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O projeto 'Brasília, enfim’ prevê a apresentação para o público de exposição do artista paraibano, radicado em Brasília com curadoria de Guilherme Wisnik e Charles Cosac. As obras que compõem a exposição foram criadas por Christus Nóbrega com uso de avançados recursos de Inteligência Artificial (IA). A mostra trata da comemoração do aniversário de 63 anos da capital federal e apresentará ao público mais de 150 trabalhos entre fotografias, vídeos, instalações e objetos todos inéditos.
CONTRAPARTIDAS SOCIAIS 1. Formação de professores Pensando no público escolar será realizado bate-papo (4 horas) de formação, compreendendo a figura do professor como um propagador de informações e como o mais potente provocador de curiosidade dos alunos, o serviço educativo da exposição organizará um curso de formação para professores. O bate-papo será uma conversa entre especialista em arte e educação um grupo de professores (20 vinte) abordando temáticas técnicas, de conteúdo, de mediação cultural, e criando relações das mais variadas com as obras do artista, potencializando discussões plurais em sala de aula. Após o bate papo professores e alunos são convidados a visitarem a exposição, centrando na figura do professor o mediador do grupo, estimulando a formação de novos pesquisadores curiosos, das mais variadas idades. Atividade destinada a professores, especialmente da rede pública do estado e município sendo garantida a esses o número de 10 vagas (total de 20 vagas). O projeto fará chamamento diretamente realizado junto às Secretarias de Educação Municipal e Estadual. 2. Bate papo com artista, curador e critico convidado Serão realizados 03 encontros para discutir a exposição e seus desdobramentos onde o artista, a curadoria e um crítico convidado apresentarão seus comentários e ponto de vista sobre as a exposição e seus desdobramentos na arte contemporânea brasileira (20 vagas por encontro - total de vagas 60 vagas) Atividades destinadas a professores e estudantes, em especial os integrantes da rede pública do estado e município, esses terão prioridade nas inscrições para o bate papo sendo dedicada a esse grupo o mínimo de 30 vagas. O projeto fará chamamento diretamente realizado junto às Secretarias de Educação Municipal e Estadual. 3. Aplicativo de assistência à visita Um aplicativo de celular será criado, permitindo que o visitante, ao entrar na exposição e autorizando a ativação do aplicativo em seu aparelho, receba ao longo da visita informações diversificadas sobre a exposição. Entre informações pontuais sobre as obras, que envolvem conteúdo, linguagens, curiosidades, ficha técnica, também poderá receber frases ditas pela própria artista sobre alguns trabalhos expostos, bem como pequenas reflexões e “provocações” que estimulem o questionamento das obras e produção artística. Este aplicativo busca trazer autonomia a visitação, bem como estimular que o visitante busque e acesse mais informações e possa fazer relações entre as obras, entre a artista e a história da arte brasileira, entre as linguagens e abordagens. A visita torna-se individual e única tornando o visitante em um explorador e pesquisador. No aplicativo o visitante encontrará áudio-guia e vídeo com tradução em libras. O aplicativo será gratuito e poderá ser encontrado no endereço do proponente nas lojas Appstore e Playstore. 4. A exposição conta ainda com uma página no site do proponente que será alimentado por textos, entrevistas, pesquisas e novos conteúdos proporcionando a visitante um mergulho na produção poética do artista. O site permite ainda que a visita e exploração continue acontecendo fora das paredes do espaço expositivo, ampliando repertórios onde quer que o visitante esteja. No site o visitante encontrará áudio-guia, vídeo com tradução em libras e poderá baixar o catálogo em pdf tudo gratuitamente. 