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Livro que vai registrar a história sociocultural do Brasil a partir da ocupação litorânea. Trata-se de um recorte histórico que trará as características do país por meio do desenvolvimento social e geográfico, bem como as influências contextuais decorrentes da expansão do território nacional. A partir da perspectiva das narrativas cartográfica, iconográfica e textual, a obra terá como mote os contextos históricos em que ocorreu a expansão e a formação do território brasileiro, desde a faixa costeira até o interior do país. A abordagem do tema será feita por historiadores em textos de fácil compreensão ao lado de um ensaio fotográfico atual _ realizado especialmente para o livro _ de maneira a acrescentar novos "olhares" sobre a cultura brasileira, com destaque para as características socioculturais dos personagens e grupos que habitam e vivem nas proximidades do mar brasileiro.
Realizar breve pesquisa documental, iconográfica e cartográfica em fontes primárias e secundárias que permitam o registro da história da formação sociocultural do litoral (mar) brasileiro, de modo a garantir a difusão de conhecimentos sobre as manifestações históricas e culturais do país.A natureza do projeto terá enfoque na história e na cultura do Brasil, tendo o litoral (mar) brasileiro como eixo norteador. Será bilíngue (português-inglês) e terá 198 páginas.Inicialmente, pretende-se que a obra adote os eixos temáticos abordando as influências e a diversidade em aspectos como gastronomia, artesanato e manifestações culturais.Estima-se que a publicação poderá ser dividida com base nas regiões administrativas brasileiras banhadas pelo mar, que se transformarão em capítulos como:NorteNordesteSudesteSulOs capítulos serão compostos por subtemas que poderão relacionar eventos históricos e deslocamentos geográficos ocorridos ao longo da história brasileira, sempre construindo um paralelo entre a ocupação litorânea e a ocupação do interior.
Objetivo Geral O projeto tem por objetivo principal registrar a história e a cultura do Brasil a partir do mar brasileiro como recorte histórico geográfico. A publicação terá como base pesquisas históricas e ensaios fotográficos contemporâneos _ que serão realizados especialmente para a obra _ para apresentação em um livro ilustrado com 198 páginas. O projeto também pretende revelar informações sobre a diversidade da composição cultural e social decorrente da ocupação histórica do Brasil. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 2º do Decreto 10.755 de 2021:IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; eVIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural. Objetivos específicos a) Produzir, publicar e distribuir 3000 exemplares do livro "Mar brasileiro". b) Contrapartida social: realizar um curso de "Produção de Livro" com carga horária total de 40 horas com emissão de certificado. O curso será realizado em 10 dias (2 semanas, de segunda a sexta) e tem como tema o conteúdo que será abordado no projeto em tela. c) Realizar lançamento do livro em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população.
A formação do território brasileiro resultou de processo de expansão iniciado com a chegada dos portugueses em 1500. As terras brasileiras eram habitadas por diversos povos indígenas.O povoamento do Brasil se iniciou com as lavouras de cana-de-açúcar e os engenhos, sobretudo no Nordeste e no litoral de São Paulo. A fixação da população em pequenos núcleos urbanos teve suas primeiras vilas e cidades, como São Vicente (1532), Olinda (1537), Nossa Senhora da Vitória (1551), São Sebastião do Rio de Janeiro (1565) e Salvador (1549), todas no litoral do país. Desses povoados, com o passar dos séculos, a expansão do Brasil seguiu para o interior do território, sofrendo as influências dos diferentes contextos políticos e econômicos presentes na nossa história.Os pesquisadores Andrea de Castro Panizza, Yuri Tavares Rocha e Aldo Dantas afirmam que "a ocupação humana do litoral brasileiro era, até a chegada dos europeus, indígena [...], sendo que ‘os índios que sofreram os primeiros impactos com a chegada dos europeus foram os componentes dos troncos Macro-Jê e Macro-Tupi’. Os índios pertencentes a esse segundo tronco eram os principais habitantes do litoral. As tribos indígenas presentes nos Estados de São Paulo e Rio Grande do Norte eram os tupinambás e os potiguares, ambas pertencentes à família Tupi. Esses índios eram ‘povos agricultores de grande mobilidade espacial’. As populações indígenas representaram ‘um vetor central da colonização’. A mobilidade espacial das populações autóctones definiu caminhos que seriam utilizados pelos portugueses como rotas de exploração. ‘As zonas litorâneas