| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 86864543000172 | COMPANHIA DE GAS DE SANTA CATARINA | 1900-01-01 | R$ 174,7 mil |
| 02038232000164 | BANCO COOPERATIVO SICOOB S.A. | 1900-01-01 | R$ 92,4 mil |
| 92816560000137 | BANCO REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DO EXTREMO SUL | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
| ***913967** | CARLOS ROCHA VELLOSO | 1900-01-01 | R$ 3,8 mil |
| ***452349** | NADIA KARINA RUHMKE RAMOS | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***605049** | ANELISE CRISTINA NEWBERY | 1900-01-01 | R$ 1,7 mil |
| ***695009** | NEVAIR REGINA PIOVEZANA | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***727979** | JOSE LUIZ CAVICHIOLI | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***112329** | DIEGO AGUIAR TEIXEIRA | 1900-01-01 | R$ 100,00 |
| ***997659** | ELAINE DIAS | 1900-01-01 | R$ 100,00 |
O projeto contempla a circulação do espetáculo Desapego , que faz parte do repertório da Lápis de Seda cia de dança inclusiva, pelo estado de Santa Catarina. Alem da realização de workshops voltados para público PCD.
Produto espataculo de artes cenicas - ESPETÁCULO DE DANÇA Sinopse da obra Desapegar-se do que nos apaga, limita e incomoda - são essas questões levantadas na obra. O “Desapego” representa as diversas versões de nós mesmos, a energia que despendemos no esforço de nos enquadrar nos moldes socialmente estabelecidos e a necessidade de rompê-los. A importância de encontrar nossa identidade, a forma própria de atuar no mundo. Desapegar o que não é genuíno, apegar o que faz parte da nossa construção de identidade. Para o budismo, por exemplo, o desapego é um antídoto para o sofrimento. É uma proteção, contrapõe o que é vendido como felicidade. Cenografia e Figurino :Para agregar a proposta do tema da obra, roupas fluidas e elementos cênicos como molduras, bancos e muletas compõem a linguagem visual da apresentação. Classificacao Etaria: LIVRE
Objetivos Em conformidade com artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, na execução do PRONAC esta nos nosso objetivos o seguinte item: VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;Oferecer uma atividade artística na área da dança inclusiva. -Oferecer espetaculo de danca com elenco composto por pessoas com deficiencia - Oferecer workshops de dança para o público PCD - Ampliar o acesso do público de PCDs e público em geral a espetáculos de qualidade - rtealizar projeto com foco no PCD de forma totalmente gratuita Objetivos Específicos A) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar uma circulação com 14 apresentações de dança inclusiva do espetáculo DESAPEGO com entrada gratuita. Serão realizadas 2 apresentações por mês durante, 7 meses totalizando 14 apresentações durante os 11 meses de execução do projeto. As cidades são: Florianópolis, Timbó, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Rio do Sul ,Blumenau ,Treze Tílias, São Francisco do Sul, Imbituba, Itajaí,Balneário Camboriú, Criciúma, Chapecó. B) Produto WORKSHOP : realizar 4 (quatro) workshops na cidade de Florianópolis , cidade sede da companhia e 1 (um) workshop em 6 (seis) das cidades que fazem parte da circulação, totalizando 10 workshops . Os workshops sao de danca inclusiva e seu conteudio e pautado no método DanceAbility, método de dança contemporânea criado pelo norte americano Alito Alessi em 1987. O workshop terá duração de 1h30min e será voltado para o público PCD. Além do professor, 4 bailarinos da Lápis de Seda companhia de dança farão parte do workshop.
