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O projeto "ESPLENDOR" prevê a apresentação 5 séries inéditas de obras da artista mineira Thais Helt para o público de Brasília. A mostra, com curadoria de Marilia Panitz, traz pela primeira vez a capital federal uma exposição individual dessa importante artista brasileira que marcou a produção de gravuras no país.
CONTRAPARTIDAS SOCIAIS 1. Formação de professores Pensando no público escolar será realizado bate-papo (4 horas) de formação, compreendendo a figura do professor como um propagador de informações e como o mais potente provocador de curiosidade dos alunos, o serviço educativo da exposição organizará um curso de formação para professores. O bate-papo será uma conversa entre especialista em arte e educação um grupo de professores (20 vinte) abordando temáticas técnicas, de conteúdo, de mediação cultural, e criando relações das mais variadas com as obras do artista, potencializando discussões plurais em sala de aula. Após o bate papo professores e alunos são convidados a visitarem a exposição, centrando na figura do professor o mediador do grupo, estimulando a formação de novos pesquisadores curiosos, das mais variadas idades. Atividade destinada a professores, especialmente da rede pública do estado e município sendo garantida a esses o número de 10 vagas (total de 20 vagas). O projeto fará chamamento diretamente realizado junto às Secretarias de Educação Municipal e Estadual. 2. Bate papo com artista, curadora e critico convidado Serão realizados 03 encontros para discutir a exposição e seus desdobramentos onde o artista, a curadoria e um crítico convidado apresentarão seus comentários e ponto de vista sobre as a exposição e seus desdobramentos na arte contemporânea brasileira (20 vagas por encontro - total de vagas 60 vagas) Atividades destinadas a professores e estudantes, em especial os integrantes da rede pública do estado e município, esses terão prioridade nas inscrições para o bate papo sendo dedicada a esse grupo o mínimo de 30 vagas. O projeto fará chamamento diretamente realizado junto às Secretarias de Educação Municipal e Estadual. 3. Aplicativo de assistência à visita Um aplicativo de celular será criado, permitindo que o visitante, ao entrar na exposição e autorizando a ativação do aplicativo em seu aparelho, receba ao longo da visita informações diversificadas sobre a exposição. Entre informações pontuais sobre as obras, que envolvem conteúdo, linguagens, curiosidades, ficha técnica, também poderá receber frases ditas pela própria artista sobre alguns trabalhos expostos, bem como pequenas reflexões e “provocações” que estimulem o questionamento das obras e produção artística. Este aplicativo busca trazer autonomia a visitação, bem como estimular que o visitante busque e acesse mais informações e possa fazer relações entre as obras, entre a artista e a história da arte brasileira, entre as linguagens e abordagens. A visita torna-se individual e única tornando o visitante em um explorador e pesquisador. No aplicativo o visitante encontrará áudio-guia e vídeo com tradução em libras. O aplicativo será gratuito e poderá ser encontrado no endereço do proponente nas lojas Appstore e Playstore. 4. A exposição conta ainda com uma página no site do proponente que será alimentado por textos, entrevistas, pesquisas e novos conteúdos proporcionando a visitante um mergulho na produção poética do artista. O site permite ainda que a visita e exploração continue acontecendo fora das paredes do espaço expositivo, ampliando repertórios onde quer que o visitante esteja. No site o visitante encontrará áudio-guia, vídeo com tradução em libras e poderá baixar o catálogo em pdf tudo gratuitamente. 5. Caderno para professores Será criado pelo projeto um caderno para professores e interessados onde esses encontrarão materiais, em formato de PDF e disponíveis gratuitamente, para apresentações e entendimento mais profundo da mostra e da arte como um tudo. O projeto “ESPLENDOR” realizará: · Os catálogos produzidos para a mostra serão de disponibilizados em formato digital gratuita para o público em geral e especialmente para escolas, bibliotecas, museus e outras entidades ligadas à cultura no site da proponente (Inciso I Art. 21) · Parte dos ingressos será de distribuição gratuita (Inciso I Art. 21); · Um dia no Mês de acesso gratuito ao público em geral à visitação do projeto; · Um dia por semana de acesso gratuito para estudantes de escolas públicas; · Nos dias em que ocorrerem atividades relativas ao projeto como bate papo com artista ou seminário para professores a entrada para essas atividades será gratuita. · Todas as imagens e vídeos realizados no âmbito do projeto estarão disponíveis gratuitamente no site do proponente (Inciso III e IV Art. 21); · Será produzido material educativo específico para professores para o projeto e disponibilizado gratuitamente no site do proponente (Inciso V Art. 21). O projeto comtempla os incisos abaixo do Art. 24 da IN nº 01/2022: II - Disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;
