| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 600,0 mil |
| 60746948000112 | BANCO BRADESCO S.A. | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
Produto Exposição de artes contempla a realização de uma exposição de visitação gratuita onde exibiremos uma coleção de adornos e joias produzidas por mulheres em situação de carência socio-econômica. Produto Curso/oficinas/ estágio - Trata-se de um curso gratuito de formação e capacitação no ofício da ourivesaria e da joalheria, com carga horária de 472 horas com emissão de certificado de conclusão de curso.
A exposição visa abordar a influência cultural indígena na produção contemporânea de jóias. As mulheres que farão parte do projeto serão capacitadas durante o ano de 2023 para aprenderem o ofício da joalheria e ourivesaria. Ao final dessa etapa formativa elas irão realizar a confecção de uma coleção de jóias com a orientação da artista plástica Moara Tupinambá que será exibida em exposição aberta ao público por 45 dias. A exposição também vai integrar o estande do Instituto Inclusartiz durante a feira de arte ArtRio de 2024. A jóia e a bijuteria são identificados, a priori, como objetos de adorno, vinculados à moda, produzidos por processos artesanais ou semi-industriais de fabricação. Por vários anos, estes objetos não foram considerados como produtos resultantes de projeto em design. Tais considerações acham-se refletidas na conduta do setor joalheiro industrial, que contratava artistas para criarem seus produtos, ou reproduzirem modelos trazidos do exterior, assim como, copiarem modelos de revistas e catálogos estrangeiros. O homem, como ser social, se expressa e se comunica por movimentos, gestos, símbolos e sinais, sendo o produtor das mais variadas manifestações culturais. Clifford Geertz, no livro intitulado A interpretação das culturas, entende por cultura um sistema simbólico, portanto, um código de símbolos partilhados pelos membros dessa cultura, que os acompanha pela história, passando por aprendizados, assimilações e mudanças. "O homem é o resultado do meio cultural em que foi socializado. Ele é um herdeiro de um longo processo acumulativo, que reflete o conhecimento e a experiência adquiridas pelas numerosas gerações que o antecederam. A manipulação adequada e criativa desse patrimônio cultural permite as inovações e as invenções. (Laraia, 1999: 46). A exposição visa discutir o adorno pessoal – jóia, como forma de expressão de um indivíduo, de uma sociedade, de sua cultura, tradições, crenças e valores. Busca-se através da análise dos múltiplos significados atribuídos à jóia, perceber o seu uso como elemento de alteridade dentro das sociedades; bem como investigar o processo de sua criação e produção em série.
Objetivos Gerais: Este projeto tem como objetivo viabilizar a continuidade e ampliação das atividades culturais e educativas inteiramente gratuitas e acessíveis a todo público do Instituto Inclusartiz, voltado para o desenvolvimento da arte, cultura, educação e sustentabilidade no Brasil e no mundo. Tornar a arte mais acessível a todos, promover laços socioculturais e troca/intercâmbio cultural e intelectual de profissionais em nível nacional e internacional. Estimular e valorizar variados temas da cultura nacional, artistas de diferentes regiões e segmentos das artes visuais, preservação do patrimônio cultural material e imaterial, atendendo assim a maior dos incisos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, em especial aos seguintes incisos: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; Produzir uma exposição de Artes Visuais composta por uma coleção de adornos e joias, tendo como fonte de pesquisa a temática cultural dos povos originários do Brasil e produzida sob a mentoria e orientação de uma equipe multidisciplinar:a artista plástica indígena Moara Tupinambá, a professora e orientadora da Escola de Belas Artes da UFRJ, Jeanine Geammal e da diretora criativa senior de uma grande joalheira carioca, Andrea Paes de Castro. Promover a formação e a capacitação de mulheres de 18 a 32 anos, de classes menos favorecidas, cis e transgênero, negras e indígenas em técnicas de ourivesaria, design de joias, montagem de adornos, utilizando conhecimento técnico e teórico. Apoiar cultural e financeiramente essas mulheres promovendo a continuidade de suas pesquisas e promovendo sua inserção no mercado de trabalho, através de parceria de estágio com empresas de biijuterias e joalheria, através da AJORIO - Associação de Joalheiros do Estado do Rio de Janeiro. Objetivos específicos: Produto - Exposição de artes visuais - Realizar uma exposição inédita, com duração de 45 dias, da coleção de joias e adornos produzidos pelas alunas do curso na sede do