A proposta de circulação do espetáculo Desapego se enquadra no artigo 1 da lei nº 8.313 nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; O projeto de circulação do espetáculo DESAPEGO , vem reforçar a proposta da Lápis de Seda cia de dança inclusiva , que desde sua criação realiza um trabalho regular e contínuo. Em seus 8 anos de existência , a Companhia adquiriu maturidade e expertise para ampliar sua atuação tanto geograficamente como artísticamente. Dito isso acreditamos que o projeto é relevante do ponto de vista da inclusão social. A Circulação do espetáculo Desapego, permitirá à companhia expandir e compartilhar seus aprendizados com um maior número de pessoas. Neste sentido o projeto se enquadra no Art. 1° Iinciso I da Lei 8313/91, em contribuir para facilitar o livre acesso à produção cultural e o pleno exercício dos direitos culturais do público alvo do projeto. É importante frisar que a Lápis de Seda cia de dança inclusiva, é formada por pessoas com características físicas emocionais e intelectuais diversas. Nesta circulação será possível ampliar atuação da Companhia, contribuindo para diminuição do preconceito em relação às capacidades das pessoas com deficiência. O espetáculo Desapego discute um tema pertinente e de extrema importância para toda a rede que rodeia a questão da deficiência. Muito se tem feito em direção a inclusão principalmente na área social e da educação e a possibilidade de expandir esse campo de atuação através da dança é enriquecedor, estimulante e criativo. Desapego , representa as diversas versões de nós mesmos , a energia que despendemos no esforço de nos enquadrar nos moldes socialmente estabelecidos e a necessidade de rompê-los,desapegando desses moldes. A importância de encontrar nossa identidade , a forma própria de atuar no mundo.Desapegar o que não é genuíno . Apegar o que faz parte da nossa construção de identidade. Neste trabalho estão em cena 9 nove bailarinos que fazem parte do elenco da companhioa O projeto enquadra-se no art. 3º, inciso II, alínea "e", da Lei 8313/91, porquanto fomenta a produção cultural e artística para a realização de espetáculo de dança de um grupo de bailarinos formado por portadores de múltiplas deficiências. Além da circulação, do espetáculo o projeto oferece workshops de dança para o público PCD sendo 4 (quatro) em Florianópolis cidade sede da companhia e 1 (um ) workshop em cada cidade que faz parte da circulação em um total 6 (seis) workshops . Os workshops serão ministrados pela diretora da companhi, Ana Luiza Ciscato com vasta experiência no trabalho com pessoas com deficiência. Acompanhados pelos bailarinos da companhia ,irá promover não só um trabalho de corpo como a socialização e troca de experiências entre os participantes do workshop e elenco do espetáculo. O projeto se insere e se enquadra nos fins previstos no art. 2º do Decreto 5.761, especialmente no que diz respeito ao fomento de atividades culturais afirmativas, que busquem erradicar todas as formas de discriminação e preconceito, e apoio a atividades culturais de caráter inovador ou experimental. A Companhia assim reforça seu compromisso em valorizar, incluir, e trabalhar para a erradicação do preconceito da sociedade com relação à deficiência e seus campos de atuação. O projeto tem por objetivo desenvolver uma estratégia de comunicação adequada e focada onde se pretende alcançar além do público alvo principal, a pessoa com deficiência, um público diverso. Os espetáculos, workshops serao gratuitos visando assim democratizar o acesso às artes, ao conhecimento e a cultura mostrando assim seu compromisso em participar da construção da cidadania, da inclusão social o que só se torna possível com o apoio da lei de incentivo à cultura.
Produto: espetaculo de artes cenicas - danca Producao independente - Declaro que o projeto cultural é uma produção independente pois (eu proponente) não detenho a posse ou propriedade de espaços cênicos ou salas de apresentação. Conforme planilha há o item aluguel de teatro para apresentacao na cidade de Florianopolis onde pretendemos pauta no fornecedor de CNPJCNPJ sob o no 83.722.462.0001- 40
Produto: Workshop Proposta pedagogica do workshop de danca A proposta do workshop é compartilhar a metodologia utilizada com os bailarinos da Lápis de Seda cia de dança inclusiva. Essa tem como objetivo priorizar o indivíduo, introduzindo bases do fazer artístico a fim de que ele possa ter acesso a arte e a cultura, como integrante ativo. Promover o desenvolvimento físico, cognitivo, emocional e social da pessoa com deficiência através da dança, respeitando a individualidade do aluno, seu corpo, histórias e pensamentos, para que ele possa se beneficiar do aprendizado em sua totalidade.O trabalho e baseado na técnica de DanceAbility, método de dança contemporânea criado pelo norte americano Alito Alessi em 1987. Utiliza a improvisação de movimento para promover a exploração artística e criativa entre “todas” as pessoas. Publico alvo :PCDs Duracao : 90 minutos Capacidade: 10 vagas por workshop
Acessibilidade O projeto se enquadra no art. 43, III, da Lei 13.146/2015, porquanto assegura “a participação da pessoa com deficiência em (...) atividades (...) culturais e artísticas (...), em igualdade de condições com as demais pessoas”. Neste caso, são atividades artísticas e culturais na área da dança, com enfoque na inclusão social através de espetaculos de danca e workshops. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA : todos os locais definidos para realizacao dacirculacao deverao estar adequados com rampas de acesso e ou elevadores e banheiros adaptados, calçadas com piso tátil, etc. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS : todas as apresentações serão acompanhadas por audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: todas as apresentações serão acompanhadas de um vídeo introdutório com descrição em libras sobre as músicas que fazem parte do espetáculo de dança WORKSHOPS ACESSIBILIDADE FÍSICA : os locais definidos para o workshop deverão estar adequados com rampas de acesso e ou elevadores e banheiros adaptados, calçadas com piso tátil, etc. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS : todos os workshops serão acompanhados por audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: as oficinas serão acompanhadas por um instrutor de libras Solicitamos que sejam analisadas as medidas de acessibilidade oferecidas no projeto, considerando que os participantes atendidos e o grupo de bailarinos dá Lápis de Seda cia de de dança inclusiva é formado por portadores das mais diversas deficiências, física, intelectual e múltiplas, sendo esta uma medida alternativa, conforme permite a IN 05/2017 e Estatuto da Pessoa com Deficiência.