5. Caderno para professores Será criado pelo projeto um caderno para professores e interessados onde esses encontrarão materiais, em formato de PDF e disponíveis gratuitamente, para apresentações e entendimento mais profundo da mostra e da arte como um tudo. O projeto “Brasília, enfim” realizará: · Os catálogos produzidos para a mostra serão de disponibilizados em formato digital gratuita para o público em geral e especialmente para escolas, bibliotecas, museus e outras entidades ligadas à cultura no site da proponente (Inciso I Art. 21) · Exposição gratuita (Inciso I Art. 21); · Nos dias em que ocorrerem atividades relativas ao projeto como bate papo com artista ou seminário para professores a entrada para essas atividades será gratuita. · Todas as imagens e vídeos realizados no âmbito do projeto estarão disponíveis gratuitamente no site do proponente (Inciso III e IV Art. 21); · Será produzido material educativo específico para professores para o projeto e disponibilizado gratuitamente no site do proponente (Inciso V Art. 21). O projeto comtempla os incisos abaixo do Art. 24 da IN nº 01/2022: II - Disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;
Objetivo Geral Realização da mostra 'Brasília, enfim’ na capital federal com obras inéditas de Christus Nóbrega realizadas com uso de Inteligência Artificial (IA). O projeto comtempla o Art 2 do Decreto 10.755/2021 nos seguintes incisos: I _ Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; III _ Viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do país e sua difusão em escala nacional; V - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - Fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - Desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; X - Apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive arte digital e em novas tecnologias; Objetivos Específicos · Promover reflexão e debate sobre a produção de arte contemporânea brasileira; · Produzir um catálogo/livro sobre a exposição apresentada; · Criar uma página para o projeto no site da proponente que permitirá a divulgação de todas as ações desenvolvidas ao longo de todo o período expositivo; · Realizar 03 encontros : Bate papo com artista, bate papo com curadoria, bate papo com professor/critico convidado, que permitam uma ampla discussão dos temas apresentados no projeto; (20 vagas por encontro); · Realizar formação com arte educador para professores sobre o projeto e arte contemporânea em geral (20 vagas); · Criar um aplicativo que permita a visita digital e a difusão do material do projeto à distância; · Disponibilizar parte do material em libras ampliando a acessibilidade do conteúdo ao público em geral; · Disponibilizar legendas das obras em braille ampliando a acessibilidade do conteúdo ao público em geral; · Disponibilizar gratuitamente no site da proponente todo material produzido para a exposição permitindo o acesso à cultura a todas as pessoas irrestritamente, especialmente o público de baixa renda; · Realizar a documentação fotográfica, a catalogação e o laudo das obras que integrarão a mostra.
A onipresença dos computadores à nossa volta, a generalização da Internet, os avanços da biotecnologia, as promessas da nanotecnologia, as inovações tecnológicas de toda sorte já ultrapassaram infinitamente os limites dos laboratórios científicos e hoje fazem parte do cotidiano de uma porcentagem cada vez maior das populações urbanas de grande parte do planeta Fazer uma inteligência artificial aprender ao longo do tempo se torna um processo fundamental nesta busca por máquinas que auxiliem na criação de novas plataformas e ferramentas para os artistas visuais. Técnicas de aprendizado de máquina, como as redes neurais e o deep learning, têm produzido inteligências capazes de absorver o estilo e características de determinadas imagens e reinterpretá-las ou construir outras aplicando o que foi aprendido. No âmbito dessa nova tendencia é apresentado o projeto "Brasília, enfim". O artista Christus Nóbrega, doutor em arte e tecnologia, vem alimentando ou como é denominado realizando a curadoria de um pensamento com uma IA. Tendo como base os relatos descritivos que ouvia na infância sobre Brasília, o artista nordestino reconstrói com inteligência artificial as imagens que outrora sonhava, pondo em choque uma Brasília imaginária com uma Brasília real, levando para o público uma experiência original e inovadora