Objetivo Geral REALIZAÇÃO DA EXPOSIÇÃO "ESPLENDOR" COM OBRAS INÉDITAS DA ARTISTA MINEIRA THAIS HELT E CURADORIA DE MARILIA PANITZ NA CIDADE DE BRASÍLIA. O projeto comtempla o Art 2 do Decreto 10.755/2021 nos seguintes incisos: I _ Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; III _ Viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do país e sua difusão em escala nacional; V - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - Fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - Desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; X - Apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive arte digital e em novas tecnologias; Objetivos Específicos · Promover reflexão e debate sobre a produção de arte contemporânea brasileira; · Produzir um catálogo sobre a exposição apresentada; · Criar uma página para o projeto no site da proponente que permitirá a divulgação de todas as ações desenvolvidas ao longo de todo o período expositivo; · Realizar 03 encontros : Bate papo com artista, bate papo com curadoria, bate papo com professor/critico convidado, que permitam uma ampla discussão dos temas apresentados no projeto; (20 vagas por encontro); · Realizar formação com arte educador para professores sobre o projeto e arte contemporânea em geral (20 vagas); · Criar um aplicativo que permita a visita digital e a difusão do material do projeto à distância; · Disponibilizar parte do material em libras ampliando a acessibilidade do conteúdo ao público em geral; · Disponibilizar legendas das obras em braille ampliando a acessibilidade do conteúdo ao público em geral; · Disponibilizar gratuitamente no site da proponente todo material produzido para a exposição permitindo o acesso à cultura a todas as pessoas irrestritamente, especialmente o público de baixa renda; · Realizar a documentação fotográfica, a catalogação e o laudo das obras que integrarão a mostra.
Thais Helt é uma artista cujas raízes estão assentadas na gravura. Com um longo percurso poético, ela também teve uma atuação definidora dos rumos na arte de Minas Gerais como criadora e gestora da OFICINA 5, por onde passaram inúmeros artistas brasileiros, em busca de experimentação no campo da litografia. Thais era a maestrina dessa "cozinha" da arte em que se constitui o trabalho dos mestres impressores. No seu percurso particular, em seu processo criativo, a artista, desde cedo, rompeu fronteiras que definiam a prática da imagem impressa. Por um lado, trabalhou o desenho e a pintura não só nas suas pedras-matrizes, como define a técnica deste fazer, mas também no resultado da impressão, ou seja, sobre os papéis impressos de suas tiragens que, assim tornavam-se obras únicas. Daí, ganhou o espaço, primeiro com o relevo nas monotipias, ou nessas obras "para além" da gravura... ou da colagem, ou do desenho... Algo aí foi criando um corpo a partir da planaridade do papel impresso e ganhando caixas, onde se guardavam seus experimentos com a forma. Artista-coletora, ela também tem sua estante de muitas coleções mínimas, matérias primas para suas peças... Existe certamente, em seu trabalho, uma tensão entre a figuração e o abstrato; entre a centralidade da forma e certo apelo a nossos olhos que requisita uma costura de associações, determinando possíveis constituições de narrativas. Há algo que a acompanha em seu percurso criador: o branco das bases, o preto da impressão e a introdução do ouro, este das montanhas de Minas Gerais, da tradição do barroco no Brasil, também tendo Minas como centro, e de sua própria história. Em sua última série, ela nos propõe um conjunto de obras que demandam serem instaladas como partes de um todo, mas que não exige a manutenção de tais fragmentos - autônomos em última instância. O que se observa é que sua justaposição constrói uma bela e poderosa sentença. Esplendor compõe-se de várias caixas transparentes que guardam tesouros (ou restos) e uma sequência de sete desenhos que contam uma espera... A espera da cura, do tratamento do corpo, de suas cicatrizes e marcações de alvos (em tinta dourada). O tempo dos traços é o tempo alargado da contemplação de um vir a ser impossível de traduzir-se em desfecho ... Eles têm o tempo lógico do ser humano que projeta sua (in)finitude. Ao realizar exposições de artistas que se encontram fora do eixo Rio/São Paulo mas que são premiados e altamente qualificados na cena cultural brasileira, como Thais Helt, buscamos promover e permitir uma ampla democratização dos meios artísticos e culturais no Brasil. Além de almejar difundir a atividade artística na área de Artes Visuais, favorecendo o acesso ao conhecimento sobre o que está sendo apresentado, há fatores específicos envolvidos neste projeto e que nos incentivam a propor a realização de uma mostra e ações relacionadas. São eles: O projeto "ESPLENDOR"" se enquadra nos incisos abaixo descritos do Art. 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Nesse sentido, no âmbito do Art. 3º da Lei *313/91 o projeto alcançará os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999)
PÚBLICO ALVO A exposição ““ESPLENDOR”” foi desenvolvida para o público em geral. A mostra tem classificação indicativa Livre para todos os públicos. Estima-se que mais de 15 mil pessoas visitarão a exposição em seu período em cartaz. Plano de comunicação/Mídia O projeto “ESPLENDOR” produzirá e realizará a distribuição gratuita (para o público, instituições culturais e formadores de opinião) de release especialmente para a mostra. Esse material tem caráter de informação sobre a exposição e suas atividades. · Contratação de assessoria de imprensa especializada; · Clipagem e valoração de mídia espontânea; · Distribuição gratuita de catálogo digital; · Convite virtual; · Página no site da proponente para o evento; · Divulgação em redes sociais do proponente com impulsionamento. · Registro fotográfico e videográfico do evento.