Democratizacao de acesso Em atendimento a IN Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022 Seção III Da Ampliação do Acesso art, 24 adotaremos as seguintes medidas: III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; PRODUTO WORKSHOP Os workshops serão gratuitas- 10 workshops - 15 vagas cada 4 workshops na cidade de Florianópolis 6 workshops nas cidades que fazem parte da circulação Serão oferecidos 50% das vagas disponíveis para estudantes e instituições da rede pública de ensino que trabalham com pessoas portadoras de deficiência física e ou intelectual Serão disponibilizados registros dos workshops para instituições que trabalham com pessoas portadoras de deficiência física e ou intelectual. Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da IN nº 2 de 2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos as seguintes medidas para ampliação do acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;
Ficha Técnica Coordenação geral do projeto Lápis de Seda cia de dança inclusiva (proponente) Direção artística: Ana Luiza Ciscato Bailarinos :Ana Flávia Piovezana, Aroldo Gaspar, Carlos Eduardo, Deivid Velho, Fabiana Marques, Fabio Yokomizo, Maura Marques, Paulo Soares, Roberta Oliveira, Silvia Gevaerd. Produção Executiva: Cássia de Souza Desenho de luz : Hedra Rockenbach Figurino: Julia Portela Fotografia: Cristiano Prim Assessoria de Imprensa: Linete Martins Assessoria e Consultoria de Comunicação COORDENAÇÃO DO PROJETO AL CISCATO & Cia Ltda ( proponente) dirigente Ana Luiza Coscato COORDENAÇÃO DO PROJETO Lápis de Seda – Cia de Dança Inclusiva, fundada em 31 de março de 2017, tem como principal objetivo a inclusão, formação e profissionalização de pessoas com deficiência, que compõem 60% de seu elenco principal. Essa proposta inclusiva e inovadora é o resultado de mais de vinte anos de trabalho e pesquisa relacionados à dança como ferramenta essencial para o desenvolvimento de novas formas de inteligência, como o caminho para explorar e expressar a própria identidade no âmbito individual e enquanto parte de um grupo. Com a premiação na primeira etapa do Prêmio Itaú-Unicef como semifinalistas, a Cia. de Dança Lápis de Seda e a ONG Arte Movimenta tiveram a chance de participar do 7º Seminário e Mostra Arte para Todos 2018 - Nada Sobre Nós, Sem Nós, promovido pelo Instituto de Arte para Todos (Impar), em Joinville – SC. As viagens, as apresentações, a mesa redonda sobre Pessoas com Deficiência na Produção Artística, o workshop de DanceAbility, que é uma parte tão importante do nosso trabalho e da nossa formação, foram experiências muito positivas para a companhia como um todo: equipe, elenco, público. Uma troca de experiências com profissionais de todo o país que certamente trouxe oportunidades de desenvolvimento para todos. A Lápis de Seda é uma companhia de dança relativamente nova. Apesar dos menos de dez anos de existência, nosso trabalho é o resultado de anos, décadas de estudos, com o objetivo de expressar, no palco e fora dele, que inclusão não é só uma possibilidade, mas uma necessidade. Incluir não é fácil, especialmente quando comparado à ideia de excluir. Vivemos ainda em uma sociedade que exclui e segrega pelo simples motivo de não conhecer o outro, não conseguir se colocar no corpo do outro. Um corpo diferente, uma forma de pensar, de viver e se expressar diferente. Durante sua trajetória, a Cia. já criou e desenvolveu espetáculos de dança que