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Promover a realização da temporada de concertos da Orquestra Filarmônica de Rio Claro, objetivando manter as atividades da orquestra, bem como viabilizar a referida temporada, da qual participarão solistas e regentes convidados de renome.
Repertório a ser definido. Classificação: livre.
Objetivo geral Realizar a temporada da Orquestra Filarmônica de Rio Claro para o ano de 2024 e contribuir para a democratização do acesso à cultura, à arte, à música erudita e popular brasileira através de apresentações gratuitas. Além disso, objetiva colaborar com o desenvolvimento e com as práticas de músicos locais e ajudar na difusão da música erudita instrumental, bem como as obras de grandes compositores. O projeto também pretende contribuir com a formação de público para a música de orquestra e promover a união entre o popular e o erudito. Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Objetivos Específicos - Realizar um total de 12 apresentações de música erudita da OFRC, sendo 8 (oito) concertos na cidade de Rio Claro e 4 (quatro) em outras cidades e um dos concertos na cidade sede contará com convidados especiais; - Contemplar com os concertos um total de 3.600 pessoas, além da possibilidade de transmissão ao vivo via redes sociais de cada espetáculo.
A Orquestra Filarmônica de Rio Claro surgiu em 1995, como forma de colocação em prática de um projeto de orquestra que viesse a valorizar o estudante de música e a troca de experiências com o maior número possível de professores e maestros do cenário nacional e internacional. Com boa parte de seus integrantes sendo natural de Rio Claro, conta hoje com colaboradores de outras cidades interioranas próximas, o que lhe dá conotação de uma orquestra regional. Vem conquistando espaço, respeito e admiração por parte do grande público e, paulatinamente, vem recebendo ajuda financeira daqueles que acreditam no investimento em projetos culturais como forma de resgate e preservação da cultura brasileira. Logicamente que isso decorre do trabalho sério desenvolvido pela Filarmônica dentro de seu meio de atuação, especialmente as dezenas de concertos realizados anualmente, sob várias formações, além da gravação de dois CDs, um contendo músicas populares brasileiras arranjadas para Orquestra e outro com músicas do compositor rio-clarense Odival Luciano Barbosa Filho, tudo isso sendo reforçado pela insistente busca de popularização de seu trabalho diante de toda a comunidade local. Mais do que os concertos oficiais em Teatros e Igrejas, nos quais a Filarmônica exibe-se formalmente composta de dezenas de integrantes, são quase que semanais as aparições de grupos menores da Orquestra em eventos sociais, culturais, científicos e beneficentes, o que acaba por engrandecê-los sobremaneira. Soma-se a isso os festivais de música de câmara e os diversos recitais promovidos pela Filarmônica, o que deixa transparecer a finalidade maior da entidade, qual seja, a de promover a música, seja popular ou erudita, entre as diversas camadas da sociedade. A Orquestra Filarmônica de Rio Claro tem um grande valor cultural e patrimonial para a cidade de Rio Claro e região. Suas atividades visam, sobretudo, divulgar a música erudita e a cultura musical para todas as camadas da população, valorizar o estudante de música e a troca de experiências com o maior número possível de professores e maestros do cenário nacional. A orquestra se esmera na colaboração com profissionais de outras cidades para colaborar com o desenvolvimento regional da música erudita, ampliando seu público e valorizando os seus profissionais. A relevância de sua atuação no interior paulista é inquestionável. Outro destaque para a Filarmônica é que não há regentes ou maestros fixos, havendo sistema de rodízio de profissionais da área. Sendo assim, a Orquestra também proporciona inúmeras