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PRONAC 223734Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Fotolab na Estrada

TATIANE CARVALHO BISPO
Solicitado
R$ 265,9 mil
Aprovado
R$ 265,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2022
    Cadastro PRONAC
    Ano 22
  2. 03/07/2023
    Início previsto
  3. 04/07/2025
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
22

Localização e período

UF principal
MG
Município
Ipatinga
Início
2023-07-03
Término
2025-07-04
Locais de realização (4)

Resumo

‘Fotolab na estrada’ propõe ampliar a difusão dos processos artesanais fotográficos, através de oficinas gratuitas de técnicas de fotografia analógica e pin hole*, para o público infantil. Possibilitar o conhecimento acerca da história da fotografia e de conceitos ligados ao processo de construção da imagem, ampliando o repertório cultural e artístico. Contribuir de maneira sustentável, uma vez que intenta aproveitar 04 equipamentos (containers) de(Ipaba, Bugre, Pingo D`água e Periquito) para adaptação de laboratório de revelação fotográfica.Realizar ação educativa com Palestra e exposição do resultado das oficinas em todas as ciidades atendendo 1000 pessoas.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivo Geral Compartilhar os processos de fotografia analógica e pin hole*, voltado a um público infantil, através de atividades lúdicas, coletivas e colaborativas, por meio de 08 oficinas para 200 participantes, atendendo 04 cidades (Pingo d´água, Ipaba, Periquito e Bugre) que possuem um equipamento (container) a ser adaptado como um laboratório de revelação fotográfica. O projeto cumprirá as seguintes finalidades previstas no Art. 2º do Decreto 10.755/2021: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Pois através das oficinas de fotografia em formato gratuito possibilitará a ampliação desse acesso a um público que reside em cidades do interior, distantes de equipamentos ou instituições culturais. VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; Pois o conhecimento a ser compartilhado nas oficinas está relacionado diretamente a atividades que fomentam as práticas artísticas de um público infantil, proporcionando um espaço de criação, onde a diversidade cultural é estimulada e valorizada, contribuindo desta forma com o alargamento do repertório artístico. Objetivos Específicos 1. OFICINA/MÃO NA MASSA: Realizar 08 oficinas de forma gratuita em 04 cidades do interior de Minas (Ipaba, Periquito, Bugre e Pingo d´água) durante 08 meses, com atividades lúdicas no ensino da história da fotografia e da prática de alguns processos artesanais como: fotografia analógica, pinhole, para 200 crianças com idade de 08 a 10 anos. Cada oficina terá carga horária total de 12 horas, divididas em 06 dias com duração de 2 meses por cidade, do qual serão atendidos 50 crianças em cada cidade, escolhidas através de inscrição realizada por cada escola. Todas as aulas serão realizadas no espaço físico (container) cedido pelas prefeituras de cada município conforme carta de anuência anexada. O projeto prevê as seguintes práticas de avaliação das ações realizadas: â—? Realizar avaliação de competências individuais e de equipe - será aplicada uma avaliação do processo de desenvolvimento do público participante das oficinas, de modo a subsidiar o oficineiro a conduzir o processo pedagógico com segurança e permitir ao aluno refletir sobre o que aprendeu, indicando o grau de satisfação. â—? Avaliação de impacto - será utilizada pesquisa de satisfação através de formulário físico direcionado aos pais dos alunos e agentes da comunidade, analisando o impacto do projeto na comunidade. â—? Avaliação de metas, após a finalização das oficinas do projeto â—? Avaliação de processo e indicadores. *Pin hole - A tradução do inglês para o português é ‘buraco de agulha’. É uma câmera construída de modo artesanal e rudimentar, utilizando neste caso uma lata carregada com papel fotográfico. Existem pin holes feitas de outros materiais como caixa de fósforo, ou algum compartimento que possibilite ter o seu interior totalmente fechado como uma câmera escura, tendo um pequeno orifício feito com uma agulha, por onde entra a luz e expõe o papel. 1. PALESTRA / EXPOSIÇÃO DA OFICINA/MÃO NA MASSA - Realizar uma palestra nas 04 cidades com exposição do resultado final de cada oficina desenvolvido pelas crianças, aberta para a pais e comunidade.