Instituto Cultural Inclusartiz, localizado na região da Pequena África, no Rio de Janeiro, com previsão de público de 4000 visitantes. Realizar duas oficinas educativas, paralelas à exposição, destinadas à crianças da região portuária, promovendo a discussão acerca da produção de adornos como arte contemporânea. Realizar oito visitas guiadas voltadas para adolescentes de escolas públicas de ensino médio situadas na região portuária do Rio de Janeiro, promovendo uma leitura sensível acerca da produção artística dos povos originários. Produto: curso/oficinas/estágio Realizar um curso de qualificação, com carga horária de 472 horas, duração de onze meses, para uma turma de 20 alunas. Produzir uma coleção de joias, com a orientação da artista visual Moara Tupinambá, da designer de joias Andrea Paes de Castro e da professora de Belas Artes da UFRJ Jeanine Geammal. Promover a sustentabilidade e boas práticas na joalheria e na ourivesaria a partir das aulas e palestras ministradas ao longo do curso. Impulsionar a interação cultural entre as várias culturas que compõem a sociedade brasileira, trazendo para as aulas referências dos povos originários do Brasil. Estabelecer um encontro entre a produção de adornos e a diversidade cultural brasileira, com abordagem histórico-cultural. Quebrar o paradigma histórico das profissões do segmento joalheiro, que têm predominância tradicionalmente masculina, visto que a turma será composta integralmente por mulheres. Fomentar a dissseminação de conhecimento sobre o tema para a sociedade através de palestras e aulas de caráter cultural e artístico. Serão três palestras para até 80 pessoas ao longo do curso, com os temas: Joias e Adornos como expressão cultural, Sustentabilidade e boas práticas na Joalheira, Influências Étnicas na Joalheria Contemporânea.
Fundado em 1997, o Instituto Inclusartiz é uma organização cultural não governamental, sem fins lucrativos, sediada no Rio de Janeiro. Sua missão é fomentar a arte contemporânea nacional e internacional através da formação de artistas, curadores e pesquisadores em várias etapas de suas trajetórias, com o objetivo de promover a integração social, a diversidade cultural, a sustentabilidade e a colaboração entre instituições, organizações e agentes do setor. O Instituto Inclusartiz iniciou em 2021 um novo ciclo com a inauguração do seu centro cultural na Praça da Harmonia, na região da Gamboa, localizada na Zona Portuária, coração palpitante da cidade do Rio. O polo cultural e criativo abriga um conjunto de iniciativas nas áreas da arte, educação e sustentabilidade, com uma programação orientada a partir de núcleos diversos: residências artísticas; educativo; comunitário; expositivo; pesquisa e publicações; e socioambiental, colaborando também com o desenvolvimento da Comunidade local. Diante de tal histórico, da mudança e investimento realizado no novo espaço, buscando a continuidade e ampliação da abrangência das nossas atividades que são inteiramente gratuitas, abertas ao público todo, se faz necessário a busca do apoio através deste mecanismo de incentivo a projetos culturais através da inscrição deste projeto de exposição e qualificação que busca promover a produçaõ artística. Em acordo com o artigo 3º da Lei 3.813 de 27 de julho de 1998, este projeto pretende fomentar a instalação e a manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da economia criativa. O mercado de trabalho do setor joalheiro tem demanda crescente de mão de obra qualificada e nosso desejo de formar uma turma apenas de mulheres se deu justamente para quebrar o paradigma histórico destas profissões do segmento joalheiro que têm predominância tradicionalmente masculina. Atualmente a discussão acerca dos lugares de protagonismo feminino ante à sociedade patriarcal vem se tornando cada vez mais relevante e necessária. Romper com antigos paradigmas é de extrema relevância na construção de uma sociedade mais justa e igualitária, por este motivo se fazem urgentes e necessárias ações que possibilitem a presença de mulheres diversas em espaços valorizados e de protagonismo nos mais diversos campos da sociedade brasileira. Além disso, a Instituição e sua programação se enquadram em vários dos incisos do Art. 1º da Lei 8313/9. Entre eles estão: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto Elabora se enquadra nos incisos acima ao realizar uma exposição gratuita, aberta a toda à comunidade, disseminando a arte e a cultura, com ênfase na produção de adornos dos povos originários brasileiros. E, ainda, ao qualificar uma turma de mulheres diversas para desenvolver pesquisas artísticas, produzir trabalhos autorais, assim como sua inserção no campo das artes visuais. Vale ressaltar que este