Caiuby Novaes 2004:12) e qualquer produto audiovisual traz um olhar e uma especificidade de quem promove a investigação/produção. Por isso, esse projeto tem como conceito transversal a construção de olhares e produtos audiovisuais concebidos, produzidos e distribuídos por e para pessoas periféricas e de baixa renda, com foco na forma como criam e organizam suas vidas financeiras e seus processos de "corre" profissional e empreendedorismo para sobreviver e prosperar nas quebradas, favelas e periferias do Brasil. A escolha pela criação de formatos audiovisuais - priorizando produtos acessíveis e de mais fácil produção, como um média metragem e vídeos para plataformas de redes sociais - é outro aspecto deste projeto que se justifica diretamente pelo apelo e força da linguagem visual na sociedade em que vivemos. "Sabemos que a linguagem imagética tem mais expressividade e força metafórica, condensa e torna a percepção dos fenômenos sociais mais sensível (...). " (Peixoto, Clarice E. https://journals.openedition.org/cadernosaa/2137 ) Por que populações periféricas? Por que a Lei de Incentivo à cultura? A centralização do acesso à produção de bens culturais, da fruição aos produtos artísticos e à economia criativa é notável em todas as esferas produtivas. Apesar dos esforços contínuos dos últimos anos, onde foram priorizadas produções periféricas e de pequenos produtores na Lei Federal de incentivo à cultura, ainda há um déficit para a inclusão de pessoas pobres, periféricas no centro da produção cultural, especialmente audiovisual, e este projeto promove esta inclusão. Além de fomentar este acesso, que é um dos objetivos centrais da Legislação, o tema do projeto também contribui para a solidificação de conhecimentos indispensáveis para qualquer empreendedor cultural periférico, inclusive os que serão formados pelo projeto. Neste projeto, um dos principais objetivos é justamente ampliar o público que terá acesso aos produtos finais e diversificá-lo, garantindo um impacto mais amplo. Ao envolver pessoas oriundas do público final destinatário na produção e gerar conteúdos de rápida disseminação por meio das redes sociais, estamos investindo em produções descentralizadas e a partir de pessoas que compõem setores ainda minorizados dentro da sociedade (pessoas periféricas ou negras, pessoas com deficiência etc). Promovendo a formação de jovens periféricos em oficinas de roteiro, cinema, edição etc, damos um passo importante na sua inclusão como potenciais profissionais do campo audiovisual nacional. Esses jovens formados, irão também construir suas próprias narrativas sobre o tema, com a produção de 10 vídeos curtos em formato para redes sociais que dialoguem com o produto principal, contribuindo para a disseminação da temática e, não menos importante, do próprio produto média metragem - cuja mais ampla disseminação é um dos grandes objetivos deste projeto. Ou seja, além de valorizar olhares diversos e múltiplos sobre uma questão social relevante - papel importante do audiovisual - também formaremos novos profissionais com a perspectiva de contribuir com o aumento da diversidade na cadeia da economia criativa. Esse subproduto dialoga também com a importância crescente e inevitável das redes sociais como principal fonte de consumo de informações, notícias e, também, produtos audiovisuais. Com isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E nos seguintes objetivos do Art. 3° da da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Produções audiovisuais são, também, documentos que investigam, apresentam e expressam "modelos culturais de comportamento humano", que são sempre únicos e esclarecem possibilidades de desenvolvimento e organização social, promovendo o olhar sobre as transformações sociais, culturais, e inclusive ecológicas e econômicas de determinada sociedade (https://www.scielo.br/j/ra/a/MtQwkdZbLPyfSX6dCzMd3wj/?format=pdf&lang=pt ) O tema deste projeto é, seguindo esta lógica, uma documentação sobre educação financeira, sob o olhar e o ponto de vista da população pobre e periférica, com o intuito de investigar, expressar e registrar as diversas soluções criativas, inovadoras, únicas e potencialmente transformadoras encontradas por esse grupo específico para lidar com problemas e limitações financeiras, que podem ser ilustrativas e úteis para outras pessoas vivendo em condições semelhantes. Optamos por abordar um tema prático, construindo histórias, narrativas e personagens reais que discutam de forma acessível, lúdica e informativa suas trajetórias para desenvolverem aprendizados essenciais de educação financeira. Segundo pesquisa da FEBRABAN, 79% da população brasileira vive sem nenhum tipo de educação ou formação financeira. Não à toa, 78% da população está endividada! Dos 21% que tiveram alguma orientação sobre educação financeira, 42% o tiveram de maneira informal ouvindo orientação dos pais e 37% sequer falam de organização financeira com seus próprios parceiros. Além do endividamento, outros fatores sociais, raciais e de gênero agravam a desigualdade de alguns grupos e impactam a sua saúde financeira. Assim, vamos unir histórias reais de pessoas que, mesmo com as dificuldades econômicas, criaram alternativas criativas para lidar com a administração financeira recomendações de especialistas em economia de pessoas periféricas, promovendo esse tema de importante interesse social e viés prático, por meio de linguagens acessíveis para públicos periféricos.
