Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 223707Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Paraná: 170 anos

OBRA EDITORA E COMUNICACAO LTDA
Solicitado
R$ 308,4 mil
Aprovado
R$ 308,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-01-17
Término
2025-09-14
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Leonardo Finotti consegue nos mostrar prédios consagrados como o Teatro Guaíra, o Museu Oscar Niemeyer e o Complexo da Reitoria UFPR e ainda nos surpreender com os novos pontos de vista oferecidos por ele. Projetos mais recentes, como a Casa MBS, do arquiteto Marcos Bertoldi, a Casa 1232 e a Galeria Simões de Assis, do escritório Arquea Arquitetos ou projetos bem humorados, que brincam com o pós-modernismo tardio que aconteceu no país, como o Portal Santa Felicidade e a Casa da Memória, de Fernando Pop. Se você é dos que pensam no Palácio de Cristal quando pensa em Curitiba, este livro vai fazer você conhecer uma cidade muito mais diversificada e interessante.

Sinopse

Em 1943, o urbanista francês Alfred Agache foi contratado para fazer o plano diretor de Curitiba. Já havia uma previsão de que a cidade iria triplicar o seu número de habitantes em duas décadas. Agache já tinha nos anos 30 feito o mais completo plano diretor para o Rio de Janeiro e alguns projetos em Porto Alegre. Na capital paranaense, ele tratou de questões de saneamento e da retificação de rios, além de propor a setorização do espaço urbano. Foi Agache que idealizou o espaço do Centro Cívico Administrativo e a divisão da cidade com o Centro Comercial e Social; o Centro de Abastecimento, onde fica o Mercado Municipal, a Zona Industrial no bairro Rebouças, o Centro Esportivo em Tarumã, a Estação Rodoviária, o Centro de Instrução, no Politécnico e o Centro Militar em Bacacheri. O francês também colocou no plano diversas áreas de recreação e lazer. “O zoneamento é a base de todo o plano de urbanização podendo-se mesmo dizer que sem ele o plano não é urbanismo [...]. O zoneamento é a garantia do proprietário e o incentivo de valorização justa. Simplifica, disciplina e hierarquiza as funções urbanas e reflete o nível de cultura dos seus habitantes”, declarou ele no texto de seu plano, publicado em 1943. A execução de suas propostas, no entanto, só começou dez anos depois. Foi o tempo necessário para que a arquitetura moderna se consolidasse no país, e no Paraná, o estilo seria também replicado por um time de oito pioneiros: Frederico Kirchgässner, Vilanova Artigas, Ayrton “Lolô” Cornelsen, Elgson Ribeiro Gomes, Jaime Wassermann, Leo Linzmeyer, Romeu Paulo da Costa e Rubens Meister, todos nascidos ou criados em Curitiba. A arquitetura moderna do Paraná foi muito influenciada pelo Brutalismo Paulista, inclusive nas cidades de maior porte do interior do estado. Nos anos 40 e 50, quando Londrina se destacava, se tornando um importante polo regional, Vilanova Artigas projetou a estação rodoviária da cidade e Carlos Cascaldi também teve prédios projetados por lá. Nos anos 60, Oscar Niemeyer projetou para a cidade o prédio de um Instituto de Educação que só ficou pronto no final dos 70. No início dos anos 2000, ganhou um anexo, o prédio do “Olho”. Como acontece com grande parte dos prédios projetados por Niemeyer, o “Olho” se tornou uma das marcas registradas da cidade. Mas a cidade ganharia fama ainda nos anos 70 e 80, com o trabalho promovido por Jayme Lerner e seus colaboradores, que transformaram a parte central de Curitiba.Trabalhando com um conceito urbanístico bastante diferente do proposto por Agache, formulado na tradição da Escola de Belas Artes Francesa do século XIX, o plano de Jayme Lerner dialogava com as propostas urbanísticas dos arquitetos modernos do século XX. Uma fusão entre estes dois modelos acabou moldando a Curitiba que comemora os 170 anos do Paraná como uma cidade referência em inovação urbana.