projeto se justifica em uma faceta pública e outra privada. No âmbito público se pretende ampliar as discussões de gênero para além da subalternidade, que durante muito tempo foi tido como o único lugar possível para as mulheres. Pretende-se abordar suas formações artísticas na criação de joias que podem ser objetos de exposição ou consumo, possibilitando, assim, produções a partir de um lugar de paridade. A exposição permitirá que o grande público conheça diferentes manifestações da arte da joalheria com influências e referências indígenas e afrodiaspóricas. Serão colocadas em debate público questões referentes à arte, cultura e identidade de gênero, possibilitando que a exposição se torne um espaço de questionamentos. Por outro lado, a entrada de corporeidades desviantes de gênero e etnias possibilita que outros corpos semelhantes adentrem esses espaços, seja como visitantes, seja como colaboradores.
A formação das participantes contará com as seguintes aulas: História da Joalheria- 20hDesenho técnico de joias - 20h Matemática aplicada à ourivesaria - 20h QSMS aplicados à ourivesaria - 16h Metalurgia aplicada à ourivesaria , ácidos e bases- 20h Manutenção de equipamentos e ferramentas- 16hintrodução à Gemologia - 24hTécnicas de Ourivesaria I - 88hTécnicas de Ourivesaria II - 104hTécnicas de cravação de gemas - 12hDesenvolvimento de coleções - 12hConceituação -16hEmpreendedorismo - 24hModelagem 3D -80hcarga horária total: 472 horas/aula Exposição Palestras - primeiro semestre de 2024 Visitas guiadas e oficinas - data a definir dentro do período expositivo.
Como seu próprio nome diz, a Inclusartiz tem como um dos seus princípios promover a inclusão. Por isso, desde seu projeto inicial, o seu espaço prevê acessibilidade física, sensoriais e cognitivas. Ela segue os princiÌnpios do Desenho Universal, que consistem no desenvolvimento de projeto de produtos e ambientes para serem usados por todos sem necessidade de adaptação ou recurso exclusivo para pessoas com deficiencia. Além do espaço já pensado para atender a todos igualmente, em todas as exposições realizadas, os monitores são treinados para receber todos os públicos e os artistas e educadores a pensarem os seus conteúdos para todos os públicos também. Discursos expositivos, recursos e atividades de mediaçãoo acessiveis e multissensoriais que convidem à percepçãp através dos diferentes sentidos. Nos preocupamos com acesso físico, comunicativo, informacional, atitudinal para garantir experiêcias inclusivas. Por exemplo, nas legendas e mesmo textos de paredes, os artistas expositores são instruídos a realizarem Qrcodes, para facilitar que os deficientes possam ouvir do artista ou de uma audiodescrição informações sobre a obra ali exposta. Os monitores conduzem os visitantes nas obras que tenham a disponibilidade de tocar, uma visita sensorial ou descritiva, para que qualquer público, possa, ouvir, ler ou sentir a obra exposta. O treinamento da nossa equipe para a aplicação do atendimento ao público com necessidades especiais também já faz parte do nosso dia-a-dia. PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTE ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, respeitando as exigências de acessibilidade a pessoas idosas nos termos do art. 23 da Lei n° 10.741 de 01 de outubro de 2003, e acesso preferencial em todos os locais de realização do projeto, bem como condições de acessibilidade a portadores de deficiência, espectros e síndromes conforme disposto no art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 com prioridade e facilidades para acesso e locomoção.Para fins de atendimento do Art. 27, II do Decreto 5.761/06 e artigos 21 e 23 da Instrução Normativa Nº 1, de 9 de fevereiro de 2012 será disponibilizado acesso preferencial para idosos e portadores de deficiência. As exposições também serã pensadas no sentido de facilitar o acesso visual as obras, tanto para cadeirantes, quanto para crianças.*Não há item específico na planilha orçamentária para a acessibilidade física, uma vez que o espaço já atende adequadamente às exigências da lei. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: haverá a descrição por escrito das obras das exposições, disponibilizada através de QR Code e em placas descritivas próximas às obras, "legendagem", "Produção de imagem", linhas dedicada a produção de material audiovisual das obras, com descrição por escrito, para acessibilidade de deficientes auditivos. conforme ítem 10 da planilha orçamentária. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: será concedido nas exposições o serviço de audiodescrição de acordo com a Lei nr 13.146, de 2015 e Decreto nr 9404, de 2018, disponibilizado através de QR Code ao lado das obras. "audiodescrição" e "Roteiro de visitação para audioguias", para a produção de conteúdo para acessibilidade de deficientes visuais, bem como o treinamento dos monitores para guiar visitantes deficientes. conforme ítens 5, 7 e 9 da planilha orçamentária ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTEM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES: a exposição será especialmente pensada para a acessibilidade de todos os públicos, especialmente TEA, outras limitações e síndromes. No caso das exposições, está prevista a mediação através de monitoria com pessoas devidamente treinadas, a possibilidade de utilização do acesso ao conteúdo por vídeo com legenda e audiodescrição aos que preferirem, possibilidade de tocar em obras, uso de gravuras em alguns casos, elementos visuais que facilitem a acessibilidade do público TEA e outros. conforme ítem 11 da planilha orçamentária. PRODUTO CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os espaços onde ocorrerão as aulas possuem rampas, corrimões, banheiros adaptados, respeitando as exigências de acessibilidade a pessoas idosas nos termos do art. 23 da Lei n° 10.741 de 01 de outubro de 2003, e acesso preferencial em todos os locais de realização do projeto, bem como condições de acessibilidade a portadores de deficiência, espectros e síndromes conforme disposto no art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 com prioridade e facilidades para acesso e locomoção. * Não há item específico na planilha orçamentária para a acessibilidade física, uma vez que o espaço já atende adequadamente às exigências da lei. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: As aulas contarão com um intérprete de LIBRAS possibilitando que as alunas com deficiência auditiva possam acompanhar as aulas. De acordo com o ítem 9 da planilha orçamentária ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O curso contará com material didático impresso em braile de forma a atender alunas com deficiÊncia visual, e ainda terá um monitor especializado em audio descrição. conforme ítens 19 e 28 da planilha orçamentária ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTEM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES: Contratação de monitores especializados em atender esse público de forma a facilitar a aprendizagem das alunas que possuam essas demandas. Ainda contratação de coordenador pedagógico especializado para confeccionar o material adaptado bem como pensar as atividades adaptadas às necessidades das alunas
Será garantida a democratização de acesso a todo público em geral, especialmente aos desprovidos de produtos culturais, uma vez que todo projeto será realizado gratuitamente. Não há emissão de ingresso, o acesso é livre e controlado levando em consideração o limite de público do espaço a cada período. I) Atendendo ainda ao artigo 23 da IN 01/2022, sobre a distribuição dos produtos culturais, respeitando os limites do referido artigo: - Será distribuido gratuitamente com caráter social e educativo o total de pelo menos 20% dos ingressos/acessos por mês a crianças, adolescentes e professores, com transporte quando necessário, a ONGs e rede pública de ensino. Estes acessos serão disponibilizados através de lista e agendamento realizado pela Produção do Projeto, que será responsável por divulgar, mediar e agendar a ação junto aos órgãos responsáveis. Estas ações também serão divulgadas no site do Instituto, com dias e horários da semana para tais ações; - O acesso gratuito é para todos, mas limitado a 10% por dia de convidados dos incentivadores, patrocinadores e doadores, e mais 10% para ações promocionais com controle através de agendamento / lista de presença, respeitando os limites do parágrafo único do art 31 do decreto no 10.755, de 26 de julho de 2021; II) Atendendo ao art 24 da IN 01/2022, serão adotadas as seguintes ações de ampliação de acesso ao projeto: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; V - realizar ações culturais voltadas ao público infantil ou infanto juvenil na proporção de vinte por cento do tempo de duração e quantitativo de apresentações, quando mensuráveis, e acompanhado de projeto pedagógico (Anexo I) e observados os indicativos etários. A exposição pressupõe atenção a camadas menos assistidas da população, garante o acesso de mulheres historicamente discriminadas na produção de adornos, bijouterias e joias como produção artística, inserindo-as na cadeia da economia criativa e oferecendo dignidade e oportunidade de transformação social para este grupo. O projeto prevê oferta de aulas de aulas relacionadas ao tema designadas à comunidade de mulheres social e economicamente menos favorecidas, visando acesso à informação e inclusão social.