foram as primeiras a conhecer núcleos de povoamento’, pois os colonizadores europeus chegaram por via marítima e assim os fluxos de colonização ‘partiram de centros assentados na costa’".Tal ocupação original sofreu, evidentemente, influências históricas e culturais a partir da chegada dos europeus e é possível afirmar, segundo os pesquisadores, que a "evolução do sistema espacial foi pautada por uma síntese histórica, onde as ‘estruturas elementares’ definem a organização espacial. Porém, todo sistema sofre interferências locais devido aos ‘fluxos, aos centros, direções e limites’. A ‘gênese e combinação’ dessas estruturas levam a uma ‘modelização gráfica que pode ser utilizada como instrumento da análise regional’".Por isso, é indiscutível que a análise da formação histórica e cultural do Brasil passa pelo seu litoral e, num conceito mais amplo, pelo seu "mar". A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações.E nos seguintes incisos e alíneas do Art. 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
Características técnicasEdição bilíngue: português e inglêsTiragem: 3000 (três mil) exemplaresFormato fechado: 23 x 23 cmFormato aberto: 23 x 46 cmQuantidade de páginas: 198 páginas Formato do livroCapa: brochura, impressa 4x0 coresMiolo: papel couché 150 gramas, impresso a 4x4 cores
LIVRO Acessibilidade físicaO lançamento do livro será realizado em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Além disso, o livro também estará disponível nas livrarias. Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso:I - a bens culturais em formato acessível;II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; eIII - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos.§ 1º É vedada a recusa de oferta de obra intelectual em formato acessível à pessoa com deficiência, sob qualquer argumento, inclusive sob a alegação de proteção dos direitos de propriedade intelectual.§ 2º O poder público deve adotar soluções destinadas à eliminação, à redução ou à superação de barreiras para a promoção do acesso a todo patrimônio cultural, observadas as normas de acessibilidade, ambientais e de proteção do patrimônio histórico e artístico nacional. Acessibilidade para deficientes visuaisO livro será disponibilizado em audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022), onde o leitor portador de necessidades especiais poderá utilizar o conteúdo para seu conhecimento ou entretenimento. O audiolivro é referente ao item orçamentário "Transcrição”. Acessibilidade para deficientes auditivosNão se aplica, visto que o produto principal é um livro. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade físicaA contrapartida social será realizada em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Acessibilidade para deficientes visuaisOs portadores de deficiência visual terão a sua disposição a explicação do Arte Educador, de alguns profissionais que participaram do projeto e do Intérprete de Libras, possibilitando que participem do curso com carga horária total de 40 horas. Também estará disponível, gratuitamente, o audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022). Acessibilidade para deficientes auditivosOs portadores de deficiência auditiva terão auxílio do Intérprete de Libras a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso à cultura no país.
Referente à distribuição, adotaremos os expostos nas seguintes alíneas do Inciso I, Art. 23, Seção II, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber: a) no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para as camadas da população menos assistidas ou excluídas. b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021;Serão destinados até 10% (dez por cento) do total dos exemplares (até 300 exemplares) para os patrocinadores da obra. e) mínimo de dez por cento para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012, fazendo o uso desse mecanismo quando possível;Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares), no valor de R$ 49,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. g) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a cinquenta por cento do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado ao valor máximo de R$ 250,00 (duzentos reais).Serão destinados 40% (quarenta por cento) do total dos exemplares (1200 exemplares), no valor de R$ 89,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. Adotaremos também, o exposto no Inciso I, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para bibliotecas e escolas públicas. E também a alínea d do Inciso IV, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:d) oficinas de 40horas/aula com certificado de curso livre.Iremos realizar uma oficina de produção de livro para alunos da rede pública de ensino.