oportunidades a instrumentistas que procuram orquestras para apresentarem-se como solistas. Na Filarmônica encontram a chance de exporem seus trabalhos ao grande público e tornarem-se conhecidos dos regentes convidados a cada temporada. Entidade de utilidade pública municipal, a Filarmônica é mantida por aportes no ambiente da Lei Municipal de Incentivo à Cultura local e contribuições, além de patrocinadores esporádicos. É também de grande relevância o trabalho educacional promovido pela Filarmônica, por meio de seus músicos que ministram aulas e workshops em espaços culturais de Rio Claro. O presente projeto se justifica, principalmente, porque promove a união entre o popular e o erudito, divulgando e difundindo a música erudita e instrumental para todas as camadas sociais, além de contribuir para a formação de público, divulgar a obra de grandes compositores e colaborar com o desenvolvimento e as práticas de músicos locais. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. A aprovação e viabilização do projeto "Orquestra Filarmônica de Rio Claro 2024" junto ao Ministério do Turismo via Lei de Incentivo, é hoje a principal e uma das poucas formas de realização de projetos culturais no Brasil e manutenção de Orquestras e grupos artísticos através de parcerias com a iniciativa privada. Por meio da Lei Rouanet e suas regulamentações é possível, com essas parcerias, realizar projetos que não visem apenas a finalidade de marketing empresarial, mas também realizar eventos de relevância artística e cultural, acessíveis à população, como o proposto. Além disso, um projeto de Orquestra Municipal, que vem se apresentando anualmente já possui parcerias firmadas e público cativo que dão consistência e credibilidade ao trabalho desenvolvido, valorizando o próprio mecanismo.
Continuação da Ficha Técnica: Maestros convidados (remunerados conforme planilha orçamentária): Carlos Lima:Carlos Lima atua como compositor, arranjador, violonista, regente de orquestra e de corais. Também tem experiência didática como professor, orientador e diretor. É graduado (1991) e mestrado (1999) em música pela UNICAMP, onde também atuou como professor colaborador da disciplina de orquestração. (2002 a 2004). Foi maestro titular da Orquestra Sinfônica Municipal de Americana (1998 a 2005) e convidado das orquestras Filarmônica de Rio Claro e Sinfônica Villa-Lobos de Moji Guaçu. Dono de uma versatilidade incomum, Carlos Lima transita com facilidade pelas mais diversas estéticas: clássico, popular, ópera e musicais. Já atuou em importantes salas de concerto como Sala São Paulo, Teatro Sérgio Cardoso, SESC Pinheiros e Teatro São Pedro. Regeu inúmeros concertos com solistas brasileiros e internacionais tais como os cantores líricos Niza Tank, Kalinka Damiani, Cyrene Paparoti (França), Richard Bauer, Rodolfo Giugliani, Solange Siqueroli, Silviane Belato; a pianista Eudóxia de Barros e as violinistas Lorenza Borrani (Itália) e Laura Gorna (Itália). Seu repertório clássico inclui várias sinfonias e concertos, óperas (Carmen e La Traviata) e ballet (O Quebra Nozes de Tchaikovsky). Como maestro-arranjador já atuou com grandes nomes tais como Cidade Negra, Boca Livre, João Bosco, Danilo Caymmi, Nana Caymmi, Guinga, Moraes Moreira, Chico César, Mônica Salmaso, Na Ozetti, Toninho Horta, Alceu Valença, MPB4, entre outros. Regeu e fez arranjos de orquestra para os CD’s “Sá & Guarabyra ao vivo” (Indie Records, 1999) e “Caipira Clássico” (Independente, 1999) com participação dos violonistas Paulinho Nogueira e Laércio Ilhabela. Como violonista já dividiu o palco com renomes como Ulisses Rocha, Renato Teixeira, Pena Branca, o violeiro Mazinho Quevedo e Lô Borges. Desde 2006, junto à Banda Musical Lyra Mojimiriana, uma instituição cultural sem fins lucrativos da qual é fundador (1988) vem trabalhando com corais, grupo de seresnta e na criação da Orquestra