Frances Reynolds Responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira Fundadora diretora-presidente do Instituto Inclusartiz, membro sênior do Conselho do Instituto de Assuntos Globais do Brasil na King’s College em Londres (School of Global Affairs at King’s Brazil Institute, King’s College London) e membro do Instituto de Conselheiros-Administradores de Madri. A proponente do projeto, não será remunerada por este projeto e não exercerá nenhuma atividade que conste na planilha orçamentária, mas é responsável pela direção geral do Instituto, parte do Conselho, aprova e acompanha toda a programação do espaço, preside a Curadoria, acompanha e aprova os gastos do orçamento. Cristiano Vasconcelos Diretor geral Responsável pela contraação do pessoal de apoio do projeto e pelas tomadas de decisões quanto aos eventos que compõem esse projeto. Gestor com experência no executivo e no legislativo federal. Algumas das experiências: Secretário executivo de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (2019/20) e Secretário de desenvolvimento Social (2020) também no DF. Secretário Nacional de diversidade cultural - interino - Chefe de gabinente no Ministério da Cultura. Assessor-especial do ex ministro Raul Jungmann, além de consultorias na área de gestão pública com foco em cultura e desenvolvimento. Atualmente é diretor executivo do Instituto Inclusartiz que tem 25 anos de mercado no Brasil e na Europa, liderando a área de gestão e novos negócios. DENISE BERMAN Coordenadora pedagógica do curso que precede a exposição. Graduada pela EBA-UFRJ e pela Escola de Joalheria do SENAI-RJ. Foi coordenadora por 5 anos da Escola de Joalheria do SENAI-RJ, tendo sido responsável por formação de mão de obra para o setor joalheiro, formação das equipes docente e discente, administração e funcionamento da escola, elaboração de material didático, tendo sido também a representante da instituição perante órgãos e associações do setor. JEANINE TORRES GEAMMAL Orientadora do projeto final Graduada em Desenho Industrial pela UFRJ e mestrado em Design pela ESDI - Escola Superior de Desenho Industrial do Rio de Janeiro. Atualmente é professora assistente da EBA-UFRJ e doutoranda do Programa de pós-graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ. Tem experiência na área de Design de Produto, atuando nos temas Joalheria, Moda e Mobiliário. ANDREA NICÁCIO, Professora de desenho de joias Designer de joias há 35 anos. Especializou-se em Design de Joias pelo Fashion Institute of Technology, em Nova York, e em Programação Visual pela UniverCidade, no Rio de Janeiro e trabalhou para grandes empresas joalheiras no Brasil, Portugal e Estados Unidos. ANDREA PAES DE CASTRO Orientadora do projeto final Atuou por 31 anos como designer de joias senior da H Stern, no Rio de Janeiro. Em 2017, assumiu a direção criativa da Animale Oro. Andrea atua de forma sistêmica no mercado de joias, desde a pesquisa e criação de briefings para as coleções, passando pelo acompanhamento da produção até o atendimento a clientes especiais, criando joias personalizadas e únicas. Graduada em Desenho Industrial pela Faculdade da Cidade e fez formação em Desenho de Móveis pelo IED/RJ e em Pintura Artística na EAV/RJ. ARMANDO FRANCISCO GAMA BARBOSA Professor de ourivesaria Possui formação de nível técnico pelo Trade Jewellry Course, pela University of Central England