viajaram por várias capitais do país, sempre seguindo a proposta de mostrar novas possibilidades de inclusão. “Um novo olhar para a pessoa com deficiência” é o novo projeto da Cia. de Dança Lápis de Seda, que desenvolveu uma plataforma para aulas e cursos online com foco na pessoa com deficiência, seus familiares e redes de apoio. Professoras de dança, psicóloga e assistente social fazem parte da equipe multidisciplinar responsável pela primeira etapa do projeto, que acontece em 2022. O projeto foi iniciado em maio de 2022. A plataforma promove inclusão digital e educação à distância com foco no desenvolvimento artístico e de vida dessa comunidade, de uma forma inovadora e segura e visa atender 100 alunos, 6 palestras direcionadas aos pais, redes de apoio dos alunos e ao publico em geral e um espetáculo criado, desenvolvido e apresentado de forma virtual. “UM NOVO OLHAR PARA APAE DE FLORIANOPOLIS” também é um projeto de formação: Diante dos bons resultados alcançados pela Cia. de Dança Lápis de Seda a respeito da inclusão e desenvolvimento socioeducativo de pessoas com deficiência intelectual, transtornos globais de desenvolvimento, transtorno do espectro autista e deficiência múltipla, foi criado um programa de inclusão em parceria com a APAE de Florianópolis, iniciado em novembro de 2021, com foco em auxiliar o desenvolvimento de potencialidades de pessoas com deficiência. O projeto consiste em 5 oficinas artísticas, de teatro, dança, artes visuais, música e criação de objetos. Ao final de cada ano de execução do projeto, com a participação dos alunos e da Companhia de Dança Lápis de Seda, será apresentado em um teatro de Florianópolis (SC) um espetáculo que deverá potencializar a experiência vivida no conjunto dessas aprendizagens. Em 2022 a Cia criou o Espetáculo “DESAPEGO”: Desapegar-se do que nos apaga, limita e incomoda - são essas questões que o espetáculo propõe. Estreia: abril de 2022, na Maratona Cultural de Florianópolis, ao ar livre, no Museu Cruz e Souza. As apresentações, que contam com um grupo de nove bailarinos, passaram pelas APAEs de diversas cidades de Santa Catarina: Criciúma, Florianópolis, São José e Santo Amaro da Imperatriz. O espetáculo também foi apresentado na Semana 'Acalourada' do CEART-UDESC. Também em 2022, o espetáculo “MASCULINO DIVERSO”, foi desenvolvido especialmente para o edital FUNARTE Acessibilidança (segunda edição), em formato de vídeo. A gravação foi realizada no Teatro Ademir Rosa, do CIC, com o elenco masculino da Cia. e um quarteto musical que toca ao vivo acompanhando os bailarinos. A criação coreográfica reflete gestos e movimentações que o grupo vivencia fora dos palcos: nas ruas, nas casas, nas famílias e comunidades. Uma tentativa de resposta a uma pergunta que vem, cada vez mais, se tornando parte da vida em comunidade: “o que é ser Homem?” Estreia: julho de 2022 (pelo Festival FUNARTE Acessibilidança. Dando continuidade à pesquisa desenvolvida pelo grupo, o próximo trabalho, “NÓS”, aprofunda a investigação da Cia. sobre aspectos que dizem respeito ao universo subjetivo dos bailarinos e bailarinas, trazendo à cena angústias, preocupações, insights e descobertas relacionadas às suas vivências cotidianas. A escolha pela realização de uma instalação artística, utilizando a tecnologia, o trabalho virtual e a performance com apenas dois bailarinos de forma presencial – foi relacionada à crise da pandemia de COVID-19. A partir de