Sinfônica Jovem, bem como na coordenação de programas educacionais em música para crianças. Em novembro de 2009 participará do lançamento do DVD do Laércio Ilhabela, onde atuou como arranjador e violonista. É natural de Adamantina/SP (1963). Andreas Knut:Desde 1998 Knut Andreas é diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica Collegium musicum Potsdam (OSCMP) e desde 2014 regente titular da Orquestra Sinfônica Jovem de Berlim. Estudou educação musical, musicologia, regência e fagote nas Universidade de Potsdam, Leipzig e Munique. Seus mentores em regência incluem Ronald Reuter, Dorian Wilson e Werner Andreas Albert. Na Universidade de Munique regeu o coro e a orquestra do Instituto de Musicologia desta universidade, onde trabalhou com Steve Reich e Paul Hillier. Em 2008 obteve o título de doutor pela Universidade de Munique, onde realizou uma pesquisa sobre o compositor alemão Paul Graener. Com a OSCMP, criou programas de educação musical para crianças e jovens. Também elaborou um projeto de concertos voltados para pessoas idosas que vivem em asilos, com o objetivo de conectar o público de qualquer idade com a música erudita. Há seis anos desenvolve o projeto de intercâmbio cultural “Brandenburgo-Brasil”. Como regente convidado Knut Andreas tem atuado em diversas orquestras na Alemanha, nos Países Baixos, com a Orquestra Sinfônica da Rádio e TV da Eslovênia, e no Brasil. Em 2012 e 2013 foi convidado pelo festival de música antiga “Musikfestspiele Potsdam Sanssouci” e pelo festival de ópera de Potsdam para reger “O Messias” e “Jephta” do Händel. Em 2015 regeu a Kammerakademie Potsdam no “Wiener Festwochen” (Festival de Viena, Áustria). No Brasil trabalhou com a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, a Orquestra Sinfônica da UNICAMP, a Orquestra Sinfônica de Americana, a Orquestra de Câmara OPUS Belo Horizonte, a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, a Orquestra Sinfônica de Piracicaba e em projetos socioculturais e educacionais como o projeto “Criar & Tocar” no bairro de Campo Limpo em São Paulo. Em 2018 lançou um disco com obras contemporâneas para trompete e orquestra de compositores brasileiros e brandenburguenses. O disco foi gravado em Campinas com a Orquestra da UNICAMP e com o solista Paulo Ronqui (trompete). Selecionado como “CD da semana” a rádio Cultura FM São Paulo apresentou-o em novembro de 2018. Em turnês internacionais Knut Andreas regeu a Orquestra Sinfônica Jovem de Berlim na Albânia, na França, no Brasil, em Taiwan e na Itália onde foi premiado melhor regente de orquestra e, com a Orquestra de Câmara da Sinfônica Jovem, melhor orquestra no festival internacional “Michelangelo” na cidade de Firenze em 2017. Recentemente realizou um turnê à Suiça com a Orquestra Sinfônica de Potsdam. Na “Volksbühne Berlin” regeu a ópera “3 Bilhões Irmãs”, peça que foi premiado melhor ópera da última temporada 2018/19 em Berlim. Em 2012 Knut Andreas foi premiado pela Academia de Letras e Artes de Paranapuã, Rio de Janeiro, com a medalha “Austregésilo de Athayde” por seu trabalho intercultural entre Brasil e Alemanha. No mesmo ano recebeu da cidade de Potsdam um premiou por seu desempenho junto à OSCMP, devido às atividades culturais realizadas em prol da população daquela cidade. Desde junho de 2017 também atua como professor honorário de história da música e gestão musical na Universidade de Ciências Aplicadas de Potsdam, Alemanha. A temporada da orquestra receberá dois concertos especiais, com a participação de artistas convidados a serem definidos, como o Ivan Lins e a Zizi Possi em cada um deles, em concertos que contarão com arranjos especialmente elaborados para a Orquestra Filarmônica de Rio Claro. Ambos receberão conforme planilha orçamentária, item "solista".
Cada concerto terá duração total de, em média, 60 minutos e todos possuem classificação indicativa livre.