Justificativa

O projeto ‘Fotolab na estrada’ é relevante, principalmente para o momento que estamos vivenciando, em um mundo cada vez mais tecnológico e inovador. As crianças que são público-alvo deste projeto fazem parte dessa geração, apesar de muitas delas não terem acesso facilitado à essa realidade e principalmente por não conheceram a fotografia analógica. Mesmo diante de todas as transformações, desde o advento da fotografia em 1826, em um mundo saturado de imagens, o ato de fotografar ainda conserva em sua essência a dinâmica e movimento de um corpo presente, quem fotografa, (re)fazendo recortes de uma realidade. E é a partir dessa perspectiva, através do ensino dos fundamentos básicos da fotografia, o projeto propõe a difusão e compartilhamento de alguns processos artesanais fotográficos. Na aplicação de uma metodologia lúdica, interativa e colaborativa, pautada na 'Aprendizagem Criativa', promovendo um espaço para criação e expressão artística das crianças participantes. A linguagem fotográfica como potencial pedagógico para exercitar o olhar estético e criativo das crianças sob realidades diversas, desenvolvendo também a autonomia e liberdade na escolha das imagens que desejam criar. A 'Aprendizagem Criativa' é uma abordagem educacional mão na massa, que estimula a/o aprendiz a aproveitar materiais artesanais ou tecnológicos para criações e ou inovações. Esse termo foi inspirado nas ideias do educador Seymour Papert, endossado por Mitchel Resnik, professor de pesquisas educacionais do Laboratório de Mídia do MIT, ligado à Fundação LEGO. É uma metodologia de aprendizado sustentada por 4 pilares: 1. Projeto 2. Parcerias 3. Paixão 4. Pensar brincando e compartilhando. Portanto, as crianças participantes terão a oportunidade de compreender, acompanhar e participar ativamente de todas as etapas da fotografia, desde sua concepção até a revelação. A lei de incentivo à cultura possibilitará a execução deste projeto, enquadrado na área de ARTES VISUAIS _ Fotografia, propõe ações artístico-formativas, em acordo com o art. 1º, da Lei nº 8.313, de 23 de Dezembro de 1991, que tem como finalidades principais alinhadas aos três seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais Pois através do formato itinerante das oficinas oportunizará a um público infantil em comunidades afastadas dos grandes centros, o conhecimento e aplicação de processos de criação utilizando a linguagem fotográfica como principal facilitador de aprendizagem e acesso à cultura. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. Através do estímulo da liberdade de expressão e criação das crianças participantes, enfatizar e valorizar o modo de fazer e criar característico de nossa realidade brasileira e suas especificidades em cada comunidade contemplada pelo projeto. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Pois a fotografia é um eficaz instrumento para o campo de preservação cultural, devido às suas características de fornecer registros, de servir como fonte histórica e como documento visual, além disso, o fato de ser ela própria um bem cultural, imbuída de memória, identidade, valores individuais e coletivos. Através da história visual de uma sociedade, as fotografias possibilitam o conhecimento de sua história material. Um das características marcantes do projeto é a preocupação com a sustentabilidade, haja vista, serão aproveitados 04 equipamentos (containers) que foram doados para as prefeituras de 04 municípios por um projeto cultural realizado anteriormente. Verificamos através de uma visita técnica (fotos anexadas - informações adicionais) que essas estruturas são estão sendo pouco utilizadas por falta de recursos financeiros. As estruturas são adequadas e adaptáveis para funcionarem como laboratório de revelação fotográfica, uma vez que são bem vedadas, com pouca entrada de luz e possuem ar-condicionado, mantendo uma temperatura baixa para conservação dos químicos utilizados nos processos de revelação. Possuem espaço de fácil circulação e acesso para pessoas com alguma dificuldade de mobilidade. Além de todas as razões acima descritas o projeto tem como principal caráter aproximar ações culturais educativas e formativas de um público que está distante de instituições culturais-artísticas dos grandes centros. Vale ressaltar que projetos como este, realizados em cidades do interior do país e com acesso integralmente gratuito, só são viabilizados graças a mecanismos como a Lei 8.313/91, Mecanismo de Incentivo á Cultura, importante para fomentar a cultura. Para além desses aspectos, a proposta contempla a oferta inteiramente gratuita das ações, o que a alinha aos seguintes objetivos dispostos no Art. 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. Fontes de pesquisa utilizadas: http://portal.iphan.gov.br/dicionarioPatrimonioCultural/detalhes/50/fotografia https://www.caiodib.com.br/blog/aprendizagem-criativa-ensino-inovador-educacao-significado/ https://blog.elevaplataforma.com.br/aprendizagem-criativa/