uma alternativa “segura” de realização, buscamos a aproximação com o público, com a natureza, com a cidade, interferindo nas relações que nelas se estabelecem. Essa se apresentou como uma possibilidade muito próxima a um conceito importante da Cia.: sempre buscar a “contaminação mútua” entre artista e transeunte, palco e plateia. Estreia: junho de 2021, em Florianópolis, também apresentado em Campos Novos, SC, em julho de 2021, na Copa SESC e no Miscelânea em Dança, ambos em Florianópolis, em outubro de 2021. Em 2021, a Cia. Lápis de Seda foi contemplada no Festival FUNARTE Acessibilidança, com a captação de uma “versão definitiva” de seu primeiro espetáculo, “CONVITE AO OLHAR”, com a inclusão de tradução em LIBRAS e audiodescrição, tornando a experiência audiovisual acessível para todos. Realizado em 2020, de forma totalmente remota, seguindo as diretrizes do isolamento social, CASA foi o primeiro espetáculo audiovisual da Cia. Estreia: Setembro de 2020 (virtual) Em 2017, a Cia. estreou o espetáculo Será que é de Éter, a partir do universo criativo de Chico Buarque, comemorando seus 50 anos de carreira. O espetáculo contrapõe a imagem de uma multidão de faces anônimas e individualidades perdidas. Criação coreográfica colaborativa, a partir de improvisações direcionadas, a partilha da vida e do cotidiano, carregados de inquietações, a revelação de como se libertam das amarras por meio da dança. Com música ao vivo, a partir da direção musical e os arranjos de Luiz Gustavo Zago e a participação de músicos reconhecidos, “SERÁ QUE É DE ETER?” propõe uma experiência musical e visual que vai além do palco, mostra a importância das singularidades na construção de novos significados coletivos. Estreia: novembro de 2017, no Teatro Ademir Rosa CIC, em Florianópolis. Apresentações no Teatro Carlos Gomes, em Blumenau, em novembro de 2017, no Teatro Ademir Rosa CIC em Florianópolis, em janeiro e abril de 2018, e foi tema de um documentário da TV UFSC em maio de 2018; foi novamente apresentado no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo SP, e no Teatro Ademir Rosa de Florianópolis, em outubro de 2019. “CONVITE AO OLHAR” é o resultado de um longo processo de criação e desenvolvimento da Cia. de Dança Lápis de Seda. O espetáculo foi apresentado pela primeira vez em 2014 e, desde então, já viajou por diversas capitais do país, sempre agregando novas movimentações e propostas gestuais, conforme o elenco, composto por pessoas com e sem deficiências, desenvolve sua própria identidade. Estreia: abril de 2014, no Teatro Ademir Rosa CIC em Florianópolis. Em agosto de 2014 a Cia. circulou com Convite ao Olhar por Campos Novos, Anita Garibaldi, Joaçaba e Treze Tílias. Em 2015, o espetáculo obteve o Prêmio de Dança Elisabete Anderle, em Santa Catarina. Em 2016, a Cia. circulou com Convite ao Olhar por Joinville, Itajaí, Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Em junho de 2017, por Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo, em julho, em Porto Alegre. Em Florianópolis, o espetáculo fechou o festival Múltipla Dança, em maio de 2017. Ana Luiza Ciscato Direção Artística COREÓGRAFA, PROFESSORA DE DANÇA E EXPRESSÃO CORPORAL, TERAPEUTA DO MOVIMENTO, COORDENADORA DO DEPARTAMENTO DE DANÇA DA APAE FLORIANÓPOLIS, DIRETORA DA “LAPIS DE SEDA – CIA DE DANÇA INCLUSIVA” PEDAGOGA (UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA -2001), ARTE-EDUCADORA E PROFESSORA DE DANÇA