Cristiano BurmesterDedica-se profissionalmente à fotografia desde 1993. Durante seu percurso, produziu intensamente reportagens nas áreas de natureza, ciência, meio ambiente, documentários sociais e viagens. Seus ensaios foram veiculados em diferentes publicações nacionais e estrangeiras, tais como: Horizonte Geográfico, Terra, Náutica, Mergulho, UnespCiência, National Geographic e Photo Techniques. Desde 1999, uniu a versatilidade e o conhecimento adquiridos no fotojornalismo ao rigor e a criatividade do trabalho publicitário. A partir de seu estúdio em São Paulo, realiza produções fotográficas para agências de publicidade, editoras e empresas, tais como: Competition, DM9DDB, Editora Abril, Editora SENAC, Louis Dreyfus Commodities Reebok SmartFit, Sony, Terra. Sua formação acadêmica inclui um Bacharelado em Economia e Especialização, Mestrado e Doutorado na área de comunicação. Também é professor nos cursos de Jornalismo e Propaganda da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. É autor dos livros Himalaya - Editora Brasileira, Conhecendo o Mar do Brasil: fauna e flora e Conhecendo o Mar do Brasil: litoral e ilhas, ambos pela Editora SENAC. Realizou trabalhos e documentação para instituições como o Instituto Oceanográfico da USP, Museu de Arte de São Paulo - MASP, Pinacoteca de São Paulo e American Museum of Natural History. Expôs seu trabalho em diferentes instituições, museus e galerias no Brasil e no estrangeiro. Pedro SaadCom grande experiência na área cultural, Pedro Saad coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”. Em 2021 foi nomeado “Líder de ImPacto” do ODS 17 pela Rede Brasil do Pacto Global da ONU.Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor do curso de pós-graduação em Gestão Cultural da PUC-SP, professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory.Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”.Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, CEPAL, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, Museu do Ipiranga, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Petrobras, Itaú, Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, e instituições nacionais e internacionais, entre elas União Europeia (Serviço de Publicações), Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Aliança Francesa, Instituto Goethe, SEBRAE, entre outras. Matthew ShirtsJornalista e escritor. É autor do livro, Emergência Climática: O aquecimento global, o ativismo jovem a luta por um mundo melhor, publicado pelo selo ClaroEnigma em 2022, em parceria com Greenpeace Brasil. É co-fundador da plataforma de comunicação, Fervuranoclima, dedicada a encontrar novas abordagens no jornalismo, arte e humor para o aquecimento global. Colabora regularmente para a editora de livros e produtora de vídeos especializada em desenvolvimento sustentável, Observatory of Human Affairs, Produtora Brasileira e Editora Brasileira com textos, traduções, entrevistas e consultoria. É autor de textos para os livros Brasil visto de cima (Cássio Vasconcellos), Amazônia (Marcos Piffer), Rio visto de Cima (Cássio Vasconcellos), Parques Nacionais e Festas Brasileiras, entre outros. Apresenta e ajudou a roteirizar o filme Carbono Zero, realizado pela Produtora Brasileira.Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação durante 14 anos, até 2013. Continuou como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, a maior plataforma de sustentabilidade em língua portuguesa (2007-2015) para a editora Abril, desenvolvendo cursos, eventos, branded content e livros e dirigindo o seu site. Escreveu crônicas para a Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o Estado de São Paulo, de 1994 a 2011. Cobriu, como colunista, duas Copas do Mundo e uma Olimpíada. Pautou, escreveu e apresentou na rádio Bandnewsfm a coluna diária, “São Paulo para paulistanos,” junto com o jornalista Eduardo Barão, de 2016 a 2019.Nascido e criado nos Estados Unidos, Shirts se mudou para São Paulo na década de 1980. Escreve em português e inglês com fluência. Fala português com um leve sotaque. Foi editor do caderno de Negócios da Folha de São Paulo no início da carreira e criou revistas de jogos eletrônicos para a Nova Cultural (Supergamepower, entre outras) na década de 1990. É autor de dois livros de crônicas, O jeitinho americano (Realejo, 2010), e A feijoada completa (Realejo, 2015), e editor (junto com João Kulcsar) da coletânea de ensaios sobre as culturas americana e brasileira, A herança compartilhada (Edições Sesc, 2013). Formou-se em Estudos Latinoamericanos pela Universidade de Califórnia em Berkeley. Estudou, ainda, letras e história como aluno de intercâmbio na Universidade de São Paulo e foi aluno de pós-graduação com especialização em história em Stanford. Miriam CollaresGraduada em História pela Universidade Federal de Santa Catarina, especialista em Arquivologia pela Universidade Federal da Bahia e mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargas (CPDOC-FGV). Trabalhou no Museu Eugênio Teixeira Leal (Bahia), no Ibase (Rio de Janeiro) e foi coordenadora do Programa Memória Petrobras (2003-2018). Equipe TécnicaFotografias: Cristiano BurmesterCoordenação: Pedro Saad e Cristiano BurmesterPesquisa: Miriam CollaresTradução para o inglês: Matthew Shirts O proponente será responsável pelas fotografias, coordenação geral e editorial e atividades técnico-financeiras no projeto.Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.
PROJETO ARQUIVADO.