sobre a cidade em que vivem. Cada imagem produzida é única resultam em imagens imprevisíveis e surpreendentes, apresentando no projeto um dos mais avançados exemplos de inteligência artificial a serviço de uma estética humana. Aqui o artista não busca a discussão sobre o poder ou não da máquina em criar arte mas sim a utiliza como ferramenta de construção de um pensamento onde a confluência entre imaginário e realidade convivem em harmonia. Onde relatos orais e alta tecnologia conseguem coabitar e construir uma cidade em conjunto permitindo ao público vivenciar a relação entre suas lembranças afetivas e o mundo contemporâneo. Em "Brasília, enfim" Nóbrega busca promover o avanço na democratização do acesso a inovações tecnológicas, como a IA, ao público, em especial aqueles cujo contato com a tecnologia ainda é distante. Além de almejar difundir a atividade artística na área de Artes Visuais, favorecendo o acesso ao conhecimento sobre o que está sendo apresentado, há fatores específicos envolvidos neste projeto e que nos incentivam a propor a realização de uma mostra e ações relacionadas. São eles: O projeto "Brasília, enfim" se enquadra nos incisos abaixo descritos do Art. 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Nesse sentido, no âmbito do Art. 3º da Lei *313/91 o projeto alcançará os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999)
PÚBLICO ALVO A exposição “'Brasília, enfim” foi desenvolvida para o público em geral. A mostra tem classificação indicativa Livre para todos os públicos. Estima-se que mais de 20 mil pessoas visitarão a exposição em seu período em cartaz. 3. Plano de comunicação/Mídia O projeto “'Brasília, enfim” produzirá e realizará a distribuição gratuita (para o público, instituições culturais e formadores de opinião) de release especialmente para a mostra. Esse material tem caráter de informação sobre a exposição e suas atividades. · Contratação de assessoria de imprensa especializada; · Clipagem e valoração de mídia espontânea; · Distribuição gratuita de catálogo digital; · Convite virtual; · Página no site da proponente para o evento; · Divulgação em redes sociais do proponente com impulsionamento. · Registro fotográfico e videográfico do evento.
Sinopse do catálogo Catálogo impresso – Capa dura Dimensões: 430 x 275 mm Miolo 200 páginas Especificações técnicas do catálogo Catálogo - Capa Dura - Sem Verniz de Máquina no tamanho fechado 21,0 x 27,0 Miolo:Páginas:200. Capa no tamanho aberto 48,1x30,0 cm em papel Couché Fosco (LD) 170 g/m2 impressos à 4x1 cores. Acabamentos: Prova Laser, Laminação BOPP Fosco F Papelão no tamanho aberto 44,1x27,5 cm em papel Papelão 1220 g/m2 impressos à 0x0 cores. Acabamentos: Lâminas no tamanho aberto 42,0x27,0 cm em papel Color Plus (Cores) 240 g/m2 impressos à 0x0 cores. Acabamentos: Laminação BOPP Fosco F, Dobra Miolo: 200 Páginas no tamanho 21,0x27,0 cm em papel Offset 150 g/m2 impressos à 4x4 cores. Acabamentos: Prova Laser, Dobra Finalizações:Alceamento, Cola Hotmelt, Capa dura com costura, Encaixotamento
01. EXPOSIÇÃO DE ARTE a) ACESSIBILIDADE FÍSICA: · Descrição da atividade: O projeto buscará parcerias com locais de exposição que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Art.27 II decreto nº 5.761, de 27 de abril de 2006. · Item da planilha orçamentária: Não haverá custo para o projeto. b) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTE VISUAIS: · Descrição da atividade: legendas das obras em braille para garantir o acesso de deficientes visuais. · Item da planilha orçamentária: Transcrição em braille – Valor R$ 3.000,00 Legenda em braille – Valor R$ 1.000,00 c) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITITOS · Descrição da atividade: vídeo em libras · Item da planilha orçamentária: Tradução em libras: Valor – R$ 3.000,00 02. CATÁLOGO a) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS * Descrição da atividade: O catálogo da exposição será disponibilizado gratuitamente em PDF no site da proponente. O catálogo no formato PDF permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” que possibilita a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. * Item da planilha orçamentária: Vale ressaltar que tal funcionalidade é intrínseca aos computadores, sem necessidade de inserção de rubrica para contemplar esta medida de acessibilidade. 03. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS a) ACESSIBILIDADE FÍSICA * Descrição da atividade: O projeto buscará parcerias com locais de exposição que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Art.27 II decreto nº 5.761, de 27 de abril de 2006. * Item da planilha orçamentária: Não haverá custo para o projeto. b) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS * Descrição da atividade: As palestras serão acompanhadas por intérprete em libras; * Itens da planilha orçamentária: Apresentador para áudio guia: Valor – R$ 3.000,00 Interprete em libras: Valor – R$ 3.000,00 c) ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO * Descrição da atividade: Todo o conteúdo desenvolvido pelo projeto será disponibilizado no site do projeto inclusive os vídeos com tradução em libras das obras;
No âmbito do Art. 23 os produtos culturais provenientes do projeto serão distribuídos da seguinte forma: · Entrada gratuita para todas as atividades do projeto. · Realização de 3 palestras gratuitas para professores, alunos e interessados no limite de 20 vagas por palestra. No âmbito do Art. 24 da IN nº01/2022 serão tomadas seguintes medidas pelo projeto: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: f) monitoria guiada em espaços culturais públicos voltada para pessoas atendidas por políticas assistenciais do governo federal, para acesso e conhecimento aos bens patrimoniais;
Daiana Castilho Dias – Direção de produção Historiadora, professora e produtora cultural é Mestre em História das Relações Internacionais e Diplomacia Cultural pela Universidade de Brasília. Foi Coordenadora Geral da Rede de Centros de Estudos Brasileiros e Institutos Culturais do Brasil no exterior e em seguida assume a Coordenação Geral do Comissariado Brasileiro para o Ano do Brasil na França junto ao Ministério da Cultura. Foi membro do Comissariado Internacional para Cultura. Em 2006 a administração pública e inicia o trabalho de Direção de Produção e Coordenação de projetos de artes visuais que culminaram na realização de uma série de exposições de artes visuais pelo país. Em 2008 cria e dirige a 4 ART PRODUÇÕES CULTURAIS empresa especializada na realização de eventos culturais que já realizou mais de uma centena de exposição no Brasil e no exterior. CV DO ARTISTA CHRISTUS NÓBREGA - ARTISTA Artista e Professor do Departamento de Artes Visuais (VIS), do Instituto de Artes (IdA) da Universidade de Brasília (UnB). Doutor e Mestre em Arte Contemporânea pela UnB. Leciona e orienta nos curso de Pós-Graduação em Artes da mesma instituição. Vem participando regularmente de exposições nacionais e internacionais – destacando individuais no CCBB Brasília, Belo Horizonte e Bienal de Curitiba. Sua exposição Labirinto foi eleita pelo ArtGuide Australiano como uma das cinco melhores exposições do pais em março de 2020. Tem obras em acervos e coleções privadas e institucionais, a exemplo da Fondation Cartier - Paris, no Museu de Arte do Rio (MAR) - Rio de Janeiro e Museu Nacional - Brasília. Autor de livros e artigos cientí_cos na área de artes e arte/educação. Premiado pelo Programa Cultural da Petrobras (2004 e 2011) e pelo Museu da Casa Brasileira (2004). Indicado ao Prêmio Pipa (2017 e 2019). Em 2015, representou o Brasil na China pelo Programa de Residência Artística do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, na universidade chinesa Central Academy of Fine Arts (CAFA). Em 2018, a convite do Canberra Contemporary Art Space (CCAS) e Itamaraty fez residência na Austrália. CV DO CURADOR CHARLES COSAC Fundou, em 1997, a editora Cosac Naify, em São Paulo. Cosac aprofundou estudos de teoria e história da arte na Inglaterra. É mestre em história e teoria das artes pela Universidade de Essex – onde também fundou a primeira coleção pública de arte latino-americana da Europa, a Ueclaa (University of Essex Collection of Latin American Art). Iniciou doutorado na Universidade de São Petersburgo na Rússia, também em história e