Em resposta à diligência: Os deslocamentos acontecerão para a realização de entrevistas e produção nos municípios de Recife e Manaus. Serão quatro trechos e cada um para duas pessoas: São paulo > Recife (Ida) Recife > São Paulo (Volta) São Paulo > Manaus (Ida) Manaus > São Paulo (Volta) Em cada trecho viajarão duas pessoas da produção do Projeto e estes ficarão cinco dias trabalhando em cada município para a realização da captação de imagens, vídeos, áudios nas entrevistas e extrenas do projeto nas cidades de Recife e Manaus: Fábio Monteiro (Akins Kintê) Diretor Cinematográfico e o responsável pela produção que será contratado pelo projeto e ainda não está na ficha técnica. (Assistente de produção ou Coordenador de produção)Os deslocamentos e hospedagens são necessários pois a direção e produção do projeto se encontram em São Paulo e, com isso, para garantir a qualidade técnica e artística da obra, assim como a convergência dos processos de produção em todos os locais que o projeto acontecerá.
1. Doc. de média metragem - Classificação etária: Livre para todas as idadesDigital em HD 1.280 pixels de largura x 720 ou Full HD (FHD): resolução de imagem de 1080p (1.920 x 1.080) Até 40 min. 2. Oficinas Workshops Serão realizados durante o projeto e serão ministrados pelos profissionais contratados pelo projeto. As oficinas resultarão nas contratações de jovens para a produção dos vídeos do produto secundário deste projeto As oficinas terão uma carga total de no mínimo 40h e todos os participantes terão certificados de participação
Em acordo com a diligência, todos os produtos do projeto terão medidas de acessibilidade para todos os públicos, em cumprimento ao Art. 18. da Instrução Normativa nº 02/2019: Art. 18 - As propostas culturais apresentadas ao mecanismo de incentivo a projetos culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. § 1º Havendo custos com as ações de acessibilidade, estes devem estar previstos no orçamento analítico do projeto. § 2º O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto deverá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade, quando adotadas para o produto. Documentário de média metragem - Terá edição com intérprete de libras (prevista na linha 50 da planilha orçamentária), legenda descritiva para pessoas surdas inseridas no documentário (item 51 da planilha orçamentária) e áudio descrição para pessoas cegas e com baixa visão (item 53 da planilha orçamentária). Além disso, as palestras-oficinas do desenvolvimento do projeto serão realizados em espaços culturais acessíveis a idosos e PCDs. Também reservaremos recursos para intérpretes de libras, tradutores e tutores para pessoas cegas e com baixa visão (item 10 da planilha orçamentária), caso haja demanda em cada evento formativo e de lançamento.
A distribuição e a divulgação do projeto serão feitas de forma a diversificar o acesso em termos geográficos, sociais e econômicos. Vamos valorizar a cultura de grupos minorizados na formação e realizaremos ampla disseminação dos conteúdos para todos os públicos de maneira 100% gratuita! Vamos distribuir esse conteúdo e conhecimento por todo o país (de maneira online e offline). Além disso, teremos a parceria dos grupos de pessoas formadas pelo projeto que poderão ser contratadas para trabalharem no projeto como responsáveis por diversas funções no processo de produção e distribuição das formações e produtos deste projeto. Nosso plano de distribuição prevê que o produto principal média metragem será distribuído gratuitamente, de forma digital, em plataformas livres. Contaremos com ações de comunicação específicas para grupos de pessoas com pouco acesso aos bens culturais e renda, mas todos os produtos serão abertos a todas as populações. Os vídeos produzidos pelos alunos da formação do projeto também serão disponibilizados no site do projeto e nas redes sociais e estarão disponíveis para todos. As formações do projeto também serão gratuitas e destinadas prioritariamente a públicos com pouco acesso aos bens culturais e baixa renda. Vamos atender as seguintes medidas de ampliação de acesso presentes no art. 24 da IN 01/2022: "I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados;" ao ceder uma cópia do filme para a Cinemateca Brasileira.; "III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas" ao permitir a captação e veiculação das atividades do projeto; "IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: d) oficinas de 40horas/aula com certificado de curso livre;" com o produto formação e "VII - comercializar além do previsto na alínea "e", inciso I do artigo 22 desta Instrução Normativa, no mínimo dez por cento em valores que não ultrapassem o preço do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; fazendo o uso deste mecanismo;" com um acesso totalmente gratuito para todos os públicos.