Sinopse do catálogo Formato digital Dimensões: 430 x 275 mm Miolo 200 páginas Especificações técnicas do catálogo Formato digital salvo em PDF e disponibilizado gratuitamente no site do proponente.
01. EXPOSIÇÃO DE ARTE a) ACESSIBILIDADE FÍSICA: · Descrição da atividade: O projeto buscará parcerias com locais de exposição que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Art.27 II decreto nº 5.761, de 27 de abril de 2006. · Item da planilha orçamentária: Não haverá custo para o projeto. b) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTE VISUAIS: · Descrição da atividade: legendas das obras em braille para garantir o acesso de deficientes visuais. · Item da planilha orçamentária: Transcrição em braille – Valor R$ 3.000,00 Legenda em braille – Valor R$ 1.000,00 c) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS · Descrição da atividade: vídeo em libras · Item da planilha orçamentária: Tradução em libras: Valor – R$ 3.000,00 02. CATÁLOGO a) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS * Descrição da atividade: O catálogo da exposição será disponibilizado gratuitamente em PDF no site da proponente. O catálogo no formato PDF permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” que possibilita a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. * Item da planilha orçamentária: Vale ressaltar que tal funcionalidade é intrínseca aos computadores, sem necessidade de inserção de rubrica para contemplar esta medida de acessibilidade. 03. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS a) ACESSIBILIDADE FÍSICA * Descrição da atividade: O projeto buscará parcerias com locais de exposição que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Art.27 II decreto nº 5.761, de 27 de abril de 2006. * Item da planilha orçamentária: Não haverá custo para o projeto. b) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS * Descrição da atividade: As palestras serão acompanhadas por intérprete em libras; * Itens da planilha orçamentária: Apresentador para áudio guia: Valor – R$ 3.000,00 Interprete em libras: Valor – R$ 3.000,00 c) ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO * Descrição da atividade: Todo o conteúdo desenvolvido pelo projeto será disponibilizado no site do projeto inclusive os vídeos com tradução em libras das obras;
No âmbito do Art. 23 os produtos culturais provenientes do projeto serão distribuídos da seguinte forma: · EXPOSIÇÃO COM ENTRADA FRANCA PARA TODOS OS PÚBLICOS. · Realização de 3 palestras gratuitas para professores, alunos e interessados no limite de 20 vagas por palestra. No âmbito do Art. 24 da IN nº01/2022 serão tomadas seguintes medidas pelo projeto: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: f) monitoria guiada em espaços culturais públicos voltada para pessoas atendidas por políticas assistenciais do governo federal, para acesso e conhecimento aos bens patrimoniais;
Daiana Castilho Dias – Direção de produção Historiadora, professora e produtora cultural é Mestre em História das Relações Internacionais e Diplomacia Cultural pela Universidade de Brasília. Foi Coordenadora Geral da Rede de Centros de Estudos Brasileiros e Institutos Culturais do Brasil no exterior e em seguida assume a Coordenação Geral do Comissariado Brasileiro para o Ano do Brasil na França junto ao Ministério da Cultura. Foi membro do Comissariado Internacional para Cultura. Em 2006 a administração pública e inicia o trabalho de Direção de Produção e Coordenação de projetos de artes visuais que culminaram na realização de uma série de exposições de artes visuais pelo país. Em 2008 cria e dirige a 4 ART PRODUÇÕES CULTURAIS empresa especializada na realização de eventos culturais que já realizou mais de uma centena de exposição no Brasil e no exterior. CV DO ARTISTA Thais Helt é gravadora, pintora e desenhista. Natural de Juiz de Fora, cursou litografia, entre 