teoria da arte. Foi diretor da Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, em 2017 e 2018. E de 2019 a 2021, dirigiu o Museu Nacional da República em Brasília. GUILHERME WISNIK Professor, crítico, curador. Professor Livre-Docente na FAUUSP em regime de Dedicação Integral junto aos cursos de graduação e pós-graduação desde 2014, atua em programas de Cultura e Extensão Universitárias nas áreas de cultura, arquitetura, urbanismo, design e artes visuais. Co-lider do grupo de pesquisa Arquitetura, arte e cidade contemporânea: projetos e obras, diálogos, fricções. Foi Curador-Geral da 10a Bienal de Arquitetura de São Paulo (IAB/SP, 2013). Autor dos livros Lucio Costa (Cosac Naify, 2001), Estado crítico: à deriva nas cidades (Publifolha, 2009, primeiro lugar na categoria trabalhos publicados no 24o Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira, em 2010), Dentro do nevoeiro: arquitetura, arte e tecnologia contemporâneas (Ubu Editora, 2018), Bolívia 2016 (Circo de Ideias, 2018) e Lançar mundos no mundo: Caetano Veloso e o Brasil (Fósforo, 2022), e coautor de Espaço em obra: cidade, arte, arquitetura (Edições Sesc São Paulo, 2018). Organizador dos livros O risco: Lucio Costa e a utopia moderna (Bang Bang, 2003) e Paulo Mendes da Rocha (Azougue, 2012), e co-organizador de Coletivo: arquitetura paulista contemporânea (Cosac Naify, 2006), Cildo: estudos, espaços, tempo (Ubu Editora, 2018), Futuro desenhado - ou textos escolhidos de Paulo Mendes da Rocha (Monade Editora, 2018) e Infinito vão (Casa da Arquitectura/Monolito, 2019). Publica regularmente artigos e ensaios em revistas acadêmicas e especializadas no Brasil e no exterior, como Novos Estudos Cebrap, Revista Pós, Concinnitas, Poiesis, Zum, Serrote e Monolito (Brasil), Plot (Buenos Aires), Artforum (Nova York), Architectural Design e Third Text (Londres), Arquitectura Viva e AV Monografías (Madri), 2G (Barcelona), Domus (Milão), Rassegna di Architettura e Urbanistica (Roma), Arch + (Berlim), Jornal Arquitectos (Lisboa), Lars cultura y ciudad (Valência) e Urban China (Xangai). Vice-diretor do Centro Universitário Maria Antonia de 2014 a 2016, Colunista do jornal Folha de S. Paulo (2006-07 e 2016), da Rádio USP, conferencista do ciclo Mutações, consultor ad-hoc da FAPESP, membro da Latin American Studies Association (LASA), da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), da Comissão Científica da Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa (AEAULP) do Conselho Consultivo da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) e do Conselho de orientação artística da Pinacoteca do Estado. Formado em Arquitetura e Urbanismo (FAUUSP, 1998), Mestre em História Social (FFLCH-USP, 2004), é Doutor pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Foi professor de história e teoria da arte e arquitetura moderna e contemporânea da Universidade Anhembi Morumbi entre 2005 e 2009, e na Escola da Cidade - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo entre 2008 e 2013. Lecionou, como professor convidado, na École dArchitecture de la ville & des territoires à Marne-la-Vallée, Paris, em 2016, na École Nationale Supérieure d'Architecture de Paris-Belleville, ENSAPB, em 2018, e na Universidad de Talca, Chile, desde 2021. Foi sócio do escritório de arquitetura Metro Arquitetos Associados, sediado em São Paulo, de 2000 a 2006. Foi curador do projeto de arte pública Margem (Itaú Cultural, 2008-10), da Ocupação Cildo Meireles (Itaú Cultural, 2011), da exposição Paulo Mendes da Rocha: a natureza como projeto (Museu Vale, Vitória do Espírito Santo, 2012), da Ocupação Paulo Mendes da Rocha (Itaú Cultural, 2018) e da exposição Infinito vão: 90 anos de arquitetura brasileira (Casa da Arquitectura de Portugal, 2018). Atua regularmente nas associações, congressos, seminários e encontros acadêmicos das áreas de arquitetura, urbanismo e artes visuais, participando de bancas, mesas redondas, comissões julgadoras, e publicando em periódicos do Brasil e do exterior. Recebeu o prêmio Destaque 2018 da ABCA (Associação Brasileira de Críticos de Arte) em 2019, e o Prêmio Jabuti 2021 na categoria Artes.
PROJETO ARQUIVADO.