Produto principal – Apresentações musicais: Acessibilidade física: as apresentações serão realizadas em locais mantidos e fiscalizados por órgãos públicos que seguem todas as medidas de acessibilidade física previstas na lei federal. Os locais são adaptados com rampas de acesso, corrimões e espaços destinados a cadeirantes, contemplando deficientes físicos e pessoas com mobilidade reduzida, além de idosos e deficientes visuais. Os concertos serão realizados em teatros projetados e adaptados e também ao ar livre, garantindo o acesso a todos. Item orçamentário: não se aplica. Pessoas com deficiência visual: o roteiro e sinopses, além de detalhes como nome das músicas, compositores, instrumentos utilizados e nome dos executores será anunciado oralmente durante as apresentações. Além disso, de início, será descrito oralmente o ambiente de circulação dos eventos, com detalhes sobre corredores, assentos, palco e saídas de emergência. Item orçamentário: não se aplica. Pessoas com deficiência auditiva: a primeira fileira de acentos será disponibilizada para que esse público possa sentir a vibração do som e acompanhar, dessa forma, os concertos da melhor maneira possível. Item orçamentário: não se aplica.
Todos os concertos ocorrerão em espaços como igrejas, teatros, auditórios e centros culturais, abertos ao público em geral. O projeto garante a democratização, uma vez que seu público é diversificado, composto por pessoas de todas as faixas etárias e de todas as classes sociais. Além disso, a entrada de todos os concertos será gratuita. As apresentações serão divulgadas na mídia das respectivas localidades e também por material gráfico (flyers, cartazes etc), além das redes sociais. Assim sendo, o plano de distribuição da proposta está de acordo com o art. 23 da Instrução Normativa 01/2022, visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos. Ainda, adotaremos como medida de ampliação de acesso, o exposto no inciso III do artigo 24 da IN nº 01/2022, a saber: III – permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por TV pública e outras mídias gratuitas.
Orquestra Filarmônica de Rio Claro - Proponente do projeto, responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto e principal executor das apresentações musicais. Orquestra não receberá nada pelo projeto, somente os músicos que serão remunerados conforme planilha orçamentária. A Orquestra Filarmônica de Rio Claro surgiu, em 1995, para pôr em prática de um projeto de orquestra que viesse a valorizar o estudante de música e a troca de experiências com o maior número possível de professores e maestros do cenário nacional e internacional. Com boa parte de seus integrantes sendo natural de Rio Claro, conta hoje com colaboradores de outras cidades interioranas próximas, o que lhe dá conotação de uma orquestra regional. Vem conquistando espaço, respeito e admiração por parte do grande público e, paulatinamente, vem recebendo ajuda financeira daqueles que acreditam no investimento em projetos culturais como forma de resgate e preservação da cultura brasileira. Logicamente que isso decorre do trabalho sério desenvolvido pela Filarmônica dentro de seu meio de atuação, especialmente as dezenas de concertos realizados anualmente, sob várias formações, além da gravação de dois CDs contendo músicas populares brasileiras arranjadas para Orquestra e músicas originais do compositor rio-clarense Odival Luciano Barbosa Filho, tudo isso sendo reforçado pela insistente busca de popularização de seu trabalho diante de toda a comunidade local. Mais do que os concertos oficiais em Teatros e Igrejas, nos quais a Filarmônica exibe-se formalmente composta de dezenas de integrantes, são quase que quinzenais as aparições de grupos menores da Orquestra em eventos sociais, culturais, científicos e beneficentes, o que acaba por engrandecê-los sobremaneira. Some-se a isso os festivais de música de câmara e os diversos recitais promovidos pela Filarmônica, o que deixa transparecer a finalidade maior da entidade, qual seja, a de promover a música, seja popular ou erudita, entre