of Birmingham, Grã-Bretanha (1994). ALESSANDRA ALVES DA SILVA MANHÃES Assistente social Graduada pela UFF. Realiza, desde 2017, análises sócio-econômicas para bolsistas da PUC-RJ e desde 2005 realiza análises sócio-econômicas para o sistema de cotas da UERJ, NATHALIE KUPERMAN é Coordenadora do curso. Graduada pela Escola de Comunicação da UFRJ e frequentou o curso de Estilismo do SENAI-CETIQT/ RJ. Foi empresária dos segmentos de Joias e de Moda por mais de 20 anos.. Atualmente se dedica ao Empreendedorismo Social e é coordenadora de um comitê de joalheiros do país envolvidos com a questão da mineração certificada no Brasil. Membro do conselho de mulheres da FIRJAN. MOARA TUPINAMBÁ Orientadora do projeto final Moara (Mairi, Belém do Pará, PA, 1983) é artista visual e ativista das causas indígenas do povo tupinambá, é natural de Mairi (Belém do Pará). Sua ancestralidade genealógica origina-se da região do baixo Tapajós ( Vila de Boim e Cucurunã ). Atualmente faz parte do coletivo de mulheres artistas paraense MAR, sócia do Colabirinto e vice-presidente da associação multiétnica Wyka Kwara. Sua poética percorre cartografias da memória, identidade, ancestralidade, resistência indígena e pensamento anticolonial. Seu trabalho foi exposto em diversas mostras, entre as quais se destacam: exposição Ressurgences of Amazon, junto com Emerson Uyra, na Kunstraum Innsbruck (Áustria); 30a edição do Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo; Bienal Nirin em Sidney (2019); Agosto indígena (2019) – São Paulo; Re-antropofagia, no Centro de Artes da UFF (Niterói, 2019), entre outras. Ela foi indicada ao Prêmio de Arte e Educação da Revista Select, em 2018, pelo projeto II Bienal do Ouvidor 63, ocorrido na maior ocupação artística de São Paulo. Recentemente lançou o seu livro O sonho da Buya-wasú, da editora Miolo Mole. Karla Gama Produção do projeto Produtora cultural, formada em História da Arte pela UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro e mestre em processos artísticos contemporânios pelo PPGARTES/UERJ. Desenvolve projetos desde 2018 na área da produção cultural. Aldones Nino Coordenação educativa Curador adjunto de Collegium (Arévalo, Espanha) e assessor de Educação e Formação do Instituto Inclusartiz (Riode Janeiro). Doutorando em História y Arte pela Universidade de Granada em cotutela com o programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Mestre em História Política e Bens Culturaispela Fundação Getúlio Vargas/RJ. Atualmente é pesquisador/ redator da Enciclopédia Itaú Cultural, tendopublicado textos em livros e periódicos nacionais e internacionais. Participa do Programa Imersões Curatoriais daEscola Sem Sítio (Villa Aymoré/RJ), com pesquisa sobre curadoria e pensamento descolonial. Victor Gorgulho Curador Graduado em Jornalismo pela Escola de Comunicação da UFRJ e mestrando em História, Política e Bens Culturaispela Fundação Getúlio Vargas/RJ. É curador independente e pesquisador. Foi o responsável pela curadoria dasexposições “Vivemos na melhor cidade da América do Sul”, na Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre; “Desde 2019 é ocurador do Mira, programa de exibição de filmes da ArtRio. Integra o corpo curatorial da Despina. Foi colaboradordo Jornal do Brasil (2014-2017) e hoje contribui com o El País, Terremoto e Vice.
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.