FORMADA PELA ROYAL ACADEMY OF DANCE/LONDRES (1985) E METODOLOGIA CUBANA DE DANÇA CLÁSSICA (CUBA, 1993), TRABALHA COM A INCLUSÃO SOCIAL ATRAVÉS DA DANÇA HÁ MAIS DE TRINTA ANOS. COM CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO NA STEPS E MARTHA GRAHAM SCHOOL EM NOVA YORK, EsPECIALIZOU—SE TAMBÉM EM PSICOBALLET, TÉCNICA DE APOIO A PESSOAS CONSIDERADAS COM DEFICIÊNCIA (CUBA, 1993) E DANCEABILITY (FLORIANÓPOLIS, 2011). PÓS GRADUADA EM EDUCAÇÃO NA PERSPECTIVA DO ENSINO ESTRUTURADO PARA AUTISTA (INFOCO 2014) E INTERVENÇÃO EM ABA PARA DESENVOLVIMENTO ATÍPICO (GRUPO GRADUAL -SP 2016). DESDE 2014 ATUA COMO DIRETORA ARTÍSTICA E COREÓGRAFA DA CIA DE DANÇA LÁPIS DE SEDA, COMPOSTA POR 10 BAILARiNOS PROFISSIONAIS COM E SEM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E/OU MÚLTIPLA. COREOGRAFOU E DIRIGIU O ESPETÁCULO "CONVITE AO OLHAR", COM O QUAL CIRCULOU POR 10 CIDADES CATARINENSES (2014, 2015) E POR 5 CAPITAIS BRASILEIRAS (SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO, PORTO ALEGRE E CURITIBA), EM 2017. NESTE MESMO ANO, TRABALHOU NA MONTAGEM DO ESPETÁCULO "SERÁ QUE É DE ÉTER?", COM MÚSICA AO VIVO, DIREÇÃO MUSICAL DE LUIZ GUSTAVO ZAGO. ESPETÁCULO EM QUE ASSINA A COREOGRAFIA E DIREÇÃO GERAL. APRESENTADO EM FLORIANÓPOLIS E BLUMENAU ENTRE NOVEMBRO DE 2017 E ABRIL DE 2018 E EM SÂO PAULO EM 2019. EM 2020, DURANTE O PERÍODO DE ISOLAMENTO SOCIAL CAUSADO PELA PANDEMIA DO CORONAVÍRUS, COREOGRAFOU E DIRIGIU O AUDIOVISUAL "CASA" E EM 2021 DIRIGIU E COREOGRAFOU A INTERVENÇÃO "NÓS" QUE ESTREOU EM FLORIANÓPOLIS E APRESENTOU EM CAMPOS NOVOS (SC) EM 2022, COREOGRAFOU E DIRIGIU O'ESPETÁCULO “MASCULINO DIVERSO”- CRIADO ESPECIALMENTE PARA O FESTIVAL FUNARTE ACESSIBIL DANÇA E O ESPETÁCULO “DESAPEGO” APRESENTADO NAS APAES DE FLORIANÓPOLIS, CRICIÚMA, SANTO AMARO DA IMPERATRIZ E SÃO JOSÉ, NA “MARATONA CULTURAL DE FLORIANÓPOLIS" E NA SEMANA “ACALOURADA” CEART- UDESC. DANDO CONTINUIDADE AO TRABALHO DA LÁPIS DE SEDA – CIA DE DANÇA INCLUSA, INICIOU DOIS PROJETOS DE FORMAÇÃO. “UM NOVO OLHAR PARA APAE DE FLORIANÓPOLIS" QUE VISA OFERECER 5 OFICINAS DE ARTES (DANÇA, MÚSICA, ARTES VISUAIS, TEATRO E CONFECÇÃO DE OBJETOS) PARA 100 ALUNOS DA APAE DE FLORIANÓPOLIS, INICIADO EM NOVEMBRO DE 2021. E O PROJETO ”UM NOVO OLHAR PARA PESSOA COM DEFICIÊNCIA", INICIADO EM 2022, OFERECE 100 VAGAS DIRECIONADAS À PESSOAS COM DEFICIÊNCIA PARA 2 AULAS SEMANAIS DE DANÇA. EXECUTADO DE FORMA VIRTUAL E GRATUITA, SERÁ FINALIZADO COM UM ESPETÁCULO COM A PARTICIPAÇÃO DO ELENCO DA LÁPIS DE SEDA. DESENVOLVEU TRABALHO TERAPÊUTICO, USANDO A DANÇA COMO FIO CONDUTOR, NA CLÍNICA NEUROVITAL— FLORIANÓPOLIS— EM 2019, 2020. ESSE TRABALHO INTITULADO "TERAPIA DO MOVIMENTO" VISA PROMOVER O DESENVOLVIMENTO DA "PESSOA COM DEFICIÊNCIA". EM 2022 CRIOU O ‘ESPAÇO TERAPIA DO MOVIMENTO” DANDO CONTINUIDADE AOS ATENDIMENTOS INDIVIDUAIS E EM GRUPO. COORDENADORA DO DEPARTAMENTO DE DANÇA DA APAE DE FLORIANÓPOLIS, DIRETORA ARTÍSTICA E COREÓGRAFA DO "APAE DANÇA FLORIPA", DESDE 2006. TRABALHO ESSE QUE RECEBEU O PRÊMIO FRANKLIN CASCAES DE CULTURA EM 2010 E QUE POSSIBILITOU A PARTICIPAÇÃO DO GRUPO NA ABERTURA DOS JOGOS NÁUTICOS DAS OLIMPÍADAS DE LONDRES/2012 E A CIRCULAÇÃO DO ESPETÁCULO ”BRASILEIRÍSSIMO”- CRIADO ESPECIALMENTE PARA ESSA TURNÊ - NAS SE GUINTES CIDADES: POOLE/INGLATERRA; WIMBORNE/ INGLATERRA; VICTORIA EDUCATION CENTRE, BRANKSOME/INGLATERRA; PAVILION DANCE - BOURNEMOUTH — EM CONJUNTO COM A CIA. STOPGAP, GRUPO LONDRINO DE DANÇA INCLUSIVA/ INGLATERRA. NESSE MESMO PERÍODO, DIRIGIU ENSAIOS E FOI UMA DAS TRÊS COREÓGRAFAS RESPONSÁVEIS PELO ESPETÁCULO DE ABERTURA DOS JOGOS NÁUTICOS, EM CONJUNTO COM LOUISE KATEREGA, DIRETORA ARTÍSTICA DO FOOT IN HAND DANCE E DEBORAH BADDOO, DIRETORA DO GRUPO STATE OF EMERGENTE. O ESPETÁCULO FOI DIRIGIDO POR JAMIE BEDDARD E ESCRITO POR ALEX BULMER. TAMBÉM DEU PALESTRAS E MINISTROU UM WORKSHOP PARA A CIA. STOPGAP/LONDRES. Cassia Cecilia Feliciano de Souza Produção Executiva Com mais de 30 anos de experiência na produção de grandes ações culturais , shows e espetáculos desenvolvendo projetos culturais nas áreas de teatro, dança, música e circo. Participou de diversas comissões de seleção para editais de artes cênicas Pr^rmio Klauss Vianna, edital de ocupação da Sala Renée Gummiel em São Paulo , edital Boticário na Dança por duas vezes consecutivas,, Prêmio Respirarte (2020) e Festival Acessibilidança 2021. Participou de banca em diversos festivais de dança . Participou de banca de professores. Como diretora de produção realizou grandes projetos como o Grande Dança Brasil , durante a copa do mundo Fifa 2014. Projeto idealizado pelo Ministério da Cultura e Funarte com 48 flash mobs realizados por 12 cidades do país. Atuou nos programas de Fomento à Dança para cidade de São Paulo, PROAC (Programa de Ação Cultural) Circulação e Criação,Circuito Sesi (estado de São Paulo) Rio de Janeiro, Virada Cultural Paulista e Virada Cultural, Prêmio Klaus Vianna, projetos com o SESC São Paulo e interior. Em 2020 atua como produtora executiva da Companhia de dança Lápis de Seda com espetáculos em São Paulo, Florianópolis e pelo estado de Santa Catarina e ações online. Em 2019 inicia o projeto Orquestra Brasileira sob direção de Luiz Zago, como produtora executiva. Atua como assistente do renomado coreógrafo canadense Édouard Lock com estreia mundial para São Paulo Companhia de Dança em São Paulo no Teatro Sérgio Cardoso. Produziu duas temporadas do Balé da Cidade de São Paulo com estreias no Theatro Municipal de São Paulo. Criadora do projeto Dança em Nova York que leva profissionais e estudantes de dança para cursos de especialização no país. Produtora e curadora do projeto Diálogos de Dança, realizado na sala Renée Gummiel do Complexo Cultural da Funarte de São Paulo (2012/2013). Idealizadora e curadora do projeto Quintas Musicais com duas temporadas de sucesso no Teatro Itália em 2013 e 2014. Atuou como representante e produtora das cias Balé da Cidade de São Paulo (BR), Aspen Santa Fe Ballet (EUA), Cia Chunk Move (AUS), Polish Dance Theater (PO) Teatro Cinema (CHI) entre outras. Atuou como diretora de produção em diversos espetáculos internacionais de teatro entre eles, Um Museu Vivo de Pequenas Memórias Esquecidas ( Portugal), Ñaña ( Peru) 13 Sueños (COL) , La Imaginación del Futuro, Tratando de Hacer una Obra que Cambie el Mundo (CHI) ambos da companhia La Resentida, Extreme Symbiosis (SUÉCIA),Lá Contadora de Películas (CHI),Multitude (URU). Pieza para pequeños ( Argentina) An Introduction (BÈLGICA) Produtora no ano do Brasil em Portugal levando o Balé da Cidade de São Paulo para a temporada no Teatro São Luis em Lisboa realização Ministério da Cultura e Funarte. Curadora para o clube de assinatura Viagem Sonora nos anos de 2016 e 2017. Atuou na produção e representação de companhias internacionais de dança para a I Bienal de Dança de Curitiba. Representação do diretor e coreógrafo Luis Arrieta (prêmio