Objetivos

Objetivo Geral Mostrar a vocação desenvolvimentista do estado em seus 170 anos, através da arquitetura moderna construída em Curitiba e nas principais cidades do Paraná, principalmente a arquitetura produzida a partir dos anos 40 do século XX.Tornar mais conhecidos os grandes nomes da arquitetura moderna do Paraná, como "Lolô" Cornelsen, e o próprio Vilanova Artigas, que é paranaense.Mostrar este vínculo do estado com a busca pela modernidade, tanto nos modelos de administração pública e serviços, quanto nos projetos que pensam as cidades como espaços acolhedores para se construir uma vida digna.Por sua natureza didática e cultural, o projeto também pretende "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", conforme preceitos da Lei nº 8.313/91.Além disso, por se tratar de livro com conteúdo informativo, pretende contribuir "para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" visto que o tema será abordado por meio de diferentes narrativas (textual e visual) com a finalidade de atingir diversos níveis da sociedade brasileira e internacional. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 2º do Decreto 10.755 de 2021:IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; eVIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural. Objetivos específicos a) Produzir, publicar e distribuir 3000 exemplares do livro "Paraná: 170 anos". b) Contrapartida social: realizar um curso de "Produção de Livro" com carga horária total de 40 horas com emissão de certificado. O curso será realizado em 10 dias (2 semanas, de segunda a sexta) e tem como tema o conteúdo que será abordado no projeto em tela. c) Realizar lançamento do livro em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população.

Justificativa

Paraná é uma palavra de origem guarani, e significa rio caudaloso. A colonização do Paraná começou apenas um século e meio depois da chegada dos portugueses. Curitiba foi elevada a vila em 1693 e pouco depois, a descoberta de ouro em Paranaguá fez com que os portugueses fossem atraídos tanto para o litoral, quanto para o interior do estado. Quando o ouro rareou, grandes extensões de terra foram ocupadas por famílias ricas que se ocuparam com a criação de gado. A descoberta do ouro em Minas fez com que a demanda pelo gado e pelas tropas de mulas e cavalos do Sul aumentasse, o que criou um caminho de tropeiros entre Sorocaba em São Paulo e Viamão no Rio Grande do Sul. Este caminho fez com que surgissem novos municípios e finalmente em 1853 parte do território de São Paulo foi desmembrado para criar o Estado do Paraná. No século XIX chegaram os imigrantes alemães, poloneses, russos, ucranianos, suíços e italianos, e a erva mate era o principal produto do estado, junto com o café a exploração de madeira. Entre os anos 50 e 60, o norte do estado foi povoado por paulistas, mineiros e nordestinos, que ocuparam as terras roxas para produzir café. No oeste do estado, gaúchos ocuparam a maior parte das terras e começaram a produção de soja. Na década de 70 o estado começou a se industrializar e a cidade de Curitiba começou a sua transformação em importante centro urbano regional. Desde os anos 50 que o Paraná é a quinta economia do país. Este livro faz uma homenagem aos 170 anos do estado mostrando os principais marcos da arquitetura moderna, notadamente em cidades como Curitiba, Londrina, Maringá, Ponta Grossa e Paranaguá. Estes prédios são a prova de que o Paraná já vislumbrava algumas décadas atrás, o seu futuro, que se daria de forma arrojada, inovadora e moderna. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. E nos seguintes incisos e alíneas do Art. 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Especificação técnica

Características técnicas Edição bilíngue: português e inglês Tiragem: 3000 (três mil) exemplares Formato fechado: 16,5 x 23,5 cm Formato aberto: 16,5 x 47 cm Quantidade de páginas: 212 páginas Formato do livro Capa: brochura, impressa 4x0 cores Miolo: papel couché 150 gramas, impresso a 4x4 cores