1972 e 1974, com Lotus Lobo, na Escola Guignard, em Belo Horizonte. Graduou- sem Belas Artes, em 1976, especializando-se em escultura entre 1978 e 1979, sempre na Escola Guignard. Em 1981, frequentou o curso de especialização em litografia, com Antonio Grosso. Em 1991, foi bolsita da Tamarind Institute, em Albuquerque, nos EUA. Em 1978, fundou a oficina de gravura Casa Litográfica, em Belo Horizonte, com George Helt, Lotus Lobo e Marina Nazareth. Em 1988, abre a Oficina Cinco, um ateliê de litografia, em Belo Horizonte. Em 1993, transfere a Oficina Cinco para Nova Lima – MG, onde imprime vários artistas, entre eles Amilcar de Castro. Foi professora e dona da cadeira de litogravura da escola Guignar por mais de 25 anos. Os trabalhos exibidos por Thais Helt em sua primeira individual, em 1987, trazem formas orgânicas que remetem a um conteúdo sensual. Elas seguem presentes no percurso da artista, em diversas obras posteriores. A forma ovalada é elemento recorrente no trabalho de Helt, repetindo-se na gravura, na pintura e também na cerâmica. Segundo a artista, que já fez uma série de desenhos inspirados em sementes, as formas redondas evocam o ovo, o início, o nascimento. Thais Helt começa a pintar em 1978, e a partir de 1998 passa a experimentar grandes suportes, primeiramente com pinturas em preto e branco. Suas telas, sempre em diálogo com as gravuras que faz, compõem-se de grandes áreas chapadas, recortes e formas circulares. Na série de impressões À Flor da Pele (2001), a semitransparência do papel é explorada por meio das particularidades técnicas da xilogravura e da litografia, como superposições de provas e maculaturas1. Valendo-se de colagens, desenhos, costuras e novas impressões, a artista transforma o verso em frente e a frente em verso, tornando tudo uma só peça. Esta pesquisa desenvolve-se também na série de litogravuras Tempo Impresso (2007), em que a ordem convencional da impressão é subvertida, substituindo os papéis - utilizados como suporte tradicional - por objetos únicos recolhidos do repertório familiar da artista, como colchas, toalhas e estampas antigas. Desse modo, Helt concebe trabalhos sem possibilidade de duplicidade ou reprodução. A artista já participou de várias Bienais no Brasil e no exterior e possui trabalhos em coleções importantes como Coleção Sérgio Carvalho, MAM/RJ, Mun/DF, entre outros. CV DO CURADOR Marília Panitz Silveira Mestre em Arte Contemporânea: teoria e história da arte, foi professora na Universidade de Brasília, de 1999 a 2012. Dirigiu o Museu Vivo da Memória Candanga e o Museu de Arte de Brasília. De 1994 a 2013, atuou como pesquisadora e coordenadora de programas educativos em exposições. Atua como crítica de arte e curadora independente, com projetos como: Felizes para Sempre, Coletivo Irmãos Guimaraes BSB, Curitiba e SP, 2000/2001; Gentil Reversão, BSB, RJ 2001/2003; Rumos Visuais Itaú Cultural 2001/03 e 2008/10; Azulejos em Lisboa Azulejos em Brasília: Athos Bulcão e a azulejaria barroca, Lisboa, 2013; Vértice – Coleção Sergio Carvalho, nos Correios em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo 2015| 2016; 100 anos de Athos Bulcão CCBB Brasilia, Belo Horizonte São Paulo e Rio de Janeiro, 2018-9; O Jardim de Amilcar de Castro: neoconcreto sob o céu de Brasília, no CCBB-Brasila, 2022-24. Realiza projetos com ênfase na produção artística do Distrito Federal e na formação de uma visualidade determinada pela cidade nova; e em mapeamento da cena cultural de espaços não hegemônicos. Marília Panitz foi professora ao Instituto de Arte da Universidade de Brasilia ,até 2013. Dirigiu o Museu Vivo da Memória Candanga e o Museu de Arte de Brasília. Pesquisadora e coordenadora de programas educativos em exposições. Atua como crítica de arte e curadora independente, realizando projetos com ênfase na produção artística do DF.
PROJETO ARQUIVADO.