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

Produto: Oficina Mão na massa Projeto pedagógico O projeto irá atender 200 crianças, seleção através de inscrição pelas escolas de cada cidade. Metodologia Compartilhar com as crianças participantes princípios básicos de fotografia, utilização de câmeras analógicas e construção de câmeras pin holes* com lata. As crianças serão estimuladas a imaginação e criação de imagens a partir de seus olhares e suas próprias vivências no mundo. O percurso será iniciado com apresentação dos oficineiros e brincadeiras quebra-gelo para conhecer as crianças participantes. Pretende-se promover um espaço para criação e expressão artística das crianças participantes através de uma metodologia lúdica, interativa e colaborativa, pautada na Aprendizagem Criativa. Essa metodologia mão-na-massa, estimula a autonomia e liberdade para escolha e criação de trabalhos em perspectivas diversas. Não é pré-requisito nenhum conhecimento prévio sobre fotografia, pelo contrário quanto menos contato com a fotografia melhor para a experiência na oficina. A oficina será dividida em 6 dias, com duas horas de duração em cada um deles. 1º dia A) Boas vindas (brincadeira quebra-gelo para apresentação dos oficineiros e crianças participantes) B) Viagem pela história da fotografia C) Brincadeiras interativas com explicações dos princípios da fotografia D) Pausa para o lanche E) Mão na massa: construção de uma câmera de papelão e saída para visualização do funcionamento F) Conversar sobre a atividade, ouvir as crianças participantes G) Apresentação das principais variáveis da fotografia (tempo de exposição, quantidade de luz e sensibilidade) - uso do quadro H) Breve explicação de como será o próximo encontro: despertando o interesse para a participação durante todos os dias I) Explicação da exposição dos trabalhos resultantes que acontecerá no último dia e envio de convites aos familiares e comunidade. 2º dia A) Boas vindas B) Revisão do dia anterior C)Explicação do funcionamento da câmera analógica - uso do quadro D) Saída fotográfica prática pelos arredores, retratos individuais e de turma utilizando câmera analógica carregada com filme fotográfico, divisão em grupos E) Pausa para o lanche F) Bate papo sobre a vivência de fotografar com a câmera analógica, ouvir as crianças participantes F) Filme animação sobre fotografia G) Breve explicação do próximo dia, despertando a curiosidade 3º dia A) Boas vindas B) Explicação da revelação do filme, ampliação fotográfica e revelação do papel, equipamentos do laboratório e processos - uso do quadro C) Primeira experiência no laboratório com ampliação fotográfica e revelação de foto da turma no papel D) Pausa para o lanche E) Explicação dos materiais para construção da câmera pin hole* e o passo a passo F) Mão na massa: Construção da câmera pin hole* de lata G) Orientações do funcionamento da pin hole* de lata H) Breve explicação do próximo dia, despertando a curiosidade 4º dia A) Boas vindas, roda de conversa sobre as impressões individuais a respeito do processo de oficina B) Reconhecimento da área no entorno e escolha do assunto a ser fotografado C) Saída fotográfica para a prática fotográfica D) Pausa para o lanche E) Filme animação sobre fotografia F) Breve explicação do próximo dia, despertando a curiosidade 5º dia A) Boas vindas B)Segunda experiência no laboratório com revelação dos trabalhos individuais C)Pausa pro lanche D) Roda de conversa para ouvir as impressões das crianças participantes sobre o processo de revelação E) Orientação e reforço do convite para exposição das fotos resultantes 6º dia A) Boas vindas aos familiares e demais visitantes da exposição B) Apresentação do projeto e fala com explicação do processo da oficina C) Exposição dos trabalhos e confraternização D) Lanche e despedida Recursos didáticos e materiais necessários 05 câmeras fotográficas análógicasMaterial de laboratório para revelação fotográfica em filme e papel (químicos, equipamentos de proteção, etc) 01 quadro com pincel 01 projetor e 01 computador25 latas200 papéis fotográficos01 lata de tinta preta 05 agulhas10 folhas A4 de papel cartão preto 01 rolo de fita isolante *Pin hole - A tradução do inglês para o português é ‘buraco de agulha’. É uma câmera construída de modo artesanal e rudimentar, utilizando neste caso uma lata carregada com papel fotográfico. Existem pin holes feitas de outros materiais como caixa de fósforo, ou algum compartimento que possibilite ter o seu interior totalmente fechado como uma câmera escura, tendo um pequeno orifício feito com uma agulha, por onde entra a luz e expõe o papel.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA: As oficinas serão realizadas em espaço acessível, com rampas, corrimões, banheiros adaptados etc.Item da planilha orçamentária: As medidas de acessibilidade física não implicam custos financeiros, uma vez que as atividades presenciais ocorrerão em espaços com condições de acessibilidade verificadas previamente. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Consultor de acessibilidade para apoiar na adaptação do conteúdo das oficinas para atender as necessidades deste público e Monitoria especializada inclusiva.Item da planilha orçamentária: Consultor de acessibilidades e Monitores na etapa de produção do mesmo produto. (Não havia no SALIC rubrica específica para esse serviço especializado, portanto, incluímos rubrica compatível) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução do conteúdo falado por intérprete de libras.Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras. (a partir das inscrições dos alunos será avaliada a necessidade da contratação dos serviços de um intérprete de libras, visando garantir acessibilidade em 100% das atividades formativas do projeto). ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Consultor de acessibilidade para apoiar na adaptação do conteúdo das oficinas para atender as necessidades deste público e Monitoria Especializada Inclusiva.Item da planilha orçamentária: Consultor de Acessibilidade na etapa de pré-produção do produto Oficina MÃO NA MASSA na etapa de produção do mesmo produto. (Não havia no SALIC rubrica específica para esse serviço especializado, portanto, incluímos rubrica compatível)