Acessibilidade

LIVRO Acessibilidade físicaO lançamento do livro será realizado em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Além disso, o livro também estará disponível nas livrarias. Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso:I - a bens culturais em formato acessível;II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; eIII - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos.§ 1º É vedada a recusa de oferta de obra intelectual em formato acessível à pessoa com deficiência, sob qualquer argumento, inclusive sob a alegação de proteção dos direitos de propriedade intelectual.§ 2º O poder público deve adotar soluções destinadas à eliminação, à redução ou à superação de barreiras para a promoção do acesso a todo patrimônio cultural, observadas as normas de acessibilidade, ambientais e de proteção do patrimônio histórico e artístico nacional. Acessibilidade para deficientes visuaisO livro será disponibilizado em audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022), onde o leitor portador de necessidades especiais poderá utilizar o conteúdo para seu conhecimento ou entretenimento. O audiolivro é referente ao item orçamentário "Transcrição”. Acessibilidade para deficientes auditivosNão se aplica, visto que o produto principal é um livro. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade físicaA contrapartida social será realizada em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Acessibilidade para deficientes visuaisOs portadores de deficiência visual terão a sua disposição a explicação do Arte Educador, de alguns profissionais que participaram do projeto e do Intérprete de Libras, possibilitando que participem do curso com carga horária total de 40 horas. Também estará disponível, gratuitamente, o audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022). Acessibilidade para deficientes auditivosOs portadores de deficiência auditiva terão auxílio do Intérprete de Libras a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso à cultura no país.

Democratização do acesso

Referente à distribuição, adotaremos os expostos nas seguintes alíneas do Inciso I, Art. 23, Seção II, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber: a) no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para as camadas da população menos assistidas ou excluídas. b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021;Serão destinados até 10% (dez por cento) do total dos exemplares (até 300 exemplares) para os patrocinadores da obra. e) mínimo de dez por cento para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012, fazendo o uso desse mecanismo quando possível;Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares), no valor de R$ 49,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. g) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a cinquenta por cento do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado ao valor máximo de R$ 250,00 (duzentos reais).Serão destinados 40% (quarenta por cento) do total dos exemplares (1200 exemplares), no valor de R$ 89,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. Adotaremos também, o exposto no Inciso I, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para bibliotecas e escolas públicas. E também a alínea d do Inciso IV, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:d) oficinas de 40 horas/aula com certificado de curso livre.Iremos realizar uma oficina de produção de livro para alunos da rede pública de ensino.