A instituição proponente será responsável pela gestão financeira e técnica dos recursos do projeto que não serão delegadas a terceiros. As atividades ligadas às contratações de RH, fornecedores, serviços, gestão de recursos e gestão das ações do projeto ficarão integralmente sob responsabilidade da instituição proponente e, consequentemente, também os cargos de gestão geral dos produtos. Além disso, as formações e gestão pedagógica do projeto serão realizadas pela instituição proponente e/ou por meio de seus colaboradores. Principais participantes Fábio Monteiro (Akins Kintê) - Diretor (responsável pela direção artística do produto vídeo documentário) Akins Kintê poetinha sem tempo, remetido ao passado, presente e futuro, “nascido no berço do skindô e criado nos terreiros do ziriguiduns” tem como escola os campos de várzea, e o corpo batuca sob a luz da lua, delicia os lábios na menina que traz na pele a mesma cor da noite. Bebe de se embriagar na fonte do samba e da oralidade dos negos velhos, bom com a memória é um elo na manutenção na casa da ancestralidade onde arrisca poetizar através da lente câmera. Teu escritório é nas esquinas da vida de onde silencia tuas mãos e o coração dedilha sempre um verso seja lá qual for adversidade da vida. Obra individual Livro: Punga (coautoria Elizandra Souza) Edições Toró, 2007. Livro: InCorPoros- Nuances de Libido (coautoria Nina Silva) Editora Ciclo Continuo 2011. Livro: Em parceria com escritor Cuti organizou a antologia Pretumel de Chama e GozoAntologia da poesia erótica negro-brasileira, Editora Ciclo Continuo 2015. Livro: Muzimba Na Humildade Sem Maldade 1ª e 2ª Edição 2016, 3ª Edição 2020 (Edição do Autor). Livro: InCorPoros- Nuances de Libido (coautoria Nina Silva) segunda edição 2018. Livro: Organizou a Antologia Nos Kintais do Mundo- Sarau no Kintal 2018. Cartões Postal: 4°Escuro- cartões eróticos, 2013. Cartões Postal: Duro não é o cabelo. 2014. Participou das antologias GRAP antologia poética de jovens talentos 2007. Antologia Elo da Corrente-Prosa e Poesia Periférica (Edições Elo da Corrente) 2008. Antologia Cadernos Negros vol. 33 (Quilombhoje) 2012. Antologia Cadernos Negros vol. 35 (Quilombhoje) 2014. Antologia Cadernos Negros vol. 40 (Quilombhoje) 2017. Antologia Cadernos Negros vol. 41 (Quilombhoje) 2018. Antologia Cadernos Negros vol. 42 (Quilombhoje) 2019. Antologia Cadernos Negros vol. 43 (Quilombhoje) 2021. Dirigiu os filmes Vaguei os Livros me sujei com a m... Toda, 2007. Várzea a Bola Rolada na Beira do Coração, 2010. Zeca o Poeta da Casa Verde 2012. Ivan Gomes Barbosa- Coordenação técnica e Geral (responsável da instituição proponente pela gestão geral do projeto) Homem negro, pai, formado nas quebradas da zona norte de sp, boleiro, sambista, cozinheiro, malokeiro e também profissional de Relações Públicas, pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. Atuou em instituições como Sabesp, Vale, AES Brasil (atual Enel), Grupo Bonsucesso, em gestões do Governo do Estado de SP e da Prefeitura do Município de SP. Como consultor, já criou projetos como o Espaço Arvorar da Duratex, Instituto AES Brasil, captou diversos projetos, entre outras coisas… Rachel de Miranda Taveira - Pesquisadora (responsável pedagógica do projeto e do produto formação) Mulher, mãe, filha, atriz e formada em Direito. Dedica sua vida às questões sociais, culturais, ambientais e humanas. Sempre atuou direta ou indiretamente com as temáticas de gênero, raça, classe, idade, deficiência, privação de liberdade, dentre outras vulnerabilidades. Atualmente advoga, presta assessoria e consultoria para associações de classe, culturais, de moradia e na defesa de outros direitos fundamentais. É mestre em Direito pela PUC-SP, com pesquisa sobre a relação do direito com outras áreas do conhecimento. Luísa Luz de Souza - Historiadora e responsável financeira (responsável pela pesquisa e pela gestão financeira do projeto) Mulher, advogada e historiadora, defensora de direitos humanos, sempre trabalhou no terceiro setor e se especializou na gestão de projetos sociais. Já atuou na promoção de direitos de pessoas presas e egressas do sistema penitenciário, mulheres, população em situação de rua e pessoas migrantes. Trabalhou com projetos de desenvolvimento e erradicação da pobreza e atualmente se dedica à promoção do acesso à justiça e direitos coletivos. Fundou com mais duas parceiras o Transmissão Direitos Humanos, um podcast que pensa e reflete sobre a prática em direitos humanos.
PERÍODO DE EXECUÇÃO DO PROJETO ATUALIZADO.