Democratização do acesso

O projeto é inteiramente pensado a fim de garantir a democratização do acesso, uma vez que todas as suas atividades são gratuitas, respeitando os limites do artigo 23 da IN 01/2022. Por fim, dispondo-se a alavancar o acesso às ações e produtos do projeto, tomaremos as seguintes medidas do artigo 24 da Instrução Normativa 01/2022: III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas. Medidas de ampliação do acesso; Realizaremos gratuitamente, atividades de oficina e exposição, além da prevista no art 22. As oficinas e a palestra/exposição serão amplamente divulgadas nas escolas, mídias locais como rádios, carro de som e outros, garantindo o acesso gratuito a todas as crianças na faixa etária de 08 a 10 anos que se interessem em participar de cada oficina de cada escola até atendimento das vagas. Não será cobrada nenhuma taxa para participação nas atividades, além disso, as crianças participantes receberão lanche, água mineral, todo material necessário, além de poderem levar as fotos produzidas por elas ao final da experimentação. Realizar ação cultural voltada para ao público infanto juvenil. A palestra com a exposição será divulgada amplamente para que os pais e comunidade tenham acesso ao resultado final do projeto.

Ficha técnica

A proponente será responsável por todo o processo decisório de atividades técnico-financeiras e de gestão do projeto em acordo aos preceitos do PRONAC. Apresentam-se, a seguir, os mini currículos dos principais integrantes da equipe, sendo os demais contratados na fase de pré-produção do projeto. Tatiane Carvalho Bispo - Coordenadora geral e gestora do projeto Formação e capacitação: Fotógrafa, Mestra em Artes, Urbanidade e Sustentabilidade pela Universidade Federal de São João del-Rei, Administradora com especialização em Gestão Estratégica pela UFMG. Curso completo de fotografia pela Escola de Imagem (BH). Cursos livres mais recentes: Epistemologias da imagem com Bruna Rocha e Cássio Santana Semiótica Anti-racista (2021), Cinema sensação do mundo com Gustavo Jardim e Luis Flores Inverno Cultural UFSJ (2021), O pensar e o fazer das mãos com Estefania Lima Instituto Urdume (2021), Fotografia Memória e Inconsciente com Dunya Azevedo, Núcleo FAC - BH (2020), Encontros para ver imagens com Luisa Lanna, Ernesto de Carvalho, Ana Pi e YasminThainá - Escola Livre de Artes Arena da Cultura de BH (2020), Bordado em fotografia com Aline Brant (2019). Experiências: Oficineira "Para além das bordas", oficina selecionada pelo Inverno Cultural da UFSJ (2022), Participação na Exposição Coletiva de Artes Visuais Vale do Aço, na galeria do Instituto Usiminas (2022). Exposição virtual “Desato em nós” viabilizada através de recursos da lei Aldir Blanc pelo edital SECULT 22/2020, Exposição “Às bordas da cidade” no museu Estação Memória em Ipatinga, viabilizada através de recursos da lei Aldir Blanc pelo edital SECULT 23/2020. Fotografia da Exposição virtual “Enchente” da artista visual Maria Cloenes. Compartilhada no instagram @cloenes, Video-oficina “Às bordas da