Ficha técnica

Leonardo FinottiArtista visual e tem sua trajetória estruturada sobre dois pilares complementares, empreendendo, pela fotografia, tanto uma exploração rigorosa da Arquitetura Moderna quanto uma investigação dos espaços urbanos anônimos ou informais. Após graduar-se em Arquitetura (UFU) e concluir uma pós-graduação na Bauhaus Foundation (Dessau, Alemanha) começa sua carreira como fotógrafo em Portugal, onde viveu por seis anos, colaborando com os mais importantes arquitetos portugueses. Inicia então um projeto sistemático de releitura do Modernismo em diferentes continentes, que prossegue quando do seu retorno ao Brasil. Contribui internacionalmente com diferentes arquitetos e publicações, ao mesmo tempo em que desenvolve diversos projetos pessoais (exposições e publicações) tendo a arquitetura e a cidade como eixo principal de sua pesquisa visual: Pelada (2014), Latinitudes (2015), Rio Enquadrado (2016), Brutiful (2017), para citar apenas alguns. Já realizou diversas exposições individuais e coletivas e seu trabalho faz parte de coleções de algumas das mais importantes instituições públicas e privadas, tais como Bauhaus (Alemanha), Fundação EDP (Portugal), AzW (Áustria), Buendner Kunstmuseum (Suíça), Cité de L'Architecture & du Patrimoine (França), MAR (Brasil), entre outras. Representou o Brasil em duas Bienais de Arquitetura de Veneza, na Bienal de Shenzhen, na X Bienal de Arte do Mercosul e foi premiada na XV Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires. Em 2008, Finotti foi convidado por Barry Bergdoll, então curador-chefe do MoMA-NY, a fazer parte da exposição “Latin America in Construction: Architecture 1955-1980”. O projeto, desenvolvido ao longo de sete anos, reinterpreta visualmente o legado da arquitetura moderna na América Latina. O trabalho além de integrar a exposição, teve 15 obras adquiridas para sua coleção permanente e recebeu um capítulo no catálogo, sob a forma de portfólio. Andrey SchleeGraduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Pelotas, mestre em Arquitetura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutor em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo. Professor Titular da Universidade de Brasília e Líder do Grupo de Pesquisa CNPq “Estudos de arquitetura latino-americana e arquitetura comparada”. Michelle CastroArquiteta e curadora baseada em São Paulo e seu texto foi originalmente publicado em 2007 no catálogo e exposição homônima 100 fotos, 100 anos, 100 obras: Oscar Niemeyer por Leonardo Finotti no Museu da Electricidade em Lisboa em homenagem ao centenário do arquiteto. Matthew ShirtsJornalista e escritor. É autor do livro, Emergência Climática: O aquecimento global, o ativismo jovem a luta por um mundo melhor, publicado pelo selo ClaroEnigma em 2022, em parceria com Greenpeace Brasil. É co-fundador da plataforma de comunicação, Fervuranoclima, dedicada a encontrar novas abordagens no jornalismo, arte e humor para o aquecimento global. Colabora regularmente para a editora de livros e produtora de vídeos especializada em desenvolvimento sustentável, Observatory of Human Affairs, Produtora Brasileira e Editora Brasileira com textos, traduções, entrevistas e consultoria. É autor de textos para os livros Brasil visto de cima (Cássio Vasconcellos), Amazônia (Marcos Piffer), Rio visto de Cima (Cássio Vasconcellos), Parques Nacionais e Festas Brasileiras, entre outros. Apresenta e ajudou a roteirizar o filme Carbono Zero, realizado pela Produtora Brasileira. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação durante 14 anos, até 2013. Continuou como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, a maior plataforma de sustentabilidade em língua portuguesa (2007-2015) para a editora Abril, desenvolvendo cursos, eventos, branded content e livros e dirigindo o seu site. Escreveu crônicas para a Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o Estado de São Paulo, de 1994 a 2011. Cobriu, como colunista, duas Copas do Mundo e uma Olimpíada. Pautou, escreveu e apresentou na rádio Bandnewsfm a coluna diária, “São Paulo para paulistanos,” junto com o jornalista Eduardo Barão, de 2016 a 2019.Nascido e criado nos Estados Unidos, Shirts se mudou para São Paulo na década de 1980. Escreve em português e inglês com fluência. Fala português com um leve sotaque. Foi editor do caderno de Negócios da Folha de São Paulo no início da carreira e criou revistas de jogos eletrônicos para a Nova Cultural (Supergamepower, entre outras) na década de 1990. É autor de dois livros de crônicas, O jeitinho americano (Realejo, 2010), e A feijoada completa (Realejo, 2015), e editor (junto com João Kulcsar) da coletânea de ensaios sobre as culturas americana e brasileira, A herança compartilhada (Edições Sesc, 2013). Formou-se em Estudos Latinoamericanos pela Universidade de Califórnia em Berkeley. Estudou, ainda, letras e história como aluno de intercâmbio na Universidade de São Paulo e foi aluno de pós-graduação com especialização em história em Stanford. Julio MariuttiArquiteto e designer formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Desde 2016, é professor na Escola Britânica de Artes Criativas. Foi sócio da Nu de 2006 a 2011 e em 2012 fundou o Estúdio Lógos para se dedicar a projetos editoriais e de identidade visual ligados a arte e arquitetura. Assinou o design gráfico da revista Bamboo da primeira à última edição (2011–2017). Além de projetos de design gráfico, recentemente assinou o desenho de um relógio para a marca suíça Pierre Junod e publicou L de Livro (Companhia das Letrinhas, 2017) e Espaço em Obra (Sesc, 2018, em coautoria com Guilherme Wisnik). Equipe TécnicaFotografias: Leonardo FinottiCoordenação: Andrey Schlee e Michelle CastroTradução para o inglês: Matthew ShirtsPesquisa: Andrey SchleeDesign gráfico: Julio Mariutti O proponente será responsável pelas fotografias, coordenação geral e editorial e atividades técnico-financeiras no projeto. Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.