APCA 2011 pela obra).Curadoria e administração do teatro Anhembi Morumbi em 2013. Atuou como diretora de produção para diversas companhias de dança nos programas de Fomento à Dança para cidade de São Paulo, PROAC (Programa de Ação Cultural) Circulação e Criação,Circuito Sesi (estado de São Paulo) Virada Cultural Paulista e Virada Cultural, Prêmio Klaus Vianna, projetos com o SESC São Paulo e interior. Trabalhou no Mato Grosso do Sul, Campo Grande com o projeto Arte no Mato em parceria com a Fapec - Fundação de Apoio à Pesquisa e Ensino e Cultura do Estado com o objetivo de estimular a formação de novas platéias no Estado. Entre seus trabalhos produziu Filho de Artista texto de Flávio de Souza e direção Mira Haar Direção de produção na turnê da Cia norte-americana de dança Zvi Dance Company durante excursão pelo Brasil Hedra Rockenbach Designer de luz Sound designer, musicista, iluminadora, coordenadora e diretora técnica de espetáculos. Possui formação incompleta em arquitetura pela Universidade Federal de Santa Catarina, e em música e artes plásticas pela Universidade do Estado de Santa Catarina. Por ter formação multidisciplinar, Hedra desenvolveu um trabalho singular ao campo das artes cênicas no qual luz e som são criadores de dramaturgias e extensão da ação dos performers. Desde 2016 também atua no audiovisual criando trilhas sonoras para longas e curtas metragens. No cinema vem explorando as relações entre som ambiente, ruído, voz, elementos sonoros e música, para ampliar o potencial narrativo da confluência entra som e imagem. Atuou profissionalmente de 1995 à 2020 junto ao Grupo Cena 11 Companhia de dança, participando de todas as suas produções nesse período como responsável pela ambientação sonora, sendo também, a partir de 2003, responsável pela ambientação cênica (luz e cenário). Além de seu trabalho com o Grupo Cena 11, Hedra trabalhou em parceria com outros grupos e artistas, como a Téspis Cia. de Teatro, a Karma Cia. de Teatro, a Key Zetta e Cia., a Camerata de Florianópolis, o Projeto Corpo, tempo e movimento, Luis Ferron, a Eranos Círculo de Artes, Alberto Heller, Cia. Lápis de Seda, Cia. La Vaca, Carol Minozzi, Patricia Arabe, Daniel Olivetto, Corpo Rastreado, Ocupação Mágica e Selvática Ações Artísticas. No cinema fez a trilha dos longas MARES DO DESTERRO (Sandra Alves - Vagaluzes/2020) e CORPO VODU (Will Martins- Novelo Filmes/2016), o documentário HOMENS PINK (Renato Turnes - La Vaca/2020), os curtas O AMIGO DO MEU TIO (Renato Turnes/2021) e O MATADOR DE CACHORROS (Max Reinert/2021) e os curtas de animação MERGULHO e CORAÇÃO INBOX (Eranos Círculo de Artes/2020). Ao longo de sua carreira, a artista recebeu vários prêmios, dentre eles o APCA (2014, 2012, 2007, 1997); Prêmio Bravo (2007), Prêmio Sérgio Motta de Arte e Tecnologia (2007), Transmídia Itaú Cultural (2003), Prêmio do VI Festival Nacional de Teatro de Limeira (2010), e, pela trajetória de pesquisa recebeu a Ordem do Mérito Cultural 2014 do Ministério da Cultura e do Governo Federal. Hedra também foi contemplada por editais e prêmios nacionais e estaduais como Rumos Itaú Cultural, Funarte Klaus Vianna, Funarte Petrobrás, Funarte EnCena, Funarte Mambembe de Dança, Elisabete Anderle. Referência em ambientação sonora para Dança no Brasil, viaja pelo país e exterior com espetáculos. O proponente assumira a coordenacao do projeto de forma voluntaria
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.