cidade”, em parceria com Sandra Helena. Projeto viabilizado através do edital municipal José Lopes Sobrinho pela lei Aldir Blanc. Espetáculos Musicais e shows de artistas Secos & Afinidades - Cover performance e músicas do emblemático grupo brasileiro Secos & Molhados. Élcio Rodrigues canta Roberto Carlos.Geral do Samba - Show no ano de 2019, em homenagem ao sambista Geraldo Pereira, que reuniu Lis Brasil, Elizeu Gomes, Ildon José e artistas convidados em Ipatinga/MG. Cobertura fotográfica da Feira de Turismo do Vale do aço em todas as edições de 2016 a 2019. Atende diversas ações do Sebrae ligadas ao empreendedorismo regional. Cobertura fotográfica Lis Brasil, Marcony Carvalho, Sérgio Biazin, Gustavo Maia, dentre outros. Experimentação imagética - Música "Guru" Gustavo Maia 2021-IGTV do @gu_maiah. Canções de Geraldo Pereira com Ildon José, Lis Brasil e Elizeu Gomes. 2019 -Youtube: Lis Brasil Item na planilha- Coordenador Geral Shirley Maclane Nunes Brito -Produtora executiva e captação Formação e capacitação: Técnico em Turismo e Lazer- Cefet-MG- 2000 a 2002.Laboratório de pesquisa: Gestões tão diversas: modos de pensar, modos de fazer- Março a Dez /2021. Laboratório pesquisa: do criar ao fazer acontecer, experimentando a produção cultural -2021.Curso Módulo arte e cultura um olhar para a comunidade Julho/ 2021. Curso Módulo Transversal- Hospedarias Criativas Julho/2021. Curso Patrimônio Cultural-WR Educacional- 160h- Junho/2020.Curso ICMS Patrimônio Cultural - Plataforma EAD/SECULT/MG - Julho/2020. Curso On Line de Introdução ao Turismo - Plataforma EAD/ SECULT/MG - Maio/2020. Curso Formação de Conselheiros Municipais de Cultura e Patrimônio - Plataforma EAD- 210 hs- SEC/MG e UEMG ( 2017/2018).Curso Patrimônio Cultural- Curso Básico promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (CEAF) / Ministério Público de MG - Abril e Maio/ 2018. Experiências: Diretora e produtora cultural da empresa SHIRLEY MACLANE PRODUÇÕES, onde a empresa atua no desenvolvimento, execução e produção de diversos projetos de arte, cultura e turismo desde 2002. Integrante do Grupo de Empreendedores no Desenvolvimento do Turismo do Vale do Aço - Sebrae, desde 2015, diretora adjunta de eventos do Convention e Visitors Bureau Vale do Aço (2017/2018 e 2022 a 2023). Membro do COMPHAI - Conselho Municipal de Patrimônio Histórico e Artístico Ipatinga (2018 a 2020) e Presidente do Conselho Municipal de Política Cultural de Ipatinga (2017/2019). Pesquisas de campo e Mapeamento da Diversidade Cultural de Ipatinga - 2019. Prestação de serviço de pesquisas de campo para a empresa Expressão Socioambiental Pesquisa e Projetos, relacionada às temáticas de Turismo, Cultura, Esporte, Lazer e Pesca / Fundação Renova. Coordenação do trabalho de pesquisa de campo Mapeamento Cultural de Ipatinga-2015, contratada pela Empresa Diverso Consultoria e Assessoria. CULTURA - Produção Projeto Mestres & Tradições – Timóteo- FEC/MG 2022. Produção Cine Cidade- Setembro/22, Produção do Encontro de Parangolés-Janeiro/2022. Produção Osc Congado do Ipaneminha - Edital 