as diversas camadas da sociedade. De grande relevância é o trabalho educacional promovido pela Filarmônica, por meio de seus músicos que ministram aulas e workshops. Não há regentes ou maestros fixos, havendo sistema de rodízio de profissionais da área. Outro destaque para a Filarmônica são as inúmeras oportunidades proporcionadas a instrumentistas que procuram orquestras para apresentarem-se como solistas. Na Filarmônica encontram a chance de exporem seus trabalhos ao grande público e tornarem-se conhecidos dos regentes convidados a cada temporada. Entidade de utilidade pública municipal, a Filarmônica é mantida por subvenção pública da Prefeitura Municipal de Rio Claro e contribuições mensais de associados, além de patrocinadores esporádicos. MAESTROS CONVIDADOS: (remunerados conforme planilha orçamentária) Parcival Módolo: Completou seus estudos de regência na Westfälische Landeskirchenmusikschule, Alemanha, onde obteve grau de mestrado com especialização em música dos séculos XVII e XVIII. Enquanto lá esteve, regeu várias orquestras como maestro convidado e tornou-se titular da Orquestra de Sunden, Westfalia. Foi discípulo de Nikolaus Harnoncourt, Zubin Metha, M. Stefani e Sergiu Celibidache. Em 1989, a convite da University of San Diego, Califórnia, foi aos Estados Unidos lecionar naquela universidade e recebeu bolsa de estudos para o doutorado na University of Southern California, em Los Angeles. Como professor tem sido convidado para aulas especiais, bancas de pós-graduação e palestras em diferentes universidades brasileiras e do exterior. É Coordenador Geral da Divisão de Arte e Cultura do Instituto Mackenzie, em São Paulo, e membro da ACDA (American Choral Directors Association). Dirige regularmente diferentes orquestras brasileiras e, no exterior, é Gastdirektor da Orquestra do Teatro da Ópera de Bielefeld, Alemanha, e Maestro visitante da Orquestra Sinfônica de San Diego, USA. Em 2003 foi nomeado consultor oficial do Festival Internacional de Música de Cusco e, em 2004, maestro permanente das orquestras Jovem e Juvenil de Lima, Peru, bem como professor de regência orquestral e diretor da orquestra do Festival Internacional de Arequipa. Em 2006, convidado para dirigir o encontro anual de regentes e o festival de música em Santa Cruz de La Sierra, Bolívia, foi nomeado coordenador do encontro e diretor da orquestra e do coral para todas as próximas edições do festival. Atualmente é o Maestro Titular e Diretor Artístico da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas. Odival Luciano B. Filho:Formado em piano erudito pelo conservatório Dramático e Musical Dr. "Carlos De Campos" de Tatuí-SP. Estudou estilos de piano na história do Jazz na Unicamp, Arranjo com o Maestro Ciro Pereira, harmonia com Ricardo Goldenberg, MPB Jazz no Conservatório de Tatuí, Orquestração com Jaques Morellianbaumm (Ex-Arranjador de Tom Jobim e produtor de trilhas cinematográficas). Trabalhou na Rede Bandeirantes junto ao Maestro Záccaro, produziu vinhetas para a Rede Globo, Rede TVA e Rádios FM da região, produziu vários CDs e é Arranjador do Beat Estúdio e professor de música do Colégio Integrado. Foi tecladista da dupla Christian e Ralf, tendo lançado em agosto de 2003 seu primeiro CD com músicas inéditas de sua autoria. Atualmente é professor de música e regente de coral, além de atuar em estúdios de gravação. Álvaro Peterlevitz:Graduou-se em Composição e Regência pela Universidade Estadual de Campinas, onde estudou com Damiano Cozzela e Henrique Gregori. Foi violinista spalla da Camerata Novo Horizonte, de São Paulo, regida por Graham Grifiths, e da Orquestra Armonico Tributo, de Campinas, dirigida por Edmundo Hora. Participou, como compositor e intérprete, de importantes festivais e eventos ligados à produção musical contemporânea no Brasil, tais como o Festival Música Nova em São Paulo e o Ciclo de Música Contemporânea de Belo Horizonte. É regente interino da Orquestra Sinfônica de Americana e atua frequentemente como instrumentista convidado junto à Orquestra Sinfônica de Campinas.
PROJETO ARQUIVADO.