2021. Produção Estação Cinema - Mostra de Cinema Nacional Infanto Juvenil- 2021. Produção Projeto “Exposição e Contemporaneidade 2021/2022”.Orientação Cartilha do Cidade,Patrimônio e Comunidade Dez/2021. Produção e curadoria da Exposição “Cultura e Tradição" em Dezembro/2021. Produção“O Maracatu e o Combate à Violência contra a Mulher ” Fundação Renova Agosto/2021. Produção do monólogo “Adelaide Sem Censura" em 2020/2021. Produção Projeto “15ª Rua de Lazer” Ipatinga- Fundação Renova/2012. Coordenação de produção Projeto Oficina do Patrimônio Imaterial nas cidades de Santana do Paraíso, Naque e Periquito - Lei Federal Incentivo à Cultura – 2020/2021. Produção do Vídeo Documentário Compartilhando Saberes – 2020. Produção do Show Musical Geral do Samba- Fevereiro/ 2020.Apoio na produção no Evento 57°Aniversário Usiminas-Outubro/ 2019. Assistente de Produção - 5ª Feira de Turismo do Vale do Aço-Setembro/ 2019. Item na planilha Produtora executivo Eduardo Luiz Coelho Moreira - Oficineiro Formação e capacitação: Fotógrafo e diretor na agência Cidade Nuvem Fotografia, Graduado em Comunicação Social/Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário do Leste de Minas (2016); Oficina de Cianotipia – Verão Arte Contemporânea (VAC8) – Belo Horizonte (2014); Curso de formação técnica em Iluminação Cênica – Seminaluz Cultural – Ipatinga (2013); Workshop de Produção de Portfólio Fotográfico Autoral – Autor Retrato – Ipatinga (2013); Curso Iluminação – Estúdio I – Introdução as Técnicas de Iluminação – Escola Ateliê Da Imagem – Rio de Janeiro 2012; Oficina de Pinhole – Núcleo Imagem Latente – Espaço 104 – Belo Horizonte (2012); Curso Iluminação – Flash Convencional e Criativo – Sociedade Fluminense de Fotografia – Niterói (2012) – RJ (2012); Oficina de Light Paint – Semana da Publicidade – FUMEC – Belo Horizonte (2011); Curso Básico II – Aperfeiçoamento da Linguagem Fotográfica – Escola Ateliê Da Imagem – Rio de Janeiro (2011); Experiências: Laboratorista analógico e técnico de estúdio fotográfico do Centro Universitário do Leste de Minas, Unileste-MG (2014 a 2017), Participação como membro, criador de conteúdo e realizador cultural do Coletivo Fotográfico POROLHOS (2009 a 2012) Realização de serviços fotográficos no setor de projetos e espetáculos para espaços culturais, grupos de teatro e dança, artistas e coletivos do meio musical na região do Vale do Aço e Belo Horizonte. Entre estes estão Instituto Cultural Usiminas, Hibridus Dança, Espaço Cultural Casa Laboratório, Cia Bruta de Teatro, Grupo Boca de Cena, Trupe da Alegria, Cia Cíntia Barros de Danças Árabes. (2010 a 2022).Monitor do Projeto Jovens Na Tela do UnilesteMG (2009), Fotógrafo e editor digital na Agência Objetiva de Produção Audiovisual (2008/2009), Estagiário de fotojornalismo do jornal impresso Diário Popular (2008), Estagiário no setor de criação da Agência de Comunicação RKG (2007). Item na planilha - Oficineiro

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Bugre Minas GeraisIpaba Minas GeraisPeriquito Minas GeraisPingo-d'Água Minas Gerais